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Ciro: FHC tem “inveja feminil do Lula”; leitoras protestam contra machismo

17 de março de 2010 às 19h22

“Articulação golpista”: Aécio ajudou a salvar Lula do impeachment, diz Ciro

No Valor Econômico

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), foi um dos responsáveis pelo desmonte de uma estratégia que teria sido articulada em 2005 na CPI dos Correios, quando a oposição investigava as denúncias do mensalão. Com origem no PSDB de São Paulo, a articulação visava o impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o deputado Ciro Gomes, pré-candidato a presidente pelo PSB e à época ministro do Desenvolvimento Regional. Ciro afirma que é candidato porque quer debater a erosão das contas externas no segundo mandato de Lula. Ele acusa o governador de São Paulo, José Serra, de estar ausente dessa discussão por “oportunismo eleitoral”. Ciro aponta “figuras tenebrosas” abrigadas no PMDB, que reproduzem a coalizão patrimonialista herdada do governo anterior.

O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), teve um papel fundamental no desmonte de uma “articulação golpista” em 2005 que, por meio da CPI dos Correios que investigava denúncias do mensalão, pretendia levar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao impeachment. É o que revela, em entrevista ao Valor, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Aécio mandava um avião buscar Ciro, então ministro da Integração Nacional de Lula, e os então deputados Gustavo Fruet (PSDB-PR) e Eduardo Paes (PSDB-RJ), integrantes da CPI. “Íamos para o hangar lá em Belo Horizonte e brigávamos muito, mas chegávamos a um acordo que era avalizado pelo Aécio. Ele nos ajudou a salvar o mandato de Lula”, garante Ciro.

Candidato a presidente pelo PSB, Ciro não quer abrir mão da candidatura para preservar espaço para críticas ao segundo mandato do presidente petista, quando ocorreu uma erosão “dramática” das contas externas, afirma. “Esse debate foi abolido da cena política por oportunismo político-eleitoral, inclusive do Serra”, acusa.Com discurso superlativo, aponta o dedo para “figuras tenebrosas” e “almas penadas” da política: são os mesmos a quem se aliou o presidente anterior, Fernando Henrique Cardoso. Cita os deputados do PMDB Eduardo Cunha (RJ), Michel Temer (SP) e Eliseu Padilha (RS), e o deputado Felipe Bornier, do PHS do Rio.

Ao ser perguntado das chances de desistir da candidatura à Presidência para disputar o governo de São Paulo, Ciro primeiro é enfático – é candidato a presidente, para ganhar ou perder – e depois faz a ressalva: só se for em torno de um projeto. O projeto de Brasil e a negociação entre as forças políticas contrárias ao “clientelismo” e ao “patrimonialismo” são a chave para entender as entrelinhas do deputado cearense. A chave auxiliar – uma ironia para alguém que transferiu o seu domicílio eleitoral para São Paulo – é uma severa crítica à política paulista.

Abaixo, a entrevista ao Valor:

Valor: O senhor recuou ou continua candidato a presidente?

Ciro Gomes: Continuo candidato. E, dessa, saio vitorioso ou derrotado: nem desistência, nem recuo são possíveis. Uma motivação da minha candidatura é o imperativo moral do flanco onde eu faço política – e sou eu, pelas circunstâncias, quem tem melhor condição de não permitir que a agenda do país se reduza ao plebiscito despolitizado, com personalismos exacerbados, uma disputa entre a turma do Lula, à qual eu pertenço, contra a do Fernando Henrique Cardoso. O imperativo moral é apresentar o que importa.

Valor: E o que importa?

Ciro: Importa, a partir do avanço que o país está experimentando – aliás, extraordinário -, apresentar uma agenda complexa para o país. O Brasil vem melhorando sob todos os ângulos, mas apenas se você olhar pelo retrovisor, porque olhando para o futuro e comparando o país com os estandes internacionais, mesmo em renda similar à brasileira, o Brasil está ainda por fazer.

Valor: O senhor acha que a crise é uma oportunidade?

Ciro: Nas grandes questões contemporâneas que se projetam para o próximo meio século, o Brasil pode ser protagonista. Em bioenergia, biocombustíveis especialmente, na questão ambiental, na questão étnico-religiosa, o país tem sementes extraordinárias de um ambiente civilizatório. Mas, mesmo conseguindo sair da estagnação a que fomos condenados pelo mito neoliberal – a crença que nos esmagou a imaginação -, ainda não nos libertamos totalmente dele. O neoliberalismo não foi para a lata do lixo porque poderosos sustentam o defunto e inibem o enterro.

Valor: Essa é uma elaboração que parte da crítica ao governo. É essa a base de sua candidatura?

Ciro: Não, eu sou entusiasmado pelo Lula. Eu vi o Brasil decadente e hoje o vejo progredindo. A experiência mais ruinosa, sob o ponto de vista das contas públicas foi patrocinada pelo FHC. Quando eu era ministro da Fazenda [no governo Itamar Franco] e ajudei a fazer o Plano Real, o Brasil tinha uma carga tributária de 27% do PIB. FHC elevou a carga tributária para 35% do PIB; a dívida pública brasileira, que era de 35% do PIB, alcançou 68%; desmobilizamos US$ 100 bilhões de patrimônio; a taxa de investimento foi a menor; perdemos um terço dos mestres e doutores do ensino público superior brasileiro; fez-se os dois maiores acordos com o FMI. O Brasil deu o ouro e a prata nos governos FHC. A taxa de crescimento do país naqueles oito anos foi de 2%, 3%; nas contas externas, produziu-se um buraco de US$ 180 bilhões de dólares em oito anos. Com o Lula, a dívida desceu de 68% para para 40% do PIB; nos primeiros quatro anos de mandato, o Brasil fez US$ 46 bilhões de superávit; saímos da taxa de reserva negativa para reservas líquidas superiores a 100% do passivo externo público e privado; a carga tributária não subiu e quase dobrou a taxa de crescimento.

Valor: Se há entusiasmo tão grande de sua parte, por que disputar contra a candidata de Lula?

Ciro: Neste segundo mandato, as contas externas brasileiras estão erodindo de forma dramática. Esse debate foi abolido da cena política por oportunismo político-eleitoreiro, inclusive do [José] Serra [candidato do PSDB à Presidência], principal voz de oposição e que sumiu com essa discussão. Além de desalinhamento de câmbio, a perda de dinamismo das nossas exportações é flagrante. A proporção de manufaturados nas exportações brasileiras está despencando.

Valor: Os problemas se concentram na área econômica?

Ciro: Olhando pelo retrovisor, tudo melhorou: a educação, a saúde, a questão da universidade. Mas na saúde pública, por exemplo, não foi feito nada estratégico. A educação pública brasileira está melhorando, mas ainda é uma tragédia. E o imperativo moral é impedir o plebiscito que o PT e o PSDB acertaram para confinar o país nas suas miudices e projetar um futuro. Se melhorou, o passado não deve voltar.

Valor: E qual é o projeto?

Ciro: Nós temos que apresentar um projeto nacional de desenvolvimento. É preciso que se garanta minimamente que a eleição seja o debate do futuro do país, e não esse debate despolitizado. Isso tem feito mal demais ao Brasil. A briga vem do provincianismo paulista.

Valor: Como uma situação paulista pode contaminar o país?

Ciro: O FHC foi para a Presidência com uma obra extraordinária iniciada, o Plano Real. O PT foi contra o Real; recusou-se a dar apoio ao Itamar Franco no momento delicadíssimo do impeachment do Collor; não assinou a Constituição de 1988. Quando o FHC chegou ao poder, encontrou na intransigência do PT o pretexto para angariar a maioria na escória da política brasileira. Era o exercício do clientelismo e conservadorismo sem qualquer limite ético. Quando andou a roda da história e o PT ganhou a Presidência, contra Lula, o PSDB de São Paulo puxou o PSDB nacional para uma intransigente, mesquinha ruptura com o governo.

Valor: Isso não justifica a aliança do governo com o PMDB?

Ciro: No segundo mandato, o PSDB deu ao Lula a crença de que, para governar, é preciso se alinhar – e com quem? O Brasil é tão medíocre nesta questão que são as mesmas pessoas – não são só os mesmo valores – que trabalham ao largo de qualquer moralidade. O Renan Calheiros [PMDB-AL], que foi ministro da Justiça do FHC, é lugar-tenente do Lula no Senado. Eduardo Cunha [PMDB-RJ], que já conhecia como ligado ao esquema do PC Farias, é quem está dando as cartas aqui, com a delegação do Michel Temer [PMDB-SP], também ex-aliado do FHC. Eliseu Padilha, ex-ministro do FHC, é o presidente da Comissão de Justiça da Câmara. O Felipe Bornier [PHS-RJ] é presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. É a seleção às avessas: quanto mais decência e qualificação têm as pessoas, mais distantes estarão dos cargos importantes no parlamento.

Valor: Se São Paulo é responsável por isso, por que o senhor transferiu seu título para lá?

Ciro: Porque o Lula pediu.

Valor: Mas, em São Paulo, estará fortalecendo essa política?

Ciro: A política estadual não precisa ser assim. O Aécio não é assim: ele elegeu um companheiro do PSB para a prefeitura de Belo Horizonte. O Aécio estende a mão e vai lá todo mundo. As diferenças não vão sumir, mas a forma de fazer política não é destrutiva. No Ceará, há tempo a gente se entende, daí se diminui a importância relativa dessas figuras tenebrosas, almas penadas não saem nunca do poder. Mas, em São Paulo, é picareta para um lado, picareta para outro.

Valor: O senhor é contra alianças mais amplas?

Ciro: Não sou contra, eu vi debilidade do governo Sarney. Eu conheço a tradição federativa, a tradição multipartidária brasileira; eu reconheço que a aliança é necessária. A questão é: para quê? Se a aliança é só para conservar o poder e suas bases são o assalto à máquina pública, não faz sentido.

Valor: Então, quanto mais ampla for uma aliança, mais relativizado é o poder desses setores?

Ciro: Mais do que isso, é parte da luta para acabar com a hegemonia moral e intelectual desses setores. Isso será um avanço institucional para o país. Qual é a razão dessas maiorias malucas [no Congresso]? Mera conservação do poder. Estritamente mercado secundário de minuto de televisão, inclusive na base da grana.

Valor: Na política paulista, como quebrar essa hegemonia?

Ciro: Eu não estou na política paulista. Esse negócio de domicílio eleitoral é uma invenção da ditadura, não existia isso antes. Sou o deputado federal mais votado no país pela mão do eleitorado cearense. Esse mandato pertence aos cearenses.

Valor: Se fosse para quebrar a hegemonia do PSDB paulista, o senhor seria candidato ao governo?

Ciro: Ajudar a construir o design dessa bomba, eu acho uma das mais gratas tarefas. Não precisa ser derrotando ninguém, pode ser articulando entendimento.

Valor: É isso que você e o Aécio tentam fazer, quando conversam?

Ciro: Eu, Aécio, Tasso, Geraldo Alckmin.

Valor: Alckmin tem peso no PSDB para fazer entendimento?

Ciro: O Alckmin está esperando para ver se o Serra deixa ele ser candidato a governador. Porque as coisas são assim: o Serra acabou de trair o seu próprio partido e elegeu o DEM para a prefeitura de São Paulo, contra o PSDB. E para ele tudo pode. O Nordeste praticamente varreu o ex-PFL e Serra elegeu Kassab em São Paulo. E aí, eu pergunto: quem elegeu o DEM em São Paulo vem me falar em modernidade?

Valor: Com Lula o senhor chegou a vislumbrar a possibilidade de um entendimento para excluir o patrimonialismo das alianças?

Ciro: Lula diz que concorda comigo, que o sonho dele, quando deixar a Presidência, é organizar um movimento como o da Frente Ampla do Uruguai; que não compreende como estou num partido e ele em outro. Tudo bem, eu sei que, também eu, se for presidente, terei que tocar a rotina do país, mas é preciso que o povo ajude a diminuir o custo impagável dessa hegemonia frouxa, dessa hegemonia moral, que o conservadorismo do PT com o PMDB impuseram na agenda do país.

Valor: Qual o interesse na formação de maiorias, se não se aprova matérias de interesse do governo?

Ciro: Acho que o interesse é só o horário eleitoral. Fora isso, não vejo nenhuma outra razão, porque não tem nenhuma agenda correndo no Congresso. Se tivesse, os parlamentares não seriam tão irresponsáveis. Veja a PEC 300, que institui o piso nacional para policiais. A emenda foi aprovada em primeiro turno, enganando os policiais, porque é impossível aprovar uma coisa dessa no segundo turno. É lambança, é só teatro. Lula mandou para a Câmara R$ 1,7 bilhão para um projeto de construção de um milhão de moradias. Eduardo Cunha apresentou emenda criando um crédito pleno de R$ 86 bilhões. Esculhambação que, sozinha, derruba o Brasil. Aí o Paulo Paim [PT-RS], no Senado, junto com o Renan, Sarney e tal, aprova o fim do fator previdenciário; ato contínuo, define o percentual de reajuste pelo salário mínimo. Quebra a Previdência. Votação unânime. Daí vem para a Câmara. Na hora em que pautar, vota-se a favor. E o Lula tem que vetar. Essa é a coalizão do Lula – e isso é coalizão? É de uma aliança para governabilidade que nós estamos tratando, ou é um mercado secundário de minuto de televisão?

Valor: O Congresso é todo ele irresponsável, então?

Ciro: Não. O presidencialismo de impasse faz do Congresso Nacional um apêndice. Você precisa ver a quantidade de gente séria, trabalhadora, decente, que desiste, vai embora. O problema não é do Congresso, é da coalizão hoje dominante. Esse mesmo Congresso cassou Collor e fez a Constituinte.

Valor: O senhor quer dar protagonismo para parlamentares decentes?

Ciro: Não é isso. Nossas regras de representação dizem respeito a pessoas que têm o monopólio de alterar essas regras. Por que essa representação vai alterar a institucionalidade que lhe legitima? Isso não acontece em lugar nenhum. É hora do Brasil se livrar de seus temores elitistas e começar a adotar a prática dos países avançados de convocar plebiscitos e referendos para superar determinados impasses.

Valor: Até 2005, o senhor era o candidato de Lula à sua sucessão. O que é que aconteceu para o presidente ter lançado a ministra Dilma?

Ciro: Até 2007. Cada vez que Lula dizia isso para mim, eu dizia que o PT teria de ter candidato. O PT não ter candidato é o escorpião sobre o sapo.

Valor: Sem entrelinhas: o senhor pode ser candidato ao governo de São Paulo?

Ciro: Quando Lula me fez o convite, deixei a decisão para o meu partido. O Eduardo Campos [presidente do PSB e governador de Pernambuco] me disse: “Se você quer ser candidato a presidente, por que não fica com domicílio em São Paulo e ajuda a gente a arrumar as coisas por lá?” Eu concordei. E fui para o Ceará para me explicar: Lula me pediu, o partido determinou que eu fizesse, se tentasse ser candidato com domicílio lá poderia ser impugnado por causa de meu parentesco com o Cid [Gomes, governador do Estado e irmão de Ciro]. Candidato a deputado não sou e no Ceará sou inelegível para tudo o mais.

Valor: O senhor pode se candidatar ao governo de São Paulo na hipótese de Aécio Neves ser candidato do PSDB a presidente?

Ciro: Não. Eu disse ao presidente é que eu faço política por amor. Se, amanhã, alguém me diz: “o projeto está aqui mas nós vamos perder essa eleição porque Serra, em São Paulo, vai levar 6 milhões de votos e isso definirá a sua vitória a presidente”, aí é outra coisa. Mas eu não vejo esse cenário.

Valor: E por que a situação com Aécio poderia ser diferente?

Ciro: Vou fazer uma justiça a Aécio. Quando a CPI dos Correios começou a arquitetar o golpe contra o presidente Lula, o Aécio teve um envolvimento estratégico. No meio da crise, eu, Dilma, Márcio Thomaz Bastos [então ministro da Justiça] e Jaques Wagner [então ministro das Relações Institucionais] nos reuníamos diariamente às 7h para definir uma estratégia que era “Infantaria e Diplomacia” – eu dei o nome. Nós iríamos fazer o diálogo, a diplomacia. Fizemos uma lista daqueles nomes importantes da República e escalamos quem falaria com cada um. Bastos e [Antonio] Palocci ficaram escalados para conversar com o Fernando Henrique e com o Serra, e eu, com Geraldo Alckmin, Aécio Neves, Fernando Gabeira [PV-RJ], José Carlos Aleluia [DEM-BA] – esta era a estratégia de diplomacia. E como infantaria, nós estimulamos um movimento para ocupar as ruas. O trabalho da diplomacia era dizer: “Daqui para trás: nós estamos vendo um componente golpista nisto, o presidente da República não será alcançado e nós não vamos tolerar isso”. Acabamos fazendo a manifestação na rua, só para mostrar que não estávamos blefando. O Aécio entendeu. Passou não só a concordar, mas a agir para desarmar a bomba. Muitas vezes ele mandou um avião para me buscar em Brasília às 9h da manhã, mandava o avião para pegar fulano, ciclano e beltrano da CPI e íamos para o hangar lá em Belo Horizonte. Lá brigávamos muito, mas chegávamos a acordos avalizados pelo Aécio. Ele nos ajudou a salvar o mandato do Lula. Invoco o testemunho de Gustavo Fruet [PSDB-PR] e Eduardo Paes [na época, PSDB-RJ]. O Aécio nos ajudou a desmontar a indústria da infâmia movida a partir do PSDB de São Paulo.

Valor: Existe a hipótese de Aécio ser candidato a presidente?

Ciro: Acho que sim. Com grandes chances. Se ele for o candidato, é porque Serra terá recuado voluntariamente, e daí Serra garante a ele o eleitorado em São Paulo. O segundo colégio é Minas, e Aécio tira 70% ou mais; o terceiro é o Rio, e ele entra melhor que o Serra; depois é o Nordeste. O Sul está hostil para nós. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o eleitorado é contra o PT, eu ainda entro, mas o Aécio entra com mais leveza. O problema é o Serra e o carreirismo dele, só pensa em si. O problema do PSDB é o seguinte: eles [os tucanos] vivem embaixo de uma redoma, quando saem da rede de proteção da mídia, encontram um Brasil que não conhecem.

Valor: FHC também?

Ciro: O Fernando Henrique tem um ciúme infantil do Lula, uma inveja feminil do Lula.

 

68 Comentários escrever comentário »

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Sexismo emburrece e mata « Dukrai's Blog

27/07/2010 - 15h12

[…] março de 2010, para atacar FHC, Ciro Gomes disse que o ex-presidente tinha uma ‘inveja feminil’ de Lula. Não bastou a Ciro qualificar o ex-presidente como uma pessoa invejosa, ciumenta. Para […]

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SOCIEDADE | Sexismo emburrece e mata « Blog do @lotsemann

24/07/2010 - 23h37

[…] março de 2010, para atacar FHC, Ciro Gomes disse que o ex-presidente tinha uma ‘inveja feminil’ de Lula. Não bastou a Ciro qualificar o ex-presidente como uma pessoa invejosa, ciumenta. Para […]

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Blog Leituras Favre

24/07/2010 - 12h32

[…] março de 2010, para atacar FHC, Ciro Gomes disse que o ex-presidente tinha uma ‘inveja feminil’ de Lula. Não bastou a Ciro qualificar o ex-presidente como uma pessoa invejosa, ciumenta. Para […]

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Gerson Carneiro

23/03/2010 - 01h39

"Fernando Henrique tem uma inveja feminil do Lula"

Cruzis! Ai credo!

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Paulo Athayde

21/03/2010 - 22h26

Essa "Aecização" do, e no, discurso do Ciro… sei não! Como foi bem dito aqui, acima, é bom lembrar que uma vez PSDB…
Quanto ao "fogo amigo" dentro do PSDB – que o Ciro pode muito bem estar execitando – não é nenhuma novidade, é uma prática comum entre os tucanos, que divergem no acesorio e convergem no essencial: o poder. Que o diga o seu chefe maior, o Serra.

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Ciro Gomes e a comparação que pode definir os rumos do Brasil «

19/03/2010 - 16h53

[…] daqui. Deixe um comentário Sem comentários ainda até o momento Deixe um comentário Feed RSS […]

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Aprilo

19/03/2010 - 11h45

Todas as vezes que ouço ou leio algo de Ciro Gomes me decepciono, porque ele nunca se pronuncia corretamente, honestamente, ele não me passa um discurso objetivo e sincero como o Lula, me causa aquela impressão: disse, mas não falei.
Me passa também a impressão que é como todos os outros políticos brasileiros: medo de se comprometer. Principalmente, hoje que tem pretensão à Presidente do Brasil ele tem que tomar a postura de um Presidente e não de um polítco infantil, tolo, desmerecedor da minha confiança.
Nessa entrevista, ele apenas se aproveitou em envolver nomes que estão em alta na mídia, ou na mente dos eleitores, ou estarão nos próximos meses.

No dia 4 de março comemorou-se 100 anos do nascimento do Presidente Tancredo Neves, cuja memória é cultuada por causa de vários acontecimentos.
O Aécio Neves que foi citado como herdeiro de Tancredo Neves deveria lutar contra todos para preservar essa herança límpida e livre de sujeira política, enfim ser um herdeiro digno da confiança do Brasil.
Eu até tive simpatia em me tornar eleitora do Aécio Neves, mas sua mudança de partido e algumas notícias me fizeram desistir.
Aprilo

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beatrice_

19/03/2010 - 02h41

Azenha
esse Ciro está se tornando uma bomba ele mesmo.
De fato, em SP é picareta pra todo lado, até ele, que confessa ter transferido o domicílio eleitoral só para fugir da lei restritiva.
Indiretamente defende o rei do opud dei, xuxu I, para des-governador. Sinceramente, encerro oc aso.

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Nilva

19/03/2010 - 01h32

Ah! Tem também o Skaf, o Marcelinho Carioca, o Romário. Que gentes de ideias. Time de cracassos, dos deixa que eu chuto. Isto não é sério. Só pode ser brincadeira.

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Nilva

19/03/2010 - 01h29

Tome tenência, Ciro ! Com esta trupe direitosa fica difícil acreditar na sua "modernidade".
Caiu a plumagem mas ficou o bico tucanudo. Saiu do PSDB porque o espaço estava ocupado pelo FHC, Serra et caterva. Quando eles caírem, vai sair correndo pro abraço com Aécio, Tasso, Alckmin e aí o filho pródigo volta pro ninho.
Tenho uma sobrinha que trabalhou no comitê do Ciro aqui em São Paulo. Ela contou que ele é um irresponsável, voluntarioso e que não entende porque ele concorre à Presidência, pois as aitudes dele durante a campanha demonstravam que ele não é sério. Eu argumentei que, naquela oportunidade, ele queria se tornar conhecido e também bater nos tucanos. Eu não confio nele. Aliás, pra mim já cansou.

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Mauro

19/03/2010 - 00h53

Sinceramente tinha grande admiração por Ciro mas parece que ele ignora uma nação ao dar esta entrevista.Acredito que a direita queria dar um golpe desgastando a imagem de LULA presenciamos isto atraves da imprensa que ainda continua a fazer um papel ridiculo .
Ora se Aécio foi tão importante assim na articulação de desmonte como que ele Aécio perde para Serra o psdb de São Paulo,como não conssegue vender sua candidatura aos tucanos de São Paulo.
e teve alguém que marcou presença neste cenario foi o Ministro Marcio Thomaz Bastos este sim foi quem desarticulou a direita juntamente com a população que stava pronta para o embate.

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Saved

18/03/2010 - 23h18

Falando em demônio, olha só o que fizeram com a página da wikipédia inglesa daquele político ugandês da lei anti-gay

http://en.wikipedia.org/wiki/David_Bahati

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Aloísio

18/03/2010 - 20h13

Para mim, o Ciro não é confiável.

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Sandra

18/03/2010 - 23h09

Sujeito escorregadio, sô! Para mim o Ciro não passa de um tucano de bela plumagem.

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Mc_SimplesAssim

18/03/2010 - 22h54

Ciro Gomes é um ex-arenista arrependido.

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SERGIO

18/03/2010 - 18h47

CIRO GOMES FOI O MELHOR GOVERNADOR DO CEARÁ DESDE 1986. CIRO É LEAL AO SOCIALISMO, ACABOU COM O "CORONEL" JEREISSATI, CRIOU O "ENVELHECIDO PLANO REAL (UNICA BANDEIRA DO psdb, MAS FOI O ITAMAR QUEM CRIOU). POBRE SERRA, vice de novo, cê kissab se quer O MESMO FUMO DE 1994-2002. DILMA VENCERÁ NO PRIMEIRO TURNO. "

Responder

    macmonteiro

    18/03/2010 - 20h25

    Reproduzo um comentário do site antigo, porque é exatamente o que eu tinha vontade de te reponder:

    "RICARDO (15/02/2010 – 15:29)
    Fico pensativo quando vejo alguém dizer que gosta do discurso do Ciro e por isso votaria nele. Respeito a manifestação de qualquer pessoa, mas acho uma pena alguém votar no cara pelo discurso. Que é mais importante: o discurso ou a prática política? Eleitor, você já ouviu falar no "canto da sereia", pois é, essa história tem tudo a ver com Ciro. Outra coisa, quem tem Ciro como aliado não precisa mais de adversário político, a única exceção é a sua fidelidade canina ao seu sócio Tasso Jereissati." http://www.viomundo.com.br/arquivo/voce-escreve/a

    Athos

    19/03/2010 - 01h50

    acabou com o coronel jereissati?
    te respondo com o próprio ciro:

    "No Ceará, há tempo a gente se entende, daí se diminui a importância relativa dessas figuras tenebrosas, almas penadas não saem nunca do poder."

    "Valor: É isso que você e o Aécio tentam fazer, quando conversam?

    Ciro: Eu, Aécio, Tasso, Geraldo Alckmin."

    "Candidato a deputado não sou e no Ceará sou inelegível para tudo o mais." (Obs.: para o governo ele realmente não concorrerá com o irmão; mas e o senado? lá tem Arruda, que só sai em 2015 e faz parte da coligação além de sua ex-mulher, Patricia Saboya e seu 'inimigo', Tasso Jereissati, que saem em 2011. Pergunto: por quê o nobre deputado, mais votado do Brasil pelo povo cearense, não concorre ao senado formando uma possível tríade socialista e retirando de vez essas 'figuras tenegrosas'? Seria o senado pouca coisa para Ciro?)

Samuel

18/03/2010 - 20h42

Olho com bons olhos a candidatura de Ciro para o Brasil, apesar de minhas reservas sobre seu alinhamento ideológico. Uma chapa ideal, na minha opinião, seria Dilma e Ciro. Deixemos o feminismo de lado e nos apeguemos a essência de seu discurso e de sua crítica. Ele tem razão no que diz porem muitas vezes erra o tom ou a dose de sua fala. A verdade é que o embate entre o PT e o PSDB+DEMO muitas vezes se transforma (por culpa destes últimos) numa briga vazia pelo poder e deixa-se de discutir o Brasil. Lógico que a oposição quer que isso aconteça, pois seu modelo de país nos já conhecemos e é uma desconstrução a moda do que foi FHC.

Responder

macmonteiro

18/03/2010 - 20h14

"Inveja feminil"?

O que tem de homem invejoso por aí…

Responder

Malu

18/03/2010 - 20h10

Não me senti ofendida. Apesar de feminil ser um adjetivo relativo ao sexo feminino ( no sentido figurado, por exemplo, uma virtude feminil seria algo exageradamente delicado) prefiro ler o que Ciro chama de ciúme feminil como uma metáfora. Acho que ele se refere à inveja de FHC comparando o que ele deve ver como molícia (sinônimo de moleza, frouxidão) do grão-tucano comparada à coragem, ao vigor de Lula em ter transformado este país em apenas sete anos. É a comparação entre o ex-presidente letrado de um país historicamente combalido, envergonhado de suas mazelas sociais e um presidente ex-metalúrgico, que levantou o país no plano econômico e social. É de Lula o governo do qual a oposição inveja por não ter sido e nem de ser capaz de fazer igual. Muito menos, melhor. Afinal, a inveja, um dos sete pecados capitais, é a única que ninguém é capaz de confessar nem a si mesmo, justamente porque é o sentimento mesquinho que temos quando menosprezamos no outro exatamente aquilo que não possuímos e que gostaríamos de ter.

Responder

Alexandre

18/03/2010 - 17h24

A verdade é que o "mensalão"??? começou a minguar quando chegou em Minas!

Responder

Engajarte

18/03/2010 - 17h08

O Ciro sempre faz uma crítica estruturante do país, com coerência e firmeza, tem preparo e qualidades como formulador e comunicador.
Já seu grande projeto foi a transposição do São Francisco, enfim maior obra do Lula, mas típico projeto conservador, mega obra, focada no grande canavial, com pouca integração com a massa dos nordestinos, sua estrutura social, seus caminhos para o desenvolvimento.
Homem da elite nordestina, teria algo a acrescentar ao desenvolvimento do Brasil?
A elite nordestina já mostrou a que veio, em suas terras e no país todo, este pessoal ainda raciocina como um português dono de engenho, são suas raízes culturais.
Gosto muito de ouvir o Ciro, ele realmente entusiasma como estadista, tem um ótimo discurso de centro-esquerda, mas sua história o condena.
E a sacada da inveja feminil do FHC foi perfeita.

Responder

Engajarte

18/03/2010 - 17h05

O Cirão tem personalidade forte e expansiva, sendo criticado e por isto, uma bobagem, mas no jogo baixo da política se usa qualquer coisa para desconstruir inimigos.__Sempre difícil identificar a linha ideológica de um político de amplo espectro.__Posiciona-se hoje como uma opção de centro esquerda, e por outro lado cabula uma opção direitista como vice de Aécio, liderando a turba PSDB-demoníaca.__Faz forte crítica ao monetarismo do BACEN (eixo da extrema direita dos governos FHC-LULA).__Critica o segundo governo Lula quando já não estava no ministério, pelo desagregar das contas externas, aponta o segundo governo como uma guinada a direita e aos acordos com a política patrimonialista tradicional fruto da desarticulação trazida pela crise do mensalão, e valoriza o primeiro governo Lula quando tivemos o melhor resultado das contas externas da história do Brasil. Acontece que a virada a esquerda foi no segundo governo Lula, com a opção desenvolvimentista da dupla Mantega/Dilma.

Responder

Emília

18/03/2010 - 16h41

Para mim o Ciro é o pastor J R ( que tem um programa na BAND ) da política.

Só convence bobos.

Responder

Milton Hayek

18/03/2010 - 16h15

Foi por isso que eu disse que FHC tem ciúme de homem do Lula.

eheheheheheheheheheheheheheheheheheheheh

Responder

francisco

18/03/2010 - 16h14

Parabens Azenha pelo formato do seu blog. Quero dizer tambem que adoro as Mulheres que escrevem aqui no seu blog falam bonito, é por isto que eu votar na Dilma.

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Carla

18/03/2010 - 16h08

Acho que quando Ciro fala de "feminil" entende "vaidoso", posto que as mulheres são ainda mais vaidosas que os homens. Eu sei, está mudando, mas por enquanto é assim. O FHC não inveja o Lula pelo cérebro, mas pelo "glamour" que o nosso presidente tem. Cantavam os Abba: "Can you hear the drums, Fernando?" É o Lula passando…e ficando na história.

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pedro - bahia

18/03/2010 - 15h35

Apenas um adendo, para incluir entre os deputados que pretendiam o afastamento do Presidente Lula: Geddel Vieira Lima do PMDB da Bahia. Este é feroz. Ministro de Lula (não sei porque continua), trata-se de uma figura desrespeitosa, autoritária (tipo ACM), oportunista e acima de tudo traidora.
Tenho certeza que a Bahia lhe dará a resposta nas próximas eleições. Apoiou do atual Prefeito de Salvador João Henrique e nossa capital, embora figure entre as grandes a receber recursos do Ministério do Geddel, caminha a passos de tartaruga. Imaginem, senhoresd, que o metrô de Salvador, inicialmente previsto para 12 km e com um gasto de R$ 400 mi., já gastou mais de 1 bil, não está concluido e sua extensão foi reduzida para apenas 6 km. Isto mesmo – 6 km, percurso que faço correndo todos os dias em cooper vespertino. Uma vergonha.
Sabe o nome da empresa que lidera o consõrcio responsável pelo metro de Salvador – OAS. Isto mesmo – empresa do grupo do finado ACM e objeto de briga familiar na justiça. Tem como principal cotista o Mata Pires, segundo marido da filha de ACM.

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laura

18/03/2010 - 15h19

Concordo com a Fatima a inveja é de FHC.
PONTO.
Feminil …com inveja do pênis?
Não.
Isso foi um engano do Ciro.

Eu não tenho inveja do pênis, como pensava Freud.
Eu tenho… a minha bela xoxota e tudo mais que uma mulher tem!
É por isso que vcs gostam da gente, uai! E, a gente adora e vcs adoram, né não?
Ele- Freud- é que não compreendia as mulheres e a sexualidade da mulher.
Tá louco!

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    Jorge Leite Pinto

    19/03/2010 - 01h24

    Gostei, Laurinha…
    Mandou bem…

    francisco.latorre

    19/03/2010 - 02h19

    o homem tem inveja do útero. que gera.

    tá na hora de alguma mulher escrever sobre isso.

    pra balançar o velho sig.

    que errou nessa. mas acertou muitas.

priscila presotto

18/03/2010 - 15h07

O FHC tem muita inveja mm.
Não me sinto ofendida não.
Mulher é muuuito invejosa sim.
A inveja é do ser humano,mas mulher invejosa é artilharia pesada.
Sorry ,mas ít's true.

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Filipe

18/03/2010 - 15h02

É preocupante quando um cidadão oriundo das mais decrépitas oligarquias do nordeste brasileiro torna-se um campeão das esquerdas.

Não confundam Lula com Ciro. É como dizer que FHC é um Allende.

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Filipe rodrigues

18/03/2010 - 14h17

Ciro é um direitista (moderado, claro), más é uma pessoa que não tem medo de falar o que pensa, seria muito
melhor ter o Ciro como vice da Dilma do que alguém do PMDB, que está mais interessado no poder e na sobrevivência política.

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Luiz Rogerio

18/03/2010 - 14h06

O Ciro está com Aécio, Alkmim, Lula, o papa, o pessoal do santo Daime, Edir Macedo, com os evangélicos, com os demônios, só joga pedra em mortos vivos como FHC e Serra, parece até aquele idoso jogador de futebol que joga no meio de campo lançando (pros dois lados, é claro).

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Giovanni Gouveia

18/03/2010 - 14h00

Aécio ajudou a "desmontar" a bomba porque sabia que ia cair no colo dele, pelas mãos de Azeredo…

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@joaosergio

18/03/2010 - 13h04

O que eles quis dizer com "inveja feminil"? eles quyis remeter ao conceito freudianio de inveja do pênis?

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    @maria_fro

    18/03/2010 - 13h50

    Como adjetivo: "relativo a ou próprio do sexo feminino; feminal, femíneo, mulheril, exemplo: 'virtudes feminis' ou no caso 'inveja feminil' e no sentido figurado fica ainda pior: exageradamente delicado; afeminado, feminal

    Enfim, FHC tem inveja de Lula e ponto, como os fatos demonstram, 'inveja' não é prerrogativa do gênero feminino.

    Aliás entre as políticas mulheres (com exceção da Soninha que desenvolveu um ódio visceral da Marta) não vejo as mulheres que ocupam cargos públicos destratando as demais, desqualificando-se mutuamente, reforçando preconceitos de gênero, isso parece ser pratica de políticos do sexo masculino e mostra o quanto será saudável termos candidatas a presidenta disputando o pleito de 2010 com condições de vitória.

Dida

18/03/2010 - 12h39

Sábias palavras e comentários Wilson Senhorinho.!
Na vida temos que tomar partido e nao ficar na ambiguedade eternamente.
O Ciro está com Aécio, Alkmim,com Lula está com todo mundo e nao esta com ninguém.
Dispara a torto e direito critica a todo mundo…é dificil entender sua maneira de fazer política .

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Fabiano (Jasck)

18/03/2010 - 12h12

Ah, sim, já ia me esquecendo. Parabéns, Azenha!!! O novo visual do blog está ótimo!!!

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Fabiano (Jasck)

18/03/2010 - 12h08

"Inveja feminil"… Concordo com você, Fátima. Essa realmente foi de lascar. Temos que ter muito cuidado com o Ciro, ele é uma raposa sagaz. Se o julgarmos somente pela falácia, acabamos levando ele pra casa, e quando descobrirmos o engano, aí já será tarde demais.

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Paulo

18/03/2010 - 11h33

"Aécio mandava um avião buscar Ciro, então ministro da Integração Nacional de Lula, e os então deputados Gustavo Fruet (PSDB-PR) e Eduardo Paes (PSDB-RJ), integrantes da CPI. “Íamos para o hangar lá em Belo Horizonte e brigávamos muito, mas chegávamos a um acordo que era avalizado pelo Aécio. Ele nos ajudou a salvar o mandato de Lula”, garante Ciro"

Sei…….Santo Aecio …..quem mesmo seu vice? Ciro critica muito FHC e Serra, o que todos nos gostamos, e ao mesmo elogia Aecio e Jerreistai. Muito esperto e …honesto.

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Fátima Oliveira

18/03/2010 - 11h22

Alguém sabe dizer o que significa mesmo "inveja feminil"? Gostaria de saber. Sempre que Ciro Gomes abre a boca sobra para as mulheres. UFA! Que canseira!

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luiz reis

18/03/2010 - 10h57

O Ciro é um poço de contradição, embora ache bacana o jeito aparentemente sincero…
Como pode falar contra patrimonialismo e ser aliado/irmão de Tasso "Tenho jatinho porque posso" Jereissati? Aécio? Pergunte ao povo de Minas. Ah, mas tem a aprovação de 70%: veja como ele controla a mídia por lá, igualzinho ao Hartung aqui em meu estado. É proibido sair notícia ruim sobre o ES na midia local. A aprovação do Hartung? 70%. Aos que possam comparar com a aprovação do Lula, uma diferença básica: Lula não controla a mídia, ao contrário, não fosse ela, creio que teria 99,5% de aprovação. Os 0,5% são dos troll demotucano-paulistanos, inimigos do Brasil.

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Besouro

18/03/2010 - 05h08

O Ciro não me convence. O Tasso é tão ou mais reacionário que o Serra, o Alkmin é a fotografia do atraso e o Aécio, como os demais, é PSDB, ou seja, entreguista, neo liberal etc…

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@maria_fro

18/03/2010 - 04h19

Dispensável este feminil.

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    Jairo Beraldo

    18/03/2010 - 16h46

    Concordo Frô…agora é prescindível voces feminil's ,deixarem as picuinhas de lado,se unirem e ajudarem a eleger Dilma, porque só o voto masculino é pouco.

    Leider_Lincoln

    18/03/2010 - 18h30

    Eu acho que "inveja serril" seria um termo mais apropriado; algo do tipo: não pude fazer, então não quero que façam. Uma espécie de incompetência com toque de rancor, enfim!

    Jairo Beraldo

    18/03/2010 - 19h34

    estranho…dependendo para quem,não se pode dirigir replica…"quer por a prova o carater de uma pessoa?Dê-lhe poder!"(Abrahan Lincoln)

cid

17/03/2010 - 23h38

Ciro, seria um excelente governador para Sao Paulo.
Erradicar esses tucanos que estao desgovernando o Estado ha 16 anos, seria um presente a todos os paulistas.

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laura

18/03/2010 - 02h08

Que inveja feminil que nada! Ciro, não insulte as mulheres com a inveja de FHC que é dele.
E mais, é bem inveja de homem.
Escondida,não admitida, sob uma máscara de higidez, mas- e por tudo isso mesmo, DESVAIRADA.

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    Jairo Beraldo

    18/03/2010 - 16h42

    Laura,
    inveja é feminil,ciúme é masculino…ciúme de homem é pior que inveja de mulher!

Wilson Senhorinho

18/03/2010 - 02h02

E aí, o grande final. O grupo com poder total, sem nenhuma necessidade de entabular negociação política partidária, nem realizar acordos com o parlamento brasileiro. É mole?
"EU, AECIO, TASSO (tenho jatinho porque posso), e ALCKMIN (chuchu).Só gente nova, sem vícios, como políticos. Não é de se assustar, o Ciro?

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Wilson Senhorinho

18/03/2010 - 01h59

O Ciro dá-me a impressão que faz um desesperado esforço, prá ele mesmo se convencer da capacidade de promover, como super-homem invencível, as mudanças de postura dos nossos "cândidos e mutáveis" parlamentares, tão havidos por se converterem a uma vida nova, sem pecados. E para tanto, torna conhecido um desejo que “seria uma tarefa gratificante, quebrar a hegemonia paulista do PSDB e sem derrotar ninguém, só articulando

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Wilson Senhorinho

18/03/2010 - 01h56

Confesso que sou um tanto assustado com o Ciro. Pela sua postura ou impostura de muita brabeza e destemor, me faz recordar de um alagoano, também bom de papo valente, caçador de marajás, pra no fim dar no que deu. O Collor. Se fechar os olhos e aguçar os ouvidos e pedir que outro leia (o timbre da voz é inconfundível) alguns pronunciamentos de alguns capítulos do "papo" do Cearense, é o mesmo som do mesmo martelo. Inteligente como ele só, não é nem a favor nem contra Lula, mas, muito pelo contrário

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    Athos

    19/03/2010 - 01h33

    perfeito

C. Paoliello

18/03/2010 - 00h49

Moro em MG e não acho que o Aécio está com essa bola toda aqui não.

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francisco.latorre

18/03/2010 - 00h45

Ciro: Eu, Aécio, Tasso, Geraldo Alckmin.

mais claro impossível.

e de resto… só o mesmo discurso raivoso. e hipócrita.

ciro é a direita em baixas teores.

mata do mesmo jeito.

direita enrustida.

a hipocrisia de ciro só não é pior que o cinismo de serra.

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mila

18/03/2010 - 00h33

Invejoso feminil é a tradução perfeita de FHC. Pensei que essa doença so afetasse o sexo feminino.

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Briguilino

17/03/2010 - 23h43

Como se trata de um espaço democrático aqui tem opiniões de todas as matizes. Isto não quer dizer que eu concorde com elas. No entanto no que diz respeito aos citados por você – Genoino e Dirceu -, saiba que concordo e muito com as opiniões deles.

Quanto a "folha corrida nada limpa num passado recente", é bom você prestar atenção que muitas das acusações contra eles não passa de luta política, para ser mais objetivo uma tentativa de golpe que não obteve sucesso por causa do apoio popular que Lula tem e apoio politico.

Lembra da frase: " Eu sei lutar no planalto e na planície", dita por Dirceu no dia da entrega do cargo a Dilma? Ali foi um recado claro que Lula e o PT não iam aceitar passivamente a tentativa de impeachement. E como a tucademopiganalha além de incompetente é covarde, eles vieram com a conversa de "sangrar o presidente", o resultado da eleição 2006 todos nós sabemos.

O texto acima é de uma postagem antiga do meu blog. Mas, cai como uma luva pra comentar a parte da entrevista sobre o impeachement de Lula.

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Fabio_Passos

17/03/2010 - 23h39

Ciro foi personagem fundamental e leal na defesa de Lula contra a tentativa de golpe em 2005/06.

Muito mais combativo e relevante que vários petistas graúdos.

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    Pedro Ayres

    18/03/2010 - 02h45

    O histórico político desse deputado e o seu jeitão de sempre ser o dono da verdade, detentor do saber e da clareza política necessários para todos os momentos, torna os seus depoimentos em algo bem parecido com as falas daqueles heróicos bufões de la Comedia Dell'Arte. Com mais um pouco e esse híbrido paulista/cearense diria que o Lula é um grande ingrato, pois, além de lhe dever o mandato e a continuidade de seu governo, cometeu a suprema heresia de não o escolher como sucessor. Ser amigo do Tasso, Eduardo Paes, Aécio Neves, não é recomendação política para ninguém. Todos com grande folha corrida neoliberal.

    Alex

    18/03/2010 - 15h16

    Pedro, como é que o Lula ficaria com o PT, se escolhesse o Ciro (PSB) para candidato a presidente?

    Fabio_Passos

    18/03/2010 - 23h32

    Sabe que eu também não acredito em santo? De qualquer forma identifico Ciro como um político contundente, sincero e muito bem preparado.

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