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Cartas de Minas
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Amilcar Brunazo: Nova evidência de que o Brasil está na contramão

30 de junho de 2012 às 11h20

por Amilcar Brunazo Filho

Confirmando a tendência mundial de evolução dos sistemas eleitorais para a 2ª geração de voto eletrônico com voto impresso, o governo da Irlanda acaba de sucatear por €$ 9,30 cada uma das 7.000 urnas eletrônicas compradas em 2002 por €$ 720,00 cada.

O motivo do sucateamento foi a falta de confiabilidade desses equipamentos porque  não produzem um via impressa do voto que pudesse ser conferida pelo eleitor e usada como via de auditoria do resultado (audit trail), conforme estudo de uma comissão independente (da autoridade eleitoral) montada pelo governo irlandês.

Aqui no Brasil, estudos independentes (SBC, COPPE-UFRJ, CMind, etc.) chegaram à mesma conclusão, mas nossa autoridade eleitoral, onipotente, ignora todos os estudos independentes e só considera aqueles feitos por técnicos escolhidos a dedo pela Secretaria de Informática do próprio TSE para produzirem relatórios repletos de falácias em sustentação das já superadas urnas DRE de 1ª geração (sem voto impresso e sem possibilidade de auditoria do resultado) que o TSE insiste em usar.

Como diz a mensagem  que recebi: “Mais uma evidência de que o Brasil está na contramão do mundo”.

Amilcar Brunazo Filho é engenheiro, especialista em segurança de dados e moderador do Fórum do Voto Eletrônico

Leia também:

Diego Aranha: Fragilidade de urna abre caminho para ‘voto de cabresto digital’

Amilcar Brunazo Filho: “Ridícula a tentativa do TSE de minimizar descoberta da UnB”

 

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Paulo S Magalhaes

31/12/2013 - 02h13

O fato é que seja qual for o meio de apuracao sempre vai haver uma forma de burlar, a questao é quanto tempo vai levar para descobrir. E esse tempo de descobrir é que é o fator mais importante.
Entao para isso é preciso mecanismos de certificacao e auditoria on line em tempo real, isso custa, mais o custo do fraude e maior.

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BOMBA 12/12/12 as 12h12min. FRAUDE NO RJ – URNA ELETRONICA !!! « Vítor Alberto Klein'$ Blog

15/12/2012 - 15h02

[…] do sistema eletrônico de votação e com a democracia no Brasil”, concluiu. (OM) Leia também: Amilcar Brunazo: Nova evidência de que o Brasil está na contramão Diego Aranha: Fragilidade de urna abre caminho para ‘voto de cabresto digital’ Até quando as […]

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Professor acompanhou relato de hacker: ‘Fraude plausível, muito séria’ « Viomundo – O que você não vê na mídia

13/12/2012 - 10h56

[…] Amilcar Brunazo: Nova evidência de que o Brasil está na contramão […]

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Emir Sader: Sob o poder de três ditaduras « Viomundo – O que você não vê na mídia

12/12/2012 - 11h57

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Voto eletrônico: Hacker de 19 anos revela no Rio como fraudou eleição « Viomundo – O que você não vê na mídia

11/12/2012 - 20h14

[…] Amilcar Brunazo: Nova evidência de que o Brasil está na contramão […]

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Paulo Tiagod de Faria

02/07/2012 - 08h57

Amilcar foi infeliz no comentário….

Enquanto o TSE proibe o uso dos celulares dentro da seção eleitoral (porque os traficantes obrigavam as pessoas a votarem a alguém a mando seu e tirar a foto comprovando o voto), agora poderemos entregar o comprovante aos traficantes ou para a “retirada do saco de cimento na loja”. Ótima ideia!!!

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    Miguel Matos

    03/07/2012 - 17h53

    O eleitor NÃO leva o voto impresso para casa. Fica depositado em uma urna física. Procura te informar melhor antes de escrever bobagem.

    Paulo Tiago de Faria

    05/08/2012 - 14h15

    Me desculpe pelo comentário ignorante. Comentei o texto com base apenas no texto. Realmente fui imparcial ao condenar Amilcar, pois não me aprofundei no assunto antes de lançar mão de minha opinião, não consultei outras fontes fidedigna. Porém, não achei que fosse necessário um aprofundamento maior para que eu fizesse o comentário, pois o texto tratando de “comprovante para o eleitor” sugere a minha interpretação, qual seja ‘o eleitor obtem o comprovante para si’. Se o texto fosse nivelado um pouco mais para baixo no que tange os conhecimentos técnicos destas urnas, eu não faria este comentário.

    Por conseguinte, corrigo meu comentário.

    Amilcar NÃO foi infez no comentário…

Edson

02/07/2012 - 00h19

Na real mesmo, já fui fiscal de urna em duas eleições seguidas, e todas sessões ao qual eu participei tinha fiscais de todos partidos, sendo que todos são reunidos e a impressão da urna é feita com todos juntos e reunidos, conferindo o que foi impresso antes de ir, número de votantes, pessoas impedidas de votar e etc. Não vejo nenhum mau em nossas urnas e nosso sistema de apuração, é amplo e democrático sim, muito complicado de fraudar. Qualquer desconfiança e erro, existe a justiça eleitoral de plantão que é prontamente atendida. O restante da conversa é palhaçada e mexer que ta dando certo.

Responder

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 10h26

    Edson, como eleitor você nunca pode conferir se o voto que você digitou foi gravado corretamente para o seu candidato e como fiscal você nunca pode conferir se a soma dos votos impressa no final do dia é de fato a soma dos votos vistos pelos eleitores na tela.
    Só para seu conhecimento, o eleitor argentino, por exemplo, pode conferir o conteúdo do registro digital do seu voto antes de sair do local de votação e o fiscal argentino pode assistir a soma dos registros digitais do voto conferido pelo eleitor.
    Enfim, seja como eleitor ou como fiscal, a autoridade eleitoral o trata como se fosse de 2ª categoria, não permitindo que você não confira absolutamente nada.

spim

01/07/2012 - 23h14

meus botões me dizem que houve fraude para evitar o segundo turno entre alckmin e mercadante

Responder

José X.

01/07/2012 - 21h12

Não adianta nada o esperneio do Amílcar Brunazo contra o “Brasil”. O problema não é o “Brasil” (todos nós), é o poder judiciário arcaico, podre, medieval, que existe aqui. Como admitir que um ministro da Suprema Corte aja como um destrambelhado ensandecido como agiu recentemente o Gilmar Dantas ? Como admitir que um ministro do STJ queira libertar o Cachoeira, comprovadamente de uma quadrilha que tinha em suas mãos governadores, senadores e a “grande imprensa” ? Enquanto não houver uma reforma profunda no judiciário brasileiro esse caso da urna vai ser só mais um a ficar na conta de débito do poder judiciário contra o povo brasileiro.

PS. Apesar dos problemas com o sistema de votação eletrônico brasileiro ainda assim eu o prefiro ao sistema tradicional de votação em papel, de longe muito mais vulnerável a fraudes.

Responder

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 10h19

    Pois, Jose X, eu já prefiro um sistema de voto eletrônico de 2ª ou de 3ª geração, cuja registro e apuração do voto possa ser conferido, do que essas nossas urnas eletrônicas de 1ª geração que não permitem ao eleitor conferir para quem foi gravado e apurado o seu voto.
    Aliás, no resto do mundo civilizado urnas de 1ª geração estão sendo abandonadas e até proibidas.
    Só os mansos eleitores brasileiros não se incomodam em votar às cegas.

Willian

01/07/2012 - 19h30

Em todas esta eleições com urnas eletronicas, quantos indícios de fraude há?

Responder

    RicardãoCarioca

    02/07/2012 - 08h51

    Sou da área de informática e te garanto que não há sistema informatizado à prova de fraudes, em um ciclo totalmente digital.

    O único sistema 100% seguro que vi na informática até hoje, tinha um componente mecânico: o disquete de 3 1/2”. Alguém aí se lembra dele?

    Ele tinha uma travinha que, se fechada, permitia gravacões em sua mídia; quando aberta, era IMPOSSÍVEL de se gravar no disquete. Poderíamos reunir a nata da informática mundial, na quantidade que quiséssemos e mesmo assim não conseguiriam.

    Por isso, sou a favor de complementos não digitais, como o papel impresso, como forma de auditoria porque, afinal, podemos facilmente trocar ‘uns’ e ‘zeros’ gravados em memórias, mas não podemos rasurar votos impressos sem deixar rastros, como no primeiro caso.

    Mário Gomes

    02/07/2012 - 18h04

    RicardãoCarioca:

    Concordo que a urna não é 100% segura, como nenhum sistema o é.

    Mas por acaso acoplar uma impressora vai tornar a urna 100% segura? Claro que não.

    Sem analisar os riscos envolvidos, este argumento de que só voto impresso pode dar segurança é bastante frágil.

Willian

01/07/2012 - 19h28

O Brasil não está na contramão, seus deslumbrados com os istranjeros. Não estamos anos a frente em matéria de eleições.

Responder

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 10h42

    Willian, você está bastante desinformado sobre o que ocorre mundo afora na questão do voto eletrônico. Mais de 60 países vieram ao Brasil conhecer nosso sistema de voto eletrônico, alguns até receberam urnas de graça para testar, e nenhum, vou repetir NENHUM, adotou o modelo das urnas brasileiras porque ele é totalmente inseguro principalmente contra fraudes internas (dos programadores do TSE).

Ferreira

01/07/2012 - 12h31

Tinha que ter auditoria nas urnas aqui em sumpa, tem algo estranho aqui em SP, os Demotucanos estão fazendo um estrago enorme na cidade e no Estado, porém sempre ganham as eleições.
Das duas, uma ! Ou os paulistas são burros e mazoquistas, ou o resultado das urnas é manipulado a favor dos Demotucanos. Pensando bem acho que são as duas coisas.rsrs

Responder

Luiz Clete

01/07/2012 - 12h26

Querendo informações para entender: se for inserido um script malicioso no sistema, até a impressão do voto poderá ser alterada, ou há outra forma de manipulação nas urnas eletronicas que não seja por meio alteração do sistema?

Responder

    José

    02/07/2012 - 12h32

    Comprovou-se possibilidade de manipulação de eleições pela capacidade de conhecer a ordem dos votos, bastando então haver registro da ordem dos votantes para se conhecer quem votou em quem e daí haver toda forma de pressão, como se o voto não fosse sigiloso. Mas pra isso precisa alguém em cada zona eleiral anotando o nome completo de cada eleitor em cada urna, coisa meio difícil de passar desapercebida pelos vários fiscais! talvez em cidades pequenas com um mesário de excelente memória ou anotando discretamente, mas acho improvável em grandes centros.

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 10h51

    José, a técnica de ataque demostrada pela equipe da UnB, reordena a sequência dos votos (do arquivo público RDV) e associando à hora do voto (do arquivo público LOG) permite saber a que horas foi dado cada voto.
    Assim, bastaria ao coator anotar a hora de voto dos eleitores coagidos, o que pode ser feito com muita discrição.
    Lembro, no entanto, que o TSE, devidamente alertado pela equipe da UnB, fez alterações no software para dificultar eese ataque em 2012.
    Resta saber se ainda não persistem falhas que permitam que eles próprios (programadores do TSE) “reordenem” os votos… porque somos nós, eleitores, que temos que ter segurança contra eles (programadores) e não o contrário.

José Medeiros

01/07/2012 - 11h31

Duvido e muito que o José Serra, um político de propostas vazias e que é preenhe, tão somente, de marketing e apoio da mídia golpista, tenha obtido 40 milhões de votos como ele apregoa. Basta ver o que as pesquisas, ainda que os seus principais institutos torçam a favor e se aliem à camarilha de políticos conservadores e serviçais do titio Sam, têm demonstrado, logo em seguida às eleições. É de causar espécie e de se perguntar como poderia o Aloisio se eleger, um político poltrão, sem carisma e sem ligação com o povo, e Serra ter recuado ao seu patamar cativo de 30% assim, de repente? Estas urnas sem o papelzinho são um embuste descomunal. Fala-se, fala-se e muito e eles continuam a mantê-las, nem dão bola, boa parte do judiciário está de braços dados com esta turma entreguista, neo-liberal e conservadora-escravista. Observe-se que a reclamação jamais partiu ou foi amparada na atual oposição ao governo federal, o falido DEM, o tucanato e seus aliados. Enquanto uma multidão não protestar sobre este engodo eles não se moverão. A força de um povo está na voz das multidões unidas. Fora disto é pedir para ser lesado, manipulado e subjugado. Se você faz uma compra eletrõnicamente, tipo cartão de crédito ou de débito, é um direito seu ter o papelzinho como comprovante. Por que? É de amplo domínio público que uma equipe de hackers, experimentamente,violou este tipo de urna eletrônica. O judiciário, dividido ou majoritariamente ligado aos conservadores-espoliadores e entreguistas, está, sabe-se lá, propositalmente cego à esta verdade e insiste na urna vulnerável, talvez para manter no poder, ainda que em SP e outros estados do sudeste e centro, a corriola dos Perillos e acumpliciados com as águas sujas das cachoeiras da contravenção e dos golpes.

Responder

Fernando

01/07/2012 - 11h09

Esses golpistas não conseguem aceitar as eleições do Lula e da Dilma,que absurdo depois de tantos anos ainda quererem dizer que houve fraude.

Responder

Marcelo de Matos

01/07/2012 - 10h56

Algum tempo atrás PHA mantinha um aviso em seu blog: “Não coma gato por lebre”, cujo objetivo, segundo ele, era deixar claro para o leitor as preferências e gostos do jornalista, de modo a não passar aos usuários uma falsa imagem de imparcialidade. Ali enumerava coisas que não gostava: Martini seco com uma gotinha de Martini doce; urna eletrônica… Não é de bom tom contrariar as preferências de qualquer blogueiro, embora eu tenha defendido a urna eletrônica em seu blog e até hoje não sei onde foi parar o comentário. Os blogueiros podem ter preferências expressas e implícitas, e devemos estar atentos a elas.

Responder

    Jaime

    01/07/2012 - 13h48

    Caro Marcelo, você não foi o único a ter seus comentários “esquecidos” no blog do PHA. Concordo que os blogueiros tenham suas preferências, mas uma vez aberto o espaço para comentários, deveria haver imparcialidade. Tem muito disso, defender a democracia, criticar o PIG e praticar exatamente aquilo que se combate. Muito desestimulante. Tenho vários amigos que deixaram de participar por terem sido barrados por opiniões divergentes do site onde postavam.

Jose Mario HRP

01/07/2012 - 05h01

Se as urnas brasileiras tivessem algum defeito o Lula jamais seria eleito!

Responder

angelo

01/07/2012 - 01h30

Por quê não dá pra auditar sem papel?

Responder

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 11h00

    Angelo, existem diferenças insolúveis entre o mundo virtual e o mundo real. O voto virtual (registro digital do voto que é gravado pela urnas e depois contado no final do dia) é passível de ser modificado sem se deixar rastros. Já um registro físico, se adulterado deixa pistas que podem ser descobertas em perícias bem feitas.

angelo

01/07/2012 - 01h02

A princípio concordo com Elias. Não entendo por que auditoria não pode ser feita sem o voto impresso. Acho, apenas acho, sem certeza, que inclusive a impressão abre mais uma via para quebra do sigilo. Já vi Luiz Eduardo Soares dizer que milicianos no RJ pressionam, ameaçam, princpalmente moradores de comunidades carentes, a votarem em determinado candidato, ameaçando, afirmando-lhes falsamente (ou não) que eles, os milicianos, tem acesso ao voto. Com o voto impresso, possibilitaria que essa pressão ficasse ainda mais contundente, pois dessa forma deixa de existir o ‘falsamente’ e passa a haver o ‘ou não’. Exemplo: -Vc votou no Pedro Alvares? – Sim – Então mostra o papel.

Mas se for imprimir, tem que usar cânhamo, pois somos 130 milhões de eleitores e haja árvore. E tinta custa mais caro que ouro. E acredito que tendência seja votarmos em casa, pela internet, com senha e, cada qual, podendo visualizar seu histórico. Mas aí, entra a problemática hacker, ou melhor, cracker, ou melhor, enfim, não sei.

Voto tem que ser facultativo.

STF, descriminaliza a maconha, obrigado.

Responder

    Antônio Carlos

    01/07/2012 - 09h45

    O voto impresso não quer dizer que a pessoa irá levar o voto para casa e que ele identificará quem votou. O voto será impresso e visto pleo eleitor depois de confirmado o voto e ficará depositado em uma urna que possibilitará a recontagem dos votos. Esse papel impresso, acredito, não poderá ter a identifica~~]ao do eleitor pleo motivo já colocados por você !!!!

Jaime

30/06/2012 - 23h26

´magina! Um país tão sério como o nosso, onde já se viu? Pra quê conferir voto eletrônico? Pô! Desconfiar do Judiciário! Gilmar Mendes, Toffoli, que agora mesmo liberou as contas sujas, Tourinho Neto, Bisneto, Filho, Pai, Mãe, tudo gente boa, cara!

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Xpto09

30/06/2012 - 22h58

O programa que contabiliza o voto eletronicamente é o mesmo que imprimiria os votos.
Então, onde está a garantia de que o voto não sofreu interferência?
Ou seja, voto em fulano, o “programa” altera para sicrano e imprimi “sicrano”.
A segurança está na liberação do código-fonte do programa de votação.

Responder

    Antônio Carlos

    01/07/2012 - 09h43

    Parece que você não entendeu, se houver alguma suspeita de fraude na eleição é só contar os votos impressos e do jeito que está não tem como recontar os votos!!!! Sem falar que o voto impresso, ale´m de possibilitar a recontagem dos votos ele pode ser visto pleo eleitor na hora da votação em quem ele relamente votou. Isso não quer dizer 100% de segurança, mas já é uma melhira nas possibilidades de se conter fraudes!!

Elias

30/06/2012 - 20h35

A Irlanda, com todo respeito, é um microcosmo diante do Brasil, tem pouco mais que a população da zona leste de São Paulo (4 milhões de habitantes), não me parece uma referência, um modelo a seguir. Eleições com urnas eletrônicas no Brasil estão perto da maioridade (16 anos), sem “via impressa de voto”. FHC, no 2º mandato, elegeu-se através de urna eletrônica, Lula nos dois mandatos e Dilma também foram eleitos do mesmo modo, nunca houve suspeita alguma. Se a Irlanda sucateou suas urnas por €$ 9,30 cada e foram compradas por €$ 720,00 cada, sinto pena de seus contribuintes, e o tal papelzinho não me convence que trará mais confiabilidade. Espero que o Brasil não siga tal exemplo.

Responder

    lulipe

    01/07/2012 - 01h54

    Aqui, caro Elias, existe os teóricos da conspiração, tudo dá margem para delírios, CIA, Mossad, KGB, ET de varginha etc…Só no Brasil que os “conspiradores” permitiriam que o PT ganhasse três eleiçoes seguidas…A neurose desse pessoal é ilimitada e cômica….

    JERRY WENDEL

    01/07/2012 - 10h37

    para os defensores de bandidos e idotas nos EUA,Japao e outros paises serios a urna e de 3 geracao.

    Agora tem esses defensores de assassinos que defendem idiotices.

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 11h09

    Elias, como diz a notícia, a Irlanda é só mais um exemplo de país que abandona sistemas de voto eletrônico de 1ª geração (sem voto impresso e sem possibilidade de auditoria do resultado).
    Desde 2004, TODOS os países que adotaram total ou parcialmente o voto eletrônico, optaram por sistemas de 2ª e de 3ª geração (com voto materializado conferível pelo eleitor).
    Exemplos (em ordem cronológica): Venezuela, EUA (39 Estados), Canadá, Rússia, Holanda, Alemanha, Argentina e Bélgica.
    Ao lado do Brasil, apenas a Índia insiste em urnas de modelo já superado.

Gersier

30/06/2012 - 19h24

“Quero informar aos senhores que o candidato josé serra já não tem possibilidade de alcançar seu adversário.”
Celso de Mello anunciando o resultado das eleições presidenciais de 2002.
Fosse o Presidente Lula o derrotado será que ele pronunciaria essa frase?

Responder

joão33

30/06/2012 - 18h25

precisa ser muito ingênuo para confiar em urna sem papelzinho , principalmente com a atuação notória de pessoas como o nelson jobin , a madame cureal , entre outr , os atrapalhando a implementação da urna com papelzinho , e a falta de transparência e de discussão séria do t.s.e com argumentos risiveis , quanto nem resposta dão , aumentando ainda mais as suspeitas , inclisive com histórias muitos estranhas em resultados eleitorais , provavelmente existe manipulação de votos , e com método bem simples , que talvez nem envolva uso de tecnologias sofisticadas .

Responder

    Apavorado por Vírus e Bactérias

    30/06/2012 - 18h35

    Isso sem falar no Pai Padim Irimão do Santo Aborto no Chile e o Gilmar. Essa dupla é da pesadíssima.

carlos quintela

30/06/2012 - 18h14

O voto impresso poderia representar um sério risco de controle do “coronelato” aos votos dos menos favorecidos. Seria arriscado o indivíduo ter uma cópia de seus votos e ver sua intimidade eleitoral correndo o risco de “conferências” indevidas. Gostaria de ouvir um contraponto sobre esta demanda para a impressão do voto. Acho mesmo que as poucas denúncias de irregularidades com as urnas eletrônicas, nos moldes atuais, esvaziam as suspeitas até agora levantadas.

Responder

    Apavorado por Vírus e Bactérias

    30/06/2012 - 18h33

    Ninguém fica com voto impresso na mão. Ele vai para a urna. Essa urna que existe hoje não oferece oportunidade de auditagem de votos. Quer mais?

    Mário Gomes

    30/06/2012 - 20h55

    A urna usada na Argentina entrega a cédula para o eleitor, é um caminho para o voto de cabresto.

    Amilcar Brunazo Filho

    04/07/2012 - 11h17

    Mario, a máquina de votar argentina entrega a cédula ELETRÔNICA para o eleitor, onde o voto será gravado (em chip embutido) e também será impresso para conferência do eleitor (no momento da votação) e do fiscal (no momento da apuração).
    Se o eleitor levar essa Boleta De Voto Eletrónico para fora da seção eleitoral, em vez de depositá-na na urna de papelão, seu voto simplesmente não será apurado!!!!
    Ele só vai conseguir provar, lá fora, que não votou em ninguém!

    Luiz

    30/06/2012 - 21h09

    E por esses motivos o voto não deve ser obrigatório, que democracia é essa que eu sou obrigado a votar mesmo sem acompanhar tanto politica e os candidatos?

    angelo

    01/07/2012 - 01h36

    Óbvio que deve ser facultativo o voto. Mas os políticos, em sua maioria eleitos com bonés, dentaduras, camisetas e ameaças, tem paúra ao óbvio. Quando raramente fingem que vão discutir reforma política, são extremamente ‘democráticos’ em adiantar logo que a discussão parte com voto obrigatório como ponto pacífico. E torcem pra um novo escândalo e cpizza pra justificarem a inércia.

Apavorado por Vírus e Bactérias

30/06/2012 - 18h08

È mais do que obvio que o TSE está com o Golpe. Se não fosse já teria trocado as urnas. Nós do povo não temos como forçar os sujeitos a fazerem isso?

Como eles explicam continuar com essas urnas sacanas?

Responder

Tomudjin

30/06/2012 - 14h34

Depois do episódio do “neogolpismo” ocorrido no Paraguai, acredito que nem mesmo o voto impresso intimidaria os atos precipitados de uma Direita encurralada pelos seus próprios desmandos.

Responder

Lucas Gordon

30/06/2012 - 12h24

mais uma mostra da podridão do jucidiário brasileiro, o que restou da aristocracia no país.

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