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A saúde no Brasil e o SUS no novo governo

publicado em 23 de dezembro de 2010 às 18:30

do Blog do Cebes

No momento em que se forma a equipe do novo governo, manifestamos nossa preocupação com os destinos da saúde no Brasil. Nesses mais de 20 anos da Constituição de 1988 e do SUS, o direito à saúde tem sido violado, postergado e utilizado como artifício para favorecer interesses particulares, sejam eles político-partidários, do mercado, ou mesmo de gestores públicos.

Em reunião noticiada na mídia, 25 médicos “aproveitaram” a ida da presidente a sua consulta regular para falar dos problemas da saúde. Foi uma atitude no mínimo antiética, porque a posição médica foi usada para apresentar opiniões e propostas em um momento de fragilidade de qualquer indivíduo, quando ele é um paciente. Essa é uma entre as várias conexões que temos presenciado na formação do novo governo. Contudo, é preciso que as autoridades eleitas ultrapassem os limites dos inúmeros interesses e negociações ao seu redor e ouçam os anseios e o sofrimento da maioria dos cidadãos brasileiros, relembrando a posição da Sociedade, marcada na Constituição Cidadã de 1988.

A situação da saúde no Brasil é gravíssima. A saúde é ineficaz, de baixa qualidade e penaliza diariamente a população. Os sucessivos governos a defendem, mas a tratam como despesa e como problema. O novo governo tem defendido que quer crescimento econômico associado ao desenvolvimento social. Entretanto, desenvolvimento social não se resume a renda e consumo. Como usufruir dos benefícios do crescimento sem saúde?

As propostas apresentadas durante a campanha da presidente eleita, como a expansão da rede através das Upas, estão longe de resolver o problema. O que o governo vai fazer para resolver as filas, a precária infraestrutura da rede pública, o mau atendimento, a falta de acesso a medicamentos, a falta de atenção básica, a falta de profissionais habilitados, a precarização do trabalho? Esses não são problemas localizados e não podem ser resolvidos de forma isolada. É preciso uma estratégia nacional, organizada e integrada entre os níveis de governo.

O principal problema, já reconhecido pela presidente, é a falta de recursos. O gasto público em saúde é muito baixo (menos de US$ 350 per capita – inferior a Argentina, Uruguai, Chile, Costa Rica e Panamá). Do total de gastos em saúde, menos de 50% são públicos. São números muito abaixo daqueles dos países que tem sistemas similares ao SUS, inclusive na América Latina. Se o governo, em tempos de ampliação do papel do Estado, não aumentou os recursos para a saúde, é preocupante como ficaremos agora, quando os ortodoxos falam em corte de gastos e ajuste fiscal.

Saúde não é gasto, é investimento. O governo federal vem reduzindo sua participação nos gastos em saúde, comprometendo o financiamento do SUS. É preciso aprovar a regulamentação da PEC 29 e garantir recursos mínimos e regulares para a saúde, principalmente do nível federal e dos estados. É preciso acabar com a DRU (Desvinculação dos recursos da União) para a saúde, assim como já se decidiu fazer com a educação, permitindo o aumento de recursos. É preciso fazer valer a cobrança do ressarcimento ao SUS pelos planos de saúde, que se arrasta há anos. É preciso rever os subsídios ao pagamento de planos privados. Porque o Estado pode subsidiar o pagamento de planos de saúde da classe média e alta permitindo o desconto no Imposto de Renda e não pode aumentar os recursos para a saúde? Não será mais racional e eficiente investir na saúde de todos do que nos planos privados de 20% da população?

A experiência internacional demonstra que os melhores indicadores de saúde estão nos países onde foram construídos sistemas universais, públicos e com recursos fiscais. Esses sistemas oferecem mais saúde por menos dinheiro, porque se baseiam em objetivos estritamente coletivos, e não são capturados pelos interesses de mercado. Por outro lado, onde prevalecem os interesses de mercado, a saúde é pobre, mesmo que os gastos sejam vultosos. Vale o caso exemplar dos Estados Unidos. A presença forte do Estado não significa eliminar ou subjugar o mercado, mas sim separá-los de fato. Recursos públicos devem ser usados somente, e tão somente, para objetivos públicos.

A saúde no Brasil está profunda e perigosamente privatizada, e esse é um dos motivos pelos quais ela não avança. E o mais dramático é que sua privatização tem sido feita a expensas da defesa de seu funcionamento. Isso precisa mudar com urgência. Instalou-se no Brasil um discurso catastrófico de que o SUS é inviável como previsto e, “como todos nós defendemos o SUS”, a forma de garanti-lo é repassar serviços integrais ao setor privado, sob a alegação de que contratos estão sendo firmados e fiscalizados. Esse discurso e sua prática encobrem uma rede complexa de interesses de empresas, fornecedores e profissionais, do setor público, filantrópico e privado, intermediados por negociações de toda ordem, que tiram dos gestores públicos qualquer controle sobre a atenção à saúde dos cidadãos. O governo precisa auscultar a sociedade, as centenas de movimentos sociais em saúde do país, que vêm denunciando a falsidade desses serviços. São ineficazes, discriminam os pobres, usam os recursos do SUS para, dentro dos serviços, atender pacientes de planos de saúde, pagam mal e submetem profissionais a condições precárias de trabalho, prejudicando o atendimento. O governo precisa realizar uma avaliação criteriosa das iniciativas de repasse ao setor privado, como OSSs, OSCIPS, cooperativas, etc, e verá que elas não estão garantindo mais saúde à população. O aumento da cobertura é apenas um indicador de melhoria dos serviços, mas de nada vale se o serviço é uma porta a mais, sem resolutividade. Minam-se os recursos públicos, sem garantir mais saúde.

A saúde no Brasil não precisa de mais privado, e sim de mais Estado. Assim como o Estado assume o papel de garantir o interesse público no pré-sal, deveria fazer o mesmo no caso da saúde. Um Estado que recupere o lugar da saúde no desenvolvimento nacional, articulando-a com as políticas de Seguridade Social e com outras políticas afins, como a de meio ambiente. Um Estado que fortaleça a cidadania e que seja capaz de chegar com eficiência e qualidade a todos os cidadãos.

A saúde universal e pública não é um mero discurso, nem uma fantasia ideológica. É uma das experiências mais concretas e bem-sucedidas que a sociedade contemporânea construiu. O Brasil trilhou esse caminho, falta agora acertar o passo, aprofundando e ampliando esse caminho para todo o Brasil e todos os brasileiros. Governo e sociedade precisam levar a sério um debate urgente sobre a saúde que queremos.

Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes)

 

31 Comentários para “A saúde no Brasil e o SUS no novo governo”

  1. sáb, 29/01/2011 - 22:07
    horiosvaldo da silva

    meia dúzia lucram trilionariamente nas custas das misérias de MILHJÕES de clientes e como das misérias daqueles que trabalham na saúde…só meia dúzia se dão bem…só…

  2. dom, 16/01/2011 - 13:07
    m.fóerbah

    Supremacia do mercado = Neoliberalismo
    Avanço das Forças Progressistas = Cumulativo Civilizacional
    2003-2011= 9º Ano Civilizacional= Significativo recuo da Barbárie
    SUS : O melhor plano de saúde que existe em construção

  3. [...] é uma porta a mais, sem resolutividade. Minam-se os recursos públicos, sem garantir mais saúde. (…)Sejamos responsáveis e não sejamos desonestos. Abramos os olhos de ver. A História "do povo [...]

  4. sáb, 25/12/2010 - 23:11
    Renato

    Prefiro gastar uma parte do meu rico rdinheirinho(os socialistas querem tira-lo) pagando um bom plano de saúde, do que esperar morrer nas filas dos hospitaism pois não tem vaga no sus. Socialistas, vivam em Cuba. Cuidado, quando sentirem dor no peito, partam para o outro lado do golfo do méxico, na península da Flórida. Pois lá você será salvo do enfarte. Se Resolverem ficar na ilha, será tratado como gastrite.

    Citem um país sério (Europa, Japão ou Coreia do Sul, Austrália, EUA e Canadá) que a sáude é pública. O médico e o enfermeiro são funcionários públicos.

    • dom, 26/12/2010 - 15:18
      Valter da Silva

      Cara como és "culto"; com a certeza que tens que a o socorro ou o seguro de tua saúde esta na iniciativa privada creio que deverias assinar uma declaração determinando que nunca , mas nunca mesmo atendam ou seja atendido em um Orgão pu unidade de saúde publica em hipotese nenhuma…

    • Caro Renato, sejamos responsáveis e não sejamos desonestos. Abramos os olhos de ver. Lamento ter que desaponta-lo, mas seu plano de saúde só lhe garante a "hotelaria", a medicina e os médicos são exatamente os MESMOS MÉDICOS QUE ATENDEM NO PARTICULAR E NO SUS, OS MESMOS dos remédios dos remédios dos remédios, doutrinados desde as MESMAS faculdades pela MESMA FARMÁFIA, que visa apenas o lucro com seu dinheiro que é o MESMO dos demais senzalados que eventualmente não o têm porque também não têm para comprar uma comida que não lhes adoeça tanto.
      Quanto ao SUS, com toda a dificuldade sempre criada e mantida pelos que se beneficiam com a exploração da ignorância e miséria do povo, presta um bom serviço aos que a ele recorrem na hora do desespero. Seus primeiros socorros serão pelo SUS, e espero que você não precise de nenhum, nem do particular. Todos estão atados aos "MESMOS OBRIGATÓRIOS PROCEDIMENTOS". A FARMÁFIA É A MESMA, e saiba que Você só é muito importante para ela porque ela sabe que cedo ou tarde, com os hábitos alimentares propagandeados pela MIDIOCRACIA QUE LHES PERTENCE, você vai ficar doente. Seu plano de saúde é o resultado do TERROR imposto pela ESCRAVISTA FARMÁFIA e que O ATERRORIZA DOLOSAMENTE aos desavisados e ignorantes das verdadeiras razões do adoecimento e o que é a verdadeira saúde e a verdadeira medicina.
      Cuide melhor de você e de seus familiares, leia meu comentário lá embaixo e veja os links que sugeri…
      Sinto muito, sou grato. FELIZ ANO NOVO!

    • Caro Renato, como você está desinformado, mais uma vez e sempre, sejamos responsáveis e não sejamos desonestos.
      Esqueci de citar, como você pediu, CUBA, o ÚNICO PAÍS onde o sistema de saúde atende a todos os cidadãos com uma MEDICINA de altíssimo nível, gratuita e igualmente sem distinções, inclusive voluntariamente prestando serviços como ao HAITÍ ABANDONADO À PRÓPRIA DESGRAÇA, E aos seus detratores quando à CUBA recorrem.
      Sinto muito, sou grato.

  5. Em 2011, está previsto cerca de 71 bilhões para a Saúde ( cerca de 3,5% do orçamento), o que dá em torno de 370 por ano por habitante (cálculo grosseiro), com toda essa pressão dos bancos ( ensaiados ) pelo aumento da taxa de juros, teremos uns 37% do orçamento gastos só na dívida pública. Ou seja, gastaremos com o " bolsa rentista", 10 vezes o orçamento da saúde. Que tal começar atacando esse cassino financeiro, com auditoria da dívida e redução drástica da taxa de juros? E não me venham dizer que essa alta na taxa de juros é pra conter a inflação, por que há outros mecanismos, mas aí vai mexer no lucro do mercado financeiro, e nós sabemos: político é ingrato com a população, jamais com seus patrocinadores!s

  6. sáb, 25/12/2010 - 13:09
    paulo gimenes

    Temos que repensar a dita participação social. Isto embora seja até democratico , no País ainda por razões do pouco execício da democrácia não tem funcionado. . Tem que ter administração que cobre resultados, o que já tira os médicos de serem administradores em qualquer fase. São coorporativistas e se acham Deuses. Tem que enterrar de vez estas arapucas como OS, FUNDAÇÕES, CONSÓCIOS . Saúde é pública e quem executa é o Estado. Quanto a recursos sabemos que o Fim da CPMF foi protaginizada por um babdo de senadores, que na maioria perdeu as eleições , só para tirar proveito do caos..
    Fora isso é ir aprimorando o sistema e esperar que o Padilha consiga romper certas barreiras.

  7. Devemos retomar a concepção de serviço público criada pelo antigo DASP (Departamento de Administração do Serviço Público), que fazia do servidor um agente orgulhoso do seu papel na sociedade. A demoliçaõ do Estado Providência conduzida pelos neoliberais, em seu afã de torná-lo Estado Máximo para as empresas destruiu a ideia de cidadania, fazendo do Estado um mero auxiliar dos empresários na prestação de serviços públicos, como saúde, educação, transporte, etc. Os serviços públicos passaram de direitos inalienáveis do cidadão a mercadorias. Saúde, educação, enfim, tudo aquilo a que antes o cidadão tinha direito de receber do Estado, da melhor forma possível, ficou vinculado a lei da oferta e da procura, obrigando, aí sim, aos clientes, usuários a pagar por isso. O Estado então como agência complementar deixou de destinar os recursos necessários para bem executar suas obrigações, pois os mesmos passaram a fazer parte dos lucros das empresas e dos rentistas.

    Devemos também lembrar que serviços públicos são caros. Não há como se ter educação, saúde de qualidade sem gastar muito, muito, muito dinheiro. A impossibilidade do Estado de bem realizar sua tarefa vem daí. Como fazê-lo se a maior parte dos recursos públicos está comprometida com a dívida pública interna, turbinada pelos juros estratosféricos que beneficiam os rentistas em geral? Este é nosso grande desafio enquanto nação, convencer ou desqualificar aqueles que vêem neste paradigma de economia o único póssível. Sem isso pouco nos resta, pois continuaremos dependentes dos serviços públicos privados, já que o Estado continuará sendo coadjuvante deste processo.

  8. Sejamos responsáveis e não sejamos desonestos. Abramos os olhos de ver. A História "do povo brasileiro", sempre escrita pela elite escravista, está resumida numa BOLINHA DE PAPEL. Conspiram como respiram. A saúde no contemporâneo Brasil escravagista quando ainda, 3 entre cada 5 brasileiros não têm o que comer todos os dias, quem está preocupado com saúde de quem?
    Devia chamar-se Sistema único de senzalados. Doentes adoecidos pelo descaso da CASA GRANDE COM SEUS SENZALADOS EXCEDENTES…
    O SUS e entidades privadas são REFÉNS DA globalizada FARMÁFIA e seus patrões que emanam ordens através da ditatorial e terrorista OMS, OMC, e outras máfias dita "mundiais" com suas pandemias de laboratório que NÃO QUEREM NEM PODEM CURAR NINGUÉM sob pena de falirem. Um povo saudável não dá lucro a estes GANGSTERS que exploram os governos e os povos mantidos na ignorância E ESCRAVIDÃO.
    Hábitos ALIMENTARES ERRADOS PROPOSITALMENTE difundidos pela MIDIOCRACIA vigente, e outras barbaridades nunca divulgadas, propiciam as doenças e mortes lentas para o indecoroso
    lucrativo FANTÁSTICO mercado FARMAFIOSO.
    Médicos FORAM TRANSFORMADOS em garotos propaganda, reféns da FARMÁFIA. São doutrinados desde as faculdades para seguirem os manuais e paradigmas em forma de eufemísticos "OBRIGATÓRIOS PROCEDIMENTOS". Saiu dos primeiros socorros, não enxergam um palmo, quando enxergam, de clínica e muito menos sem "máquinas" milionárias que os maniatam. O objetivo é o lucro, lucro, lucro, lucro durante a invisível EUGÊNICA DEPOPULAÇÃO ORDENADA PELA (VELHA ESCRAVISTA) NOVA ORDEM MUNDIAL E SEUS INTOCÁVEIS BANQUEIROS. Investem "BILHÕES" EM desinformação e imposição dos remédios dos remédios dos remédios. Médicos não sabem que também são escravos do sistema, ou fingem não saber. Poucos são os médicos que ainda sobrevivem ao ataque mortal dos ditatoriais laboratórios.

    Assistam isto http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/09/dr-j

    SÓ PARA NÃO ESQUECER DE LEMBRAR:

    POLÍTICOS ESTÃO AÍ PARA NOS DAR A ILUSÃO QUE TEMOS ESCOLHAS neste escravismo travestido.

    Todo este debate só é possível graças a esta Bendita Internet. Temos que retirar urgentes lições de nossos acertos e erros, seguir separando o joio do trigo e compartilhando os resultados. O tempo urge. Os sapos venenosos serão cada vez maiores e em maior número até que retirarão a Internet da tomada de todos os "terroristas" que não apóiam a VELHÍSSIMA ESCRAVISTA NEW WORLD ORDER e ainda acusarão os mesmos "TERRORISTAS" por este feito. Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. A verdadeira revolução é intrapessoal e intransferível.

    Conheçam a medicina integral e muitas outras que nos libertam desta corja e que são perseguidas pelo "sistema" por não darem lucro a FARMÁFIA. http://www.infinitoemexpansao.com/medicina-integr
    Sinto muito, sou grato.

  9. sex, 24/12/2010 - 15:17
    Valter da Silva

    Olhem, os comentarios postados estão de maneira geral refletindo a realidade que a sociedade capitalista e os interesses "ellitistas" tentam e em alguns Municipios e Estados impingem ao SUS. Ha casos preocupantes que inclusive necessita de urgente intervençõa do Governo Federal, do Ministerio Publico e do Judiciario, ocorre que muitas dos Servidores Publicos (pois ganham dibheiro Publico e setão para serviri o POVO) que nos cargos estão são aliciados ou acreditam pertencer a uma "casta" de "privilegiados" que porttanto devem "obrigação" ao "patrões" e obrigatoriamente devem delapidar ou seja destruir o serviço publico tornando-os inoperantes possibilitando a entrada da "iniciativa privada" (que é tão competemte, que na maioria das vezes, são pouquisimas as que assim não procedem, precisam de "apoio especial com aporte de recursos Publico) favorecendos "grupos" e "interesses" totalmente contrarios as necessidades do POVO. Ora, isto porque estes "grupos ou pessoas" estão acastelados nos principais e mais importante portos cargos do serviço PUBLICO e deliberadamente ajem com a complacência dos orgâos fiscalizadores e por vezes conivencias destes e desacreditando de maneira torpe e incisiva com conivencia inequivoca da "midia" os Conselhos de Saúde; e assim deso bedecem a Constituição, baipassam as Leis Federais e rasgam as normas e regulamentos do Ministerio da Saúde e crial criam obejetivos, impurios, proprioa para destruir o Sistema Único de Saúde… vejam o que estão fazendo em São Paulo, na Bahia, em Santa Catarina e muitos outros Estados e Municipios por este BRASIL. Ta na Hora do Governo Brasileiro, do POVO Brasileiro acordar e tomar providencia séria contra esses ladão dos Direito e dos Recusos do POVO Brasileiro.

  10. sex, 24/12/2010 - 13:20
    Alexandre

    Data venia

    [ENTENDA POR QUE DILMA ROUSSEFF DEPLORA UM DOS NOMES INDICADOS PARA MINISTRO!]
    ##############

    *[MÁRIO] NEGROMONTE: PASSAGENS COM VERBA INDENIZATÓRIA
    ________________________________________
    11:58:57

    Parte dos nomes que ocuparão ministérios no governo de Dilma Rousseff (PT) têm alguma mácula no currículo. Escolhido para o Ministério das Cidades, o deputado Mário Negromonte utilizou os serviços da empresa de táxi aéreo Aero Star em 2010, pagando os deslocamentos com verba indenizatória da Câmara. Ele pagou R$ 151,2 mil até novembro. A mesma empresa também aparece na prestação de contas do parlamentar ao TSE como prestadora dos mesmos serviços, pelos quais recebeu R$ 64,5 mil entre agosto e setembro. Por meio de sua assessoria, Negromonte disse que não vê irregularidades no fato de a mesma empresa receber recursos da Câmara e de sua campanha. Já a deputada Maria do Rosário, que ocupará a Secretaria Especial de Direitos Humanos, usou na campanha os serviços da gráfica V&C, que, durante o ano, recebeu da Câmara (verba indenizatória) R$ 68,4 mil para divulgação da atividade parlamentar. Pelos serviços prestados à campanha da deputada, a gráfica recebeu R$ 241 mil, segundo os documentos enviados à Justiça Eleitoral. Informações do jornal A Tarde.
    FONTE: http://www.bahianoticias.com.br
    *carlista roxo e coronel político – adendo nosso!
    EM TEMPO: nós, militantes, só servimos para comer poeira, ouvir desaforos dos adversários ideológicos… E passar este tipo de RAAAIIIIVAAA!…
    Que país é este, siô?! o matuto ‘bananiense’ responde, “na lata”: República de ‘Nois’ Bananas

    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

  11. sex, 24/12/2010 - 12:39
    assalariado.

    Quantas ilusões nos comentários dos nossos internautas,estão querendo consertar o capitalismo e seus afazeres mercantilistas de lucros.Melhor dizendo,estão querendo achar uma saida publica para a questão da saúde,num jogo de cartas marcadas,onde o Estado esta a serviço dos patrões da saude(entre outros), portanto,o Estado tem dono,e jamais trabalhará contra os seus proprietários.Serviços para com o povo não vão além de um faz de contas,isto mesmo,não é conveniente para o Estado capitalista gerenciar de forma correta,deveres sociais para com a nação(saude,educação,segurança,…) de antemão, estaria contra si,ou seja,se melhorar(de fato) os serviços publicos que citei haverá uma quebradeira geral nestes segmentos. De forma que,há uma necessidade permanente de avacalhar com o Estado e suas obrigações para com a nação no que se refere ao serviços publicos.É bom não esquecermos que o Estado do capital nunca esteve ou esta a serviço do bem estar do povo,esta sim,a serviço de fortalecer a visão mercantilista da burguesia e seu Estado burguês a serviço dos seus lucros universais.

    • sex, 24/12/2010 - 13:10
      Ester Nolasco

      Olhe meu amigo, ao invés de deixar o povo se danar no hoje e morrer à míngua, como preferem certos idiotas revolucionários, para derrotar o capitalismo, esse montro agonizante que ainda não morreu e levará séculos para tanto – só eu já espero por isso há muito mais de 30 (fui enganda, não é?), quem tem sentimento humanitário que do dom e do melhor aqui e agora para todos. Eu quero um mundo melhor para quem estar por vir e para os que aqui já estão. Deixe sua doutrina para usar em sua casa, com a sua família. Avacalhe em sua casa e deixe todo mundo morrer à míngua. Do resto do nosso povo, cuidamos nós, que nso preocupamos com o que vai lhes acontecer hoje, nesse mesmo Estado capitalista, até porque não temos outro.

      • sex, 24/12/2010 - 21:59
        assalariado.

        Não disse para o povo se danar,nem sou adepto do quanto pior melhor,para com isso, fazer a revolução/ transformação necessária para mudar(de fato) a vida sofrida dos explorados pelo capital. Voce comenta esta materia com sentimento humanitário com desejos de reforma-lo/ gerencia-lo para deixar tudo como esta ,eu, porém, comento com sentimento politico revolucionário,sem ilusões e nem complexos,rumo a uma sociedade socialista.Abraços.

      • sáb, 25/12/2010 - 13:27
        Valmir Pessoa Lins

        Me engana que eu gosto! A Ester o desmascarou na maior.
        Bem feito. Vai catar coquinho, rapaz! Se não gerenciarmos os bens e as riquezas do capitalismo agora a favor do povo que agora vive, quem o fará? A tua revolução? Qual? Quando? Com esse monte de gente que se diz revolucionária que sequer cumpre o seu dever de trabalhar e vive de sugar quem trabalha? Há revolucionários sinceros e éticos, mas infelizmente a maioria dos que conheço, não o são. Cansei de bancar a boa vida dos sindicalistas de minha profissão. Quase a totalidade virou pelego de esquerda, o que é bem pior do que os direita, que eu podia combater. E vivem todos muito bem, obrigado. Independente dos agoureiros vamos contruindo o SUS. O céu tem de ser aqui, no hoje.

      • sáb, 25/12/2010 - 19:44
        assalariado.

        - Valmir,explica melhor este"desmascarou"…
        - Gerenciar os bens do capitalismo,para quem?… para o povo?… explica aí… Mostra ai,onde os serviços publicos que citei,qual melhorou sob o comando do Estado burgues nos útimos 20 anos?… a cada dia só faz piorar.Há revolucionários éticos,e há sindicalistas pelegos, logo,não são de esquerda,não passam de oportunistas,por que voce não toma uma atitude,vá a luta organize-se.Voce comete o mesmo erro que a Ester,dando a entender que sou contra o SUS, colocando palavras em minha boca.O problema da saúde no Brasil não é mau presságio,é sim, a falta de conhecimento critico com relação aos boicotes desferidos pela máfia capitalista da saúde/convenios,capitalistas das industrias farmaceuticas,… Como imaginar o céu para o povo, se vivemos sob a chibata do "capeta-lismo",é o capeta na casa do padre,digo,na casa do SUS.

    • sex, 24/12/2010 - 13:13
      Ester Nolasco

      Sr. assalariado, eu prefiro ser iludida a ser enganada com doutrinas fracassadas. E o marxismo não fracassou, o qeu fracassou foi a idiotice humanas e seus pendores autoritários.
      Defendemos o SUS de verdade e não sua avacalhação. Quero ver é fazer esse discurso quando chegar com uma pessoa querida sua, pai, mãe, mulher filhos e baterem as portas em sua casa dizendo que está lotado! E aí, vai levcá-los para morrer em casa esperando a detonação do capitalismo?

      • sex, 24/12/2010 - 21:45
        assalariado.

        Ester,o marxismo não fracassou,o que fracassou foi o capitalismo de Estado,travestido de socialismo, nisto estamos de acordo.A saúde publica esta ligada diretamente ao Estado burguês que na sua origem tem o rabo preso com os donos do capital da saúde.Não sou contra o SUS,o meu comentário politico demonstra os reais limites da saude publica apadrinhado por um Estado comandado pelo capital.Podemos até sonhar e lutar por uma saude publica digna,porém,não tenho ilusões no seu pleno funcionamento popular,por isso,será eternamente capenga,ao gosto do Estado burgues,para assim empurrar brasileiros para os convenios mercantilistas.Sou "cliente" do SUS desde que nasci, inclusive,estou na fila de espera desde 9/11/2009 para fazer um exame de (Ultra-sonografia dopller de artérias vertebrais) que foi marcado para 21/12/2010 e,foi suspenso para não sei quando,ou seja, continuo na fila de espera… a mais de um ano…

  12. sex, 24/12/2010 - 10:00
    dukrai

    Complementando o quadro da prioridade da saúde no discurso.
    Segundo reportagem de Leandro Fortes, na Carta Capital, uma auditoria do Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), constatou que os governos demo-tucanos de MG, SP, DF, RS desviaram recursos de transferências federais para aplicação financeira. Apenas em 2006 e 2007, no governo de Aécio Neves, foram desviados 2,2 bilhões de reais, segundo o Denasus.
    A maioria dos estados não atende a Emenda Constitucional nº 29, de 2000, que obriga a aplicação em saúde de 12% da receita líquida de todos os impostos estaduais e em Minas este percentual mal passa dos 5%.
    O governo Dilma pode ser uma oportunidade unica de transpor o discurso para a prática, assumindo e conduzindo compromissos nos três níveis de governo e para isto tem que botar a boca no trombone e a mão na massa.

  13. sex, 24/12/2010 - 9:26
    ebrantino

    Talvez não seja este o mais grave problema do país. Mas tem dois aspectos que, no meu entender o tornam excepcionalmente grave e urgente. Creio mesmo que a presidenta pode deixar na mão des seus ministros praticamente todos os demais problemas, por um breve tempo, que tudo seguirá bem, mas esse da saude não.
    1. – o atendimento à saude está ruim, (vai ficar pior com o arranjo que o governo paulista está fazendo para favorecer não se sabe quem), e isto custa angústias, vidas e sequelas, que só quem ja ficou sem atendimento, correndo de hospital em hospital sabe o que são. É um gravíssimo problema social, e uma pessoa pode ficar e fica às vezes, 90, 100 dias esperando para fazer u exame e saber se tem cancer. Se tem, ja era, pois provavelmente o tempo de tratamento eficaz já passou. É um assunto de humanidade, serio, e que merece atenção total, da propria presidente. Isto não pode acontecer.
    2. – os interesses corporativos, de hospitais particulares,dos chamados filantrópicos, planos de saude e seguro médico são muito grandes e muito organizados e combativos. Tem técnica apurada de lobby, e estão acostumados e vencer. Mesmo nas piores condições de recessão, vimos este setor nadando de braçada. como se estivessemos em plena bonança. Para eles não há crise. A entidade médica do RGS avalia tão bem a situação do setor que se deu ao luxo de fazer campanha custosa, no rádio, dizendo sobre a CPMF : "Não à CPMF, a saude não precisa de dinheiro, precisa de …."
    3.- o efeito eleitoral de encontrar ou não soluções eficazes para a saude é tamanho, que pode ser decisivo. E não adianta sermos eficazes em tudo, fazer uma ótima adminsitração, errar na saude (o que seria desumano) e devido a esse erro ter um percalço eleitoral depois, colocando em perda todas as demais conquistas.

    Portanto, presidenta, abra os olhos, receba o Min. da Saude no dia 02/01/2011, e comece pelo princípio – a vida dos brasileiros. Como eleitor e admirador, é o que me cabe dizer.

  14. Azenha e Conceição
    O que o centro de estudos coloca é exatamente a minha pregação desde 2002.
    Sempre achei que o problema da saúde reside nos usuários principalmente aqueles que fazem uso dos Seguros de saúde.
    Com os pés nas costas posso provar que as seguradoras estrangeiras que exploram o sistema no Brasil estão falidas . Quem tem seguro de saúde que se cuide. Eu nunca tive seguro, contudo estou tentando convencer minha mãe a largar o dela. Minha mãe paga uma fortuna, usa pouquíssimo. Vários médicos da sua preferência não estão conveniado, logo ela tem que pagar por fora e por aí vai. Eu não consigo convencê-la, pois o seu discurso é: Quando eu tiver uma doença grave e não conseguir um leito no hospital publico o seguro vai cobrir. Por isso que eu brigo pela saúde publica com unhas e dentes. Sei que quando ele precisar a seguradora vai cair fora.
    Temos que entender que as seguradoras são todas estrangeiras, visam lucro o seu forte está em SP. Tudo começou aí. Poucos estados têm menos chance de sucesso na saúde que SP. Ali o problema é monstruoso. Distrito Federal e outros estados são pouco dependentes do sistema privado, SP não. Brasília por exemplo tem problemas gerenciais, corrupção programada ( governo Roriz) falta dinheiro contudo o problema é simples pode ser resolvido. Não temos Santas casas, não temos Institutos, não temos ONGs. Aqui os hospitais são 100% públicos.
    Como Dilma já está a postos e já começou a discussão sobre o modelo de saúde, nos brasileiros precisamos nos manifestar. Só temos que acordar os SINDICATOS para encampar essa briga. Oh, povo descansado. Os trabalhadores precisam acordar sair às ruas e dizer NÃO eu não quero SEGURADORA DE SAÚDE. Aqui em Brasília o Sindicato dos Professores atendendo ao pedido de um grupo pouco esclarecido fez uma reivindicação ao Governador Agnelo para implementar seguro de saúde para os profissionais da educação. Olha que coisa de doido. Vou ser apedrejada pela maioria dos meus companheiros, mas no 1o de fevereiro vou até o Governador pedir NÃO EU NÃO QUERO SEGURO DE SAÚDE. Com todos os meus estudos ao longo de uma década posso provar o quanto há de perigoso nisso. Vou ganhar essa batalha, contudo vou colher milhares de inimigos.
    P.S. As seguradoras não são obrigadas a pagar ao SUS. Essa lei fere ao principio da universalização ao acesso a saúde. Qualquer brasileiro pagante ou não pagante do seguro de saúde pode ter acesso aos serviços coberto pelo SUS. Por que vocês acham que essa cobrança nunca foi executada ? As seguradoras sabem disso, agora a população precisa ser esclarecida dos detalhes dos serviços de saúde que são prestados. Quando a população for melhor informada aí sim a vaca vai pro brejo e todas essas instituições privadas e do terceiros setor vão ver o quanto dói uma saudade.
    P.S. 2 . As UPAs são uma reivindicação dos profissionais de saúde que mostraram que grande parte dos atendidos nos prontos- socorros são pacientes de ambulatórios. Desafogando os prontos os hospitais podem se dedicar mais aos pacientes gravíssimos e também às especialidades. Foi preciso as UPAs pois se tentou no passado fazer as triagens nos postos de saúde contudo não funcionava. Acho uma boa idéia é o pé da UNIÃO nos estados.

  15. qui, 23/12/2010 - 23:54
    MirabeauBLeal

    CONTRIBUIÇÃO PARA A SAÚDE, SOBRE CONTAS EMPRESARIAIS, ESPECÍFICA PARA O SUS
    PARA MELHORAR A QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE, DESONERAR A SEGURIDADE SOCIAL E AUMENTAR O SALÁRIO-MÍNIMO
    A Constituição Federal (CF), no artigo 194, assim define a Seguridade Social:“A Seguridade Social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à Saúde, à Previdência e à Assistência Social.”
    Por sua vez, no artigo 196, a CF dispõe sobre a Saúde da seguinte forma: “A Saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” E no parágrafo primeiro do artigo 198, sobre o financiamento ao Sistema Único de Saúde (SUS), a Constituição prescreve: “O Sistema Único de Saúde (SUS) será financiado, nos termos do artigo 195, com recursos do orçamento da Seguridade Social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes”.
    Já no artigo 203, tratando da Assistência Social, a CF determina: “A Assistência Social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à Seguridade Social…”. E, no artigo 204, complementa:
    “As ações governamentais na área da Assistência Social serão realizadas com recursos do orçamento da Seguridade Social, previstas no artigo 195, além de outras fontes…”.
    Portanto, por imposição constitucional e de forma positiva, o S.U.S. deve atender indistintamente toda população brasileira – sendo, principalmente por isto, internacionalmente reconhecido como um dos melhores planos públicos de saúde do mundo – assim como, também por regra constitucional, toda a área da Assistência Social, independentemente de contribuição, deve servir gratuitamente aos mais de 190 milhões de brasileiros, com os recursos oriundos, na maior parte, da Seguridade Social.
    Ocorre que, há tempos, as receitas da Seguridade Social não são suficientes para sequer cobrir o pagamento dos proventos de todos aposentados e pensionistas beneficiários da Previdência Social. E é esta insuficiência específica de recursos da Seguridade que produz, como principal conseqüência, a precariedade dos serviços públicos prestados pelo SUS à população brasileira, tanto no que se refere à assistência médico-odontológica como fundamentalmente aos atendimentos ambulatoriais, emergenciais e hospitalares, estes últimos oferecidos, na maioria das vezes, indiretamente por convênios com instituições privadas, como, por exemplo, as Santas Casas de Misericórdia. Sem contar que os exames laboratoriais, sobretudo os mais complexos (e os mais caros), dentre os quais os de ressonância magnética, tomografia e cintilografia, são praticamente inacessíveis aos brasileiros e brasileiras economicamente mais carentes.
    Simultaneamente, esta sobrecarga de despesas provoca repercussão na fixação do valor do Salário-Mínimo, que fica engessado, pois qualquer reajuste aplicado ao Piso Nacional de Salários pode causar o colapso financeiro de todo o Sistema de Seguridade Social, principalmente porque a maioria dos beneficiários da Previdência e da Assistência Social recebe 1 salário-mínimo.
    Por conseguinte, dentro dessa estrutura circular, os trabalhadores urbanos e rurais são triplamente penalizados:
    1º) Porque não ganham um “salário mínimo capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social” (Constituição Federal, Art.7º, inciso IV);
    2º) Porque não têm, de forma decente e qualificada, acesso universal e igualitário aos serviços públicos de saúde (Constituição Federal, Art. 196, caput) e
    3º) Porque não recebem, ao final de longos anos de trabalho, uma aposentadoria digna.
    Por tais razões, se faz necessária a criação de uma Contribuição Social para a Saúde (CSS), com destinação específica dos recursos ao SUS, que passará efetivamente e prioritariamente a beneficiar, com serviços de melhor qualidade, aquele segmento da população que não possui condições econômicas para contratar um plano privado de saúde. Além disso, a CSS aliviará os encargos financeiros da Seguridade Social, como um todo, possibilitando um aumento real do Piso Nacional de Salários e, portanto, uma melhor remuneração aos trabalhadores ativos e inativos que recebem apenas um salário-mínimo para sobreviver, além de favorecer na ampliação do contingente de beneficiários da Assistência Social.
    MAS PARA SER UMA CONTRIBUIÇÃO JUSTA, QUE NÃO ONERE OS TRABALHADORES ASSALARIADOS, A CSS DEVERÁ INCIDIR EXCLUSIVAMENTE SOBRE AS MOVIMENTAÇÕES FINANCEIRAS DAS CONTAS BANCÁRIAS EMPRESARIAIS PRIVADAS.

  16. qui, 23/12/2010 - 23:26
    Ana Maria

    Azenha e família
    Meus votos de um ano novo cheio de oportunidades e realizações ,muita paz e amor. Feliz Natal. Estendo os meus votos a todos os participantes do blog .

  17. qui, 23/12/2010 - 23:09
    Maria Gomes

    Deu no site Brasil De Fato –

    Natura demite trabalhadores doentes

    Funcionários dispensados estavam em tratamento médico por lesões adquiridas na empresa

    http://www.brasildefato.com.br/node/5330

  18. qui, 23/12/2010 - 22:59
    Aracy_

    Segundo o portal G1, vinte e três deputados federais eleitos em 2010 são médicos – quase 10% do total de parlamentares daquela Casa. Cobremos medidas em favor da saúde pública não apenas do governo, mas também desses parlamentares. Prestaram o juramento de Hipócrates ao se formarem, portanto não venham, depois de eleitos, praticar lealdade ao juramento dos hipócritas.

  19. Caro Azenha, lhe desejo um "feliz natal" , extensivo à tosa sua família .
    Que estejamos juntos em 2011.
    Abração!

  20. qui, 23/12/2010 - 21:30
    Manuelle Cristina

    E uma lei que barre a privatização do serviço público de saúde
    O QUE SE VÊ NO BRASIL É ABSURDO!!!!!!!!!

  21. qui, 23/12/2010 - 20:13
    Jairo_Beraldo

    É sabido, que o SUS é o maior e mais perfeito Plano de Saúde Pública do mundo. Mas gerir essa pérola em um país continental e corupto, é o "x" do problema. Em estados e municipios governados por tucanos, DEMos, PPS, PP, entre outros mais à direita, deveria haver um secretario especial da União para fazer valer os direitos de uso público deste serviço.

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