VIOMUNDO

Pimenta cobra; Secom diz que faz mídia “técnica”; Globo recebeu R$ 5,86 bi

22 de abril de 2013 às 23h19

por Luiz Carlos Azenha

O gráfico foi postado por Fernando Rodrigues, em seu blog.

Notem que, nele, “demais emissoras” respondem por 4,40% dos gastos do governo federal em publicidade em 2012.

E que a TV fechada responde por 10,03% do total.

Ou seja, 14,43% de todas as verbas no “outros”.

Apesar da promessa de transparência da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, é importante perguntar: quais são as “demais emissoras”? Afiliadas da TV Globo, como a RBS ou a TV Verdes Mares, de Fortaleza? Se sim, não deveriam contar nas verbas da Globo?

Quanto à TV fechada, estamos falando do SporTV, da GloboNews, do GNT, do Futura, todos canais ligados às Organizações Globo?

Assim como o público migrou da TV aberta para a TV fechada nos últimos anos, é possível que as verbas federais tenham feito o mesmo, o que significa que os 43,7% da TV Globo — uma enormidade! — talvez representem um número maior, se considerarmos todos os canais ligados às Organizações Globo.

Isso, sem falar no jornal O Globo, na rede de emissoras de rádio como a CBN, no G1, nos patrocínios  da Fórmula 1 e de outros eventos esportivos.

O fato é que nos últimos dez anos a TV Globo — estamos falando na do Rio de Janeiro ou isso inclui as emissoras de propriedade dos Marinho nas praças de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Recife? — recebeu R$ 5,86 bilhões do governo federal, ou seja, 54,7% do total. Repetimos, uma enormidade!

Não sabemos, ainda, quanto as Organizações Globo como um todo receberam…

Hoje, o deputado Paulo Pimenta fez uma visita ao ministério (via assessoria, por e-mail):

Foto Samuel Neto (aparentemente a conversa foi travada enquanto se assistia à GloboNews)

Deputado Pimenta propõe à Ministra Helena Chagas grupo para discutir mídia publicitária do Governo Federal

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) sugeriu à Ministra Helena Chagas, da Secom da Presidência da República, a instalação de um grupo de trabalho para discutir os critérios de investimentos de mídia publicitária do Governo Federal com a criação de uma política específica voltada à mídia alternativa e regional. Pimenta defendeu, em reunião durante a tarde desta segunda-feira (22), uma distribuição mais equânime e que acompanhe, especialmente, o crescimento da internet no País.

A ministra Helena Chagas apresentou a Pimenta o relatório dos investimentos de mídia e reforçou que o Governo vem, ao longo dos últimos anos, promovendo a descentralização dos recursos. De acordo com a ministra, o gasto publicitário é orientado pelo “critério de mídia técnica” que faz uma relação entre audiência e investimentos.

Pimenta afirmou que, em seu ponto de vista, o método utilizado é subjetivo e permite várias interpretações. O deputado disse que o Governo precisa debater a construção de uma comunicação mais democrática no País, com multiplicidade de canais informativos, e fomentar a afirmação da chamada mídia alternativa.

“Em outras áreas, o Governo criou ações específicas para assegurar a participação de todos os segmentos no mercado. Acredito que poderíamos ter essa mesma posição em relação aos investimentos de mídia publicitária, e garantir uma cobertura jornalística mais ampla”.

Ao final, o deputado reafirmou o convite à ministra para uma reunião com a bancada do PT na Câmara, e apresentação dos relatórios da Secom/PR.

*****

Abaixo, o primeiro relatório público do secretário-executivo da Secom, Roberto Messias, apresentado no Observatório da Imprensa, que publicou todos os quadros (não reproduzidos aqui):

PUBLICIDADE OFICIAL

Transparência e a desconcentração na publicidade do governo federal

Por Roberto Bocorny Messias em 16/04/2013 na edição 742

Uma série de informações sobre as programações publicitárias do governo federal (administrações direta e indireta, incluídas as empresas estatais) têm sido publicadas nos últimos meses em alguns veículos de comunicação, inclusive na internet. Algumas delas, passam a falsa ideia de que ocorreram mudanças de rumo na estratégia da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República a partir de 2011. Segundo tais interpretações, os recursos estariam concentrados nas grandes emissoras de televisão e nos seus grupos por terem eles passado a receber mais nos últimos anos; que a participação em pequenos e médios veículos, como alguns sites, teriam sido restringidas; que a regionalização teria sido abandonada. Afirmações como essas, sem qualquer fundamento, podem ser confrontadas pela análise dos dados das programações de mídia realizadas, disponíveis no site www.secom.gov.br.

Cabe aqui mostrar os dados com clareza. A princípio, é necessário explicitar, quantas vezes forem necessárias, os critérios técnicos de mídia da Secom.

Se a publicidade de governo tem como objetivo primordial fazer chegar sua mensagem ao maior número possível de brasileiros e de brasileiras, a audiência de cada veículo tem que ser o balizador de negociação e de distribuição de investimentos. A programação de recursos deve ser proporcional ao tamanho e ao perfil da audiência de cada veículo.

Em 2012, por exemplo, cerca de 62% das verbas foram programadas para o meio televisão, dentro da média dos últimos seis anos. Desse total, 43% foram investidos na emissora líder, após ter caído a 41% em 2011, nível mais baixo já registrado. Este índice chegou a ser de mais de 60% em 2003. A participação nos demais canais abertos, emissoras regionais e de TV fechada subiu de 39% para 57% nos últimos nove anos [Informação gerada a partir de dados fornecidos pelo Instituto para Acompanhamento da Publicidade – IAP e de acordo com a previsão de utilização de espaços publicitários nos períodos. IAP – Instituto para Acompanhamento da Publicidade: associação civil sem fins lucrativos, mantida pelas agências de propaganda licitadas que prestam serviços a órgãos e entidades do Executivo Federal. As informações são oriundas dos pedidos de inserção encaminhados pelas agências de publicidade e não correspondem aos gastos efetivamente executados].

Isso é reflexo da mudança do perfil de audiência do país, mas também foi fruto da visão do executivo federal de promover a maior participação em diferentes canais e meios. Sempre considerando as audiências.

Na realidade, os investimentos do governo em televisão ficam abaixo da média dos percentuais praticados pelo setor privado no Brasil. Para melhor exemplificar o diferencial da atuação, basta citar que nas campanhas publicitárias de empresas privadas o peso do meio televisão nos últimos dois anos foi superior a 70%, acima dos 62% do Governo Federal. A indústria financeira chega a aplicar mais de 73% dos investimentos publicitários em televisão.

Dados do meio jornal são significativos para demonstrar a estratégia de desconcentração de recursos do executivo federal: em 2000, por exemplo, 91% dos investimentos estavam nos jornais de capitais e 9% no interior, percentuais que passaram para 80% nas capitais e 20% no interior no ano de 2011. Foi a melhor participação dos últimos 13 anos nos títulos de pequenas e médias cidades do país. Em 2012, a participação em jornais sofreu leve retração, motivada pelo período eleitoral, que restringe participações institucionais de governo. Porém se manteve acima da média dos últimos oito anos. Mesmo assim, foram programados cerca de 1.500 jornais, mais de 80% em títulos do interior. Para o meio rádio, no mesmo exercício, foram programadas cerca de 3.000 emissoras em ações do Governo Federal, cerca de 80% em emissoras do interior.

É propósito do governo ampliar a participação em novos canais e meios como a internet, seja em sites de abrangência nacional ou regional. A quantidade de veículos programados na rede mundial de computadores ainda está abaixo de meios como jornal e rádio. No entanto, o executivo federal constata a força do meio digital, tanto que a participação de valores no meio teve um crescimento de 580%, com programações em diferentes segmentos e com sites representativos de vários setores.

Em 2011, a participação dos sites menores (excluídos os cinco maiores portais em audiência no Brasil) chegou a um dos seus maiores índices históricos: 61% do total investido no meio. Em 2012, esse índice caiu para 52%, em virtude também das restrições do período eleitoral.

Critérios

A atuação descrita anteriormente resulta de estratégia que completou dez anos em 2012 e constituiu processo continuado de qualificação da gestão de mídia do governo federal. Em 2003, o Comitê de Negociação de Mídia estabeleceu critérios para unificar ganhos e rentabilidades de todos os órgãos e entidades federais junto aos veículos de comunicação que contavam com as maiores participações de audiência no país e que recebiam os maiores investimentos. Até então, cada órgão executava sua negociação individualmente, o que gerava grandes diferenças e sensíveis perdas de visibilidade para as ações.

Foi o ponto de partida para nova era de gestão na contratação de mídia, em que o governo federal passou a ser visto como um grande anunciante do país, com prática unificada e referenciada em critérios técnicos de negociação e distribuição de recursos. Foi também o pontapé inicial do processo que possibilitou a realização de duas das principais diretrizes de atuação do governo: a desconcentração e a regionalização de suas ações de comunicação.

A iniciativa gestada no início do governo Lula tornou-se linha de atuação efetiva a partir de 2009, com a consolidação de um cadastro de veículos, de abrangência nacional, com critérios técnicos bem definidos de inclusão e negociação. Em 2013, o cadastro alcançou veículos de municípios acima de 5 mil habitantes, o que ampliou a base para cerca de 9 mil veículos cadastrados. E o processo continua.

Para fazer parte do cadastro, os veículos precisam manter atualizados seus dados formais, além de comprovar sua regularidade de veiculação. No caso de jornais não auditados, por exemplo, são exigidos envios periódicos de exemplares, em datas aleatórias escolhidas pela Secom, bem como documento, certificado em cartório, atestando sua tiragem.

A cada ano, a Secom amplia seus instrumentos de controle para garantir a qualidade do cadastro. Em 2013, passará a aceitar certificações de circulação de tiragem de institutos e órgãos independentes, reconhecidos pelo mercado, além de verificar a regularidade das distribuições junto a diversas entidades nos municípios. No caso de rádio, somente são aceitos no cadastro veículos regularmente licenciados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Desconcentração

Em 2012, a programação de veículos em ações publicitárias do governo federal atingiu marca expressiva: ao longo do ano, cerca de 5 mil veicularam peças de campanhas dos diferentes órgãos. Não há registro no mercado publicitário de programações de anunciantes tão abrangentes. Este número é resultado das diversas ações realizadas pela Secom com o objetivo principal de aproximar do cidadão, em todos os cantos do país, as mensagens de utilidade pública, institucionais e de prestação de contas. A desconcentração de ações em veículos e praças, com destaque para valorização das mídias regionais, a partir de critérios técnicos de planejamento, é uma das diretrizes de atuação da Secom.

Programações abrangentes, evitando concentração em poucos veículos, são o caminho estratégico adotado para tornar essas ações mais efetivas. Por isso, a Secom recomenda a todos os órgãos e entidades federais o uso do maior número possível de veículos em suas campanhas, garantido impacto significativo das mensagens junto à população, apoiada na grande força dos veículos regionais, principalmente nos meios jornal e rádio, e também nos somatórios das audiências dos diferentes tipos e tamanhos de veículos

Os desafios não são poucos nem pequenos. Novos meios assumem participações significativas na preferência da população, como os canais digitais nas ruas e veículos de transporte público, além da grande entrada de novas faixas da população para a internet. A multiplicidade de canais de informação, cada dia mais acessíveis, se apresenta como cenário a ser acompanhado e estudado pelos profissionais de comunicação do país e por todos que desejam levar sua mensagem com eficiência aos públicos de interesse.

Ao governo, cabe estar atento a essas tendências, procurando sempre a maior qualidade na sua comunicação, aproximando sua mensagem do cidadão, contribuindo, cada vez mais, para a profissionalização e desenvolvimento dos veículos em todo o país. Tudo isso dentro de critérios claros e técnicos. E com a maior transparência.

Roberto Bocorny Messias é Secretário-Executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

PS do Viomundo: Na próxima semana a repórter Conceição Lemes terá a oportunidade de desfazer dúvidas em entrevista com a ministra Helena Chagas. Deixe sua sugestão de pergunta nos comentários.

PS2 do Viomundo: Para que vocês morram de inveja, leiam o que diz o charter da Ofcom, o órgão independente que regulamenta o rádio e a TV naquela ditadura chavista chamada Reino Unido:

Nossos principais deveres legais são garantir:

  • que um amplo espectro de programas de rádio e TV de alta qualidade sejam fornecidos, com apelo para uma gama de gostos e interesses;
  • que serviços de TV e rádio sejam fornecidos por uma gama de organizações diferentes;
  • que as pessoas que assistem TV ou ouvem rádio sejam protegidas contra material danoso ou ofensivo;
  • que as pessoas sejam protegidas de um tratamento injusto nos programas de TV e rádio e que não tenham sua privacidade invadida.

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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No Rio, "lacre" da Globo vigiado de perto - Viomundo - O que você não vê na mídia

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Justificativas da Secom para não fornecer os dados da Globo - Viomundo - O que você não vê na mídia

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abolicionista

25/04/2013 - 11h56

É o governo Dilma trabalhando a serviço da formação de monopólios e cartéis midiádicos. A oligarquia agradece.

Responder

FrancoAtirador

24/04/2013 - 22h25

.
.
Há um vício de origem na própria definição de anúncio governamental.

Não há “Propaganda” Estatal Federal, como consta na tabela da SECOM.

O Governo Federal dar publicidade a assuntos de utilidade pública,

tais como os do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde,

nas redes de rádio e de televisão, não é fazer propaganda comercial,

porque, sendo órgãos da Administração Direta, não há fins lucrativos,

isto é, o Governo não está tentando vender um produto através da Mídia,

ao contrário, está oferecendo informações e esclarecimentos à população.

Não esqueçamos que as empresas de Rádio e de TV, ainda que privadas,

são concessões públicas que estão sujeitas à regulação estatal.

Portanto os anúncios de interesse público deveriam ser gratuitos.

Isto se aplica a todos os órgãos da Administração Pública Direta,

não só federais, mas estaduais e municipais, e em todos os poderes.
.
.

Responder

    Carlos Augusto Soares

    25/04/2013 - 12h19

    o Governo está vendendo sim um produto: ELE PRÓPRIO!

    e com vistas às próximas eleições…

    dizer q os inúmeros comerciais do Governo são de utilidade pública é brincadeira!

    dizer q só faz comercial quem tem fins lucrativos é ignorância!

    um comercial serve para “fortalecer a marca”, criar “recall” e isso tudo gera vantagens para a imagem do Governo…

Thomas Nok

24/04/2013 - 18h39

Há imbecis que falam em rever a distribuição das propagandas. Nada disso, este é um dinheiro jogado fora e não trás nada de construtivo à sociedade carente de hospitais, escolas e segurança. Assim como os gastos com os estádios de futebol, o dinheiro gasto é imundo.
Torço para o Brasil ser eliminado na primeira fase. Ou melhor, perder a final para a Argentina, com um gol de Messi, de letra, no último minuto.

Responder

Valmont

24/04/2013 - 18h37

Há fortes indícios de que alguém está ganhando muito dinheiro para manter esse “globoduto” de 6 bilhões/ano. Porque transgredir uma disposição da Constituição Federal para alimentar o principal inimigo do Partido dos Trabalhadores não tem qualquer explicação plausível.

Se esses “auxiliares” da Dilma fossem tão burros quanto querem nos fazer crer, eles não estariam no Planalto. Se lá estão, é porque são bem “instruídos”. Isto, no entanto, não lhes dá o direito de agredir a nossa inteligência com desculpas esfarrapadas.

Responder

    Luciano Bastiani

    24/04/2013 - 20h32

    Valmont
    só é uma pena que nunca tenhamos um caso “Berenice Guerra” pra desnudar esta canalhice, afinal de contas nossa ‘midia imparcial’ jamais daria um tiro no pe´…

    Carlos Augusto Soares

    25/04/2013 - 12h21

    mas o PT honesto precisa da “mídia imparcial” pra denunciar mal feitos?

    ahhhh tááááá!

    Carlos Augusto Soares

    25/04/2013 - 12h20

    geralmente os “auxiliares” auxiliam o chefe…

Leonardo

24/04/2013 - 16h32

Além do jornalismo livre, tão livre que representa interesses internacionais e não o dos brasileiros (as), a programação destas emissoras privilegiadas pela Dilma transmitem a programação de “qualidade” (cultural) no ponto de vista deles entre 22:00 hs e 6:00 da manhã! Chega desta porcaria, queremos verbas pulverizadas para todos aqueles que queiram se organizar e produzir cultura e informação de qualidade, a audiência ou popularidade do governo Sr. Ministra vem com trabalho sério que defenda os interesses da maioria da população (reforma da mídia por exemplo) e não pela manipulação dos “critérios” de audiência do bobobope!

Responder

pansica

24/04/2013 - 15h15

Cara ministra,
com toda essa dinheirama dada a essa rede Globo,ainda temos que ouvir a cada meia hora essa mesma rede denigridinho a imagem de um governo voltado ao social?É a crise do tomate;é a crise da infra estrutura; é a crise dos juros altos para beneficiar os rentista!Pocha com essa dinheirama essa rede deveria ser um aliado do governo e não oposição!Mas não queremos puxa sacos, queremos somente a verdade factual.basta ministra,vamos enfrenta esse dragão e fazer a divisão mais equânime,pois so desta forma essa rede vai aprender a respeita o governo social.

Responder

Valmont

24/04/2013 - 13h01

Permitam-me fazer um “bump” das palavras do Prof. Venício Lima:

“… os investimentos oficiais fortalecem e consolidam os oligopólios do setor em afronta direta ao parágrafo 5º do artigo 220 da Constituição Federal de 1988, que reza:

‘Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de oligopólio ou monopólio.'”

Senhores da SECOM, por favor, leiam a CONSTITUIÇÃO FEDERAL e cumpram-na.

Fonte: Venício Lima: Por que o governo deve apoiar a mídia alternativa
em http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=208087&id_secao=6

Responder

    Fabio Passos

    24/04/2013 - 23h29

    Excelente.
    Manter esta distribuicao de gastos e injustificavel.

De Paula

24/04/2013 - 06h38

Informar, sim; desinformar ou coisa pior,nunca. Quanto custa para o governo, seus desmentidos? Isso foi computado?

Responder

FrancoAtirador

24/04/2013 - 04h37

.
.
Se tivéssemos, no Brasil, um órgão regulador, como a Ofcom britânica,

para regrar as atividades das concessionárias públicas de Rádio e TV,

e fossem cumpridos os ‘deveres legais’, para garantir aos cidadãos

ouvintes e telespectadores, os direitos descritos ao final do post,

como diversidade de empresas e canais, amplo espectro de programas,

programação de alta qualidade e para todas as faixas de público,

e proteção contra tratamento injusto ou material danoso e ofensivo,

não sobraria sequer uma emissora privada em funcionamento no País.
.
.

Responder

Jorge Portugal

23/04/2013 - 23h20

Verba publicitária!!! Graças a um ser muito inteligente que não é Deus, mas que teve a ajuda dele para ser inteligente e inventar a internet. Coisa impossível para alguns brasileiros há 17 anos atrás aproximadamente. Mas até hoje muitos ainda estão longe desta tecnologia, e muitos que tem esse privilégio usa a internet inadequadamente, acredito que um dia isso vai mudar, é só começarem a perceberem que arma ótima que temos nas mãos, muito melhor que uma bomba atômica. Quando nós brasileiros começarmos a usar está arma para protestar, veremos seu efeito, é maravilhoso, os blogs sujos que os diga, e não são muitos, mas tem um efeito devastador contra muitos poderosos como a maior emissora de TV da América latina. Como muita gente ainda não usa a internet adequadamente, não vale para o governo publicar nela. Se o governo não publicar na mídia golpista vai publicar aonde? Vamos dizer que o governo pare de publicar seus feitos na mídia, será que o JN vai separar 1 minuto para falar dos bons feitos da Petrobrás? Como muita gente vai saber que a Petrobrás esta bombando se o JN publicou um monte de mentira? Será que JN vai dizer para todos que a Caixa Econômica federal reduziu os juros e que estão menores que a do Itaú? Infelizmente se o governo parar de publicar na mídia golpista, na próxima eleição ele perde, não perderá por ter deixado de publicar, terá perdido por causa das mentiras do PIG, pois, o governo vai desmentir aonde?

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Altercom: Estudo da Secom comprova concentração de verbas na Globo - Viomundo - O que você não vê na mídia

23/04/2013 - 23h11

[…] Pimenta cobra; Secom diz que faz mídia “técnica”; Globo recebeu R$ 5,86 bi do governo federal … […]

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Aloísio da Costa Val

23/04/2013 - 22h53

Isso é preciso ser debatido com profundidade. Chamem o Franklin Martins!!!

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Bruno

23/04/2013 - 22h05

Iniciativa popular propõe marco regulatório das comunicações.
“O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação quer recolher 1,3 milhão de assinaturas para apresentar projeto de lei no Congresso Nacional.”
http://www.youtube.com/watch?v=o5G2NmdIrUU

Responder

Fabio Passos

23/04/2013 - 21h48

Jornalismo tem uma função social. Informação não é apenas uma mercadoria.
Distribuir recursos conforme “participação de mercado” não é decisão técnica. É pura idiotia neoliberal. Promove uma concentração de poder e fortalecimento de um monopólio da informação que é tremendamente lesivo ao interesse da sociedade.
Manter a teta do Estado para a globo mamar é um crime contra o interesse público. Pluralidade é fundamental para qualquer sociedade que anseie por democracia.
Chega de sustentar a famiglia marinho, estes filhotes da ditadura, com dinheiro do povo.
Nosso dinheiro não pode continuar sustentando as oligarquias decrépitas do PiG.

Responder

    Valmont

    24/04/2013 - 12h31

    Perfeito, Fábio.
    O cidadão esclarecido precisa ter a consciência de que, a cada clique no g1 e cada vez que sintoniza os canais da rede goebbels, está contribuindo para encher os bolsos desses oligarcas e manter esse monopólio odioso sobre a informação.

    Contra a ditadura da rede goebbels, não clique pra eles.
    Apoie o VIOMUNDO! FAÇA PARTE da História.

Francisco

23/04/2013 - 20h45

Porque essa grana toda não vai para as estatais?

Responder

AlvaroTadeu

23/04/2013 - 20h22

Já vi que vocês nunca estiveram em Tietê (interior SP), Três Corações (MG), Passo Fundo (RS), Feira de Santana (BA), Codó (MA), Picos (PI), Santo Antonio da Platina (PR), etc. Nessas pequenas cidades, o povo ouve a rádio local, pois Tiago, da Dona Neide, dedica com amor e carinho a canção (qualquer sertanejo) para Jennifer da Silva. Nessas cidades, o povo lê o jornal local para saber como foi a festa de batizado da filha do prefeito. Portanto, tem de disseminar verbas publicitárias federais interior afora. Nesses lugares, nunca ouviram falar em IBOPE e a audiência real é diferente da audiência teórica.

Responder

Márcio Martins

23/04/2013 - 19h16

É a “bolsa PIG”. Esta não tem problema! Viva o Brasil!

Responder

Marcelo Figueiredo

23/04/2013 - 18h50

Uma observação: a soma da penúltima coluna está totalmente errada o que gerou distorções nos percentuais, cuja soma deu mais de 110%.

Responder

renato

23/04/2013 - 17h23

Azenha, sei que você vai encarnar nisto agora, e acho bom mesmo.
É uma luta, e você sabe disto. Estarei torcendo direto para você
nas entrelinhas deste sitio e do sitio PHA.
Deu chance vou malhar. Depois repasso para os amigos.
MAS… gostaria de entender uma coisa para não ser injusto
com meus pensamentos.
Se o Governo Federal paga para que as Empresas de Mídia,
PROPAGUEM comerciais dos feitos deste governo, isto é um serviço
prestado por quem passará a propagar o que lhe disserem, e inclusive
sem dizer que é mentira ou Verdade. Recebem e ponto.
Ora, se eu tenho que propagar um produto vou procurar quem é mais
visto, independente de qualidade o que vale é quem mais alcança.
Preciso fazer pergunta? Acho que não.
Ora a empresa que vai lhe prestar este serviço, não lhe deve obrigação
vai prestar o serviço, no caso de mídia,não precisa ser seu amigo.
O único que precisa ser meu amigo na relação trabalho,é meu médico.
No dia que não for meu amigo, SOU OBRIGADO, a trocar de médico.
Uma outra pergunta: Que tanto comercial é este, que tipo de comercial,
ONDE ENCONTRO, OS tipos de trabalho que eles fornecem ao Governo.
Desconfiamos,que muito deste dinheiro vai para outro lugar, com a conivência de todos os envolvidos.
Estou errado, posso pensar diferente??
Para ser seu fiel escudeiro, preciso estar informado minimamente.
Obrigado.

Responder

carlos saraiva e saraiva

23/04/2013 - 17h06

Os critérios utilizados para a regionalização, “democratização”, com melhor distribuição, não foram “técnicos” e sim politicos. Pois o critério “técnico”, é avaliado com base, praticamente na audiência. O que gera, várias distorções, as principais; A audiência não reflete, o caráter social e de utilidade pública que uma concessão pública, deve seguir. O outro, premiando a audiência, estamos privilegiando e dando mais poder aos que já os têm.Assim, o governo, precisa decidir politicamente esta questão. Diminuir drasticamente as verbas para os oligopólios e aumentar , com disseminação para as mídias regionais, alternativas, movimentos sociais e comunitárias. Exigir, transparência, carater social. E o mais importante, direito imediato de resposta, nas publicações, motivadas por interesses politicos claros, com distorções e inverdades. O governo, precisa, sair de um equivocado e ingênuo “republicanismo” e enfrentar o jôgo politico midiático. O PT e as forças de esquerda, necessitam publicizar esta luta. Porque não, um abaixo assinado contra o oligopólio(monopólio) midiático.

Responder

    Luis Antônio dos Reis

    23/04/2013 - 17h34

    a verba de publicidade do GOVERNO não é para o PT “publicitar” nada!

    não confunda as coisas!

    Se o PT quiser “publicitar” suas ideias, terá q faze-lo no horário político do PARTIDO e não com o dinheiro do ESTADO…

Messias Franca de Macedo

23/04/2013 - 15h10

*O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumprimenta Michael Greenspon, diretor-geral do serviço de notícias do New York Times. Lula assinou em 22 de abril, nos Estados Unidos, um contrato com o “The New York Times” para escrever uma coluna mensal que será distribuída pela publicação. A coluna não deve ser publicada em veículos brasileiros por exigência do próprio Lula

(…)

*MATANDO A COBRA E MOSTRANDO A COBRA!…

*http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2013/04/23/ex-presidente-lula-tera-coluna-mensal-no-the-new-york-times.htm

Responder

    Messias Franca de Macedo

    23/04/2013 - 20h50

    *MATANDO A COBRA E MOSTRANDO A COBRA [‘toMATADA’!]!…

    BRASIL (QUASE-)NAÇÃO [depende de ‘nois’!]
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

Gersier

23/04/2013 - 14h30

Essa leitura do IPOBE feita na praça São Paulo não reflete a realidade no resto do Brasil.Hoje por exemplo,uma das testemunhas do caso Bruno,ao ser arguido se ele assistiu uma certa reportagem,respondeu na lata que não assiste a Globo.Como ele são milhões Brasil afora.

Responder

    Fabio Passos

    23/04/2013 - 21h51

    Não tenha dúvida.
    Gastar R$ 5,86 Bilhões em publicidade na globo é queimar o dinheiro do povo.

J Souza

23/04/2013 - 14h25

Quem manda no governo federal é o Ibope ou as urnas?
E se o Ibope estiver “errado”?

Responder

Messias Franca de Macedo

23/04/2013 - 14h00

SOBRE O PIGolpista, PARA A SECOM!

#####################

Por que os jornalistas têm fama tão ruim?

(…)
Um dos primeiros barões da imprensa, o americano James Gordon Bennett II, do Herald, dizia que era “uma prostituta, como todos os jornalistas”. Bennett II era tão extravagante que urinou no piano em sua festa de noivado, razão suficiente para a noiva romper.
O barão da imprensa Bennett dizia a seus subordinados que o leitor era ele
Bennett tinha um iate luxuoso com três suítes: uma para cada amante que levava e a terceira, com ar condicionado, para uma vaca que garantia leite fresco. Ele acabou pronunciando a quintessência da lógica hierárquica dos barões. Disse uma vez a seus jornalistas: “Eu sou o leitor. Vocês têm que agradar a mim.”
Tenho em casa uma charge na qual um professor diz aos pais de um aluno que seu filho é maldoso, mentiroso, dissimulado – “todos os atributos, enfim, para se dar bem no jornalismo”.
Os primeiros barões – sobretudo nos Estados Unidos e na Inglaterra — faziam dinheiro chantageando poderosos. Ameaçavam publicar coisas horríveis caso seus anseios financeiros não fossem satisfeitos. Tanto quanto jornalistas, eram chantageadores.
Era uma prática que logo se globalizou. Assis Chateaubriand, o primeiro grande barão brasileiro da imprensa, montou o Masp por meio de expediente parecido. Doações de grandes quadros vieram quase sempre de achacamento. Empresários paulistas sofreram com Chateaubriand.
Uma geração à frente da de Chateaubriand, outro império de mídia foi construído com meios não exatamente elogiáveis: a Globo.
Chateaubriand achacou pela intimidação; Roberto Marinho viu na ditadura militar a chance de crescer muito além do jornal paroquial que herdara e carregara até ter mais de 60 anos.
Ofereceu apoio aos generais, e estes lhe deram televisão, financiamentos, vantagens fiscais e outras facilidades que são a base das Organizações Globo.
Como Bennett, Roberto Marinho sempre deixou claro que ele era o leitor.
Isso significa que, na prática, ele está virtualmente vivo entre nós. Cada jornalista, cada articulista da Globo está, ainda hoje, escrevendo para Roberto Marinho, representado por seus três filhos.
Não é das mais edificantes, definitivamente, a história do jornalismo – nem fora e nem, tampouco, no Brasil.
O que pode mudar uma velha história viciada de interesses privados misturados a interesses alegadamente públicos é o jornalismo digital.
É nessa hipótese que o Diário acredita

Por Paulo Nogueira
jornalista baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

Em http://www.diariodocentrodomundo.com.br/por-que-os-jornalistas-tem-fama-tao-ruim/

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Messias Franca de Macedo

23/04/2013 - 13h59

UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: quantas pessoas sairiam da miséria absoluta nesse país, caso a presidente Dilma Rousseff, A Magnífica, reduzisse – legítima e drasticamente – as verbas publicitárias do governo federal para os veículos de comunicação do PIGolpista?… Ou o governo teme que o PIGolpista tenha a capacidade de superar a agressividade explícita das sucessivas tentativas de desestabilização de governos populares?!… Com a palavra a instituição Presidência da República – e a presidente eleita e apoiada pela maioria esmagadora do povo brasileiro!…

República da DIREITONA OPOSIÇÃO AO BRASIL, impunemente terrorista, fascista eterna, ABJETA, VIL, indecorosa, MENTEcapta, aloprada, alienada, histriônica, antinacionalista, golpista de meia-tigela, corrupta… ‘O cheiro dos cavalos ao do povo’!… (“elite estúpida que despreza as próprias ignorâncias”, lembrando o enunciado lapidar do eminente escritor uruguaio Eduardo Galeano)
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Messias Franca de Macedo

23/04/2013 - 13h56

LÁ VEM O MATUTO ‘BANANIENSE’ COM A ‘AGENDA TÉNICA DO PIGolpista’ NAS MÃOS!…

… Presidente Dilma Rousseff, realmente, o PIG se esmera em “fazer jornalismo técnico!”… As últimas capas da ‘veja’ e da ‘época’ e do ‘estadão’ e da ‘Folha’ não nos deixam duvidar!…

República de ‘Nois’ Tomates – perdão, ato falho -, de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Rodrigo Leme

23/04/2013 - 13h13

Azenha, será que essas afiliadas estão no “outras” também?

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_emissoras_da_Rede_Record

Responder

Gersier

23/04/2013 - 13h02

Como é que é?Eu li direito?CINCO BILHÕES e OITOCENTOS e SEIS MILHÕES para serem escrachados,caluniados,desrespeitados diariamente?

Responder

    Willian

    23/04/2013 - 15h29

    Pela sua lógica, com este dinheiro todo era para a Globo ter sido comprada. O fato dela receber isto tudo e ainda “falar mal do governo” depõe a favor dela.

    Você (como a maioria aqui) entende que quem paga deve ter algo em troca. Por isto a luta para democratização das verbas.

    Maurício

    23/04/2013 - 19h32

    Você está certo William apesar de eu discordar de muitas coisas que você diz aqui. O certo é não gastar nada em publicidade, seja em TV, jornal, nem em veículos de esquerda, direita, nada. Use o dinheiro para construir mais escolas, hospitais, estradas e tudo que ainda falta nesse país. A Globo,a Record,a Abril e outras não vão gostar? Bem, problema delas, se a empresa é privada que vá buscar anúncio de empresas privadas! Se bem que se isso acontecesse a Globo por exemplo iria reclamar muito, tipo “eu defendo o livre mercado mas só pros outros, não pra mim…”.

    Ramalho

    23/04/2013 - 22h09

    1 – O Estado não deveria pagar nada às emissoras como, aliás, acontece com a propaganda eleitoral gratuita, e sob o mesmo argumento que sustenta a gratuidade da proganda eleitoral.
    2 – As críticas sistemáticas das emissoras (mais dos jornais das empresas que as controlam) não as recomendam de forma alguma. Tais críticas não passam de chantagem, coisa do tipo, se você não me cobrir de grana, a coisa piora. Pois é, na Argentina, Cristina está pagando para ver se piora, para ver se a mídia a depõe. Até agora, Cristina continua governando. Se Cristina vencer a queda de braço, todos ganharão, inclusive o Brasil. Fora com o oligopólio da mídia!
    3 – O que recomenda as emissoras (que até não criticam diretamente o governo, mas, “apenas” omitem o que possa valorizá-lo e dão tom escandaloso ao que pode prejudicá-lo, pois a Globo, e se está a falar dela, não tem programa político) é produzir notícias e reportagens fiéis aos fatos, sem parcialidades e omissões.

guilherme

23/04/2013 - 12h42

Há 27 anos que eu não assisto a programação dessa emissora e me orgulho muito disso. Eu aprendi quem era essa gente, muito cedo, por isso Graças a DEUS me considero uma pessoa relativamente esclarecida. Tem gente do PT que fala, fala, mas você chega na casa deles adivinhe qual canal está sintonizado o seu aparelho de televisão? Dou um doce para quem adivinhar. Observe a audiência desse canal na classe média brasileira, e essa classe quer que se governe para ela.

Responder

Antonio Carlos Silva

23/04/2013 - 12h42

Querido Azenha, gostaria que você divulgasse aos nossos colegas do blog, que no dia 25/04, às 18:30, aqui no RJ, será realizado um importante debate sobre o “Mentirão 470″ . O endereço será na Rua do Carmo 38, 3º andar, com a presença do Deputado Federal Luiz Sérgio e das Deputadas Estaduais Cida Diogo e Inês Pandelo .

Por Favor, Divulgue !! Um Abração !!

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Adriano RJ

23/04/2013 - 12h21

É como aquela historia do pica-pau: 1 para você, 1,2,3 para mim… 2 para você, 1,2,3,4,5, para mim… assim é a rede globo no Brasil . 1 para você, dez para mim. Vergonha nacional.

Responder

José BSB

23/04/2013 - 12h19

A globo recebe essa bolada para condenar déficit na previdência, programas sociais, mandar a Dilma calar a boca, incompetência administrativa, alianças com governos populistas, apagão, mensalão…
Fazer o que, não é? O pessoal gosta…

Responder

leia

23/04/2013 - 11h43

È uma vergonha, o governo pagar para informar o povo sobre as campanhas de vacinacöes e outras mais. Se a concessäo é pública, o governo deveria ter o direito de anunciar sem pagar.

Responder

José BSB

23/04/2013 - 11h34

O PT paga para ser acusado de ameaçar a liberdade de imprensa.

Responder

    Luis Antônio dos Reis

    23/04/2013 - 17h32

    O PT não paga nada…

    o dinheiro é do ESTADO BRASILEIRO!

    enquanto os petistas não entenderem o básico, não vão chegar a conclusão alguma!

Gerson Carneiro

23/04/2013 - 11h32

Responder

carlos cruz

23/04/2013 - 11h22

As “midias” independentes, que ajudaram a eleger D.dilma do PT, que provaram ser a bolinha de papel uma “bolinha de papel” e não um tijolo, recebem migalhas…Viva o governo de direita do PT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Leandro Fortes comenta matéria de Luiz Carlos Azenha: Governo Federal gasta 6 bilhões só com a Globo | Maria Frô

23/04/2013 - 11h08

[…] ler o texto do Azenha, que provocou o comentário do Leandro Fortes destacado abaixo, clique aqui: Pimenta cobra; Secom diz que faz mídia “técnica”; Globo recebeu R$ 5,86 bi do governo federal … Atentem para a foto: Durante a reunião a tevê ligada!!!! E não, não é na TV Brasil, nem Helena […]

Responder

Fabio

23/04/2013 - 10h39

E a Dilma achando que governa a Suiça.

Responder

bento

23/04/2013 - 09h02

Legal!

O pt tem alimentado bem o seu carrasco…5,86 bi…isso vai sair bem caro em 2014…

Responder

Lei de meios de iniciativa popular busca 1,3 milhão de assinaturas - Viomundo - O que você não vê na mídia

23/04/2013 - 08h42

[…] Secom diz que faz mídia “técnica”; Globo levou quase 6 bi do governo federal desde 200… […]

Responder

Ramalho

23/04/2013 - 08h42

Certas instâncias de governo têm horror ao termo “política”. Percebe-se que a ministra defende-se com o “critério de mídia técnica”, em oposição, parece, a um “critério de mídia política”, como se critério técnico fosse necessariamente uma coisa boa, ou, ao menos, neutra. Primeiramente, tem-se de considerar que se for, apenas, para aplicar um critério técnico (que não se sabe bem qual é, aliás) não é necessário um ministério, bastaria um gerente de quinto escalão.

As questões, em verdade, são outras: o que a ministra chama de critério técnico é fruto de decisão política. Um exemplo de outra área: prevenir a ocorrência de gripe é decisão política, enquanto preveni-la por meio de vacina, e com a vacina A, ou B, são decisões técnicas.

Dos dados, vê-se que o critério técnico alegado pela ministra, na verdade, implementa uma POLÍTICA de concentração de renda em UMA ÚNICA empresa de televisão, o que, como consequência do poderio econômico desmedido por ela assim adquirido, causa concentração de audiência. A ministra está, acriticamente, sob alegado critério técnico, a conduzir uma POLÍTICA de concentração de audiência em uma única empresa de mídia.

A concentração desmedida de audiência enfraquece a democracia pela hipertrofia da expressão de um único segmento político, aquele no qual a empresa se insere. Fica-se, então, assim: o Estado concede ao grupo político (que no caso se opõe a ele, o governo) as faixas de frequência, e/ou o uso de equipamentos públicos para passagem de cabos e, ainda, dinheiro de propaganda, recursos que são de todos nós, para que um único segmento domine, com os nossos recursos, repita-se, o Estado e a Sociedade, isto é, nos domine (o efeito danoso da concentração pode ser constatado analisando-se o processo político em diversos países, como Argentina, México, Venezuela). Esto é o “critério técnico” de Dna. Chagas.

O dever maior de governo democrático, seu maior dever político, é assegurar a permanência da democracia. Ademais disto, este governo precisa dela para se manter e para dar curso a reformas importantes. O tal do critério técnico, na realidade político, é perigoso para a democracia e para o governo, é perigoso para todos nós.

Responder

Marcelo Figueiredo

23/04/2013 - 08h41

1- Muito dinheiro jogado na lata de lixo, a maioria dessa publicidade feita pelo governo é totalmente desnecessária. E olha que aí só tem o dinheiro gasto pelo governo federal. Imagina com os estados e municípios então.
2- Falácia: Boris Casoy foi demitido da Record por que o Lula mandou. Como pode ser isso se a tv na qual ele foi trabalhar recebeu o dobro do que recebia antes dele ir pra lá?
3- As tvs brasileiras quebrariam se não fosse a publicidade estatal. Talvez só a goebbels sobrevivesse mas teria que cortar muita gordura.
4- Não vejo tv aberta mais. Criei vergonha na cara. Porque vou dar audiência pra quem rouba descaradamente o dinheiro de nossos impostos, que poderia ser aplicado em saúde, educação etc?

Responder

Gerson Carneiro

23/04/2013 - 08h33

Análise Técnica

O corpo fala.

Afora o olhar de dispersão do primeiro à esquerda, os braços cruzados sobre a mesa indicam indisposição para negociar.

Além da observação do VIOMUNDO sobre a foto.

Está evidente que trata-se de conversa burocrática com finalidade de posar para foto.

Responder

Mardones

23/04/2013 - 08h28

Sugestão de pergunta para Helena Chagas:

– O que senhroa acha do histórico das organizações Globo no papel de aliada aos partidos de direita? (Se a Helena Chagas tiver dúvidas pode citar: editorial do Globo parabenizando o Golpe de 1964, a edição do JN do debate entre Collor e Lula; e mais recentemente os episódio da bolinha na cabeça do Serra e os 12 minutos sobre a condenação do Dirceu).

Responder

Roberto Locatelli

23/04/2013 - 08h27

Para começar, não é mais aceitável que a audiência da tv seja mensurada pelo ibope. É preciso que o governo federal contrate outra empresa, que não tenha as ligações que o ibope tem com a globo.

A empresa alemã GFK já está em negociação com as emissoras abertas para fazer a aferição da audiência. A globo, claro, resiste. Acho que o governo federal fazer uma licitação pública e contratar a GFK ou outra para aferir:
– qual a VERDADEIRA audiência das tvs abertas;
– qual a VERDADEIRA tiragem da veja, folha, estadao, etc;
– qual a VERDADEIRA audiência das emissoras de rádio.

A verba publicitária deveria levar em conta essa audiência e também a necessidade de diversificar os meios de comunicação para não termos uma ditadura da mídia. Sigamos o exemplo da ditadura chavista que é o Reino Unido.

Responder

Gerson Carneiro

23/04/2013 - 08h23

Análise técnica:

O corpo fala.

Os braços cruzados sobre a mesa indicam indisposição para negociar.

Responder

Neotupi

23/04/2013 - 08h13

Com relação à grande mídia privada, fica complicado pedir para o governo subsidiar grandes empresas comerciais quem tem menor audiência. Seria semelhante a pedir ao Ministério da Saúde repassar a mesma verba do SUS para dois hospitais privados conveniados na mesma cidade quando um faz 44 cirurgias e outro faz 14 (idênticas).
Faz mais sentido dar subsídios para TVs comunitárias e dar mais verbas para fortalecer a TV Brasil, para ter um jornalismo público e produções mais dinâmicas, para dar maior audiência.
As críticas à SECOM devem visar o surgimento e manutenção de pequenas novas mídias, para assegurar pluralidade, e não grandes empresas privadas que já tem suas concessões e ferramentas para lutar por audiência.

Responder

claudio

23/04/2013 - 07h57

Parabéns ao trabalho do Pimenta! E a divulgação pelo Viomundo!

Responder

Julio Silveira

23/04/2013 - 07h32

Sou dos que pensam que bom governo precisa de informação, mas não de concentração. Democracia não rima com concentração, democracia rima com diversificação, com pluralidade. Governo, quando é bom, tem defesa popular, tem reconhecimento natural, por isso não se justifica tanta concentração de recursos publicos num agente privado tão ideologicamente engajado contra um governo democraticamente eleito pela maioria. Acho muito estranho essa concentração e só posso entendê-la como proteção devido aos parceiros politicos do governo, gente que detem concessões publicas e são parceiros desses grupos no particular. Aliás devo dizer que o PT está perdendo uma grande oportunidade de fazer uma revolução cultural pacifica no país. Depois, se por omissão, por covardia, prevaricação, incompetência ou más companhias, perderem a identidade popular, não venham recitar discursos revolucionários buscando solidariedade da cidadania tal e qual vampiros atrás do sangue alheio. Façam agora, revolucionem, democratizem, estão com a faca e o queijo nas mãos, foi lhes dado credito para isso.

Responder

Ricardo C.L.

23/04/2013 - 06h46

CORREÇÃO NO COMENTÁRIO ANTERIOR: Onde se lê “o governo Dilma tem que pelo amor de Deus aos blogueiros que pucliquem uma resposta a reportagem escrota exibida pelo Fantástico do domingo passado. Vejam o que saiu no Conversa Afiada,

Leia-se O GOVERNO DILMA TEM QUE PEDIR PELO AMOR DE DEUS AOS BLOGUEIROS QUE PUBLIQUEM UMA RESPOSTA À REPORTAGEM ESCROTA EXIBIDA PELO FANTÁSTICO DO DOMINGO PASSADO.

Um outro assunto, SOBRE AS ELEIÇÕES DE 2014: já ficou claro que a Marina é a candidata do Itaú. Ontem os banqueiros publicaram uma nota dizendo que o candidato deles é o EDUARDO CAMPOS. Na nota eles RECRIMINARAM a postura de playboy (esse termo é meu) do Aécio Neves. Portanto, a coisa esta definida: Serra, o eterno derrotado; Aécio, o escanteado; Marina, a candidata do Itaú; Eduardo Campos, o candidato de todos os banqueiro e DILMA, NOSSA CANDIDATA.

Responder

Ricardo C.L.

23/04/2013 - 06h35

PELO AMOR DE DEUS, PUBLIQUEM

E o governo Dilma tem que pelo amor de Deus aos blogueiros que pucliquem uma resposta a reportagem escrota exibida pelo Fantástico do domingo passado. Vejam o que saiu no Conversa Afiada:

Nota à imprensa

Ferrovia Norte-Sul e Porto de Santos

Brasília, 22/04/2013 – A respeito da matéria “Deficiência estrutural nas ferrovias e portos faz Brasil desperdiçar bilhões”, exibida no programa Fantástico de 21/04/13, os Ministérios do Planejamento e Transportes, Secretaria de Portos e Valec Engenharia, Construções e Ferrovias SA esclarecem:

1. A ferrovia Norte-Sul, com 2.255 quilômetros de extensão, se encontra em três diferentes estágios:
a. Trecho Palmas/Açailândia: 719 quilômetros em operação
b. Trecho Palmas/Anápolis: 855 quilômetros em finalização de obras (90% de execução)
c. Trecho Anápolis/Estrela d’Oeste: 681 em obras (35% de execução)

2. A reportagem se concentrou no trecho entre as cidades de Palmas (TO) e Anápolis (GO) cujas obras estão sendo finalizadas e, de fato, não estão concluídas.

3. Quatro novos contratos, realizados pelo Regime Diferenciado de Contratação Pública (RDC), farão os serviços necessários para colocar o trecho entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), em operação, tais como: taludes, brita para sustentação dos dormentes, desvios e pátios de manobra. Esses contratos somam R$ 400 milhões: dois já estão com contratos assinados e dois em fase final de licitação.

4. Os 10% restantes de obras, entre o trecho entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), serão realizados até o final de 2013 e o segmento entrará em operação em 2014.

5. Em relação ao trecho Anápolis/Estrela d’Oeste, não é verdadeira a informação de que não há projeto para pontes e passagens. Todos os projetos executivos das 69 pontes ou passagens estão finalizados. 60 deles estão aprovados e os nove restantes, em fase final de análise. A previsão de conclusão de obras nesse trecho é julho de 2014.

6. Não é verdadeira também a informação sobre a dragagem do Porto de Santos. Ao contrário do que diz a matéria, recentemente foi concluída a primeira fase da dragagem de aprofundamento do canal de acesso e bacias de evolução do Porto. Essa dragagem amplia o acesso de grandes navios e eleva a capacidade de transporte de carga. Também foi concluída a implosão das pedras de Itapema e Teffé, além da retirada do navio Ais Georgis, que contribui para melhorar a movimentação de grandes embarcações.

7. No Porto de Santos, de 2002 a 2012, a movimentação de cargas aumentou em 97% e a quantidade de navios atracados, em 40%.

8. A reportagem não aborda os benefícios já gerados pelos trechos em operação da Ferrovia Norte-Sul e omite parte de sua história:

a. De 1987 a 2002 foram realizados 215 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul. A partir de 2003, foram concluídos 504 quilômetros entre Aguiarnópolis (TO) e Palmas (TO).
b. De 2008 até junho de 2012 já foram transportados quase 9 milhões de toneladas de grãos, minério de ferro e areia na Ferrovia Norte-Sul.
c. Em 2014, a Ferrovia Norte-Sul terá 2.255 quilômetro em operação: de Açailândia (MA) até Estrela D´Oeste (SP).
d. Em complemento, serão leiloados no segundo semestre de 2013 a concessão para construção e operação dos segmentos entre Açailândia (MA) e Vila do Conde (PA), fazendo a ligação da ferrovia ao norte para o Porto de Vila do Conde (PA); e entre Estrela D´Oeste (SP) – Panorama (SP) – Maracaju (MS) – Paranaguá (PR), complementando a ligação da ferrovia com portos do sul do país.
e. O PAC marca a retomada do modal ferroviário no transporte de cargas no Brasil, que manteve sua malha estagnada até meados de 1996.
f. O PAC representará uma ampliação da malha ferroviária de 5.050 quilômetros até 2016, muito superior aos 719 quilômetros de expansão da malha nos 20 anos que o antecederam. Além da Norte-Sul, destacam-se grandes obras como:
114 quilômetros em operação da Ferronorte, entre Alto Araguaia (MT) e Itiquira (MT).
146 quilômetros da Ferronorte, em fase final de obras: Itiquira (MT) e Rondonópolis (MT)
Ferrovia Transnordestina – 1.728 km
Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – Ilhéus (BA) – Barreiras (BA) – 1.022 km
g. Além disso, o Governo Federal lançou em agosto de 2012 o Plano de Investimentos em Logística (PIL), que prevê a ampliação da malha ferroviária nacional em mais de 10 mil km. Os leilões de concessão desses novos segmentos ferroviários estão previstos para o 2º semestre de 2013.
h. O planejamento de expansão da malha ferroviária pelo Governo Federal, somando PAC e as concessões permitirão a sua ampliação em mais de 15 mil km, mais de 50% da malha hoje existente, 28.700.

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Ministério dos Transportes
Secretaria de Portos
Valec Engenharia, Construções e Ferrovias SA

Em tempo: o Governo Federal de Cristina K entraria na Justiça para, com a mesma duração, desmentir, domingo que vem, o que Fantástico fez: http://g1.globo.com/fantastico/quadros/brasil-quem-paga-e-voce/noticia/2013/04/deficiencia-estrutural-nos-portos-e-ferrovias-faz-brasil-desperdicar-bilhoes.html

Em tempo2: sobre o tema “quem paga é voce”, quem paga, em boa parte é o Governo Federal, que enche a pança da Globo. A Petrobras, inclusive, patrocina a F-1, evento esportivo em que atletas brasileiros não vencem. (Às vezes, por contrato …)

Em tempo3: quando a SECOM vai buscar na Globo o BV das inserções do Governo e das estatais ? Por causa dele, o BV, o Pizzolatto vai em cana ..
Em tempo4: o Farol de Alexandria cedeu a Ferrovia do Nordeste a Benjamin Steinbruch por um abatimento no Imposto de Renda. Viva o Brasil ! Até hoje, o grande empreendedor Steinbruch nao concluiu a obra e vive a pedir “aditivos”…

Responder

FrancoAtirador

23/04/2013 - 04h25

.
.
Então ficamos assim:

Todos os cidadãos que recolhem impostos federais,

principalmente nós que votamos no PT para Presidente,

pagam, através do Governo Federal, à Rede Globo

mais de meio bilhão de reais por ano, em anúncios,

para que o Jornal Nacional, o Jornal da Globo,

o Bom Dia Brasil, o Jornal Hoje e o Fantástico

mintam diuturnamente, desinformando a população,

com o propósito de destruir esse mesmo Governo do PT.

Depois que a Mentira é espalhada para o mundo inteiro,

o mesmo Governo do PT publica uma notinha de desmentido.

E fica o dito pelo não dito, e a Globo com nosso dinheiro.
.
.
Conversa Afiada reproduz nota oficial do Governo:

Nota à imprensa

Ferrovia Norte-Sul e Porto de Santos

Brasília, 22/04/2013 – A respeito da matéria “Deficiência estrutural nas ferrovias e portos faz Brasil desperdiçar bilhões”, exibida no programa Fantástico de 21/04/13, os Ministérios do Planejamento e Transportes, Secretaria de Portos e Valec Engenharia, Construções e Ferrovias SA esclarecem:

1. A ferrovia Norte-Sul, com 2.255 quilômetros de extensão, se encontra em três diferentes estágios:
a. Trecho Palmas/Açailândia: 719 quilômetros em operação
b. Trecho Palmas/Anápolis: 855 quilômetros em finalização de obras (90% de execução)
c. Trecho Anápolis/Estrela d’Oeste: 681 em obras (35% de execução)

2. A reportagem se concentrou no trecho entre as cidades de Palmas (TO) e Anápolis (GO) cujas obras estão sendo finalizadas e, de fato, não estão concluídas.

3. Quatro novos contratos, realizados pelo Regime Diferenciado de Contratação Pública (RDC), farão os serviços necessários para colocar o trecho entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), em operação, tais como: taludes, brita para sustentação dos dormentes, desvios e pátios de manobra. Esses contratos somam R$ 400 milhões: dois já estão com contratos assinados e dois em fase final de licitação.

4. Os 10% restantes de obras, entre o trecho entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), serão realizados até o final de 2013 e o segmento entrará em operação em 2014.

5. Em relação ao trecho Anápolis/Estrela d’Oeste, não é verdadeira a informação de que não há projeto para pontes e passagens. Todos os projetos executivos das 69 pontes ou passagens estão finalizados. 60 deles estão aprovados e os nove restantes, em fase final de análise. A previsão de conclusão de obras nesse trecho é julho de 2014.

6. Não é verdadeira também a informação sobre a dragagem do Porto de Santos. Ao contrário do que diz a matéria, recentemente foi concluída a primeira fase da dragagem de aprofundamento do canal de acesso e bacias de evolução do Porto. Essa dragagem amplia o acesso de grandes navios e eleva a capacidade de transporte de carga. Também foi concluída a implosão das pedras de Itapema e Teffé, além da retirada do navio Ais Georgis, que contribui para melhorar a movimentação de grandes embarcações.

7. No Porto de Santos, de 2002 a 2012, a movimentação de cargas aumentou em 97% e a quantidade de navios atracados, em 40%.

8. A reportagem não aborda os benefícios já gerados pelos trechos em operação da Ferrovia Norte-Sul e omite parte de sua história:

a. De 1987 a 2002 foram realizados 215 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul. A partir de 2003, foram concluídos 504 quilômetros entre Aguiarnópolis (TO) e Palmas (TO).
b. De 2008 até junho de 2012 já foram transportados quase 9 milhões de toneladas de grãos, minério de ferro e areia na Ferrovia Norte-Sul.
c. Em 2014, a Ferrovia Norte-Sul terá 2.255 quilômetro em operação: de Açailândia (MA) até Estrela D´Oeste (SP).
d. Em complemento, serão leiloados no segundo semestre de 2013 a concessão para construção e operação dos segmentos entre Açailândia (MA) e Vila do Conde (PA), fazendo a ligação da ferrovia ao norte para o Porto de Vila do Conde (PA); e entre Estrela D´Oeste (SP) – Panorama (SP) – Maracaju (MS) – Paranaguá (PR), complementando a ligação da ferrovia com portos do sul do país.
e. O PAC marca a retomada do modal ferroviário no transporte de cargas no Brasil, que manteve sua malha estagnada até meados de 1996.
f. O PAC representará uma ampliação da malha ferroviária de 5.050 quilômetros até 2016, muito superior aos 719 quilômetros de expansão da malha nos 20 anos que o antecederam. Além da Norte-Sul, destacam-se grandes obras como:
114 quilômetros em operação da Ferronorte, entre Alto Araguaia (MT) e Itiquira (MT).
146 quilômetros da Ferronorte, em fase final de obras: Itiquira (MT) e Rondonópolis (MT)
Ferrovia Transnordestina – 1.728 km
Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – Ilhéus (BA) – Barreiras (BA) – 1.022 km
g. Além disso, o Governo Federal lançou em agosto de 2012 o Plano de Investimentos em Logística (PIL), que prevê a ampliação da malha ferroviária nacional em mais de 10 mil km. Os leilões de concessão desses novos segmentos ferroviários estão previstos para o 2º semestre de 2013.
h. O planejamento de expansão da malha ferroviária pelo Governo Federal, somando PAC e as concessões permitirão a sua ampliação em mais de 15 mil km, mais de 50% da malha hoje existente, 28.700.

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Ministério dos Transportes
Secretaria de Portos
Valec Engenharia, Construções e Ferrovias SA

Em tempo: o Governo Federal de Cristina K entraria na Justiça para, com a mesma duração, desmentir, domingo que vem, o que Fantástico fez: http://g1.globo.com/fantastico/quadros/brasil-quem-paga-e-voce/noticia/2013/04/deficiencia-estrutural-nos-portos-e-ferrovias-faz-brasil-desperdicar-bilhoes.html

Em tempo2: sobre o tema “quem paga é voce”, quem paga, em boa parte é o Governo Federal, que enche a pança da Globo. A Petrobras, inclusive, patrocina a F-1, evento esportivo em que atletas brasileiros não vencem. (Às vezes, por contrato …)

Em tempo3: quando a SECOM vai buscar na Globo o BV das inserções do Governo e das estatais ? Por causa dele, o BV, o Pizzolatto vai em cana ..

Em tempo4: o Farol de Alexandria cedeu a Ferrovia do Nordeste a Benjamin Steinbruch por um abatimento no Imposto de Renda. Viva o Brasil ! Até hoje, o grande empreendedor Steinbruch nao concluiu a obra e vive a pedir “aditivos”…

(http://www.conversaafiada.com.br/pig/2013/04/22/norte-sul-fantastico-mente-desbragadamente)

Responder

Alexandro Rodrigues

23/04/2013 - 03h39

Confesso que ao ver esse absurdo montante indo para os cofres dos Marinho eu cheguei a pensar: a Dilma merece perder em 2014!

Responder

maria utt

23/04/2013 - 02h58

Azenha, off topic mas é de interesse de todos. Adicione mais formas de contribuição ao blog, não é todo mundo que tem paypal/cartão de crédito. Grande abraço e ansiosa pra ver o documentário sobre os bastidores da globo ganhar vida.

Responder

    Julio Silveira

    23/04/2013 - 09h38

    Faço minha suas palavras. Eu mesmo quero colaborar, mais sou daqueles que não confiam seus dados bancários ao computador. Imagina enviar pela internet cujo controle sequer é brasileiro.

    Euler

    23/04/2013 - 13h39

    Apoiado. Eu não tenho cartão de crédito e quero contribuir.

    Valmont

    24/04/2013 - 14h09

    Aproveitando o parêntesis, acho que a turma do Viomundo deveria dar mais ênfase à campanha de contribuições. Está tímida demais. Sei que vocês estão super-atarefados, mas marketing é fundamental.
    Talvez faltem colaborações nesse campo essencial.
    Essa iniciativa de vocês é muito importante e precisa ser apresentada com entusiasmo. Se este é o pontapé inicial, precisamos aplicar toda a força.
    Sei que o Viomundo está destinado a ser o maior portal de jornalismo independente do Brasil.

Marcio H Silva

23/04/2013 - 02h30

A pergunta seria:Porque a TV paga ( fechada ) ainda é tão cara em nosso país, já que recebe 10% de toda verba publicitária dogoverno? Porque a TV fechada ( paga ) transmite comercial de empresa privada? não seria o caso de haver uma legislação que iniba estes abusos cometidos pela tv fechada?

Responder

Euler

23/04/2013 - 02h28

E pensar que uma parte substanciosa do que eu pago em impostos diretos e indiretos – eu e milhões de cidadãos – é tão mal gasta. Melhor seria jogar este dinheiro no lixo, pois seria menos nocivo à população. O governo federal (estariam incluídos os gastos publicitários das estatais?) gasta R$ 5 bilhões para que meia dúzia de ridículos comentaristas e editores e apresentadores se debrucem na tarefa de destruir as poucas ações do governo em favor dos de baixo. Ahhhh, nós merecemos isso!

Responder

André Luis de Alencar

23/04/2013 - 01h01

Se a audiência não é um bom critério para alocação de verbas de PUBLICIDADE, qual seria o critério justo?

Vejam bem, o dinheiro não é de incentivo, doação, ajuda, empréstimo subsidiado… Trata-se de VERBA DE PUBLICIDADE! (O Governo querendo mostrar seus “feitos” para os eleitores da próxima eleição!)

Dizer q a Globo recebeu uma “enormidade” é relativo!

Pela tabela, a Record, por exemplo, ganhou proporcionalmente mais dinheiro q a Globo… a Rede TV, então, foi a q proporcionalmente mais ganhou!

Se os canais fechados de maior audiência forem ligados à Globo, méritos pra GLOBO!

Repito:

Qual o critério JUSTO para substituir a audiência na alocação da verba de PUBLICIDADE?

Lamento q um profissional como o Azenha, com tantos anos de estrada, se deixe levar por esse discurso tolo só pra seguir com a maré!

Responder

    Valmont

    24/04/2013 - 12h55

    A audiência deve ser UM DOS CRITÉRIOS e não o ÚNICO CRITÉRIO para a distribuição dos gastos públicos.

    O que se está cobrando é uma política efetiva de COMBATE AO MONOPÓLIO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL (princípio expresso na Constituição Federal).

    O argumento apresentado pelo Secretário Executivo da SECOM não convence nem a um cidadão simplório como eu, muito menos a quem entende realmente a história da comunicação social no Brasil.

    Está na hora de mudar. As “famiglias” que mandam e desmandam na comunicação desde a Ditadura já estão completando quase meio século no poder.

    Para ter uma ideia do que se está discutindo, põe no google: Daniel Herz, A História Secreta da Rede Globo e leia a obra do Doutor Venício Lima.

    Venício Lima: Por que o governo deve apoiar a mídia alternativa (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=208087&id_secao=6)

    “… levantamento realizado pelo jornal Folha de S. Paulo, a partir de dados da própria Secom-PR, publicado em setembro de 2012, revela que nos primeiros 18 meses de governo Dilma Rousseff (entre janeiro de 2011 e julho de 2012), apesar da distribuição dos investimentos de mídia ter sido feita para mais de 3.000 veículos, 70% do total dos recursos foram destinados a apenas dez grupos empresariais (ver ‘Globo concentra verba publicitária federal’, CartaCapital, 13/9/2012).

    Vale dizer, o aumento no número de veículos programados não corresponde, pelo menos neste período, a uma real descentralização dos recursos. Ao contrário, os investimentos oficiais fortalecem e consolidam os oligopólios do setor em afronta direta ao parágrafo 5º do artigo 220 da Constituição Federal de 1988, que reza:

    ‘Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de oligopólio ou monopólio.'”

    Luis Antonio dos Reis

    24/04/2013 - 14h43

    O cidadão falou, falou, falou e não disse absolutamente nada!

    Qual seria, além da audiência, o critério de preferência dos petistas?

    quantidade de notícias favoráveis ao Governo?

    elogios publicados?

    lembro q o dinheiro q estamos falando é de PUBLICIDADE (propaganda) e não é nenhumm incentivo fiscal ou coisa parecida… é COMPRA DE ESPAÇO, pagamento por serviço!

psgd

23/04/2013 - 01h01

Essa SECOM vai secar os votos da Presidenta Dilma na próxima eleição. A Presidenta deve ser uma fiel seguidora do ditado popular “falem mal, mas falem de mim”. E aí a mídia deita e rola. É a SECOM pagando e ela descendo o malho no governo. Mata dois coelhos com uma cajadada só, engorda a sua conta bancária com dinheiro público e, ao mesmo tempo, inviabiliza a reeleição da Presidenta.

Responder

Rasec

23/04/2013 - 00h57

Excelente! Vamos apertar por aí! Isso é mil vezes mais devastador, no momento, do que lei de meios. Distribui um pouco melhor esse dinheiro pra ver! E esses BVs? Não seria adequado explicar pra sociedade?
Pq as empresas ainda são obrigadas a publicar seus Balanços em jornais de grande circulação (!!!) já que hj qualquer acionista poderia ter acesso a esses dados através da Internet? Não haveria uma redução no custo das empresas? E ajudaria a enterrar de vez essa mídia rica, elitista e golpista?

Responder

jose carlos santini

23/04/2013 - 00h56

É SO O QUE FALTAVA A BOLSA MIDIA !!!!!

Responder

    bento

    23/04/2013 - 09h12

    Essa foi ótima!o bolsa pig ( kkkkkk )…só mesmo o partido que tem medo de tudo…

jaime

23/04/2013 - 00h05

Minha sugestão de perguntas:
Primeira: já que a Globo é a emissora do governo, segundo avaliação de José Dirceu, não seria mais barato que ela entrasse também nesse pacote de privatizações, ou concessões, ou Parcerias Público Privadas, e a partir daí funcionasse dentro das regras do mercado, sem depender da verba desse governo “intervencionista”, ou isso seria considerado pela Globo como censura?
Perguntar não ofende; eu só queria entender…
Segunda pergunta: não seria mais conveniente transferir o dinheiro do Bolsa Mídia para o Bolsa Família, pelo menos temporariamente, ou isso seria considerado pela Globo como uma atitude de censura?
Perguntar não ofende; eu só queria entender…
Terceira pergunta: quando se fala em liberdade de imprensa, esta expressão teria alguma coisa a ver com as opiniões manifestadas nos blogs alternativos, ou essas opiniões constituem uma censura ao direito da Globo de manifestar a sua versão dos fatos?
Perguntar não ofende; eu só queria entender…

Responder

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