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Cartas de Minas
Cartas de Minas

O gráfico da Ley de Medios na Argentina

06 de novembro de 2012 às 21h45

sugerido pelo Flávio Lomeu, no Facebook

 

23 Comentários escrever comentário »

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Henrique Pinheiro

09/11/2012 - 21h16

Na página de origem da imagem, há também um link para estudo realizado pela Câmara. Vale a leitura:

http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/4023/argentina_nova_lins.pdf?sequence=1

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Guilherme Varella: Você, internauta, sob dupla ameaça « Viomundo – O que você não vê na mídia

09/11/2012 - 20h41

[…] O gráfico da Ley de Medios na Argentina […]

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Ley de Medios, na Argentina « trapos e bagaços

07/11/2012 - 21h27

[…] A lei entra em vigor no dia 7 de dezembro, e é um modelo para a democratização das mídias tradicionais. Veja um esquema resumido da lei, tirado daqui. […]

Responder

FrancoAtirador

07/11/2012 - 16h48

.
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A isonomia faz a lei justa e, portanto, democrática.
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Responder

Gilberto

07/11/2012 - 15h06

Quem controla o que você sabe, controla o que você pensa… o sensoriamento e distribuição seletiva de inflormação, carregada de intencionalidade é um dos mais perversos meios de controle de pessoas

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    RicardãoCarioca

    07/11/2012 - 16h37

    Concordo contigo e por isso sou a favor da Ley de Medios.

    Aqui no RJ, um grande conclomerado midiático tem TV, Rádios, Jornais, Revistas, Portais na Internet e produz Filmes. Uma mesma opinião, sobre qualquer assunto, é igual em todos esses meios de comunicação. Se quiserem falar de um assunto, falarão da mesma maneira em todas essas fontes; se não quiserem falar de outro assunto, não adianta controle remoto porque não a encontraríamos, só na concorrência e talvez. Por isso é extremamente necessário descentralizar, pulverizar a propriedade das empredas de mídia, para que tenhamos opiniões diferentes sobre o mesmo assunto e assim, termos a oportunidade de formarmos uma opinião mais concistente.

luiz mattos

07/11/2012 - 13h13

Que inveja dos Hermanos e da coragem de Cristina.Em 2014,Cristina para presidenta do Brasil.

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    Luís

    07/11/2012 - 20h42

    Inveja mesmo dos argentinos. Enquanto isso, a gente tem que aturar essa porcaria.

Bertold

07/11/2012 - 12h41

Parabens às lideranças do governo argentino atual. Seu país caminha no sentido de alargar os horizontes da sociedade democrática, radicaliando-as. A esquerda da Argentina no governo consegue ir além dos discursos, iniciado no Forum da São Paulo no começo dos anos 90, e pôr em prática não só a dministração da economia, com o combate à pobreza e às desigualdades, mas também o objetivo da radicaliação da democracia política, objetivos que o PT também incorporou no seu programa no 1º Congresso mas que hoje faz de conta que nunca assumiu isso e se contenta só em “administrar” a economia e vencer eleições.

Responder

Roberto Seixas

07/11/2012 - 09h27

Por que uma lei deste tipo não é feita no Brasil, pois ela protege o bem público, afinal somos uma república (ou não ?), e também protege a cultura nacional contra a invasão de lixo “gringo” sem conteúdo cultural, as cotas na radiodifusão poderiam ser discutidas (negociadas) porém sem deixar de valorizar a cultura nacional, e ainda por cima diminui o poder das oligarquias midiáticas ?

Eu acho que no Brasil se deveria valorizar mais a atividade jornalística (profissional ou não), e não apenas a exploração do negócio de imprensa (explorado pelas corporações) como é feito hoje (o que cria um poder paralelo ao do Estado) ! Afinal vivemos numa democracia, onde o poder deve emanar do povo e não de apenas de um grupo ou do capital !

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    Fabio Passos

    07/11/2012 - 14h17

    O Brasil não pode permanecer refém de oligarcas golpistas como o clã marinho das organizações globo.

    Já passou da hora de eliminar este absurdo monopólio da informação no Brasil.

Mardones Ferreira

07/11/2012 - 09h23

A criação de um conselho é salutar, desde que não siga os costumes de nomeação das agências reguladoras de serviços brasileiras, que costumam ser presididas por agentes ligados às empresas que devem regular e que, via de regra, não faz nada para atender às reclamações dos que pagam pelos serviços (ruins e caros)recebidos.

Achei interessante a ideia da divisão tripartite, embora ache que no comunitário cabe atores de pesos e poderes desproporcionais, como associações de classes e líderes de comunidade, por exemplo.

Senti falta da limitação da ”propriedade cruzada”.

Mas não podemos esquecer que o representante da ONU elogiou a iniciativa Argentina. Certamente por se aproximar do que já existe em alguns países da Europa e nos EUA.

Só falta o Brasil.

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Fabio Passos

06/11/2012 - 23h31

Um tremendo avanço democrático.

É preciso recuperar o direito da sociedade se expressar com pluralidade.

Hoje 1% da população exerce um monopólio da informação.
Além do poder econômico, tem o poder de censurar temos e pontos de vista que não interessam a “elite”.

Já passou da hora de derrubar estas decrépitas oligarquias midiáticas.

O Brasil precisa seguir este bom exemplo.

Enquanto houver PiG a democracia corre risco.

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    Giovani

    07/11/2012 - 08h07

    A democracia corre risco com essa lei… Lembrem-se que entregar isso ao governo é perigoso, ainda mais que hoje o governo é pt, mas amanhã pode ser de outro partido… Estão criando corda para se enforcar.

    Fabio Passos

    07/11/2012 - 14h15

    Errado.

    A democracia corre risco quando 5 oligarquias decrépitas decidem o que os brasileiros devem ou não saber.
    O PiG não tem este nome à toa. É fato indiscutível: A mídia oligárquica é golpista.

    Já a regulamentação e democratização da mídia é proposta e aprovada por representantes escolhidos pelo povo.

    JANDIR

    07/11/2012 - 16h03

    MEU QUERIDO, NÃO CONFUNDA GOVERNOS COM ESTADO, COM CIDADANIA. GOVERNOS PASSAM E O CIDADÃO SEMPRE FICA.
    ABRAÇOS

    abolicionista

    07/11/2012 - 23h50

    Discordo completamente, note-se o exemplo da França, que há muito tempo possui uma lei muito mais restritiva do que essa. Comentários genéricos em “catastrofistas” são fruto, ou de maldade ou de ignorância.

    Rodrigo Leme

    07/11/2012 - 08h35

    Ô, a democracia vibra quando se impõe a obrigação de 70% de conteúdo local. Fala muito sobre o direito de escolha do público. Eu me senti mais livre depois de ler isso.

    Algumas iniciativas são boas (fim das concessões a políticos, preservação de crianças / adolescentes), outras são impositivas e antidemocráticas (como a cota) e outras são apenas disfarce mal explicado:

    1. Como alguém acha que seria a “licitação” de concessões no Brasil?
    2. O que é o “comunitário” na divisão tripartite?
    3. O que é pluralidade de opiniões? É pluralidade política, cultural, social…? É muito fácil usar isso como desculpa para distribuir concessões entre entidades diversas, mas sob o mesmo pano político. Ou seja, democratizar só na aparência.

    Flavio Lomeu

    07/11/2012 - 18h42

    Rodrigo, a Câmara dos Deputados fez um excelente resumo sobre a Ley de Medios argentina, caso você tenha interesse de sanar sua dúvida, leia o arquivo: http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/4023/argentina_nova_lins.pdf?sequence=1

    Matheus

    07/11/2012 - 12h43

    Não existe isso de “entregar para o governo”. Impositiva é a lei do Brasil, que mantém a ditadura midiática de meia dúzia de famílias. A Ley de Medios da Argentina é um grande avanço. Não entendo essa gente que acredita piamente que o controle plutocrático absoluto da mídia representa algum tipo de “liberdade”. Talvez para os seus (poucos) donos, mas não para o povo.

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