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O dia em que tentaram implantar um crachá para brasileiro andar no Brasil

26 de outubro de 2010 às 13h40

O dia em que FHC decidiu alugar um pedaço do Brasil

do Viomundo antigo

Atualizado em 07 de setembro de 2009 às 13:31 | Publicado em 24 de março de 2008 às 23:21

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SÃO PAULO – Um dos papéis mais importantes da internet é o de ajudar a disseminar informação. Ainda que muita gente se divirta com os bate-bocas eletrônicos, eu particularmente acho que essa é uma ferramenta essencial para a educação. E isso se deve a um fator muito específico: a internet fez com que o custo de transmissão e armazenamento de informações despencasse.

Graças à internet podemos, por exemplo, ter informações completas sobre um dos episódios mais patéticos da História recente do Brasil, que se deu em 18 de abril de 2000: a assinatura de um acordo entre o então ministro da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Sardenberg, e o então embaixador dos Estados Unidos em Brasília, Anthony Harrington.

O acordo viria a ser anulado, diante da reação de políticos e militares. Tratava do uso, pelos Estados Unidos, da base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão. Na época ainda era possível fazer acordos de bastidores em Brasília sem que a maioria da população brasileira soubesse de nada. Hoje a maioria prefere acompanhar o Big Brother, mas ao menos tem a oportunidade, se quiser, de saber o que se passa.

Tendo morado 17 anos nos Estados Unidos, sei exatamente como funcionam os americanos. São pragmáticos. Se você der um dedo, eles querem os 20. Se oferecer a mão, querem o corpo inteiro. Não é preciso emitir qualquer opinião a respeito do acordo. É só ler o texto. Revela uma postura inacreditável do governo de Fernando Henrique Cardoso em relação à soberania nacional e ao próprio território brasileiro. Subserviência com assinatura embaixo.

Do artigo III, Disposições Gerais, letra E, sobre a República Federativa do Brasil:

Não utilizará os recursos obtidos de Atividades de Lançamento em programas de aquisição, desenvolvimento, produção, teste, liberação, ou uso de foguetes ou de sistemas de veículos aéreos não tripulados (quer na República Federativa do Brasil quer em outros países).

Ou seja, o Brasil não poderia usar o dinheiro do aluguel de uma base estratégica para investir em seu próprio programa espacial.

Do artigo IV, Controle de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos, número 3:

Em qualquer Atividade de Lançamento, as Partes tomarão todas as medidas necessárias para assegurar que os Participantes Norte-ameircanos mantenham o controle sobre os Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos, a menos que de outra forma autorizado pelo Governo dos Estados Unidos da América. Para tal finalidade, o Governo da República Federativa do Brasil manterá disponível no Centro de Lançamento de Alcântara áreas restritas para o processamento, montagem, conexão e lançamentos dos Veículos de Lançamento e Espaçonaves por Licenciados Norte-americanos e permitirá que pessoas autorizadas pelo Governo dos Estados Unidos da América controlem o acesso a estas áreas.

Brasileiros teriam que pedir autorização dos Estados Unidos para se locomover em território nacional.

Do artigo VI, Controles de Acesso, número 5:

O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que todos os Representantes Brasileiros portem, de forma visível, crachás de identificação enquanto estiverem cumprindo atribuições relacionadas com Atividades de Lançamento. O acesso às áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, e aos locais e áreas que tenham sido especificamente reservados exclusivamente para trabalhos com Veículos de Lançamento, Espaçonaves e Equipamentos Afins será controlado pelo Governo dos Estados Unidos da América ou, como autorizado na(s) licença(s) de exportação, por Licenciados Norte-americanos, por meio de crachás que serão emitidos unicamente pelo Governo dos Estados Unidos da América ou por Licenciados Norte-americanos, se autorizados pelo Governo dos Estados Unidos da América, e incluirão o nome e a fotografia do portador.

Brasileiro teria que usar crachá emitido pelo governo dos Estados Unidos para ter acesso a um pedaço do território brasileiro, uma espécie de passaporte interno, guardadas as devidas proporções.

Do Artigo VII, Procedimentos para Processamento, letra A:

Todo transporte de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e de Dados Técnicos para ou a partir do território da República Federativa do Brasil deverá ser autorizado antecipadamente pelo Governo dos Estados Unidos da América, e tais itens poderão, a critério do Governo dos Estados Unidos da América, ser acompanhados durante o transporte por agentes autorizados pelo governo dos Estados Unidos da América.

Letra B:

Quaisquer Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e/ou Dados Técnicos transportados para ou a partir do território da República Federativa do Brasil e acondicionados apropriadamente em “containers” lacrados não serão abertos para inspeção enquanto estiverem no território da República Federativa do Brasil. O Governo dos Estados Unidos da América fornecerá às autoridades brasileiras competentes relação do conteúdo dos “containers” lacrados, acima referidos.

Equivale à abolição parcial da Alfândega brasileira. Parece ficção, mas o acordo que inclui os trechos reproduzidos acima foi assinado por um ministro do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2000.

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Julgue você mesmo:

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA SOBRE SALVAGUARDAS TECNOLÓGICAS RELACIONADAS À PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA NOS LANÇAMENTOS A PARTIR DO CENTRO DE LANÇAMENTO DE ALCÂNTARA

O Governo da República Federativa do Brasil
e
O Governo dos Estados Unidos da América (doravante denominados “as Partes”),

Desejando expandir a bem sucedida cooperação realizada sob a égide do Acordo-Quadro entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América sobre a Cooperação nos Usos Pacíficos do Espaço Exterior, assinado em 1º de março de 1996,
Levando em conta a política estabelecida pelo Governo da República Federativa do Brasil de promover o uso comercial do Centro de Lançamento de Alcântara,
Comprometidos com os objetivos da não-proliferação e controle de exportação, como contemplado nas Diretrizes do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, e
Acreditando que a colaboração continuada na promoção de seus interesses mútuos concernentes àproteção de tecnologias avançadas poderia servir como uma reafirmação do desejo comum de desenvolver ainda mais a cooperação científica e tecnológica e a cooperação entre suas respectivas empresas afins do setor privado.

Acordam o seguinte:

ARTIGO I

Objetivo

Este acordo tem com objetivo evitar o acesso ou a transferência não autorizados de tecnologias relacionadas com o lançamento de Veículos de Lançamento, Espaçonaves por meio de Veículos de Lançamento Espacial ou Veículos de Lançamento e Cargas Úteis por meio de Veículos de Lançamento a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.

ARTIGO II

Definições

Para fins deste Acordo se aplicarão as seguintes definições:

1. “Espaçonaves” – quaisquer espaçonaves, grupos de espaçonaves, sistemas ou subsistemas de espaçonaves, componentes de espaçonaves (incluindo satélites, grupos de satélites, sistemas ou subsistemas de satélites e/ou componentes de satélites), e/ou motores de transferência orbital autorizados para exportação pelo Governo dos Estados Unidos da América e utilizados para executar Atividades de Lançamento.

2. “Veículos de Lançamento” – quaisquer veículos lançadores, propulsores, adaptadores com sistemas de separação, coifas para carga útil e/ou respectivos componentes que tenham sido autorizados para exportação pelo Governo dos Estados Unidos da América e utilizados para realizar Atividades de Lançamento.

3. “Cargas Úteis” – quaisquer espaçonaves, grupos de espaçonaves, sistemas ou subsistemas de espaçonaves, componentes de espaçonaves (incluindo satélites, grupos de satélites, sistemas ou subsistemas de satélites, e/ou componentes de satélite), e/ou motores de transferência orbital autorizados a serem exportados para a República Federativa do Brasil por outro governo que não o Governo dos Estados Unidos da América, para lançamento em Veículos de Lançamento Espacial a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.

4. “Veículos de Lançamento Espacial” – quaisquer veículos lançadores, propulsores, adaptadores com sistemas de separação, coifas para carga útil e/ou respectivos componentes que tenham sido autorizados para exportação para a República Federativa do Brasil por um governo que não o Governo dos Estados Unidos da América para lançamento a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.

5. “Equipamentos Afins” – equipamentos de apoio, itens subsidiários e respectivos componentes e peças sobressalentes que tenham sido autorizados para exportação pelo Governo dos Estados Unidos da América e necessários para realizar Atividades de Lançamento.

6. “Dados Técnicos” – informação, sob qualquer forma, incluindo a oral, que não seja publicamente disponível, necessária para o projeto, a engenharia, o desenvolvimento, a produção, o processamento, a manufatura, o uso, a operação, a revisão, o reparo, a manutenção, a modificação, o aprimoramento ou a modernização de Veículos de Lançamento, Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins. Tal informação inclui, dentre outras, informação no formato de plantas, desenhos, fotografias, materiais de vídeo, planos, instruções, programas de computador e documentação.

7. “Atividades de Lançamento” – todas as ações relacionadas com o lançamento de Espaçonaves por meio de Veículos de Lançamento ou Veículos de Lançamento Espacial e o lançamento de Cargas Úteis por meio de Veículos de Lançamento, desde as discussões técnicas inicias até o lançamento e retorno dos Equipamentos Afins e dos Dados Técnicos da República Federativa do Brasil para os Estados Unidos da América, ou para outro local aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América e, na eventualidade de o lançamento ter sido cancelado ou falhado, até o retorno dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, Dados Técnicos e/ou quaisquer Componentes e/ou Escombros, recuperados e identificados, de Veículos de Lançamento, Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins para os Estados Unidos da América ou para outro local aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América.

8. “Planos de Controle de Tecnologias” – quaisquer planos desenvolvidos por Licenciados pelo Governo dos Estados Unidos da América, em consulta com Licenciados pelo Governo da República Federativa do Brasil, os quais são aprovados pela agência ou agências competentes das Partes, antes da entrega de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, ou Equipamentos Afins no território da República Federativa do Brasil, e que delineiem as medidas de segurança a serem implementadas durante as Atividades de Lançamento, inclusive em situações de emergência.

9. “Participantes Norte-americanos” – quaisquer Licenciados pelo Governo dos Estados Unidos da América, seus contratados, subcontratados, empregados, ou agentes, quer sejam cidadãos dos Estados Unidos da América quer de outros países, ou quaisquer servidores do Governo dos Estados Unidos da América ou contratados, subcontratados, empregados, ou agentes, quer sejam cidadãos dos Estados Unidos da América quer de outros países que, em função de uma licença de exportação emitida pelos Estados Unidos da América, participem de Atividades de Lançamento, e que estejam sujeitos à jurisdição e/ou ao controle dos Estados Unidos da América.

10. “Representantes Brasileiros” – quaisquer pessoas, que não Participantes Norte- americanos, quer cidadãos da República Federativa do Brasil quer de outros países, que tenham ou possam ter acesso a Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos, e que estejam sujeitos à jurisdição e/ou ao controle da República Federativa do Brasil.

11. “Licenciados Norte-americanos” – quaisquer pessoas para as quais for(em) emitida(s) licença(s) de exportação, de acordo com as leis e regulamentos norte-americanos para exportação de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e/ou Dados Técnicos.

12. “Licenciados Brasileiros” – quaisquer pessoas que sejam identificadas nas licenças de exportação pertinentes emitidas pelos Estados Unidos da América e que sejam autorizadas, em conformidade com as leis e regulamentos da República Federativa do Brasil, a executar Atividades de Lançamento.

ARTIGO III

Disposições Gerais

1. A República Federativa do Brasil:

A) Não permitirá o lançamento, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, de Cargas Úteis ou Veículos de Lançamento Espacial de propriedade ou sob controle de países os quais, na ocasião do lançamento, estejam sujeitos a sanções estabelecidas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas ou cujos governos, a juízo de qualquer das Partes, tenham dado, repetidamente, apoio a atos de terrorismo internacional.

B) Não permitirá o ingresso significativo, qualitativa ou quantitativamente, de equipamentos, tecnologias, mão-de-obra, ou recursos financeiros, no Centro de Lançamento de Alcântara, provenientes de países que não sejam Parceiros (membros) do Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, exceto se de outro modo acordado entre as Partes.

C)Assegurará que nenhum Representante Brasileiro se apodere de quaisquer equipamento ou tecnologia que tenham sido importados para apoiar Atividades de Lançamento, exceto se especificado de outra maneira pelo governo do país exportador.

D)Tomará todas as medidas necessárias para assegurar que projetos relacionados às Atividades de Lançamento, ou itens importados para utilização em tais projetos, não sejam empregados para outros propósitos, exceto se acordado entre o Governo da República Federativa do Brasil e o governo do país exportador.

E) Não utilizará recursos obtidos de Atividades de Lançamento em programas de aquisição, desenvolvimento, produção, teste, liberação, ou uso de foguetes ou de sistemas de veículos aéreos não tripulados (quer na República Federativa do Brasil quer em outros países). O disposto neste parágrafo não impede o uso de tais recursos para o desenvolvimento, aprimoramento ou manutenção de aeroportos, portos, linhas férreas, estradas, sistemas elétricos ou de comunicações no Centro de Lançamento de Alcântara, ou a este direcionados, que beneficiam diretamente os lançamentos de Veículos de Lançamento ou Veículos de Lançamento Espacial, a partir daquele Centro.

F) Firmará acordo juridicamente mandatórios com os outros governos que tenham jurisdição ou controle sobre entidades substancialmente envolvidas em Atividades de Lançamento. O objetivo principal e os dispositivos de tais acordos deverão ser equivalentes àqueles contidos neste Acordo, exceto no que se refere a este Artigo e se de outra forma acordado entre as Partes. Particularmente, esses acordos deverão obrigar tais outros governos a exigir de seus Licenciados que cumpram compromissos em sua essência equivalentes aos previstos nos Planos de Controle de Tecnologias, pelos quais o Governo dos Estados Unidos da América assegura que os Participantes Norte-americanos cumpram o estabelecido no parágrafo 4 do Artigo IV deste Acordo.

2. Para cada Atividade de Lançamento, as Partes deverão nomear uma entidade para supervisionar o intercâmbio de Dados Técnicos entre as autoridades operacionais brasileiras do Centro de Lançamento de Alcântara e entidades não-brasileiras envolvidas naquela Atividade de Lançamento.

3. Será intenção do Governo dos Estados Unidos da América, em consonância com as leis, regulamentos e políticas oficiais dos Estados Unidos da América, bem como os dispositivos deste Acordo, aprovar as licenças de exportação necessárias à execução de Atividades de Lançamento. Entretanto, nada neste Acordo restringirá a autoridade do Governo dos Estados Unidos da América para tomar qualquer ação com respeito ao licenciamento da exportação, de acordo com as leis, regulamentos e políticas dos Estados Unidos da América.

ARTIGO IV

Controle de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos

1. Este Acordo estabelece os procedimentos de salvaguarda de tecnologias a serem seguidos para Atividades de Lançamento, incluindo os procedimentos para controlar o acesso a Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, Dados Técnicos, e às áreas onde estejam tais itens no Centro de Lançamento de Alcântara. Este Acordo se aplicará a todas as fases das Atividades de Lançamento, incluindo as atividades em todas as instalações dos Licenciados Norte-americanos, as atividades em todas as instalações sob jurisdição e/ou controle da República Federativa do Brasil, bem como as atividades dos Representantes Brasileiros e dos Participantes Norte-americanos. Este Acordo também se aplicará a todas as fases do transporte dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e/ou Dados Técnicos.

2. Com exceção do previsto no Artigo VI e no Artigo VIII (3) deste Acordo, ou do que tenha sido autorizado antecipadamente por meio de licenças de exportação emitidas pelo Governo dos Estados Unidos da América, ou de outra maneira autorizado antecipadamente pelo Governo dos Estados Unidos da América, o Governo da República Federativa do Brasil tomará todas as providências necessárias para prevenir o acesso desacompanhado ou não monitorando, inclusive por qualquer meio técnico, de Representantes Brasileiros a Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, Dados Técnicos e/ou às áreas restritas, referidas no parágrafo 3 deste Artigo.

3. Em qualquer Atividade de Lançamento, as Partes tomarão todas as medidas necessárias para assegurar que os Participantes Norte-americanos mantenham o controle sobre os Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos, a menos que de outra forma autorizado pelo Governo dos Estados Unidos da América. Para tal finalidade, o Governo da República Federativa do Brasil manterá disponível no Centro de Lançamento de Alcântara áreas restritas para o processamento, montagem, conexão e lançamento dos Veículos de Lançamento e Espaçonaves por Licenciados Norte-
americanos e permitirá que pessoas autorizadas pelo Governo dos Estados Unidos da América controlem o acesso a essas áreas. Os limites dessas áreas deverão ser claramente definidos.

4. Cada Parte assegurará que todas as pessoas sob a jurisdição e/ou controle do respectivo Estado que participem ou de outra maneira tenham acesso às Atividades de Lançamento acatarão os procedimentos especificados neste Acordo. O Governo dos Estados Unidos da América exigirá que os Licenciados Norte-americanos envolvidos nas Atividades de Lançamento no Centro de Lançamento de Alcântara elaborem um Plano de Tecnologias, que reflita e inclua os elementos pertinentes a este Acordo. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que os Representantes Brasileiros cumprirão com as obrigações estabelecidas nos Planos de Controle de Tecnologias. O Governo dos Estados Unidos da América assegurará que os Participantes Norte-americanos cumprirão com as obrigações estabelecidas nos Planos de Controle de Tecnologias. Em caso de conflito entre os dispositivos deste Acordo e os dispositivos de qualquer Plano de Controle de Tecnologias, prevalecerão os dispositivos deste Acordo.

5. O Governo dos Estados Unidos da América envidará seus melhores esforços para assegurar a continuidade da(s) licença(s) norte-americanas com vistas ao término das Atividades de Lançamento. Se o Governo dos Estados Unidos da América concluir que qualquer dispositivo deste Acordo ou dos Planos de Controle de Tecnologias para quaisquer Atividades de Lançamento tenha sido violado, poderá suspender ou revogar qualquer (quaisquer) licença(s) de exportação relacionada(s) a tais lançamentos.

A) No caso de qualquer (quaisquer) licença(s) de exportação ser(em) suspensa(s) ou revogada(s), o Governo dos Estados Unidos da América deverá prontamente notificar o Governo da República Federativa do Brasil e explicar as razões dessa decisão.

B) Caso o Governo dos Estados Unidos da América revogue suas licenças de exportação, o Governo da República Federativa do Brasil não deverá interferir nessa decisão e, se necessário, deverá facilitar o retorno imediato aos Estados Unidos da América, ou a outro local aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América, em conformidade com o estabelecido na licença de exportação emitida pelos Estados Unidos da América, dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos que tenham sido internados no território da República Federativa do Brasil.

6. O Governo da República Federativa do Brasil envidará seus melhores esforços para garantir a continuidade da(s) licença(s) brasileira(s) para o término das Atividades de Lançamento. Se o Governo da República Federativa do Brasil concluir que qualquer dispositivo deste Acordo ou dos Planos de Controle de Tecnologias para Atividades de Lançamento tenha sido violado, poderá suspender ou revogar qualquer (quaisquer) licença(s) relacionadas(s) a tais lançamentos.

7. No caso de qualquer (quaisquer) licença(s) ser(em) suspensa(s) ou revogada(s), o Governo da República Federativa do Brasil deverá prontamente notificar o Governo dos Estados Unidos da América e explicar as razões dessa decisão.

ARTIGO V

Dados Técnicos Autorizados para Divulgação

1. Este Acordo não permite, e o Governo dos Estados Unidos da América proibirá, que os Participantes Norte-americanos prestem qualquer assistência aos Representantes Brasileiros no concernente ao projeto, desenvolvimento,produção, operação, manutenção, modificação, aprimoramento, modernização, ou reparo de Veículos de Lançamento, Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins, a menos que tal assistência seja autorizada pelo Governo dos Estados Unidos da América. Este Acordo não permite a divulgação de qualquer informação referente a veículos lançadores, propulsores, adaptadores com sistemas de separação, coifa para carga útil, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e/ou componentes norte-americanos, por Participantes Norte-americanos ou qualquer pessoa sujeita àlei norte-americana, a menos que tal divulgação seja especificamente autorizada pelo Governo dos Estados Unidos da América;

2. O Governo da República Federativa do Brasil não repassará e proibirá o repasse por Representantes Brasileiros de quaisquer Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos sem prévia autorização por escrito do Governo dos Estados Unidos da América. O Governo da República Federativa do Brasil não utilizará e tomará as medidas necessárias para assegurar que os Representantes
Brasileiros não utilizem Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e/ou Dados Técnicos para propósitos outros que não os especificados na licença de informação emitida pelos Estados Unidos da América e/ou autorização do Governo dos Estados Unidos da América para transferir informação proveniente dos Licenciados Norte-americanos aos Licenciados Brasileiros;

3. O Governo dos Estados Unidos da América tomará as medidas necessárias para que os Licenciados Norte-americanos forneçam aos Licenciados Brasileiros a informação necessária relacionada às licenças norte-americanas e/ou à autorização de repasse emitida pelo Governo dos Estados Unidos da América, incluindo informações sobre a natureza sigilosa de itens fornecidos de acordo com tal licença ou autorização. O Governo da República Federativa do Brasil tomará as medidas necessárias para assegurar que os Licenciados Brasileiros forneçam ao Governo da República Federativa do Brasil a informação acima mencionada.

ARTIGO VI

Controles de Acesso

1. Para quaisquer Atividades de Lançamento, as Partes supervisionarão e acompanharão a implementação dos Planos de Controle de Tecnologias. O Governo da República Federativa do Brasil permitirá e facilitará a supervisão e o acompanhamento das Atividades de Lançamento pelo Governo dos Estados Unidos da América. Se o Governo dos Estados Unidos da América decidir não implementar qualquer dos controles referidos neste Artigo ou no Artigo VII em circunstâncias específicas, deverá notificar o Governo da República Federativa do Brasil.

2. As Partes assegurarão que somente pessoas autorizadas pelo Governo dos Estados Unidos da América controlarão, vinte e quatro horas por dia, o acesso a Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, Dados Técnicos e às áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, bem como o transporte de equipamentos/componentes,construção/instalação, conexão/desconexão, teste e verificação, preparação para lançamento, lançamento de Veículos de Lançamento/Espaçonaves, e o retorno dos Equipamentos Afins e dos Dados Técnicos aos estados Unidos da América ou a outro local aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América.

3. Servidores do Governo dos Estados Unidos da América que estejam presentes no Centro de Lançamento de Alcântara e estejam ligados a Atividades de Lançamento terão livre acesso, a qualquer tempo, para inspecionar Veículos de Lançamento, Espaçonaves e Equipamentos Afins nas áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3 e nas instalações exclusivamente reservadas para trabalhos com Veículos Lançadores e Espaçonaves, bem como para verificar, nessas áreas e instalações, os Dados Técnicos que sejam fornecidos pelos Licenciados Norte-americanos aos Representantes Brasileiros. O Governo dos Estados Unidos da América envidará esforços para notificar tempestivamente o Governo da República Federativa do Brasil ou Representantes Brasileiros dessas inspeções ou verificações. Tais inspeções e verificações no entanto poderão ocorrer sem prévio aviso ao Governo da República Federativa do Brasil ou aos Representantes Brasileiros. O Governo dos Estados Unidos da América terá o direito de inspecionar e monitorar, inclusive eletronicamente por meio de circuitos fechados de televisão e por outros equipamentos eletrônicos compatíveis com as condições de preparação e lançamento de Veículos de Lançamento e compatíveis com os requisitos de segurança de lançamentos: as áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, e todas as áreas definidas nos Planos de Controle de Tecnologias, onde Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos estejam localizados, inclusive a “sala limpa” para trabalhos com Espaçonaves após as Espaçonaves serem integradas aos Veículos de Lançamento. O Governo dos Estados Unidos da América terá o direito de que Participantes Norte-americanos acompanhem os Veículos de Lançamento e/ou as Espaçonaves ao longo do trajeto que os Veículos de Lançamento com as Espaçonaves a eles integradas seguirão até a plataforma de lançamento. O Governo dos Estados Unidos da América assegurará que os Licenciados Norte- americanos coordenarão com os Licenciados Brasileiros as especificações e características técnicas de quaisquer equipamentos de monitoramento eletrônico.

4. O Governo da República Federativa do Brasil dará tempestivamente informação ao Governo dos Estados Unidos da América sobre quaisquer operações que possam criar conflito entre controles de acesso e requisitos de observação especificados pelas Partes, de modo que entendimentos adequados possam ser acordados para salvaguardar Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que não serão negados aos Licenciados Norte-americanos o controle, o acesso e a monitorização das áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, e dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e Dados Técnicos e que tal controle e verificação não sejam interrompidos em momento algum.

5. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que todos os Representantes Brasileiros portem, de forma visível, crachás de identificação enquanto estiverem cumprindo atribuições relacionadas com Atividades de Lançamento. O acesso às áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, e aos locais e áreas que tenham sido especificamente reservados exclusivamente para trabalhos com Veículos de Lançamento, Espaçonaves, e Equipamentos Afins será controlado pelo Governo dos Estados Unidos da América ou, como autorizado na(s) licença(s) de exportação, por Licenciados Norte-americanos, por meio de crachás que serão emitidos unicamente pelo Governo dos Estados Unidos da América ou por Licenciados Norte-americanos, se autorizados pelo Governo dos Estados Unidos da América, e incluirão o nome e a fotografia do portador.

6. O acesso a áreas, instalações e locais do Centro de Lançamento de Alcântara que não estejam situados nas áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, ou não estejam especialmente reservados para trabalhos exclusivamente com os Veículos de Lançamento, Espaçonaves, e/ou Equipamentos Afins, serão controlados pelo Governo da República Federativa do Brasil, conforme disposto neste Acordo, e será autorizado de conformidade com informação incluída em crachás emitidos pelo Governo da República Federativa do Brasil. Em qualquer instância, na qual Veículos de Lançamento, Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins estejam presentes em instalações ou áreas controladas pela República Federativa do Brasil, as Partes assegurarão que os Veículos de Lançamento, Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins serão acompanhados e vigiados por Participantes Norte-americanos aprovados pelo Governo dos Estados Unidos da América.

ARTIGO VII

Procedimentos para Processamento

1. Transporte de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e de Dados Técnicos, incluindo procedimentos alfandegários.

A. Todo transporte de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e de Dados Técnicos para ou a partir do território da República Federativa do Brasil deverá ser autorizado antecipadamente pelo Governo dos Estados Unidos da América, e tais itens poderão, a critério do Governo dos Estados Unidos da América, ser acompanhados durante o transporte por agentes autorizados pelo Governo dos Estados Unidos da América.

B. Quaisquer Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins, e/ou Dados Técnicos transportados para ou a partir do território da República Federativa do Brasil e acondicionados apropriadamente em “containers” lacrados não serão abertos para inspeção enquanto estiverem no território da República Federativa do Brasil. O Governo dos Estados Unidos da América fornecerá às autoridades brasileiras competentes relação do conteúdo dos “containers” lacrados, acima referidos.

C. O Governo dos Estados Unidos da América exigirá dos Licenciados Norte-americanos que forneçam garantias por escrito de que os “containers” lacrados referidos no parágrafo 1.B deste Artigo não contém nenhuma carga ou equipamento não relacionado a Atividades de Lançamento.

D. Os Participantes Norte-americanos se submeterão ao controle de imigração e alfândega na República Federativa do Brasil, de acordo com os procedimentos estabelecidos pelas leis e regulamentos brasileiros.

E. O Governo da República Federativa do Brasil envidará seus melhores esforços para facilitar a entrada no território da República Federativa do Brasil dos Participantes Norte-americanos envolvidos em Atividades de Lançamento, inclusive agilizando a expedição dos respectivos vistos de entrada no País.

2. Preparativos no Centro de Lançamento de Alcântara

A. O Governo da República Federativa do Brasil permitirá aos Representantes Brasileiros participarem no descarregamento de veículos transportando Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins ou Dados Técnicos e entregando “containers” lacrados nas áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, e nas áreas de preparação de Veículos de Lançamento e de Espaçonaves, somente se estas áreas estiverem sob a supervisão de Participantes Norte-americanos. O Governo da República Federativa do Brasil não permitirá o acesso de Representantes Brasileiros às áreas restritas referidas no Artigo IV, parágrafo 3, ou às áreas de preparação de Veículos de Lançamento ou de Espaçonaves, em qualquer hipótese, enquanto os Veículos de Lançamento, Espaçonaves ou quaisquer Equipamentos Afins estejam sendo montados, instalados, testados, preparados, e/ou integrados, a menos que estejam acompanhados a todo o tempo por Participantes Norte-americanos ou sejam especificamente autorizados pelo Governo dos Estados Unidos da América.

B. As Partes permitirão somente os Participantes Norte-americanos abastecer de propelentes os Veículos de Lançamento e Espaçonaves, bem como testar Veículos de Lançamento e Espaçonaves. As Partes concordam que os Veículos de Lançamento, Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins serão acompanhados por Participantes Norte-americanos durante e após a integração de Espaçonaves aos Veículos de Lançamento e enquanto Veículos de Lançamento e/ou Espaçonaves integradas a Veículos de Lançamento estejam sendo transferidos para plataformas de lançamento.

3. Procedimentos Pós-Lançamento As Partes assegurarão que somente aos Participantes Norte-americanos será permitido desmontar Equipamentos Afins.As Partes assegurarão que tais equipamentos, juntamente com os Dados Técnicos, retornarão a locais e em veículos aprovados pelo Governo dos Estados Unidos da América, e que tais equipamentos e Dados Técnicos poderão ser acompanhados por agentes autorizados pelo Governo dos Estados Unidos da América. Equipamentos Afins e outros itens sujeitos ao controle de exportação pelos Estados Unidos da América que permaneçam no Brasil, em razão de projeto não mais vinculado às Atividades de Lançamento no Centro de Lançamento de Alcântara, serão destruídos no local ou removidos da República Federativa do Brasil, a menos que de outra maneira venha a ser acordado pelas Partes.

ARTIGO VIII

Atraso, Cancelamento ou Falha de Lançamento

1. Atraso de Lançamento

Na eventualidade de atraso no lançamento, as Partes assegurarão que o acesso aos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos será monitorado por Participantes Norte-americanos. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que Participantes Norte-americanos estejam presentes se as Espaçonaves estiverem expostas ou forem removidas do Veículo de Lançamento após tais Espaçonaves terem sido integradas ao Veículo de Lançamento. As Partes assegurarão que tais Veículos de Lançamentos e Espaçonaves serão monitorados e acompanhados por Participantes Norte-americanos durante seu transporte desde a plataforma de lançamento até a área de preparação do Veículo de Lançamento e/ou Espaçonaves, onde, se necessário, os Veículos de Lançamento e/ou Espaçonaves serão reparados e aguardarão a reintegração. O disposto no Artigo VII deste Acordo será aplicado a qualquer Atividade de Lançamento subseqüente.

2. Cancelamento do Lançamento

Na eventualidade de cancelamento do lançamento, as Partes assegurarão que aos veículos participantes Norte-americanos será permitido monitorar o acesso aos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará a presença de Participantes Norte-americanos se as Espaçonaves estiverem expostas ou forem removidas dos Veículos de Lançamento, após tais Espaçonaves terem sido integradas aos Veículos de Lançamento. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que os Veículos de Lançamento e/ou Espaçonaves serão monitorados e acompanhados por Participantes Norte-americanos durante seu transporte desde a plataforma de lançamento até a área de preparação dos Veículos de Lançamento e/ou Espaçonaves, onde eles aguardarão retorno para os Estados Unidos da América, ou para outro local aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América. As Partes assegurarão que o carregamento de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos em um veículo será monitorado por Participantes Norte-americanos e que esse veículo seja aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América.

3. Falha do Lançamento

A. Na eventualidade de falha do lançamento, o Governo da República Federativa do Brasil permitirá que Participantes Norte-americanos auxiliem na busca e recuperação de qualquer ou de todos os componentes e/ou escombros dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, e/ou Equipamentos Afins, em todos os locais dos acidentes sujeitos à jurisdição ou controle da República Federativa do Brasil. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que agentes governamentais norte-americanos pertencentes a equipes de busca(s) de emergência tenham acesso ao local do acidente. Existindo razão que leve a crer que a busca e a recuperação de componentes e/ou escombros dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, e/ou Equipamentos Afins afetarão interesse de um terceiro Estado, as Partes consultarão imediatamente o governo daquele Estado, no que concerne à coordenação de procedimentos para realizar as operações de busca, sem prejuízo dos direitos e obrigações de todos os estados envolvidos, em conformidade com o Direito Internacional, incluindo o disposto no Acordo sobre o Salvamento de Astronautas e Restituição de Astronautas e de Objetos Lançados ao Espaço Cósmico, datado de 22 de abril de 1968.

B. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará que uma “área de recuperação de escombros”, controlada por Participantes Norte-americanos, para armazenamento de componentes ou escombros identificados do Veículos de Lançamento, de Espaçonaves e/ou Equipamentos Afins seja reservada no Centro de Lançamento de Alcântara e/ou em outra localidade acordada pelas Partes. O acesso a esta(s) área(s) será controlado, no que couber, como estabelecido no Artigo VI deste Acordo. O Governo da República Federativa do Brasil assegurará a imediata restituição aos Participantes Norte-americanos de todos os componentes e/ou escombros identificados dos Veículos de Lançamento, Espaçonaves, e/ou Equipamentos Afins recuperados por Representantes Brasileiros, sem que tais componentes ou escombros sejam estudados ou fotografados de qualquer maneira.

C. O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América acordam em autorizar os Licenciados Brasileiros e os Licenciados Norte- americanos, respectivamente, por meio de licenças ou permissões, a proporcionar, na medida em que os interesses nacionais de segurança e de política externa dos respectivos Estados o permitam, as informações necessárias para determinar a causa do acidente.

ARTIGO IX

Implementação

1. As Partes, anualmente, realizarão consultas para rever a implementação deste Acordo, com particular ênfase na identificação de qualquer adequação que possa ser necessária para manter a efetividade dos controles sobre transferência de tecnologia.

2. Qualquer controvérsia entre as Partes concernente àinterpretação e àimplementação deste Acordo será dirimida por consultas através dos canais diplomáticos.

ARTIGO X

Entrada em Vigor, Emendas e Denúncia

1. Este Acordo entrará em vigor mediante troca de notas entre as Partes, confirmando que todos os procedimentos e requisitos internos pertinentes para que este Acordo entre em vigor tenham sido observados.

2. Este Acordo poderá ser emendado por meio de acordo, por escrito, entre as Partes. Quaisquer emendas acordadas entrarão em vigor mediante troca de notas entre as partes, confirmando que todos os procedimentos e requisitos pertinentes àsua entrada em vigor tenham sido observados.

3. Este Acordo poderá ser denunciado por qualquer das Partes mediante notificação escrita à outra Parte de sua intenção de denunciá-lo. A denúncia terá efeito um ano após a data da notificação.

4. As obrigações das Partes, estabelecidas neste Acordo, concernentes à segurança, à divulgação e ao uso da informação, e àrestituição aos Estados Unidos da América, ou a outro local aprovado pelo Governo dos Estados Unidos da América, de Veículos de Lançamento, Espaçonaves, Equipamentos Afins e/ou Dados Técnicos decorrentes de lançamento atrasado ou cancelado, ou de componentes ou escombros dos Veículos de Lançamento,Espaçonaves, e/ou Equipamentos Afins, resultantes de falha em lançamento, continuarão a ser aplicadas após a expiração ou término deste Acordo.

Em testemunho do que, os abaixo assinados, devidamente autorizados pelos respectivos Governos, firmaram este Acordo.

Feito em Brasília, em 18 de abril de 2000, em dois exemplares originais, nos idiomas português e inglês, sendo ambos os textos igualmente autênticos.

Ronaldo Sardenberg Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia PELO GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Anthony S. Harrington Embaixador dos Estados Unidos da América PELO GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

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Se houver, apuração da PGR sobre Michel Temer nascerá morta

Ileso Da Redação O relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, agora que o impeachment foi consolidado, encaminhou a Rodrigo Janot o pedido de investigações preliminares sobre a delação do ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado. Ao PGR caberá decidir se avança ou não nas investigações. As duas denúncias feitas por Machado […]

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Centrais podem convocar greve geral para o 28 de outubro

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116 Comentários escrever comentário »

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Brasileiro usaria crachá dos EUA em território nacional

01/03/2015 - 19h37

[…] Do artigo VI, Controles de Acesso, número 5: […]

Responder

Nossa Little Havana: Mais de 100 mil brasileiros querem Washington contra regime comuno-bolivariano | EVS NOTÍCIAS.

04/11/2014 - 07h36

[…] Emenda Platt, de 1901, é ainda mais vexaminosa que aquele acordo pelo qual Fernando Henrique Cardoso pretendia ceder a base de Alcântara para uso pelos Estados Unid…, obrigando brasileiros a usar crachá emitido pelos estadunidenses em seu próprio […]

Responder

Nossa Little Havana: Mais de 100 mil brasileiros querem Washington contra regime comuno-bolivariano « Viomundo - O que você não vê na mídia

03/11/2014 - 22h30

[…] Emenda Platt, de 1901, é ainda mais vexaminosa que aquele acordo pelo qual Fernando Henrique Cardoso pretendia ceder a base de Alcântara para uso pelos Estados Unid…, que obrigaria brasileiros a usar crachá emitido pelos estadunidenses em seu próprio […]

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Ana Joaquina Belasquem Gentilini

12/07/2013 - 03h00

É triste constatar que meus comentários foram censurados. O único que saiu foi parabenizando o Altamir.

Responder

Sara

26/11/2012 - 09h44

Olá, estamos fazendo um trabalho escolar sobre este assunto e queríamos saber onde você encontrou o documento original do acordo…

Responder

mario

06/07/2011 - 19h02

Esse tal Ministerio de Ciencia e Tecnologia em nada difere dos outros e está envolvido em esquemas biliardários em prejuízo do povo, da nação e do tesouro com ad mesmas quadrilhas que vão se multiplicando Brasil a fora, até qdo meu DEUS?

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A Vale, Furnas e os nacionalistas de ocasião | Viva Marabá Pará Brasil

06/07/2011 - 11h37

[…] Olhem só o conteúdo completo, aqui. […]

Responder

A Vale, Furnas e os nacionalistas de ocasião | Viomundo - O que você não vê na mídia

05/07/2011 - 20h41

[…] Olhem só o conteúdo completo, aqui. […]

Responder

A trilogia do Chalmers Johnson e o Echelon | Viomundo - O que você não vê na mídia

05/02/2011 - 14h30

[…] ter uma ideia da imunidade que os Estados Unidos buscam em seus acordos bilaterais, basta consultar o acordo para uso da base de Alcântara fechado pelo governo de FHC com os Estados […]

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Ezequias de Lima

31/10/2010 - 17h42

PSDB – Partido Sistematicamente Dedicado a Bajular os EUA.

Responder

@VandenCardoni

28/10/2010 - 23h07

A diferença com o LULA na presidência: respeito à nossa soberania
http://srv-net.diariopopular.com.br/15_01_04/lc14

Responder

jucanapoleão

28/10/2010 - 23h02

SERIA A GUANTANAMO BRASILEIRA, COMO NÃO CONSEGUIRAM, MANDARAM EXPLODIR!

Responder

Yacov

27/10/2010 - 12h38

"A nossa direita acha que é bonito ser feio"!!! E este "ronaldo sardemberg", seria parente do nosso prosopopaico e obtuso comentarista esportivo, digo, econômico, o carlos sardemberg???? Se é, só posso lamentar e, constatar que o entreguismo pode ser "genético"… Seria a nossa elite uma classe geneticamente modificada????? Clones teleguiados por Washington. Nossa!!! O que Julio Verne diria a respeito????

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na gLOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

    Nathália de Tarso

    27/10/2010 - 22h04

    Posso usar sua frase sobre a Globo?

    Delano Pessoa

    12/02/2013 - 16h04

    Com rede bobo de manhã, de tarde e de noite, realmente foi o que aconteceu, diria Júlio Verne.

augustodafonseca13

27/10/2010 - 11h41

Enquanto isso…

Dilma com vantagem de 17,2% nos votos válidos, aponta Sensus
http://migre.me/1O2Ln

É um presente para o #luladay

***

Responder

Hsilva

27/10/2010 - 11h41

Estes dois, Fernando Henrique Cardoso e o tal de Ronaldo Sardenberg podem, facilmente, serem classificados de picaretas e trambiqueiros quando se trata dos ativos da sociedade Brasileira.

Responder

ana

27/10/2010 - 10h13

Para os da direita que afirmam que patriotismo é coisa de dinossauro, que o mundo hoje esta gobalizado, digo que eles se esqueceram de dizer isso aos estadunidenses que proclamam aos quatro ventos o amor que têma AMERICA. Não so proclamam o amor aos USA, mas defendem os interesses economico do imperio no mundo usando armamentos poderosissimos, vide o Iraque: é o petroleo, estupido!
Lembro tambem que nas alfandegas do mundo dito civilizado sou tratada como brasileira e muitas vezes humilhada pela minha origem.

Responder

Thiago Rosa

27/10/2010 - 10h13

Sobre os acordos bilaterais, as bases estadunidenses e suas consequências, recomendo o filme "Exército Permanente" ("Standing Army"). Ele está em exibição na Mostra de SP: http://br.mostra.org/movie/7.

Responder

Mateus

27/10/2010 - 09h35

O PSDB/DEMo além de ser Privativistas, também são corretores imobiliários.
Quiseram lotear um pedaço do Brasil!

Responder

Cunha

27/10/2010 - 08h57

Aquele "acidente" nos faz pensar e certamente correntes aceitam algo ligado à contra-medidas magnéticas, que , quando direcionada em uma região, geram centelhamento a partir de variação de fluxo magnético bastante intenso em estruturas metálicas.
De acordo com a intensidade, podem destruir tudo que é eletrônico em uma região ou, simplesmente, gerar ignição em estruturas metálicas, podendo destruir tanques, por exemplo, a partir de centelhamento no sistema de combustível ou no próprio armário de projéteis, fazendo detonar o que está armazenado. Falou-se muito disso quando os "states" começaram o cerco à Bagdá. De relógios digitais à radares danificados por grande fluxo magnético, gerando corrente induzida, provocando descarga elétrica que compromete componentes eletrônicos.
Podemos ler na internet sobre as bóias eletrônicas achadas no litoral, que, após recolhidas, não foram reclamadas por nenhum pescador, além de turistas em uma região sem infra-estrutura aprpriada para tal.
Há relatos também de navios e, para que algo ocorra, não precisam estar perto do local.

Responder

    teka

    27/10/2010 - 13h11

    O tal acidente passou para a nação brasileira que os militares e cientistas brasileiros eram incompetentes. Dando força ao discurso de que melhor seria entregar a base de Alcantara a quem tem competencia: miltares dos USA.
    E ainda tem militar da FAB que apoia essa direita traidora. Ser de direita é uma coisa, ser traidor é outra. Não importa a ideologia do militar, o minimo o que o povo brasileiro exige é que seja partiota e ame o Brasil.

    Não nos servem militares que se aliam aos vendilhões da patria. A principal função dos miltares é a defesa do terrirorio nacional. Inadimissivel que se aliem a quem queria doar parte do territorio aos gringos.

    Ana Paula

    27/06/2013 - 15h51

    Sou parente de Eliseu de Moraes Vieira, detentor de inúmeros títulos, know -how com vasta experiencia!! isso é um ultraje!!

Claudio Ribeiro

27/10/2010 - 08h09

A sincera homenagem no #LulaDay
http://palavras-diversas.blogspot.com/2010/08/qua

Ao maior presidente da História do Brasil< parabéns a todos nós brasileiros de coração e alma!

Responder

Marat

27/10/2010 - 07h49

Não nos esqueçamos dessas presepadas! Esse pessoal do PSDB foi muito bem descrito por Chico Buarque: "Falam fino com Washington, e falam grosso com a Bolívia"… triste!

Responder

Fábio

27/10/2010 - 00h29

Esse é o FHC de sempre em sua melhor forma, agindo de acordo com os ditames do programa de governo do seu partido, o partido do Joaquim Silvério dos Reis.

Responder

Gauchão Indignado

27/10/2010 - 00h07

Pois é, como disse Uri Avnery em seu comentário Weimar em Israel, me chamou a atenção (nada contra, mas dá para pensar), que com o Farol de Alexandria (FHC) tinha muito Sardenberg, Goldman, Zylberstejn, Steinbruch, Kligerman, Nagelstein, Sirotsky, Abravanel apoiando-o?

Responder

Celso

26/10/2010 - 23h22

Azenha,
Não seria o caso de alcunhar Fernando Henrique apropriadamente lhe oferecendo um título? Que tal O Patriarca da Dependência?

Responder

CC.Brega.mim

26/10/2010 - 22h36

boa lembrança azenha!

só uma alfinetadinha sobre a maioria
acho que essa noção de maioria (que prefere o big brother)
é o que está em trânsito agora.
quanto é exatamente a audiência do big brother?
quanto representa da população brasileira?
por que não nos inlcuimos na maioria
(que não assiste bbb)
e não na minoria (esclarecida?)
quero dizer que há ainda apego
a algo que talvez não tenha grande consistência
pra além da condição de classe…

tenho feito campanha pra gente
evitar o preconceito
da maioria inconsciente

vamos formar agora a maioria consciente
que defende o avanço do brasil na urna
dilma lá
31 é 13.

Responder

Júlia Farias

26/10/2010 - 21h40

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Meu Deus, esse documento chega a ser patético!!
Como o Chico Buarque falou, o Brasil falava fino pros EUA!
E falávamos mesmo, nos encontros oficiais só faltava os tucanos pedirem a benção pros americanos!

Responder

Roberto Locatelli

26/10/2010 - 21h09

Lembremo-nos da genial frase do Millôr Fernandes:

"Aquele que se curva aos opressores mostra a b… aos oprimidos".

Responder

Marco Sanches

26/10/2010 - 20h53

Eu me lembro perfeitamente do Senador Pedro Simon criticando essa tentativa absurda !

Ele foi ácido nos comentários na TV Senado, ao dizer com suas palavras que só faltava o Presidente da República ter de bater palmas pra ver se podia entrar na base.

Somente um governo vaga.bundo como o daquela época seria capaz mesmo de tentar aprovar uma sacanagem dessas.

Eta cambada de malas sem alça hein !

Responder

ana teresa de bonis

26/10/2010 - 19h40

Ainda segundo Laerte Braga, FHC assegurou aos “big shots” norte-americanos que os acordos para compra de submarinos nucleares franceses serão revistos e dificultados. “Não temos necessidade desses submarinos”. Sobre a compra de aviões para a FAB, ele foi sarcástico: “Para que? Meia dúzia de brigadeiros brincarem de guerra aérea?”. E sobre bases militares norte-americanas no Brasil. “É o assunto mais delicado. Um tema explosivo, mas temos alguns apoios nas forças armadas e vamos ter que negociar esse assunto com muito tato”, completou .http://www.horadopovo.com.br/

Essa de FHC foi forte: “Para que? Meia dúzia de brigadeiros brincarem de guerra aérea?”.
Os tucanos não respeitam as forças armadas brasileiras. Tambem, elas não se dão ao respeito!
E os militares brasileiros adoram FHC que declarou que o 7 de setembro era uma palhaçada e que os miltares não sabiam marchar e que pareciam sambar.

Responder

Deroe

26/10/2010 - 19h38

O Serra quer de volta esse descrito na Música de Carlos Lyra. Os sessentões devem se recordar.
Vejam: http://www.franklinmartins.com.br/som_na_caixa_pl

Responder

Antonio

26/10/2010 - 19h38

Isso mostra a voluptuosa e rápida necessidade que os tucanos mostram de ficar de quatro para os norte americanos. Eles devem pagar bem pelo serviço de prostituição dessa gente indecente.

Responder

ana cruz

26/10/2010 - 19h38

Fernando Henrique Cardoso deixou o Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu, na manhã da segunda-feira (18) por volta das oito horas da manhã, revelou o jornalista Laerte Braga. Junto com ele viajaram alguns dos 150 negocistas estrangeiros que no fim de semana participaram de uma reunião secreta organizada por Raphael Eck-mann, da Tarpon Investimentos e por um diretor do grupo Globo, onde FHC garantiu aos gringos a venda por Serra de estatais brasileiras (Banco do Brasil, Petrobrás e Itaipu).

Responder

Lembram da base de Alcântara? | A Identidade Bentes

26/10/2010 - 18h46

[…] aqui, n’A Identidade Bentes, trechos da postagem do jornalista Luiz Carlos Azenha, no Viomundo, que trata do escandaloso caso do “acordo” firmado entre o governo brasileiro – à época […]

Responder

Rafael, BHte

26/10/2010 - 18h43

1) Bom, isso aí é passado (não é?!) mas o presente e o futuro tb precisam de uma mão forte veja alguns trechos pincelados de relatório do WWF e da entrevista de um de seus dirigentes:
O abate de "uma pequena porção de floresta e a alteração no uso do solo poderá acelerar consideravelmente o aquecimento global". "É preciso ação urgente e imediata se quisermos evitar este cenário assustador", disse Francisco Ruiz, líder da iniciativa da WWF. Parte da solução, diz a WWF, está sendo debatida na conferência de Nagoya, "uma abordagem multinacional para criar um sistema de gestão eficaz e completo de áreas protegidas na região da Amazônia".

Responder

Fernando

26/10/2010 - 18h42

Que isso Serra??? 400 milhões???

Auditoria comprova sumiço de recursos federais em SP

Leandro Fortes

cartacapital.com .br/destaques_carta_capital/au ditoria-comprava-sumico-de-rec ursos-federais-em-sp

Responder

Pedro de Sá Rigoldi

26/10/2010 - 18h35

Pedro de Sá Rigoldi disse: O seu comentário está aguardando moderação.

26 de outubro de 2010 às 17:26
Como digo, as 2 candidaturas tem diferenas gritantes entre elas, uma representa a continuidde do que está dando cero, a outra é a velhha UDN, com mais de um sujeito candidato a novo carlos lacerda, junto com a velha ARENA (DEM), com outros grupos extremamente conservadores, cujo objetivo é de fazer com que o Brasil, mais uma vez se torne o paraíso de interesses estrangeiros.
TENHO 17 ANOS,GOSTARIA DE PEDIR MUITA AJUDA PARA VOCÊS PARA DIVULGAR MEU BLOG E SE POSSÍVEL COMENTASSEM MEUS TEXTOS E PARTICIPASSE DA MINHA ENQUETE!
MUITO OBRIGADO! http://falandooquesabe.blogspot.com/

Responder

Raimundo

26/10/2010 - 18h26

Aquele "acidente " em Alcântra tem alguma coisa a ver ?

Responder

Walter Cesar

26/10/2010 - 18h20

Esse fato devería sêr posto num debate desses fora da tv globo. "PSDB PARTIDO TRAÍDOR DO BRASIL". O resumo da ópera.

Responder

augustodafonseca13

26/10/2010 - 17h49

E tem mais, não é só a Petrobras que é alvo…

Banco do Brasil demite 50 mil funcionários – 28 suicidam-se
http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.co

***

Responder

Baixada Carioca

26/10/2010 - 17h45

Raul protestava e eles (Fernando Henrique Invejoso e José Serra) acharam que era uma ordem. Levaram ao pé-da-letra e tentaram alugar o Brasil. Comentário do Rauzito.

[youtube IHJ9d-lx1KU http://www.youtube.com/watch?v=IHJ9d-lx1KU youtube]

Responder

Marcos

26/10/2010 - 17h31

Olhem isso…o golpe do PiG!
http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcesso

Lamentável!

Responder

beffa

26/10/2010 - 17h21

A atitude é própria do fedorento fhc e de todas as aves de rapina que adoram os Ianques e odeiam os brasileiros!Basta vermos o vídeo da eliane cantanhede, o cheiro do povo no yotube, para entendermos!Chega de psdb e dos fedorentos!

Responder

ruypenalva

26/10/2010 - 17h20

É bom anotar aí que os Estados Unidos bloqueiam implacavelmente a compra de materiais e tecnologias sensíveis pelo Brasil. Isso envolve desde tecnologia de mísseis, de monitoramento, de sensoreamento, novos materiais, propulsão, energia atômica etc. O Brasil tem conseguido vencer parte deste bloqueio comprando da Rússia tecnologia antiga, cápsulas espaciais, etc, mas nunca fez um acordo de cooperação abrangente que pudesse resultar em efetiva transferência de tecnologia de ponta atual. Acho que não faz por medo dos EUA. Vejam o caso da Aeronáutica não ter comprado o Sukhoi Su-35 4++, que é muito melhor do que os Rafales franceses, a desculpa foi que a Sukhoi estava fazendo um jato comercial e competia com a Embraer!!! A Índia, que é muito mais adiantada do que o Brasil em ciência, em física, em matemática, em farmacologia, compra toneladas de hardware soviético, inclusive desenvolveu em parceria com os russos um míssil supersônico de cruzeiro, o Brahmos, guiado pelo Glonass, além de estar desenvolvendo, junto com os russos, um caça de 5ª geração baseado na tecnologia do Sukhoi Berkut, que custará 5 X menos do que o caça americano, atualmente o unico produtor de caças de 5ª geração com propriedades stealth.

Responder

    Mariano S. Silva

    27/10/2010 - 00h41

    Ruy, é exatamente este tipo de coisa que está em jogo nesta eleição. Lembra do dom fernando collorido (aquele que tapou o buraco da bomba?) ? Pois é o infeliz entregou a única fábrica de turbinas a jato nossa para a GE e agora estamos tendo que recomeçar tudo do zero. O melhor caça seria o sueco, mas o motor e a aviônica são americanos e aí… Os franceses juram de pé junto que nos abrem o pacote todo inclusive o motor (Snecma), resta ver…
    O Brasil desenvolveu um míssil cruzador para uso na costa, entretanto o dono da Avibrás (a fábrica) caiu junto com o seu helicóptero em circunstancias não bem explicadas.

mariazinha

26/10/2010 - 17h15

Obrigada, AZENHA, por nos lembrar tamanha patifaria que seria cometida por fhc; são tantas, que até passa alguma coisa batida. Entretanto foi um momento em que perigou termos que perdir licença aos buches para circular em nosso próprio território, graças ao boca de sovaco/chirico &cia.
Contam como certa a eleição do chirico pois já começam a escolher ministros e a lotear o BRASIL com os gringos. Espero que o POVO BRASISLEIRO acerte um petardo em suas cabeças, com votos, para nunca mais termos que sofrer com essa corja de vampiros.
Um beijo, um abraço, um queijo de MInas!

Responder

faustino

26/10/2010 - 17h09

Será que isso tem alguma relação com o trágico acidente (atentado) na base de Alcântara? Não custa nada levantar essa suspeita. Os americanos são capazes de tudo.

Responder

    rafael

    26/10/2010 - 17h38

    muito bem lembrado.

Mariano S. Silva

26/10/2010 - 17h05

Um girotron gera pulsos de gigawatts na faixa de ondas milimétricas. Estas focalizadas, podem perfurar metal e provocar a ignição de cargas pirotécnicas de foguetes de combustível sólido (era o caso). Havia um navio norte-americano perto…

Responder

LAGUERRE

26/10/2010 - 17h01

Obama seria um bom presidente pro Brasil??? NÃO, NÃO SERIA. BOM PRO BRASIL FOI LULA E VAI SER A DILMA.

Responder

Percival de Brites

26/10/2010 - 17h00

Azenha, estou citando de memória, mas há também o caso Sivam, cujo monitoramento das fronteiras brasileiras seria feito por uma empresa americana, executora do projeto. Diziam que o sistema seria criado por empresa dos EUA, mas o trabalho seria realizado por brasileiros. Lembro-me que houve um protesto generalizado, do tipo "entregar o ouro para o bandido", coisas assim. Hoje, não sei como está. Você, com esse arquivo mágico, poderia falar alguma coisa.
Abraços.

Responder

    Mariano S. Silva

    27/10/2010 - 00h47

    Parece que o software foi feito no Brasil, mas não tenho certeza. A proteção de corrosão das estruturas foi feita aqui porque os gringos não tinham a menor idéia de como proteger os equipamentos no difícil ambiente amazônico.

sergior

26/10/2010 - 16h58

Ronaldo Mota Sardenberg foi nomeado por Lula como Presidente do Conselho Diretor da ANATEL em 26/06/207, pelo prazo de um ano, e reconduzido ao cargo, até 05/11/2010, em 28/06/2008. É interessante perguntá-lo como vota nestas eleições. Não só ele, como o min. Nelson Jobim, também ex-ministro tucano e grande amigo de José Serra. Esse é o governo Lula.

Responder

Lourival RJ

26/10/2010 - 16h52

Empresa francesa Thomsom-CSF ganha Lecitação para implantar o SIVAM, mas Bill Lewinsky Clinton, numa cartinha pra Fernando Henrique Capacho, enfia a Raytheon goelabaixo de nós que passamos todo periodo FHC, de joelhos pros USA.
AH, SÓ PRA LEMBRAR, A RAYTHEON É O MAIOR FABRICANTE BÉLICO DOS ESTADOS UNIDOS. AQUELE MISSEISZINHOS QUE JOGARAM EM BAGDÁ PARA TOMAR O PETRÓLEO DOS IRAQUIANOS.

Tinhoso esse FHC heim? http://www.terra.com.br/istoe-temp/1713/brasil/17

Responder

rafaela buonarrotti

26/10/2010 - 16h43

Meu nome é João, eu sou brasileiro, amo meu país….. viva Luiz Inácio Lula da Silva LINDOOOOO, arrepio sempre!!!!!
http://www.youtube.com/watch?v=rYviH9wrM9Y

Responder

Beto Lima

26/10/2010 - 16h42

Na Carta Capital o implacável Leandro Fortes

Auditoria comprova sumiço de recursos federais em SP
Tem que ser lido e divulgado.

Responder

Orlando Bernardes

26/10/2010 - 16h38

E alguém ainda tem alguma dúvida que esta corja do PSDB são entreguistas, traidores ?

Responder

Rafael, BHte

26/10/2010 - 16h25

Alguns brasileiros são bem 'cheap' e não seria difícil repetirem 1964 outra vez, Nós ainda temos uma parte da nossa elite burocrática q foi quase q adestrada para defender os interesses dos EUA ops digo do Brasil do 'perigo nefasto do comunismo'. È para isso q talvez justificasse a existencia de um agencia de inteligencia, para ficar de olho nessa turma q recebe dinheiro todo mes no Banco do Brasil mas vive para beijar a mão do Tio Sam

Responder

Marcelo

26/10/2010 - 16h18

VEJAM ESTE VÍDEO. VALE À PENA.

TEM DE IR PARA A PROPAGANDA ELEITORAL DA DILMA NA TV
http://www.youtube.com/watch?v=vQgVLkvKVpQ&fe

Responder

rafael

26/10/2010 - 16h13

hehehe…a tucanalha levou a sério aquela música do Raul Seixas…"a solução é alugar o Brasil".

Responder

Julio Silveira

26/10/2010 - 16h03

Dizem por ai que ele ainda não desistiu de entregar o Brasil para os Americanos.
Saiu no Diario Liberdade, que ele andou se reunindo com investidores norte americanos para dizer que os acordos com a França serão revistos, isso lógico se o Serragio ganhar, ele, o FHC nega.
Mas depois de todos esses episodios acima narrados, sei não.
Que ele é entreguista não há duvida, portanto acredito no Diario, onde tem fumaça no caso dos tucanos tem incêdio.

Responder

José Luis

26/10/2010 - 16h01

esse comentário não tem a ver com o tema, mas mesmo assim quero colocar aqui.
é show, muita emoção pra cantar até domingo:
http://www.dilma13.com.br/noticias/entry/wagner-t

é o cruzamento de um momento histórico do passado com o presente, pra nascer o futuro.

grande Wagner Tiso, vamos espalhar esse vídeo.

Responder

Thiago

26/10/2010 - 15h47

Azenha,

Leia e poste o acordo militar Colômbia/ EUA… é a mesma diplomacia do "tira sapato"…

Responder

ruypenalva

26/10/2010 - 15h43

O Brasil teria muito a ganhar se fizesse um acordo de cooperação com a Roscosmos russa e com as empresas estatais russas Khrunichev (foguetes), Reshetnev (satélites) e Makeyev (mísseis), que poderiam resultar em importantes avanços no campo de geoposicionamento global, lançadores de satélites, combustíveis e mísseis e com a Sukhoi para desenvolvimento de um caça 5G em vez de comprar esses caças franceses atrasados ainda de 4 geração. A Índia já desenvolve importante colaboração com os russos (claro que comprando muitos hardwares deles em troca) com transferência efetiva de tecnologia e partilha de custos. Não adianta que França e Estados Unidos não vão transferir tecnologia ao Brasil, nem a China vai, mas a Rússia, que necessita co-financiamentos, transfere. Sobre o que FHC fez é uma vergonha, sem comentários, alienar parte do território nacional para uma nação estrangeira!

Responder

    Maurício

    26/10/2010 - 16h08

    Eles já fizeram isso mas com a Ucrânia que detem essa tecnologia também. O calendário acho que está atrasado mas o acordo já existe.
    http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,brasil-e

    Maurício

    26/10/2010 - 16h14

    E sobre o F-X2, a França já se comprometeu a fazer transferência total do projeto Rafale para o Brasil incluindo código fonte pelo que eu sei. Foi a única que fez isso e obviamente imbutiu no preço mas é algo que o Brasil precisa pagar pra cortar etapas e ter automina nessa área. O futuro vai ser muito instável dentro de algumas décadas e precisamos ter força militar expressiva e não depender de Hardware/Software de fora. O Lula está sendo muito ativo nessa área, muito diferente do que foi o FHC.
    http://www.aereo.jor.br/2009/08/08/rafale-destaqu

    Bonifa

    26/10/2010 - 18h46

    Não acredito mais nessa história de transferência de tecnologia prá daqui a vinte anos. OO Brasil ta dormindo. Precisamos nos armar é agora. Prá ontem.

    ZePovinho

    26/10/2010 - 17h00

    Perdemos uma chande grande com o PAK-FA,o caça russo de quinta geração.A Rússia convidou o Brasil mas,segundo dizem,o brigadeiro Juniti Saito colocou água no chope.

    Mariano S. Silva

    27/10/2010 - 00h54

    Pois é Bonifa este é outro parâmetro em jogo. Precisamos de equipamentos agora que funcionem razoavelmente e depois sim teremos que desenvolver as nossas armas de defesa. Porque arma eficiente é aquela que ninguém sabe como funciona…
    Os militares de hoje não são os mesmos de ontem e sabem direitinho quais são as ameaças ao país. Quer um palpite? Acho que não suportam FHC e seus pulhas.

PAULO ANGELO (MG)

26/10/2010 - 15h29

O FHC, como sabemos foi financiado pela Fundaçao Ford, que por sua vez se utilizava do dinheiro da CIA.
Isso nao é um hipótese, foi o próprio FHC ao narrar suas memórias que falou.
O livro "Quem Pagou a Conta", de Francis Stoner Saunders, ed.Record, lista com detalhes todas as fundaçoes que foram financiadas pela CIA. O FHC, é reu confesso nessa trama, e o que se pode acrescentar é que o Serra também foi financiado pela Fundaçao Ford, pelo menos quando estava no Chile.
Ainda mais, uma assunto que vem aparecendo com mais frequencia, é sobre como o serra conseguiu, ter o título de Doutor sem ter concluido nenhum curso de graduaçao, muito menos mestrado, que ele interrompeu quando estava asilado no Chile. Ainda mais, o ator global Zé Abreu, em video disponível no site Cloaca News, tendo sido colega do serra quando de sua fuga para o Chile, informa que no dia 31/03/1964, o serra esteve com o gov. Magalhaes Pinto em Minas, quando de lá fugiu para o Chile. Para os mais novos o gov. Magalhaes Pinto foi considerado o lider civil do "Golpe de 1964!"

Responder

Clovis

26/10/2010 - 15h28

Qunado mesmo que foi a explosão da Base de Alcantara dizimando grande parte dos cientistas brasileiros da área de foguetes?

Clovis Campos

Responder

    Cláudio

    26/10/2010 - 16h29

    Clovis, foi em 23 de Agosto de 2003. Claro que foram os canalhas dos estadunidenses que fizeram isso (explosão da base). Somente não o fizeram no mesmo dia da anulação do acordo, para não dar muito na cara.
    Abraços

    Luiz Carlos

    26/10/2010 - 18h39

    Foram os mesmos bandidos da direita americana, que querem hoje, impor o Serra goela abaixo do povo brasileiro.

Jota

26/10/2010 - 15h23

O gabinete de FHC deveria ser em Langley, na Virginia.

Responder

Edélcio Pescador

26/10/2010 - 15h18

É o famoso acordo CARACU, os Estados Unidos entram com a cara, o Brasil… com a outra parte..

Responder

Luiz G. Simões

26/10/2010 - 15h15

Não é átoa que o Dr Éneas dizia que, FHC e os calhordas do PSDB queriam com suas politicas econômicas desastrosas; tornar nós brasileiros, inquilinos de estrangeiros morando em nosso País!

Responder

francisco.latorre

26/10/2010 - 15h04

serra tá com eles.

é deles. do usamerika.

..

e o usamerika tá com ele.

patrocina e teleguia a campanha.

ned-cia. na parada.

não permitiremos.

..

Responder

beattrice

26/10/2010 - 15h01

CONT
De forma a garantir uma maior participação popular, haverá sorteio de acessórios da Daslu e o leilão de uma gravata Hermes doada pelo próprio FHC (com uma pequena mancha de molho al pomodoro do Fazzano).
Dona Mônica confirmou presença e mandou avisar que já encomendou uma nova armação de óculos nas cores azul e amarela, além de um tailleur confeccionado com estampas de Nossa Senhora Aparecida."

Responder

beattrice

26/10/2010 - 15h01

CONT
FHC prometeu um breve discurso. A pedido dos organizadores ele está dando alguns retoques no seu discurso predileto – o "Trololó 5.0" de forma a adapta-lo à ocasião.
A pedido da organização, deverá retirar do texto expressões que possam dar margens a duplas interpretações, tais como: "privatização", "dívida externa", "dólar a R$ 4,00", "arrocho salarial", "desmonte do estado", "entreguismo", "submissão", "no limite da irresponsabilidade" e "vai dar merda".
A comissão de redação enfatizou também evitar citar o Daniel Dantas e… caso o faça, em hipótese alguma deverá chama-lo de "gênio" (embora todos os participantes reconheçam a genialidade e a competência do DD, a ocasião requer uma atitude mais 'conservadora').
CONT

Responder

beattrice

26/10/2010 - 15h00

Excelente lembrança AZENHA
às vésperas de uma suposta "passeata" que FHC se atreve a fazer pelo centro de SP
e que está perfeitamente descrita neste blog do Mário Lobato:
"No Google maps tem uma resenha descrevendo o largo São Francisco como "Um lugar intelectual".
Consta que os participantes combinaram algumas regras para quem deseja participar do convescote:
Traje: "esporte fino", não sendo permitido o uso de tênis ou camisetas – ops! digo, "t-shirts". Os que desejarem, poderão participar com o traje "passeio completo".

Ponto de encontro: ficou acertado que haverá um pequeno cofee-break na Pastrami Delicatesse, que fica próxima ao local do evento.
Recomenda-se que as senhoras presentes evitem o uso de saltos muito altos, pois a caminhada deverá se estender por uns bons 350 metros.
CONT.

Responder

Heitor Rodrigues

26/10/2010 - 14h54

Quando o Brasil assinou o Acordo TRIPS, que de acordo não tinha nada, os países signatários tinham alguns anos para alterar a própria legislação sobre comércio exterior e propriedade intelectual, e mais outros tantos anos para adaptar o sistema produtivo. FHC antecipou-se e, em coisa de dois anos, adaptou o país aos interesses norte-americanos, sem que a indústria pudesse adaptar-se. Resultado parcial: ao menos o complexo industrial farmacêutico e a indústria de autopeças foram pro espaço.

Azenha, recebi de blogueiros sujos do Rio de Janeiro, uma regravação da música de campanha do PT em 1989. Acho que se ela estivesse na campanha desde o início do horário do TRE, não haveria dúvidas sobre quem Lula apóia.
http://www.youtube.com/watch?v=aBmcMyX5Noo

Responder

Luna

26/10/2010 - 14h54

S.U.B.S.E.R.V.I.Ê.N.C.I.A.

Este o programa deles.
Bandidos!!!

Responder

    Danilo

    26/10/2010 - 15h03

    Essa foi uma das situações mais humilhantes que presenciei em meus 46 anos de cidadão brasileiro.
    Nunca pensei passar por esse vexame.
    Esse Sardenberg e o FHC deveriam estar presos uma hora dessas.

    José Sabino

    26/10/2010 - 15h36

    Será que algum brasileiro "traiu" os americanos quando daquela explosão?

Urbano

26/10/2010 - 14h42

Daí a aflição dos opositores ao Brasil de voltarem o quanto antes para o comando central do país, a fim de reanexar o Brasil aos Estados Unidos, haja vista que uma das primeiras atitudes do Governo Lula foi exatamente desfazer essa vinculação, deixada pelo fred henrique flitstones salieri, o moiteiro.

Responder

Bolinha da justiça

26/10/2010 - 14h40

Esse cretino 1000 faces é inimigo do Brasil e do povo. Não basta a privataria tem que humilhar a população. #globomente

Responder

Marcelo Zero

26/10/2010 - 14h33

Caro Azenha,

Fui responsável pela elaboração dos Pareceres do Deputado Waldir Pires sobre essa excrescência, na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Se alguém quiser acessá-los é só ir para este endereço http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?i….

Se você desejar saber mais detalhes sobre esse acordo e as discussões que ocorreram no Congresso sobre o assunto, entre em contato comigo.

Um abraço,

Marcelo Zero

Responder

João Cesar Pereira

26/10/2010 - 14h31

No ano que se comemorava os 500 anos de descobrimento do Brasil, entregaríamos um pedaço do nosso país para os yanques. Que Beleza!!!! Isso que era subserviência!!!

Essa turma, nunca mais!!!

Dia 31 vote 13!!!

Responder

    José Sabino

    26/10/2010 - 15h43

    O Brasil está cheio de exemplares desse tipo. Conheço um jornalista que tem a lingua seca e calos em ambos os joelhos de tanto se ajoelhar para lamber as botas dos americanos. E ainda tem coragem de encher a boca para dizer "… a maior economia do planeta… " "… a nação hegemônica do globo… " E o diz com brilho nos olhos, como que querendo dizer: "que orgulho ser escravo desse seres superiores!"
    Enquanto a televisão exibir esse tipo de declaração impunemente o que podemos esperar em matéria de isenção informativa?

altamir

26/10/2010 - 14h31

Por esta e mais outras que se pode dizer: Dilma e o PT podem não ser a esquerda de nossos sonhos, mas Serra, PSDB e DEM são a direita de nossos pesadelos!

Responder

    Mônica

    26/10/2010 - 15h30

    Perfeito, Altamir!

    Baccko

    26/10/2010 - 17h25

    Bela frase.

    Ana Joaquina Belasquem Gentilini

    12/07/2013 - 01h36

    Parabéns por suas sábias palavras.
    E que o povo acorde de verdade…
    Um abraço,

Regina

26/10/2010 - 14h30

Caro Azenha,
Desde jovem tenho a oportunidade de participar de grupos e de discussões de conjuntura. Inicialmente tinha uma visão um tanto idealista, a partir da universidade fui me referenciando mais no materialismo histórico como método de análise… Por muitas vezes a realidade brasileira me atormentava, sobretudo diante da pouca possibiildade de mudança. Por um período de quase 16 anos atuei criticamente e muito vigorosamente em defesa dos mais pobres, mas tinha me afastado um pouco dos debates mais profundos sobre conjuntura e estrutura e da militância política…. mesmo mantendo uma firmeza e coerência nas decisões.
Estas eleições e os blogueiros Azenha, PHA, Viana, Conceição, Nassif, o Deputado Brizola Neto… a retomada de Lula da discussão de classe… me trouxeram com muita força e vibração pera o debate e a militância.
Vocês tem um papel muito importante para o país. Parabés por dia e noite proporcionarem a informação mais contextualizada. Apesar de voltar também o incômodo, a angústia…. pois a realidade nua e crua para quem tem consciência e precisa empreender lutas como esta que enfrentamos contra o atraso apoiado por Meios de Comunicação de Massa, determinadas posições do TSE… doem muito, mas valem a pena, pois é a luta digna por um país justo, decente, que distribui renda, que apura crimes, que não considera somente os "cheirosos" como público preferencial e, sendo assim, não se afasta do povo. Parabéns e vamos fortalecer esse movimento de jornalismo independente!!!

Responder

Antonio G.

26/10/2010 - 14h26

O governo FHC foi o mais submisso de toda a história do Brasil.

Responder

Ala Neves

26/10/2010 - 14h24

J Serra vai dizer que isto é um factóide, sendo abordado agora com objetivo eleitoreiro.
Vai dizer ainda reclamar porque os crachás ,exigidos pelo governo dos EUA, não puderam ser impressos na gráfica que fêz os panfletos contra Dilma.

Responder

|Julio Cesar Costa

26/10/2010 - 14h23

E este é o Brasil que o PSDB quer para nós , no próximos anos. Por isso essa vontade malignamente louca de terem o seu representante de partido eleito presidente:o tráfego de imoralidade e da falta de respeito com o povo brasileiro viria como num cheque em branco para fazerem o que quiserem.

Responder

Bel

26/10/2010 - 14h23

E ministro tirar o sapato para entrar dos EUA

Responder

Paulo Godoy

26/10/2010 - 14h20

Pois é, não precisamos dizer mais nada!
É este tipo de gente que está querendo voltar.
Abraços

Responder

antonienko

26/10/2010 - 14h20

Sem comentários! Acabei de almoçar.

Responder

Marco SãoPaulo

26/10/2010 - 14h19

Daí é que veio o termo:
"Calma que o Brazil é nosso"
by George W. Bush

Responder

Amadeu

26/10/2010 - 14h19

E depois dizem, os tucanos, que não são entreguistas. O sonho dessa gente é ter Washington como nossa capital. Vade retro!

Responder

Alexei Alves

26/10/2010 - 14h15

FHC foi entreguista.

Nada mais a dizer.

Responder

Fernando C. Neto

26/10/2010 - 14h13

FHC tentou o que Raul Seixas já tinha cantado: "A solução é alugar o Brasil"
Lamentável!!!

Responder

edv

26/10/2010 - 14h13

Fantástico o trecho:
"As obrigações(*) das partes estabelecidas neste acordo … … continuarão a ser aplicadas APÓS a expiração ou término deste acordo"…
Vou repetir o já observado em outro post: Em potências de primeiro mundo, trair a pátria ou seu povo é tipicamente punido com pena capital.

(*) De tudo que li, só vi obrigações brasileiras e direitos da contraparte…

Responder

Marcio

26/10/2010 - 14h10

ISSO SIM É O FIM DA PICADA. Trocando em miudos, o governo FHC é bem mais entreguista que o congresso todo.

Responder

Luiz Rogerio

26/10/2010 - 14h04

O acordo viria a ser anulado, diante da reação de políticos e militares….

Será que é por isso que aconteceu isso no dia 22 de agosto de 2003????

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,O…

Responder

    ZePovinho

    26/10/2010 - 14h49

    Haviam 2 navios americanos a 40 quilômetros do local de lançamento,Luiz.Antes do lançamento,também,os hotéis de São Luís foram invadidos por hordas de gringos se hospedando.
    Em 2009 foram descobertas,pela Marinha do Brasil,bóias perto de Alcântara com equipamento eletrônico de transmissão.
    É por isso que vão relançar o VLS com tanta cuidado.Hoje foi aberta a licitação para a atualização do banco de controle do VLS: http://planobrasil.com/2010/10/26/atualizacao-do-

    Tem-se indícios de que isso foi um atentado perpetrado pelos EUA.Fizeram coisa parecida com Correa,presidente do Equador no dia 30 de setembro de 2010.Infiltraram a polícia e tentaram derrubar o presidente.Isso porque ele não renovou o contrato para uso da Base de Manta pelos americanos.Que se cuide o presidente da Colômbia,Juan Manuel Santos.Ele avisou que vai deixar de molho o projeto daquelas 7 bases que Uribe deu aos americanos na Colômbia.
    Da mesma forma,estão infiltrando nossas forças armadas,universidades e partidos políticos.
    É bom ficar alerta.Se você vir americanos em locais suspeitos(perto de bases,navios,laboratórios) fique de olho.Eles são insidiosos.Os EUA cresceram matando seus nativos e saqueando outros países como dizem John Perkins(Confissões de um Assassino Econômico) e aquele outro ex-espião da CIA que escreveu o livro "Inside the Company" sobre como a CIA age.Estão aqui: http://www.scribd.com/doc/30889525/Confesiones-de
    http://www.scribd.com/doc/31541300/Diario-de-la-C

    José Sabino

    26/10/2010 - 15h48

    Eu li o "Confissões …". É imperdível.

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