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Novo secretário da Educação de Alckmin: “Não dá para ir a Miami toda hora comprar terno”

22 de janeiro de 2016 às 21h09

Video sugerido pelo Sergio Íscaro

Desembargador defende auxílio-moradia para ir a Miami comprar terno. E para não ter depressão

da Gazeta do Povo, sugerido pela Conceição Oliveira

Discutir eleição é importante, claro. Mas o período eleitoral sempre serve também para que outras instituições que estão de fora do processo aprovem benefícios em causa própria ou façam coisas que querem ver debaixo do tapete. Como todo mundo que acompanha o noticiário só presta atenção aos candidatos, fica barato fazer coisas impopulares nesses meses.

Em 2014, o troféu da medida impopular foi para o Judiciário, aprovou R$ 1 bilhão em “auxílio-moradia” para os seus. São R$ 4,4 mil por mês para cada magistrado do país, independente de ele (ela) já ter casa, de morar com outro juiz (juíza), e agora, discute-se, até mesmo independente de estar na ativa ou ser aposentado.

Como não precisam se eleger nem gostam muito de prestar contas do que fazem, os juízes se retraíram e os críticos ficaram falando sozinhos. Mas às vezes alguém põe a cabeça para fora e é possível perguntar por que, afinal, dar auxílio moradia para quem já tem casa, e dar mais benefícios a quem já tem salário inicial superior a R$ 20 mil.

No Jornal da Cultura, isso aconteceu. O desembargador José Roberto Nalini, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, foi questionado sobre o tema. E vale a pena transcrever na íntegra a resposta:

“Esse auxílio-moradia na verdade disfarça um aumento do subsídio que está defasado há muito tempo. Hoje, aparentemente o juiz brasileiro ganha bem, mas ele tem 27% de desconto de Imposto de Renda, ele tem que pagar plano de saúde, ele tem que comprar terno, não dá para ir toda hora a Miami comprar terno, que cada dia da semana ele tem que usar um terno diferente, ele tem que usar uma camisa razoável, um sapato decente, ele tem que ter um carro.

Espera-se que a Justiça, que personifica uma expressão da soberania, tem que estar apresentável. E há muito tempo não há o reajuste do subsídio. Então o auxílio-moradia foi um disfarce para aumentar um pouquinho. E até para fazer com que o juiz fique um pouquinho mais animado, não tenha tanta depressão, tanta síndrome de pânico, tanto AVC etc

Então a população tem que entender isso. No momento que a população perceber o quanto o juiz trabalha, eles vão ver que não é a remuneração do juiz que vai fazer falta. Se a Justiça funcionar, vale a pena pagar bem o juiz.”

A declaração é uma mostra do que pensa o Judiciário? Esperemos que não, claro, mas vejamos o que ela diz:

1 — O juiz aparentemente ganha bem, mas não é verdade, dados os imensos encargos que ele tem.

2 — Entre esses encargos estão o Imposto de Renda e plano de saúde, coisas que os demais brasileiros, por óbvio, não têm que pagar. Caso tivessem de bancar isso, seguramente, visto que existe justiça no país, receberiam auxílio-moradia igualmente.

3 — Outro encargo é que o juiz tem que comprar roupas. Curioso que o auxílio-moradia pague ternos, mas vá lá. E não são quaisquer roupas de plebeu, diga-se. São ternos de Miami! Necessariamente. Imagine só a que se subordinam os juízes em nome da aparência da Justiça nacional, em nome da boa expressão da soberania do país. Gastam dinheiro (do seu próprio bolso!) para ir a Miami comprar ternos. Quem de nós, caso tivesse sabido disso antes não teria se apiedado dos magistrados? Quem ousaria ser contra um subsídio que garante esse gesto de altruísmo em nome de nossa soberania?

4 — Os juízes também precisam comprar camisas, sapatos e carros. O que justifica um auxílio moradia, evidentemente.

5 — O salário de R$ 20 mil (inicial) e a ausência de um auxílio moradia estão levando nossos juízes à depressão. Custa ajudar?

6 — Além de depressão, o encargo de representar a soberania nacional com viagens frequentes a Miami também está levando os magistrados a ter ataques de pânico.

7 — A ausência de um auxílio-moradia causa AVC. (Não se sabe como os outros 99% da população estão sobrevivendo a essas doenças todas que acometem quem não ganha o benefício.)

8 — Se a população soubesse o quanto o juiz trabalha, pagaria sem reclamar. Porque, claro, os juízes trabalham mais do que você, mais do que qualquer um. E ao invés de usar este bilhãozinho para contratar mais juízes e dividir a carga, o certo é pagar mais para que eles sejam recompensados pelo que fazem.

9 — Não é o dinheiro do salário do juiz que fará falta. Afinal, o que é R$ 1 bilhão por ano, né?

10 — O auxílio-moradia é um disfarce assumido para reajuste de salário. O que é ilegal. Mas como quem vai julgar isso é o próprio Judiciário, quem se importa de admitir isso em público?

Leia também:

Lula processa o Trump dos pobres

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33 Comentários escrever comentário »

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FrancoAtirador

25/01/2016 - 21h30

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A ‘NOBREZA’ DO PODER JUDICIÁRIO
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“Fica cada dia mais evidente que a ‘Crise, definitivamente, não é para todos.
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Após um expressivo corte no orçamento do Poder Judiciário,
comprometendo inclusive despesas de custeio como pagamento de água e luz,
o governo liberou Crédito Extraordinário, via Medida Provisória (MP 711),
de R$ 419 milhões para o pagamento de auxílio-moradia de magistrados
e procuradores do Ministério Público Federal.
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Não bastasse desrespeitar as hipóteses previstas na Constituição
para concessãode crédito extraordinário (“para atender despesas imprevíveis e urgentes”,
nos termos do art. 167, § 3°), a MP 711 se caracteriza em verdadeiro deboche com os servidores,
credores de diversos passivos ainda pendentes de pagamento sob o argumento de ausência de verba!
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Como se vê, por via indireta, o corte de verbas de custeio no Judiciário está servindo para garantir
os privilégios de magistrados. No caso do auxílio-moradia, aliás, um privilégio pago em caráter precário, concedido via liminar e ainda pendente de julgamento pelo colegiado do STF.
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As circunstâncias em que foi liberado o crédito sugerem uma negociação intensa
com a cúpula do Poder Judiciário, que demonstra, mais uma vez, qual é sua prioridade.
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O Judiciário cria, aos poucos, uma verdadeira ‘nobreza’ em seu interior,
com privilégios e altos salários, enquanto servidores são cada dia mais desrespeitados
e as perdas, que já ultrapassam 50%, parecem não ser suficientes para fazer valer
o direito fundamental de reposição salarial.
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Há um abismo, cada dia maior, separando servidores e juízes.”
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Editorial SINTRAJUFE.
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(http://www.cartacapital.com.br/politica/elites-controlam-o-sistema-judicial-mostra-pesquisa-da-usp)
(http://www.scientific-socialism.de/PECAPIntrod.htm)
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Enquanto isso, as Raras e Honrosas Exceções na Magistratura são Processadas pelos próprios Colegas:
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(http://jornalggn.com.br/noticia/processada-pelo-seu-posicionamento-desembargadora-recebe-apoio-do-meio-juridico)
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Responder

Urbano

25/01/2016 - 15h44

Nessa coordenada é simplesmente geléia geral…

Responder

Al Coast

24/01/2016 - 10h52

E a vitaliciedade, resquício da monarquia que ninguém comenta?

Responder

roberto

23/01/2016 - 21h24

Essa é a razão da população sentir muito mais repúdio aos Juízes do que aos bandidos.
Deus nos livre deles, são perigosos,furtivos,descarados, arrogantes,pegajosos,dissimulados e corruptos.
Quanto aos bandidos,….. nós mesmos damos um jeito de afastá-los. Não representam nem 1% do perigo que um Juiz oferece.

Responder

Assim Falou Golbery

23/01/2016 - 20h38

Enquanto os salários públicos não for, como no primeiro mundo, superior a 10 vezes o que qualquer processo corrupto ofereça, honestidade no serviço público será exceção, mais coisa de imbecil que quer passar fome

Responder

Edison Amaral

23/01/2016 - 18h50

Este vídeo me fez lembrar o conceito de ‘estamento’ descrito por Raymundo Faoro em ‘Os donos do poder – formação do patronato brasileiro’ e resumido assim por Gabriel Cohn, prefaciador da obra: o livro “revela como, já a partir do desenvolvimento do Estado patrimonialista português, formou-se a estrutura de dominação que, transplantada do outro lado do Atlântico, veio prevalecer também no Brasil – o jogo do poder, em vez de resultar do confronto de classes, ou quiçá de castas, era vencido em todas as épocas luso-brasileiras pelo ‘estamento’, a organização político-administrativa, corporação de poder, estruturada numa comunidade: o “estado maior da autoridade pública”. Ao longo dos capítulos de ‘Os donos do poder’ vê-se claramente como, já desde o “achamento” do Brasil, da Colônia ao Império e deste à República, o estamento sempre encontrou formas de manter em suas mãos o controle da sociedade. (…) O estamento burocrático, como grupo de interesses, teve êxito, historicamente, na tarefa de manter o poder nas mãos de uma elite invariavelmente predatória. Para isso, foi importante o auxílio dos legistas, e sua preponderância, que o autor situa já na própria ancestralidade lusitana do Brasil. Como homem de leis, Raymundo Faoro lembra o caráter do estamento como organização “juridicamente pensada e escrita, racionalizada e sistematizada pelos juristas”. Essa ideia, a de um estamento burocrático umbilicalmente ligado aos “donos do poder” a perpetuar-se séculos afora, criada por Faoro e desenvolvida neste livro, permanece insuperada; é tese sempre lembrada quando se tenta entender o Brasil”.
A entrevista mostra, descaradamente, um representante típico do ‘estamento’ cuja tarefa de “controlar a sociedade” e “manter o poder nas mãos de uma elite predatória” ganhou um um cúmplice de nestes últimos 60 peso: a grande mídia.

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titus

23/01/2016 - 18h04

Vao comprar um terno em miami? daqueles bons mesmo? made in china!
Tambem vou comprar um tennis de 10 dolares e volto com o recibo colado na testa!

Responder

Francisco

23/01/2016 - 17h27

Há aqueles momentos em que compreende Robespierre ou Lenine…

Há aqueles momentos em que os Bourbons e os Romanov perdem inteiramente o nexo com o planeta terra.

É muita cretinice…

Responder

Márcio Gaspar

23/01/2016 - 17h26

Parece ser proposital o que estão fazendo com a educação estadual de São Paulo, mas já estou começando a acreditar que é proposital. Colocam pessoas que não tem a mínima noção do que é educação, pessoas que não tem projeto algum ou ideia alguma para melhorar a educação do estado. Passei em um concurso para professor do Estado de São Paulo e tomei posse, apesar de ainda resistir em tomar posse, mas não resisti e pedi exoneração depois do recesso, após uma semana de aula. O salário é horrível, péssimo e de fome, e é de 3 vezes menos do que o “auxílio terno” do novo secretário da educação. Um aluno vindo de escola pública e que alcança matrícula em uma universidade pública de ponta no Brasil é um guerreiro e tem que se orgulhar disso.

Responder

José de Pindorama

23/01/2016 - 13h08

Caros Comentaristas, bom dia.
O comentário é fracionado em duas partes.
1ª. O Governador, com essa nomeação, objetiva claramente retirar todos os entraves jurídicos que possam eventualmente surgir, quando da nova reedição da’reorganização escolar ‘ (fechamento de escolas) prevista para julho. Um ponderado Educador para essa Secretaria nem pensar! Temos de lembrar também. que após sua reeleição, o Governador cortou pela metade as vagas do ensino técnico em SP. Se fosse somente realocação, remanejamento de pessoal, prédios e instalações não haveria o porquê de não discutir, amplamente, com a sociedade.

2ª. Com relação ao que foi veiculado na TV Cultura SP (atualmente, ‘Quinta do PSDB’), concernente a esse Senhor, gostaria aqui de fazer uma sugestão: – que se fizesse uma ampla discussão para se avaliar o aparato Policial-Judicial-Penal brasileiro. Penso ainda, que poderíamos inserir algumas perguntas oportunas, numa pesquisa sobre esse relevante tema; tais como:
-O Povo Brasileiro acredita na Justiça e na Polícia?
-A Justiça é Democrática e Acessível a todos?
-O que a Sociedade pensa da Remuneração e do tratamento dado pelas Instituições Públicas aos Magistrados?
-Os pobres e os ricos, dentro da Justiça e da Polícia têm o mesmo tratamento?
-Existe abuso de autoridade por parte da Polícia e da Justiça?
-Como são punidos os maus Agentes Públicos dessas Instituições?
-Como é possível que sem gerar ativos, somente o Judiciário, consuma quase 1,3% do PIB, indiferente ao que se passa com o resto da Nação, e ainda legisle em causa própria ; isso sem contar o custeio do aparato Policial?
-O Judiciário e a Instituição Policial de fato funcionam bem? Atendem aos anseios da população?
-Como a população enxerga o controle, através de Conselhos Populares Efetivos, dessas Instituições?
Para não se tornar enfadonho essas são algumas questões que poderiam constar de uma pesquisa cidadã.
Há de se ter o cuidado em salientar, que dentro do Judiciário e da Instituição Policial, existem honrosas e exitosas exceções e Agentes Públicos ilibados e íntegros. No entanto, atualmente os ‘maus’ ganham terreno muito rapidamente, colocando em risco essas Instituições conectadas umbilicalmente com o Processo Democrático!

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    Marta Barreto

    24/01/2016 - 15h04

    Excelentes colocações! São esses exatamente alguns tópicos que gostaríamos de ver esclarecidos! Parabéns!

Roberto Locatelli

23/01/2016 - 13h06

Essa resposta do nobre desembargador vai para a série “no fundo do poço tinha um alçapão”.

Responder

JoãoP

23/01/2016 - 12h53

O trecho da entrevista demonstra que ele é o cara perfeito para secretário da educação, na visão do Alckmim, pois o objetivo do pocolé de chuchu é acabar com o que restou da Escola Pública.

Responder

Julio Silveira

23/01/2016 - 10h15

Evidentemente esse cidadão presta um grande serviço ao país (apesar da revolta natural que sua postura acarreta em qualquer cidadão que esta subjugado ao seu poder), sua declaração espontânea, desmascarada, devo dizer que revela o que a cúpula nacional sente pelos verdadeiramente mortais do país. Aqueles que carregam essa casta de lordes nas costas, os operários despersonalizados, anônimos.
As vezes fico pensando que momentos como esses, impares, deveriam servir para o população avaliar melhor o que quer para seu futuro. Avaliar seus caminhos culturais, pensar sobre quem de fato trabalha a seu favor, a favor da nação. Devendo fazer a mea culpa e partir para não assimilar a visão desse cidadão (como acho que a maioria faz, senão não teríamos uma quase generalização desse tipo de personalidade, cultural, como temos), mas passando a pensar mais no que queremos enquanto pátria, enquanto povo. O Brasil a muito precisa de uma revolução patriótica, moral e ética. E infelizmente por tudo que vejo, leio e ouço, a realidade nacional é do aprofundamento cada vez maior desse tipo de personalidade. Cada um acreditando que deve fazer do próximo o próximo trouxa.

Responder

Jose Fernandes

23/01/2016 - 09h41

Eu não ouvi isso e nem li, isso é insano,pra não dizer outra coisa. onde estamos.?

Responder

Caracol

23/01/2016 - 07h51

Quando eu era criancinha, minha mãe queria que eu viesse a ser advogado. Pois escapei de boa! Imaginem, se tivesse seguido aquela profissão, minha razoável inteligência e grande capacidade de trabalho poderiam me fazer chegar a ser juiz! Por isso digo que escapei de boa, hoje estou bem melhor do que estaria, vivo feliz na roça com minha mulher a quem amo e por quem sou amado, não visto terno, não viajo de avião para ir à Disneylândia comprar roupa, não sofro de depressão e não corro risco de ter AVC, pois não tenho síndrome do pânico. O resto é parecido, desconto 27% de imposto de renda (na fonte!), pago plano de saúde e tenho casa própria no meio do mato sem precisar ter auxílio moradia. Trabalho na pequena cidade vizinha e a comunidade em muito se beneficia da minha atividade, muito modesta mas muito efetiva e produtiva, ao contrário do que acontece com a Justiça.
É… cheguei à conclusão que com todo “auxílio” que esse cara possa receber…esse cara é um babaca.

Responder

Wladimir Teixeira

23/01/2016 - 07h41

a população precisa entender que enquanto não causar uma “revolução francesa” continuará escravizada e explorada pela elite desumana, incompetente e corrupta

Responder

    Marcelo

    24/01/2016 - 19h16

    Concordo plenamente irmão.

patocracia

23/01/2016 - 04h07

Em todo o espectro do poder (político, corporativo, religioso, midiático), de um extremo ao outro, o domínio inconteste dos psicopatas.
Os psicopatas têm vantagem óbvia sobre seus adversários mais escrupulosos. Afora a vantagem competitiva da falta de escrúpulo em si, em geral são mais resistentes às pressões psicológicas e mesmo físicas, dado o seu alto grau de insensibilidade.

http://www.ponerology.com/evil_2b.html

Sem dúvida alguma, esta é uma infernal passagem pelo purgatório.

Responder

Antonio

23/01/2016 - 03h32

Como pensa um tucano.
Demonstração mais clara do que essa, impossível!

Responder

Ninguém

23/01/2016 - 01h36

Entre outras coisas, o cara-de-pau esqueceu de mencionar as férias de 60 dias (com o terço adicional nos dois períodos) fora o recesso…

Disparado é a casta que mais tem mordomias e que menos presta contas. Dá vontade de vomitar.

Responder

Marco André

22/01/2016 - 23h01

Benefícios da “redentora”, para simular normalidade democrática ao regime de força.

“Determinem seus privilégios, mas não interfiram em minhas ações abjetas.”

Responder

Fausto

22/01/2016 - 22h44

O retrato cabal do quão depauperada é essa, assim dita, “elite” brasileira.
Elite pecuniária, porque de resto…

Responder

Marcio Ramos

22/01/2016 - 22h01

A população tem que entender que se ficar no zap zap vai se f… enquanto esta casta te sacaneia.

Responder

    SOLON

    23/01/2016 - 14h38

    Juventude ,em sua maioria embrutecida, infantilizada mentalmente

Izaias Almada

22/01/2016 - 21h58

“Se a justiça funcionar, vale a pena pagar bem ao juiz”.
Essa frase define bem o conceito que o desembargador tem de si mesmo e do judiciário brasileiro, pois se há uma instituição que deixa a desejar no país é o Judiciário.
Ele deve ser da turma (já que tem que comprar terno em Miami, que pobreza de espírito) que afirma que o Brasil é uma m…
M… mesmo é São Paulo, pois quanto mais o Alckmin e o PSDB mexem, mais fede.
Essa gente é que quer voltar ao poder político em Brasília?

Responder

Mauricio Gomes

22/01/2016 - 21h56

Reforma do judiciário já, de longe o poder mais corrupto, elitista e autoritário de todos.

Responder

    SergioMurilo

    23/01/2016 - 13h49

    Sem a menor sombra de dúvida.

Leo V

22/01/2016 - 21h44

Curioso que Alckimin tenha colocado um desembargador como secretário da educação depois de decisões contrárias do TJ terem ido contra a vontade do governo no quesito ‘reorganização escolar’ e manifestação do estudantes contra essa política.

Responder

    Luiza Rotbart

    23/01/2016 - 13h40

    Picolé ainda não entendeu nada!
    É uma audácia colocar semelhante ser para substituir a anterior derrotado pelas crianças nas ruas! Acho que vamos ter que ensinar a esse desembargador que não queremos ele também! Ele já é um “péssimo exemplo para as nossas crianças e adolescentes”!!! Basta de um funcionalismo ineficiente, corrupto, explorador e insustentável! Reforma do judiciário já!!!

    Márcio Gaspar

    23/01/2016 - 17h27

    É bom ficar de olho.

    MARCOS FERREIRA

    23/01/2016 - 17h50

    E depois esses tucanos com o apoio incondicional da mídia dizem que quem aparelha é o PT.

FrancoAtirador

22/01/2016 - 21h31

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Nonsense, No Comments.
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Responder

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