Profissionais da calúnia, da injúria e da difamação
por Marcelo Itagiba, futuro ex-deputado, discursando na tribuna da Câmara Federal em 10.11.2010
A democracia que estamos vivendo há duas décadas, sem interrupções, é a maior conquista da população brasileira. Em 120 anos de República, o direito do povo de participar diretamente da vida política do país foi por várias vezes subtraído. Mas nas duas últimas décadas foram realizadas seis eleições livres e diretas para o cargo de Presidente da República. É um marco na história do nosso país. É o mais longo período de vida democrática da nossa história.
A máxima constitucional segundo a qual “o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido” vem sendo respeitada e cumprida exemplarmente. E como não há democracia plena sem um Congresso Nacional forte, é necessário que se tenha uma oposição coerente, unida e responsável que faça com que as duas casas legislativas cumpram com a sua missão constitucional de fiscalizar o Poder Executivo, para impedir abusos, desvios e irregularidades.
É imprescindível uma oposição que promova o processo dialético da democracia e aja com responsabilidade e espírito republicano, ao contrário do que fez o PT na oposição. Eleitoreiramente, o PT se recusou a assinar a Constituição de 1988 e rejeitou a aprovação do Plano Real e da Lei de Responsabilidade Fiscal, duas medidas que foram decisivas para que o país atingisse o atual patamar socioeconômico e a consolidação da democracia.
O Brasil precisa de uma oposição que se mantenha vigilante em relação ao reaparecimento de mensaleiros e sanguessugas. Que fique de olhos bem abertos às tentativas de criação de novos impostos, de recriação da CPMF e de aumento dos gastos públicos.
O Brasil precisa de uma oposição que lute pela diminuição da carga tributária e do tamanho do Estado. E que detecte imediatamente qualquer movimentação que ameace a liberdade de expressão, de opinião e de imprensa. Ou seja, que ameace a democracia arduamente conquistada pelo povo brasileiro.
O Brasil precisa de uma oposição que respeite os adversários das mais diferentes matizes e colorações, mas que rejeite os intolerantes e autoritários que, em determinados momentos históricos, pretenderam introduzir no país regimes totalitários, fossem eles de esquerda ou de direita.
O Brasil precisa de uma oposição que corresponda ao anseio popular depositado nas urnas, cuja apuração final revelou que 79 milhões dos 130 milhões de eleitores não votaram na candidata eleita.
Hoje, a democracia está consolidada e as instituições responsáveis pela defesa do cumprimento da Constituição Federal devem ser ainda mais fortalecidas. E como não há como separar a consolidação da democracia do livre exercício da liberdade de imprensa – pois são interdependentes – é preciso exaltar que, sem sombra de dúvida, os jornalistas e a imprensa têm contribuído, decisivamente, para a garantia e a preservação do regime democrático brasileiro.
Mas é preciso separar o joio do trigo, pois há uma meia-dúzia de desprezíveis que se dizem jornalistas. Embora evidentemente não representem a classe e não ofereçam, por sua insignificância, qualquer risco à democracia e à liberdade de imprensa, eles devem ser desmascarados porque vivem da prática de atentados contra a moralidade, o espírito público e a honra de cidadãos.
Errar é humano e qualquer um tem o direito de errar. Mas a persistência no erro é fruto de incompetência ou de má-fé, ou as duas coisas. Agem com má-fé alguns que se dizem jornalistas, mas não são capazes de reconhecer quando erram.
Na verdade, são pseudojornalistas, pois abandonaram os ditames da profissão e passaram, criminosamente, a se dedicar, muitos deles à custa do erário público, à atividade impiedosa e covarde de tentativa de assassinatos de reputações alheias.
Eles são, no campo da imprensa, o equivalente aos cangaceiros ou pistoleiros de aluguel. Na verdade, são parajornalistas que jogaram no lixo os princípios da ética e nunca sequer folhearam os manuais de redação, para ao menos ler as primeiras linhas das recomendações básicas feitas ao profissional do jornalismo.
Optaram por dar as costas aos fundamentos da profissão e se especializaram em produção de falsas notícias, com o objetivo de escarnecer pessoas que com eles não se alinham ideologicamente ou não se coadunam em suas negociações espúrias.
São ex-profissionais que não dão mais ouvidos ao outro lado – se é que um dia o praticaram convictamente. Afinal, a julgar pelo desprezo que manifestam pela verdade, se ouviram o outro lado algum dia, o fizeram, no máximo, de forma meramente protocolar e desinteressada, ignorando a importância que o equilíbrio entre as partes deve ter na publicação de uma notícia.
Eles se tornaram mercenários da informação, no mais das vezes bancados por interesses espúrios. Não há mais código de ética que os contenha nas suas ações difamantes, caluniosas e injuriosas. Somente o Código Penal pode detê-los.
Eles são minoria, mas sua existência profissional é uma grande ameaça à honra das pessoas honestas. Hoje, esses ex-jornalistas investem na perseguição aos que criticam os governos de cujos cofres eles retiram o seu sustento. Agem com a mesma sofreguidão com que os sindicalistas que integram as hostes do neo-peleguismo brasileiro avançam sobre o dinheiro público.
Eles são os párias do jornalismo brasileiro. São pseudojornalistas que se apresentam, falsamente, como repórteres em busca da verdade, mas agem no sentido contrário do princípio básico do jornalismo. O que realmente lhes interessa é a distorção deliberada dos fatos, com vistas a construir a versão que melhor se encaixa nas suas pretensões político-financeiras.
Eles fogem dos fatos como o diabo da cruz. Eles têm pavor da luz que jorra da verdade, pois são como vampiros que sobrevivem do sangue alheio. Seus textos são redigidos nas trevas da maledicência, na escuridão da ausência de caráter e no túnel sem saída dentro do qual os medíocres se encurralam para sempre.
Embora se resumam a uma meia-dúzia de ex-jornalistas alijados da imprensa séria por inépcia, má-fé ou as duas coisas, são profundamente graves os danos morais que eles procuram impingir às suas vítimas, sobretudo quando estas não reagem à altura. Contra eles, é preciso recorrer aos instrumentos legais de reparação disponibilizados pelo Código Penal.
Eu, principalmente como servidor público de carreira com quase 30 anos de serviços prestados como delegado do Departamento de Polícia Federal, e também como servidor público eleito para o cargo de deputado federal, já enfrentei diversas vezes, sem recuo, de peito aberto e cabeça erguida, a sanha desses energúmenos.
O primeiro foi o mentecapto que atende por Bob Fernandes. Sem apresentar uma única prova sequer que sustentasse a sua mirabolante história publicada na Carta Capital, na edição 142, de 14 de março de 2001, o caluniador travestido de repórter me envolveu na sua ficção a respeito de um dossiê que teria sido produzido contra o então ministro da Educação, Paulo Renato Souza, numa suposta tentativa de desqualificá-lo como pré-candidato do PSDB à Presidência da República.
Em meus quase 30 anos de carreira como delegado do Departamento de Polícia Federal, jamais fiz dossiês, arapongagens ou quaisquer ações incompatíveis com os ditames das leis. Por princípio e por dever público assumido, sempre fui um ferrenho e irredutível defensor do cumprimento das determinações legais.
Dentro das prerrogativas do cargo, o que sempre realizei foram inquéritos policiais devidamente instaurados e destinados a reunir provas concretas que levassem à cadeia os criminosos. Inclusive os de colarinho branco com os quais muitos desses falsos jornalistas mantêm uma ligação umbilical para sugar a energia financeira que lhes garante a existência física, pois a intelectual, humana e afetiva eles nunca tiveram.
Enquanto, como delegado da Polícia Federal, sempre busquei a verdade dos fatos, me utilizando dos instrumentos legais que o Estado e as leis vigentes punham à disposição do meu exercício no cargo, os parajornalistas, como Bob Fernandes, sempre visaram à mentira, se utilizando de meios e argumentos fraudulentos para distorcer a verdade.
O desqualificado Bob Fernandes, um ano depois, na mesma Carta Capital, faria uso de velhas premissas inverídicas. A partir delas, construiu um novo silogismo, tão sólido quanto um castelo de cartas, para tentar sustentar a sua conclusão mentirosa, irresistível a um pequeno sopro da verdade, de que eu teria participado da Operação Lunus.
O único fato concreto presente na matéria é o de que, à frente da Gerência Geral de Segurança e Investigações da Anvisa, subordinada ao Ministério da Saúde, na gestão de José Serra, fui o responsável pelas operações exitosas que resultaram no desmantelamento das quadrilhas de fraudadores de remédios que grassavam o país. O resto é um conjunto de ilações, difamações e mentiras.
Além de aposentarem (alguns, muito cedo) o interesse pela verdade em troca do apego incorrigível à mentira, uma outra marca característica comum entre esses ex-jornalistas é a de que fazem uso mútuo das leviandades que elaboram. A mentira circula entre eles como os produtos ilegais no mercado negro.
Exemplo disso é o famigerado Leandro Fortes, que, recorrendo às inverdades publicadas na Carta Capital por seu companheiro do ramo da fabricação de mentiras, utilizou-as, mesmo sabendo-as falsas, na sua reportagem no Jornal do Brasil, em 2002, sobre o caso Lunus.
Até hoje eles não apresentaram um único indício sequer que comprovasse qualquer participação minha no referido episódio, pelo simples fato de que ela não ocorreu. Não abro mão da dignidade, da correção e da integridade com que sempre exerci cargos públicos. Desafio todos esses ex-jornalistas a comprovarem com fatos as suas peças ficcionais. Jamais conseguirão, pois agem à maneira de Joseph Goebbels, para quem a mentira devia ser repetida mil vezes para que parecesse ser a verdade.
O emprego desse ardil no Caso Lunus induziu o senador José Sarney, à época, a fazer um pronunciamento desconectado da realidade dos fatos, tratando como verdadeiras informações mentirosas e sendo secundado em discurso pela puxa-saco de plantão Ideli Salvatti.
O mitômano Leandro Fortes, anos depois, com a comprovação de sua incontestável capacidade de criar notícias ao bel prazer do dono do veículo que o remunera, foi acolhido na Carta Capital pelos braços do velhaco Mino Carta. Contratação perfeitamente compreensível. Afinal, Mino Carta, em sua trajetória venal, ganhou notoriedade pelas práticas parajornalísticas das quais devem ser mantidos distantes, a bem do jornalismo sério, os estagiários dos cursos de Comunicação Social.
Aliás, o Leandro Fortes, que poderia mudar sua assinatura para Leandro Fracos, haja vista a fragilidade sempre presente nas matérias com que pratica o denuncismo, tem sido muito útil às vilanias da Carta Capital. Ele assinou uma série de reportagens que tinha o propósito de defender autoridades envolvidas em irregularidades e crimes no exercício de suas profissões, conforme comprovou a Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas, por mim presidida na Câmara Federal.
A CPI demonstrou, irrefutavelmente, que alguns delegados de polícia, promotores e juízes, num conluio perigoso para o estado democrático de direito, se sobrepunham aos ditames legais. Ao arrepio das leis vigentes no país, se utilizavam de forma indevida da interceptação telefônica para atingir objetivos nem sempre confessáveis.
Comprovadamente, fizeram mau uso de um instrumento de fundamental importância para a obtenção de provas contra criminosos, sobretudo os do crime organizado.
As trajetórias editoriais de veículos como a Carta Capital e também a IstoÉ falam por si mesmas. Mas podem ser complementadas com informações sobre as muitas reparações judiciais que lhes foram impostas, como a que resultou de ação movida e vencida por mim contra a segunda.
Esses falsos jornalistas tentaram das mais diversas formas apoiar investigações policiais marcadas, sabidamente, graças à CPI, por desmandos de autoridades que, tais quais os ex-jornalistas, seguem a cartilha segundo a qual os fins justificam os meios, desde que aqueles que eles consideram inimigos sejam atingidos, não se importando com os limites determinados pela lei, pela ética e pela moral.
Outro proxeneta da informação, que tem por hábito prostituir as palavras para que elas façam o que ele quer, ainda que contra a sua vontade semântica, é o tal do Palmério Dória. Na edição nº 146 da revista Caros Amigos, de maio de 2009, ele lançou mão de informações velhas e falsas, devidamente pulverizadas pela verdade dos fatos por mim apresentada, e reescreveu (requentou, no jargão jornalístico) afirmações largamente desacreditadas.
Palmério Dória é um recalcitrante profissional da mentira. É um dos que ficaram inconformados com o meu parecer favorável, na CPI, ao indiciamento por falso testemunho do delegado Protógenes Queiroz, do ex-diretor da Abin, Paulo Lacerda, e do ex-diretor-adjunto da Abin, Milton Campana; como também do banqueiro Daniel Dantas, este pelo crime de interceptação ilegal.
“Honoráveis bandidos”, o mais recente livro de Palmério Dória, ao contrário do que sugere o título, não é uma obra autobiográfica com trechos de delação premiada em que as cabeças dos comparsas são oferecidas pelo réu-confesso para livrar a própria das lâminas da guilhotina da verdade.
Ficam salvos, assim, os pescoços de contumazes propagadores de mentiras, calúnias, difamações e injúrias, como o crápula Paulo Henrique Amorim, o inepto Luiz Carlos Azenha, o estelionatário Luis Nassif e o hidrófobo Marcelo Auller. Esses quatro fazem da vilania a arma com que atacam reputações de pessoas honradas e usam da condescendência com os áulicos para suprir suas necessidades fisiológicas.
Por fim, há o covarde do Amaury Ribeiro Júnior, mais um ex-jornalista que abandonou a profissão e enveredou no campo da arapongagem, e que por isso foi contratado pelo grupo de espionagem formado por inescrupulosos incrustados no PT, para colaborar com a produção de dossiês falsos destinados a atentar contra a honra de adversários políticos.
O inquérito policial a que respondem o covarde jornalista e os inescrupulosos do PT foi instaurado a partir de notícia-crime protocolada por mim no Departamento de Polícia Federal, solicitada à Presidência da Câmara e requerida ao Ministério Público Federal.
Respeito as divergências ideológicas, porque considero necessárias tanto a crítica para o aperfeiçoamento das posições, quanto a dialética para a busca da verdade. Mas abomino os que se escondem por trás de uma caneta ou de um computador, muitas vezes remunerados por recursos espúrios ou pela máquina do Estado, e criam histórias fantasiosas que não guardam relação com a realidade, a serviço de seus próprios interesses ou de terceiros.
Não há espaço para os profissionais da canalhice na imprensa séria, responsável e comprometida com a sua missão pública. O bom jornalismo os dispensa. A maioria dos leitores os ignora. E o Código Penal os aguarda, porque só sabem andar de braços dados com as péssimas companhias da calúnia, da injúria e da difamação.
PS do Viomundo: Não conheço o deputado Itagiba. Nunca o entrevistei. Não sei a que devo a honra de figurar na lista ao lado de tanta gente boa. Acho que o discurso pode ter relação com esta nota, publicada pelo Nassif hoje:
O juiz Ali Mazloum foi vítima de uma das operações da Polícia Federal, que liquidou com seus sonhos de carreira no Judiciário. Na época, defendi-o e voltaria a defendê-lo.
Mas essa circunstância deveria ser suficiente para que se considerasse impedido de julgar o caso do delegado Protógenes. É evidente que não tem a isenção necessária. E não se trata de julgar sistemas, histórico de pessoas, mas casos específicos em cima de provas objetivas.
Agora se tem, simultaneamente, a) O livro do Raimundo Pereira; b) a ofensiva midiática de jornalistas ligados a Dantas, procurando repercutir o máximo possível o livro; c) A suspensão do julgamento de Ricardo Sérgio pelo STF, em cima de operações envolvendo Daniel Dantas; d) a sentença de Ali Mazloum.
Pode ser coincidência.


[...] http://www.viomundo.com.br/politica/na-camara-itagiba-diz-que-sou-inepto.html [...]
[...] tachados de sujos, de chapa-branca, de vendidos e de outros adjetivos. O resumo dos xingamentos está no inesquecível discurso do deputado derrotado Marcelo Itagiba, no Congresso. Os impropérios continuam, como notou o Miguel do Rosário a propósito do texto de um colunista [...]
Falar de honradez e seriedade para um excremento midiatico como a veja é piada… logo, a critica aos demais deve ser vista como elogio.
[...] tachados de sujos, de chapa-branca, de vendidos e de outros adjetivos. O resumo dos xingamentos está no inesquecível discurso do deputado derrotado Marcelo Itagiba, no Congresso. Os impropérios continuam, como notou o Miguel do Rosário a propósito do texto de um colunista [...]
Acho que essa pedra se transformou na bolinha de papel kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vade retro satanás psdb nunca mais.
Se 79 milhões não votaram em Dilma 87 milhões não votaram no padrinho do delegado.
Importante frisar essa parte:…Eles não apresentaram um único indício sequer que comprovasse qualquer participação minha no referido episódio, pelo simples fato de que ela não ocorreu. Não abro mão da dignidade, da correção e da integridade com que sempre exerci cargos públicos. Ou seja, pelo menos reconhece que seus colegas que participaram abriram mão da dignidade…
Podemos inferir, pela ausência, que ele considera bons jornalistas os que trabalham na Folha, Veja, Estadão e Globo. Mera coincidência.
Me lembrei do Stanislau Ponte Preta.
Itagiba em Memorável Discurso – Parte 1
Uma oposição vigilante contra a recriação da CPMF, que FHC/SERRA CRIOU. Quanta COERÊNCIA.
Que diminua o tamanho do Estado, PRIVATIZANDO A PETROBRÁS? Dá um dinheirão como sabemos.
Que diminua a carga tributária, ao contrário dos oito anos de governo tucano que elevou como nunca os impostos.
Que rejeite os intolerantes, cujo expoente maior é o Serra e seus padres e pastores responsáveis entre outras pela violência que se vê hoje contra gays.
Quando o Itagiba fala de ficção, pseudo-jornalismo e mentiras, ele está se referindo à Veja, à Folha, ao Globo e ao Estadão? Não entendi!!!
[...] no Viomundo e é desaconselhável para menores de 18 [...]
Perdeu o mandato.
Não sei se é alguma coisa na polícia (talvez alcagoete, por pericia, araponga). De uma coisa podemos estar certos: Chefe de mais um grupo miliciano. Leva geito.
Um bom exemplo de um gênero literário bem brasileiro: o monólogo de auto-justificação, ou seja, o "picaresco tupiniquiim." Irmão de Lazarillo de Tormes e o Sargento Getúlio de Ubaldo. Um "Memorias de um Sargento da Milícia" moderno.
O Brasil precisa de uma oposição que corresponda ao anseio popular depositado nas urnas, cuja apuração final revelou que 79 milhões dos 130 milhões de eleitores não votaram na candidata eleita.
O serra foi eleito e eu so tou sabendo agora !!!
Obrigado pelo esclarecimento.
kkkk. Eu Tambem.
Mas o que me leva a gargalhar é uma relação que tenho em frente meu computador. Alegrem-se comigo:
Arthur Virgílio (PSDB-AM),
Marco Maciel (DEM-PE),
Tasso Jereissati (PSDB-CE),
Heráclito Fortes (DEM-PI),
Mão Santa (PSC-PI)
Efraim Morais (DEM-PB)
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Amém, Salvador! Amém! Amém!
Que horror! Diria Chico Buarque. Se esse cara a´´inda tiver que trabalharno PF, nem que seja po 2 dias a Dilminha deveria manda colocá-lo debaixo daquela escada no saguão com uma placa, atende-se "proxonetas".
Muito me orgulhei de ser fanático por um inépto, por caluniador, por um safado, puxa saco. Paulo Henrique, Azenha, Luiz Nassifi e os outros sempre foram gente da primeira linha desse País. Como diz o PHA aos domingos: Boa Soooooooorrrrrte!. Parabens prá vocês
Daria meu reino para saber quem ele considera um profissional sério ou uma pessoa digna, ou mesmo as empresas respeitadas. Serra? Kamel? Frias? FHC? Veja? Globo? Bolinha de papel?
98% da mídia joga pesada e agressivamente contra Lula e ele se reelege. 4 anos depois elege uma desconhecida numa campanha ainda mais violenta e sem freios para a mentira e a sordidez. Meia duzias de jornalistas reproduzem a "verdade factual", como diria o Mino, e os srs. Itagiba, Jungman, Heráclito, Tasso, Arthur Vigilio, entre outros, não conseguem voltar ao Parlamento. Que fenomeno é esse? Vale um post, Azenha. Mas no caso do Itagiba, o motivo é simples. Foi eleito para ser um servidor do povo mas preferiu ser um vassalo do Serra. Simples. Se amor com amor se paga, traição ídem. Virou as costas para o povo do RJ e a população carioca fez o mesmo para com ele. Não é culpa dos blogueiros sujos. Mas, para admitir isso…só na próxima encarnação.
Uma coisa a gente tem de admitir, ele tem o domínio da língua "artisticamente" falando. Ele está demonstrando pelo menos duas coisas, primeiro que é um mal perdedor, quem será que ele me lembra ? Segundo, a força, importância e o respeito que estes jornalistas conquistaram na internet, isto incomoooooooooda. Tem um xará meu que fez até poesia.Isto sim é oposição qualificada ! Dá-lhes neles sujinhos. Fuuuuuui !
Ai ai, tem muito tempo que eu não ria tanto… valeu por uma semana!!!!!!!!!!!!
É pura raiva. Perdeu a eleição e saiu atirando. O discurso é uma metralhadora giratória de xingamentos. Se esses jornalistas que cita fossem tão ineptos assim, não perderia tempo com eles. Canta aí ex-deputado: "Ostracismo, aqui me tens de regresso!"…..
Aqui na minha fazenda tô precisando de um burro para puxar carroça. Será que devo procurar pelo futuro ex-deputado?
Recebi um spam dele pedindo voto.
só rindo.
Bom saber que vai ficar de fora.
Quem é marcelo auller????
Um grande jornalista. Anda meio sumido, mas trabalhou n'O Pasquim 21 durante sua curta existência. No Google, achei notícia de sua autoria publicada na Agência Estado.
O desespero do futuro ex-deputado é um reconhecimento a qualidade do trabalho dos "ineptos", "crápulas" e "mentecaptos" , e com certeza absoluta vou continuar acompanhando esses "sujos", em vez das Soninhas e outras penas cheirosas. Parabéns Azenha e o bloco dos sujos.
Tenho certeza absoluta que esse discurso foi escrito no silêncio da madrugada a "quatro mãos" em alguma salinha escondida de qualquer revistinha de São Paulo. Afinal textos como esses fazem parte do intelecto jornalístico de pessoas como reinaldo azevedo e mainardi e pode ter tido a ajuda de madureira e a correção final de merval pereira. Eles só se esqueceram de dizer até logo como o serra fez. ET: é minúsculo mesmo.
O grito dos desesperados. Falar de crápula no jornalismo, tem que primeiro citar Boris Casoi, William Waack…..O que restou a este inépcio ex deputado foi exatamente a ira, não sabia que um perdedor pudesse ficar tão irado desse jeito. Bom que, desse jeito, certamente, sem mandato nunca mais voltará, pq de agora em diante vai entrar no Ficha Limpa, pq vai ser um processo em cima do outro pelas calúnias, mentiras e difamaçãoes, essas , sim, apresentadas em público por ele. Pensar que pq foi Delegado da PF está acima de todos e de tudo é puro engano….Justiça nele, afinal quem ele pensa que é!
No governo de Sao Paulo, ele nao terá uma boquinha, Geraldo nao vai por um aliado do Serra, ele nao vai querer inimigo. Ele vai ter que pedir a aposentadoria, vai ter que votar a ser delegado em roraim.
Não existe palavra mais apropriada: "extirpar" da vida publica.
Imaginem o escarcéu que o PIG não faria se algum parlamentar petista ou aliado evocasse o Código Penal contra "jornalistas crápulas".
Sinto-me, minimamente contemplado , pois sou admirador desse bando de jornalistas de fibra.
Azenha: você a os demais citados por esse indigesto, deveriam lançar um exocet no rabo dele!!!!!!!!
Pô, estou com uma pontinha de inveja (inveja da boa). Também queria ser chamado de Inepto pelo Itagiba! ra ra ra
Parabéns a todos os citados na lista do ilustre Itagiba!
Caramba!!! pareceu até um post do blog do professor Hariovaldo de Almeida Prado… (http://hariprado.wordpress.com/)…A Batalha dos Homens Bons….kkkkkkkkkk
O Mestre dos mestres está vingado!!!!
Tome seu blogueiro sujo, vermelho encarnado, petelho a mando do ouro de Moscou e de Cuba!!!!!!!!!!!!!!
Você merece ser destratado desse jeito por um verdadeiro homem de "benz"……….
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Helô…realmente, este blog está subvertendo o mundo dos donos das "benz"…Mercedes, claro!
Azenha, a democracia está do seu lado.
O discurso é de quem acusou o golpe e viu a verdade ser desnudada. O futuro ex já teve o que mereceu do povo do Rio de Janeiro.
Queria que ele explicasse como a "oposição" defende a diminuição dos impostos se quando era "situação" aumentou a carga tributária de 20 para 43% do PIB *apesar* de ter vendido tudo que pôde do pais e *apesar* de ter pego o pais com 400 milhões de divida interna e ter entregue com 1 trilhão.
E é um delegado tão bom e correto que a PF afastou Protogenes por supostos vazamentos enquanto o delegado Bruno (aquele da foto dos milhões no JN no mesmo dia do acidente da Gol) nada sofreu.
E se o Mino Carta é velhaco, os editores do PiG com todas aquelas mentiras contra a Dilma (ex. ficha falsa) são o que? Santos… do pau oco?
Outro que vai pra casa e quer aproveitar seu ultimos dias para falar na câmara asneiras protegido pela imunidade parlamentar, mas vai acabar, viu, vai ficar pianinho depois.
Foi uma benção varios dessa corja não voltarem a seus mandatos e nem ocuparem posiçoes de importância de um ainda futuro presidente, graças a Deus, e a ajuda de ex. jornalistas
Viva! viva! viva a sociedade alternativa, viva, viva!
O que me deixa feliz nisto tudo, e sei que não estou só, é que podemos contar com os blogs sujos. Avante Companheiros!
Azenha, as cobras estão se mordendo. O itagiba sai da cãmara e o Protógenes entra. Que coisa! O Itagiba te xinga, e o juiz manda prender Protógenes. Hilário, eles estão puto.
Vocês que foram insultados por esse sr., sintam-se elogiados. Os insultos, dependendo de quem os faz, é um grande elogio. Como disse Mario Quintana, a propósito de críticas que recebeu: "Eles passarão, eu passarinho."
Ih, Azenha, acho que essa aí você perdeu pro P. H. Amorim. Ele foi xingado de "crápula" e você "apenas" de "inepto". Crápula é mais direto e mais popular. E xingamento vindo daquele lado é elogio. Então, é isso aí, Amorim foi mais elogiado do que você. De qualquer forma, que coisa, o cara confunde insulto com argumento.
Itajiba em breve se recolherá a sua insignificância…Foi certa a atitude dos blogueiros ,em não darem destaque ao desespero do futuro ex-deputado,não se chuta cachorro morto…
Eu juro que até a parte:"Somente o Código Penal pode detê-los." , eu tinha certeza que ele estava falando do Reinaldo de Azevedo, do Aluísio Nunes e seus outros comparsas…
Mas não é que pra eles cai direitinho o discurso?
Belle Vox, foi exatamente o que pensei. KKKKK
Muito bom, tá promovido a comandante.
Conte na retaguarda com um exército de milhões de internautas.
Fogo neles!
Azenha, parabéns por figurar na listinha negra desse… desse….futuro ex deputado. E mais, logo se vê que entre os defeitos do futuro ex, está também o machismo: não tem perdão deixar a Maria Fro e a NaMaria de fora da listinha. Lei Maria da Penha nele.
Azenha, não arrede o pé !
Aos Serristas DERROTADOS, temos lenços pra vender!!!!!!!!!!!!!!!
É uma honra ser xingado pelo Marcelo Lunus Itagiba. Tb quero!
Vou lançar a campanha "Eu também mereço ser xingado pelo Itagiba!".
Usou a tribuna, a tribuna do povo, para – como muito bem diz o grande Cloaca – produzir um pomposo tolete. Liga não, é carta fora do baralho.
Esse tal de Itagiba foi escalado para ser porta-voz do PIG, é?
Olha aqui, ó cara, vocês levaram uma surra nas eleições. Vai procurar a tua turma e deixa os blogs progressistas em paz. Ou será que nem isso poderemos ler mais?
Pelos critérios do futuro ex-deputado Itagiba vão aí alguns nomes dos melhores jornalistas do Brasil:
Ricardo Noblat, Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Merval Pereira, Eliane Cantanhede, Cóvis Rossi, Boris Casoy, Diogo Mainardi. E de lambuja, o aprendiz Arnaldo Jabor.
Tentei colocar o supra-sumo, a elite do jornalismo. Gente que só pensa nos interesses do pais e do seu povo (hehehehe)
Faltou alguém?
Faltaram a Míriam Leitão, o Carlos Heitor Cony, o Renato Machado, o Galvão Bueno, a Zileide Silva, o William Waack, o Carlos Sardenberg, o Fernando Mitre, o Chico Mineiro, digo, Pinheiro, e o indefectível César Tralli (este é pau para toda obra: até conferir a roupa de baixo do Celso Pitta ele conferiu, para contar à nação embevecida). Espero ter ajudado.
ACho um absurdo que as pessoas comentem de maneira negativa ou pejorativa as declarações do deputado Itagiba. O que ele faz, senhores, é nada menos que o cerceamento da liberdade de imprensa daqueles que não gostam dele. E como nos ensinou a folha e o Estadão, isso é quase como o Nazismo hitlerista. Olho aberto!
xD
Itagiba, vai chorar na cama que é lugar quente!!!
O significado de Itajiba é: grande braço de pedra. Fico a me perguntar o que a cabeça que comanda este braço pretende com este ataque a todos estes expoentes da blogosfera e da mídia não-PIGuiana? Foi apenas desespero ou foi uma jogada de xadrez a provocar uma reação que justique um novo movimento… Ainda não entendi, a reação de Nassif, PHA e Azenha foram suaves (me pareceu uma estratégia combinada, talvez estejam tomando medidas jurídicas, ou estão esperando o próximo movimento ou estão ignorando o futuro ex-deputado para ajudar no seu mergulho rumo ao esquecimento) . Estou curiosíssimo, ainda não entendi esse movimento do Itajiba.
Parabéns, Azenha e todos os outros citados.
Ser xingado com tal rancor por um já quase ex-deputadozinho dessa laia corresponde a uma MEDALHA DE OURO por ÓTIMOS SERVIÇOS PRESTADOS À INFORMAÇÃO E FORMAÇÃO DO POVO DO NOSS PAIS.
Parabéns, mais uma vez.
Mais um para ser conselheiro da Sabesp!!!
Como diz o PHA, diga-me quem são teus inimigos e dir-te-ei quem és.
Putz… esta semana está demais…. assistir ontem o mão santa esperneando no senado foi demais e hoje o itagiba se contorcendo é impagável… fazem algumas semanas que me deliciei com o pronunciamento do arthur virgílio. Gente isto é para ser saboreado . Não sei se perdí o pronunciamento do heráclito fracos digo fortes.Deixo a sugestão vamos compilar estes pronunciamentos para serem assistidos por todos e por um bom tempo.Isto é impagável.
Azenha!
Itagiba em Tupi quer dizer: Cachoeira
Rima e completa-se com choradeira, ou não?
Um ex-deputado atacando jornalistas de reputação ilibada. É isso que vejo. Parabéns, Azenha, por ser uma pedra no sapato dos maus….
Mas que coisa mais "empolada" esse discurso do Deputado, isso é concurso para que? Xingar com termos fora de moda? Mostrar que tem intimidade com o vernáculo?
Vai trabalhar deputado!!!!
(Enquanto lhe resta mandato)
A quem não tem votos só resta mostrar que tem lingua, porem deve estar ciente que sua "impunidade" parlamentar tem data marcada para acabar.
Por isso que companheiro de partido dele,Eduardo Azeredo quer censurar a internet. A liberdade de imprensa só vale para o capital .
Para esse Itagiba, jornalista bom são os do PIG, tanto que ele está de bem com todos eles. Os demais são ex-profissionais. Esse diagnóstico é, no mínimo estranho e rudimentar. Com o texto desse infeliz, aprendi mais uma: a qualidade do profissional jornalista é medida pelo aspecto ideológico: se assume as minhas "verdades", é bom e correto profissional, se não, é ex e sujo.
Azenha você contribuiu para que um impoluto delegado de polícia não fosse reeleito? Logo ele que disse ter prendido os bandidos de colarinho branco? Quais seriam esses bandidos que teriam ligações umbilicais para sugar energia financeira?
Eu nem tinha notado que os bandidos do colarinho branco estão todos na cadeia. Ele os prendeu. Por isso que ninguém mais saqueia os cofres públicos e a corrupção acabou. Foi ele que prendeu o mestre Arruda? Agora ele poderá se dedicar a investigar o robanel e a mais recente licitação viciada de 4 bi homologada pelo governador da turma do bem.
Interessante que todos os jornalistas que eu admiro foram por ele condenado sem direito a defesa, a exemplo do Protógenes. Acho que também sou inépto. Que belos democratas caçadores de jornalistas que prezam a liberdade de expressão e as honras alheias.
Azenha, continuo sendo, agora mais, admirador seu. Obrigado por nos mostrar quem são os verdadeiros sanguessugas desse País e o mal que nos causam. São tão safados que conseguiram fazer com que todo bandido investigado deva ser avisado previamente e, que, violação do lar, só se for de policiais honestos e competentes.
Esse Itajiba é um sujeito muito irônico. Tudo que se aplica ao PiG e seus jornalistas de aluguel, que já é consenso da população, ele tenta repassar os mesmos conceitos aos jornalistas de reputação como Mino Carta e os demais. O cara também fala que ganhou ação na justiça , mas foi da Istoé. Grande coisa! Gozado que ele pegou leve com o PHA. Quem tem, tem medo. Como diz o PHA, volta pra sua insignificância, que no seu lugar vai se apresentar o Protógenes!!!
O pronunciamento do Itagiba foi ótimo! Não conhecia alguns dos blogs por ele difamados.
Aumentei minha lista de blogs a serem lidos diariamente! Agradeço !
Se fosse você caro Azenha, protestaria junto ao nobre deputado! Por quê o nosso investigador ícone do PSDB
reservou alcunhas de tal magnitude como mentecapto, mitônomo e hidrófoboa alguns de seus colegas e
lhe reservou apenas um ineptozinho de nada ?? Isso me parece perseguição…
Não imagino honra maior que ser retratado por um deputado de tal qualificação moral como proxeneta da informação!!!
Lamento por ti Azenha. Talvez em outra oportunidade sejas devidamente contemplado com algo melhor…
Seu blog incomoda demais. Definitavamente mereceria pelo menos um proxeneta!!!
Castilho
p
Liga não,Itagiba!!Onde está seu senso de humor,homi???Aqui no PT nós temos uma parente seu também.É o Araponga de Barba:
[youtube FlSP7T1z93w http://www.youtube.com/watch?v=FlSP7T1z93w youtube]
Digite o texto aqui![youtube gj_xYF4FiEE http://www.youtube.com/watch?v=gj_xYF4FiEE youtube]
Estimado Azenha,
Raramente comento seu blog mas leio-o todos os dias. Quanto ao discurso do moribundo Itagiba, num liga não. Com certeza vai ser prato cheio para o Prof. Hariovaldo. rsrsrsr. (Aliás, a leitura do mesmo é igualzinha aos discurso do Magister. Será que o defensor dos homens bons o redigiu? kkkkk)
Cumprimentos do Macedo
O Cloaca e a Ana Maria devem estar morrendo de inveja por não terem sido citados…
Este futuro ex-deputado (já vai tarde) é uma araponga ou uma gralha? Fiquei em dúvidas agora!
Parabéns Azenha e toda equipe do Viomundo, se os nefastos da política já estão se incomodando, isto é um sinal de que o blogosfera progressita está tendo êxito em sua luta. VIVA A BLOGOSFERA PROGRESSISTA!
Não sou idiota e tenho cerébro ativo. Portanto, prefiro ler os melhores jornalistas. Ainda bem que a minha lista dos bons é diferente da desse fracassado ser.
Parabéns Azenha, Nassif, PHA, Mino, Leandro… (grandes jornalistas) por incomodarem essas pessoas que sempre lutaram na contramão de um país justo, democrático e de todos.
Meu medo é: quem será que vai vir a assumir seus lugares? Uma oposição mais limpa, justa e honesta, focada no debate dos problemas da nação, ou ainda mais raivosa, furiosa e fundamentalista?
Acabou chorare queridão…É o réquiem dos tradicionais caciques conservadores de direita..
Caríssimo Azenha
Que elogio, heim… Você acaba de entrar no Olimpo do Jornalismo. O Sr. Ita é realmente uma pedra. Sabe nada de coisa nenhuma. Cadê o Álvaro Lins, o amigo de fé e irmão camarada… ele não cita como guardião da moralidade. E sabemos porquê. A Câmara sente-se liberta de pessoas como ele.
O amargurado do Itagiba foi surrado nas urnas devido a tudo isso que ele acusa os melhores jornalistas do Brasil, nem uma linha sobre os jornalistas da veja,estadão,globo,folha, será porquê?
Vindo de um vassalo de José Serra, só poderíamos esperar isso mesmo…
Viu seu caluniador que se esconde sob o pálio da repugnante imunidade parlamentar, é isso o que você é, seu araponga rastaqüera: UM VASSALO!!!!
Felizmente, a partir de janeiro passará a ser apenas mais um tumor extirpado do Congresso Nacional. Obrigado Rio de Janeiro!
Itagiba Bourne, o robocop brasileiro misturado com 007, sabe que Azenha é ligado ao IRA, Leandro Fortes é financiado pelo ETA e Dilma é patrocinada pelo Chavez, Chavez que é manipulado pelas FARC, as FARC que são controladas por Mao-Tse-Tung, que era membro da CIA…
Prefiro CSI Miami
Peraí seu Itagiba Chapolin, porque não fala sobre o delegado Bruno, aquele do dinheiro da Protege, isto este mesmo que fez o fez e policia federal e o MP não fizeram nadica de nada para que fosse punido.
Esse discurso do Itagiba chega a ser muito engraçado, totalmente desconectado da realidade. Têm que ser bastante manipulado ou mal-intencionado para levá-lo a sério.
Isso aí é estribucho de cachorro morto.
Nós aqui do Ceará poderíamos dizer: "que discursozinho fuleragem!" esse do Itagiba. De castigo deveria ler o calhamaço escrito pelo Merval. Ou então passear tendo como companhia o Álvaro Lins. Vão fazer uma visita ao capitão Nascimento para ver o que é bom prá tosse!
Azenha matou a charada:
Agora se tem, simultaneamente, a) O livro do Raimundo Pereira; b) a ofensiva midiática de jornalistas ligados a Dantas, procurando repercutir o máximo possível o livro; c) A suspensão do julgamento de Ricardo Sérgio pelo STF, em cima de operações envolvendo Daniel Dantas; d) a sentença de Ali Mazloum.
Precisa dizer alguma coisa a mais?