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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Moniz Bandeira: Danos causados pela Lava Jato à economia brasileira já superam em muito o custo da corrupção

31 de outubro de 2016 às 17h53

 

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Moniz Bandeira aponta interferência dos EUA no golpe que derrubou Dilma e critica atuação do MP, PF e Judiciário

Do PT na Câmara

O historiador e cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira faz várias críticas a segmentos da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário por estarem atuando de forma politizada e seletiva para tentar atingir, principalmente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em especial no âmbito da Operação Lava-Jato.

Em entrevista ao jornal A Tarde, de Salvador (BA), ele condenou a atuação “antinacional” desses setores, que muitas vezes têm passado “por cima das leis, como senhores de um poder absoluto e incontestável”.

Para Moniz Bandeira, parece que “o Estado brasileiro está se desintegrando”.

Na entrevista , ele aponta também a interferência dos Estados Unidos na efetivação do golpe que derrubou a presidenta legítima Dilma Rousseff.

Sua tese central é de que os EUA aliaram-se com segmentos do empresariado brasileiro, junto com setores do MP, Judiciário e da mídia, para construir no Congresso o caminho para a derrubada de um governo alinhado aos interesses nacionais, colocando em seu lugar um totalmente submisso a Washington, como é o caso do usurpador Temer.

A abertura da exploração do pré-sal para empresas estrangeiras é um dos principais motivos.

O juiz Sérgio Moro é uma das principais expressões dos agentes locais a serviço de Washington, pondera Moniz Bandeira, pois atua de forma a prejudicar empresas nacionais que competem em mercados externos.

“Os danos à economia brasileira superam, em escala muito maior, todos os prejuízos que a corrupção que ele diz combater”, afirma Moniz Bandeira.

O cientista político acabou de lançar mais um livro: A desordem mundial (Ed. Civilização Brasileira), um amplo estudo do caótico cenário internacional.

Aos 80 anos, ele também tem sido homenageado pela sua vasta obra e história de vida de intelectual engajado.

Em junho, foi homenageado pela União Brasileira de Escritores. No dia 4, a homenagem é na USP.

Leia a íntegra da entrevista :

Em seu livro A desordem mundial, o senhor aborda diversos pontos de tensão ao redor do mundo. O mundo retrocedeu na busca pela paz entre as nações? Como o Brasil do golpe parlamentar / impeachment se encaixa neste complicado tabuleiro de xadrez?

Desde o governo do presidente Lula da Silva, o Brasil, conquanto mantivesse boas relações com os Estados Unidos, inflectiu em sua política exterior no sentido de maior entendimento com a China e a Rússia e empenhou-se na conquista dos mercados da América do Sul e África, a favorecer as empresas nacionais, como todos os governos o fazem.

Ao mesmo tempo, reativou a indústria bélica, com a construção do submarino atômico e outros convencionais, em conexão com a França, a compra dos helicópteros da Rússia e dos jatos da Suécia, países que aceitaram transferir a tecnologia, como determinou a Estratégia Nacional de Defesa, aprovada pelo Decreto Nº 6.703, de 18 De dezembro de 2008.

E essa transferência de tecnologia, que os Estados Unidos não aceitam realizar, é necessária, indispensável, ao desenvolvimento econômico e à defesa do Brasil, pois “la souveraineté est la grande muraille de la patrie”, conforme o grande jurista Rui Barbosa proclamou, ao defender, na Conferência de Haia (2007), a igualdade dos Estados soberanos.

Outrossim, ele advertiu, citando Eduardo Prado, autor da obra A ilusão Americana, que não se toma a sério a lei das nações, senão entre as potências cujas forças se equilibram. Esta lição devia pautar a estratégia de segurança e defesa nacional.

O Brasil é e sempre foi um pivot country no hemisfério sul devido à sua dimensão geográfica, demográfica e econômica, a maior do hemisfério, abaixo dos Estados Unidos, apesar da assimetria.

E constituiu com a Rússia, Índia e China o bloco denominado BRIC, contraposto, virtualmente, à hegemonia dos Estados Unidos, e abrir uma alternativa à preponderância do dólar nas finanças e no comércio internacional.

Tais fatores, inter alia, como a exploração do petróleo pré-sal sob o controle da Petrobrás, dentro de um contexto em que os Estados Unidos deflagraram outra guerra fria contra a Rússia e, também, contra a China, concorreram para que interesses estrangeiros, aliados a poderoso segmento do empresariado brasileiro, sobretudo do Sul do país, encorajassem e financiassem o golpe parlamentar, conjugando a mídia e o judiciário, com o apoio de vastas camadas das classes médias.

Como o senhor viu o processo do impeachment e a ascensão de Michel Temer ao poder? Como em 1964, há quem diga que o golpe / impeachment atende a interesses norte-americanos — desta feita, no pré-sal. O senhor acredita nesta hipótese?

O Estado brasileiro parece desintegrar-se. Nem durante a ditadura militar a Polícia Federal invadiu o Congresso.

Ela ganhou uma autonomia, que não podia ter, não respeita governo nem a Constituição, e muitos de seus agentes são treinados e conectados com o FBI, DEA, CIA etc.

Os promotores-públicos e juízes, por sua vez, passam por cima das leis, extrapolam, como senhores de um poder absoluto e incontestável. Estão incólumes.

Quase nunca são penalizados. E, quando o são, afastados das funções, continuam a receber suas elevadas remunerações, dez vezes ou mais superiores aos dos juízes da Alemanha, França, Inglaterra, Estados Unidos e outros países altamente desenvolvidos, segundo a European Commission for the Efficiency of Justice (CEPEJ) e outras fontes.

Certos magistrados do STF comportam-se como políticos partidários. Outros, que se deviam resguardar, fazem declarações públicas, antecipando julgamentos, e afiguram como se estivessem intimidados pela grande mídia, um oligopólio, uníssono na condenação, aprovação ou omissão de fatos.

O Congresso está pervertido, muito dinheiro correu para a efetivação do impeachment da presidente Dilma Rousseff, canalizado pela CIA e ONGs, financiadas sustentadas pelas fundações de George Soros, USAID e National Endowment for Democracy (NED), dos Estados Unidos.

E esse golpe de Estado, que começou com as demonstrações em São Paulo, no estilo recomendado pelo professor Gene Sharp, no seu manual Da Ditadura à Democracia, traduzido para 24 idiomas, atendeu a interesses estrangeiros, entre os quais, mas não apenas, não o único, a exploração das camadas de pré-sal, que, de acordo com a Lei 12.351 estaria a cargo da Petrobras, como operadora de todos os blocos contratados sob o regime de partilha de produção, condição esta anulada pelo projeto 4.567, em tramitação na Câmara de Deputados.

Todo o alicerce da república, proclamada com o golpe de Estado de 1889, está podre. É um lodaçal.

Como o senhor vê o juiz Sergio Moro? Herói inquestionável para uns, inquisidor a serviço da plutocracia para outros, ele é sinônimo de polêmica, inclusive, por que passou por um estágio no FBI, segundo a filósofa Marilena Chauí.

O que Marilena Chauí disse é, virtualmente, certo. De qualquer modo, o fato é que o juiz Sérgio Moro, condutor do processo contra a Petrobras e contra as grandes construtoras nacionais, realizou cursos no Departamento de Estado, em 2007.

No ano seguinte, em 2008, o juiz Sérgio Moro passou um mês num programa especial de treinamento na Escola de Direito de Harvard, em conjunto com sua colega Gisele Lemke. E, em outubro de 2009, participou da conferência regional sobre “Illicit Financial Crimes”, promovida no Rio de Janeiro pela Embaixada dos Estados Unidos.

A Agência Nacional de Segurança (NSA), que monitorou as comunicações da Petrobras, descobriu a ocorrência de irregularidades e corrupção de alguns militantes do PT e, possivelmente, passou informação sobre o doleiro Alberto Yousseff a delegado da Polícia e ao juiz Sérgio Moro, de Curitiba, já treinado em ação multijurisdicional e práticas de investigação, inclusive com demonstrações reais (como preparar testemunhas para delatar terceiros).

Não sem motivo o juiz Sérgio Moro foi eleito como um dos dez homens mais influentes do mundo pela revista Time.

Seu parceiro, o procurador-geral Rodrigo Janot, acompanhado por investigadores federais da força-tarefa responsável pela Operação Lava Jato, em fevereiro de 2015, foi a Washington buscar dados contra a Petrobrás e lá se reuniu com o Departamento de Justiça, o diretor-geral do FBI, James Comey, e funcionários da Securities and Exchange Commission (SEC).

Sérgio Moro e o procurador-geral da República Rodrigo Janot atuaram e atuam com órgãos dos Estados Unidos, sem qualquer discrição, contra as companhias brasileiras, atacando a indústria bélica nacional, inclusive a Eletronuclear, levando à prisão seu presidente, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva.

E ainda mais eles e agentes da Polícia Federal vazam, seletivamente, informações para a mídia, com base em delações obtidas sob ameaças e coerção, com o objetivo de envolver, sobretudo, o ex-presidente Lula.

Os danos que causaram e estão a causar à economia brasileira, interna e externamente, superam, em uma escala muito maior, imensurável, todos os prejuízos que a corrupção, que eles dizem combater.

E continua a campanha para desestruturar as empresas brasileiras, estatais e privadas, como a Odebrecht, que competem no mercado internacional, América do Sul e África.

No Brasil e no mundo, parece estar ocorrendo uma espécie de levante conservador antiprogressista. Quem o senhor acha que está por trás da paranoia anticomunista que desenterraram lá dos anos 1950 em pleno século 21? A quais interesses serve este tipo de manipulação da opinião pública?

Não estou a ver nenhuma paranoia anticomunista no Brasil nem na Europa.

Em São Paulo, os grupos de pessoas que levantaram a questão do comunismo, nas demonstrações contra a presidente Dilma Rousseff, eram inexpressivos e ninguém levou a sério.

Aldo Rabelo, dirigente do PC do B, foi ministro da Defesa do Brasil e nenhum problema houve com as Forças Armadas.

Como o notável historiador Eric Hobsbawm, que conheci em Londres em 1978, disse certa vez à agência de notícias Telam, da Argentina, “já não existe esquerda tal como era”, seja socialdemocrata ou comunista.

Ou está fragmentada ou desapareceu. Ele toda a razão tinha.

Entretanto, o elevado desenvolvimento tecnológico favoreceu a concentração de riqueza e de poder e as disparidades sociais aumentaram ainda mais nos países da periferia do sistema capitalista, alimentando o fundamentalismo religioso, em meio à instabilidade política.

E oito anos após o colapso financeiro de 2007/2008, mais de 44 milhões de pessoas estão desempregadas nos países da Europa e nos Estados Unidos.

Mesmo assim, as grandes corporações bancárias e industriais, o capital financeiro internacional, tratam de impor ao país reformas no sentido de acabar com os direitos sociais, conquistados pela classe trabalhadora ao longo do século XX.

E, ainda mais, os Estados Unidos pretendem eliminar a legislação nacional dos diversos países para que os interesses das megacorporações multinacionais, do capital financeiro, sobrepujam a soberania dos Estados nacionais nas relações econômicas e comerciais, conforme estatuídas nos dos Tratado de Parceria Transatlântica (TPA), Tratado Trans-Pacífico (TTO) e Tratado Internacional de Serviços (TISA).

Mas a resistência aumenta.

Numan Kurtulmus, vice-premiê turco, declarou (no dia 20 de outubro), que a operação para libertar Mossul (Iraque) do Estado Islâmico e a guerra na Síria podem levar Estados Unidos e Rússia a um conflito direto, uma “3ª Guerra Mundial”. E ainda há a situação complicada na Ucrânia. Isto vai de encontro ao tópico das “guerras por procuração” que o senhor desenvolve em seu livro. Estamos a caminho de um conflito global?

O polo maior de tensão não é Mossul. É Aleppo, na Síria. Lá os Estados Unidos estão em um beco sem saída.

A cidade, a segunda maior e mais importante da Síria, sob intenso bombardeio, está na iminência de cair sob o domínio completo das forças de Bashar al-Assad. E se Aleppo cair, Damasco, que já conquistou Latakia, Homs e Hama, dominará praticamente toda a Síria.

Essas cidades concentram 70% da população e os mais significativos redutos industriais e praças de comércio do país, cujo resto do território é quase todo deserto.

Os Estados Unidos, entretanto, continuam a sustentar a resistência dos que chamam de “rebeldes moderados”, na verdade, terroristas da Jabhat Fatah al-Sham (Frente da Conquista da Síria), Jabhat al-Nusra, ramo de al-Qaeda na Síria, Ahrar al-Sham e mais diversos grupos jihadistas.

Por volta do dia 20 de outubro de 2016, a Rússia enviou dois maiores navios de sua Marinha de Guerra, o cruzador de combate Pyotr Velikiy (099), movido a energia nuclear, e o porta-aviões Almirante Kuznetsov para o leste do Mediterrâneo, com a tarefa de instituir uma zona de exclusão naval de 1.500km, ao longo do litoral da Síria, e enfrentar qualquer ataque de países do Ocidente contra Damasco.

Por outro lado, uma fragata da Marinha de Guerra da Alemanha e o porta-aviões Charles de Gaulle já se dirigiram para a mesma região.

Quanto à Ucrânia, Washington está consciente de que a Rússia não vai devolver a Criméia e Kiev alternativa não tem senão reconhecer a autonomia da região de Donbass, Donetsk e Luhansk.

Não creio, porém, que a Rússia e os Estados Unidos/OTAN cheguem, diretamente, a qualquer confronto armado seja por causa da Ucrânia ou da Síria. Uma guerra nuclear aniquilaria toda a humanidade.

Há quem defenda os Estados Unidos como o país mais democrático do planeta. Mas logo no primeiro capítulo do seu livro, o senhor relata uma tentativa de golpe fascista em 1934, alinhado ao governo alemão hitlerista e bancado pela elite econômica ianque. Há ainda o histórico de intervenções (abertas ou secretas) que os EUA praticam em todo o mundo, inclusive no Brasil, sempre vendendo sua ideia de “democracia”, também amplamente documentado em sua obra. O mundo ficaria melhor sem essa política intervencionista? Ou ela serve ao equilíbrio de poder?

Os Estados Unidos, devido às suas tradições culturais e políticas e ao elevado desenvolvimento do capitalismo, precisavam e precisam conservar a mantra do “excepcionalismo”, do exemplo de democracia perfeita etc.

Porém, a suposição de que lá nunca houve golpes de Estado não corresponde propriamente aos fatos históricos.

Se nos Estados Unidos não houve golpes militares, ocorreram quatro assassinatos de presidentes e cinco atentados, que fracassaram.

Constituíram atos de violência e aparentemente resultaram de conspirações, para mudança de governo.

Abraham Lincoln (1865), James Garfield (1881), William McKinley (1901) e John F. Kennedy (1963) foram assassinados.

E Andrew Jackson (1835), Franklin D. Roosevelt (1933) (como presidente eleito), Harry S Truman (1950), Gerald Ford (1975) e Ronald Reagan (1981) sofreram tentativas de assassinato.

No entanto, na América espanhola, apesar da instabilidade, nunca geralmente ocorreu a necessidade de matar o presidente, o que só ocorreu em meio de uma revolução ou de um golpe militar, como, e.g., no Chile (Manuel de Balmaceda, 1891), Bolívia (Gualberto Villarroel, 1946) e Chile (Salvador Allende, 1973).

Quase sempre bastou que o Exército se rebelasse, desse um golpe e expulsasse ou exilasse o presidente.

É necessário, entretanto, não esquecer que os golpes de Estado, ocorridos, sobretudo, a partir da Segunda Guerra Mundial, como no Brasil, Argentina, Chile etc., foram encorajados pelos Estados Unidos, cujas intervenções, diretas e/ou indiretas, só produziram, desde o fim da Guerra Fria, guerras, terror, caos e catástrofes humanitárias.

A onda do ódio conservador atualmente em voga tem dado força a candidatos de perfil bastante controverso, como Donald Trump, Marine Le Pen e no Brasil, Jair Bolsonaro. O senhor acredita que eles possam chegar ao poder em seus países? Que consequências adviriam da eleição deles?

Jair Bolsonaro é caricatura, comparado com Donald Trump e Marine Le Pen. Não creio que esse coronel, uma reminiscência grotesca do que houve de pior na ditadura militar, pudesse ser eleito presidente no Brasil.

Os fatores que alimentam as candidaturas de Donald Trump (Hillary Clinton é uma excrescência neoconservadora, responsável também pela sangueira na Líbia) e Marine le Pen são outros e diversos.

Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama, do Partido Democrata, é igual ou pior que seu antecessor George W. Bush, neoconservador do Partido Republicano.

Na França, François Hollande, do Partido Socialista, é da mesma laia que seu adversário conservador e colonialista Nicolás Sarkozy. Entre les deux mon cœur balance. Je ne sais pas laquell au pis-aller. E daí é que Marine le Pen desponta.

O senhor será homenageado pelos seus 80 anos na USP. Como se sente?

Sinto-me confortado. É um reconhecimento de minha obra.

Fiz meu doutoramento na Universidade de São Paulo, onde sempre tive e tenho muitos amigos desde meus 20 anos de idade.

Sinto muitas saudades e, infelizmente, meu coração, enfermo, não mais me permite voar cerca de 11/12 horas para rever o Brasil.

Morei muitos anos em São Paulo e lá vivi, clandestinamente, durante a ditadura militar. E profundamente grato sou as homenagens que meus queridos amigos e colegas da União Brasileira de Escritores (UBE) e a Universidade de São estão prestar-me, aos meus 80 anos.

Vejo que meu trabalho, ao longo de tantas décadas, não foi em vão. Frutificou.

Qual sua relação com a Bahia hoje? O senhor tem memória afetiva daqui? Sente falta?

Apesar de viver tantos anos longe, nunca deixei de amar a Bahia, onde nasci e me criei, até 18/19 anos de idade, quando passei para o Rio de Janeiro e São Paulo e então me tornei citizen of the world.

Porém meus vínculos com a Bahia nunca se desvaneceram. São e continuam profundos. Sou descendente de Garcia d’Ávila, da Casa da Torre, e de Diogo Moniz Barreto, que chegou à Bahia com Tomé de Sousa e foi primeiro alcaide-mor de Salvador.

Aí estão minhas raízes, que se alastraram pelo Recôncavo e adjacências.

Tenho muitas saudades da Bahia, a Bahia histórica, a Bahia que sempre cultivou a cultura e deu ao Brasil grandes escritores, poetas, romancistas, e homens de ciência.

Na Bahia, recebi uma educação humanística, desde o Colégio da Bahia, até o primeiro ano, na Faculdade de Direito, no Portão da Piedade, o que me valeu para toda a minha vida e carreira acadêmica, como cientista político e historiador.

Nas duas instituições de ensino tive excelentes professores, dos quais guardo as melhores recordações.

E sinto muito orgulho por haver recebido da Faculdade de Filosofia e Ciências Humana da UFBA, importante universidade de meu Estado natal, ora sob a gestão do eminente reitor, Prof. Dr. João Carlos Salles, o título de Dr. honoris causa.

Sim, sinto falta de tudo, que tive, na minha infância e adolescência, da comida, das moquecas, mas, até hoje, conquanto a viver na Alemanha há mais de 20 anos, não dispenso a pimenta e a farinha.

Entrevista publicada originalmente no jornal A Tarde

Leia também:

Pochmann: A PEC 241 altera profundamente a política ecônica e social, tal como o AI-1 da ditadura

 

50 Comentários escrever comentário »

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FrancoAtirador

02/11/2016 - 23h27

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Tumulto (Riot) x Protesto

Cá Como Lá. Lá Como Cá.

https://pbs.twimg.com/media/CwTIoD1UAAAYrjz.jpg

https://twitter.com/Crystal1Johnson/status/793980067168694272
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Responder

FrancoAtirador

02/11/2016 - 22h40

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Maduro Desmonta Discurso da Sociedade Inter-Americana de Imprensa de Máiâmi.

Partido dos Bandidos Fascistas Leopoldo López e Maria Corina Machado se Recusou

a participar da Reunião do Acordo de Cúpula entre Situação e Oposição na Venezuela.

O Correspondente da “IAPA-SIP” Ariel Palácios ficou Engasgado com a Própria Língua.
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http://causaoperaria.org.br/secretario-do-golpe-thomas-shannon-na-venezuela/

http://www.angop.ao/angola/pt_pt/noticias/internacional/2016/10/44/Venezuela-Dialogo-suspende-julgamento-Maduro-Parlamento,fe021bdf-c57f-4c2c-abf9-a21561a74d55.html

http://portocanal.sapo.pt/noticia/105722

https://videos.telesurtv.net/pt/videos/noticia
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Responder

Gerson C T

02/11/2016 - 13h07

Tem um erro de datas no artigo.
Salvador Allende foi assassinado em 1973 e não em 43 como consta no artigo.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    02/11/2016 - 14h59

    Corrigido, muito obrigado!

Nelson

02/11/2016 - 12h05

Marcelo Lacerda.

Ao que parece, não é só o sobrenome que é idêntico ao de um golpista histórico. Carlos Lacerda cumpriu um papel sujo, podre mesmo, na brutal campanha que levou Getúlio ao suicídio e à interrupção de um projeto nacional, na década de 1950.

Depois, coerente com seu caráter, protagonizou, papel sujo uma segunda vez na brutal campanha que levou ao golpe de estado de 1964 e à derrubada de um governo eleito democraticamente, o de João Goulart. Também ali um projeto nacional foi interrompido em benefício dos interesses geopolíticos e geoestratégicos dos EUA e da Europa capitalista.

Acreditando que iria ser reverenciado pelos militares, Lacerda foi, devidamente, escanteado e acabou no ostracismo. Castigo mais do que merecido – mas ainda leve – para um vendilhão da pátria.

Responder

FrancoAtirador

02/11/2016 - 03h08

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https://twitter.com/oan_max_ik/status/793671011866701824
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Responder

FrancoAtirador

01/11/2016 - 20h44

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http://imgur.com/mc1jaHU
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Responder

Bernardino Souza Neto

01/11/2016 - 20h37

Conceição Lemes,agradeço a consideração e reitero meus votos de longa vida a esse eficiente canal de comunicação que é o viomundo

Responder

Nelson

01/11/2016 - 11h54

O ódio que os coxinhas nutrem contra o Lula e o PT, antes de corroer-lhes o fígado, consumiu-lhes o cérebro. Eles não têm mais a mínima capacidade para ler um texto e interpretá-lo. Argumentos consistentes? Zero.

Por isso, não surpreende que, diante da entrevista de um intelectual de reconhecida capacidade como Moniz Bandeira, eles só digam bobagens e impropérios.

Nem preciso citar os nomes dos coxinhas. É só ler os comentários que eles se acusam facilmente, tal a ignorância e a estupidez patentes em seus comentários.

Responder

    Nelson

    02/11/2016 - 11h55

    Perdoem-me. Com pressa, eu não fiz uma revisão do que escrevi.

    A última frase do meu comentário fica melhor assim: “É só ler os comentários que eles se acusam facilmente, tal a ignorância e a estupidez patentes em seus escritos.

Bernardino Souza Neto

01/11/2016 - 11h11

Equipe do Blog desejo o endereço na Usp,onde se dará as homenagens ao Professor Moniz Bandeira.
O local e qual departamento.

Cordiais saudações!!!

Responder

    Conceição Lemes

    01/11/2016 - 18h30

    Bernardino, será dia 4 de novembro,sexta-feira, a partir das 14h, no auditório da História, USP, Cidade Universitária. sds

Messias Franca de Macedo

01/11/2016 - 10h22

É imperioso contar a verdadeira história do Brasil!
***
Felicidade Fechada: uma história da família Genoino
Contribua com o financiamento coletivo!
FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/felicidade-fechada-uma-historia-da-familia-genoino
https://www.youtube.com/watch?v=0y3TT76DMcI

Responder

Pedro Lemus

01/11/2016 - 09h33

Os coxa…. esses traidores da pátria que fizeram o jogo sujo do imperialismo… bando de verme sem amor a pátria, gente cínica, mau caráter e hipócrita, nem se dão ao trabalho de ler a entrevista e já vem fazer comentários com base no nada… o professor Moniz Bandeira (DIPLOMATA BRASILEIRO) ou seja, não é um zé ninguém safado, defende essa tese… A lava Jato e os coxa levaram ao poder os políticos citados e indiciados pela operação… Ainda querem serem considerados espertos e inteligentes com seu anti petismo… Os corruptos do PP/PMDB/PSB agradecem… Permitiram os lesa pátria vender por US$ 1,35 o barril de petróleo em caracará… Leiam bem a entrevista do inicio ao fim, porque essa versão que ficará na história… Vocês apoiaram o golpe dos corruptos a serviço do imperialismo, jogando o brasil num abismo…

Responder

FrancoAtirador

01/11/2016 - 08h04

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O Historiador Entrevistado foi no Cerne da GeoPolítica do Golpe.

Tanto que a Trollagem Paga pela Embaixada Norte-Americana

entrou em verdadeiro Desespero e infestou o Blog Viomundo.
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Responder

Alfredo Maia

01/11/2016 - 07h29

Fora de Pauta. Será?

O incrível caso dos golpistas espantados com os votos nulos, brancos e abstenções. Por Kiko Nogueira

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/descobriram-os-culpados-pelos-votos-nulos-brancos-e-abstencoes-dilma-e-lula-por-kiko-nogueira

Postado em 31 Oct 2016por : Kiko Nogueira
temer-aecio
Aécio e Temer
Abstenções, votos brancos e nulos somaram 32,5% do eleitorado no país, um aumento expressivo com relação a 2012 (26,5%). Em São Paulo, no Rio e Belo Horizonte, essa votação foi maior que a dos eleitos João Doria, Marcelo Crivella e Kalil.

Segundo Gilmar Mendes, presidente do TSE e opinador oficial da nação, há um “estranhamento” entre o eleitor e os políticos.

“Alguma coisa se traduz nessa ausência ou também na opção pelo voto nulo”, disse numa coletiva. No primeiro turno, Michel Temer afirmou que o alto índice era “uma mensagem à classe política”.

Aécio, desesperado com mais uma derrota, desta feita de seu homem em BH, João Leite, escreve na Folha que “nada mais inútil e manipulador que a simples negação da política, já que esta se constitui no território do debate e do diálogo que sustentam o ambiente democrático”. É uma cacetada pouco sutil em Alckmin e Doria.

É sintomático que os protagonistas de um impeachment cascateiro venham agora a público dar lições de democracia e fazer, numa boa, leituras em que não avaliam o próprio papel nesse desencanto generalizado.

Ora, depois que 54 milhões de votos foram atirados no lixo em meio a um processo vexaminoso, como convencer as pessoas de que, agora, vai ser para valer?

O sujeito que votou num projeto em 2014 está vendo uma outra agenda tomar conta sem que ele seja consultado. Para que se dar ao trabalho de ir à urna?

Na miríade de explicações, estão conseguindo culpar Lula e Dilma. Valdo Cruz, da Globo News, e o velho e ruim Ricardo Noblat, entre outros, conseguiram enxergar um “simbolismo” na ausência de ambos em suas sessões eleitorais.

Ele ficou em casa, em São Bernardo do Campo, ela em Porto Alegre. Lula completou 70 anos e não precisava. Dilma foi visitar a mão em Belo Horizonte e vai ter de justificar.

Na verdade, o candidato de cada um não estava na disputa, daí o forfait. Erraram? Sim. Qual a intenção do ato? Eles podem responder.

Mas foi um “mau exemplo”, diz Cruz. “Deles esperava-se o contrário, o de mostrar a importância de uma eleição.”

Se a ideia era fazer ironia, ponto para o autor. O pior, no entanto, é que ele estava falando sério. Enquanto olham obsessivamente para Dilma, Lula e o PT, a Igreja Universal toma conta do Rio de Janeiro. Amém

Responder

Pafúncio Brasileiro

01/11/2016 - 04h49

As pessoas que fizeram, comentários negativos, a entrevista do Prof. Moniz Bandeira, desconhecem completamente a obra dele. Nunca leram nada dele. São completamente ignorantes nos temas levantados e não sabem nada sobre a nossa história. Estes são os perfeitos midiotas. Leiam, ao menos uma, das obras do Prof. Moniz Bandeira, pode ser, por exemplo, o livro “O governo João Goulart – as relações sociais “. Lá, aqueles, que não leram, encontrarão extensas referências bibliográficas, em pesquisas realizadas em vários países. Ao lerem, passarão a ser menos ignorantes.

Responder

Cláudio

01/11/2016 - 04h13

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando: A grande mídia (mérdia) é composta por sabujos sujos e sabujas sujas a serviço dos ianque$ e do $ionismo de capital especulativo internacional e outras máfias (como a ma$$onaria) dos e das canalhas direitistas…
.
PARA A ENÉSIMA PUTifARIA ( patifaria + putaria ) DA DIREITA:
Foi com muito cálculo que se preparou mais essa para o PT (e/ou as esquerdas, o progressismo/trabalhismo). E, ao que parece, o partido não contava nem se preveniu para essa eventualidade. Aliás, é estranho o número de vezes que o PT é pego de calças curtas, desprevenido e perplexo. E, o que mais espanta, é que seus inimigos nem parecem ser tão espertos assim.
.
AS MORDOMIAS DOS MARAJÁS EM PÉ DE GUERRA:
#
# Os 17 mil juízes receberam em média 46,1 mil por mês em 2015;
#
# Os 1,2 mil promotores e procuradores de Justiça recebem salário máximo teórico de 33,7 mil mensais;
#
# Magistrados e promotores têm auxílio-moradia de 4,3 mil mensais. Se morarem juntamente com um cônjuge que também tem direito a auxílio, ambos recebem da mesma forma;
#
# Todos têm 60 dias de férias por ano e, em caso de trabalho fora do local, uma diária equivalente a 1/30 da remuneração mensal;
#
# Pena máxima em caso de punição disciplinar: aposentadoria compulsória com salario integral (i$$o é punição mesmo ou é premiação ?…)
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Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/distopia [consultado em 01-10-2016].)

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O fetiche da mercadoria
ou
dA coi$ificaçãØ do ser humano
……………………………………………………………para o poetamigo e Doutor em Comunicação Laerte Magalhães
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…………………………………………………………………………………………………………(Cláudio Carvalho Fernandes)
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O poema acima (O fetiche da mercadoria…) apresenta-se, no original, em forma de cubo, o protótipo da mercadoria.
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Desalienando a ma$$ificação coi$ificante
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É melhor
Ser um, mesmo que zero, à esquerda
Do que, títere-palhaço, a-penas (só) faz-ser nú-mero$-$$ à direita
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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Poema Z
…………………………………………….Para Dilma, Lula e o PT e todas as forças progressistas brasileiras (e mundiais). Sinta-se homenageado/a, também.
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Penso
Logo(S)
ReXisto
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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Sempre
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A vida
Entre duas pedras:
Sobre
Viver
Ou
Morrer
Sob…
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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Tão duro mas tão terno
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É preciso
Não ter esperança alguma
Para se construir
Da necessidade (de viver, do viver)
Algo melhor
Do que não ter esperança alguma
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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Doce conformismo ?
Ou
Da “queda” da poesia para a história
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As coisas são como são
E não como deveriam ser
Penar por elas é em vão (ou não)
(S)E ultrapassa o próprio viver
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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ReXistência
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Não deixe que aluguem o seu pensamento:
Simplesmente mude de canal ou desligue a TV
Diga “NãO” à Rede Goebbels
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
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(Em la lucha de clases)
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Em la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas
…………………………………………….(Paulo Leminski)
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(Não é a beleza)
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Não é a beleza
Mas sim a humanidade
O objetivo da literatura
…………………………………………….(Salamah Mussa)
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A existência precede a essência.
…………………………………………….(Jean-Paul Sartre)
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Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) !!!! Lula (sem vaselina) 2018 neles (que já tomaram DE QUATRO) !!!!
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Responder

lulipe

01/11/2016 - 01h19

É a inversão de valores petista. As urnas não perdoaram!

Responder

    leonardo

    01/11/2016 - 07h53

    isso é um IDIOTA ASSUMIDO! pior,MIDIOTA!

Lukas

31/10/2016 - 22h55

Que fim de feira. É isto que restou à esquerda brasileira.

Responder

    Gui

    01/11/2016 - 08h22

    Realmente é patético!

FrancoAtirador

31/10/2016 - 22h23

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Por falar em Política Externa do braZil de MiShell,

@s [email protected] de G.A.F.E.* bem poderiam informar

em que Redação se Escondeu o Chanceler* Serra?

https://twitter.com/woodstock_59/status/793241112597135360
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Responder

FrancoAtirador

31/10/2016 - 20h45

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Luiz Alberto Moniz Bandeira: Memória Viva da História do Brasil e do Mundo
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Responder

Roberto Ferreira

31/10/2016 - 19h18

Este senhor só vem reafirmar, com esta falácia de fácil identificação, a imbecilidade da mente petista que quer à força justificar a sua desonestidade política e administrativa. As urnas estão aí para confirmar que a maioria do povo brasileiro não aceita mais o obtuso proceder de pessoas e partidos que tentaram, aí sim, golpear a Nação.
É como se um bandido dissesse que o custo de sua prisão fosse maior que a quantia que roubou. E daí ? Não se pode comparar duas grandezas que não são diretamente relacionadas. Esta forma de pensamento torto é que levou à derrocada do PT. Continuem assim e vão se afogar nos próprios dejetos.

Responder

    Gersier

    31/10/2016 - 22h32

    Serra o santo: 35 milhões e 400 mil só da Odebretch.
    FHC, outro santo: apartamento luxuoso em Paris, fazenda no interior de Minas com direito a aeroporto pavimentado, 975 mil da odebretch. Dez milhões para barrar a CPI da Petrobras no seu (des)governo.
    Alckmin: desvio da grana da merenda,70 mil mensais pr’um blog fajuto caluniar o PT, envolvidonnas falcatruas do metrô,etc.
    Aécio, outro santo: lista de furnas, 3 por cento da “cidade administrativa”, 800 mil desviados pra suas rádios, aeroportos em fazendas dos familiares.
    E o serviçal dos E.Unidos moro e seus admiradores idiotas e babacas dizendo que o P T que é corrupto.

    Sérgio Rodrigues

    31/10/2016 - 23h15

    Serra 23 milhões e o PT é ladrão!…..Babaca!…

    Roberto Ferreira

    01/11/2016 - 03h41

    Ok, supondo que o Serra é corrupto, o que isto muda em relação aos já “apanhados” corruptos petistas e de outros partidos? Quem é o babaca, eu ou quem repete comandos do “comissariado” petista feito um Bot ? Prisão para o Serra e para qualquer outro que seja corrupto. Pessoalmente eu não acho nem que o Lula vá ser preso, o lula acabou ha muito tempo. Tchau queridos !

    Gui

    01/11/2016 - 08h24

    É o q sobrou p eles! Continuam com esse papinho guerra fria os EUA são os responsáveis por tudo q da errado, perseguição das elite, é racismo e sexismo…muito mimimi

    Gersier

    01/11/2016 - 12h40

    sergio rodrigues, BABACA e OTÁRIO é gente da sua laía que defende golpistas. Vá estudar a história do Brasil para saber mais e escrever menos besteira. Já ouviu falar sobre um livro chamado “Privataria Tucana”? Não? Conte pra nós quantas CPI’s foram instaladas em São Paulo onde reside a maioria dos alienados do Brasil, tanto que os tucanalhas lá roubam, eu disse ROUBAM ha 24 anos? E no desgoverno de fgagac, farol apagado onde a corrupção correu solta e ai de quem da PF ousasse investigar alguma coisa? O “ousado” era destituido na hora e por telefone . Esse farol apagado que guia os imbecis como vc, mandou até o seu filho legítimo, não o falso, criar uma empresa de fachada para afanar a PETROBRAS. Provas contudentes e não achismos e power point fajutos sobre a roubalheira dos tucanos existem, mas como disse um dos seus herois, o tucano a serviço da CIA, NÃO VEM AO CASO. E como todo midiota alienado NÃO sabe fazer contas, os 23 milhões equivalem hoje ao valor citado por mim.
    Portanto vá despejar suas asneiras nos blogs cheirosos, pois é lá que idiotas como vc se entendem.

Luis Carlos Saldanha

31/10/2016 - 19h17

““Os danos à economia brasileira superam, em escala muito maior, todos os prejuízos que a corrupção que ele diz combater”, afirma Moniz Bandeira.”

E qual seria a opção?

Deixar roubar?

Francamente, né!?

O q deve ser discutido é se o esquema descoberto existia ou foi inventado pela Lava-Jato?

Os corruptos (políticos, funcionários da Petrobras e empresários) denunciados e (muitos) já condenados são realmente corruptos ou tudo foi invenção da Lava-Jato?

Se o esquema existia e os corruptos são corruptos, então DANE-SE o custo de moralizar o país!

Esse papo de “deixar roubar é mais barato” é apenas falta de caráter!

Responder

    leonardo

    01/11/2016 - 07h56

    falou,falou e não disse nada. eita país de MIDIOTAS esse brasil atual.

    Pedro Lemus

    01/11/2016 - 09h37

    Nossa moralizou demais playba… tanto que o Brasil é desgovernado pelo PP/PMDB/PSB vários indiciados e citados no lixo da lava jato… é muita falta de caráter… por isso acabou o dialogo

Rodrigo Leme

31/10/2016 - 18h45

A conta do bandido é do juiz? Como essa pessoa fala isso desavergohadamente assim? Cientista politico de quintal.

Responder

    leonardo

    01/11/2016 - 07h55

    vindo de um eleitor do Dória,não me espanta seu comentário!

    Pedro Lemus

    01/11/2016 - 09h21

    Diplomata… zé ninguém

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