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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Marcos Coimbra: O silêncio sepulcral da mídia

15 de junho de 2011 às 12h58

15 de Junho de 2011 – 10h00

Marcos Coimbra: mídia se cala sobre o Datafolha favorável a Dilma

No Brasil, como em qualquer democracia contemporânea, as pesquisas de opinião são parte do dia a dia da política. Faz tempo que é assim.

Por Marcos Coimbra*, no Correio Braziliense, via Vermelho

É claro que isso começou depois do fim da ditadura. Entre 1964 e a redemocratização, elas foram parcimoniosamente realizadas e divulgadas. Sem eleições para o executivo, a não ser em cidades do interior, quase ninguém fazia pesquisas de intenção de voto. E, dado que a opinião pública é pouco (ou nada) relevante nos regimes autoritários, tampouco se faziam pesquisas sobre os sentimentos e avaliações da população a respeito de temas administrativos e governamentais.

Foi ao longo desses mesmos 20 anos que aumentou a importância das pesquisas mundo afora. Enquanto elas foram se incorporando ao cotidiano dos países desenvolvidos, sendo regularmente realizadas para veículos de comunicação, governos, instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil, entidades de representação de interesses, partidos políticos e candidatos, por aqui o ambiente lhes era hostil.

Nos atrasamos em relação a esses países, demoramos a acertar o passo, mas conseguimos. De meados da década de 1980 para cá, as pesquisas (de opinião, mas também de mercado — o que é outra história) se modernizaram e consolidaram no Brasil.

Apesar disso, nossa mídia é uma cliente cautelosa e limitada dos institutos. Ao contrário da regra nos Estados Unidos e na Europa, onde jornais, emissoras de televisão e portais de internet são consumidores vorazes de pesquisas, seus congêneres brasileiros costumam pensar na base do “quero, desde que seja de graça”. Todos acham ótimo divulgar uma pesquisa, mas se arrepiam perante a ideia de custeá-la.

A única exceção (que, de certa forma, confirma a regra), é o Datafolha, departamento de pesquisa de um jornal, que se utiliza dele na sua política comercial. Como nenhuma outra empresa de comunicação (acertadamente) achou que precisava ter “seu instituto”, sequer outros semelhantes existem.

Com isso, a sociedade brasileira passa meses sem saber o que pensam as pessoas sobre a conjuntura, o que sabem e consideram relevante nos acontecimentos, que percepção têm dos personagens da política e de seus atos. Até que a mídia ganhe de presente alguns resultados, caso dos patrocinados por entidades de classe, a exemplo da CNI e da CNT.

Por alguma razão misteriosa, isso muda na véspera dos processos eleitorais, especialmente nas eleições presidenciais e de governador. Quando elas chegam, todos os veículos se sentem obrigados a ter a “sua pesquisa”. E a dedicar uma parte enorme da cobertura a discutir números, algo que costuma interessar apenas secundariamente a leitores e espectadores.

Uma das explicações desse comportamento talvez seja que as pesquisas, às vezes, não dizem o que as redações esperam. E que, sem elas, é sempre possível especular sobre a opinião pública, sem o incômodo de consultá-la. Para que gastar dinheiro fazendo pesquisas, se vamos ignorá-las caso não mostrem o que queremos?

Tudo isso vem à mente com a divulgação da mais recente pesquisa do Datafolha sobre a popularidade da presidente e a avaliação do governo federal. Sem entrar em detalhes, o mais relevante que ela mostrou é que ambas vão bem. Na verdade, muito bem, considerando que subiram índices que já eram elevados. Na pesquisa anterior, Dilma batia o recorde de aprovação para presidentes no começo de mandato e superou, na nova, sua própria marca.

Definitivamente, não era isso que supunham os jornais. Nos dias que antecederam a demissão de Palocci, o que vimos foram especulações sobre a “queda de Dilma nas pesquisas”, dada como tão certa que o interessante passou a ser as consequências de seu hipotético “desgaste de imagem” na governabilidade.

Como a pesquisa não confirmou qualquer recuo, um silêncio sepulcral se abateu sobre ela. Foi quase ignorada e nem mesmo o jornal que é dono do Datafolha achou que valia a pena insistir no assunto.

Só imaginando: o que teria acontecido se, ao invés de mostrar uma subida de 2%, ela tivesse indicado uma queda, ainda que pequena, na popularidade de Dilma? De uma coisa podemos estar certos, a pesquisa seria um estrondo.

* Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

 

50 Comentários escrever comentário »

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Daniel

06/09/2011 - 16h39

Acabei de conhecer um site muito interesante para realizar pesquisas de opinião. O site se chama PopUnpop – http://www.popunpop.com

Nesse site você pode cadastrar Pessoas, Empresas, Lugares e Produtos para depois dar uma nota.

A partir das notas recebidas, é criado um ranking de acordo dos mais populares e impopulares do mundo.

Vale a pena conhecer e divulgar.

Responder

CID COSTA

17/06/2011 - 12h35

MAS ESSA E A TAL LIBERDADE DE EXPRE$$$$$$$$$$AO…QUE AS " FAMIGLIAS" QUE COMANDAM O PIG, NO BRASIL DEFENDEM A UNHAS E DENTES….

Responder

Bonifa

17/06/2011 - 11h47

Palocci fora está dando até sorte. Desanuviou. Clareou.

Responder

Dinha

16/06/2011 - 20h14

Concordo totalmente com o Marcos Coimbra. O novo imortal iria fazer uma página do globo opinando sobre o assunto, a economista-socióloga-internacionalista etc iria fazer uma tese de doutorado sobre o assunto, Reinaldo Azevedo ia falar sobre o assunto durante uma semana e o Mainardi sairia do seu ostracismo.

Responder

Yarus

16/06/2011 - 17h06

Caso PIG fizesse deste modo o PSDB seria extirpado.
Nem a BBC acredita, nem o inglês vê a ficha limpíssima do FHC/Cerra/assemelhados

VIVA O IMPRENSALÃO![youtube cmAKMby2B0M&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=cmAKMby2B0M&feature=related youtube]

Responder

    wagner m. martins

    16/06/2011 - 23h11

    O cara colocou ele numa saia justa danada…. rsrsrsr Engavetador Geral da República… rsrsrs

fernandoeudonatelo

16/06/2011 - 17h06

Pesquisas são como informações, se não forem cruzadas com diversas fontes, vai ter distorção.

Responder

Trollinídeo

16/06/2011 - 15h59

"As pesquisas provam qualquer coisa. 17% das pessoas sabem disso".
– Homer Simpson

O Governo Dilma está tão vendilhão quanto o primeiro ano do Lula.

MARKET ÜBER ALLES!

Responder

Mari

16/06/2011 - 13h22

Diretamente da Chapada do Arapari, onde agora não está lubrinando, Especial para Marcos Coimbra
"Mesa de Donana na festa portuguesa de Tonico" , onde Dona Lô diz coisas do tipo:
– Quer saber mesmo? Estou feliz que Palocci escafedeu-se bem no comecinho do governo. Havia um pedágio Palocci para Dilma pagar a Lula. Já pagou! Dilma não perdeu popularidade mesmo com essa confusão toda do novo-rico clandestino, prá nós é claro! Nem Dilma perdeu a confiança do povo e a avaliação do governo federal está bem. Coisa que a mídia não deu a mínima! Um silêncio de ódio. Tá compreendendo?
– …
– Ora, agora então quando o Brasil Sem Miséria estiver a todo vapor, o povo não vai desgrudar dela… Dilma está arranchada no poder. Agora ela empinou a curica, na boa! Você vai ver. Se estiver vivo… É o “quem viver verá”. Escreve aí. Pode anotar no caderno. Pode até registrar no cartório. Quer apostar quanto?
http://talubrinandoescritoschapadadoarapari.blogs

Responder

Guanabara

16/06/2011 - 10h39

Já dizia um falecido empresário de comunicação: o que importa não é o que a ___ mostra, e, sim, o que ela NÃO mostra.

Responder

Alvaro Tadeu Silva

16/06/2011 - 10h18

O maior economista do PIG, o homem "que salvou o Brasil" foi um tal de Roberto Campos, conhecido nos becos sem saída como "Bob Fileds", dado seu filoamericanismo radical. Foi incensado como o "salvador do Brasil", mas foi o homem que inventou a correção monetária. Quando morreu, foi manchete em todos os jornais, páginas e páginas de puxa-saquismo explícito. Foi enterrado no Cemitério São João Batista, onde está enterrada a elite carioca e vários ex-presidentes. Em frente ao cemitério há várias oficinas mecânicas. No dia seguinte ao enterro levei meu carro lá. Conversando com os mecânicos sobre a confusão que deveria ter havido na véspera, fui informado: "Nós vimos o enterro. Não vimos nem dez pessoas acompanhando o féretro". Pano rápido.

Responder

    Capitão Jack

    17/06/2011 - 07h24

    féretro? Deve ser mecânico formado na faculdade de coimbra-portugal. Aqui na minha terra seria assim: "Nós vimos o enterro. Naõ vimos nem dez pessoas acompanhando o presunto".

Gustavo Pamplona

16/06/2011 - 01h04

Silêncio sepulcral da mídia foi o JN que não deu nenhuma notícia a respeito do lance do risco Brasil ser menor do que o dos "esteites".

Mas isto eu já esperava… o casal ainda acha que consegue omitir noticias… dá dó… (hahahahahah) quando não somente os outros jornais já noticiaram e além do mais o mercado financeiro já anda sabendo disto .

Detalhe: Eu comentei com vocês que não assisto mais o JN, fui no site do JN por volta das 22:00 quando eu sei que todos os vídeos já foram uploadiados e geralmente assisto apenas o que me interessa.

Agora a pouco, dei uma olhada no site do JG para ver se eles falaram alguma coisa disto e falaram…

Isto porque geralmente quando o JN não mostra o JG acaba falando… é uma maneira que a Globo usa para fingir que é "imparcial" e que mostra "notícías boas" para o Brasil já que sabem que no horário do JG uma boa parcela da população já está dormindo… e provavelmente nem verão.

Desta vez não usaram o conhecidíssimo termo "mas" ou variações dele como "porém", "entretanto", "todavia", mas (opa, olha ele aqui de novo!) usaram um gráfico de outro índice para mostrar que o Brasil não anda tão bem assim.
http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/risc

Divirtam-se! ;-)

—-
Gustavo Eduardo Paim Pamplona – Belo Horizonte – MG
Desde Jun/2007 sepulcrando a mídia no "Vi o Mundo"! ;-)

Responder

Capitão Jack

15/06/2011 - 23h26

Como sempre muito lúcida sua analise, afora os partidários ideológico ou não tão ideológico de plantão, foi perfeito.
"Os governados quando não são levados a sério pelos os governantes, serão vitimas sem nenhum pesar, dos governantes".

Responder

SILOÉ -RJ

15/06/2011 - 23h07

O que se observa é que mesmo sendo uma pesquisa induzida não se conseguiu o resultado que eles esperavam. daí a retração na divulgação onde quase todos os itens pesquisados foram favoráveis ao governo e a Dilma.
Se prestarmos mais atenção, verificaremos que a grande mídia está batendo mais suave agora, correndo atrás dos clientes indginados com uma estratégia de afagos tipo "estamos ligados em voce", subliminarmente implorando: por favor não me abandone.

Responder

luciano

15/06/2011 - 22h36

E quanto ao silencio da midia sobre a pesquisa Datafolha, onde grande parte dos brasileiros é contra a anistia a desmatadores e até mesmo contra mudanças no código florestal que favoreçam a diminuiçaodas florestas?

Responder

Vania Costa

15/06/2011 - 21h59

Está simplesmente impossível assistir aos telejornais. Agora mesmo,no jornal da band, o Joelmir Betin, (não sei se está correto a grafia do dito cujo) disse: ” NUM PAÍS, ONDE QUALQUER UM PODE SER MINISTRO DA PESCA…”, é o ataque desqualificando uma pessoa, que falta de respeito. Isso não é jornalismo! Depois não sabem o pq da violência. Ele acabou de cometer uma e grande. Dá uma revolta não poder fazer nada… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii

Responder

    SILOÉ -RJ

    16/06/2011 - 01h18

    Pelo menos nós podemos postar aqui:" UMA EMISSORA ONDE QUALQUER UM PODE SER JORNALISTA".
    Não é não, Vania???

    luiz pinheiro

    16/06/2011 - 10h03

    Por acaso eu também ouvi o Joelmir nesse momento de péssimo jornalismo – aliás, de anti-jornalismo -, e partilho inteiramente da sua indignação, Vânia.

    Capitão Jack

    17/06/2011 - 07h37

    A culpa é de vc dois que estavam "dobrando" o ibope dele. Sem vc's tava pertinho de zero. Por causa de vc's dois, foi a maior audiência do ano.

FrancoAtirador

15/06/2011 - 21h55

.
.
Em relação aos números da última pesquisa do DataFolha, realizada em 9 e 10 de junho, além dos ótimos índices de popularidade mantidos por Dilma Rousseff, praticamente alheios ao episódio que envolveu Antonio Palocci,

a maior decepção da mídia oligárquica "brazileira" foi no que se referiu especificamente à avaliação do desempenho do governo federal na economia.

Não obstante a tentativa de manipulação midiática, através de um bombardeio ininterrupto de manchetes, artigos, entrevistas e "pareceres de especialistas" convidados pelo Grupo G.A.F.E.*, a respeito da imaginária Mega-Super-Hiper-Inflação, que mais parecia um ataque da OTAN à Republika Srpska, na Bósnia-Herzegovina;

e apesar das perguntas maliciosas e tendenciosas, pois direcionadas pelo instituto de pesquisas da família Frias, algumas sendo até idiotas, como a que questionava se Dilma era muito ou pouco "inteligente";

e ainda que com o esforço máximo do analista, empregado do Frias ou ele próprio, intérprete dos dados publicados no sítio do DataFolha (em: http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?s… tentando demonstrar, distorcendo na argumentação para justificar os subtítulos por ele mesmo criados, que "cresce o pessimismo dos brasileiros em relação à economia",

não houve como esconder que "a maior parte (79%) acha que a economia do país vai melhorar (42%) ou ficar como está (37%)".

Agora, observem o contorcionismo que o sujeito do instituto de pesquisas da Folha de S.Paulo fez para justificar por que o iminente desastre inflacionário, o abalo sísmico financeiro, a catástrofe econômica que, conforme prenunciado pela mídia, a qualquer momento poderia assolar o país, não foi até agora idenficado pelos brasileiros:

"UM INDÍCIO DO PORQUÊ ESSE PESSIMISMO AINDA NÃO ATINGIU A POPULARIDADE DO GOVERNO

PODE ESTAR NO FATO DE QUE ELE NÃO SE MOSTRA TÃO INTENSO NA ROTINA DO ENTREVISTADO" (Sic).

E aí vêm os números acachapantes e que só podem ser encontrados no relatório completo, no interior da pesquisa (íntegra em: http://datafolha.folha.uol.com.br/folha/datafolha

"Evolução da expectativa da situação econômica do [próprio] entrevistado"

Pergunta do DataFolha: "Na sua opinião, nos próximos meses, a sua situação econômica vai melhorar, vai piorar ou vai ficar como está ?"

A maioria (88%) dos brasileiros entrevistados respondeu que a sua própria situação econômica vai melhorar (54%) ou ficar como está (34%).

Somente 10% disseram que a situação pessoal, nos próximos meses, iria piorar, sendo que, em relação à pesquisa de 3 meses atrás, houve um acréscimo de irrisórios 3%.

Este é o dado mais importante e de suma relevância no contexto dos meios de comunicação de massa, pretensos formadores de opinião.

Mesmo sem regulação alguma, a mídia oligárquica já não mais influencia a opinião do povo brasileiro, como outrora influenciava.

Imaginem se fosse implementado o PNBL e houvesse uma Ley de Medios.
.
.

Responder

noctivagovago

15/06/2011 - 21h37

Isto a grande imprensa não deu:
http://www.conversaafiada.com.br/video/2011/06/05

Um bom esforço de explicar as potencialidades nacionais e a exploração e efetiva destas, dentro do espaço da nossa nação. E a crítica aos anos FHC, muito mais do que uma certa carta elogiosa poderia suportar…

Responder

lia vinhas

15/06/2011 - 21h31

Debater em torno de uma pesquisa logo da Datafolha? Comparar fim de governo com ínício de outro, com uma crise mundial cada vez mais grave e uma guerra da parte da direita e seu porta-pvoz, o PIG, mais acirrada do que a que enfrentou o Lula? Ou são ingênuos ou trolls mesmo. Vocês cansam a inteligência de qualquer um!

Responder

italo

15/06/2011 - 21h29

O silêncio é uma atitude inteligente, reflete grandeza, não da Imprensa. É a mesma coisa que restaurante fechar para almoço. Um tele jornal brasileiro se rasgava todo com as relações do Lula com Hugo Chaves, e rasgava ceda para FHC e Fujimori, hoje um não ganha eleição nenhuma e o outro está mofando numa penitenciária. Vai confiando no PIG, vai !

Responder

Gerson Carneiro

15/06/2011 - 21h04

Pesquisa e horóscopo para a velha mídia é a mesma coisa: só considera quando é favorável.

Responder

Vania Costa

15/06/2011 - 20h58

Olha aí a necessidade da Ley de Médios:
Está simplesmente impossível assistir aos telejornais. Agora mesmo,no jornal da band, o Joelmir Betin, (não sei se está correto a grafia do dito cujo) disse: ” NUM PAÍS, ONDE QUALQUER UM PODE SER MINISTRO DA PESCA…”, é o ataque desqualificando uma pessoa, que falta de respeito. Isso não é jornalismo! Depois não sabem o pq da violência. Ele acabou de cometer uma e grande. Dá uma revolta não poder fazer nada… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiii

Que reserva moral tem um jornalista desse emitir opinião sobre alguma coisa qualquer?

Responder

    Klaus

    16/06/2011 - 08h46

    Acho fantástico comentários como este. Na blogosfera progressista fazem gato e sapato de FHC, Serra e Aécio. Falam o que querem, verdade ou mentira! Agora se falam que qq um pode ser ministro da pesca (e pode!) já querem censurar. Definitivamente fantástico !!!!!!! Por isto estou sempre aqui, é muito divertido. Fantástico!!!!!

    luiz pinheiro

    16/06/2011 - 10h07

    Qualquer um pode estar sempre aqui, Klaus.

Uélintom

15/06/2011 - 20h56

A materia sobre o "risco Brasil", que agora é menor que o "risco EUA" também sumiu das manchates rapidinho. A Folha colocou a materia escondida e agora com o seguinte titulo: "Risco soberano do Brasil fica abaixo dos índices dos EUA", propositadamente mais confuso. Isso também aconteceu quando deixamos de ser devedores do FMI e passamos a ser credores. Mas naquela época o PIG ttinha que disputar com o Presidente Lula (uma covardia, pois o Presidene ganhava todas hehehe…).

Responder

Rasec

15/06/2011 - 19h46

Não se pode comparar pesquisa do fim de mandato de Lula com início de mandato de Dilma!
Mas foi bom ninguém ter comentado, nem mesmo a blogosfera!
Deixa a mulher trabalhar!!!!!

Responder

dukrai

15/06/2011 - 19h39

a explosão da inflação, a derrota na votação do Código Florestal, a queda do Palocci, os juros estratosféricos. só notícia ruim pra esquerda e pra direita mas o povinho desinformado que não lê a falha de sp gosta cada vez mais da Dilma. é uma desgraça.

Responder

noctívagovago

15/06/2011 - 19h27

O melhor ( mas não divulgado pela mídia ) é o conceito que a presidenta faz da operacionalidade dos anos FHC, em
http://www.conversaafiada.com.br/video/2011/06/05

Profundidade de visão de recursos do Brasil tem, e da efetividade na exploração de riquezas nacionais. Conceitos aos quais aquela cartinha bem-educada não podia remeter…

Responder

operantelivre

15/06/2011 - 19h16

Não é silêncio apenas.
Estão espremendo os números – como se diz quando se usa estatística em pesquisa "científica" também – para ver se sai alguma coisa que querem. Estão interrogando os números na masmorra para ver se contam a verdade que querem ouvir.

Responder

Ronaldo Luiz

15/06/2011 - 19h02

Tenho lá o meu sensor 'povo' sempre ligado. E o que observo é que o povo, deixou de ler jornais, revistas e prestar atenção ao que falam nos jornais noturnos das TVs sôbre temas politicos. Adicione-se a este descrédito na grande midia, o fato que tambem as pesquisas não tem mais o poder de influenciar como ocorria na decada de 80/90.
Tudo isso contribui para a melhora na qualidade das pesquisas, que não podem mais retratar o que elas querem, distorcendo os números. Talvez ainda façam alguma subtraçãozinha, sabe como é, vicio antigo….

Responder

Antônio de Sampaio

15/06/2011 - 18h06

Quem leva esse sujeito e suas pesquisa a sério??? só um maluco.

Responder

PAULO P,

15/06/2011 - 17h43

Muito blá blá blá, para se concluir o óbvio ululamte.

Responder

    Lucas

    15/06/2011 - 18h48

    O problema é que a mídia corporativa é tão ruim que às vezes nos força a ter que concluir o óbvio.

    Marcelo Fraga

    16/06/2011 - 10h07

    Paulo P.? Será Paulo Preto?

    Achei que já estivesse preso.

FrancoAtirador

15/06/2011 - 17h20

.
.
E a Ley de Medios hibernando na caverna do cartel,

e o PNBL nas mãos da Telefônica de Espanha,

da Portugal Telecom e dos Carlos (Jereissati e Slim).
.
.

Responder

    operantelivre

    15/06/2011 - 18h15

    Não é TelefÔnica e sim telefOrnica.
    Não tem assento mas mexe com o dos outros

    FrancoAtirador

    15/06/2011 - 23h31

    .
    .
    Eu quis dizer TeleAfônica…
    .
    .
    Um abraço libertário !
    .
    .

Klaus

15/06/2011 - 16h58

O governo Dilma é a continuidade do governo Lula. Para efeito de campanha, Dilma nada mais é que o terceiro mandato de Lula. Então, se há uma solução de continuidade, por que Lula tinha 83% de ótimo/bom em dezembro/2010 e Dilma 49% agora? A avaliação de Dilma é péssima se comparada com a última de Lula. 34% mudaram de ideia.

Responder

    junior

    15/06/2011 - 17h59

    Exato! Continuidade uma ova, Dilma deu ré numa montanha de coisas que esperavamos que saísse e pelo contrario ao inves de avancar eliminaram a possiblidade de existir como pnbl, lei d medios, a politica externa voltou a cartilha do fhc ou seja lacaia, comissao da verdade estao empurrando com a barriga e a pior de todas: A TAXA SELIC, a bolsa banqueiro/rentistas está a todo vapor alegre e saltitante roubando dinheiro nosso p a felicidade dos poucos d sempre ou seja estamos como sempre desde 1500, NO SAL!

    FrancoAtirador

    15/06/2011 - 20h02

    .
    .
    É verdade.
    Grande parte da reprovação está à esquerda e não à direita.
    .
    .

    Marcelo Luiz

    15/06/2011 - 19h43

    Continuidade mesmo só pra efeito de campanha, porque de governo… até a Telebrás deu marcha à ré. E a privatização, ou concessão de aeroportos e etc, pode até ser uma continuidade do governo anterior, uma vez que rodovias federais e bancos estaduais foram dados para o capital privado. A Taxa Selic parece também a continuidade, com aprofundamento. Não é à toa que cada vez mais falte dinheiro para manter o Estado funcionando.

    Vera Pereira

    15/06/2011 - 20h59

    Os 83% de Lula somam ótimo e bom com regular. Óbvio, pq avaliação só é completamente negativa se a pessoa optar por ruim. Se vc fizer a mesma soma vai ver que Dilma tem mais de 80% de aprovação.

    SILOÉ -RJ

    15/06/2011 - 22h45

    FAZ-ME RIR, Klaus!!! Até você inventando métodos estatísticos!!!
    Comparar o final do governo LULA com o início do governo DILMA, aí é sacanagem!!!
    Mas se é pra sacanear: Porquê você não compara pelo seu método, os governos LULA e DILMA com o do FHC???

    SILOÉ -RJ

    16/06/2011 - 01h21

    Mas toma um calmante antes para não expludir de raiva, tá!!!

    Marcelo Fraga

    16/06/2011 - 10h05

    Você é sociólogo para fazer uma análise dessas? Não? Então tchau.

Ronaldo Cananéia

15/06/2011 - 16h38

Tenho sérias dúvidas em relação às pesquisas da Datafalha. É só lembrar da última eleição.

Quando a GAFE (Globo, Abril, Folha, Estadão) publica alguma coisa que favorece o governo é porque tem alguma segunda intenção.

Responder

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