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Ibope: Dilma sobe, Marina cai; Serra melhor que Aécio

27 de setembro de 2013 às 04h08

do Estadão

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João Paulo Peixoto: Novos partidos não influenciam 2014

 

17 Comentários escrever comentário »

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Gerson Carneiro

27/09/2013 - 21h16

Jean-Claude Duvalier não aparece na pesquisa?

Responder

Daniel

27/09/2013 - 19h31

Pessoal o sobe e desce das pesquisas só mostra como a opinião do povo é volúvel, como o brasileiro adere a qualquer modismo.
As manifestações de julho atraíram um monte de gente somente pelo comportamento de manada do povo. Não havia qualquer motivo para tal reação, ela foi criada por um trabalho de formiga da direita que implantou na cabeça das pessoas que tudo estava uma droga, que o país era só corrupção e a raiz de todos os problemas eram os políticos(PT). Essa tática foi usada aqui na minha cidade nas eleições passadas e quase teve sucesso.
Apesar da administração petista aqui ter feito um grande governo ganhamos por uma margem tão pequena de Votos, quando esperávamos uma lavada que foi praticamente uma derrota. Não vamos entrar nesse clima de já ganhou por que certamente eles vão usar essa mesma tática nas eleições do ano que vem. As manifestações de julho foi só um preludio.

Responder

    Ernani

    01/10/2013 - 09h13

    Daniel, “Não havia qualquer motivo para tal reação” ???
    Quanta alienação …

RicardãoCarioca

27/09/2013 - 15h31

Em primeiro lugar, boa tarde.

Em segundo lugar, Bláblárina Itaú-Boticário; Em terceiro, o mitômano indolente cai-cai bolinha cai-cai bolinha aqui no carecão; Em quarto, Aético Never!; Em quinto, Eduardo Campriles kkkkkkk…

Responder

Matheus

27/09/2013 - 14h11

Numa tendência inversa a dos últimos anos, a desigualdade no Brasil ficou estagnada e o motivo é que o rendimento das faixas de renda mais alta cresceu num ritmo mais acelerado do que as de renda menor, especialmente no extrato do 1% mais rico da população. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2012, que investiga informações do mercado de trabalho, acesso a serviços públicos e bens duráveis, educação, entre outros.

O dado que sinaliza a concentração maior de renda indica que o rendimento dos que estão no topo da pirâmide (1% mais ricos) cresceu 10,8%, numa velocidade superior à média e ao das faixas de menor remuneração. A renda dos 10% mais pobres cresceu 6,6%.

Esses dados consideram apenas o rendimento do trabalho, cujo crescimento médio foi de 5,8% de 2011 para 2012 –ritmo que provavelmente não se repetirá neste ano, segundo analistas, diante do crescimento menor da economia e do menor reajuste do salário mínimo em 2013. Com isso, a faixa dos 1% mais ricos aumentou sua participação no total de rendimento de 12% para 12,5% de 2011 para 2012. Já na base da pirâmide, a fatia se manteve em 1,4%.

Como consequência da disparidade do aumento da remuneração de ricos e pobres, o Índice de Gini (medida de distribuição de renda) dos rendimentos do trabalho reduziu sua velocidade de queda e ficou em 0,498 em 2012 –quando mais perto de zero, menor é a desigualdade. Em 2011, havia sido de 0,501 –uma diferença de apenas 0,03 ponto percentual. Houve uma piora da distribuição de renda no Nordeste, única região com aumento do índice.

Segundo Maria Lucia Vieira, gerente do IBGE, mesmo o índice Gini do trabalho “aponta uma estabilidade do ponto de vista estatístico”, apesar da pequena redução apresentada.Os demais indicadores confirmam tal tendência.

O cenário de estagnação da desigualdade se deve ao crescimento da renda dos 10% mais ricos, que correspondem a 41% do total de rendimento.

Para Sônia Rocha, economista do Iets (Instituto de Estudos do Trabalho e Rendimento), a “pior notícia e a maior novidade” dos dados da Pnad é o crescimento da renda dos mais ricos, o que pode ter acontecido pela restrição da oferta de profissionais qualificados.

Editoria de arte/Folhapress

Rocha avalia que a renda média teve um bom desempenho, mas ressalta que a expansão não deve ser tão vigorosa neste ano como mostram os dados do IBGE para as principais regiões metropolitanas. Um boa notícia é que os maiores aumentos da renda ocorreram nas faixas próximas ao salário mínimo. Outro dado positivo foi a redução da taxa de desemprego –de 6,7% para 6,1% entre 2011 e 2012.

TODAS AS FONTES DE RENDA

Considerando a renda de todas as fontes (salários, alugueis, aposentadorias, transferências de renda e aplicações), a distância entre os mais ricos e os mais pobres foi ainda maior. Na faixa dos 10% com rendimentos mais baixos, houve alta de 5,1% –abaixo da média de 5,6%. Já para os 5% mais ricos, subiu 6,8%. No topo da distribuição dos rendimentos (1% maiores), a alta foi de 12,8%.

Com esse cenário, índice de Gini da renda de todas as fontes ficou estagnado em 0,507 em 2012, número igual ao de 2011. A concentração de renda subiu no Nordeste principalmente, mas teve também uma leve alta no Sudeste. O indicador é importante porque inclui as parcelas da sociedade que dependem de programas sociais.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/09/1348185-queda-da-taxa-de-desigualdade-fica-estagnada-dizem-dados-do-ibge.shtml

Responder

    FrancoAtirador

    27/09/2013 - 23h53

    .
    .
    Caro Matheus.

    Isso aí é colocar Trabalho x Trabalho.

    Não tem nada a ver com o Capital empresarial

    de exploradores, especuladores e sonegadores.

    O que importa mesmo é que a massa salarial,

    que é o total de rendimentos do Trabalho,

    em termos reais, aumentou 6,7% no ano de 2012:

    IBGE
    01/3/2013

    Ao longo de todo o ano de 2012, o crescimento da massa real de salários, ao lado da expansão do crédito ao consumo, sustentou o crescimento das vendas no comércio varejista de bens em ritmo superior ao da produção industrial.

    Na análise da demanda, a despesa de consumo das famílias cresceu 3,1%, sendo este o nono ano consecutivo de crescimento deste componente.

    Tal comportamento foi favorecido pela elevação de 6,7% da massa salarial dos trabalhadores, em termos reais, e pelo acréscimo, em termos nominais, de 14,0% do saldo de operações de crédito do sistema financeiro com recursos livres para as pessoas físicas.

    (http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=2329)
    .
    .
    Quanto ao Índice Gini, realmente a concentração de renda é muito grande. Mas para se fazer uma avaliação mais precisa de tendência, daqui para frente, será preciso considerar um período maior, isto é, de alguns anos mais, até porque a economia do Brasil, em 2012, praticamente ficou estacionada.

    Mesmo assim, a média nacional do Índice de Gini, na última década, aponta para desconcentração, ainda que em ritmo muito aquém do desejável.

    Logicamente a abordagem da Folha, sendo tucana, é nitidamente antipetista.

    Porém, se quisesse publicar uma manchete verdadeira, favorável ao Governo Dilma, bem poderia ser a seguinte:

    “Nunca Antes Na História Deste País,
    o Índice Gini ficou abaixo de 0,5”

    ou

    “Pela primeira vez na História do Brasil
    medida de distribuição de renda do trabalho
    foi menor que 0,5 (0,498), aponta IBGE”

    (http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/00000014785209122013520927661372.pdf)

    FrancoAtirador

    28/09/2013 - 16h25

    .
    .
    Rendimento real do trabalhador cresce 5,8% em 2012, segundo a Pnad

    Vitor Abdala
    Repórter da Agência Brasil

    Rio de Janeiro – O rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro chegou a R$ 1.507 em 2012, um ganho real de 5,8% em relação aos R$ 1.425 de 2011 reajustados pela inflação.
    Os números constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2012, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada hoje (27).

    Entre as regiões brasileiras, o Centro-Oeste apresentou aumento de 4,8% em relação a 2011 e registrou a maior média de rendimentos de trabalho (R$ 1.803).
    O Nordeste manteve-se com os piores rendimentos (R$ 1.044), apesar de ter sido a região com maior aumento no período (8,1%).

    A Região Norte teve o menor aumento (2,1%) e anotou média de rendimentos de R$ 1.192.
    O Sul registrou a mesma taxa de crescimento nacional (5,8%) e o rendimento médio chegou a R$ 1.639,
    enquanto os rendimentos do Sudeste subiram 6% e alcançaram R$ 1.707.

    O Índice de Gini do rendimento, que mede a disparidade entre os diferentes estratos de rendimentos de trabalho, apresentou uma redução de 0,003 ponto, ao passar de 0,501 para 0,498.
    Isso mostra que as pessoas com rendimento mais baixo tiveram ganhos relativamente superiores aos de renda mais alta.

    “Diferentemente do que aconteceu em anos anteriores (2006 a 2011), em que o Gini caía porque aumentava muito o rendimento nas classes de rendimento mais baixo, dessa vez a gente registrou aumento também no topo, das pessoas que têm rendimento mais alto. O [aumento no] rendimento superior fez com que o Gini não variasse tanto”, disse a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

    Entre as categorias de emprego, importantes ganhos foram observados no trabalho doméstico com carteira assinada (10,8%) e sem carteira (8,4%).
    Apesar disso, ambos continuam recebendo os piores rendimentos: R$ 811 (para os com carteira) e R$ 491 (para os sem carteira).
    Os militares e estatutários tiveram os menores ganhos (0,9%),
    mas continuam recebendo os maiores rendimentos médios (R$ 2.439).

    Edição: Beto Coura

    (http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-09-27/rendimento-real-do-trabalhador-cresce-58-em-2012-segundo-pnad)

Requião chama filhos de Roberto Marinho de moleques e malandros - Viomundo - O que você não vê na mídia

27/09/2013 - 13h01

[…] Ibope: Dilma sobe, Marina cai; Serra melhor que Aécio […]

Responder

Roberto Locatelli

27/09/2013 - 12h45

Tô torcendo para o Aébrio Neves vazar e deixar a vaga para o Zé Bolinha de Papel. Será mais divertido.

Imagine-se Dilma explicando:
– baixei a tarifa de energia elétrica. Os tucanos foram contra.
– mandei vir os médicos cubanos. Os tucanos foram contra.
– fiz a Caixa e o BB liderarem a redução dos juros. Os tucanos foram contra.
– suspendi a visita ao Obama e mostrei que o Brasil não é mais quintal dos EUA. Os tucanos foram contra.

O único alerta é que os tucanos farão a mais baixa, vil e desprezível campanha de todos os tempos. Preparemo-nos, pois.

Responder

Domingos

27/09/2013 - 11h05

Enquanto isso a oposição fica remoendo inutilidades.A Presidenta está ao lado do povo brasileiro, sempre.

Responder

FrancoAtirador

27/09/2013 - 10h22

.
.
Esta enquete do IBOPE, já aponta que,

entre todos os candidatos propostos,

Dilma é a que tem a menor rejeição.

REJEIÇÃO

Serra (PSDB) = 47%
Marina (Rede) = 36%
Aécio (PSDB) = 35%
Dilma (PT) = 34%

http://www.estadao.com.br/fotos/arteibope2.bmp

Responder

Jose Mario HRP

27/09/2013 - 08h59

Esse aqui, sempre rancoroso, perdedor nato, crticou o discurso da Dilma!
Outra viuva neoliberal!
Jarbas! Pede o pinico!

Responder

    Jose Mario HRP

    27/09/2013 - 09h00

    Sorry, penico!

R Godinho

27/09/2013 - 08h55

Em novembro a surra vai ser ainda pior, porque vão ter que tirar a Marina das pesquisas. Aí vai dar Dilma no primeiro turno…

Responder

    Roberto Locatelli

    27/09/2013 - 12h41

    Godinho, na verdade já está dando Dilma no 1º turno. Sem a Marina Itaú, aí é que a oposição não terá votos.

Pedro Jacintho

27/09/2013 - 06h39

Constantemente vejo a indignação de alguns com a política e logo dizem a seguinte frase, que de tão repetida virou erradamente quase um senso comum: “Todo político vira ladrão”, e Repito sempre deve ser por que votaram num ladrão para deputado. Interessante que normalmente são do perfil apartidário, ou falso apartidário, ou seja, tem medo de dizerem em quem votou, afinal vai explicitar a falsa consciência política. Entenda uma coisa: “NÃO É O POLÍTICO QUE VIRA LADRÃO É O LADRÃO QUE VIRA POLÍTICO” pela irracionalidade daqueles que se intitulam apartidários, ao negarem a política abrem caminho para os que negam o caráter, não explicitamente, mas se tiverem um pouquinho de tato perceberão a implicitude de atos ou palavras que revelam inconfiabilidades. Não se faz transformações sociais sem a arte da política que é a ciência do convencimento e este só é possível com aqueles que explicitam claramente suas ideias enquanto teorias e suas ações ao praticá-las. Cabe ao eleitor que exercita e não renega talvez outra arte, a do desconfiômetro, a tarefa de perceber diferenciá-los no universo dos que se aventuram com propósitos virtuosos ou os aventureiros, lobos em pele de cordeiros, à sua disposição.

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