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Dilma: “Pela segunda vez o Brasil não treme”

publicado em 8 de agosto de 2011 às 15:14

do Blog do Planalto

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que a avaliação do rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos por uma agência internacional, na última sexta-feira (5/8), é incorreta e não tem base real. A presidenta Dilma concedeu entrevista coletiva após reunir-se, no Palácio do Planalto, com o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, nesta segunda-feira (8/8).

“Todas as avaliações, inclusive as nossas do Ministério da Fazenda, apontam que ela [a agência Standard & Poor’'s] errou (…), ela fez um cálculo com um erro, parece que de US$ 2 trilhões, então isso já é conhecido. Acredito que não se pode, em um momento desses, ficar tomando atitudes dessas que não têm base real.”

A presidenta reafirmou que o Brasil está ainda mais forte do que em 2008, uma vez que possui US$ 348 bilhões em reservas, cerca de 60% a mais que naquele período, e que conta com depósitos compulsórios “em quantidade suficiente para fazer frente a qualquer problema de crédito”. Além disso – continuou a presidenta – os bancos brasileiros “estão completamente robustos” e, o mercado interno, forte e aquecido.

“Nós estamos tomando todas as medidas para que práticas de concorrência desleal não nos afetem. Assim sendo, o Brasil está numa boa posição. Isso não significa que estamos dizendo que somos imunes à crise. Para a gente ser imune à crise, é preciso a ação do governo, dos empresários e da sociedade. Uma ação de seriedade, de muita firmeza, e sobretudo, de percepção de que não podemos, nesse momento, brincar, sair por aí gastando o que não temos”, disse.

A presidenta frisou que, ainda assim, o Brasil não está fragilizado, e solicitou apoio da imprensa para pedir a todos os segmentos do país muita tranquilidade, muita calma e nenhum excesso. Segundo ela, a resposta brasileira à crise será crescendo e gerando emprego e renda.

Dilma Rousseff fez dura crítica à política fiscal dos Estados Unidos e Europa e reiterou que os governos desses países têm que tomar providências. “Não é possível os países desenvolvidos acharem que o mundo pode ficar contemplando, de uma forma perplexa, o que aconteceu na semana passada”, continuou. Ela disse, ainda, que a insensatez política não pode levar a que o mundo sofra as consequências de políticas locais.

“É fundamental para todos os países do mundo que os Estados Unidos e a Europa voltem a consumir, a investir e tenham uma trajetória. Nós, sem nenhum alvoroço, tomaremos todas as medidas necessárias para que o Brasil continue na sua trajetória de crescimento, de distribuição de renda, de fortalecimento de seus serviços, da sua indústria, do seu setor de produção alimentícia.”

Leia também:

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68 Comentários para “Dilma: “Pela segunda vez o Brasil não treme””

  1. ter, 16/08/2011 - 1:22
    beattrice

    Treme e balança, só não vê quem não quer, ou precisa de lentes e não as usa.

  2. ter, 09/08/2011 - 17:41
    Vinícius

    Gastar o que não deve, Dilma? Você está falando da dívida ou dos gastos sociais?

  3. ter, 09/08/2011 - 1:13
    Renato Lira

    Vem mais uma marolinha por aí.

    Aí o PIG, a direita oligárquica, a esquerda porralouca, reaças e golpistas em geral, estes sim, vão entrar em crise… exixtencial.

    Mais uma.

    Haja gardenal.

  4. ter, 09/08/2011 - 0:46
    SILOÉ-RJ

    Como já disse em comentário anterior: Confio na DILMA como confiei em LULA. Aqui vai ser de novo uma MAROLINHA!!!

  5. [...] Aqui, a presidente Dilma diz que o Brasil não treme   [...]

  6. seg, 08/08/2011 - 21:08
    Luiz

    Azenha,
    Importantissímo o post do Renatão sobre o assassinato de cerca de 10 mil camponeses venezuelanos, desde 2001, exterminados pela política de enfrentamento do latífundio, que a grande mídia não dá nenhum espaço. Eu mesmo desconhecia até a pouco tempo. http://renatopompeu.blogspot.com/2011/08/venezuel

  7. seg, 08/08/2011 - 21:06
    Sônia Bulhões

    Vixe ! Quanto trol aqui no Azenha. Que é isso, companheiro ?

    • qui, 11/08/2011 - 9:35
      MataTrolls

      Acho que nos blogs pigueanos tem limite de postagem por dia. Aí a trollerada pula toda pra cá, ficar azucrinando quem quer minimanete, opinar ou discutir usando argumentos, em lugar de Ctrl+C + Ctrl+V….

  8. seg, 08/08/2011 - 20:29
    FrancoAtirador

    .
    .
    A crise é gravíssima…

    na mídia oligárquica.

    Acho que o reizinho cabeção

    dobrou o salário dos trolls.
    .
    .

    • qui, 11/08/2011 - 9:33
      MataTrolls

      Serra agora tem uma consultoria. Dá pra disfarçar melhor de onde vem o dinheiro pra pagar a trollerada.

      Agora eu pergunto: será que a consultoria dele vai ter um aumento de patrimônimo em 55mil vezes em 60 dias, como aconteceu com a consultoria da filha dele?

      Perto deles, Palocci nem é peixe pequeno. É alevino.

  9. seg, 08/08/2011 - 19:43
    Bonifa

    É impressionante como nossas idéias se vão concatenando através do blog do Azenha… Dizemos uma coisa aqui, outra alí, e só agora ao fim do dia creio que a verdade finalmente se apresenta em toda a sua clareza. Krugman tem razão. A crise maior não é econômica, é política. É algo que vem das indagações que se faziam quando da eleição do Obama. Sua tarefa seria acomodar seu país em um mundo diferente que incluia a aceitação de outros protagonistas poderosos, como a China, a Índia e o Brasil. Isso, dentro de uma crise que para ter alguma solução satisfatória necessita que se façam reformas importantes, como a do sistema financeiro que precisa ser controlado. Logo depois da eleição, sabia-se que duas frentes políticas se posicionariam e entrariam em combate feroz. Uma, a das reformas e do apelo à austeridade diante de uma diminuição inevitável de exuberância econômica. Austeridade aí incluiria o que Krugman fala: adequação ao que o resto do mundo corriqueiramente faz, como o aumento de impostos aos mais ricos e a ampliação da assistência aos mais indefesos diante da selvageria capitalista. Esta seria a posição de Obama. A outra posição seria a da extrema direita. Nada de impostos para os mais ricos. Nada de interferência na chaga social gerada pela selvageria capitalista. O mundo vai tremer diante do deus da guerra americano, o poder bélico vai falar mais alto que qualquer outro argumento. Hoje estamos assistindo à luta entre estas duas forças. A extrema direita é capaz de mergulhar o mundo inteiro em esgares agudos desnecessários, só para ter uma chance a mais de tomar o poder nas próximas eleições. Ela vai apelar para aquele americanismo tipo John Wayne, que desprezava os livros e resolvia tudo na porrada. Agora, só nos resta torcer por Obama. Que ele tenha também trunfos e cartas na manga porque a trapaça da extrema direita não terá limites.

    • ter, 09/08/2011 - 11:05
      Bonifa

      Meu comentário tinha duas positivações, agora só tem uma. Deve ter sido o Eunaosabia. Porque falei que ele deveria ser limitado. Caro Eunaosabia, evidente que era apenas uma brincadeira. Jamais defenderia sanções de expressão contra ninguém, quanto mais contra uma pessoa simpática como você.

  10. seg, 08/08/2011 - 19:16
    EUNAOSABIA

    Alguns resultados do governo Lula… espero que o Azenha publique… espero que alguém possa rebater ou dizer que estas informações estão erradas…

    Padrão de comércio: Reprimarização das exportações

    No Nacional Desenvolvimentismo, a mudança do padrão de comércio significa menor dependência em relação às exportações de commodities. Ao contrário, mostra o estudo de Gonçalves, no Brasil de Lula a participação dos produtos manufaturados no valor das exportações mostra clara e forte tendência de queda (56,8% em 2002 para 45,6% em 2010), enquanto há tendência igualmente clara e forte de aumento da participação dos produtos básicos (25,5% em 2002 para 38,5% em 2010).

    Progresso técnico: Dependência tecnológica

    No Governo Lula, verifica-se também o processo de maior dependência tecnológica. O indicador usado é a relação entre as despesas com importações de bens e serviços intensivos em tecnologia, e os gastos de ciência e tecnologia, que aumenta de 208% em 2002 para 416% em 2010. "Ou seja, há duplicação do grau de dependência tecnológica".

    O chamado "déficit tecnológico", a diferença entre o valor das importações de bens altamente intensivos em tecnologia e maior valor agregado e dos serviços tecnológicos e o valor das exportações destes bens e serviços, aumentou significativamente, de US$ 15,4 bilhões em 2002 para US$ 84,9 bilhões em 2010.

    Estrutura de propriedade: Desnacionalização

    No Nacional Desenvolvimentismo, há preferência revelada pelo capital nacional, público ou privado, com o objetivo de reduzir a vulnerabilidade externa. No Governo Lula, se descontada a grande influência das três maiores empresas (Petrobras, BR Distribuidora e Vale), teremos uma boa idéia do grau de desnacionalização da economia brasileira, segundo Gonçalves.

    O trabalho mostra que houve aumento da participação das empresas estrangeiras no valor das 497 maiores empresas no país: 47,8% em 2002 e 48,5% em 2010.

    Vulnerabilidade externa estrutural: Passivo externo crescente

    No Governo Lula há aumento significativo do passivo externo total do país, que passa de US$ 343 bilhões no final de 2002 para US$ 1,294 trilhão no final de 2010.

    O passivo externo aumenta de US$ 260 bilhões em 2002 para US$ 916 bilhões em 2010. Considerando as reservas internacionais de US$ 300 bilhões, "verifica-se que o passivo externo financeiro do país é 3 vezes o valor das reservas no final de 2010".

    O saldo da conta de transações correntes em relação ao PIB mostra nítida tendência de queda a partir de 2005, e torna-se negativo a partir de 2008. As projeções do FMI apontam que o Brasil deverá experimentar recorrentes déficits de transações correntes do balanço de pagamentos — de 3,0% a 3,5% —, que crescerão de US$ 60 bilhões em 2011 para US$ 120 bilhões em 2016.

    Política econômica: Dominação financeira

    No Governo Lula a taxa média de rentabilidade dos 50 maiores bancos é sempre superior à das 500 maiores empresas.

    De 2003 a 2010, a taxa média de rentabilidade das maiores empresas é de 11% e a taxa dos bancos é 17,5%.

    "Além do abuso do poder econômico, os bancos se beneficiam da política monetária restritiva caracterizada por elevadas taxas de juro", analisa Reinaldo Gonçalves.

    Espero que seja publicado e quero ver alguém rebater o que vai acima.

    • seg, 08/08/2011 - 19:46
      Zepovinho

      CONTROL C,CONTROL V…………..

    • seg, 08/08/2011 - 20:23
      jose aparicio correa

      Quanto mesmo que o BRASIL exportava com a turma da rodapresa.

    • seg, 08/08/2011 - 20:43
      betinho2

      Respondido lá abaixo, em outro "comentário" seu.

    • ter, 09/08/2011 - 0:48
      Renato Lira

      Buscastes essas asneiras no blog do Professor Hariovaldo, Leporino Smith?

      Alvíssaras.

    • ter, 09/08/2011 - 0:53
      Renato Lira

      TUNÃOSABIAS, porque nada sabes mesmo, a não ser bravatear e inverter, Napoleão Leporino Smith, que, por exemplo, muito do crescimentodos bancos se deve à ascenção de pobres a classe média, ao crescimento da renda, ao aumento de pessoas com contas corrente, a maior circulação de dinheiro, por conta do crscimento do emprego, etc.

      Isso você não coloca, Lepô Smith, porque não lhe interessa, pois o que vale é a "manchete", né?

      Sabe nada, esse Richard Leporino Smith.

    • ter, 09/08/2011 - 9:37
      Bonifa

      Sou favorável a uma limitação para o Eunaosabia. Já que ele não se toca, que pelo menos diga suas bobagens em no máximo cinco linhas.

    • qua, 10/08/2011 - 17:59
      MataTrolls

      Também apoio limitação aos "comentários" do Leporace Eunucosabia

  11. seg, 08/08/2011 - 19:11
    EUNAOSABIA

    Dilma, não esqueça que o Brasil tem um dos sistemas bancários mais sólidos do mundo graças ao PROER, pra não perder o costume, Padim Lula e o Ti Parti, digo o PT foram contra…

    Não enganam ninguém…

    • seg, 08/08/2011 - 20:30
      betinho2

      Opa…opa.
      Sistema bancário sólido graças ao Proer????
      Nessa história de Proer o Serra e o coleguinhas demotunganos estão com um processo
      judicial de enriquecimento ilícito e improbidade no lombo.

      O Proer foi o maior presente já dado por um governante aos banqueiros estelionatários e financiadores
      das campanhas políticas do demotunganos.

      Conta outra, barãozinho de Munchasen.

      Sobre tua colocação lá acima, á pra ver o quanto foi lesiva a HERANÇA MALDITA que voces tunganos deixaram, com consequencias e reflexos que só mesmo o Lula e agora Dilma para estão lentamente remediando e revertendo.
      A HERANÇA MALDITA FERNANDINA foi igual câncer, enraizado profundamente. Mas foi extirpado por
      Lula, o que resta agora são RAÍZES sendo anuladas com QUIMIOPOLÍTICA NACIONALISTA, por que o QUIMIOINTREGUISTO FERNANDINO só alimentou o câncer privateiro da porteira aberta para o Brasil. Brasil que FHCia transformou na CASA DA MÃE JOANA.

    • ter, 09/08/2011 - 0:56
      Renato Lira

      Eu sei quem engana quem.

      A mídia te engana todo dia, pois te lobotomizou e lhe programou a escrever asneiras, Leporino Smith.

    • ter, 09/08/2011 - 0:57
      Renato Lira

      A única coisa que ficou sólida com o PROER foi a conta dos banqueiros amigos de FHC e famiglia.

  12. seg, 08/08/2011 - 19:07
    EUNAOSABIA

    Essa matéria é antiga, mas é como se fosse de hoje… mais uma vez o FT diz: LULA FEZ O NADA… vocês pensam que enganam alguém… mas vocês só sabem é mentir… e mentem acima de tudo para si mesmo.. não adianta ofender e soltar palavrão… essa é a verdade nua e crua… chorem pelegos…

    Para o jornal, "embora tanto o mundo quanto o Brasil tenham se apaixonado por seu sucessor, o presidente Lula, Cardoso é o homem amplamente creditado, pelo menos no exterior, com o estabelecimento dos fundamentos do boom" que marcou os últimos anos da economia brasileira.

    FHC, ministro da Fazenda durante o plano real, que pôs fim a décadas de hiperinflação no Brasil em meados dos anos 1990, é descrito pelo FT como o responsável por colocar o "B" na sigla Bric – cunhada pelo Banco Goldman Sachs em 2001 e hoje uma espécie de marca para se referir às principais potências emergentes (Brasil, Rússia, Índia e China).

    Em uma nota ilustrativa na mesma página, como parte da mesma reportagem, o criador da sigla Bric, o economista-chefe do Goldman Sachs, Jim O'Neill, se questiona se Lula poderia ser "um descendente de Cardoso em uma fantasia engenhosa".

    Ele argumenta que um dos méritos de Lula foi manter as políticas econômicas da era FHC, em especial as metas de inflação e o regime de flutuação do real. .. LULA FEZ O NADA… NADA MESMO… Grifo meu.

    "Lula quer ser visto como o líder mais bem sucedido do G20 na última década. Mas às vezes paro e me pergunto se ele não seria um descendente direto de Cardoso em uma fantasia engenhosa. Pois foi muito do que ele herdou de Cardoso que deu a Lula a plataforma de tal sucesso", escreve O'Neill.

    Para o economista, a inteligência de Lula foi "manter muito do que herdou".

    Não adianta…. Lula é uma farsa como presidente… só serviu para alguma coisa por ter feito O NADA.

    Game over pelegos… sinto muito por vocês…

    • seg, 08/08/2011 - 20:40
      betinho2

      TUSABIA que essa matéria acima é um bate bola do FHCia com o Financial Times?
      E queria o que, que FHCia admitisse a HERANÇA MALDITA?
      Voces vão morrer tentando criar factóides e mentiras, com certeza, porém com cada vez menos tontos pra acreditar.
      Demotunganos nunca mais.

    • ter, 09/08/2011 - 1:07
      Renato Lira

      "Não adianta…. Lula é uma farsa como presidente… só serviu para alguma coisa por ter feito O NADA".

      Deve ser por isso que vocês ganharam as últimas eleições desde 2006, né Richard Lepô Smith?

      O gardenal e os outros antidepressivos especiais para reaças alienados e alucinados que o Richard Leporino Smith toma devem estar vencidos.

      E quando isso acontece o Richard Leporino Smith fica desse jeito desvairado, arrebatado.

      O sujeito tá no auge do delirium tremens.

      Coitado do Leporino Smith, o reaça iludido maluquete do blog.

  13. seg, 08/08/2011 - 18:55
    Elizabeth

    Então vamos segurando firme presidenta!!! Não vaso deixar problemas políticos interferir no econômicos! Acho que não sabemos tão dependente assim da economia externa as exportações e importações não são grande parte do PIB brasileiro!

  14. seg, 08/08/2011 - 18:51
    Milton Quadros

    Dilma foi muito feliz quando disse: "a insensatez política não pode levar a que o mundo sofra as consequências de políticas locais". É isso mesmo.O oposição de lá ficou a mesma por_caria da daqui. Se tivessem se acertado com inteligência e proatividade, sem "presepadas", o teto da dívida teria sido aumentado, Obama perderia as próximas eleições e o mundo continuaria acreditando que os papeis dos USA valem alguma coisa. Agora, graças ao caos que ajudaram a implantar, com uma oposição à la PSDB (Álvaro Dias), até a re-eleição do Obama é possível.

  15. seg, 08/08/2011 - 18:36
    rickiz

    transcrevo trechos do livro “Jogo Duro” (Editora Best Seller, 1988), escrito pelo empresário Mario Garnero, que surfava nos bastidores da ditadura, foi amigo de generais presidentes, mas também angariou inimigos da sua mesma estirpe, como Francisco Dornelles, Elmo Camões, Lemgruber e outros tristes personagens. Testemunhou episódios que a mídia nunca divulgou. No livro, ele narra episódios “sui generis” sobre Lula e outras figuras importantes da ditadura e da Nova República. Entre as páginas 130 e 135 escreve sobre um bilhete que enviou a Lula.

    Relata: “… tentei recordar ao constituinte mais votado de São Paulo duas ou três coisas do passado… (pois) o grande líder da esquerda brasileira costuma se esquecer, por exemplo, de que esteve recebendo lições de sindicalismo da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos, ali por 1972, 1973… e a facilidade com que se procedeu a ascensão irresistível de Lula, nos anos 70, época em que outros adversários do governo, às vezes muito mais inofensivos, foram tratados com impiedade. Lula, não – foi em frente, progrediu….” E prossegue: “Lembro-me do primeiro Lula, lá por 1976, sendo apresentado por seu patrão Paulo Villares ao Werner Jessen, da Mercedes Benz e, de repente, eis que aparece o tal Lula à frente da primeira greve que houve na indústria automobilística durante o regime militar… Recordo-me de a imprensa cobrir Lula de elogios, estimulando-o, num momento em que a distensão apenas começava, e de um episódio que é capaz de deixar qualquer um, mesmo os desatentos, com um pé atrás. Foi em 1978… os metalúrgicos tinham cruzado os braços, e nós, da ANFAVEA, conversando com o governo sobre o que fazer… o Ministro Mario Henrique Simonsen informou que o presidente Geisel recomendou moderação: tentar negociar com os grevistas, sem alarido. Imagine: era um passo que nenhum governo militar jamais dera, o da negociação com operário em greve. Geisel devia ter alguma coisa a mais na cabeça. Ele e, tenho certeza, o ministro Golbery”.

  16. seg, 08/08/2011 - 18:15
    Durvaldisko

    Bom mesmo é ver a MiriamLeitão,puxando a orelha do Baraca. A tática do quanto pior melhor, nessa conjuntura, nem o PIG banca. Primeiro, porque não tem para onde correr, segundo,porque os ativos fatalmente cairão melhor, já estão caindo.Abril tentando vender seu papel pintado para alavancar o ensino particular,Globo com voracidade permanente de capital para enfrentar a concorrência;Folha de SP, distribuída de graça para fomentar estatística junto anunciante;Estadão respirando com aparelhos.Resta o mercado interno e prestigiar as fontes de trabalho de ocupação intensiva de mão -de-obra,(PAC).
    Já,já a operação faxina vai para gaveta e não se fala mais nisso…

  17. seg, 08/08/2011 - 17:59
    Claudio

    Bom, um presidente tem q vir a publico e dizer q esta tudo bem. Imagina um lider chegar e dizer "salve-se quem puderrrr"

  18. seg, 08/08/2011 - 17:52

    A esperança de parte da "oposição" (viuvas do FHC) é justamente que essa crise mundial abale as estruturas no Brasil, o máximo possível: quanto pior melhor. É muito difícil (eu diria hilário) ficar repetindo que o governo Lula simplesmente repetiu as políticas do governo FHC e o Brasil de hoje passar ileso por essas crises profundas, sistêmicas, arrasadoras. Por muito menos, na época do FHC, o Brasil já estava de quatro. Diferente daquela época, hoje o país, na pior das hipóteses, se ressente de oportunidades que poderiam ser melhor aproveitadas, não fossem as trapalhadas do "mundo desenvolvido". Seja como for, ninguém escapa ileso. O buraco é enorme…

  19. seg, 08/08/2011 - 17:44
    P A U L O P.

    A presidenta ………….., e solicitou apoio da imprensa…… VÁ SONHANDO.

  20. seg, 08/08/2011 - 17:42
    yacov

    Quanto mais o Governo da DILMA acerta na adoção de medidas corretas para enfrentar a crise, que não é nossa, e manter o Brasil nos trilhos do crescimento inclusivo, mais os falastrões e fanfarrões "mais-preparados e cheirosos", que foram alijados de forma vergonhosa do poder em 2002, por sua única, exclusiva e total incompetência, se acham no direito de ficar urubuzando…. Que passa, Azenha?!? Eu 'tô estranhando a frequência desses urubólogos no seu blog. Isso aqui tá virando um URUBLOG….

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glObo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

  21. seg, 08/08/2011 - 17:39
    Bruno Moreno

    Azenha, Maria da Conceição Tavares merece todo o respeito do mundo e acho que ela tem mais respaldo que a maioria dos economistas no Brasil, mas na crise de 2008 ela também estava menos otimista e não foi tão duro quanto ela imaginou. Não estou dizendo que ela está errada agora, mas que ao não conhecer todas as medidas que o governo vem preparando, por não ter acesso a todas as informações que o governo tem, talvez tenha uma margem de êxito menor. O outro fato para demonstrar uma maior preocupção é que ela não tem a responsabilidade de uma Presidenta. Vai falar o que para o povo a Dilma: é, ferrou de vez!?

  22. seg, 08/08/2011 - 17:10
    EUNAOSABIA

    Então tá baum… como diz a torcida do botafogo… eu acreditôôôôôôôôô…..

    Totalmente perdida… pior que o Padim Lula… o Padim pelo menos ainda tinha lábia engrabelatória…

    • seg, 08/08/2011 - 17:57
      GilTeixeira

      Cara, se o país quebrasse, nesses últimos 9 anos, todas as vezes que gente da sua laia predisse hoje estaríamos ombro a ombro com a Somália!
      Vai trabalhar rapa\z. Isso é falta do que fazer!

    • ter, 09/08/2011 - 1:24
      Renato Lira

      Nossa como estamos quebrados.

      Noooosssa, como estamos perdidos.

      Nooosssa, Leporino Smith, SABESTUDO!!!!

      Como me enganei quando quebramos na crise passada e quebraremos nessa.

      Estamos perdidos.

      Vmaos ouvir o sacrossanto Vate Richard Leporino Smith, o SABETUDO, que previu que o Brasil quebraria em 2008, claro, vai acertar sua nova predição, vamo "quebrá".

      É nosso Vate. Nosso Walter Mercado. Toma um gardenal e faz suas predições e comentários certeiros.

      Sigamos pois nosso guia Leporino Smith ou estaremos pedidos como está nossa presidenta.

      Mas não esqueçamos para levar botas, pois nosso guia Pai Richard Leporino de Ogum é inspirado por entidades demotucanas e piguianas.

      E estas entidades, que inspiram Smith de Ogum conduziram o Brasil ao brejo. Por isso não devemos esquecer as botas.

  23. seg, 08/08/2011 - 17:02
    ZePovinho

    A Professora Conceição Tavares disse,na entrevista,que grande parte dessas reservas de dólares,que entraram depois de 2008,é de endividamente pesado de empresas privadas que nadaram na maré de liquidez fácil depois que os EUA ligaram a impressora e imprimiram papel pintado com as "facilidades quantitativas" Quantitative Easing 1 e 2- um nome eufemístico para impressão de dinheiro sem lastro(ou populismo monetário) que os neoliberais diziam que só o Estado fazia;não a empresa privada chamada FED.
    Vamos ver.Ainda dá para travar a remessa de lucros de empresas estrangeiras,se tivermos cojones(ou clitóris grande) para isso.

    • seg, 08/08/2011 - 17:19
      EUNAOSABIA

      Rapaz, será que tu não tens noção mesmo que falas??? dá pra parar de escrever tanta sandices rapaz??? será que não sabes que foi justamente essa enchurrada de dólares correndo pelo mundo todo que em boa medida foi a responsável pelos 350 milhões de novas craces mérdias que vocês tanto se gabam??? da um tempo velho… não fosse o déficit público americano não existiria crédito pro craces mérdias de vocês comprarem tela prana e ford cá em 120 meses…. o Brasil surfou oito anos em cima dessa bolha monetária e agora vens com esse teu papo rapaz???…. o Brasil de Lula cresceu fácil em cima dessa bolha rapaz… Lula mesmo fez o NADA… a não ser manter a macro economia de Fernando Henrique… China e liquidez mundial fizeram o resto….

      Tem hora que não dá pra aguentar.

      • seg, 08/08/2011 - 18:01
        samira

        Eunãosabia mas dá uma inveja do Lula. Ele não fez nada, ficou esperando o Eunãosabia fazer e acontecer. Dor de cotovelo é uma tristeza. Eunãosabia mas o bicho tá incomodado com tanto carro na rua. O dele não pode andar na velocidade adequada e Eunãosabia sofre muito. Sofre mais quando nosso GRANDE PRESIDENTE LULA é chamado para fazer palestra por US$ 300 mil. FHC faz biquinho, com aquele beicinho, com vontade de chorar e cortar os pulsos. Eunãosabia que raiva.

      • seg, 08/08/2011 - 18:30
        Zepovinho

        Enxurrada é com X;não com CH,seu burro.Em segundo lugar,o consumo americano não começou em 2003.Começou bem antes e se FHC prestasse,tinha aproveitado se isso supostamente ajudasse decisivamente o Brasil.
        Vai lá no site do Ministério da Indústria e Comércio,besta quadrada.O Brasil cresceu,desde 2003,diversificando o comércio exterior e dependendo menos dos EUA;além da expansão do crédito PÚBLICO já que os bancos privados não emprestam e empoçaram o dinheiro em 2008.
        Com economistas do seu nível fica difícil,EUNAOSABIA.A gente destroça seus argumentos macarrônicos com duas linhas e uma piada………

      • seg, 08/08/2011 - 19:39
        Ronaldo Luiz

        Tivemos crise do México, e entramos bem (bem mal). Teve crise dos tigres asiáticos e nós de novo nos lascamos. Teve a crise da Russia e nós lá na primeira fila. Parecia que 'naqueles tempos' só negociavamos com quem estava falido! Nos tempos de hoje, tem crise global, e aqui só chega marolinha. E não adianta torcer contra, pois a partida já está em 10 x 0.

      • ter, 09/08/2011 - 12:26
        Renato Lira

        Como "tem hora que não dá pra aguentar", Leporino Napoleão Smith?

        Não notastes a paciência que temos com tuas sandices, que são inomináveis?

        Além de gardenal, precisas tomar umas maracujinas, viu?

    • ter, 09/08/2011 - 9:16
      luiz pinheiro

      É preciso lembrar, Ze Povinho, que esse endividamento, de fato bastante pesado, é voltado na quase totalidade para investimentos produtivos, muitos deles em infra-estrutura. Não foi um endividamento meramente financeiro, para rolar dívida. A empresa que mais se endividou no exterior nesse período foi a Petrobras, para preparar a exploração do pré-sal, e de outros campos, e para expandir a capacidade de refino.

  24. seg, 08/08/2011 - 16:56
    vlamir

    esse descrente queria a epoca do FMI para pedir dinheiro,e entrar no atoleiro (olha o passado ).

  25. seg, 08/08/2011 - 16:55
    leandro

    Mais uma vez a conta vai cair no nosso colo. Essa balela de dizer que quando caiu a cpmf os preços não cairam é uma piada. Como iam cair se pra segurar a arrecadação subiram o iof, o confins…Tanto que a arrecadação subiu em vez de diminuir. Sempre quem vai pagar a conta vai ser o povão. E olhem que ainda temos que bancar copa e olimpiadas. Nunca que a carga tributária vai cair assim. Seguiremos pagando uma carga de paises nordicos e rebendo serviços publicos de nivel africanos.

    • seg, 08/08/2011 - 19:52
      Ronaldo Luiz

      Não confunda arrecadação com aumento de imposto. Por exemplo, no semestre passado 1/1/11 a 30/6/11, somente em autuações de sonegadores, foram arrecadados mais de R$ 40bi. Ou seja a unificação das fiscalizações de tributos federais + a da previdência social, está fazendo seu trabalho aumentando a arrecadação, enquanto muitos impostos vem tendo suas taxas diminuidas. Exemplos são linha branca, materiais da construção civil, industria automobilistica, e eletronicos (computadores).

    • seg, 08/08/2011 - 20:15
      Alvaro Tadeu Silva

      O texto do Leandro mostra como nossas escolas de Ensino Fundamental vão mal em Matemática. Ele faz uma análise política da CPMF (não analisa, repete a Veja) ignorando os números. Vejamos: alíquota de 0,38% . Em bom português, quem tinha um ganho líquido de R$ 10 mil mensais recolheria teoricamente TRINTA E OITO REAIS de CPMF. Menos do que comprar aquele lixo inVEJAnte toda a semana. Quantos brasileiros têm renda superior a R$ 10 mil mensais? E quem ganhava mil reais por mês, pagava apenas R$ 3,80. Quer dizer, a CPMF ajudava muito a Saúde, mas prejudicava quase nada o povo. Mas apesar de a alíquota ser baixa, ela tinha um grande inconveniente: deixava os sonegadores em situação extremamente desconfortável. O sujeito pagava cem reais de CPMF e declarava renda de R$ 2 mil ao Imposto de Rendal. A Receita ia pra cima. Era só isso. Portanto, senhor Leandro Lero, antes de teclar, informe-se. Dizer asneiras para milhões de pessoas é um vexame.

      • ter, 09/08/2011 - 8:20
        leandro

        Sua conta é ridicula. Quando existia a cpmf, um pequeno comercio pagava um titulo e recolhia cpmf, o atacadista fazia o mesmo quando pagava ao fabricante, a fabrica o mesmo quando comprava matéria prima, era uma arrecadação imensa e sem falar que quando vc pagava um funcionário tambem recolhia cpmf. Dizer que quem ganha 10.000 só pagava 3,80 é de uma infantilidade. E só para lembrar. Nos 6 anos que lula desfrutou desse imposto a saúde melhorou???

  26. seg, 08/08/2011 - 16:55
    GilTeixeira

    Juros abusiovs eram os 25% do FHC.

  27. Quem treme é a oposição. :)

    Documentário – Vida e Dívida
    Mostra as táticas e manobras do FMI e Banco Mundial. http://fwd4.me/08Wv

  28. seg, 08/08/2011 - 16:38
    urbano

    Uma declaração altiva da Presidenta e o comentario mesquinho de internauta desfocado e saudoso do PSDB entreguista

  29. seg, 08/08/2011 - 15:58
    zata2ltb

    "os bancos brasileiros “estão completamente robustos” e, o mercado interno, forte e aquecido"
    Claro né, com esses juros abusivos.

    "Nós estamos tomando todas as medidas para que práticas de concorrência desleal não nos afetem"
    Haha com essa corrupção né ? Que governo não vai ter bastante dinheiro para que a concorrencia desleal não os afetem (eu digo, "os afetem" porque nós sempre somos afetados).

    "Para a gente ser imune à crise, é preciso a ação do governo, dos empresários e da sociedade"
    Traduzindo: Mais impostos (e tem como ?????)

    • seg, 08/08/2011 - 16:33
      Luiz

      Seu descrente!

      • seg, 08/08/2011 - 18:04
        zata2ltb

        Só comentei as citações, ainda tenho esperanças que o Brasil irá mudar, e tento fazer as pessoas terem esperanças também, porque se desistirem ai que não vai mudar mesmo.

    • seg, 08/08/2011 - 16:54
      M. S. Romares

      Esse está esperando a volta do farol pra quebradeira geral. Vai ficar na saudade…

      • seg, 08/08/2011 - 18:06
        zata2ltb

        Eu só comentei as citações…quer discutir a gente discute, só não vem esculachando..rsrs

      • ter, 09/08/2011 - 12:32
        Renato Lira

        "Para a gente ser imune à crise, é preciso a ação do governo, dos empresários e da sociedade
        'Traduzindo: Mais impostos (e tem como ?????)'"

        Que "tradução" pitoresca, hein, moço?

      • qui, 11/08/2011 - 9:23
        MataTrolls

        É que a tradução carrega muito do que é e de como pensa o tradutor….

      • qui, 11/08/2011 - 14:17
        zata2ltb

        É… foi pirotesca mesmo… as vezes eu sou meio (meio??) radical nos comentários e o pessoal não gosta..rsrs

    • seg, 08/08/2011 - 19:43
      Ronaldo Luiz

      Desde 2003, não se aumentou ou criou nenhum imposto, pelo contrário, ou se diminuiram as taxas de diversos tributos federais, se eliminou a CPMF, ainda foram criadas diversas facilidades para que as empresas pagassem através do SIMPLES. Já ia esquecendo a correção da tabela do IR, que tinha correção = zero.

      • qua, 10/08/2011 - 8:50
        leandro

        Como assim??? E o aumento do IOF e COFINS quando da extinção da CPMF que fez a arrecadação aumentar ao inves de cair????

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