VIOMUNDO

Nicolelis: Só no Brasil a educação é discutida por comentarista esportivo

12 de novembro de 2010 às 20h58

por Conceição Lemes

Desde o último final de semana, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Ministério da Educação (MEC) estão sob bombardeio midiático.

Estavam inscritos 4,6 milhões estudantes, e 3,4 milhões  submeteram-se às provas.  O exame foi aplicado em 1.698 cidades, 11.646 locais e 128.200 salas.  Foram impressos 5 milhões de provas para o sábado e outros 5 milhões para o domingo. Ou seja, o total de inscritos mais de 10% de reserva técnica.

No teste do sábado, ocorreram  dois erros  distintos. Um foi assumido pela gráfica encarregada da impressão. Na montagem, algumas provas do caderno de cor amarela tiveram questões repetidas, ou numeradas incorretamente ou que faltaram. Cálculos preliminares do MEC indicavam que essa falha tivesse afetado cerca de 2 mil alunos. Mas o balanço diário tem demonstrado, até agora, que são bem menos: aproximadamente 200.

O outro erro, de responsabilidade do Inep, foi no cabeçalho do cartão-resposta. Por falta de revisão adequada, inverteram-se os títulos. O de Ciências da Natureza apareceu no lugar de Ciências Humanas e vice-versa. Os fiscais de sala foram orientados a pedir aos alunos que preenchessem o cartão, de acordo com a numeração de cada questão, independentemente do cabeçalho. Inep é o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais, órgão do MEC encarregado de realizar o Enem.

“Nenhum aluno será prejudicado. Aqueles que tiveram problemas poderão fazer a prova em outra data”, tem garantido desde o início o ministro da Educação, Fernando Haddad. “Isso é possível porque o Enem aplica  a teoria da resposta ao item (TRI), que permite que exames feitos em ocasiões diferentes tenham o mesmo grau de dificuldade.”

Interesses poderosos, porém, amplificaram ENORMEMENTE os erros para destruir a credibilidade do Enem. Afinal, a nota no exame é um dos componentes utilizados em várias universidades públicas do país para aprovação de candidatos, além de servir de avaliação parabolsa do PRO-UNI.

“Só os donos de cursinhos e aqueles que não querem a democratização do acesso à universidade podem ter algo contra o Enem”, afirma, indignado, ao Viomundo o neurocientista Miguel Nicolelis, professor da Universidade de Duke, nos EUA, e fundador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, no Rio Grande do Norte. “Eu vi a entrevista do ministro Fernando Haddad ao Bom Dia Brasil, TV Globo. Que loucura!  Como  jornalistas  que num dia falam de incêndio, no outro, de escola de samba, no outro, ainda, de esporte, podem se arvorar em discutir um assunto tão delicado como sistema educacional? Pior é que ainda se acham entendedores. Só no Brasil educação é discutida por comentarista esportivo!”

Nicolelis é um dos maiores neurocientistas do mundo. Vive há 20 anos nos Estados Unidos, onde há décadas existe o SAT (standart admissions test), que é muito parecido com o Enem. Tem três filhos. Os três já passaram pelo Enem americano.

Viomundo — De um total de 3,4 milhões de provas aplicadas no sábado, houve problema incontornável em menos de 2 mil. Tem sentido detonar o Enem, como a mídia brasileira tem feito? E dizer que o Enem fracassou, como um ex-ministro da Educação anda alardeando?

Miguel Nicolelis — Sinceramente, de jeito algum — nem um nem outro. O Enem é equivalente ao  SAT, dos Estados Unidos. A metodologia usada nas provas é a mesma: a teoria de resposta ao item, ou TRI, que é uma tecnologia de fazer exames.  O SAT foi criado  em 1901. Curiosamente, em outubro de 2005, entre as milhões de provas impressas, algumas tinham problema na barra de códigos onde o teste vai  ser lido.  A entidade que  faz o exame não conseguiu controlar, porque esses erros podem acontecer.

Viomundo — A Universidade de Duke utiliza o SAT?

Miguel Nicolelis — Não só a Duke, mas todas as grandes universidades americanas reconhecem o SAT. É quase um consenso nos Estados Unidos. Apenas uma minoria é contra. E o Enem, insisto, é uma adaptação do SAT, que é uma das melhores maneiras de avaliação de conhecimento do mundo. O teste é a melhor  forma de avaliar uniformemente alunos submetidos a diferentes metodologias de ensino. É a saída para homogeneizar a  avaliação de estudantes provenientes de um sistema federativo de educação, como o americano e o brasileiro,  onde os graus de informação, os métodos, as formas como se dão, são diferentes.

Viomundo — Qual a periodicidade do SAT?

Miguel Nicolelis —  Aqui, o exame é aplicado sete vezes por ano. O aluno, se quiser, pode fazer três, quatro, cinco, até sete, desde que, claro, pague as provas. No final, apenas a melhor é computada. Vários estudos feitos aqui já demonstraram que o SAT é altamente correlacionado à capacidade mental geral da pessoa.

Todo ano as provas têm uma parte experimental. São questões que não contam nota para a prova. Servem apenas para testar o grau de dificuldade. Assim, a própria criançada vai ranqueando as perguntas, permitindo a ampliação do banco de questões. Outra peculiaridade do sistema americano é a forma de corrigir a prova. É desencorajado o chute.

Viomundo — Explique melhor.

Miguel Nicolelis — Resposta errada perde ponto, resposta em branco, não. Por isso, o aluno pensa muito antes de chutar, pois a probabilidade de ele errar é grande. Então se ele não sabe é preferível não responder do que correr o risco de responder errado.

Viomundo —  Interessante …

Miguel Nicolelis – Na verdade,  o SAT é  maneira  mais honesta, mais democrática de avaliar pessoas de  lugares diferentes, com sistemas educacionais diferentes,  para tentar padronizar o ingresso. Aqui, nos EUA, a molecada faz o exame e manda para as faculdades que quer frequentar. E as escolas decidem quem entra, quem não entra. O SAT é um dos componentes para essa avaliação.

Viomundo — Aí tem cursinho para entrar na faculdade?

Miguel Nicolelis — Tem para as pessoas aprenderem a fazer o exame, mas não é aquela loucura da minha época. Era cheio de cursinho para todo lugar no Brasil. Cursinho  é uma máquina de fazer dinheiro.  Não serve para nada a não ser para fazer o exame. Por isso ouso dizer: só os donos de cursinho e aqueles que não querem democratizar o acesso à universidade podem ter algo contra o Enem.

Viomundo –Mas o fato de a prova ter erros é ruim.

Miguel Nicolelis — Concordo. Mas os erros vão acontecer.  Em 1978, quando fiz a Fuvest (vestibular unificado no Estado de São Paulo), teve pergunta eliminada, pois não tinha resposta.  Isso acontece desde o tempo em que havia exame para admissão [ao primeiro ginasial, atualmente 5ª série do ensino fundamental)  na época das cavernas (risos). Você não tem exame 100% correto o tempo inteiro.

Então, algumas pessoas estão confundindo uma metodologia  bem estudada, bastante conhecida e aceita há décadas,   com problemas operacionais que acontecem em qualquer processo de impressão de milhões de documentos. Na dimensão em que aconteceram no Brasil está dentro das probabilidade de fatalidades.

Viomundo — Em 2009, também houve problema, lembra-se?

Miguel Nicolelis – No ano passado foi um furto, foi um crime. O MEC não pode ser condenado por causa de um assalto, que é uma contigência e nada tem a ver com a metodologia do teste.

Só que, infelizmente, gerou problemas operacionais para algumas universidades, que não consideraram a nota do Enem nos seus vestibulares. Isso não quer dizer que elas não entendam ou nãoaceitam o teste. As provas do Enem são muito mais democráticas, mais  racionais e mais bem-feitas do que os vestibulares de qualquer universidade brasileira.

Eu fiz a Fuvest. Naquela época, era muito ruim. Não media nada. E, ainda assim, a gente teve de se sujeitar àquilo, para entrar na faculdade a qualquer custo.

Viomundo — Fez cursinho?

Miguel Nicolelis – Não. Eu tive o privilégio de estudar numa escola privada boa. Mas muitas pessoas que não tinham educação de alto nível eram obrigadas a recorrer ao cursinho para competir em condições de igualdade.

Mas o cursinho não melhora o aprendizado de ninguém. Cursinho é uma técnica de aprender a maximizar a feitura do exame. É quase um efeito colateral do sistema educacional absurdo que  até recentemente tínhamos no Brasil. É um arremedo. É um aborto do sistema educacional que não funciona.

Viomundo — Qual a sua avaliação do Enem?

Miguel Nicolelis — É um avanço tremendo, porque a longo prazo a repetição do Enem várias vezes por ano vai acabar com o estresse do vestibular. Você retira o estresse do vestibular. Na minha época, e isso acontece muito ainda hoje, o jovem passava os três anos esperando aquele “monstro”. De tal sorte, o vestibular transformava o colegial numa câmara de tortura. Uma pressão insuportável. Um  inferno tanto para os meninos e meninas quanto para as famílias. Além disso,  um sistema humilhante, porque as pessoas que não podiam frequentar um colégio privado de alto nível sofriam com o complexo de não poder competir em pé de igualdade. Por isso os cursinhos floresceram e fizeram a riqueza de tanta gente, que agora está metendo o pau no Enem. Evidentemente  vários interesses estão sendo contrariados devido ao êxito do Enem.

Viomundo — Tem muita gente pichando, mesmo.

Miguel Nicolelis -- Todo esse pessoal que picha acha que sabe do que está falando.  Só que não sabe de nada. Exame educacional não é  jogo de futebol. Tem metodologia, dados, história. E olha que eu adoro futebol. Sempre que estou no Brasil, vou ao estádio para assistir ao jogos do Palmeiras [Ninguém é perfeito (rs)!] O Brasil fez muito bem em entrar no Enem. É o único jeito de  acabar com esse escárnio, com essa ferida que é o vestibular .

Viomundo — Nos EUA, não há vestibular para a universidade. O senhor acha que o Brasil seguirá essa tendência?

Miguel Nicolelis --  Acho que sim. O importante é o seguinte. O Brasil está tentando iniciar esse processo. Quando você inicia um processo dessa magnitude, com milhões fazendo exame,  é normal ter problemas operacionais de percurso, problemas operacionais. Isso faz parte do processo.

Nos Estados Unidos, as provas já são começam a ser feitas via internet. Como o Brasil em pouco tempo está avançando rapidamente, acredito que logo teremos várias provas por ano, como aqui [nos EUA, há sete, lembram-se?], e tudo por computador. O aluno se inscreve e, num dia e hora pré-determinados, vai com a sua senha a um terminal estabelecido — terá de se estabelecer uma rede —  acessa e faz a prova. Será um exame só para ele. Você elimina o risco de vazamento e economiza com a impressão de provas, que custa um dinheirão.

Nós estamos caminhando para o Enem ser a moeda de troca da inclusão educacional. As crianças vão aprender que não é porque elas fazem cursinho famoso da Avenida Paulista que elas vão ter mais chance de entrar na universidade. Elas vão entrar na universidade pelo que elas acumularam de conhecimento ao longo da vida acadêmica delas. Elas vão poder demonstrar esse conhecimento sem estresse, sem medo, sem complexo de inferioridade. De uma maneira democrática.E, num futuro próximo, tanto as crianças de escolas privadas quanto as  de escolas públicas vão começar a entrar nesse jogo  em pé de igualdade. Aí,  sim vai virar jogo de futebol.

Futebol é uma das poucas coisas no Brasil em que o mérito é implacável. Joga quem sabe jogar. Perna de pau não joga. Não tem espaço. O talento se impõe instantantaneamente.

Educação tem de ser a mesma coisa. O talento e a capacidade têm de aflorar naturalmente e todas as pessoas têm de ter a chance de sentar na prova com as mesmas possibilidades.

Investigação VIOMUNDO

Estamos investigando a hipocrisia de deputados e senadores que dizem uma coisa ao condenar Dilma Rousseff ao impeachment mas fazem outra fora do Parlamento. Hipocrisia, sim, mas também maracutaias que deveriam fazer corar as esposas e filhos aos quais dedicaram seus votos. Muitos destes parlamentares obscuros controlam a mídia local ou regional contra qualquer tipo de investigação e estão fora do radar de jornalistas investigativos que trabalham nos grandes meios. Precisamos de sua ajuda para financiar esta investigação permanente e para manter um banco de dados digital que os eleitores poderão consultar já em 2016. Estamos recebendo dezenas de sugestões, links e documentos pelo [email protected]

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Site da Comissão da Ciência do Futuro já está no ar | Viomundo - O que você não vê na mídia

16/08/2011 - 22h35

[…] Só no Brasil educação é discutida por comentarista esportivo   […]

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Até quando seremos idiotas? « Receptor de Ideias

22/01/2011 - 02h34

[…] Só no Brasil a educação é discutida por comentarista esportivo – Vi o Mundo […]

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Gilson Cabral

18/11/2010 - 21h09

Parabéns DR. Miguel Nicolélis e Luis Carlos Azenha pelo esclarecimento sobre o enem, porque a universidade pública com os seus integrantes não atuam de forma mais efetiva na comunidade, numa espécie de estação ciência permanente, para os alunos da rede pública e também para os próprios alunos da faculdade em questão, os alunos seriam convidados a frequentarem aquele laboratório, que ficaria montado e atualizado, uma espécie de biblioteca só que com recursos didáticos-pedagógicos que estimularia o estudante que não tem estímulos, ali junto com outros coleguinhas de forma descompromissada, ele vai descobrindo forma, cores cheiros, poderá ter objetos de madeira utencílio de cozinha, móveis, "arquitetura", instrumentos musicais, objetos artificiais "plástico, pvc", materiais esportivos, precursores do foguete, ferramentas, objetos hospitalares, uma feira-museu das passagens do homem , da transposição dos rios no egito e atual, barragens, eletricidade, energia atômica, reciclagem, educação, etiqueta no falar, postura, modelos, roupas, artes , escritas, literatura, minerais, segurança, educação física, laser, esporte, alimentação, o aluno passa um dia inteiro ali, com palestras, jogos, alimentação, filmes, um salão grande, quem sabe uma espécie de ct de futebol, com lago "espelho dàgua, peixes, campos socite, barracas de camping, um choque de ciência e novidade nos pobres brasileiros, como eu que não tive acesso à muita coisa não, ! É isso aí, esses pontos de ciîencia estratégicos, estarão por locais pré determinados, que serâo visitados, por alunos em ônibus , quem sabe hospedados, por um final de semana? Sonhei de mais? Obrigado.Tiau, meu cruzeiro tá sendo surrupiado o tempo todo!

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Edson

18/11/2010 - 15h59

Felizmente o cara é tão inteligente que em sua humildade reconhece que não é perfeito. Um cientisita como o Nicollelis torcer para o Palmeiras é uma forma de mostrar aos outros que, mesmo com muito estudo certas "coisas" não se corrigem. rs rs rs rs

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renato

18/11/2010 - 10h54

"Tudo o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil"
De forma diferente e é isto que o tal doutor procura transmitir. De fato um comentarista esportivo não deve opinar sobre educação. Como uma pessoa que estudou em escola privada de qualidade e leciona nos Estados Unidos pode opinar sobre a educação brasileira? Ele já entrou em uma turma de Ensino Médio de uma região periférica para ensinar Matemática ou Física? Ele sabe quanto um professor recebe por aula no Brasil?
Temos que melhorar a QUALIDADE do ensino público. ENEM ou qualquer outra forma de avaliação é algo secundário. Ideologizar o tema é uma burrice. Azenha entreviste professores que vivem e atuam no Brasil. Pouco interessa a opinião de um "encantado pelo sistema americano de ensino" que cá entre nós é péssimo…

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    Conceição Lemes

    18/11/2010 - 11h47

    Renato, conhece muito mais a realidade brasileira do que vc imagina. Tente saber quem é ele, para depois criticar. abs

    renato

    19/11/2010 - 00h25

    Sei quem ele é. De forma alguma ignoro a sua importância como cientista.As opiniões dele sobre neurociências são é claro, relevantes, mais daí opinar sobre educação brasileira é outra conversa. Conheço o sistema de ensino norte-americano, sei que existem centros de excelência, porém, de uma forma geral, o ensino é ruim. Existem pessoas muito mais qualificada no Brasil para opinar sobre o tema. Sempre votei no PT e reconheço que houve avanços, porém , muito ainda há para se conquistar. O que eu disse é que devemos adotar políticas para uma efetiva valorização do professor. Você discorda? Ele apoiou a Dilma, ótimo. Quanto a este festival de louvação, não passa de um servilismo, aliás muito em voga em nossos meios acadêmicos. Ah! fez doutorado na França, lecionou em Oagadougou… Sei quem ele é, e daí? O que ele conhece da realidade do nosso ensino? Pouco ou quase nada. Eu disse apenas isto. Desculpe se critiquei seu ídolo.

    Hell Back™

    30/07/2011 - 21h59

    Concordo contigo. O sistema educacional americano não é lá grande coisa. Por esse motivo é que os EUA importam cientistas de outros países para suprir a falta destes profissionais. Foi assim desde a Segunda Guerra Mundial, quando as autoridades viram que a única solução a curto prazo seria "roubar" cientistas de outros países. Essa prática vigora até nos dias atuais.

    joni

    18/11/2010 - 17h24

    Renato, entro todos os dias em classes do ensino( público) médio e fundamental, e concordo, plenamente, com o prof. Nicolelis. Um educador de verdade conhece a educação de vários países, até porque trabalha com dados, pesquisas e estudos comparativos. Segundo muita gente, um jornalista que faz perguntas cretinas e opina sem conhecimento, pode falar. Um professor gabaritado(conhecido e reconhecido no mundo), não pode. Que ironia.

    renato

    19/11/2010 - 00h03

    Joni é evidente que precisamos conhecer a experiência de ensino do maior número de países do mundo. Eu sei o quanto o Dr. Miguel Nicolelis é importante como cientista. Isto não quer dizer que ele conheça a realidade brasileira. Você conhece e sabe o quanto nosso ensino é ruim. Você sabe que os salários dos professores são péssimos. Sempre votei no PT. Acho que tivemos avanços. Temos no Brasil uma quantidade enorme de pessoas que estão maios qualificada do que o entrevistado para opinar sobre educação. A propósito eu conheço o sistema educional norte-americano e garanto é bem pior que o francês, finlandês, etc.

    Conceição Lemes

    19/11/2010 - 00h48

    Renato, vc já ouviu falar do Instituto do Cérebro de Natal?

    efonseka

    20/11/2010 - 23h49

    Caro Renato,
    Concordo dom a crítica que faz ao sistema educacional americano. Não creio, no entanto, que Dr. Nicolelis seja um "encantado" por este sistema; entendi que, apontava características positivas do sistema de acesso às universidades através do SAT, além de reconhecer as similaridades com o ENEM.
    Acredito que temos que melhorar a QUALIDADE do sistema educacional brasileiro como um todo. Ao se melhorar o sistema público, por necessidades de mercado, o sistema particular terá que melhorar. Não é necessário entrar em uma turma de nível médio em região periférica… Qualquer turma, inclusive em escolas particulares (e "suposta" qualidade) e, também, não precisa ser para ensinar qualquer Matemática o Física, mas QUALQUER disciplina escolar.
    A discussão sobre o sistema educacional brasileiro é fundamental para que se transforme em um sistema democrático. Para tanto, precisamos formar melhor os professores (além de remunerá-los adequadamente) e os gestores deste sistema. Não é cabível, no entanto, que a discussão deste sistema fique à cargo de comentaristas esportivos; donos de escolas particulares e/ou cursinhos.
    Precisamos sim, analisar outros sistemas (americano, francês, espanhol, português…) e, à partir do seu entendimento e da realidade brasileira, construir o NOSSO modelo; adequado a nossa realidade e projeto de nação.

cesar giometti

18/11/2010 - 10h15

É, a grande verdade é que damos valor demais aos apresentadores de tv, consideramos as suas opiniões como se fossem abalizadas por um conhecimento, quando são apenas opiniões, quero dizer, baseadas em puros achismos, no ouvir falar, como aqueles que realmente detém o saber nem sempre (ou quase sempre) não conseguem ter espaço, ficam as opiniões inócuas com cara de verdade. É pena, mas no Brasil isso vigora.Por isso, o professor Nicolelis está coberto de razão quando diz que educação é comentada por repórter esportivo, ou seja, quem emite a opinião definitiva não tem cacife para tal. Como no caso de um casal que está em crise, recomenda-se um padre para aconselhamento, coisa mais sem nexo, quem nunca se casou só vai falar de algo que não conhece… E não vai resolver…

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francisco.latorre

18/11/2010 - 08h54

educação sem cultura.

essa a tragédia.

..

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Nicolelis: Só no Brasil educação é discutida por comentarista esportivo | Espaço Ágora

17/11/2010 - 10h18

[…] Viomundo — Nos EUA, não há vestibular para a universidade. O senhor acha que o Brasil seguirá essa tendência? Miguel Nicolelis — Acho que sim. O importante é o seguinte. O Brasil está tentando iniciar esse processo. Quando você inicia um processo dessa magnitude, com milhões fazendo exame, é normal ter problemas operacionais de percurso, problemas operacionais. Isso faz parte do processo. Nós estamos caminhando para o Enem ser a moeda de troca da inclusão educacional. As crianças vão aprender que não é porque elas fazem cursinho famoso da Avenida Paulista que elas vão ter mais chance de entrar na universidade. Elas vão entrar na universidade pelo que elas acumularam de conhecimento ao longo da vida acadêmica delas. Elas vão poder demonstrar esse conhecimento sem estresse, sem medo, sem complexo de inferioridade. De uma maneira democrática.E, num futuro próximo, tanto as crianças de escolas privadas quanto as de escolas públicas vão começar a entrar nesse jogo em pé de igualdade. Aí, sim vai virar jogo de futebol. Futebol é uma das poucas coisas no Brasil em que o mérito é implacável. Joga quem sabe jogar. Perna de pau não joga. Não tem espaço. O talento se impõe instantaneamente. Educação tem de ser a mesma coisa. O talento e a capacidade têm de aflorar naturalmente e todas as pessoas têm de ter a chance de sentar na prova com as mesmas possibilidades. http://www.viomundo.com.br/entrevistas/nicolelis-so-no-brasil-educacao-e-discutida-por-comentarista-… […]

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Neurocientista Nicolelis aplaude o Enem | A Tal Mineira – Blog da Sulamita

16/11/2010 - 14h04

[…] a entrevista de Nicolelis ao Vi o Mundo […]

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claudio

15/11/2010 - 18h17

É que esse pessoal da elite além de não gostar de pobre estudado, tem aquela mentalidade segundo a qual só erra quem trabalha e quem não erra é promovido.

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J.A.Barros

15/11/2010 - 15h19

Que coisa triste se referir à "oposiçào como " a corja tucana". Isso não é um tratamento político. É preciso que haja respeito e tratamemto adequado dentro dessa relaçào. Um pol;itico não odeia de morte o seu oponente político. São pessoas com pensamentos políticos divergentes mas nem por isso inimigos, até porque vão existir momentos em que vão se unir para chegarem a um denominador comum para chegarem a aprovação de uma idéia , de um projeto que irá beneficiar uma comunidade, uma classe obreira enfim a um bem que trará alegrias e qualidade de vida para todos. Esse é o objetivo básico e principal do político de um modo geral e dos Partidos que compõem e formam essa cobertura de idéias e projetos políticos que integram uma naçào.
Não faça mais isso. Corja – caro amigo – é um pejorativo para qualificar bandidos, asassinos, estrupadores e não pol;iticos, que por pior que sejam são homens selecionados e preparados para excercerem essa vida.

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Praia de Xangri-Lá » Blog Archive » Ficha Corrida

15/11/2010 - 12h37

[…] Nicolelis: Só no Brasil a educação é discutida por comentarista esportivo […]

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Tudo o que sempre se quis saber sobre o ENEM e a velha mídia não quis informar « Ficha Corrida

15/11/2010 - 12h09

[…] Nicolelis: Só no Brasil a educação é discutida por comentarista esportivo […]

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Hell Back™

14/11/2010 - 18h23

Todo defensor do "livre mercado" tem a tendência de comparar a educação de diferentes países com a educação dos EUA. Devemos lembrar que os maiores pesquisadores dos EUA, na maioria das vezes, não são americanos e sim estrangeiros. O professor Nicolelis é a maior prova disso. Os ianques garimpam os melhores pesquisadores e mão de obra qualificada do mundo para irem trabalhar e pesquisar nos EUA. Eles começaram a praticar essa política logo após a Segunda Guerra Mundial quando contrataram os melhores cientistas alemães. Se o ensino americano serve de referência, então porque eles continuam contratando cientistas de outros países?

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    Edson

    18/11/2010 - 15h56

    A referência neste caso é o investimento em pesquisas. Precisamos considerar também que o contrabando de "cérebros" nem sempre serve aos interesses dos EUA. Basta ver que Osama Bin Laden é um dos cérebros cooptados pela "inteligência" no exterior e virou o que é também por enorme contribuição dos EUA. No caso do Nicollelis há um esforço em transmitir e criar conhecimento numa periferia brasileira de uma cidade periférica, economicamente afirmando, Natal

    Roges

    19/11/2010 - 23h42

    Amigo..
    o assunto não é sistema educacional deste ou daquele outro país. A questão é a avaliação da educação e do aprendizado como meio de ingresso no ensino superior. Seu comentário, me perdoe a sinceridade, soa igual a manchete desta entrevista.

Ricardo Oliveira

14/11/2010 - 16h53

Não há dúvidas entre aqueles que se dedicam à tecnologia educacional que a TRI garante que os resultados sejam comparáveis. No entanto, é fundamental que aqueles que se submeterão ao novo teste o façam sob as mesma condições de stress físico e emocional, na medida do possível. Assim sendo, o MEC tem que aplicar 180 questões mais a redação, tal qual foi aplicado no primeiro exame. Do contrário, aqueles que estão se submetendo ao novo exame, além de ter tido mais tempo para se preparar, estarão menos cansados do que aqueles que fizeram a prova do segundo dia no exame passado. No mais, as críticas em sua maioria tem origem nas viúvas da oposição (respeitando as viúvas).

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Rafael, BHte

14/11/2010 - 15h34

2) E a coisa vai de uma grande empresa que consegue imprimir coisas erradas (em pleno século 21, com tudo informatizado!) até o sapateiro da esquina q consegue a proeza de 'perder' os sapatos ou a bolsa da cliente dentro do seu próprio estabelecimento! E geralmente tanto para grandes trabalhos como para grandes construções é preciso ter grande capacidade financeira para arcar com a tarefa e só poucos podem se candidatar, isto é, a gráfica do ano passado e a desse ano estarão se habilitando mesmo q por via judicial a tarefa de imprimir o próximo ENEM! Precisamos trabalhar para melhorar isso!

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    francisco.latorre

    18/11/2010 - 08h51

    Lucio · 3 dias atrás

    Total de provas aplicadas = 3.400.000
    Provas que tiveram problemas = 2.000
    Porcentagem de problemas = 0,06%

    Do que estão reclamando?
    Houve quase 0% de problemas!!!
    …Isso não deveria ser louvável?

    ..

    desenhou.

Rafael, BHte

14/11/2010 - 15h34

1) Infelizmente houve o erro e o Ministério da Educação mesmo não diretamente envolvido tem lá sua parte na culpa, deram munição para o inimigo! Houve até alguns exageros da turma oposicionista! Mas o q mais chama a atenção é a falta de comprometimento de alguns brasileiros com as suas responsabilidades! Tanto empresas como um 'pessoa física' fazem tudo para te dobrar e conseguir a encomenda, mas depois q pegam o serviço só Deus sabe o quê irão te entregar e quando o 'resultado', com todas as eventuais consequências advindas como foi o caso do ENEM !

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David R. da Silva

14/11/2010 - 14h42

Parabéns ao Blog Viomundo! O nosso brasileiríssimo Nicolelis foi cirúrgico em sua entrevista. Colocou o PIG em seu devido lugar: Insignificância. A desonestidade intelectural do PIG ultrapassa a barreira do GOLPISMO barato. Bela entrevista e esclarecedora. Colocou a verdade em seu devido LUGAR. Parabéns ao Prof. Nicolelis. de Belo Horizonte.

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ZePovinho

14/11/2010 - 13h38

O envelope que envolve essa discussão é a pretensão, da mídia, em querer ditar políticas públicas para governos eleitos pelo povo.Aos invés de termos governos democraticamente eleitos, decidindo o que é melhor para o país,essa mídia ditatorial quer governar o Brasil.Essa tirania privada quer ser O governo!!!
O fenômeno,como não poderia deixar de ser,vem dos EUA.Toda cagada que os EUA fazem nossas zelites adoram.Nos EUA o Tea Party tem vários de seus dirigentes como funcionários das empresas de Rupert Murdoch.Sarah Palin é a estrela maior,como empregadinha de Murdoch.
Se não houver um novo marco regulatório no Brasil,para evitar a concentração de mídias,veremos esses fascistóides empregados dos empresários de comunicação no poder.E por trás,por óbvio,esses empresários que não vivem sem dinheiro público.
Nosso "Tea Party" brazuca,naturalmente,virá de São Paulo.Talvez com o nome de "Chopps com Pastel Party"….

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A nossa imprensa ridícula e o ENEM | ESTADO ANARQUISTA

14/11/2010 - 13h23

[…] por Conceição Lemes, do Viomundo […]

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Messias Macedo

14/11/2010 - 13h22

TUDO BONITINHO, COMO MANDA O SCRIPT, MELHOR, COMO MANDA O FIGURINO, ORDINÁRIO!

Contado, parece mentira! No programa 'Painel' [GloboNews], edição de 13/11/10, sob o comando do *âncora [Willian] Waack, o tema abordado foi… Educação pública no Brasil! Agora, preste atenção nos convidados a dedo pelo imparcial (sic) Waack: um economista que escreve para… O folhetim 'Veja'(!) "É perfeitamente possível promovermos mudanças estruturais na educação pública nacional, otimizando os resultados, mantendo a atual média salarial do professorado brasileiro!" "Se os governantes e os gestores públicos exigerem resultados na qualidade do ensino público, enfrentarão resistência violenta por parte das corporações [sindicatos dos professores]!' O outro convidado a dedo por Waack, para tratar do tema educação foi… Um engenheiro da FIESP! É verdade, contado, parece mentira!…
O que salvou um pouco a patifaria foi a participação de Mozart Neves, um educador e ex-reitor de uma Universidade de Pernambuco, ex-secretário de Educação e integrante do movimento 'Todos pela Educação'…
*[William] Waack é o mesmo jornalista-colega dos patrões que, imediatamente, a divulgação dos resultados da eleição de Dilma Rousseff, afirmou: "O governo tem, sim, de estar sob o controle da imprensa!" Controle!

Mais um 'gol de letra' do neurocientista Miguel Nicolelis!

República de Nós Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    joni

    18/11/2010 - 17h40

    Caro Messias, que bom você haver mencionado o painel, da globo news. Prometi a mim que não mais assistiria. Mas, (com o controle remoto nas mãos)ao ver que se tratava do tema educação, resolvi dar uma olhada. Fiquei estarrecida, nervosa e não vi mais que um bloco. Quem eram os dois educadores? O prof. Nicolelis tem razão(eu já sabia), qualquer comentarista, de qualquer coisa, fala de educação na globo. Veja como levam a sério a educação. Por que não convidam o prof. Nicolelis? Por ser muito inteligente? A inteligência amedronta os medíocres.

ENEM: falamos de que, meu bem? | Você já foi no blog dela?

14/11/2010 - 13h03

[…] Imprimir comentar 12 de novembro de 2010 às […]

Responder

Lucio

14/11/2010 - 12h27

Total de provas aplicadas = 3.400.000
Provas que tiveram problemas = 2.000
Porcentagem de problemas = 0,06%

Do que estão reclamando?
Houve quase 0% de problemas!!!
…Isso não deveria ser louvável?

Responder

lifega

14/11/2010 - 12h12

Entrevista maravilhosa!

Responder

    Roges

    19/11/2010 - 23h45

    Concordo com você…de muito bom gosto a entrevista com o prof Nicolelis.

Revista Virus Planetário

14/11/2010 - 11h43

[…] Este texto foi escrito por Conceição Lemes e foi publicado originalmente no site Viomundo […]

Responder

Wildner Arcanjo

14/11/2010 - 11h00

Só para se ter uma idéia, faz algum tempo que a maioria dos alunos de Engenharia, que vão para a UFRN, são oriundos do IFRN (antigo CEFET/RN, na minha época).

Na época em que terminei o curso técnico, uns 10 anos atrás, 40% dos aprovados eram do CEFET/RN (hoje IFRN) e a maioria dos primeiros lugares no vestibular, não só da área tecnológica, mas também das de ciências humanas, eram do CEFET/RN.

Aí fica a questão: O problema de educação pública não seria da gestão implantada para estas instituições?

Obs. Na minha época, o governo Federal foi "proibido" de investir em Educação Tecnológica. E as Escolas Federais tiveram que escolher: ou se tornavam escolas de nível médio, ou se tornavam SENAIs da vida.

Responder

monge scéptico

14/11/2010 - 10h21

Com essas explicações e, números ridículos de erros, "os palhacinhos" frescos de cara pintadas,
se assnharam,todas e, foram as ruas pedir explicações sobre os enormes '"erros". Essa récua
de quadripatas, pagaram um mico tão grande, que devem estar sendo motivo de risos ae nos
picadeiros de circo.
Ora concordo com muitos dos nossos brilahntes navegantes, que os reais motivosa dessa gri-
-ta de frescos, são interesses de grupos emburredores de jóvens incautos. O escândalo feito pela
mídiaem torno do assunto, os levaria a cadeia em um país com um povo de brio, que cobrasse
responsabilidades as "autoridades". O povo brasileiro,menos nós só assiste e se conforma.tsktsktsk.

Responder

Clóvis

14/11/2010 - 10h17

O enem não é só um vestibular diferente pra entrar na faculdade?

Responder

Widmark

14/11/2010 - 10h00

Os formandos dos jornais dos Marinhos iam levar bomba em qualquer vestibular pé de escada., e no ENEM nem pensar. Sim eles seriam bons genéricos até melhores que os Jabores, Waacks, Bonners, Tonicos, Mirians e outros peladeiros da escrita e do vídeo. Azenha, parabéns ao Viomundo e ao neurocientista Miguel Nicolelis, professor da Universidade de Duke, nos EUA, pela esclarecedora e bonita entrevista.

Responder

lucia

14/11/2010 - 09h49

Entrevista maravilhosa. A educação é aspecto fundamental para a inclusão social e a mobilidade social bem como , para o desenvolvimento econômico e social do país.
A nossa mediocrelite procurou sempre garantir a manutenção da ignorância e deseducação como processo de dominação e manutenção do status quo.
Mesmo aqueles que podiam pagar pela escola particular, na maioria das escolas, apenas ganhavam um processo de adestramento para fazer o vestibular, enterrando o verdadeiro processo educacional.O ENEM, também, deixou evidente a falência deste sistema de ensino e dos sistemas intensivos de adestramento ( conhecidos como cusinhos pré-vestibulares).Portanto, o PIG , como portavoz desta mediocrelite, dona da s escolas particulares e cursinhos, não poderia deixar de tentar desacreditar e destruir o ENEM
Com Dilma espero maior investimento do governo na educação pública, encontrando uma forma de conduzir os Estados e Municípios a bem aplicarem os recursos do fundo da educação fundamental e ensino médio..
A nós cidadãos cabe o acompanhamento da boa aplicação destes recursos ,vamos tornar efetivos e funcionais os Conselhos de Educação. Trabalhos como o do blog NaMaria são preciosos

Responder

Hag

14/11/2010 - 08h09

Eu tenho a impressão de que a histeria da mídia foi tão grande que o efeito foi contrário. Parecendo as viúvas da ditadura, terminaram ridicularizadas. O Ministro conseguiu reverter a manipulação, explicitando os fatos. A Grobo ficou menor.

Responder

aurica_sp

13/11/2010 - 23h53

Ai Cristo, até minha bebê (que só tem 11 meses), sabe qual é a finalidade de MARGINALIZAR o ENEM, UNIVERSIDADE para POUCOS. Com todo esse bombardeio midiático ridículo. "Com mais pessoas formadas quem lhes servirá o café, só pensar 2 segundo", agora eles cortarão os pulsos, apenas 200 provas deram problemas. MALDITO PIG!

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Alice

13/11/2010 - 23h17

O Nicolelis revela com toda a clareza o defeito insuperável do ENEM: "O teste é a melhor forma de avaliar uniformemente alunos submetidos a diferentes metodologias de ensino. É a saída para homogeneizar a avaliação de estudantes provenientes de um sistema federativo de educação, como o americano e o brasileiro, onde os graus de informação, os métodos, as formas como se dão, são diferentes."
Se um estudante passou toda a sua vida escolar recebendo grau de informação duiferente de outro estudante, com método diferente, como ele pode render a mesma coisa que o outro num exame que tem o MESMO PADRÃO?
É essa engenharia de jegue que está por detrás do ENEM que jamais será aceita por um educador comprometido com o igualitarismo na QUALIDADE DA EDUCAÇÃO e não NO SISTEMA DE AVALIAÇÃO.

Responder

    Conceição Lemes

    14/11/2010 - 00h11

    Engenharia de jegue, onde?

    O teu preconceito aflorou todo aí. Te garanto que no Nordeste há experiências educacionais fantásticas para nos mostrar. É do Nordeste, mais precisamente, que veio um dos maiores educadores do mundo, o mestre Paulo Freire.

    Educação pública de jegue temos, infelizmente, aqui em São Paulo, onde as crianças saem da escola SEM SABER LER.

    Não ponha na boca do professor Miguel Nicolelis a sua posição, dona Alice. Por favor. O que vc fez chama-se sofisma. É muito feio.

    O Nicolelis — um dos maiores neurocientistas do mundo — APROVA O ENEM. Guarde isso. Leia o restante do que ele fala.

    SEria mais honesto dizer simplesmente: eu, Alice, sou contra o Enem. Ponto. Saudações.

    Lliana

    14/11/2010 - 01h04

    Alice, para avaliar uniformente um aluno é necessário que eles tenham as mesmas oportunidades, o que não o caso do Brasil. O ENEM serve sim para colocar pessoas d ebaixa renda na universidade, mas com certeza nãoserão nas federais. pq quem estuda em escola privada vai sempre ter melhor chance como é agora com o vestibular

Gilson Cabral

13/11/2010 - 23h15

comeram em caldeirão comunitário, que nunca tomou banho de bacia, que nunca ficou sem energia elétrica ou água em suas residencias, falta de gás, pai etilista, agressivo, falta de dinheiro,prá tudo, roupas, cobertores, casa quase caindo ao menor ventinho, ou uma chuvinha mais, forte. Prá finalizar, te digo uma coisa, sou o que sou , graças ao fato de ter nascido numa cidade, que o que mais tem é escola, seu nome é Alfenas-MG, ou seja eu, graças á Deus, nasci praticamente, dentro de uma escola, então por mais adversas que fossem , por mais miserável que fosse eu venci. Muito obrigado.Um beijão no coração do Dr.Miguel Nicolelis, que orgulho, como é bom, ouvir um entendedor de fato, parabéns, ao Luiz C. Azenha, pelo privilégio, de ter um ilústre entrevistado. Tiau. Obrigado.

Responder

Gilson Cabral

13/11/2010 - 23h14

.O que quero dizer é que prá enterder de pobresa, miséria, não existe, outra maneira, `a não ser ter nascido pobre, miserável, como este que vos escreve, por exemplo, até em lata de lixo, lata de manteiga desprezada por padeiros, eu e a minha mãe , a Sra. Maria Elias Cabral, e na mídia, como em todos os setores do nosso amado país, tem gente que toma a palavra, porque frequentou a escola, já o pobre, só nos sub empregos, quase escravo, daqueles que não lhe é oferecido, sequer um banheiro, se o cidadão sentir, necessedade, de evacuar, ou urinar, se for na zona rural, você, já advinha, né aonde é que ele tem que ir de fininho?Alimentação é negada, transporte, digno, moradia, ou seja, tá cheio de "bonito", dando pitaco, mas, mas, não vivenciou a realidade, do pobre, só explorou, isso precisa ser passado, para as pessoas de um modo geral. Jornalista da globo, de não sei onde, uns bobões, que não

Responder

Regina

13/11/2010 - 23h02

Ate que enfim alguem põe os pingos nos is. É isso mesmo prof. Parabens pela excelente entrevista Conceição.

Responder

Gilson Cabral

13/11/2010 - 22h56

Já vi muita" gente boa ", falando sobre casamento, aí, me veio a idéia, de perguntar para ela se a mesma era casada? Sabe qual a resposta? É, essa mesma, um bonito( A),nunca foi casado.É o que ocorre no Brasil. vocês, já viram, leram sobre um ditado indígena, que fala assim, se eu não me engano, "antes de falar do fulano, use pelo menos por duas semanas, os seus mocaçins", é isso aí, tem gente que simplismente, acha que pelo fato de ter estudado, ter se tornado um Dr., já é um semi-Deus, naquele assunto. Só que a prática, com certeza deu orígem a gramática, pega aquele livro "história das sociedades', o homem, na sua passagem aqui no planeta terra, "milhões, de anos, se eu não estou falando bobagem", foi aprendento com erros e acertos, e depois da idades da caverna, pedra lascada, polida, pré história, antiga, média, conteporânea, tudo ele vem aprendendo com a observação, e pondo em prática, repetindo o que dá certo, estou divagando.O que quero dizer
———-

Responder

Gilson Cabral

13/11/2010 - 22h52

È complicado, gente que não é casado, dando pitaco sobre casamento, cara que foi criado, no conforto, falando de realidade de estudante, pobre, o mais triste, é que pobre, não le jornal, então a midia, é de para. Enquanto, o cidadão pobre não teve, um homem que ama a sua pátria, como o Dr.Miguel Nicolelis, nada tinha esperança, temos que defender a justiça e as pessoas, que querem um mundo melhor sem privilégios. Obrigado. Triste , também é o ser humano, não enxergar, que onde tem ignorância , tem todo tipo de violência, e consequentemente, um mundo animalesco, me perdoe os animais, por esse termo, o ser humano, já é muito pior do que bicho, quando ele é estúpido.

Responder

NaMariaNews

13/11/2010 - 22h12

Maravilha de entrevista a sua Conceição. O Prof. Nicilelis é exato, firme, sabe das coisas, é um lindo. Ele dá um "caluda" geral nessa imprensa terrorista. O problema é que os contrários até leem, mas não podem de jeito algum entender tanta clareza. Inclusão é tudo de bom, mas eles querem excluir; coisa feia. Não pode prestar, pode?

Responder

rita Valente

13/11/2010 - 21h57

Dr. Nicolelis é mesmo genial. Já assisti outras entrevistas maravilhosas.
Que bom que podemos contar com este espaço para mostrar a verdade, pena que nem todos queiram se enriquecerem com informações deste nível. Parabéns Luiz.!!
Rita Valente

Responder

dm22

13/11/2010 - 21h50

pq os noticiários não MENCIONAM os termos considerados ofensivos (sic) que aparecem no livro Caçadas de Pedrinho do Lobato?? Tornaria a questao mais clara para os TELESPECTADORES saberem que a tia Anastacia é parece uma macaca ao trepar árvores. Muito ofensivo?? Assitindo o Jornal da Cultura agora a pouco (onde a escritora Lygia Fagundes Telles chamou a questao de inutil) só vi pessoas brancas sendo entrevistadas, por que nao botam Negros para Serem Ouvidos? Talvez se houvesse num clássico infantil em LÍNGUA PORTUGUESA a expressão lixo branco para descrever o Pedrinho argumentos como 'o livro reflete outros tempos' cairiam por terra. Enquanto os noticiários e jornais continuarem fazendo noticia para si proprios e nao para os telespectadores, continuarei protestando contra esses mercenários, vendidos.

Responder

Pedro Luiz Paredes

13/11/2010 - 21h41

Para vocês que defendem o ENEM:

Qual a proposta de vocês?

O conteúdo cobrado dos alunos nas escolas públicas não ultrapassa 10% do conteúdo cobrado em escolas particulares medianas.

O ENEM só existe porque esses alunos de escolas públicas não conseguem competir com os alunos de escolas privadas pelas vagas nas melhores universidades.

O ENEM camufla o problema crônico da educação que vem desde o enforcamento do conteúdo até seu financiamento.

O despreparo dos alunos da rede pública de ensino dificultam seu destaque na universidade frente a alunos com mais preparo.

A direito à igualdade e à educação garantidos na constituição só se manterão na busca pela plenitude quando da admissão de que posto a existência desses dois diretos deve ter-se garantida de igualdade de condições na luta por um posicionamento social de satisfação.
Isso só vai acontecer quando o STF começar a cobrar de alguma forma o Estado pela desproporção na prestação social que é inerente e advém da própria natureza desse instituto.
Isso só vai acontecer quando o STF se tornar um órgão jurídico de fato e o Brasil se tornar um estado de direito.
Para isso é claro, teríamos que trocar todo o colegiado do STF pois os que lá estão, nem sei porque estão .

Não tenho dúvidas ao afirmar que cada ano que passa sem uma educação de qualidade mais ficamos em desvantagem competitiva perante outros países e a falta de perspectiva – apesar de toda melhora – ainda deixa o Brasil muito distante de ser a potência que todos querem ver.

Responder

    Jorge Sabella

    14/11/2010 - 21h43

    Eu gostaria que o autor do blog desse maior notoriedade ao meu texto, afinal, se 8 pessoas negativaram e não argumentaram acho que ele merece uma argumentação substancial.
    Eles não estão preocupados com a educação?
    Vamos discutir educação ao invés de ficar como se ainda fossem eleições e perder a oportunidade de pressionar um governo que tende a respeitar movimentos sociais. Deveríamos aproveitar e fazer um movimento, não ficar colocando as coisa em pontas distintas do mesmo eixo.
    Eu não estou fazendo oposição a ninguém e nem ao ENEM; acho que eles deveriam fazer parte de um projeto unificador de conteúdo em pró da melhora da educação.
    Não podemos ficar inertes achando que ta bom.
    Nunca ta bom demais.

tomas

13/11/2010 - 21h09

Acho que os reacionarios da FMUSP nao voltam a convidar o Nicolelis, ainda bem que ele nao vai sentir falta desses genios!!

Responder

    Jorge Luiz

    15/11/2010 - 05h46

    Tem gente achando que estamos em eleições.
    Acho um absurdo que de 9 pessoas que não gostaram da minhas colocações ao menos uma não tenha a capacidade de argumentar. Estatisticamente 100% dos que negativaram não tem essa capacidade e 10% vai além da incapacidade.
    É uma pena que ninguém esteja disposto a discutir.
    Só que nessa, ao invés de ajudar estão afundando a reeleição da Dilma, dando mais um motivo para falarem, não agora, mas daqui há 4 anos.
    Sobre o conteúdo da educação não há destaque, com isso continuaremos discutindo e permanecerá tudo do mesmo jeito. Froxo

Liz maria

13/11/2010 - 21h05

Entrevista maravilhosa , esses comentaristas de plantão da globo, gazeta( maria lidia), da cnt um tal de rony não sei das contas , os da band, da rádio jovem pan (velha) ninho dos tucanos, dos cursinhos e do opus dei, famossos todos pelos seus conservadorismo e partidarismo, elitista etc… deveriam ler essa entrevista e aprender um pouco, pois não sabem nada nadica de nada…esqueci de incluir o zé paulo de andrade e sua thurminha… a do heródoto e thurminha da cbn, d. lucinha hipólito, d. mitram leitão , jabourzinho, que só sabem ver defeito em tudo e de desmoralizar tudo, só eles e suas thurma é que sabem fazer as coisas corretas c/ precisão, não comentem e nunca cometeram nenhum erro…são humildes apesar de perfeitos c/ certeza… vão todos catar coquinho no mar bem morto!…he..he..he

Responder

Bernardo Felsenfeld

13/11/2010 - 19h59

Amigo médico Nicolelis, mais uma vez brilhante, como sempre.Convido o Miguel e demais comentaristas deste blog excepcional, a visitarem o meu humilde blog, quando eu toco nesse assunto.
O endereço é: http://bernardoalerta.blogspot.com/2010/11/porque

Responder

yacov

13/11/2010 - 19h52

"INCLUSÃO" – Essa palavra causa erisipela nas nossas elites importadinhas. Falou em "inclusão",de qualquer tipo, social, educacional, etc, e eles esperneam, gritam, batem o pé, se jogam ao chão, param de respirar, tal qual criancças mimadas enlouquecidas. È um caso patológico de uma oligarquiazinha dissimulada que quer manter seus privilégios espúrios, desfraldando a bandeira da meritocracia e da excelência da inciativa privada, valores que, segundo eles, estão acima de tudo, até da dignidade humana. Grande entrevista do Nicolelis, um grande brasileiro, e pelo visto um grande "inepto", também.

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

Cezar

13/11/2010 - 19h48

Apesar de ser favorável ao ENEM, devo fazer uma pequena ressalva no artigo do colega Miguel Nicoles:
Nós, talvez, somos o único povo que tem capacidade de ser um repórter, um humorista, um comentarista, um dançarino profissional, um jurado, um ator, um técnico de futebol, um jogador, um mecânico, um eletricista e bombeiro hidráulico, tudo batido no mesmo copo. Isso também é educação.

Responder

    Miguel Nicolelis

    13/11/2010 - 23h02

    Prezado amigo Cesar, eu tambem acredito que todos nos, todos os brasileiros, de qualquer formacao, devem falar e discutir o presente e o futuro da educacao das nossas criancas, pq, no frigir dos ovos, todos nos somos educadores, como todos nos somos cientistas e filosofos. Falar e discutir educacao e' uma coisa (muito saudavel), porem, sair por ai pontificando e levantando criticas absurdas, sem fundamento cientifico ou embasamento na realidade, 'e outra coisa. E' isso que eu critico. Foi nesse sentido que eu usei a expressao, querendo dizer que no Brasil todo jornalista generico, ate comentaridta de futebol, se acha no direito de posar de autoridade e levantar pelo em ovo quando se trata da questao educacao. Se alguem me apontar uma gestao do MEC melhor do que a do Ministro Fernando Haddad eu prometo ficar quoeto. Para mim, desde que eu me conheco por gente, nao houve nada nem perto da reinvencao do MEC que o Ministro Haddad realizou. Entao, esses mesmos jornalistas deviam ir fazer a licao de casa e entender a relevancia do do PDE, do REUNI, do ENEM, do PROUNI, e dezenas de outras iniciativas que nos dao uma chance de pensar num futuro melhor. Que esse povo da midia queria, que em 8 algum Santo conseguiria reverter as chagas criadas por 500 de um sistema educacional voltado a criar dominados, obedecedores de ordem e nao cidadaos?

Ana Lucia Marques

13/11/2010 - 19h43

Desculpem-me, mas discutir o ENEM está muito longe de discutir EDUCAÇÃO. É como achar que discutir o melhor caminho para ir de Luxor a Alexandria é discutir a história do Egito.

Enquanto um professor no ensino médio ganha 3 SM, um auxiliar na Justiça ganha 15SM e um Técnico na Justiça ganha 17 SM por mês. E estes, terão reajuste de 56% nos próximos dias. Aquele, quem sabe 5 % no ano que vem.

Crianças que vão para a Escola por causa da merenda e jovens que não sabem onde é a biblioteca.

Então, discutam o ENEM à vontade; mas tenham a honestidade de não misturar as coisas.
ENEM é um teste de admissão, e só. Pressão havia e pressão haverá, com vestibular ou ENEM. Nem todo mundo pode ser médico ou engenheiro. Concorrência haverá sempre.

EDUCAÇÃO é bem outra coisa; e desconfio que vocês saibam disso. Apenas esqueceram por uns instantes.

Responder

    Wildner Arcanjo

    14/11/2010 - 15h12

    Concordo, educação não tem nada a ver com graduação superior. Tem tanta gente que tem a graduação e não tem educação.

    eduardo

    15/11/2010 - 08h16

    Senhora Ana, na justiça de que país encontrou estes valores. Colha as informações de maneira correta para depois as divulgá-las, fazendo comparações.

    Marcelo de Matos

    15/11/2010 - 11h35

    A Ana deve estar falando do reajuste dos funcionários da Justiça Federal, em análise no Congresso, enquanto você deve estar falando da Justiça estadual. A questão da educação, a meu ver, não se limita a elevar vencimentos de professores – isso é necessário, mas, não suficiente. A escola pública já foi muito boa e os professores não ganhavam muito mais que agora. Há outros fatores que se tornaram de difícil solução, em razão das leis que regulam o ensino e o trato com os jovens. A meu ver, um desses fatores é a disciplina. Aluno indisciplinado, que causa problema na escola, deveria ser expulso e ponto final.

daniel

13/11/2010 - 19h26

dizer que o enem vai solucionar o problema de ingresso nas universidades é piada. Todos sabem que o problema nao esta no teste e forma de que ele feito.

o problema esta que o aluno nao aprende o conteudo no ensino medio e muitos nem tem interesse nisso. é triste, eu por exemplo lembro de varios colegas meus tiravam notas piores e eu passava cola. nao gostavam de ler. mas basta um ou dois anos de cursinho que passam em uma federal , nao a usp que era mais concorrida mas em outro estado no curso de administração um outro amigo meu que nao fazia nada no colegial formou-se no mackenzie , tinha dinheiro e hoje tem um bom cargo. eu mesmo nao passei na usp em engenharia e depois fui fazer a fatec na minha cidade pois nao tinha dinheiro.

onde quero chegar dizendo isso? que o governo e os especialista decidam de uma vez se é de fato importante a formação e conteúdo do ensino medio.

se acham isso que valorizem, nao com base no historico escolar (o que motivaria fraude e de todo tipo por ai, claro que alguem que lembra dos tempos de escola sabe que provas faceis e dificies sobre o mesmo tema podem ocorrer e mais do que isso professores nao sao tao imaparciais), e sim com testes aplicados desde o final do ensino fundamental até o final do ensino médio e todos nacionais.

mais do que isso precisaria avaliar outras habilidade como cultura geral, leitura. mas é muito trabalho é mais facil criar uma prova dizer agora que o padrao mudou e esquecer o ensino médio , o importante é o acesso a universidade mesmo que qualquer um entre sem saber ler direito.

por falar nisso as festas universitarias continuam por ai, cheia de violencia , bebidas , drogas e com a conivencia das faculdades, midia, policia, etc.

o que tem de traficante agindo e estudando em faculdade e drogas é de espantar. alem dos recursos do "papai" que paga a estadia em republica, alimentação e despesas gerais nas cidades em que estudam os estudantes contam com a bela receita dessas festas que se espalham.

Responder

    daniel

    13/11/2010 - 20h11

    alias eu gostaria de concorrer no sisu com o meu exame de 2000 as vagas nas universidades federais , pois nao fiz curso de bacharelado so tecnologo, tenho anenima falciforme, minha renda nao é alta tb nao passa de 2000 reais fica dificil me manter e pagar um curso.

    se fiz o enem em 2000 obtive 74,6% e nao posso concorrer as vagas em federais , sendo qe fiz o mesmo exame mas em epocas diferentes mas com a mesma metodologia e dificuldade. há justiça nisso? lembrando que pra concurso da petrobras nao sao aceitos diplomas de ensino superior em tecnologo, so bacharelado , entao pra concorrer à uma vaga na empresa teria que fazer um faculdade com formaçao de bacharel e nao tenho dinheiro e uma doença da raça negra chamada anemia falciforme

    Ane

    14/11/2010 - 22h29

    Daniel,
    Sinto pelo seus problemas e dificuldades, porém, o que se busca, é um caminho para que outras pessoas em situação igual à sua ou pior, tenham melhores oportunidades.
    Sobre sua formação, atesto que há uma desvalorização generalizada com relação a profissionais de área técnica. Até mesmo para os bacharéis. Acredito que esse quadro deve melhorar, espero que logo, uma vez que o crescimento do país, que a cada dia se mostra mais consistente, venha a proporcionar melhores condições gerais para estes profissionais.

    daniel

    16/11/2010 - 17h42

    ane eu fiz o enem na parte de ciencias humanas e mat.

    peguei os dois extremos , baixei a prova no pc e fui fazendo.

    de mat eu acertei 28 das 40

    de ciencias humas eu acertei 29 das 40, faz uns 10 anos que me formei no ensino medio.

    achei uma boa prova, sem decorar formulas em mat vc so precisava saber formulas de areas e volumes e valor co cosseno eu nao me lembrava que ia de -1 ate 1 . usei o valor de 0 a 1.

    pra vc ver ta certo que fiz em casa numa cadeira mais confortavel ,o tempo foi o mesmo mas tava sem pressao.

    eu quero dizer com tudo isso que o ensino ta mto fraco mesmo eu que fiz o ensino medio ha qse 10 anos sei muito mais do conteudo e acertos do que pessoa que concluiram o ensino medio.

    acho que o enem é uma boa prova mas seus valores de nota pra obtenção de certificado, bolsas, e cotas esta muito inferior ao ideal , assim nao se privilegia o merito, o governo tinha que investir na base do jeito que esta so esta dando um dose de analgesico na doença , mas nao tenta curar, só minimizar

    daniel

    16/11/2010 - 17h46

    e desisti de tentar entrar no mercado ainda mais com minha saude as vezes tenho q me hospitalizar , passei num concurso de banco e hj estou feliz, nesses dias mesmo tive trombose em decorrencia da complicação da doença e tenho mais garantia num concurso. geralmente as pessoas confundem pessoas que tem doença cronica com incapazes ou vagabundos e isso é muito preconceito. gostaria ate que a anemia falciforme fosse mais divulgada e os portadores fosse menos discriminados. o azenha poderia faze um post sobre a doença ou outros jornalistas

    Conceição Lemes

    16/11/2010 - 18h39

    Daniel, nós já fizemos uma reportagem sobre anemia falciforme. Voltaremos ao tema. abs e boa sorte

    daniel

    16/11/2010 - 22h03

    onde posso ver essa reportagem eu ano achei aqui no blog, grato se puder me disponibilizar

bene

13/11/2010 - 19h20

Já era sabido que essa guerra ia acontecer, porém só agora percebemos a verdadeira dimensão dela. Por um lado até é bom pois acaba havendo um debate forçado, como está acontecendo agora, trazendo opinião de gente de peso como o professor Nicolelis e muitos outros que ainda virão. Temos a felicidade de termos um presidente que vai à luta em defesa de todos os brasileiros e temos grata satisfação de termos um ministro do calibre do Fernando Hadad, homem inteligente e que sabe como poucos defender seus pontos de vista. E temos ainda a grande honra de termos 'elegido' a Dilma para presedente, mulher de firmeza de caráter e compromissada com o nosso povo brasileiro. Com certeza venceremos mais essa batalha.

Responder

Marcia Costa

13/11/2010 - 19h13

Gente, há uma coisa que pouquíssimas pessoas prestaram atenção: o ENEM garante ao estudante que atinge 400 pontos na prova e 500 na redação o Certificado de Ensino Médio. Isso substitui aquele processo amargurado do supletivo, onde os alunos eram obrigados a comparecer em sala de aula. Muitos não davam conta de trabalhar e estudar em uma sala de aula após um dia estafante de trabalho. Com esta opção, aliada à aulas à distância, qualquer pessoa poderá ter seu diploma de ensino médio. Parece que já esqueceram-se do escandalo de venda de diplomas aqui em Brasília. Para isso, o cursinho é importante. Não vamos demonizar de todo a existência deles.

Responder

    daniel

    13/11/2010 - 19h56

    mas como pode um estudante tirar 40% da prova e obter o certificado de conclusao do ensino medio?

    vc acha que isso é certo , lembrando que só chutando ele consegue 20%, ainda numa prova que tem nivel facil, posso garantir isso por mais que tenha mudado fiz o enem em 2001 tinha 63 questoes, a dificuldade do exame é a mesma so aumentaram a quantidade de perguntas. acertei 74,6% mesmo nao sendo um grande estudante daqueles que passava a tarde toda estudando.

    o governo debocha de professores e estudantes estabelecem como nota esse padrao pra obter o certificado , numa prova como disse de nivel normal, basico.

    Conceição Lemes

    13/11/2010 - 20h43

    Daniel, o Enem atual nem se compara com o que vc fez em 2001. Mil anos luz de distância

Messias Macedo

13/11/2010 - 18h31

[DAS NECESSIDADES DAS REFORMAS]
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Sobre a votação de Serra
Apesar de mais de 80% de apoio ao governo Lula, que tem apenas 3% de rejeição, o candidato da oposição acabou tendo uma votação relativamente alta. A que fatores se deve isso?
13/11/2010
Postado por Emir Sader às 04:23

O PITACO DO MATUTO:

… Mestre Emir Sader e diletos(as) comentaristas: não podemos perder de vista que a nossa classe 'mérdia' é "escolarizada"!…

"Escolarizada", leia-se, de tão inepta, alienada e hipócrita tem pruridos e arrepios pudicos quando o tema é ética, moralidade, decência, integridade de caráter e valorização do que não é perfumaria!…"

Permitam-me "sorrir um pouco a nossa tragédia!"

República de 'Nois' Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Regina

13/11/2010 - 17h50

O ex-Ministro precisa chamar a atençaõ para as Escolas Particulares…parece que ele têm uma cota nosCursinhos!!!!!Píor que comentar jogos é causar confusaõ com os Paraguaios…Os analistas da plim-plim fazem um curso com a professora da USP…Chamado de DETURPAÇÃO da Filosofia,Sociologia,História,etc…Quando estão prontos leêm o Livro do FHC,qual é o nome mesmo? Depois e só depois vaõ para o ar…Entaõ,estaõ prontos para serem consultores da ONU que aprovou o ENEM…Tadinho dos Meninos naõ conseguem acertar uma.Parabéns pela postura do nosso maior Cientista…e eu naõ vejo defeito em torcer pelo Verdaõ ao contrário é de um bom gosto só….

Responder

Luiz Fortaleza

13/11/2010 - 17h29

Esses jornalistas da GLOBO não entendem nem de administração pública. Pega uma coisa daqui, outra dali e montam a reportagem. Um discurso todo emendado…

Responder

Mauri Pereira

13/11/2010 - 16h20

Para ilustrar esses fatos do engodo que são esses cursinhos,sempre aparece matérias dos alunos campeões nos vestibulares e o desempenho na faculdade.Para surpresa de muitos,esses alunos tem um desempenho totalmente adverso do que supunha a colocação no vestibular.Muitos abandonam o curso,outros mudam de área e outros tantos tem desempenho bem abaixo da média.Resumo da ópera:ser o primeiro no vestibular mais concorrido não é garantia de brilhantismo na faculdade.Por isso temos que defender o ENEM que é muito mais eficiente para medir competência e não a decoreba dos cursinhos que além de serem caríssimos ainda coloca o aluno candidatoa uma vaga na universidade numa tortura desumana que é o vestibular.

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Maria

13/11/2010 - 16h18

Parabéns pela excelente reportagem.Há tempo que em alguns jornais e emissoras de rádio e tv muitos "entendidos" tipo empresários, radialistas, economistas falam mal da educação do Brasil.Apenas não são convidados a falar quem realmente entende de educação: os pesquisadores, professores, doutores e outros.Parece que aqui todo mundo entende de educação né?Quem sabe um dia vou poder dar pitaco na engenharia, economia, direito, medicina…….Quem sabe……

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sonia santana

13/11/2010 - 15h55

Show ! Maravilhosa entrevista.,objetiva. ! Esclarecedora.
Deu muito subsidio para ajudar a defender o Enem , nos comentarios pela grande midia….
Isto, os leitores dos Sujos, podemos fazer !
Parabens!!

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valdinei vieira

13/11/2010 - 15h51

Como faz bem e engrandece o nosso espírito ler uma entrevista assim. Quanto ao Estadão, Folha e O Globo, vejam o lado bom: não há nada melhor que papel jornal e água para limpar vidraças.

Responder

@Emanuel13PT

13/11/2010 - 15h34

É inveja! É inveja!
O que eles, os donos de cursinhos, e o "PIG", não engolem são estas transformações, para o bem, que está passando o nosso País. Viva o Enem! Viva o Fernando Haddad! Viva o Lula! Viva a Dilma! Viva o Povo Brasileiro!

Responder

Baixada Carioca

13/11/2010 - 15h15

Que tal uma pesquisa para saber dos estudantes se querem o Enem como forma de ingresso no ensino acadêmico ou a volta dos Vestibulares transloucados das Universidades?

Responder

Baixada Carioca

13/11/2010 - 15h12

Estou preparado para levar uma porradinhas aqui, mas tenho que dizer:

“Eu vi a entrevista do ministro Fernando Haddad ao Bom Dia Brasil, TV Globo. Que loucura! Como jornalistas que num dia falam de incêndio, no outro, de escola de samba, no outro, ainda, de esporte, podem se arvorar em discutir um assunto tão delicado como sistema educacional? Pior é que ainda se acham entendedores. Só no Brasil educação é discutida por comentarista esportivo!”

Entendi que o Dr. Nicolelis quis dizer que são comentaristas esportivos que se fazem especialistas em educação. Entendi bem?

Se entendi correto, deve-se uma explicação que eles ATÉ PODEM discutir educação, mas deixa para os especialistas a crítica metodológica. Como comentaristas esportivos, de escola de samba etc., se tem dúvidas, que perguntem para quem entende e não façam ilações infundadas.

Se não entendi e ele quis literalmente fazer uma crítica aos "comentaristas" por discutirem educação detecto um processo excludente incabível porque entendo que até aqueles trabalhadores que foram destratados pelo imbecil do Bóris, o casoy, tem o direito de discutir educação. Discutir para entender. Discutir para melhorar. Discutir para incluir.

Não foi o caso dos "comentaristas" citados pelo Dr. Nicolelis e por isso entendi que sua crítica se deu porque se fizeram passar por estudiosos da educação no Brasil e no Mundo e por isso a reprovação.

Responder

    Emilio Matos

    13/11/2010 - 21h21

    Acho que o que ele quis dizer foi que os julgamentos ao ENEM estavam partindo de jornalistas apenas, e não de profissionais da área. Realmente, qualquer cidadão deveria se preocupar com o assunto e discutí-lo, mas o ponto é que se espera da imprensa a apresentação de informações sobre as quais os cidadãos discutam, e o que está ocorrendo é simplesmente a apresentação de opiniões de jornalistas como se elas tivessem mais importância que as outras.

Urbano

13/11/2010 - 14h59

Comentarista esportivo: uma ínfima exceção não causa preocupação em casa.

Responder

Antonio

13/11/2010 - 14h10

Acontece que não são jornalistas. São marionetes. Falam aquilo que as cordinhas do teleprompter mandam falar. Por isso falam de tudo e não dizem nada.

Responder

Yes we créu !!!

13/11/2010 - 13h32

Ah, se no meu tempo houvesse ENEM…. eu nao teria sofrido tanto.

Responder

Marcelo de Matos

13/11/2010 - 13h05

Embora eu não seja cientista, pedagogo, ou comentarista esportivo, vou meter a colher. Penso que o maior problema da educação no Brasil é a disciplina, melhor dizendo, a falta dela. À pergunta “Fez cursinho” o entrevistado respondeu: “Não. Eu tive o privilégio de estudar numa escola privada boa”. Pois eu tive o privilégio de estudar em escolas públicas boas, no interior de São Paulo, e também não fiz cursinho. Um primo, que estudou nas mesmas escolas, entrou sem cursinho na Medicina; eu entrei da mesma forma na faculdade de Direito, ambas da USP. Isso dificilmente ocorreria nos dias de hoje. O ensino médio, no setor público, decaiu enormemente e uma das principais causas foi a derrocada da disciplina. Lembro-me de um professor que usava um bastonete de peroba para mostrar a matéria na lousa e nos mapas. Quando havia algazarra, ele sentava a peroba. Excessos à parte sou favorável à restauração da disciplina, mesmo que a peroba tenha de voltar a cantar de vez em quando.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    13/11/2010 - 13h45

    Eu fiz seis meses de cursinho e entrei na USP. Graças ao glorioso Instituto de Educação Ernesto Monte, de Bauru. O Enem deveria ter um peso menor no Brasil. Deveria valer, mesmo, o histórico escolar do aluno desde o início do ensino médio. abs

    Marcelo de Matos

    13/11/2010 - 13h59

    Concordo quanto ao histórico escolar. Eu estudei em Ibirá, Catanduva e SJ do Rio Preto. Naquela época, o ensino público era muito bom.

    Francisco

    13/11/2010 - 14h37

    Sou professor. Deveria era ter ENEM ao final de cada série escolar, a partir da quinta série. Massas imensas estão tendo acesso à escola que antes não tinham. Isso é muito bom, mas gera um problema. Antes de aprender história, ou matemática ou qualquer disciplina, elas precisam aprender o que é escola, o que é disciplina, o que é estudar e, principalmente, que nem todo adulto que determina (a palavra é essa) que ela faça algo é um insano. Ano após ano a criança precisa aprender que quem não estuda não passa e que há sim adultos que merecem um voto de confiança. Voto esse que em um ou dois anos (ENENs) se traduzem em autoridade moral. Para o bem delas.

    Ed Döer

    13/11/2010 - 16h32

    Teoricamente também acho interessante a ideia do currículo. Mas não daria certo por duas coisas:
    – Pessoal molhando a mão dos professores (que sabemos que não recebem bem) para aprovar um filho com melhor nota.
    – E existem (desde o fundamental até a faculdade) professores que cobram mais e outros que só rodam quem Fora que, ao invés dos pais escolherem a melhor escola para os filhos estudarem dentro de sua capacidade financeira, iriam passar a optar pela mais fácil.
    Porque no fim, o que importa em educação hoje no país é abrir portas para a faculdade. Formar um cidadão consciente de seu papel para a construção de uma sociedade melhor interessa a poucos, certamente não ao pessoal do PIG.

    Carlos Marins

    13/11/2010 - 19h39

    Azenha, concordo com o histórico escolar, mas, no Brasil, imagina o tamanho da histórico de um filho de bacana que estuda em escola mais bacana ainda…pagando aquela fortuna o histórico vai vir com bastante $$$$ e tudo azul, azulinho como diria meu avô. Aí quem tem padrinho, não morre pagão.

    Miguel Nicolelis

    13/11/2010 - 15h51

    So para esclarecer, eu tambem estudei 8 anos, ate o colegial, no glorioso Grupo Escolar Napoleao de Carvalho Freire. So depois fui fazer 3 anos no Colegio Bandeirantes. Nada impede da admissao a universidade no Brasil usar outros elementos, como notas e outras atividades curriculares durante o ensino medio. Aqui se faz assim. Agora, para obter uma comparacao global dos alunos, so usando um exame nacional como o Enem.

Ailton Medeiros» Blog Archive » ENEM É COISA SÉRIA

13/11/2010 - 12h41

[…] continuar lendo, clique aqui. […]

Responder

Marcelo de Matos

13/11/2010 - 12h35

O noticiário parece meio confuso. http://www.tudoagora.com.br/noticia/19166/Pelo-me… : “Balanço atualizado hoje (21) pelo Ministério da Educação (MEC) aponta que 35 das 55 universidades federais decidiram pela utilização do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em seus processos seletivos. Já http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cinquent… Afinal, qual o percentual de universidades que vai utilizar a nota do Enem este ano?

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Gerson Carneiro

13/11/2010 - 12h16

SARESP I

Conversei hoje, 13/112010, com um professor da rede pública estadual de ensino de são paulo que me disse o seguinte: Nos anos anteriores a este de 2010 os professores foram convocados para correção das provas do SARESP, essa convocação não dava direito à recusa, porém o professor era remunerado para cumprir essa tarefa.

Pois bem, neste ano de 2010 os professores não serão convocados. Motivo: falta de verba. Suspeita: em função da campanha eleitoral, a verba foi aplicada em outra "necessidade".

Detalhe: o SARESP faz parte do calendário da Secretaria de Educação, portanto, é de se esperar a inclusão destes gastos na programação de gastos anuais.

Responder

    Ze Ruggiero

    13/11/2010 - 13h51

    Ola Gerson,
    O SARESP vai ser aplicado pela VUNESP e, imagino, a correção da prova também!

    Gerson Carneiro

    13/11/2010 - 14h12

    Ze Ruggiero,

    3º ano do ensino fundamental (antiga 2ª série), faz prova de Língua Portuguêsa e Matemática. Essas provas serão encaminhadas para a respectiva Diretoria de Ensino do Município respectivo, e serão corrigidas pelos coordenadores das escolas da respectiva Diretoria de Ensino.

    As demais séries preenchem gabaritos (pintam) e tais gabaritos serão encaminhados para São Paulo-Capital (talvez estes gabaritos sim serão processados pela VUNESP).

    Todas as séries avaliadas pelo SARESP farão redação, e as redações serão corrigidas pelos professores na respectiva escola (e nos anos anteriores a 2010 os professores eram remunerados para realizar correção destas redações, fora do horário de aula. Este ano os professores não serão remunerados e certamente farão a correção das redações dentro do horário das aulas).

    Gerson Carneiro

    13/11/2010 - 15h32

    Detalhe: nos anos anteriores a 2010 os professores convocados iam corrigir as provas na Diretoria de Ensino, no respectivo Município da escola na qual o professor dá aula.

    E além da verba liberada para pagamento dos professores pela correção, ainda havia verba liberada para pagar o lanche dos professores.

    Nesse ano de 2010, não tem verba para tal. Será que foi destinada para cobrir o rombo do Paulo Afrodescendente?

Gerson Carneiro

13/11/2010 - 12h16

SARESP II

Consequência: apenas os coordenadores das escolas serão convocados para a correção das provas.

Ou seja, sobrecarga para os poucos coordenadores que poderá refletir negativamente no resultado da correção, visto que de antemão os coordenadores já estão estressados pelo fato de não poderem contar com a participação dos professores na correção.

Somente na Secretaria Campinas-Oeste há uma previsão de 12 mil provas a serem corrigidas, com prazo para transmissão de dados.

Responder

Messias Macedo

13/11/2010 - 12h01

… No Brasil, não se discute educação a sério! Eis a epígrafe posta no túmulo educacional brasileiro! Historicamente, os nossos governantes [coveiros!] não entenderam o valor transcendental da educação enquanto substrato fundamental para o avanço do processo civilizatório e para a construção de uma verdadeira nação…
"Quanto mais se investe em educação pública, ainda é pouco!" Esta premissa deveria ser adotada pelo Estado democrático!… Oxalá, os ventos levem esta tese para os ouvidos refinados da presidente Dilma Rousseff! Pelo menos, livraria-nos, daqui a quatro anos, dos sobressaltos eleitorais do [infame] retrocesso!…

Messias Franca de Macedo
Feira de Santana, Bahia
Transição República de Nós Bananas/Brasil Nação [RISOS]

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Marat

13/11/2010 - 11h33

Tem sim muito comentarista esportivo que, além de não entender nada de futebol, de automobilismo, de vôlei etc., ainda quer se meter a falar de política, assim como há jornalistas que são analfabetos funcionais e apenas falam e escrevem, tal qual papagaios, aquilo que seus patrões ou financiadores assim o determinam. Muita coisa ainda está tenebrosamente errada em nosso país, mas, ao menos, elegemos a pessoa adequada para melhorar, pois, com o Jason da impren$$$a, nós retrocederíamos aos tempos da contra-reforma!

Responder

    Catarina

    14/11/2010 - 03h52

    Concordo .Assim com há muita gente que parece não conhecer a realidade da imensa maioria das escolas públicas do Brasil e se deita à falação! Não dá para se ter um bom critério de avaliação enquanto não melhorar a qualidade da Educação Básica.

jbmartins

13/11/2010 - 11h27

Só no Brasil a educação é discutida por comentarista esportivo, assim como este mesmos discutem Politica, Economia, e são ferrenhos em suas opiniões, com a intenção nidita de manipulação.

Responder

Gerson Carneiro

13/11/2010 - 11h26

Não fica só nos comentários não, tem um apresentador de programa esportivo, um cabeção da cidade de Muzambinho-MG, que transmite o programa direto, ao vivo, da cantina de uma faculdade.

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joão bravo

13/11/2010 - 11h18

Não posso ouvir falar em futebol que logo vem esta história em minha cabeça.
Sempre me divirto recordando os velhos tempos.Me divirto ainda mais com a criatividade dos apelidos á época.

Meu tio jogava futebol,e além disso era motorista do time,nas raras ocasiões que este jogava fora de casa.

Eu menino ainda,acompanhava o time onde quer que estivesse jogando.

Um dos jogadores era magérrimo e usava enormes cabelos tipo Black power,logo começaram a chama-lo de “Mario guarda-chuva”.

Outro,tinha as pernas arqueadas como as de garrincha,sabe aqueles tipos que parecem ter nascido montados em um cavalo?…então!.Não demorou ser batizado “quinze pras três’.

O time era capitaneado por João Bagunça,tinha como preparador físico,massagista e segurança, o cabo Neco.

Este daria um capitulo a parte com sua fórmula mágica,um preparado a base de álcool a 100%,éter,pinho sol,arruda,sal,comigo-ninguém-pode, e talos de espadas-de-são Jorge.Aquilo dava condições de jogo até a atletas com fraturas expostas.

A escalação do time é que era interessante:

Quinze pras três,Arnaldo Crucifixo,pé-de-polenta,Xexéca,Bonitinho,Zé Miséria,fominha,fedorento,Mario guarda-chuva,Tontinho,Boca-lisa,Encardido.

Lembro-me de um grande jogo,Grêmio Torrense esporte club e os Piratas,estes último meu time do coração,jogo que se realizaria em Torres litoral norte do estado do Rs,distante mais de 100 Km de minha cidade.

No dia marcado,embarcamos em uma Kombi,toda a delegação mais alguns familiares,não preciso dizer que tinha gente socada até no porta-luvas.

Chegando ao destino fomos diretos conhecer o gramado,credo!!!

Era um local chamado Sanga funda,por aí se tira uma idéia.O gramado era em uma encosta de morro,a lateral esquerda em aclive e a direita em declive.Obrigava os jogadores a utilizarem todas as técnicas dos velejadores para zigue-zaguear,como que costurando um vento de través…problemático,viu?!…

Lá pelas tantas,Mario Guarda-chuva cai na área adversária,o juiz não dá o penalti, o tempo fechou,guarda-chuva é empurrado,depois socado revida…

Enquanto nosso time corria em peso para retaliação,o time adversário pulava uma cerca de arame farpado saindo fora do gramado.

A nossa torcida e parte da delegação debochava da covardia deles,sem parar ao menos para prestar atenção nos motivos que os moviam a pular para fora do gramado.

Foi quando percebemos que eles em verdade não pulavam para fora do gramado e sim para dentro de uma roça de mandioca,após darem de mão nas ramas,puxavam e vinham boleando a raiz em direção a nosso time.

Meu tio era só vergãos e calombos,de tanta raiz de mandioca que levou nas costas,me puxou desesperado para dentro do veículo e ainda de portas abertas arrancou em disparada,catando os seus atletas e dirigentes semeados, que seguiam em desabalada carreira as margens da BR 101,tendo em seu encalço um time inteiro armados com raízes de mandiocas.

De volta a estrada,o time era só hematomas,enquanto Mario guarda-chuva cantava marra:

-Tu viu o tapa nos beiços que dei naquele baixinho?!…

Responder

Alessandro Lino

13/11/2010 - 11h10

Nicolelis é o gênio solidário.Poderia estar seguindo somente sua vidinha acadêmica brilhante,mas pensa no próximo mais pobre.Ele ao contrário do PSDB-DEM,acredita que o Brasil possa ser pra todos.Parabéns pela entrevista.Só acho que isso poderia ir para Record.

Responder

Fernando

13/11/2010 - 11h08

Ai, chega de querer copiar os EUA em tudo.

Que tal falarmos sobre os acessos à universidade em Cuba?

Responder

    Aninha

    13/11/2010 - 13h08

    Realmente. Os níveis de produção científica de Cuba superam muito os americanos. Tenha dó.

joni

13/11/2010 - 11h07

Muito bom. A entrevista precisa, com urgência, ser divulgada.. Vamos fazer como na campanha, enviar para amigos, que enviarão para amigos…Os jovens, nem todos, repetem as opiniões ouvidas na mídia. Muitos dos beneficiados do Enem, não sabem o que está em jogo. Precisamos esclarecer. Professores, pais, tios, avós, amigos, vamos à luta.

Responder

sergior

13/11/2010 - 11h05

Tom Jobim dizia que o Brasil não é para amadores. Nicolelis, extremamente competente e lúcido em sua área de atuação, mas vivendo nos EUA, se esquece de como as coisas se dão aqui. Aqui, já temos a "Bíblia do ENEM", vendida em qualquer banca de revista. Os cursinhos pré-vestibulares se tornam pré-ENEM. Nada de novo. O ENEM é entregue à Fundação CESGRANRIO, de Carlos Alberto Serpa, e ao CESPE-UnB, uma das muitas formas de privatização da UnB que desaguaram no escândalo da FINTATEC. No frigir dos ovos, o ENEM é só um vestibular nacional, uma centralização do processo de escolha de novos alunos pelas universidades. Quebra a autonomia dessas, constrange a diversidade regional, permte que alunos de São Paulo ocupem vagas por todo o país facilmente, aumenta o poder dos grandes conglomerados de ensino na oferta de um ensino padronizado nacionalmente. Mas a tropa de choque lulista julga que qualquer crítica deve ser esmagada e não admite dissenso. A eleição já passou e vamos discutir de fato as coisas desse país. Chega de Fla-Flu. O ENEM de Haddad é a concretização da proposta de Paulo Renato.

Responder

    ana maria santeiro

    13/11/2010 - 12h51

    realmente me chamou atenção ouvir de uma moça vestibulanda que os cursinhos agora preparam para o ENEM. Isso só me fez certificar-me que o estudante brasileiros não quer virar estudante, quer permanecer aluno o resto da vida, pois tb quando entra na universidade, também se comporta como aluno e não como estudante. Deveriam explicitar mais aos alunos e seus pais a metodologia do ENEM para que não gastassem dinheiro à toa com cursinhos.

    Quanto ao CESGRANRIO e A CESP-Unb, alguma instituição tem que aplicar a prova, não? E essas instituições, pelo menos, têm experiência.

    Não creio que o ENEM quebre a autonomia das Universidades, pois elas não são obrigadas a participar do ENEM e, mesmo este, pode ser apenas um dos itens da avaliação delas.

    Wildner Arcanjo

    14/11/2010 - 10h42

    Tanto conhece que conseguiu provar que o problema de educação brasileiro nada mais é do que uma aberração causada pela falta de oportunidades em igualdade. Pelo aleijo causado as regiões menos favorecidas, O Estado Brasileiro (desde o seu descobrimento, quando todos éramos índios) criou um mostro que possui cidades dignas de um país de primeiro mundo e outras dignas de uma Etiópia. Quem conhece a obra do Nicolelis (como eu que moro no RN, em Natal, e aprendí desde cedo que preciso realmente conhecer o meu país, para depois tentar entender o Mundo) sabe que o Homem é feito pela oportunidade que é dada a ele, e é isso que o ENEM faz, ou, ao menos tenta fazer. Como diz o Lula: "muitos pedreiros querem ser engenheiros". Eu vou além: muitos querem ter um filho Engenheiro, Médico, Presidente (porque não?). Por que não dar esta oportunidade para eles?

    No mais, conheça (principalmente a obra das pessoas) antes de criticar. Quanto ao Tom, costumo dizer para os meus amigos que foi mais um que inventou um samba para gringo ver, nada mais!

julio cezar

13/11/2010 - 10h54

Vale ressaltar a entrevista de Nicolelis a CAROS AMIGOS há anos atrás.

Quando o mesmo encaminhou o pedido ao LULA de realizar um centro de neurociência em Natal – CLARO – dedicado a população pobre ! O mesmo falou da emoção de ouvir do PRESIDA – agora quem manda sou EU, Vá em frente e conte comigo. Hoje, Natal é conhecida pelo nome: Cidade do Cérebro !

Responder

ana

13/11/2010 - 10h50

O que mais chama a atenção é ver ex ministro puxando sardinha para as redes privadas, é de lamentar .Parabens pela entrevista ela deveria ser lida pelos estudantes que estão sendo enrolados pelo pig

Responder

    Marat

    13/11/2010 - 11h36

    Paulo Renato, desculpe a palavra, é uma excrescência!

João Moraes

13/11/2010 - 10h46

Conceição, repassa a entrevista para a Dilma. Quem sabe ela tem um momento iluminado, esquece os politicos, e convida o Nicolelis para fazer parte da equipe de administração dela.

Responder

Paulo Araújo

13/11/2010 - 10h46

Parabéns ao portal pela entrevistadora altamente esclarecedora do cientista Miguel Nicolelis sobre os interesses privados, com o apoio considerável da mídia, para desqualificar e acabar com o Enem.
Isto mostra que o 3º terceiro das eleições já foi deflagrado para as eleições de 2012 e 2014, caso não encontrem nada para pedir o impeachment da presidente durante o mandato de Dilma.

Responder

nadiê rodrigues

13/11/2010 - 10h43

Se tivéssemos no Brasil emissoras de televisão sérias, ao invés de jogarem esse tem apara umas burraudas como Lúcia Hipólito e Miriam Leitão, que nada entendem de educação, convocariam o Professor Nicolelis logo no início do problema, a entrevista repercutiria, e o assunto estaria resolvido.
Nesta semana aquele Bonhausen Filho disse que o Ministro Adad teria que pedir demissão. Juntandao esses políticos que não governam por um Brasil melhor, com aimprensa partidária e golpista, que se dane Enem ou quaquer programa social importante.
O que falta ao Brasil é dar importância a quem tem. Um homem da capacidade e inteligência do Prof. Nicolellis incomoda essa cambada de ignorantes, que se acham acima do bem e do mal.

Responder

Klaus

13/11/2010 - 10h41

Bela entrevista, aliás como todas em Viomundo: o repórter levanta, o entrevistador corta.

Responder

    Flavio Lima

    13/11/2010 - 10h50

    E os trolls de volta, agora contra o ENEM.
    E ai klaus, gostou do resultado da eleição? Eu gostei muito!

    Gerson Carneiro

    13/11/2010 - 12h43

    Não toca nem assunto que ele chora.

    Klaus

    14/11/2010 - 12h55

    gostei, tem gente que ganha quando ganha e tem gente que ganha quanto perde.

    Gerson Carneiro

    13/11/2010 - 12h49

    Klaus, por que você mesmo não tenta entrevistar o Paulo Renato? É a oportunidade de você demonstrar um outro estilo de entrevista. Vai lá. Mostra pra gente que você é fera.

    Aliás, crie um blog. Eu juro que eu vou descer a lenha, ops! quer dizer: comentar bastante.

    Yes we créu !!!

    13/11/2010 - 13h26

    Cara, pq vc nao vai ler a Folha? Deixe-nos em paz !!!!

Klaus

13/11/2010 - 10h40

Por que os donos de cursinhos seriam contra o ENEM? Agora, existem os pré-ENEM.

Responder

    Ed Döer

    13/11/2010 - 16h44

    Mesmo assim implica em maiores gastos (que só passam a existir com o ENEM) para repensar toda a abordagem de preparo dos alunos.
    Muitos cursinhos se vangloriam de terem profissionais com anos de experiência ao lidar com a prova da UFX ou UFZ. Com o ENEM o jogo se altera, pois muitas dessas provas que eles dominam deixarão de existir. Todo mundo nesse mercado precisará recomeçar e correr atrás.
    E no momento que passar a ter vários ENEMs ao longo do ano, o aluno poderá testar sua habilidade num primeiro (bem mais acessível que os vestibulares atuais, financeiramente falando) e optar por fazer um cursinho somente naquelas áreas em que precisa. Não precisando assim, gastar com o pacotão de todo o conteúdo que a maioria dos cursinhos vendem.

    maria regina

    13/11/2010 - 17h22

    Bem se vê que você não entendeu nada. É apenas mais um que só quer criticar.

joão bravo

13/11/2010 - 10h38

Aprendi muito com esta matéria.Obrigado Conceição.

Responder

Eduardo dos Anjos

13/11/2010 - 10h32

Também gostei da entrevista, torcendo para um time destes vocês queriam o quê ? É pura sabedoria !

Responder

vania

13/11/2010 - 10h12

Parabéns pela matéria!! Com o bombardeio da midia está muito difícil discutir o Enem, principalmente com professores que se acham bem informados através do PIG. Nós leitores assiduos dos blogs sujos temos o compromisso de ajudar a divulgar materias como essa. Aproveito para expressar minha admiração pelas opiniões de Nicolelis, há muito não via um cientista se posicionar criticamente por questões de interesse nacional.

Responder

Janes Rodriguez

13/11/2010 - 10h05

As reflexões do Nicolelis só ressaltam ainda mais a criminalidade presetne nas redações e nas orientações da imprensa do Brasil. O bombardeio contra o ENEM é na verdade dirigido contra a massa de estudantes oriundos da escola pública, que no ENEM se saem muito melhor porque a criatividade, a análise crítica e o raciocínio lógico têm muita relevância.

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Fabio_Passos

13/11/2010 - 09h57

É assustadora a campanha aberta da mídia-corrupta contra o ENEM.

Escutei aquele fascista descarado do boris casoy na rádio band.
O sujeito está explodindo de ódio contra toda e qualquer ação do Estado brasileiro.
Deve estar saindo espuma da boca do infeliz… não consegue esconder a raiva pela derrota nas eleições.

Até quando vamos continuar reféns de uma mídia-afrikaaner?
Inteiramente vinculada aos interesses mais atrasados do país.

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dukrai

13/11/2010 - 09h51

rebentô. faltou detalhar que as questões do Enem são elaboradas numa perspectiva interdisciplinar e com foco na capacidade intelectual e relacional. xiqui, né?

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Francisco Nogueira

13/11/2010 - 09h50

Este cara é de outro mundo! Além de ser uma grande expressão em sua área, mostra o quanto é solidário. Meu duplo respeito e admiração.

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easonnascimento

13/11/2010 - 09h49

Nesta área o Brasil tem avançado e este avanço tem incomodado a um determinado segmento. A amplificação dos problemas ocorridos neste ENEM refletem estes interesses contrariados. Mesmo assim continuaremos progredindo rumo ao futuro. Quer esta corja queira quer não queira.
http://easonfn.wordpress.com

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Dario Lenza

13/11/2010 - 09h08

SAT, segundo a Wikipedia, é o acróstico de "Scholastic Aptitude Test". Isto está correto?

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Maria Clara

13/11/2010 - 09h08

Ah se essa imprensa vendida tivesse algum interesse em acompanhar as avaliações estaduais, como aqui em Minas Gerais. Coisa incríveis desde as contratações por inexigibilidade de licitação até a manipulação de dados. Azenha, nem a Record tem interesse em investigar os governos tucanos?

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Nana

13/11/2010 - 09h01

Por favor Azenha, faça uma entrevista com esse senhor para o jornal da Record. Poderia ser uma reportagem especial de uma semana, entreviste reitores, UNE, candidatos que fizeram o ENEM, os que foram beneficiados através do ENEM em 2010. Pode procurar que você vai encontrar muitos alunos que haviam se matriculado em cursinhos e depois pegaram o dinheiro de volta por ter passado em uma federal ou ganhado bolsa através do PROUNI. Mostre através desta reportagem que o Brasil ganha selecionando "gênios" de todas as regiões, seja rico ou pobre. O jovem precisa saber que se ele tem capacidade e não tem como bancar os estudos, o governo oferece moradia e alimentação em diversas universidades federais. Além de informar a população, você vai incentivar mais jovens a correr atrás dos seus sonhos, pois muitos não devem saber dessas possibilidades.

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    Helio

    13/11/2010 - 13h43

    Fernando escreveu: "Ai, chega de querer copiar os EUA em tudo.
    Que tal falarmos sobre os acessos à universidade em Cuba?"
    Sugestão: um seminário conjunto Comissões de Educação Senado Federal / Câmara dos Deputados.
    Com participação/apoio do MEC, UNE, UBES, com transmissão online pela Internet, TV e Rádio (Senado/Câmara). Um tema seria o "ACESSO À UNIVERSIDADE DO BRASIL E OUTROS PAÍSES", o Nicolelis coordenaria o debate sobre o sistema norte-americano, por exemplo, representantes de outros países apresentariam suas experiências.
    Informe: na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados foram realizadas "Conferência Nacionai de Educação".
    A participação do Azenha, do Luis Nassif, do Paulo Henrique Amorim, da Blogosfera ampliaria o debate para todo o Brasil.
    " …incentivar mais jovens a correr atrás dos seus sonhos ….".

    maria regina

    13/11/2010 - 17h28

    Por que não fazer uma semana na Record sobre o tema, trazendo várias formas de acesso às Universidades – como Enem , SAT, o processo de Cuba e demais países interessantes? Esta entrevista para mim foi superesclarecedora e acredito que é um assunto importante a ser discutido.

reginaldo

13/11/2010 - 08h28

Infelizmente essa reportagem ficará somente aqui neste espaço. A grande parte da população manipulada por interesses escussos não terá acesso e assim, permanece a imagem negativa do ENEM. Mesmo nos meios acadêmicos a crítica é feroz. Muitos repetem o que a grande mídia propaga.

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Ricardo_Alves

13/11/2010 - 07h30

brilhante, azenha , nassif, pha, e outros blosg sujos devem unir forcas montar um jornal, imaginem um jornal com estas cabecas,,, nao pdemos todos os dias ter que matar um leao, temos que ser um leao tambem…

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Paulo

13/11/2010 - 06h55

Quando fiz o vestibular na UFRJ, há 40 anos, para quatro ou cinco questões erradas erradas eliminava uma certa.
Isto não é novidade.

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Fernando C. Branco

13/11/2010 - 06h27

Maravilha
O zé povinho aqui do norte agradece penhoradamente a existencia do ENEM

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Fábio Venâncio

13/11/2010 - 06h13

Excelente entrevista.
Todos os brasileiros deveriam ter acesso a essa entrevista.

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stefano

13/11/2010 - 05h32

Ei! O Palmeiras é um grande time! Ano que vem vai ganhar tudo.

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Elias São Paulo SP

13/11/2010 - 02h13

Parabéns a Conceição, ao Viomundo e ao Nicolelis. Entrevista esclarecedora e informativa. É o que falo para várias pessoas, ouça rádio, leia jornal, veja TV, mas não se esqueça de visitar os blogs progressistas e comparar a forma de dar a notícia.

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Cícero

13/11/2010 - 01h57

O professor Miguel Nicolelis lembrou muito bem sobre erros acontecidos na aplicação de vestibulares da Fuvest, como problemas logística, metodologia e questões anuladas por serem mal-formuladas ou por apresentarem duas alternativas corretas. Já vi muito isso acontecer não só em relação a vestibulares, mas também em concursos públicos, inclusive para ingresso na magistratura paulista e na OAB-SP.

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herivelto canales

13/11/2010 - 01h46

Dera fosse assim todos os jornalistas interessado no bem comum.
Igualdade é tudo e não há como ser contra, pois quem é, talvez seja só por despeito ou protecionismo ou pelos dois defeitos.
Mesmo porque toda esse alarde absurdo só faz aumentar o ódio destilado pela campanha serrista. Afinal, faço parte dos 3 milhões que não tiveram problemas na prova e acredito ter o mesmo direito dos que foram prejudicados, em proporções estupidamente maiores dos que foram prejudicados.

Que seja sanado o problema com essa minoria de forma justa, mas jamais, em detrimento de uma maioria quase que absoluta.

Sinto muito.

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Edinho

13/11/2010 - 01h38

http://edu.guim.blog.uol.com.br/arch2010-11-07_20

Os problemas no Blog da Cidadania

Os problemas no Blog da Cidadania

O Blog da Cidadania está com problemas, como todos notaram. Como está entrando e saindo do ar, recorro a este blog – que havia deixado pelo novo – para ao menos esclarecer o que está acontecendo.

Aumentou muito o acesso ao Blog da Cidadania. Eu havia contratado com o provedor um “plano” de “servidor compartilhado”, mas o aumento de acessos foi muito grande durante a campanha eleitoral e o “pacote” que eu tenho não está dando conta.

“Servidor compartilhado” é um sistema em que um site divide com outros sites um mesmo Servidor. Como os acessos subiram muito, para suportar o tráfego só com um servidor exclusivo para o Blog da Cidadania.

Já contratei esse novo “pacote” com o provedor, mas a migração não poderá ser feita tão rapidamente. Só na terça-feira será possível fazer a migração.

Até lá, o Blog da Cidadania poderá entrar no ar, mas fatalmente sairá em seguida e voltará mais tarde. Dessa maneira, postarei alguma coisa neste blog só para não perder o contato. Claro que a esmagadora maioria dos leitores não tem este endereço e não tenho como avisar.

Quem puder espalhar por aí qual é o problema e o prazo para solução, agradeço.

Escrito por Eduardo Guimarães às 22h27

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    Gersier

    13/11/2010 - 11h42

    Ainda bem que o problema foi causado pelo aumento de acessos. Esse é o tipo de problema que se transforma em motivo de júbilo. Estava acreditando que a página tinha sido atacada.

    dukrai

    13/11/2010 - 15h12

    valeu, véi, estamos aguardando

EDSON

13/11/2010 - 01h30

Professor pedi muito ao PT que implorasse ao senhor que desse uma entrevista para a Dilma falando sobre o seu apoio. Obrigado o senhor foi mais um que contribuiu muito com a eleição da Dilma. Eu não me esquecerei e sempre vou agradece-lo por isso. Obrigado tambem por apoiar o ENEM. Feclidades para o senhor

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Beto Crispim - BH

13/11/2010 - 01h12

Cala boca PIG…

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Cícero

13/11/2010 - 01h04

Realmente, é ESTRANHO DEMAIS a ocorrência de problemas graves durante as duas últimas edições do ENEM, por dois anos consecutivos. E digo isso porque, durante dez anos (de 1998 a 2008), não houve nenhum problema envolvendo a logística do Enem. Os problemas começaram a partir do momento em que o Enem passou a ser utilizado como forma de seleção de ingresso em universidades públicas federais e para obtenção de bolsas de estudos junto a instituiçoes privadas de ensino superior. A partir daí, o Enem passou a ser severamente criticado e combatido por seguimentos da educação privada, especialmente instituições de ensino superior, que reclamam ter perdido muito dinheiro com o esvaziamento do vestibular (fonte de riqueza das universidades) e o acesso gratuito de milhões de alunos às faculdades do Brasil por meio do Enem. Lesadas no bolso, as instituições particulares de ensino, aliadas à imprensa golpista, passou a atacar o ENEM de forma incisiva, irresponsável e covarde. O meios de comunicação vinculados a essas universidades particulares passaram, então, a golpear de morte o referido exame. As elites sociais também querrem a extinção do Enem porque a classe “A” não vê com bons olhos o acesso dos menos favorecidos a cursos universitários. Como se não bastasse, a corja tucana, derrotada na eleição presidencial, vê nisso uma oportunidade para criticar o governo Lula e atrair eleitores com vistas às eleições municipais que se avizinha.

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    Wesley

    13/11/2010 - 12h53

    Cícero
    Não é uma crítica ao que você escreveu. É um adendo.
    Alguém me explica, por favor:
    As manifestações contra o Enem aconteceram, por enquanto, no Rio Grande do Sul, Ceará, Rio de Janeiro (na capital e em Niterói), Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Há uma característica comum nestes lugares: não houve incorreção nas provas aplicadas! Os problemas aconteceram nas Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Sergipe, Paraná e Santa Catarina. Qual o perfil dos alunos que participaram destas manifestações? Haveria um número significativo com uniformes de escolas particulares? As escolas dispensaram os alunos para a manifestação? Não sei, mas gostaria de saber.
    A OAB declarou-se solidária aos estudantes. O exame da OAB é modelo?

    Anaa maria

    13/11/2010 - 16h34

    Oi sou defensora do ENEM. Não fui favoravel qdo o Paulo Renato no MEC iniciou. Porque na reunião que fui em Brasilia eles queriam com isso mexer no curriculo do Ensino Médio e reduzir muito os conteudos, e aí queriam que as universidades federais adotassem para ingresso. Eu estava representando a UFRJ na época e reunimos lá algumas publicas e não aderimos. Isso em 1997. No governo Lula, Tarso começou a mudar o ENEM como uma prova de avaliação das habilidades e competencias, num estilo parecido como o que fazemos para ingresso na UFRJ (são provas totalmente discursivas de reflexão e compreensão de mundo). Já pensavamos em usar o ENEM qdo o Haddad veio c a proposta do Novo ENEM em 2009. Aí começaram os problemas – reitores querendo enfiar conteudos e a criação do SISU – vestibular organizado pelo MEC que seleciona o aluno direto para a universidade. Creio que isso trouxe um conteudo explosivo. Como disse o Prof Nicolelis, nem nos EUA e em lugar nenhum, o acesso a universidade se dá só com a nota do EXAME. Nenhuma universidade nos EUA usa só o SAT. Assim que aqui no Brasil só o ENEM decidir quem vai ter uma vaga da Medicina da UFRJ dá um poder explosivo mesmo.
    Teremos que pensar melhor nisso porque com o baixo nivel de segurança não duvidem de gente pagando e falsificando identidade p fazer a prova de gente c grana.
    O problema do sabado não foi o caderno com defeito, tb acho que isso é o de menos, tá na margem de erro, O problema que foi nacional foi o erro no cartão resposta e a falta de sincronia na fiscalização em dar a orientação correta. Isso do meu ponto de vista é grave e pode prejudicar muito mais gente do que se imagina, exatamente porque se usa o TRI, quem entende do processo vai se dar bem. Pelo TRI duas pessoas com 90 questões certas podem ter notas completamente diferentes pois cada questão tem um peso diferente – portanto, publico as provas e os gabaritos, que entende do metodo pode orientar a reclamar e a não reclamar – taí a desigualdade e isonomia.
    Mas vamos continuar lutando e quem sabe o proximo ministro acerta o passo e mantem o ENEM com uma organização melhor.
    Ana Maria

Luciano Medonça

13/11/2010 - 00h28

Não li e gostei. Nem precisa ler. A manchete resume a matéria. Nome disso: credibilidade.
Em tempo, não procure fazer isso com a Folha, Estadão e o Globo. Você pode se arrepender.

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Nilva

12/11/2010 - 23h21

Parabéns, Conceição! Mais uma vez contribuindo para o esclarecimento das grandes questões que interessam a toda a sociedade.

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André

12/11/2010 - 23h17

Linda entrevista! Linda! Disse tudo e mais um pouco. Viva o enem. Viva a democratização do nosso querido Brasil.

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Alex

12/11/2010 - 22h45

entrevista lúcida e esclarecedora…parabéns e obrigado!

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Margarida

12/11/2010 - 22h27

Todos os di gênios do Brasil estão com dores de parto ante o sucesso do ENEM.Coitados, eu entendo o sofrimento deles, não é brincadeira ver suas fábricas de grana ir por água abaixo.Pts, é gente demais que está perdendo.É de matar de rir o desespero do PIG.Onde que os di gênios anunciam seus milionários pré-vestibulares? E os que há anos abacanham as altas taxas de vestibular? Tem gente que vai precisar mudar de ramo.E o pior é que muitos estão tão viciados em ganhar dinheiro fácil que vão ter dificuldades em se adaptar a qualquer outro tipo de trabalho que não lhes propicie construir fortunas em curto prazo.Ainda vai ter muito choro e ranger de dentes.Então ficamos assim: quem comeu comeu, quem não comeu não come mais.

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Olho na oPósição

12/11/2010 - 22h24

Azenha:
Eles (os PIGuetes) acham que entendem de tudo, podem tudo e estão em todos os lugares.
A certeza da própria onipotência, onisciência e onipresença é sintoma de transtorno mental, quando alcança a sensação, deixando de ser um desejo! Deuses sobre a Terra! Quanta ilusão! Quanto medo da humildade e de se descobrirem mortais!
No mundo do faz-de-conta do PIG, erros não podem acontecer, corruptos não devem existir e o mundo é segmentado! A corrupção impera na política, na polícia e em outros segmentos. No meio artístico global, nunca. Será?
Temos que entender e assumir a sociedade corrupta, inescrupulosa e preconceituosa que vivemos, a fim de mudá-la. Temos que entender que corrupção e preconceito é uma característica humana, demasiadamente humana.

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sergio pinto

12/11/2010 - 22h21

Conceição,
Parabéns pela entrevista. Pena que o alcance dela seja reduzido aos leitores dos blogs sujos.
Abraço

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Pedro Luiz

12/11/2010 - 22h19

Esclarecedor a entrevista feita pelo Azenha com o Sr. Nicolelis sobrer o tema. Vi a entrevista do ministro Haddad e entendo que o ministro deveria ser mais " positivo" com os entendidos do Bom Brasil, principalmente o doutor Alexandre Garcia.Ministro tem que bater numa entrevista ao vivo, mostrar com argumentos os reais interesses desses mercadores da educação com o ENEM. O JN de hoje a noite(12-11-2010) foi mais uma vergonha que esse país não merece.Democracia na comunicação para apresentar ao povo mais uma vez uma visão interesseira e sem compromisso com o Nação Brasileira.Esperamsos com Dilma que haja controle SIM sobre esse imprensa marrom do desserviço a Nação.

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    Cícero

    13/11/2010 - 01h16

    Realmente, é muito importante e necessária a regulação da mídia nacional. Ou o Brasil acaba com os abusos da Globo, ou a Globo vai acabar com o Brasil.

    Marat

    13/11/2010 - 11h33

    A globo é uma de nossas saúvas!

redecastorphoto

12/11/2010 - 21h51

Prezada Conceição
Excelente entrevista. Você, como sempre deu show; aproveitou TUDO de um magnífico entrevistado. Parabéns.
Castor Filho

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