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Cartas de Minas
Cartas de Minas

Venezuela: Embaixador denuncia manipulação de imagens para criar conflito

27 de fevereiro de 2014 às 10h17

Foto: Salu Parente/PT na Câmara

por Conceição Lemes

O embaixador da Venezuela no Brasil, Diego Molero Bellavia, reuniu-se nessa quarta-feira 26 com parlamentares da bancada do PT na Câmara dos Deputados, para tratar da situação atual do seu país e dos ataques o presidente Nicolás Maduro vem sofrendo.

Molero denunciou: “Os ataques são uma tentativa de grupos violentos de extrema-direita de deposição do governo Maduro por uma via que não é constitucional e nem democrática”.

Ele acrescentou: “Há uma campanha na mídia e nas redes sociais da Venezuela que tenta culpar o governo do presidente Nicolás Maduro, democraticamente eleito, por uma suposta repressão e que não condiz com a verdade”.

Em português claro: manipulação de imagens e informações para produzir uma guerra psicológica na Venezuela.

O embaixador venezuelano entregou aos parlamentares o documento Golpe de Estado em desenvolvimento – Violência de grupos fascistas (na íntegra, ao final), que acusa:

A guerra psicológica tem sido utilizada ao longo da história para derrubar governos progressistas. Isso se tem incrementado como componente da nova estratégia imperial. Deve-se compreender a fundo essas manipulações informativas e conhecer quem são aqueles por trás delas.

É uma estratégia trabalhada muito sutilmente, que gera matrizes de opinião de maneira permanente. Com essas matrizes, busca-se criar um problema psicótico. A dissociação psicótica é uma categoria de fenômeno coletivo que se utiliza para evitar a distinção entre realidade e ficção. Neste caso, o que se busca é criar as condições de uma intervenção militar estrangeira na Venezuela.

 A técnica é a mesma que já usada no Brasil, para “provar”, por exemplo, que o filho do ex-presidente Lula teria comprado uma megafazenda. Só que a imagem era simplesmente da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, a ESALQ, da Universidade de São Paulo, identificada como Fazenda Fortaleza.

No caso da Venezuela, a mídia e as redes sociais têm manipulado fotos de fatos negativos, tragédias, que aconteceram em outros em países e em outros momentos, e divulgado como se tivessem acontecido lá, para gerar violência no país e reação internacional ao governo de Maduro.

O documento exibe vários exemplos de como isso vem sendo feito.  A imagem da direita é a original; a da esquerda, montada, para fazer parecer que aconteceu na Venezuela.

REAÇÃO DE PARLAMENTARES DO PT AO MATERIAL APRESENTADO PELO EMBAIXADOR

A repercussão das denúncias do embaixador Diego Molero está no site oficial da liderança do PT na Câmara dos Deputados.

“Brasil e Venezuela ao longo dos últimos 10 anos têm tido uma relação de muita parceria”, diz Vicentinho, líder do PT na Câmara. “A  gente ouve a versão da mídia conservadora e a informação trazida pelo embaixador Diego Molero é a certeza de que o governo da Venezuela tem agido da maneira mais correta e democrática possível.”

Para o Dr. Rosinha (PT-PR), as informações do embaixador da Venezuela vão permitir “questionar o que circula na mídia, na versão da direita e dos meios de comunicação daqueles a quem interessa o golpe”.

O deputado Fernando Ferro (PT-PE)  ressalta a importância de se divulgar o material encaminhado pelo embaixador.  “Precisamos estar solidários porque não aceitamos as tentativas de desestabilizar um governo democraticamente eleito”, frisa.“Todos nós que lutamos tanto para ter democracia nos nossos países não podemos aceitar essa tentativa golpista, não podemos aceitar retrocesso porque a América Latina caminha para um processo de consolidação da democracia”.

Também participaram do encontro os deputados petistas Amauri Teixeira (BA), Fernando Marroni (RS), Sibá Machado (AC) e Valmir Assunção (BA),  além do conselheiro da embaixada da Venezuela, Carlos Ron, e do representante do MST, Alexandre Conceição.

Golpe de Estado em desenvolvimento na Venezuela (2) by conceicaolemes

Leia também:

Altamiro Borges: Clarín é fatiado e a mídia estrebucha

 

19 Comentários escrever comentário »

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Fabio Passos

27/02/2014 - 20h13

A mentira é a grande arma da direita-golpista da AL diante das seguidas derrotas eleitorais.
Incapaz de vencer no voto… as forças do atraso novamente tentam um golpe na Venezuela.

Aqui no Brasil, a pior “elite” do mundo, diante da perspectiva clara de derrota acachapante de pdb-PiG nas eleições de outubro, vai tentar o golpe também.

Viva Hugo Chavez!
Viva Nicolás Maduro!
Viva la Revolución!

Vilson Tosatti

27/02/2014 - 20h00

Em minha opinião, essa manipulação de imagens que tentam incriminar pessoas inocentes serve para alertar os governos e para prestarem mais atenção com outros países. Os responsáveis por essas atitudes tem que serem julgados por esses atos que podem ser considerados como terrorismo, porque tenta denegrir a imagem de um governo e de maneira falsa…
e já que já foi descoberto que essas imagens são falsas, não há motivo nenhum para haver guerras psicológicas. Tem-se apenas que punir os responsáveis pela atitude!

FrancoAtirador

27/02/2014 - 19h46

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Mentiras e verdades sobre a situação na Venezuela

Mídia venezuelana e internacional
difundem uma versão distorcida dos fatos;
a aposta da direita é tornar o país ingovernável

Por Igor Fuser*, no Brasil de Fato

Nos últimos dias a Venezuela voltou às manchetes dos jornais do mundo devido a uma série de manifestações de rua.

Abaixo, apresento uma série de mentiras alardeadas pela chamada “grande mídia” e as suas respectivas verdades.

Mentira: Os opositores saíram às ruas porque estão descontentes com os rumos do país e querem melhorar a situação.

VERDADE: O que está em curso na Venezuela é o chamado “golpe em câmera lenta”, que consiste em debilitar gradualmente o governo até gerar as condições para o assalto direto ao poder.
O atual líder oposicionista, Leopoldo López, não esconde esse objetivo, ao pregar aos seus partidários que permaneçam nas ruas até o que ele chama de “La Salida”, ou seja, a derrubada do governo.
O roteiro golpista, elaborado com a participação de agentes dos Estados Unidos, combina as manifestações pacíficas com atos violentos, como a destruição de patrimônio público, bloqueio de ruas e atentados à vida de militantes chavistas.
A mídia venezuelana e internacional tem um papel de destaque nesse plano, ao difundir uma versão distorcida dos fatos.
A aposta da direita é tornar o país ingovernável.
Trata-se de criar uma situação de caos até o ponto em que se possa dizer que o país está “à beira da guerra civil” e pedir uma intervenção militar de estrangeiros.
Outro tópico desse plano é a tentativa de atrair uma parcela das Forças Armadas para a via golpista.
Mas isso, até agora, tem se mostrado difícil.

Mentira: A Venezuela é um regime autoritário, que impõe sua vontade sobre os cidadãos e reprime as manifestações opositoras.

VERDADE: Existe ampla liberdade política no país, que é regido por uma Constituição democrática, elaborada por uma assembleia livremente eleita e aprovada em plebiscito.
Nos 15 anos desde a chegada de Hugo Chávez à presidência, já se realizaram 19 consultas à população – entre eleições, referendos e plebiscitos – e o chavismo saiu vitorioso em 18 delas.
Foram eleições limpas e transparentes, aprovadas por observadores estrangeiros das mais diferentes tendências políticas, inclusive de direita.
O ex-presidente estadunidense Jimmy Carter, que monitorou uma dessas eleições, declarou que o sistema de votação venezuelano é “o melhor do mundo”.
Esse mesmo sistema eleitoral viabilizou a conquista de inúmeros governos estaduais e prefeituras pela oposição.
Há no país plena liberdade de expressão, sem qualquer tipo de censura.

Mentira: Quem está protestando contra o governo é porque “não aguenta mais” os problemas do país.

VERDADE: A tentativa golpista, na qual se inserem as manifestações da direita, reflete o desespero da parcela mais extremista da oposição, que não se conforma com o resultado das eleições de 2013.
Esse setor desistiu de esperar pelas próximas eleições presidenciais, em 2019, ou mesmo pelas próximas eleições legislativas, em 2016, ou ainda pela chance de convocar um referendo sobre o mandato do presidente Nicolás Maduro, no mesmo ano.
Essas são as regras estabelecidas pela Constituição – qualquer coisa diferente disso é golpe de Estado.
A direita esperava que, com a morte de Chávez, o processo de transformações sociais conhecido como Revolução Bolivariana, impulsionado pela sua liderança, entrasse em declínio.
Apostava também na divisão das fileiras chavistas, abrindo caminho para seus inimigos.
A vitória de Maduro – o candidato indicado por Chávez – nas eleições de abril de 2013, ainda que por margem pequena (1,7% de diferença), frustrou essa expectativa.
Uma última cartada da oposição foi lançada nas eleições municipais de dezembro do ano passado.
Seu líder, Henrique Capriles (duas vezes derrotado em eleições presidenciais), disse que elas significariam um “plebiscito” sobre a aprovação popular do governo federal.
Mas os votos nos candidatos chavistas superaram os dos opositores em mais de 10%, e o governo ganhou em quase 75% dos municípios.
Na época, a economia do país já apresentava os problemas que agora servem de pretexto para os protestos, e ainda assim a maioria dos venezuelanos manifestou sua confiança no governo de Maduro.
Diante disso, um setor expressivo da oposição resolveu apelar para o caminho golpista.

Mentira: O governo está usando violência para reprimir os protestos.

VERDADE: Nenhuma manifestação foi reprimida. O único confronto entre policiais e opositores ocorreu no dia 17 de fevereiro, quando, ao final de um protesto, grupos de choque da direita atacaram edifícios públicos no centro de Caracas, incendiando a sede da Procuradoria- Geral da República e ferindo dezenas de pessoas.
Nestas últimas semanas, as ações violentas da oposição têm se multiplicado pelo país.
A casa do governador (chavista) do Estado de Táchira foi invadida e depredada.
Caminhões oficiais e postos de abastecimento têm sido destruídos.
Recentemente, duas pessoas, que transitavam de motocicleta, morreram devido aos fios de arame farpado que opositores estendem a fim de bloquear as ruas.

Mentira: O governo controla a mídia.

VERDADE: Cerca de 80% dos meios de comunicação pertencem a empresas privadas, quase todas de orientação opositora.
Mas o governo recebe o apoio das emissoras estatais e também de centenas de rádios e TVs comunitárias, ligadas aos movimentos sociais e às organizações de esquerda.
Isso garante a pluralidade política e ideológica na mídia venezuelana – algo que, infelizmente, não existe no Brasil, onde a direita controla quase totalmente os meios de comunicação.

Mentira: Os Estados Unidos acompanham a situação à distância, preocupados com os direitos humanos e os valores democráticos, para que não sejam violados.

VERDADE: Desde a primeira posse de Chávez, em 1999, o governo estadunidense tem se esforçado para derrubar o governo venezuelano e devolver o poder aos políticos de direita.
Está amplamente comprovado o envolvimento dos Estados Unidos no golpe de 2002, quando Chávez foi deposto por uma aliança entre empresários, setores militares e emissoras de televisão.
Desde então, a oposição tem recebido dinheiro e orientação de Washington.

Mentira: Os problemas no abastecimento transformaram a vida cotidiana num inferno.

VERDADE: Existe, de fato, a falta constante de certos bens de consumo, como roupas, produtos de higiene e limpeza e peças para automóveis, mas o acesso aos produtos essenciais (principalmente alimentos e medicamentos) está garantido para o conjunto da população.
Isso ocorre graças à existência de uma rede de 23 mil pontos de venda estatais, espalhados por todo o país, sobretudo nos bairros pobres.
Lá, os preços são pelo menos 50% menores do que os valores de mercado, devido aos subsídios oficiais.
É importante ressaltar que o principal motivo da escassez não é nem a inexistência de dinheiro para realizar importações nem a incapacidade do governo na distribuição dos produtos.
Grande parte das mercadorias em falta são contrabandeadas para a Colômbia por meio de uma rede clandestina à qual estão ligados empresários de oposição.

Mentira: A atual onda de protestos é protagonizada pela juventude, que está em rebelião contra o governo.

VERDADE: Os jovens que participam dos protestos pertencem, na sua quase totalidade, a famílias das classes alta e média-alta, que constituem a quarta parte da população.
Isso pode facilmente ser constatado pela imagem dos estudantes que aparecem na mídia.
São, quase todos, brancos – grupo étnico que não ultrapassa 20% da população venezuelana, cuja marca é a mistura racial.
E não é por acaso que os redutos dos jovens oposicionistas sejam as faculdades particulares e as universidades públicas de elite.
Os jovens opositores são minoria.
Do contrário, como se explica que o chavismo ganhe as eleições em um país onde 60% da população têm menos de 30 anos?
Uma pesquisa recente, com base em 10 mil entrevistas com jovens entre 14 e 29 anos, revelou que 61% deles consideram o socialismo como a melhor forma de organização da sociedade, contra 13% que preferem o capitalismo.

Mentira: A economia venezuelana está em colapso.

VERDADE: O país enfrenta problemas econômicos, alguns deles graves, como a inflação de mais de 56% nos últimos 12 meses.
Mas não se trata de uma situação de falência, como ocorre na Europa.
A Venezuela tem superávit comercial, ou seja, exporta mais do que importa, e possui reservas monetárias para bancar ao menos sete meses de compras no exterior.
É um país sem dívidas.
A principal dificuldade econômica é a falta de crédito, causada pelo boicote dos bancos internacionais.

Mentira: A insegurança pública está cada vez pior.

VERDADE: A Venezuela enfrenta altos níveis de criminalidade, assim como outros países latino-americanos, inclusive o Brasil.
Esse tema é uma das prioridades do governo Maduro, que chegou a mobilizar tropas do Exército no policiamento de certas áreas urbanas, com bons resultados.
A melhoria da segurança pública foi justamente o tema do diálogo entre o governo e a oposição, iniciado no final do ano passado, por iniciativa do presidente.
O próprio Chávez, em seu último mandato, criou a Polícia Nacional Bolivariana, a fim de compensar as deficiências do aparato de segurança tradicional, famoso pela corrupção.
Outra estratégia é o diálogo com as “gangues” juvenis a fim de afastá-las do narcotráfico e atraí-las para atividades úteis, como o trabalho na comunidade e a produção cultural.
A grande diferença entre a Venezuela e o Brasil, nesse ponto, é que lá o combate à criminalidade ocorre num marco de respeito aos direitos humanos.
A política de segurança pública venezuelana descarta o extermínio de jovens nas regiões pobres, como ocorre no Brasil.

*Professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC) e do curso de Pós-Graduação em Energia, também da UFABC.
Doutor em Ciência Políica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (2011).
Mestrado em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação Santiago Dantas (Unesp, Unicamp, PUC-SP) (2005).
Graduação em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo (1982).
Reuter Fellow pelo Green College, University of Oxford (1993).
Autor dos livros “Energia e Relações Internacionais” (Saraiva, 2013), “Petróleo e Poder – O Envolvimento Militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico” (Ed.Unesp, 2008), “Geopolítica – O Mundo em Conflito” (Ed.Salesiana, 2006), “A Arte da Reportagem” (org. Ed.Scritta, 1996) e “México em Transe” (Ed.Scritta, 1995).
Pesquisador nas áreas de Política Externa Brasileira, Geopolítica da Energia, Política na América Latina e Política Externa dos EUA.
Experiência de mais de vinte anos como jornalista especializado em Assuntos Internacionais, exercendo o cargo de editor na Folha de S.Paulo, Veja e Época, entre outras publicações.
Colaborador e membro do Conselho Editorial dos jornais Brasil de Fato e Le Monde Diplomatique Brasil.
(http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4756106U7)

(http://www.brasildefato.com.br/node/27564)
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Ó, Tí Bunitím:

‘Estudantes’
‘protestando’
na Venezuela


(http://www.difundelaverdad.org.ve)
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Lando Carlos

27/02/2014 - 19h10

infelizmente o pt e covarde a presidenta dilma não tem coragem politica , e só ver o aumento da taxa de juro etc.o golpe e facil de saber quem comanda, me diz quem manda nos eua e te direis quem são os golpistas

Urbano

27/02/2014 - 18h08

Os fascistas nanicos mandados e financiados pelos fascistões usurpadores…

Adriano Medeiros Costa

27/02/2014 - 17h07

O que não falta na Venezuela são golpistas tentando derrubar um governo legítimo.

Atila José

27/02/2014 - 13h21

Desespero da direita… eles cometem erros grosseiros…
quem nem a bolinha na testa de José Xirico Serra…
mas o mundo está mais esperto, as redes sociais podem manipular, mas a verdade também se apresenta no mesmo instante,m em tempo real…
viva os blogs imundos…

Luís Carlos

27/02/2014 - 12h55

Parabéns ao VIOMUNDO por fazer valer seu slogan e ser espaço para que vejamos o que não vemos na TV e grande mídia.
Conceição
Sabes se algum outro partido, ou parlamentares de outro partido se manifestaram em apoio ao governo venezuelano?

    Conceição Lemes

    27/02/2014 - 14h53

    Não sei, Luís Carlos, mas já estamos buscando essa informação. abs

    Conceição Lemes

    27/02/2014 - 16h10

    Luís Carlos, acabo de conversar com Carlos Ron, conselheiro da embaixada da Venezuela no Brasil. Parlamentares do PCdoB e do PSOL também já contataram a embaixada para manifestar solidariedade ao governo de Nicolás Maduro. O senador Roberto Requião já discursou no Senado denunciando a situação na Venezuela e os ataques a Maduro. abs

    ricardo

    27/02/2014 - 20h04

    É mesmo? Requião, Psol e PcdoB apoiando Maduro? Quem diria, não?

Luís Carlos

27/02/2014 - 12h54

A quem interessa a violência? A democracia passou a ser atacada como valor menor e menos importante por alguns manifestantes que estão nas ruas.
A América do Sul tem longa e farta história de golpimo e violência, sempre contra interesses dos trabalhadores. Agora seria diferente?

Luís Carlos

27/02/2014 - 12h51

As manifestações na Venezuela, concomitantes e semelhantes com as do Brasil. Dois países riquíssimos em pretóleo. Mera coincidência?

Silvestre

27/02/2014 - 12h48

Se não me engano, até imprensa oficial estava nessa.
Não teve um repórter da CNN que pediu desculpas por divulgar uma imagem e notícia falsa?

Leandro

27/02/2014 - 12h21

Agora ta claro. Se o embaixador do governo falou é porque deve ser verdade.

    Luís Carlos

    27/02/2014 - 12h50

    Não. Está claro porque as imagens das manipulações deixam isso claro. Você pode comprovar pela internet.

    Marcus Vinicius

    27/02/2014 - 12h52

    eu vou tentar ser educado com você…

    Não diria que o comentário é imbecil, elitista ou preconceituoso. Mas, parece bastante claro que é deslocado da realidade e indicativo de falta de informação do emitente…

    francisco pereira neto

    27/02/2014 - 13h37

    Se ele não defender o seu país, quem vai defendê-lo.
    Você eu sei que não vai.
    A corrente dos medíocres sem votos de lá, não difere em nada com os daqui.
    O interessante é que nos períodos antes Lula/Dilma, na AL os governos eram todos “democráticos” e o Peru era o exemplo, o modelo a ser seguido por todos. E para não pairar dúvidas nenhuma, FHC foi lá dar apoio a Fujimori, que hoje está encarcerado, mesmo tendo fugido à época para o Japão.
    O governo da “esquerda terrorista” atual do Peru, o mantém trancafiado, pois seria um risco, ele solto, tramar para a restauração da democracia que tanto ele defendeu.
    Hoje toda a AL, vive uma “ditadura do proletariado” encarcerando e torturando todos os inimigos do sistema.
    O Chile atualmente voltou para as mãos da “terrorista” Bachelet, retirada de maneira golpista do sr. Piñera.
    O fim dos tempos é inexorável nas mãos de Rafael Correa, Evo Morales, Mujica, Cristina Kirchner, Lula/Dilma.
    Só teremos salvação se a NASA conseguir colocar em prática, armas do tipo idêntica àquela usada no filme Armagedom, para destruir o meteoro comunista em gestação na evoluída AL.

Emiliano

27/02/2014 - 10h43

Que nossos deputados subam à tribuna para exporem esta farsa!