Por: Conceição Oliveira, no twitter: @maria_fro
Lembram-se de quando Maitê Proença esteve em Lisboa, cuspiu em fonte e chamou os portugueses de burros? À época, a atriz global promoveu uma enorme reação dos portugueses e envergonhou os brasileiros com a sua falta de educação e preconceitos.
Parece que a atriz não aprendeu nada com aquele episódio. Hoje, em entrevista a um blog do Estadão, ela torce para que a discriminação machista ‘nos salve de Dilma”. Salvar quem do que, cara pálida?
Não assisto as novelas da Globo, alguém comentou que sua personagem atual tem problemas de caráter. Seria o caso de confundir a vida real com a personagem interpretada?
E os leitores e leitoras o que acham?
Blog do Estadão: Já decidiu seu voto? O que acha das atuais opções para a Presidência da República?
Maitê Proença: Gosto da Marina e do Serra.
Blog do Estadão: O feminismo já era ou a mulher ainda precisa lutar contra as discriminações da sociedade?
Maitê Proença: A mulher ainda é tratada como escrava na África, Ásia, países árabes, na maior parte do planeta. Só no ocidente houve progressos, muitos, mas ainda há discriminação. Quem sabe a própria venha a calhar nesse momento de eleições, atiçando os machos selvagens e nos salvando da Dilma?
Polícia de São Paulo não está respeitando nem puérpera!
Por: Conceição Oliveira, no twitter: @maria_fro
Organizações feministas de todo o país protocolam hoje, junto ao Ministério Público Federal, uma representação contra a Globo e solicitam um direito de resposta coletivo em nome de todas as mulheres que se sentiram ofendidas, agredidas e que tiveram seus direitos violados pelo comportamento da emissora. Leia o comunicado [...]
E o MPF do Rio, hein?
E o que acontecerá com a Rede Globo que transmitiu as cenas?
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Dia 11/01/12 às 20h
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Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna
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Lei Maria da Penha nele!
A Representação contra Hope foi aberta junto ao Conar por cerca de 40 consumidores e também pela SPM
O caso da jovem potiguar
É prática da SPM se solidarizar com manifestações que contestem todas as formas de banalização da condição da mulher.
Iriny Lopes: Nossa visão em relação à publicidade não é moralista.
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“Dificilmente há um texto ou matéria de rádio e tv que não ponha a Dilma em uma tarefa doméstica”
Alguma surpresa na omissão das autoridades paulistas?