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Ubaldo: Em defesa da bomba


06/05/2010 - 20h59

Do Ubaldo, nos comentários do Viomundo:

Sou a favor que o Brasil desenvolva sua bomba nuclear. Para fins pacíficos. Ou seja, para evitar que seja atacado.  Será que o Lula tem peito de contrariar nossa Constituição e de peitar os EUA?  Os EUA não poderão dizer que não devemos ter a bomba porque somos terroristas, como eles dizem do Irã.

Nota do Viomundo: Vamos discutir o mérito da opinião, não o comentarista

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173 comentários

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Rios

11 de maio de 2010 às 00h22

Já dei essa idéia antes e repito… devíamos "pedir" ou aligar uma três ogivas da França… até conseguirmos fabricar as nossas próprias.

Aliás, para quem gosta de teorias de conspiração… lembram daquele veículo de lançamento de foguetes que supostamente explodiu no Maranhão? pois bem, para muitos ele serviria como foguete intercontinental… ou seja, os eeuu deixariam isso nas mãos do Brasil? e se tivessémos a bomba? hummm…

Responder

Glecio_Tavares

09 de maio de 2010 às 20h40

http://www.youtube.com/watch?v=wBkTUzKAiXQ&feature=related
Homenagem ao dia das mães com os resulatdos de umas explosões atomicas.

Responder

Wagner

09 de maio de 2010 às 18h42

1) O Brasil jamais vai precisar de bomba atômica, pois nossos políticos continuarão fazendo com que seus filhos e netos prossigam com o destino escolhido por eles para esta nação, passando o poder de mão em mão e cedendo todas riquezas naturais deste país a quem quiser dar suporte estratégico, político e financeiro a esses mesmos senhores.
2) Se nossas maiores instituições não são protegidas, se somos frágeis a ataques do PCC, se nosso exército é facilmente corrompido e nossas fronteiras são uma porta aberta para os traficantes, pergunto: como vamos proteger nossas bombas atômicas?
3) Finalmente, como bem disse um comentárista deste fórum, sequer temos tecnologia para lançar um foguete, que dirá uma bomba atômica…

Assunto encerrado!

Responder

Wander

09 de maio de 2010 às 12h11

É OBVIO QUE TEMOS QUE TER A BOMBA, pois os latro-genocidas ianques, autoproclamados "defensores da democra$$ia" só não atacam quem 'A' tem. Quanto ao problema de lançá-la ou não, a meu ver é quase secundário, pois se na iminência de um ataque dos rapinantes houver a ameaça de lançarmos uma bomba H aqui mesmo que seja, com o poder de 'rachar o planeta', ninguém estaria a salvo das nefastas consequencias em qualquer parte do mundo e assim, não ousariam empreender tal aventura.

Responder

Charles Santana

09 de maio de 2010 às 06h20

Quem aqui tem arma em casa? Que seja para se defender…

Minha arma é: papel e lápis!

Charles Novaes de Santana – Feira de Santana – BA

Responder

Marcia

08 de maio de 2010 às 22h02

CADÊ o discursso do presidente do Irã, na ONU, que está ameaçado de ataque pelo EUA?
Ele é FUNDAMENTAL para qualquer reflexão sobre arma e enargia nuclear.

Responder

    minibay

    09 de maio de 2010 às 06h55

    Peito eu sei que o LULA tem,
    e é facil dá um "jeitinho" para produzir isso sem ferir a constituição… Tipo criar uma outra arma com outro nome :-)

    O problema é lidar com os militares. Já é dificil lidar com os "companheiros" desonestos, imagine lidar com os militares que por nunca terem uma guerra acabaram se tornando tão corruptos como a classe politica.

Tia Carmela

08 de maio de 2010 às 16h10

Mais do que bomba ou não bomba, a questão é: para as próximas décadas, o Brasil necessita reforçar seu poderio militar para defender os recursos naturais que têm em abundância e serão cada vez mais escassos: AGUA, PETROLEO e ALIMENTOS.

Se é bomba que resolve eu não sei. Mas que precisamos de submarinos nucleares, força aérea, porta aviões, submarinos convencionais etc., isso precisamos.

Responder

    beattrice

    09 de maio de 2010 às 05h17

    E além dos recursos materiais, recursos humanos, forças armadas preparadas, nacionalistas e coadunadas com os interesses do país e do povo brasileiro.

Joshua Ghosn

08 de maio de 2010 às 15h14

Aqui um artigo yankee german sobre o assunto….
Eles estao especulando para obter compromisso (demos-tucanos) de abertura de nossas centrais nucleares…

http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,…

Responder

Marcio Luiz Hipólito

08 de maio de 2010 às 12h15

Interessante a observar é que o Viomundo, do Azenha, que publica praticamente tudo o que a Caia Fittipaldi traduz, não publicou o discurso de Ahmadinejad, também traduzido e distribuído pela rede castorphoto, e preferiu conduzir os blogueiros que escrevem lá na direção de uma discussão sobre se o Brasil deve ou não ter "a bomba". Essa discussão é total e completamente bizantina. Não tem importância alguma, mas, sim, parece muito “jornalística”. Pra piorar, dá aos leitores a impressão — falsa — de que estão sendo ouvidos em tema “tecnológico”, “político”, “atual”, muito "mudernu".

É mais um sinal de que o espírito “jornalístico” à moda do jornalismo brasileiro em 2010 — que é o pior do mundo! –, que desgraçadamente contagia e domina todos os blogs dos jornalistas no Brasil-2010, só faz introduzir na internet os mesmos vícios do jornalismo brasileiro como o conhecemos e que desgraça o Brasil-2010: o fato (nesse caso, o discurso de Ahmadinejad) só interessa na medida em que possa ser usado como pretexto para arrastar o leitor na direção do que o jornalista considere mais jornalístico (isso, é claro, no caso dos jornalistas bom-caráter! – caso do Azenha).

Não há dúvida de que o discurso de Ahmadinejad foi — e continua a ser — importantíssimo. Fundamental. Não há dúvida, tampouco, de que tem de ser lido inteiro, sem edição e sem “resumos”. NADA supera a fala/leitura-na-íntegra, em matéria de expressão e manifestação direta de conteúdos que SEMPRE E NECESSARIAMENTE se perdem quando são editados “jornalisticamente”.

De onde se pode facilmente concluir que a edição jornalística dos fatos SEMPRE E NECESSARIAMENTE é feita, só, para capar os fatos e fazê-los caber na versão que mais pareça “certa” (ou mais interessante), considerados os parâmetros, desejos, ideias, conceitos, pensamentos e posição política, SEMPRE, do jornalista editor, do jornalista empresário ou do jornalista marketeiro alugado a um ou outro grupo de interesses.

Resultado é que, dos vários jornalistas aos quais a Caia enviou a tradução do discurso do Ahmadinejad, só o Blog "O outro lado da notícia", do Osvaldo Bertolino, do Vermelho, publicou o discurso inteiro.

Fiquei bem contente de ter visto isso. Não veríamos porra. nenhuma se a Caia não traduzisse e mandasse essas coisas assim meio esparsas, não-selecionadas por não-critérios que são só dela, e sobre os quais ela, acredito, nem pensa muito e que, conscientemente, só aspira a NÃO TER ASSUNTO SELECIONADO por critérios jornalísticos. O jornalismo é o túmulo do samba, dos fatos e da HISTÓRIA.
MLH

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    08 de maio de 2010 às 13h07

    Sim, caro Marcio, ao destacar o discurso do Ahmadinejad você também está fazendo uma escolha. Está capando os fatos, fazendo com que eles caibam na versão que te parece "certa". São os seus parâmetros, desejos, ideias, conceitos, pensamentos e posição política em ação. Minha sugestão? Monte um blog e nos ensine a fazer Jornalismo. Mas não se esqueça de ir além dos discursos do Ahmadinejad. abs

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 13h52

    faça você foi legal. he..

    ..

    Wildner Arcanjo

    08 de maio de 2010 às 21h23

    Acho iportante ver as duas argumentações, não só a de Israel e EUA, como também a do Irã, assim como não só a da oposição (e de todo o bloco que a protege e a municia) mas também do governo.

    O que não se pode, e aí é onde mora o problema, e suprimir estas informações, não dar oportunidade de ver o outro lado. Mas quem têm que buscar o outro lado é quem se interessa por ele.

    No mais, continuo com minha posição: hoje a diplomacia é a arma mais importante do Brasil (pelo simples fato de não termos outras mais eficientes), no futuro… quem sabe…

    francisco.latorre

    09 de maio de 2010 às 03h46

    Discurso do presidente Ahmadinejad, Irã
    http://www.vermelho.org.br/blogs/outroladodanotic

    ..

Supertramp68

08 de maio de 2010 às 12h09

Vamos morrer pela Patria!!! Construamos a bomba… E enfiemo-la no C…
Não temos tecnologia de ponta,processadores, semicondutores, etc… Como vamos monitorar nossas ogivas? Vamos contar com os franceses?
Não produzimos nem televisão. Imaginem Computadores de ponta e afins?
Os EUA não precisam nos invadir, basta não nos fornecer as parafernalias tecnologicas que equipam nossos aviões (tucanos Embraer), equipamentos de industria (controle de produção) e f…
O Brasil é o feirante do mundo, um exportador de commodities, minerio, soja, bauxita e alguns semi-acabados,
que vende suas riquezas a quem queira compra-las. Pra que nos invadir??
Depois é só dinamitar Itaipu e destruir metade da America do Sul.
Outro sim, somos um pais guerreiro só na televisão. fizemos uma ponta na 2a Guerra Mundial e só. Não temos tradição em guerras e seus custos sociais.
Quanto a Cuba, os Castro sao parceiros dos EUA. Se os states retirarem o embargo, os Castro perdem o poder.
O Japão tomou na cabeça o que pediu com Pearl Harbor. A traição japonesa e sua ganancia expansionista custaram caro.
É de uma ideologia rasteira querer ser potencia mundial por peitar o imperio.Sem educação, sem pesquisa, sem infraestrutura e sem leis, seremos sempre o camelô na esquina do mundo.

Responder

Wildner Arcanjo

08 de maio de 2010 às 11h38

Acho que a nossa diplomacia é uma "bomba" muito mais efetiva do que a Atômica( assim como o Ubaldo disse que as armas atômicas eram para fins pacíficos). Cá para nós, nunca tivemos vocação e estrutura para a guerra. Não vai ser, de hoje para amahã, que isso vai mudar e o problema é para agora, para os próximos anos. Em qual ficha, quais armas, devemos então apostar?
No mais, foco a torcer, para que o mundo não acabe amanhã e que ainda possa ver os meus netos crescerem.

Responder

    augustinho

    10 de maio de 2010 às 12h47

    Tambem nunca ANTES tivemos estrutyura e vontade para: ser potencia petrolifera, ser potencia economica e ator forte no jogo pesado
    do poder mundial. Isto mudou de quatro anos pra ca. Onde ha vacuo de poder, alguem ocupa. E nele chega momento em que poder é capacidade de dizer nao diante das opçoes que estejam no momento dadas.

Olho na oPósição

08 de maio de 2010 às 10h27

Já temos várias bombas que causam um grande estrago: Serra, FHC, PSDB, DEM, etc e agora o Ubaldo! Pra que mais?

Responder

francisco.latorre

08 de maio de 2010 às 10h05

jornalista adora uma bizarria espetacular.

o aza não resistiu.. troll falando algo vagamente pertinente.. é notícia.

a discussão é pertinente.. mas extemporânea.

..

lançador de satélites.. mais a tecnologia pra poder fazer a bomba.. tá de bom tamanho.. por enquanto.

poder montar a bomba.. e lançá-la.. depois a gente aprofunda a conversa.

..

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    08 de maio de 2010 às 13h09

    Pelo número de comentários no post dá para notar que é um debate que mais cedo ou mais tarde será feito abertamente na sociedade brasileira. abs

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 13h40

    não tem dúvida que a questão é relevante.. cedo.. ou tarde.

    e a história da bizarria foi gozação.. piada.. não deu pra perder a deixa.

    ..

    mas.. lançada por quem foi.. às vésperas da sensível viagem do lula ao irã..

    parece casca de banana.. não?..

    ..

    abraço aí.

Flávio

08 de maio de 2010 às 06h13

Bem, dois pensamentos vieram à minha mente. O primeiro foi um "deja vu" do Enéias que pregava a construção da bomba para que não a usem contra nós. Isto mostra que o cara realmente estava à frente do seu tempo. O segundo pensamento é de que concordo com o pensamento do Ubaldo e também com o do Paulo Henrique Amorim: o Brasil deveria ter o mesmo número de bombas que Israel tem e ponto. Vai que um dia destes, por acaso, os EUA resolvem que o petróleo do pré-sal estaria em mares internacionais e por isto poderiam extraí-lo como bem quisessem.

Quanto à constituição, isto é só um detalhe. Coisa pequena. Nela vem dizendo que todo brasileiro tem direito à educação e saúde de qualidade, que todos são iguais perante a Lei. Que mal haveria em se esquecer de mais uma pequenina parte dela?

Responder

Gerson Carneiro

08 de maio de 2010 às 03h40

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada – Rosa de Hiroshima – Composição: Vinícius de Moraes / Gerson Conrad

…Nossas armas estão na rua
É um milagre
Elas não matam ninguém

A fome está em toda parte
Mas a gente come
Levando a vida na arte
As crianças brincam
Com a violência
Nesse cinema sem tela
Que passa na cidade

Que tempo mais vagabundo
Esse agora
Que escolheram pra gente viver – Milagres – Composição: Cazuza / Roberto Frejat / Denise Barroso

Pra finalizar (como não poderia deixar de ser) dois temas musicais adequados. E viva o Brasil!

Responder

Adilson

08 de maio de 2010 às 06h40

Lamento dissentir, mas não tenho como falar sobre a opinião de um cidadão que vi por várias vezes conceder entrevistas para falar mal do melhor Presidente que o Brasil já teve.
Para mim, esse cidadão pensando e um burro pastando, o quadrúpede merece mais consideração.

Responder

Allan Erick

08 de maio de 2010 às 03h21

Sim, de fato não sofremos ameaças ou agressões militares…ainda. Hoje mesmo a publicação Alemã "Dear Spiegel" insinuou que o Brasil ( a exemplo do Irã ) estaria desenvolvento armas nucleares. Mesmo discurso, velhas táticas…
É Irracional achar que um país com as riquezas e o potencial que tem aposte todas as fichas no pacifismo incondicional. Precisamos nos tornar uma potência militar nuclear, pois em um futuro próximo as potências nucleares precisarão de água potável, petróleo, plutônio e biodiversidade. A história recente mostra que eles não costumam pedir e que não gostam de pagar pelo que precisam.

Responder

Arthur Schieck

08 de maio de 2010 às 01h34

Acho desnecessária a discussão da bomba agora. Não sofremos ameaças militares reais que seriam sanadas com a posse desse tipo de armamento. O país não vai se beneficiar economicamente disso, ao contrário, gastará muito dinheiro para construir e manter o programa da bomba, sem falar na imagem do país que pode sair arranhada no exterior com reflexos na venda dos nossos produtos lá fora.
Porém o Brasil precisa sim de forma urgente desenvolver seu programa espacial. Acho que é desse programa que os EUA tem mais medo pois a mesma tecnologia que nos permitiria mandar satélites para o espaço nos permite mandar um míssil na cabeça do Tio Sam.
Temos uma Amazônia inteira pra monitorar e não temos um satélite exclusivo nosso. Militarmente o programa espacial nos colocaria em um outro patamar estratégico.
Só lembrando que a bomba sem um míssil de longo alcance não adianta de quase nada.

Responder

andre i souza

08 de maio de 2010 às 01h05

Quero estar totalmente errado, mas não acredito que as grandes potências vão um dia se desfazer dos seus armamentos nucleares. A partir desta ideia, como temos, e em abundância, tudo o que o resto do mundo quer e vai precisar desesperadamente mais ao futuro, penso ser indispensável possuirmos esse tipo de armamento. Os meus vizinhos, com histórico de invasão e roubo de propriedade alheia, têm cachorros pitbull e rottweiler para vigiar suas devastadas propriedades – e, ainda, alardeiam isto aos quatro ventos -, mas eu, eu que nada, sou obrigado a contentar-me com meu chiuaua manco e cego porque o síndico e o conselho, formado por estes mesmos vizinhos, acham muito perigoso para o condomínio eu possuir um pitbull, que seja. As raposas com os dentes cheios de lã e sangue querem, agora, cuidar das ovelhinhas. Como dizia minha avó: "Se não houver bobo, ladino não sobrevive"

Responder

    Gustavo

    08 de maio de 2010 às 02h22

    Não confunda alhos com bugalhos

PAULO ANGELO

08 de maio de 2010 às 04h02

Infelizmente a polícia do mundo: USA, só reipeita quem tem a bomba atômica. Sempre fui contra, mas sou obrigado a reconhecer, que nesse mundo em que vivemos só seremos soberanos se a tivermos. Digo isso com tristeza, mas essa é a realidade. dá para notar que os EUA, morrem de medo da Coréia do Norte, um país miserável, e que só não foi invadido e dizimado pela "maior democracia do mundo", porque eles tem a bomba.É um medo explícito, medo de oquirrotos.Portanto acho que foi um equívoco o Brasil ter parado com o desenvolvimento da bomba. Esse foi, juntamente com a lei de informática, os únicos projetos acertados pela ditadura militar, que o presidente Sarney detonou!

Responder

    Guilherme Augusto Z

    08 de maio de 2010 às 13h38

    Concordo com o Paulo Angelo. É mais ou menos como a história do pobre que fica milionário com um prêmio da mega sena e sai por aí ostentando a nova riqueza. Não se protege, não, pra ver. Vagabundo vai botar a mão facilmente.
    Com o Brasil, com nossas riquezas, não é diferente, e mais cedo ou mais tarde os bandidos virão atrás delas.

Mc_SimplesAssim

08 de maio de 2010 às 02h11

Sou favorável a que todas as bombas nucleares e similares sejam proibidas e destruídas.

Simples assim.

Responder

João L. B. Penharvel

07 de maio de 2010 às 22h47

Concordo com o Ubaldo, apesar de ser Ubaldo, eu já tinha essa preocupação com a bomba, para assegurar um futuro pacífico para o país e talvez toda a região. Por mais exquisito que seja, ou paradoxal, neste mundo multi-polarizado necessitamos mais do que nunca de auto-suficência, inclusive bélica.

Responder

Marcelo Ramos

08 de maio de 2010 às 00h54

Já trabalhei profissionalmente, de graça ou não, para mais de uma ONG, ambientalista, que busca a paz, humanista etc. Depois de uma certa idade, a gente aprende a ver as coisas como são. Quando o mundo tiver paz, não precisaremos da bomba. Enquanto isso, é melhor ter uma ou duas, assim como os caças franceses, assim como os submarinos nucleares, e todas as tecnologias mais avançadas. Acho que temos que ter a bomba pelo mesmo motivo que vamos comprar os caças e desenvolver a tecnologia de submarino nuclear: geopolítica.

Responder

@leumasocsalev

07 de maio de 2010 às 22h00

De que adianta ter a bomba sem ter porta-aviões ou meios de usá-la? A bomba "em si" explode AQUI se não tiver meio de transporte eficiente. Não adiantar fazer bomba sem ter logística militar.

Responder

Boo

07 de maio de 2010 às 21h59

Na noite de Natal de 2001 a Marinha fez naufragar seu próprio submarino Tonelero que estava atracado no cais do Rio. Nove militares estavam de serviço no dia do acidente: um oficial e oito praças. Esqueceram a escotilha do compartimento de máquinas aberta, o que permitiu o rápido alagamento da embarcação. Em nota oficial, a Marinha afirma que os militares que "foram considerados diretamente responsáveis pelo acidente e ficaram "enquadrados em transgressão disciplinar". A imprensa não teve acesso ao inquérito. Depois disso, ainda pensam que o Brasil pode ter controle quando possuir sua pr[opria Bomba Atômica?

Responder

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 21h41

Revista alemã, hoje, em matéria divulgada em seu site, especula se Brasil quer bomba atômica.

Das duas uma: ou os alemães estão lendo o Vi o Mundo (e entraram no debate do Ubaldo), ou o Ubaldo (talvez também o Klaus) é o informante dos alemães.

Responder

    Gerson Carneiro

    08 de maio de 2010 às 03h54

    Aaaaah… tá. E "Es wäre sehr schwierig für sie lesen die Artikel des "Ich sah die Welt", wie dieser Website ist in portugiesischer Sprache" trata-se de psicografia do Dr. Fritz. Entendi.

Fábio Fernandes

07 de maio de 2010 às 18h36

Armas só servem para matar. Nada de bom pode vir de algo que só serve para matar. Os que acham que a bomba evita guerras supõe que o poder esteja sempre com pessoas sensatas, algo que a história provou ser mentira. Quanto menos armas, menos violência. Está é a minha opinião.

Responder

carlos quintela

07 de maio de 2010 às 20h18

Sou contra o Brasil desenvolver bombas nucleares. Entretanto, não concordei e continuo discordando da nossa adesão ao tratado de não proliferação e armas nucleares da forma como foi feito. O Brasil deveria ter insistido que todos, repito, todos os países desativassem seus artefatos nucleares, sob a supervisão de comissões internacionais não submetidas aos EUA. Todos sabemos que aquela nação usa seu poderio nuclear para amedrontar outras nações e se há alguem que não deve ter esse tipo de armamento, este alguem é aquele povo. A opção de ter ou não armas nucleares é de cada nação.

Responder

jose carlos lima

07 de maio de 2010 às 20h14

O ex-presidente já defendeu a bomba brasileira como poder de dissuassão quando os EUA aportarem pelos rumos de cá para se apoderar do pré-sal

Responder

Luis Alberto

07 de maio de 2010 às 17h13

A bomba atômica é uma arma de dissuação, depois que mais de um pais passou a tê-la nunca mais foi usada.
Devemos ter a bomba atômica para que o pais agressor por excelência entenda que nós não cederemos/ entregaremos as nossas riquezas para o desfrute de seus nacionais.

Responder

Alberto Porém Jr.

07 de maio de 2010 às 19h51

A bomba atômica não impõe respeito, ela amedronta.
Se for por este "respeito", então poderemos liberar para que todas as pessoas possam andar livremente com armas nas ruas, para ter "mais respeito" por exemplo no trânsito.
Imagine você no trânsito o cara "tranca" você, ai você reclama e ele mostra a arma dele!
Impõe respeito ou amedronta? E acaba a discussão.
Você abaixa a cabeça, enfia o "rabo entre as pernas" e vê ele indo embora.
Muito "respeito"!

Responder

@Mundimveloso

07 de maio de 2010 às 16h46

Não entrarei no mérito da necessidade de bomba. Mas em outro tópico aventado pelo comentarista. Passar por cima de regras da Constituição causa imenso dano ao Estado Democrático de Direito. E o afirmado por mim não é apenas mera retórica jurídica. A Constituição é uma garantia que o Estado terá limites a ser seguido por cidadãos e principalmente por seus governantes, que são entes transitóriosIr contra uma regra Constitucional é ir contra as instituições do país, enfraquecendo-o e gerando insegurança jurídica para todos. Se quebra uma regra Constitucional hoje para fazer a Bomba Atômica, poderá amanhã quebrar outra para instituir a tortura, por exemplo. Assim, qualquer regra constitucional quebrada é prejudicial ao país.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 18h17

    O Ubaldo é um oceano de contradições – e, muitas vezes, de arrogância.

wag

07 de maio de 2010 às 16h40

Tecnologia para construir uma bomba atômica já temos. Recentemente, foi publicado o livro " A física dos Explosivos Nucleares", de Dalton Ellery G. Barroso, fruto de sua tese de doutoramento (pós?), o qual provocou manifestação da AIE, vez que elucidava pormenores da construção de uma bomba atômica americana, e, segundo esta instituição, salvo engano, somente um pais que tivesse construído uma bomba atômica poderia ter feito tal estudo.

Creio que isso, por agora, basta!

Responder

Jorge Nunes

07 de maio de 2010 às 16h08

Ter a bomba poder trazer inúmeras vantagens. É só olhar as notícias os EUA nunca implicam com países que têm bomba atómica.

A Índia – Tem a bomba não participa de nenhum acordo e os EUA nem chegam perto.

A China – Tem a bomba e os mísseis e ignoram qualquer acordo nuclear – Os EUA não implicam.

A Rússia tem a bomba e os mísseis e as principais cidades dos EUA no alvo, pode atacar e humilhar um aliado da OTAN e dos EUA e os EUA só fizeram um crítica leve e a OTAN fingiu que não era com ela.

Os EUA só implicam com países que não podem se defender de seus ataques. Se estão querendo atacar o Irã é porque não tem a bomba, do mesmo jeito que o Iraque não tinha as armas químicas.

Mas parece que os EUA estão usando todo o seu capital e sacrificando muita coisa para cercar a China e a Rússia. Se o Brasil tiver a bomba e os mísseis os EUA vão acabar falindo. Pois vão querer cercar o Brasil também.

Responder

yacov

07 de maio de 2010 às 18h55

FAÇA AMOR NÃO FAÇA GUERRA!!! Em tempos de paz, multilateralidade, diálogo e conciliação, conforme à atuação do nosso grande presidente LULA, esse papo de bomba vem na contramão de tudo. NO BOMB!!! De toda forma, penso que deveria ser criada uma agência internacional para cuidar do desenvolvimento de armas nucleares, até porquê elas podem ser necessárias contra eventuas quedas de meteoros ou outros corpos estranhos na Terra, e que podem provocar grande destruição. Mas seu uso em guerras convencionais ou como poder de pressão sobre quem quer que seja deve ser terminantemente proibido. Apenas seu uso pacífico pode ser admitido, ou então estaremos sempre à mercê da barbárie.

"O BRASIL DE VERDADE não passa na GLOBO – O que passa na GLOBO é um braZil para os TOLOS"

Responder

    Mc_SimplesAssim

    08 de maio de 2010 às 03h47

    Prezado Yakov,

    Sou contra mísseis nucleares até mesmo contra meteoros que eventualmente nos ameacem.

    Será que alguém sabe de algum meteoro de grandes proporções que esteja se dirigindo à terra?

    Essa desculpa poderia ser facilmente adotada pelos estadunidenses para impedir a proibição e destruição de todo o arsenal nuclear disponivel no mundo, o que seria no meu entender, a melhor solução.

valmont

07 de maio de 2010 às 15h47

Bomba atômica para fins pacíficos?
Para bombear o quê?
Não entendi :]]

Responder

Marcelo de Matos

07 de maio de 2010 às 15h04

O meu nome é Ubaldo! Brincadeira: é que o maior defensor da bomba atômica, entre nós, foi o falecido Dr. Eneas, do PRONA. O cardiologista, porém, não fez escola: a doutora Havanir, seu alter ego, tucanou e parece que se aquietou. Talvez o Dr. Eneas estivesse certo, tão certo quanto o nosso Ubaldo. Da minha parte, sou adepto do desarmamento. O que o governo precisaria fazer é estabelecer condições para as parcerias econômicas com o Paraguai: só sairia a concessão da energia de Itaipu, financiamentos do BNDES, etc, se o vizinho deixasse de ser um paiol dos fabricantes de armas. As guerras com os traficantes, Brasil afora, são potencializadas pelas armas e drogas vindas do Paraguai.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 16h30

    E tem mais: o que o Ubaldo defende geraria o álibi perfeito para os EUA, que acusa existência de "atividades terroristas" na "Tríplice Fronteira"…

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 09h44

    a gente podia comprar o aeroporto amerikano..

    que está só esperando a ocupação.

    ..

Scan

07 de maio de 2010 às 17h58

Bom, só acho que agora não é o momento pra se discutir isso.
Temos uma bomba armada que é o sr. Serra. Esta sim precisa ser combatida.
Ele é uma bomba com potencialidades devastadoras: ele é uma bomba que pode transformar o Brasil inteiro, de uma só vez, em ruínas e jogar-nos novamente há 50 ou mais anos atrás.

Responder

    beattrice

    07 de maio de 2010 às 22h51

    Scan,
    se me permite o acréscimo, essa bomba já foi detonada faz tempo.
    Basta ver o rastro de destruição que deixou no des-governo de SP.

Scan

07 de maio de 2010 às 17h51

Continuação…
Temos que dominar a tecnologia de construção. Apenas isso.
Quanto àqueles que acham que bombas A devam ser construídas para servirem de agente dissuasor, considero-os equivocados.
Já foi dito que um químico e um biólogo competentes que disponham de uma fábrica de cerveja adaptada, poderiam fabricar uma quantidade de botulina suficiente para acabar com toda a vida na terra.
E com vantagens: é mais barato do que uma bomba A e elimina apenas os seres vivos, deixando intacto todo o resto.
Este sim é um agente dissuasor de peso!

Responder

Scan

07 de maio de 2010 às 17h49

Defendo que o Brasil construa, sim, uma bomba nuclear.
Por um único motivo: a tecnologia subjacente que adviria da pesquisa. Temos milhares de físicos e engenheiros que poderiam se beneficiar desse conhecimento e, com isso, ajudar o país em futuro próximo.
Depois de pronta, o que fazer com ela? Podem desativá-la e desmontá-la. Mas teríamos então uma indústria equipada e com know-how para construir artefatos nucleares pacíficos. Teriamos industrias de mecânica fina com tecnologia de ponta, laboratórios equipadíssimos e sabe-se lá quantas coisas mais.
Temos hoje condições de construir, uma usina nuclear? Não. Acho que atá as bombas de cobalto dos hospitáis são importadas…Mas teríamos se fosse investido dinheiro na fabricação de uma bomba unicamente para gerar conhecimento.
Uma bomba A hoje não intimida ninguém. Essa dança de rato dos EUA sobre o potencial do Irã é uma balela, como o foi as armas químicas (inexistentes) de destruição em massa do Saddam. Como disse o imbecil, paranóico e desequilibrado físico Edward Teller (que o diabo o tenha), bombas A servem de gatilho pra detonação de uma termo-nuclear. E só.

Responder

Marc

07 de maio de 2010 às 14h45

Quanto a ter armas nucleares não sei, assinamos muito tratados, colocamos restrição na constituição, etc. muito complicado, mas sem duvida nenhuma devemos ter:

1 – Dominio total do ciclo nuclear
2 – Força militar para desencorajar aventureiros (aviões, submarinos, equipamentos de ultima geração)
3 – Independencia tecnologica em eletronica, ( não adianta criar armamentos com chips Intel, uma das causas da queda da URSS foi a sabotagem americana nos componentes eletrônicos usados. Lembra de Chernobil?)
4 – Orgãos de Inteligencia, a Abin tem este papel ( por favor, esqueçam o fantasma do SNI, todo o pais tem de ter um orgão de inteligencia)

Responder

Luiz Henrique

07 de maio de 2010 às 14h23

Para mim acho uma grande hipocrisia essa questão de extinção ou não das armas nucleares, sim o armamento nuclear é uma tecnologia poderosíssima e letal. Sempre nos lembramos e nos remetemos a Hiroshima e Nagasaki, o lançamento das bombas foi uma demonstração de poderio bélico dos EUA, os próprios nunca conseguiriam desenvolver a bomba se eles não naturalizassem e dessem café, comida e roupa lavada a muitos cientistas estrangeiros, até mesmo nazistas. O gargalo do problema não está nas amas nucleares, sua extinção ou redução de nada adiantará, qual país hoje atacará o outro com armas nucleares, se os EUA fizerem isso, outras potências o retaliarão e assim se vai, um destruindo o outro. Deveríamos mesmo é pensar em extinguir as fábricas de armas comuns, em qualquer lugar compram-se armas, quantos fazem a apologia contra as armas nucleares e tem uma TAURUS, UZI, AK47, 762, .40 em casa guardada no armário para um dia seu filhinho pegar escondido e ir para o céu mais cedo.Vá a favela, ao prédio de classe média alta, ao condomínio comprar um trezoitão ou uma pistola, agora onde vc compra uma bombinha nuclear, só se for uma cabeça de nego.

Responder

Fábio

07 de maio de 2010 às 17h21

Acho necessário fazermos uma emenda a Constituição e fabricarmos uma bomba atômica. Não deixa de ser uma política estratégica. Afinal, os E.U.A são uma ameaça ao progresso de qualquer país.

Responder

Carlos

07 de maio de 2010 às 13h59

"Vamos discutir o mérito da opinião, não o comentarista"
Tá certo, tudo bem, mas é difícil…

Responder

yacov

07 de maio de 2010 às 13h58

Penso que NENHUM país deve ter a Bomba: "A rosa radioativa estúpida e inválida". Os que teem deveriam descartá-las e usar a energia nuclear apenas para fins pacíficos. Quer brigar então briga no mano-a-mano, como manda o código de honra dos homens de coragem. Nada de ficar matando milhões como fizerm em HIroshima e Nagasaki. Isso sem considerar que a explosão de uma bomba traz enormes prejuízos ambientais e se cair em mãos erradas, adiós pampa mia…. NO BOMB, NEVER!!!!

"O BRASIL DE VERDADE não passa na GLOBO – O QUe passa na GLOBO é um braZil para os BOBOS"

Responder

PEDRO HOLANDA

07 de maio de 2010 às 13h58

Meu povo, Bomba atomica, invasão da Amazonia…Um ex-Comandante Militar da Amazonia, falou em uma entrevista que entrar ali é ´´bronca´´ Os soldados de lá 80% são indios, estes sim, conhecem o terreno. Entra prá cair o pelo!!!

Responder

Dirck

07 de maio de 2010 às 13h35

Procurando no lugar certo, a mídia investigativa verá que já temos bomba atômica desde o século passado.

Responder

Lucas Cardoso

07 de maio de 2010 às 13h33

Não apenas o artigo como vários comentaristas são a favor de desobediência à Constituição. Por favor, me diga que eu tô completamente enganado. Vocês realmente querem que o Lula desobedeça a Constituição? E depois, quando o mandato do Lula acabar, quem vier depois dele também vai ter o direito de desobedecer a constituição se quiser? Pelamordedeus!

Isso sem falar nos tratados internacionais dos quais o Brasil faz parte. A produção de armas atômicas é ilegal, em vários níveis. Além de, é claro, ser inútil (porque uma guerra não-nuclear causa tantos estragos quanto) e imoral (mata milhares de pessoas ainda mais indiscriminadamente que bombas normais).

Por fim, um programa nuclear precipitaria um ataque, não o contrário. Se algum país grande se sentir ameaçado pelo Brasil, vai querer invadir antes que nossa bomba esteja pronta.

Responder

Eu mesmo

07 de maio de 2010 às 16h33

Não quero aqui tomar partido de quem está certo: ter ou não armamento nuclear. Quero apenas levantar um ponto que parece ser desconhido da maioria dos cometaristas deste tópico.
Ao ler os comentários, fico com a impressão de que a grande maioria tem uma idéia errada do que seria uma arma nuclear e das suas possibilidades de utilização. As armas nucleares não são apenas as de destruição em massa instalada em misseis balisticos intercontinetais, dessas que destroem cidades inteiras. Os Russos (então soviéticos) nos anos sessenta desnvolveram uma série de armas nucleares de porte médio, que teriam utilidade táctica (poderiam ser utilizadas em campo de batalha, principalmente contra porta-aviões ou formações de blindados). Os chineses hoje investem boa parte da sua pesquisa neste tipo de armamento. Quero dizer com isso apenas que essa visão de que a arma nuclear é um tipo de armamento que visa apenas a vingança ou a intimidação não está completamente correta.

Responder

Nildo

07 de maio de 2010 às 13h22

A única bomba que devemos inicialmente nos preocuparmos é: o PSDB,o finado DEMO e o PIG.Exterminando-as ou desativando-as,daremos um grande passo para nos tornarmos um país sem traumas e sem medo de se impor,e isso se dará com um Legislativo produtivo e um Judiciário mais atuante.

Responder

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 13h14

"Aonde vão nossos filmes irão também nossos produtos e nossa ideologia" – Franklin Delano Roosevelt

Não precisa de bomba atômica. É mais simples do que Ubaldo pensa: pare de assistir a filmes estadosunidenses.

Responder

    valmont

    07 de maio de 2010 às 16h38

    Isto é um fato.
    Fico admirado com o alinhamento quase perfeito da indústria cinematográfica norte-americana às estratégias geopolíticas dos EUA. Por exemplo, durante a Guerra Fria, todo bandido era soviético, depois, passaram a ser árabes ou latinos (por conta do suposto combate ao tráfico de drogas). Os caras são realmente especialistas em manipulação da opinião pública mundial. Criam estereótipos absurdos, preconceitos de toda sorte, e o mundo assimila tudo isso com uma naturalidade impressionante.

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 09h41

    no tal oscar inventaram uma fantasia ecólogica pra disfarçar.

    mas o prêmio foi pro elogio da guerra.

    obama 'paz é guerra'. mais do mesmo. em nova embalagem.

    ..

Engajarte

07 de maio de 2010 às 12h40

O ponto chave da ameaça nuclear vem é claro dos países que POSSUEM armas nucleares, os quais só fazem desenvolver e ampliar suas armas, sua tecnologia, seus vetores nucleares, e rotineiramente fazem ameaças de uso de seus arsenais.
Por óbvio o foco dos países poderosos com o TNP é contra os países que NÃO POSSUEM as mesmas armas que eles dispõem aos montes.
A vergonhosa assinatura do TNP pelo FHC foi uma das grandes derrotas do Brasil como país, frontalmente contrária a décadas de orientação do Itamaraty.
E o que ganhamos em troca? Ganhamos agora pressão adicional para assinar um protocolo ampliado, que multiplica as nossas restrições e mantém as mesmas facilidades aos países com armas atômicas. http://engajarte-blog.blogspot.com/

Responder

Pilo

07 de maio de 2010 às 12h37

Eu acredito que peito é o Brasil sem arma nuclear nenhuma ser respeitado no mundo inteiro, como está sendo. Peito é impôr a sua opinião contrária aos interesses dos "poderosos", que possuem as tais armas. O Brasil está no caminho certo e não precisa de nenhum artifício. Nossa respeitabilidade é pelo que somos e não pelo medo que "teriam" de nós.

Responder

Marcelo

07 de maio de 2010 às 12h37

É lógico que eu sou a favor da bomba atômica. O princípio é simples: se todo mundo pode, a gente também pode.
Ninguém vai querer se engraçar por aqui sabendo que o Brasil tem bomba atômica.
Essa história de que os EUA estão se desarmando é cascata grossa. Apenas 100 bombas atômicas são necessárias para fazer um estrago no mundo. E somente os EUA têm mais de 3 mil delas. Ou será que tem gente que acredita nos números e dados do Pentágono ainda?
Tinha é que picar o pé no FHC por esse idiota ter assinado o tratado sem o consentimento da população brasileira.

Responder

augustinho

07 de maio de 2010 às 12h36

Precisa ter a bomba sim. Fazer, testar e deixar claro que continua tendo a capacidade proxima de fazer mais.
Porque o pais sera um player dos grandes em breve, e o jogho é pesado, tera decisoes pra tomar…
E, como ja disse antes, primeiro desenvolver junto com a Argentina, um programa todo de foguetes lançadores, de
de ate uns 3000 km… Todo o brasileiro sabe, intuitivamente e sem qualquer duvida, seja ele professor universitario ou humilde catador d rua, sabe que seu país é rico, muuito rico em muita coisa.
É mais ou menos um moleque de 13 anos, que nao sabe direito o que vai poder usar aos 20 quando estiver na chuva pra se molhar. Vai ser preciso PODER dizer não amanha. Os problemas da constituiçao: foi um erro mas enfim, os tempos mudam.

Responder

Carlos Menezes

07 de maio de 2010 às 15h22

Sugiro botar o Ubaldo sentado em cima da bomba e detonar.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 16h34

    Que tal um "passeio" interestelar, Ubaldo?

    Carlos

    08 de maio de 2010 às 12h12

    Estimado e prezado Ubaldo
    Encare como convite para inesquecível experiência científica, aceite, apresente-se como voluntário – ao retornar, apresente relato e pontifique…

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 12h03

Agora uma coisa me preocupa de verdade: a Amazônia.

Sim, essa que ingenuamente a gente se pega batendo no peito e repetindo: "é nossa".

O Brasil não tem condição de fiscalizar, e não fiscaliza, todo o seu território, principalmente a região amazônica.

Enquanto estamos comentando aqui, gente de todo mundo, nesse momento, está surrupiando alguma coisa na Amazônia. E aí inclui a reserva de água doce. Há relatos de navios que chegam, abastecem com água doce, e partem, sem serem incomodados.

Quando o Brasil atribuir importância maior a riquezas naturais do que a votos, será tarde. E então, Arthur Virgílio, o sr. que é de lá, o que tens feito nesse sentido?

Responder

    Maria Efigênia

    07 de maio de 2010 às 12h42

    Gerson, é verdade, ainda mais que (embora já saibam disso há algum tempo) os geológos dUFPA
    informam que o Aquífero Alter do Chão pode ser o maior do mundo. Localizado sob o Pará,Amazônia e Amapá.
    Já imaginou o que isso significa??

    Jô Freitas

    07 de maio de 2010 às 14h42

    Artur Virgilio???…
    O Artur foi um lambe botas do FHC e vive mais pra S paulo que pro Amazônas. É um traidor. O único objetivo dele é ser eleito pelos amazonenses, ganhar o dinheiro dele e passear na França com o dinheiro do povo acompanhado por sua mãe.
    Eu não voto no Artur Virgilio.

boto tucuxi

07 de maio de 2010 às 12h03

O Brasil não precisa da bomba, precisa de meios práticos de dissuasão e defesa.

Precisa dos submarinos e porta-aviões (de médio porte) com propulsão nuclear, precisa de uma força aérea significativa, de um exército pequeno e profissional, uma Força Nacional para defesa das fronteiras.
O Brasil precisa tornar MUITO CARO para qualquer agressor o CUSTO de nos atacar.

Ao mesmo tempo o Brasil precisa de – e com muito mais intensidade e importância – de um CORPO DIPLOMÁTICO realmente comprometido com os interesses nacionais, MUITO BEM QUALIFICADO E TREINADO, atuante em cada país e nação da Terra. O Brasil precisa se por ao mundo não como candidato a ser o próximo grande império (como a China e a Rússia querem ser), mas como o maior exemplo que o mundo pode ter de como o respeito à DIVERSIDADE e a TOLERÂNCIA podem levar a humanidade a superar a ameaça da aniquilação – afinal de contas, desde de 6 de agosto de 1945, somos todos membros de uma espécie ameaçada de extinção.

Não importa quantas bombas-A o Brasil possa ter, Rússsia e EUA as terão em maior número, hoje um agente terrorista (Al Qaeda, CIA ou Mossad, tanto faz!!!) é capaz de construir e plantar uma bomba-A em qualquer cidade do mundo.

Bombas-A são uma inutilidade estratégica, têm um enorme custo tático e são uma ameaça nula contra agentes terroristas. SÂO APENAS ARMAS PARA VINGANÇA! O último recurso para aniquilar um atacante, uma medide de desespero! ATÉ ISRAEL e IRÂ sabem disto!

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h25

    Excelentes ponderações.

Amanda Vieira

07 de maio de 2010 às 14h55

Ter bomba a uma altura dessas é só ter mais um motivo para os EUA nos chamarem de terroristas e invadirem o Brasil. Não podemos dar motivo pra esses caras! Além disso, ter bomba para "se defender", é tão inócuo perante o poder dos EUA! Se eles quiserem acabar com um país eles jogam uma bomba lá e não vai sobrar ninguém nem pra acionar o botão da bomba de defesa!

Santa igenuidade a desse moço, o Ubaldo…

ProntoFalei!

Responder

    Melchíades A. Prado

    07 de maio de 2010 às 19h41

    Armanda
    Creio que você é diplomata ou estudante do Itamarati:
    "Santa ingenuidade deste moço, o Ubaldo…"
    Que maneira mais elegante de definir o rapaz! Vamos no popular: este Ubaldo é um bobo-alegre que vem aqui apenas para encher o saco da turma. É um cara irritante e suspeito. Suspeito de ser um troll assalariado do PSBDEM que monta uma es – quadrilha de jagunços digitais para ficar o dia inteiro na rede atacando e perturbando o ambiente que não gostam de frequentar, e o fazem apenas por serem pagos para isto. Esta é a verdade.
    O Azenha amacia, mas sou favorável a exclusão de todo comentário-chorume que este sujeito faz aqui diariamente atacando nossa inteligência e provocando perda de tempo (como perco agora) em comentar suas provocações.

    francisco.latorre

    08 de maio de 2010 às 17h21

    é o expediente do bode fedido pra atrapalhar a discussão.

    mandaram um chato lesado insuportável. pra poluir o ambiente.

    mais. eu também ignoro. há tempos.

    comento agora levado pela análise certeira do colega.

    que foi muito bem. é isso aí. isso isso.

    ..

francisco.latorre

07 de maio de 2010 às 14h49

agora que o brasil está ganhando a guerra da paz.. com a amerika perdendo.. vem essa conversa..

o trolha conseguiu bagunçar a área.. com ajuda do azenha.

a bomba que nos ameaça é a bomba golpista.. que será desativada em outubro.

..

ou quem sabe o aza tá provocando o provocador..

que parece ter esquecido que quem assinou a renúncia à bomba foi o seu herói..

o ociólogo entregão..

o patrono da candidatura reacionária que deseja reverter a roda da história.

o passado deve permanecer enterrado. fora serra.

dilma 2010. a bomba da paz. social política econômica.

..

dá corda azenha.. dá.

mas depois num reclama..

..

Responder

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 11h48

“Sou a favor que o Brasil desenvolva sua bomba nuclear. Para fins pacíficos”

Apenas consigo vislumbrar uma bomba nuclear “para fins pacíficos” caso seja para ser utilizada em festas juninas.
O efeito prático, obviamente, seria catastrófico, mas o que vale é a intenção. Não é mesmo?

Responder

Jean

07 de maio de 2010 às 14h17

Para defender os interesses nacionais, e a soberania sobre nosso território, é preciso estar em pé de igualdade com as potências imperialistas. Pergunto:
Quem se mete a besta com um país que possui bomba atômica? Se o Iraque tivesse a bomba seria atacado?
A demonização que foi feita com Saddan e o Iraque por conta do petróleo, pode ser aplicada em qualquer país do mundo, inclusive aqui no Brasil.
Por isso sou a favor da bomba A.

Responder

José A. de Souza Jr.

07 de maio de 2010 às 14h15

Possuir umas poucas bombas nucleares não significa muita coisa. é preciso contar também com sistemas de lançamento, espionagem e acompanhamento. E nem assim estaríamos mais seguros, dada a disparidade da nossa situação. Por outro lado, o valente povo vietnamita derrotou o país mais nuclearmente armado da Terra, sem o emprego de tais armas. Ficou provado que mesmo tendo a capacidade de fazer bombas nucleares, contar com sistemas de lançamento, etc., não é suficiente para usar tais artefatos. Agora, penso sim que devamos desenvolver todo o ciclo da energia nuclear endogenamente, assim como ter um programa espacial igualmente ativo. Ambas tecnologias são duais. Servem para a paz, mas num momento crítico também poderiam ser rapidamente mobilizadas, a despeito de qualquer coisa escrita e assinada em papéis. Simultaneamente, nos protegemos de pressões exógenas sobre nossa soberania. É o caminho das linhas de menor resistência. Enquanto isso, muita diplomacia e alianças estratégicas com todo mundo, conforme nossa longa tradição de política externa.

Responder

fichacorrida

07 de maio de 2010 às 13h52

A posse da bomba não nos livraria de ataque dos EUA. Pelo contrário, só levaria os EUA a lançarem ataques preventivos, como fazem no Iraque, Afeganistão e Paquistão.
Veja-se o exemplo de Cuba. Não tem bomba e ainda assim os EUA se veem obrigados a respeitá-la. O que aconteceria aos EUA se invadisse ou lançasse uma bomba sobre Cuba? Teria o repúdio mundial.

Responder

    Jô Freitas

    07 de maio de 2010 às 14h53

    Você sabia que Cuba foi base da União Soviértica? Pois é, lá tem guardadas uma porção de bobas que nunca foi retirada pelos soviéticos e que poderá ser disparada pelos cubanos. Aí ta a causa dos EUA ´nao atacerem Cuba. O medo das bombas…

Carlos

07 de maio de 2010 às 10h47

O assunto é político e fatalmente será abordado na campanha eleitoral – não por acaso que foi levantado por quem o levantou…
Concordo que para se ter paz, é necessário estar preparado para a guerra, mas o Brasil não deve agir isoladamente, à revelia do continente – se o fizer, desencadeará corrida armamentista, com fatal destruição do Mercosul.

"Será que o Lula tem peito de contrariar nossa Constituição e de peitar os EUA? "
Lula tem o DEVER de respeitar a Constituição, e não cometerá bravatas.
Constituinte EXCLUSIVA, autodissolvida após concluir os trabalhos, pode ser o caminho.

O assunto está na pauta do PARLASUL?

Responder

Marcelo Teixeira

07 de maio de 2010 às 13h26

Continuando:
Acho que por mais que façamos essa ou qualquer bomba ou artefatos com alto poder de destruição estaremos sempre muito distantes do arsenal dos países que tem bomba. Creio que devemos concentrar nossos recursos econômicos, financeiros e intelectuais na busca de opções que anulem os efeitos destrutivos das vorazes ações econômicas hegemônicas e desses e de outros artefatos de guerra. O mais importante é continuarmos a nos fortalecer economicamente, dependendo menos dos países do grupo que tem a bomba. A arma mais poderosa está sendo construída pelo atual Governo quando induz simultaneamente crescimento econômico interno com distribuição de renda, a inserção do Brasil econômica, comercial e política no mundo onde há possibilidades de influirmos nas decisões globais. Gastar dinheiro e energia nessa corrida nuclear nos fragilizará mais do que fortalecerá.

Responder

Luiz Jornaleiro

07 de maio de 2010 às 13h24

Só seria válida e produção de bombas atômicas no Brasil se fosse OBRIGATÓRIA a presença de TODOS os que a defendem nos testes preliminares, para que apreciem, in loco, as "virtudes" dessa arma. É bom lembrar aos mais afoitos que o Vietnã (sem bomba, sem tecnologia, sem recursos financeiros), derrotou a (ainda) grande potência imperialista, expulsando-a do seu território. E essa grande potência sómente utilizou a bomba para causar o genocídio de civis indefesos no Japão!

Responder

Marcelo Teixeira

07 de maio de 2010 às 13h24

Não devemos tratar essa questão de maneira ingênua. O mundo sempre foi belicoso e sempre agiu pela lógica da dominação e da subjugação. Discutir essa questão de ter ou não direito com esse viés é fazer o jogo dos que querem o pior para nós e colocar acuadas as pessoas mais simples e menos instruídas. A questão não reside na constitucionalidade nem na existência do acordo já assinado de forma atabalhoada pelo FHC et caterva. A história mostra que constituições em países como nosso mudaram por vezes. Estamos na nossa 8ª e não é proibido declinar de um acordo quando o cenário muda.

Responder

Marcos C. Campos

07 de maio de 2010 às 13h14

Vender urânio enriquecido para centrais nucleares é mais lucrativo do que consttruir bombas.

Responder

Mosca Porvinha

07 de maio de 2010 às 13h09

São tendencias absolutamente contrárias:

o protagonismo do Brasil no mundo cresce na mesma medida em decresce a importância do belicismo como fator de dominação.

Por isso esse formato de pensamento do nosso querido Ubaldo esta sendo ultrapassado sem dó nem piedade.

Lula não é nenhum gênio, mas sua intuição é formidável e atualmente está dando aulas de politica externa. O grunir e ranger de dentes de quem pensa diferente é apenas sinal do seu acerto.

O problema é debater isso com quem tem o pensamento formatado no esquematismo esquerda/direita, seja lá de que lado for. É como querer acessar o Youtube em ambiente DOS.

Responder

Roberto Locatelli

07 de maio de 2010 às 13h09

Em 2011, é preciso uma Constituinte para, entre outras coisas, permitir que o Brasil tenha armas nucleares defensivas.

Responder

Maxwell

07 de maio de 2010 às 10h03

Se o Brasil Tivesse a sua bomba, Argentina, Chile, Colômbia e até mesmo a Venezuela iriam desenvolver a sua. Ou seja, teríamos uma corrida armamentista na região. As relações entre os países ficariam mais tensas, no caso da Colômbia e venezuela, iriam se acentuar.

Isso só no contexto regional.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h29

    Colômbia e Venezuela já teriam se estraçalhado, se aniquilado mutuamente.

Engajarte

07 de maio de 2010 às 12h51

Armas nucleares são terríveis? Claro, e é por isto que quem as possui continua desenvolvendo seus arsenais.
E como podemos ver um mundo livre delas? Seguindo o TNP ou o TNP Ampliado é que não vai ser, o objetivo destes tratados não é o da eliminação das armas, é sim o da manutenção das armas em um clubinho fechado.
O que fazer então? O caminho é o contrário, é o da ampliação do número de países com arsenais viáveis, e assim criando uma nova situação de igualdade e reciprocidade de poder, só isto é que vai levar o sistema internacional a um novo tipo de acordo, onde os países nucleares façam um novo tratado de abolição de todos os arsenais. Pois isto não é uma obrigatoriedade do TNP atual, o abandono das armas atuais é candidamente voluntário. http://engajarte-blog.blogspot.com/

Responder

E. Correa

07 de maio de 2010 às 12h50

Ebrantino – 77 anos – Não é oportuno nem discutir. Para evitar um ataque militar ( outros, não mlitares, sofremos todos os dias), há muitas outras estratégias, especialmnte levar o Estado Brasileiro a todos os nossos rincões, ocupar efetivamente o pais com nossa gente, nossa cultura, lingua e economia; e ter o minimo de capacidade militar convencional para tornar muito, mas muito,cara (custosa) e prejudicial, economicamente ao invasor, qulquer tentativa de ocupção estrangeira. Pelo menos por ora somente temos meios de nos defender militarmente dentro no nosso territorio terrestre, e essa situação a bomba não mudaria em nada. Mais importante ainda – nossa aliança com os vizinhos é estratégica, e vai alem da economia, e não podemos prejudicá-la com discussoes intempestivas e irreais. Entretanto, dominar toda a tecnologia, isto sim, é importante – Técnica sim, mas não para a bomba. Acho que disse tudo.

Responder

O Brasileiro

07 de maio de 2010 às 12h31

O Brasil precisa de escolas de qualidade, não de bombas!

Responder

Clóvis

07 de maio de 2010 às 11h58

Essa discussão parece coisa de criança que acha que se tem um valentão ela tem de ser pior para se afirmar e garantir que não será atacada!
O tratado impede menos que nossa constituição. Pode ser denunciado (mas tem de aguentar a bronca que SEMPRE, mesmo antes dele, seria a construção de armas nucleares).
Acho engraçado como as pessoas que odeiam os militares reproduzem o discurso deles… O sonho deles era desenvolver uma bomba nuclear antes da Argentina e dominar geopoliticamente a região.

Mas vamos lá, vamos fazer teorias conspiratórias que façam piorar o mundo. Defendamos que tenhamos as mesmas 5 mil bombas que os eua… Sejamos mesmo um paiseco de m….. que se limita a este tipo de iniciativa para ter poder!

Responder

Carlos

07 de maio de 2010 às 11h11

Em “Granovsky: Qual farsa Serra quer?”:

“O Mercosul é um resultado concreto da construção regional. Outros são a Unasul e o CONSELHO DE DEFESA SULAMERICANO.” (destaque meu)

Íntegra em https://www.viomundo.com.br/voce-escreve/granovsky

Responder

Junior

07 de maio de 2010 às 10h43

Desafiar o presidente para que ele contrarie a constituicao é uma piada muito boa, ri muito aqui. Vá procurar o que fazer e deixe de escrever asneiras. Bomba é bomba, sempre trará resultados ruins, o medo que a bomba trás nao pode ser considerado pacífico.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 12h02

    Ontem ou anteontem ele acusou o Lula de atropelar o Congresso, as leis, o…, a…, e agora comete isso: desafiar o Lula a que "peite" a Constituição!

pedro de sousa

07 de maio de 2010 às 06h31

mais vale lutar pelo desarmamento.
se quiser saber se vale a pena construir uma bomba nuclear, não quebre sua cabecinha, consulte o arrependimento do gênio Einstein, que incentivou os EUA a realizarem a bomba antes dos nazistas, mas depois sofreu com os estragos causados em hiroshima e nagasaki.
ter a bomba por um motivo de defesa hoje, pode significar vê-la sendo usada por tirania amanhã.

Responder

De Paula

07 de maio de 2010 às 09h20

Piisssssssiiiiiiiiiiiiiu. Façamos a coisa na moita como Israel fez.

Responder

Fernando

07 de maio de 2010 às 04h54

Ter a bomba nada mais é do que ter "poder de barganha", não necessariamente se visa utiliza-la. Sem dúvida alguma que é uma questão delicada. Sendo muito sincero, não confio nos militares brasileiros. Os altos oficiais não trabalham pelo Brasil. Dizem que sim, mas, na prática, são muito ligados às Forças Armadas estadunidenses, assim como grande parte dos militares latino-americanos. O ranço da ditadura ainda é muito forte dentro daquela organização. Não sei até que ponto o fato de termos uma arma tão poderosa seria fiel e politicamente respeitada em mãos tão arbitrárias. Para quem não se lembra, foi abafado, mas em 2008 mesmo houve uma pequena fagulha de ameaça a derrubar o Presidente Lula partindo de declarações de altos oficiais, com reunião no Clube Militar AMPLAMENTE coberta pela Globo (bem do jeito que o Brizola gostava de denunciar). Enfim, o Brasil não está preparado para a bomba. E nem o restante da América do Sul/Latina. A ideia de integração entre nós ainda é muito recente, e as forças contra ela estão aí. Basta ver os discursos do Serra sobre o isso (flexibilizar em tucanês = destruir, desmontar, vender, doar).

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h32

    Há muito de leviandade no que você disse, e a influêrcia norte-americana já não é tão acentuada.

francisco.latorre

07 de maio de 2010 às 04h36

depois que o governo do ociólogo pró-amerika assinou o tratado ficou difícil.

o lance era fazer a bomba e depois anunciar.

agora tem que anunciar pra fazer depois. aí pega.

mas pode acontecer. com um novo congresso.. quem sabe?..

..

mas levantar essa lebre agora..

em plena conspiração anti-irã..

ia apenas enfraquecer a atuação diplomática brasileira.

fora de hora a discussão.

..

Responder

Elton

07 de maio de 2010 às 06h57

O Brasil já tem bomba Atômica, e mais que uma ou duas… Pra que vc acha que era aquele buraco na Serra do Caximbo que o Collor mandou fechar ? Quanto à Unasul, não creio que fariam objeção, desde que fosse para proteção continental, até ajudaria a gastarem menos com armas convencionais.

Responder

Flávio

07 de maio de 2010 às 03h47

Quem fabrica uma bomba vai querer testá-la. Várias vezes.
Espero que, se escolherem esse caminho irracional, os testes sejam feitos bem longe da minha casa.

A bomba, na verdade, não resolve muita coisa. Só destrói e inutiliza as áreas próximas àquela em que foi explodida. Se alguém quiser tirar uma parte do Brasil (a Amazônia, p. ex.) vai ter de ocupar – o que já estão fazendo sem muito alarde, via ONGs e plantadores de soja ou fazendeiros que, se tiverem de escolher entre um projeto verdadeiramente democrático para o país e um sistema liberal-capitalista made in USA, vão preferir este último.

Poder dissuasório? Só em nível regional, como no caso do Irã. Alguém vai comprar briga com os EUA, ou a Rússia, com meia dúzia de bombinhas? Ou, sendo um dos poderosos BRICs, vamos nós também querer ter um poderoso arsenal?

Por fim, a idéia de opção estratégica, não-armamentista, é boa para discussão apenas. Depois que tivermos a bomba e ela passar a ser um fato do dia-a-dia, vamos mantê-la para sempre guardada e cuidada pelos "homens sensatos" da Nação?
Segundo o livro Hiroshima in America: 50 Years of Denial, Truman não queria autorizar a bomba sobre o Japão (já derrotado e tentando uma rendição honrosa), mas cedeu à pressão militar sob a condição de que fosse jogada apenas uma bomba. A História registra que o Japão foi atingido por duas…

Responder

    Clóvis

    07 de maio de 2010 às 11h51

    A pessoa que acha que para tomar conta da amazônia alguém manda fazendeiro para destruí-la vê muito na frente… ONGs + índios eu já ouvi, mas fazendeiro???

Rafael Frederico

07 de maio de 2010 às 03h21

Resolvi responder você porque meu nome é Rafael Frederico de Oliveira, haha.

Pra não ficar fora do tema eu tenho que colocar aqui que discordo da idéia de produzir bombas. Primeiro porque não acho certo perpetuar um sistema falho só por ser o sistema vigente. Aqui me refiro essa coisa Guerra Fria de "paz armada", equilibrio mantido pela iminência da guerra. Acho, sim, que o Brasil é justamente o país que tem potencial pra mostrar ser possível se estabelecer pacíficamente enquanto potência sem a necessidade de intimidação ou da posse de armamento nuclear. Nossa diplomacia pioneira prega justamente o diálogo multipolar aberto e consciente, na busca por soluções adequadas a todos os lados. Um país que tem armas nucleares é um país que tem argumento para não ouvir o outro lado. Uma potência declaradamente pacífica pode ser o porto seguro de todas as negociações que busquem a neutralidade, em detrimento do eterno jogo da má vontade e dos interesses mal dissimulados.

Responder

Pedro Luiz Paredes

07 de maio de 2010 às 06h12

Mas o Azenha não é contra bomba?

Esta na Constituição, ou seja, qualquer governo não aguentaria a pressão.

No entanto (1) precisa ser um projeto de Estado e não de governo, as principais representações políticas deveriam ser ouvidas e a votação deveria ser feita em tempo recorde.

No entanto (2) precisamos de um aparato militar suficiente para solta-las sem erros, onde quer que seja. Só a bomba não adianta.

No entanto (3) precisaríamos de um aparato de defesa gigantesco para reprimir possíveis represálias nucleares também.

Responder

Augusto

07 de maio de 2010 às 03h04

Depende. Se continuarmos a ter um governo independente, devemos correr para ter a bomba, porque mais cedo ou mais tarde viraremos alvos dos Estados Unidos. Notaram que até agora não se fala mais na tão aguardada visita de Obama ao Brasil? Começo a achar que ele não virá neste ano para não encher a bola do Lula. É uma forma de dizer que não estão contentes conosco. Os Estados Unidos é uma potência econômica em decadência. E o crescimento de outros países contraria os Estados Unidos. Eles podem perdem empregos, podem não ter saúde, mas não admitem perder a hegemônia mundial. É isso o que está por trás do conflito com o Irã. Se o Irão tiver a bomba, poderá atacar facilmente países da Europa e, além disso, praticamente inviabilizará a pressão dos Estados Unidos sobre a China e a Rússia. O Irã se localiza num ponto estratégio na região. Basta olhar um mapa para entender o problema. Agora, se o PSDB voltar ao poder, aí não precisaremos nos preocupar em ter uma bomba atômica, porque o discurso entreguista do PSDB é exatamente o que quer os Estados Unidos, ou seja, submissão total.

Responder

Elvys

07 de maio de 2010 às 05h55

Uma coisa: a discussão se inicia sobre se o Brasil deve ou não desenvolver uma bomba nuclear. O que é diferente de manter e aumentar o arsenal nuclear. Não sei se a linha de pensamento do Ubaldo é de que o país que detêm tecnologia de armas nucleares tem respeito diferenciado de outras potências (EUA, China, Russia, França, Inglaterra principalmente). Uma espécie de "diplomacia atômica".

Responder

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 02h54

“Os EUA não poderão dizer que não devemos ter a bomba porque somos terroristas, como eles dizem do Irã”

Os EUA podem dizer o que quiserem; eu posso; Ubaldo pode. Nem sempre a realidade fática corresponde ao que é dito.

Responder

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 02h53

“Será que o Lula tem peito de peitar os EUA?”

Não tenho dúvida nenhuma que o Lula tem sim. Prova disso é a sua relação com Mahmoud Ahmadinejad, que hoje se traduz na relação Brasil e Irã.

Responder

Giovani Montagner

07 de maio de 2010 às 05h50

eu sou a favor da bomba. sua finalidade é pura simples barganha no cenário externo, como melhor expressou o comentário da beattrice "política estratégica e não ofensiva armamentista".

Responder

Júlio De Bem

07 de maio de 2010 às 05h35

Ahh mas isso, no momento, acho que é a menor coisa a se pensar. Em primeiro lugar, quer gostemos ou não, peitar ou desafiar o povo/governo norte americano, por uma aparente "birra" é comercialmente e estratégimente errado. Sou da opinião que em determinados assuntos, não se deve colocar nosso esquerdismo ou direitismo a flor da pele, principalmente se, por um capricho de desafiar um gigante, possa prejudicar nosso povo ou de alguma maneira freiar nosso crescimento. E olha que estou falando de relações comerciais, não que nosso país seja dependente dos EUA. Os EUA são inimigos do IRÃ, os Brasileiros sao amigos do IRÃ e do EUA…não temos que ser inimigos dos EUA por que o IRÃ quer, nem o contrário. Acho que devemos expor nossa opinião no mundo, ser incisivo, mas não tomar para nós a dor dos outros…
Não corremos risco de receber nenhum ataque, ainda mais nos dias de hoje. Construir uma bomba, pode ser uma coisa pra pensar bem depois que a minha empregada não precisar roubar minhas miojos e carne do meu congelador (que eu finjo não ver por que sei que ela e a filha dela precisam, julguem me a vontade). Quando o pessoal que fica na favela a 4 quadras da minha casa, sair de manhã com um emprego, e ao meio dia ter uma refeição com carboidrato + proteina + vitaminas + anti oxidantes, ai sim podemos derrepente por na pauta do debate, a bomba. Enquanto isso não acontece, temos de pensar em moradia, educação, alimentação, informação decente, internet ao alcance de todos, desenvolvimento e ascenção social dos menos favorecidos. Acho que estamos no caminho certo, continuar este caminho é obrigação do povo brasileiro. Bomba ? Prefiro antes dessa tecnologia, não ter que, as 20h da noite no centro de Porto Alegre, indo para o jogo do Inter, ver 2 homens brigando por um pedaço de pão (acho que era pão) que tiraram do lixo, enquanto eu passo dirigindo meu carro, bem alimentado e com algum dinheiro no bolso…e olha que aquela imagem me chocou demais. Senti-me um lixo quando notei que o pessoal no engarrafamento, estava totalmente alheio aquelas cenas, onde remetia as batalhas animalescas realizada a anos atras. De qualquer forma, estaos ae.

Júlio De Bem 25 anos
Poa – RS

Responder

O Brasileiro

07 de maio de 2010 às 02h27

Ter uma arma em casa já salvou a vida de quantas pessoas?
E quantas já matou?
Para cada país que tem bomba atômica, os vizinhos piram!
Imagina a corrida que ia ser por bomba… Argentina, Paraguai, Bolívia, Uruguai… ia ser um motivo a mais, além dos ressentimentos históricos.
Querem estar seguros? Então invistam em educação e tecnologia, e tenham uma indústria forte, capaz de criar a força de reação não só para iniciar, mas também para manter uma guerra!

Responder

Cecéu

07 de maio de 2010 às 02h21

Ubaldo, você surpreende. Mas os EUA não estão preocupados com uma pesada e dificilmente voadora bomba atômica brasileira. Eles sabem o quão difícil e por vezes inútil é tentar chegar lá. Eles se preocupam, sim, com a eficiência de armas modernas não-atômicas, como uma simples pistola, e com os radares, (humanos ou não) que eles não podem controlar..

Responder

Pitagoras

07 de maio de 2010 às 02h09

Ter bomba nuclear para se defender (?0 é risível. Primeiro, se cada um das centenas de páises quiser ter bomba nuclear gerará a maior insegurança no mundo. Dois, se for para se "defender" dos ianques, ora eles já dominam o país (e o mundo) há muito tempo, sem precisar de ameaça nuclear alguma.
O que é necessário e urgente é eliminar as armas nucleares, químcas, biológicas, etc…

Responder

Gerson

07 de maio de 2010 às 01h50

Aí Ubaldo, relaxe e curta esse som do Men at Work:

It's a Mistake
http://www.youtube.com/watch?v=fBpyichRWo0

Responder

Eduardo

07 de maio de 2010 às 01h48

O Brasil não precisa ter a bomba, mas deve saber fazer uma e mostrar para os outros que sabe.

Responder

Cezar

07 de maio de 2010 às 01h39

O Brasil não precisa de bombas!! O Brasil precisa de mais investimentos em educação, saúde e bem-estar para a população. Fazer bombas nucleares só aumenta a tensão e corrida armamentista. Nós brasileiros somos pela paz e pelo desenvolvimento da sociedade. Alguém já pensou quanto se gasta para fazer uma bomba nuclear? Quanto dinheiro será desviado da educação, saúde e bem-estar da população? O Brasil de hoje mostra que não precisa de armas para ser grande e respeitado (graças ao governo Lula) e não vai ser uma bomba que vai nos tornar um país maior. Portanto se o assunto é bomba atômica estou fora!!!

Responder

Neno Fogaça

07 de maio de 2010 às 04h16

O Pig, e alguns trolls estão tentendo construir uma bomba. Seu efeito é dev astador e já destruiu São Paulo.
Felizmente temos uma arma anti míssil poderozissíma que fará desta bomba um estouro não maior que de um traque.

Responder

Gustavo

07 de maio de 2010 às 04h05

Do ponto de vista Geopolítico a Bomba é de fato um poder de persuasão, ou seja, ninguém ataca um país sabendo que o mesmo pode responder com uma ofensiva Nuclear, mas o fato que me intriga é a queda econômica do império, será que os EUA com um governo decadente não utilizará seu arsenal para coagir o planeta? a antiga URSS não utilizou este caminho…mas testando hipóteses eu particularmente tenho medo do poder de fogo estadiounidense!
O Chavéz e o Almadinhejad não me preocupam, pois o segundo para confeccionar o artefato nuclear e ter capacidade de colocar uma ogiva em um míssel balístico teria que investir décadas em preparação sem interferência externa. A única potência militar que pode nos ameaçar é os EUA (não acredito que o façam em décadas), o resto é conversa para boi dormir…

Responder

maria utt

07 de maio de 2010 às 04h01

hhahaha
não somos terroristas exatamente porque não temos a bomba, capisci?

Responder

@rldigital

07 de maio de 2010 às 01h00

Em geral, nem sequer leio os comentários do Ubaldo, do Dvorak e alguns outros da mesma linha. Porém, neste caso, concordo. O Brasil precisa ter a bomba, assim como EUA tem, Israel também, Paquistão, Índia, Rússia e China.

Esse pacifismo ingênuo que não aceita a necessidade de termos a bomba é um risco enorme. O Brasil tem muitas riquezas que podem estimular outros países, principalmente mais ao Norte, a nos invadir.

Sou a favor de pacifismo com Exército, Marinha e Aeronáutica muito bem equipados, como convém a um país desenvolvido.

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h36

    Você magoou os colegas de tela…

Milton Hayek

07 de maio de 2010 às 01h00

Esse rapaz,Ubaldo,é uma figura.O Brasil já possui essa coisinha desde a década de 1980.Do contrário os militares não teriam permitido que FHC(esse imbecil) assinasse o Tratado de Tlateloco.
Lembram que FHC não privatizou a PETROBRÁS só porque os militares deram uma dura nele?

Responder

    francisco.latorre

    07 de maio de 2010 às 04h26

    como é?..

    desenvolve aí o tema..

    ..

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 12h09

    Militares manifestaram-se contra a quebra do monopólio, mas FHC só não privatizou por impedimentos constitucionais e legais: a União tem que deter/manter o controle acionário da Petrrobrás, das ações votantes.

@SAGGIO_2

07 de maio de 2010 às 00h52

infelizmente, seria o ideal.
Os EEUU tremem de medo da Coréia do Norte… se é assim que a banda toca, dancemos.

Responder

José Vitor

07 de maio de 2010 às 00h48

Acho que a UNASUL, se vingar, mais à frente poderia investigar a conveniência de ter armas atômicas.

Para o Brasil individualmente seria problemático fazer isso, os países vizinhos iriam se preocupar, com razão, e muito provavelmente uma corrida armamentista nuclear seria deflagrada.

Quanto aos EUA, nem acho que seriam o maior problema. Lógico, eles iriam espernear, ameaçar, etc, mas duvido muito que isso tivesse consequências efetivas.

Responder

Lima

07 de maio de 2010 às 00h29

Tanto faz ter ou não. A próxima bomba será detonada por quem já detonou a primeira. Basta ver o nível de intolerância que cresce a cada dia. O Lula é um pacificador e se não se cogitou nos 7 primeiros anos, não vai ser agora que irá fazê-lo. Mas não precisa se preocupar. Eles estão construindo armas é para um dia usar. A questão é: você está preparado para o dia seguinte (se houver)?

[youtube dHle_turjeshttp://www.youtube.com/watch?v=dHle_turjes youtube]

Veja a entrevista do escritor Chris Hedges e perceba para onde caminha os EUA (e o mundo)
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,…

Chris Hedges critica o telejornalismo dos EUA http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,…

Responder

Charles Santana

07 de maio de 2010 às 00h26

Como diria John Lennon: "Imagine all the people, living life in peace…"

Sou a favor do desarmamento (inclusive na ocasião do plebicito, a grande chance que tivemos de mostrar ao mundo que somos mais que futebol!). Por isso, sou contra desenvolver bombas nucleares! Não acredito na tese de "se armar para defesa".

Pela paz, sou contrário a comprar jatos, tanques, armas o escambau! Pela paz, sou a favor de educação, saúde, trabalho, alimentação, cultura, lazer, liberdade e informação para todos os povos do mundo! É por isso que temos que lutar, e pra isso não precisamos de armas!

Sou romântico e ateu, graças a Deus! :)

saudações,

Charles Novaes de Santana

Responder

Waldinei

07 de maio de 2010 às 00h20

Poderia elucidar a antítese, bomba para fins pacíficos?
"Se queres paz, prepara-te para guerra", considero pouco complexo.
Waldinei

Responder

    Felipe M

    07 de maio de 2010 às 04h46

    eu acho que nesse ponto ele tem razão, sim. Ter a bomba reduz drasticamente o risco de ser atacado – isso é fato.

    Em um mundo em que todos os países desenvolvidos e decadentes têm bombas, é muito mais arriscado ser vulnerável do que ter a sua também. Apenas discordo do fato de que o Brasil deva fazer isso abertamente – por que não agir como Israel, que fez as suas sem nunca admitir (exceto por uma gafe)?

    Durante toda a história a principal causa de grandes guerras foi o desequilíbrio do sistema, queda do(s) grande(s) ou quando alguém que era pequeno decidiu jogar o jogo dos poderosos. Estamos em tempos de mudanças bem radicais nos cenários interno e mundial – eu fico um pouco preocupado quando penso em o que pode acontecer em 20 ou 30 anos…

    A bomba realmente aumentaria nossa segurança. É estranha (e conveniente) uma situação em que os países mais armados do mundo dizem que é proibido ter armas. Especialmente quando justamente eles estão entre os que mais guerrearam, e os que não podem desenvolver suas defezas estão entre os mais pacíficos. Se eles já tem os melhores exércitos e armamentos, por que não se desfazem de verdade das suas? Em 2010 os países armados estão ricos e satisfeitos, mas isso não é inerente à natureza de nenhuma nação e nunca se sabe da intensidade das necessidades futuras.

    Clóvis

    07 de maio de 2010 às 11h49

    A Rússia está rica e satisfeita????

    Felipe M

    07 de maio de 2010 às 14h10

    A Russia não é exatamente a polícia do mundo e também não está exatamente em decadência. Esteve no fundo do poço com o fim da URSS. Aliás, é possível que esse processo todo tenha sido pacífico justamente porque tanto eles quanto seus maiores rivais tinham a bomba, o que certamente inibiria qualquer atitude mais radical. A Rússia cresceu muito na última década (e por isso foi incluída entre os "BRICs").

    Durante toda a guerra fria a URSS e os EUA só guerrearam indiretamente e em países militarmente fracos. Já o Iraque e a Georgia sofreram por não ter como responder e nem quem os realmente defendesse. Nem vou entrar na discussão sobre se tais invasões foram justas ou não – mas o fato é que, para o bem ou para o mal, nenhum desses países teria sido atacado se tivesse a bomba (simples assim).

    Hoje existe a OTAN – que é formada pela maioria dos países que possuem bombas nucleares. Essa organização é a maior beneficiada pelo acordo de não proliferação – ainda que não existisse tal tipo de armamento, eles têm mais recursos financeiros e costumam mandar seus exércitos quando os EUA agem como a polícia do mundo (mundo = países vulneráveis entre os quais atualmente nos encontramos).

luis

07 de maio de 2010 às 00h17

qualquer pais que queira ter dominios de sua soberania e importancia de influencia TEM (necessariamente) que ter a "bomba" (ie, armas nucleares). Sou totalmente a favor do desenvolvimento de armas nucleares pelo Br. So temos um problema, algo que os rebaixados fizeram em nossa constituição. Fora isso, os tratados internacionais podem ser abandonados ou desrespeitados (vide israel).
So falta aparecerem aqueles que se dizem pela paz e ecologia …E por que os outros tem e eles nao vao reclamar.
E ainda vem acompanhados por gringos…
Chega de baixar a cabeça, vamos assumireste país…

Responder

Leonidas de Souza

07 de maio de 2010 às 03h16

Acho que o Brasil não precisa construir uma bomba atômica porque não tem inimigos.
Por outro lado deveria deter o conhecimento e jamais ter colocado na Constituição a proibição de construi-la.
Acho que o governo quis ser mais realista que o Rei, nenhum outro país do mundo fez isso. Foi uma declaração de submissão aos interesses americanos.
Deveria deixar a possibilidade em aberto, até por uma questão de soberania nacional.
O ideal seria o Brasil deixar claro para a comunidade internacional que só não faz uma bomba atômica porque não quer.

Responder

Eduardo guimarães

07 de maio de 2010 às 03h08

O mundo não precisa de mais bombas, mas de menos.

Um país como o Brasil não tem a menor necessidade de ter bombas nucleares.

Já a tecnologia para construí-las, é outra história…

Responder

Gerson Carneiro

07 de maio de 2010 às 02h52

“Será que o Lula tem peito de contrariar nossa Constituição?”

Que Deus nos livre de termos um presidente que tenha “peito de contrariar nossa Constituição”. Não é o que queremos e buscamos. Essa desejo, partindo de quem contesta tanto Fidel Castro e Hugo Chaves (que não contrariam a Constituição dos seus respectivos países), é no mínimo contraditório.

Responder

Ramon

07 de maio de 2010 às 02h43

O Brasil possui a 5ª maior reserva de urânio do mundo (estudiosos sinalizam para a possibilidade das reservas serem até muito superiores ao que se conhece hoje, melhorando consideravelmente este rankeamento). Penso que o país deve desenvolver a tecnologia para enriquecer e exportar produtos nucleares, em lugar de exportar a matéria prima e importar o produto enriquecido ( e muitíssimo mais caro).
Penso que o desenvolvimento de tecnologia nuclear para utilização na indústria bélica é uma questão a ser discutida no futuro. Primeiro avancemos na tecnologia, depois que se discuta na seara política e por fim em um plebiscito. Se o povo entender que devemos alterar a constituição, que assim seja feito.
O meu voto é pela domínio da tecnologia e a construção de bombas para nos defendermos das ameaças daqueles que só respeitam aqueles que possuem as tais bombas.
Mas certamente este não será um dos muitos avanços do governo Lula, teremos que esperar algumas bons anos para este processo ser concluído.

Responder

    HBR

    07 de maio de 2010 às 13h00

    A possibilidade de ter acesso à Inernet é o máximo: discute-se imediatamente todos os assuntos que a realidade pauta, até provocações enlouquecidas como as do Ubaldo. Das respostas, colhe-se aprendizagem (por ex: o esclarecimento do Ramon e de outros ); identificam-se temores; afirmam-se posições, pró e contra. Algumas prontos pro descarte, as demais pra pensar.
    Já pensou a banda larga em todo o Brasil?
    Bye bye PIG!

Oscar Augusto

07 de maio de 2010 às 02h34

Boa noite,

Deixe-me dar um pitaco nesta história de BOMBA. Lembro-me do collor jogando uma pá de cal em buracos (no sertão NE ou no serrado – se me recordo bem) que em tese serviriam para detonações de bombas (já que é o melhor meio de se fazer testes sem a comoção de uma imagem marítima ou num deserto). Todavia, meses antes aconteceram tremores no sertão entre outros lugares – bem, antes de entrar em teorias conspiratórias ou como diz a GRANDE imprensa – uma fonte militar com transito no planalto me disse (como é fácil este tipo de jornalismo!!! hehehe) que realmente foram detonadas bombas produzidas – porém..

Após a explosão (proposital ou não) da base de Alcântara é o mais relevante na questão nuclear – assistí a palestra de um físico do qual não sei o nome e faz muito tempo (na UFSC – só para deixar claro minha área é história) que afirmou o seguinte, a bomba é fácil e o país tem a tecnologia (até na internet você pode achar uma receita de bomba nuclear ou bomba suja (que espalha material radiotivo) mas do que adianta ter a bomba se o país não tem como despachar – ou seja, tem que carregar nas costas ou mandar por sedex10…e aó mora o X da questão o VLS..(só diz ter bomba quem tem foguete operando exceto o Japão – será?)

Reafrmando, teoria da conspiração a parte é algo a se pensar…

Abraço

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h42

    "VLS"?
    Veículo Lançador de… Serra?
    Seria possível mandar junto toda a "equipe FHC"? Poderíamos oferecer aos argentinos e mexicanos a possibilidade de remessa também da "equipe Menem" e "equipe Salinas de Gortari"?

    Oscar

    07 de maio de 2010 às 14h44

    Crueldade…. Isto é terra arrasada!!!

    Nenhum povo, nem mesmo os EEUU merecem esta desgraça (pensando bem…não seria uma má idéia!!!)

    E como diria Castanhêde … " Não é uma VLS qualquer..é um VLS novinho, cheiroso..heheheheh"

Laércio Nunes

07 de maio de 2010 às 02h26

Pura provocação. Ele quer que o Lula afronte a constituição para ser cassado?

Responder

Leider_Lincoln

07 de maio de 2010 às 02h26

Sou francamente favorável. Devemos ter as bombas: Atômica, Hidrogênio e de Nêutrons! E capacidades para mandá-las aonde fossem necessárias, obviamente. É a única coisa que os EUA respeitam: capacidade nuclear!

Responder

Urbano

07 de maio de 2010 às 02h24

Só queria saber quem é o alter ego de quem… Encheram u balde, taí a… A… Deixa pra lá.

Responder

Cláudio

07 de maio de 2010 às 01h56

Sou contra imaginando que futuramente todos não a terão… ok eu sei, é igenuidade, mas se todo mundo pensar em tê-la, como é que fica? É muito melhor termos a posição contrária enfatizando na luta contra a destruição dessas bombas (no bom sentido né)

Responder

daniel

07 de maio de 2010 às 01h37

Bom Ubaldo, depende da atitude Americana no futuro. Além do embargo econômico, o Obama cogita mirar os seus mísseis nucleares no Irã, caso não desista de buscar a energia nuclear. Até que se prove o contrário, o Irã não tem arma nuclear, portanto seria um país com bomba atômica ameaçando outro que teoricamente não tem. Se esse cenário se concretizar, sou totalmente de acordo ao arsenal nuclear brasileiro. O Brasil não pode ficar vulnerável à qualquer outro país. Mas caso isto não se concretize, discordo profundamente. Uma bomba atômica brasileira chamaria atenção de todos os países da América latina contra nós. E eu não dormiria nada bem sabendo que Rússia, China, Índia, EUA, Israel, Paquistão, França e outros "terroristas" passariam a apontar seus mísseis nucleares pro nosso amado país.

Responder

Renato Lira

07 de maio de 2010 às 01h34

A Constituição não permite. Ponto.

Responder

Gerson

07 de maio de 2010 às 01h33

Temos que ter a bomba para evitarmos ser atacados por quem Ubaldo ?? Pelos EEUU ?

Alguém tem a bomba no nosso continente ? Algum dos nossos vizinhos de fronteira tem ?

Vamos imaginar uma loucura:

Os EUA se pensarem em jogar uma bomba por aqui, onde eles jogariam ? SP, RJ, MG, Brasilia ? (eles tem misseis de longo alcance) ou poderiam lançar via submarinos, sei lá. Mas supondo que isso aconteça, como iriamos retaliar ?

Os caras tem mais de 5.000 bombas atômicas.

Responder

Flavio Lima

07 de maio de 2010 às 01h18

Boa essa, Azenha, de não comentar o comentarista… que deve ser ser ealmente um troll milico pelos outros comentarios, ou um troll a soldo dos americanos pra nos taxar de teroristas atomicos de esquerda (depois o ubaldo é que é paranoico hehe). Mas se for troll milico, vou concordar com ele, se for provocador americano, vou cair na provocação. Temos sim que ter a bomba. Sou pacifista e ja foi contra a bomba, mas como disse o saagio, o minueto é esse mesmo, fazer o que? Fazer a bomba, ué. O como disse o Zé Vitor, deixa os gringo esperrrnearrr… nos atacar não vão, nosso tamanho é dissuasivo.
Tai ubaldo, se voce é milico nacionalista, larga a mão de ser mané e conscientize-se de que a esquerda democratica brasileira é quem defende de verdade o Brasil.
Converta-se, e vote Dilma!

Responder

    Carlos

    07 de maio de 2010 às 13h50

    Ubaldo pode ser qualquer coisa – provocador, biruta,… – mas militar nacionalista ele não é.

    francisco.latorre

    07 de maio de 2010 às 14h35

    cia-ned na parada.

    isso ou isso.

    se é de grátis ou remunerado é outra história.

    ..

Frederico

07 de maio de 2010 às 00h56

Penso legítimo que um Estado soberano queira aumentar seu poder de dissuasão, como parece ser a estratégia (falta-me uma palavra mais precisa) das Forças Armadas Brasileiras. Se a Constituição ora impede, há instrumentos para se alterá-la dentro da legalidade e supondo-se a participação popular no processo. Parece-me mais delicado resolver a assinatura do tratado de não-proliferação de armas nucleares. Não faço idéia de como pode um Estado, sem poder militar comparável ao dos EUA (por exemplo) ou seu apoio, simplesmente "voltar atrás".

Quanto ao desenvolvimento de tecnologia nuclear para produção de energia ou qualquer fim pacífico, especificamente os não relacionáveis a questões de defesa, trata-se duma política soberana Estado Brasileiro, novamente, mesmo considerando-se a necessidade de consulta popular. A propósito da repetição de "soberania", a flexibilização da definição do termo anda muito em voga.

E, independente de qualquer coisa, desagrada-me a idéia de não poder construir uma bomba.

Frederico de Oliveira.

Responder

Homero

07 de maio de 2010 às 00h54

Acho que esse não é um tema eleitoral, tofora…

Responder

Realista

07 de maio de 2010 às 00h47

Se o Brasil ja tem a tecnologia, qual o problema de fabricá-la? Que fabrique.

O problema vai ser a corrida armamentista dos países da América do Sul após tal realização

Responder

Márcio Martins

07 de maio de 2010 às 00h44

Uma dúvida em relação à proibição constitucional de termos armas atômicas: é cláusula pétrea? Se for, está na hora de convocar nova constituinte e derrubar esse absurdo. De preferência constituinte exclusiva. E em caso de ameaça à nossa soberania, como é que ficamos? Sou contra qualquer tipo de arma ou guerra, desde que seja para todos; não sendo, o Brasil tem de se precaver e para defende-lo, infelizmente no mundo atual, só possuindo as malfadadas armas atômicas, e, não se enganem, nenhum país jamais abrirá mão de possuí-las, mera beatitude, que somente os constituintes brasileiros conseguiram enxergar, e posteriormente piorada com a adesão acrítica pelo governo FHC ao TNPn.

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Flávio

07 de maio de 2010 às 00h39

Bem, dois pensamentos vieram à minha mente. O primeiro foi um "deja vu" do Enéias que pregava a construção da bomba para que não a usem contra nós. Isto mostra que o cara realmente estava à frente do seu tempo. O segundo pensamento é de que concordo com o pensamento do Ubaldo e também com o do Paulo Henrique Amorim: o Brasil deveria ter o mesmo número de bombas que Israel tem e ponto. Vai que um dia destes, por acaso, os EUA resolvem que o petróleo do pré-sal estaria em mares internacionais e por isto poderiam extraí-lo como bem quisessem.

Quanto à constituição, isto é só um detalhe. Coisa pequena. Nela vem dizendo que todo brasileiro tem direito à educação e saúde de qualidade, que todos são iguais perante a Lei. Que mal haveria em não se cumprir mais uma pequenina parte dela?

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Glecio_Tavares

07 de maio de 2010 às 00h09

O Ubaldo é o Enéias reencarnado? MEU NOME É ENÉIAS!!!!
Nossa constituição não permite utilizar avanços atomicos para construção de bombas.

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    beattrice

    07 de maio de 2010 às 00h37

    Glécio,
    a constituição é impecilho? Ora pois, mais do que a pobre já foi emendada de tudo quando é remendo, mais parece um patchwork.
    O ponto é se vale ou não a pena e a galinha comprar a briga, emendar e fazer.
    A meu ver, sim, vale, uma só.
    Para que fique claro que se trata de política estratégica e não ofensiva armamentista.

    Glecio_Tavares

    07 de maio de 2010 às 01h52

    Minha amiga Beatrice,
    Eu sou contra. Acho que devemos retomar o rumo no sentido da pacificação mundial. De que nos adianta uma bomba se eles tem HAARP, armas biológicas, pulso eletromagnético, e tantas outras que nem sabemos? No caso de armamentos estamos muito atrás. Nem vale a pena gastar dinheiro com coisas diferentes de aviões e submarinos para controle territorial.

    mucio

    07 de maio de 2010 às 01h02

    Se a constituição não permite é só mudar a constituição, qual é o problema? Vamos esperar sermos invadidos pelas potências nucleares.


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