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Diário da Resistência


Santayana: Chega de dar ouvidos aos enganosos oráculos da pilantragem!
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Santayana: Chega de dar ouvidos aos enganosos oráculos da pilantragem!


31/05/2014 - 12h56

Os oráculos da pilantragem

por Mauro Santayana, no Hoje em Dia, via em seu blog

A Comissão Européia acusou, formalmente, na semana passada, os bancos HSBC, Crédit Agricole e JP Morgan, de promover acordos, por debaixo do pano, para manipular a taxa interbancária EURIBOR – que afeta diretamente o custo dos empréstimos para os tomadores.

Do golpe, participavam também o Barclays, o Societé Generále, o Royal Bank of Scotland, e o Deutsche Bank, já condenados, pelo mesmo crime, em dezembro, a pagar multa de mais de um bilhão de euros.

O Deutsche, maior banco da Alemanha, teve de ser capitalizado em 8 bilhões de euros, esta semana, para para não quebrar. O Banco Espírito Santo, de Portugal, também a ponto de quebra, foi acusado, pela KPMG, de graves irregularidades em suas contas. E o Crédit Suisse foi condenado a pagar 2,6 bilhões de dólares à justiça dos EUA, por favorecimento ao desvio de divisas e à sonegação de impostos.

Para Bertold Brecht, era melhor fundar um banco que assaltá-lo. E Bernard Shaw lembrava que não há diferença entre o pecado de um ladrão e as virtudes de um banqueiro.

O mundo muda. Hoje, uma diferença de menos de 2% separa o peso das seis maiores economias emergentes das seis maiores economias “desenvolvidas” e as reservas em mãos do primeiro grupo quase triplicam as do segundo.

Mas, no Brasil, continuamos ouvindo, como se fossem oráculos, a opinião dos banqueiros estrangeiros, que só estão em nosso país para organizar a espoliação sistemática de nossas riquezas e do nosso mercado.

Lá fora, a opinião pública chama essa gente de banksters (foto acima) unindo em uma só palavra o termo bankers (banqueiro) e gangsters (bandidos).

Aqui, o que diz um representante deles – que estão quebrando ou são acusados de crimes em seus países de origem – é sagrado.

Independente de quem estiver no poder no governo, o Brasil, se quiser continuar atraindo dinheiro externo, precisa estabelecer instrumentos próprios de defesa da imagem do país lá fora, criando, como se está projetando fazer com os BRICS, agências próprias de qualificação, bancos de fomento, fundos de reserva, etc.

Até mesmo porque a credibilidade das principais agências de qualificação que existem hoje está tão baixa, no exterior, quanto a dos bancos, aos quais tantas vezes se aliam e protegem, para enganar e pilhar países e correntistas.

É preciso que aprendamos a não dar ouvidos aos enganosos oráculos da pilantragem.

Assim como no Brasil, na China os maiores bancos são estatais, e a dependência de capital externo no mercado financeiro é – até por uma questão estratégica – marginal e quase irrelevante.

A diferença que existe entre nós e eles – prestes a se transformar na maior economia do planeta – é que, no Brasil, a opinião de instituições externas, acusadas de envolvimento em duvidosos episódios e nas últimas crises internacionais, orienta e pauta as ações do governo, e vai para a primeira página dos jornais.

Em lugares como Pequim e Xangai, o país, os empreendedores e os consumidores, estão se lixando, redondamente, para a opinião dos bancos ocidentais.

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18 comentários

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Desmascarando o golpe geral

02 de junho de 2014 às 17h02

A ferida é que:

– o Banco do B´resil cobra juros escorchantes no cartão e cheque especial.Claro pois tudo vira lucro e tambem vai para investidores estrangeiros.Alguém informa quanto à Caixa Federal, se já é Féderal?
– e no caso do BB – também – a gene vai a uma agencia e encontra o “sistema’ fora. Mormente no findi.

Responder

FrancoAtirador

01 de junho de 2014 às 20h19

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Só haverá mudança do quadro, no dia em que todo mundo transferir

para os Bancos Estatais o dinheiro depositado nos Bancos Privados.

Aqui no BraSil a portabilidade está ao alcance de [email protected] @s [email protected]

A Caixa Econômica Federal (CEF) oferece os juros mais baixos do País.
(http://migre.me/jxGdQ) (http://migre.me/jxGg1)

E, depois da CEF, o Banco do Brasil é o que oferece melhores condições.
(http://migre.me/jxILE) (http://migre.me/jxJ6G)
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Já no BraZil, a filial do Banco Espanhol Santander

se transformou no instrumento de transferência

de recursos braSileiros para a matriz na Espanha.

E o dinheiro depositado na filial do Banco Britânico HSBC

é remetido daqui do BraSil para a matriz na Inglaterra

ajudando a aumentar o PIB do Reino Unido da Grã-Bretanha.

(http://www.maurosantayana.com/2012/07/o-governo-fhc-o-santander-e-o-hsbc.html)
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Responder

    FrancoAtirador

    01 de junho de 2014 às 21h03

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    Onde são aplicados os recursos em depósito na CEF

    Caixa Econômica Federal
    Demonstrativo Financeiro
    Relatório Anual de 2013
    Resumo

    1. A Caixa Econômica Federal apresentou lucro líquido de R$ 6,7 bilhões no ano de 2013, crescimento de 19,2% sobre o resultado ajustado (*) do ano anterior.
    O retorno sobre o patrimônio líquido médio foi de 26,2%.
    No quarto trimestre, o resultado foi de R$ 1,7 bilhão, aumento de 9,9% e retorno sobre PL de 28,0%.

    2. O crescimento do resultado decorreu, principalmente, do aumento da carteira e das receitas financeiras de crédito, do resultado de TVM e derivativos, e das receitas de prestação de serviços, além da manutenção da qualidade da carteira de crédito e das ações de aumento da eficiência operacional.

    3. O resultado bruto da intermediação financeira alcançou R$ 19,2 bilhões, evolução de 13,7% em doze meses.
    As receitas de operações de crédito totalizaram R$ 46,5 bilhões, aumento de 35,2%.
    O resultado operacional, de R$ 5,2 bilhões, avançou 20,1% em relação a 2012.

    4. No ano, a Caixa injetou mais de R$ 635 bilhões na Economia BraSileira [!!!],
    por meio de contratações de crédito, distribuição de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria e remuneração de pessoal.

    Além disso, R$ 4,2 bilhões arrecadados pelas Loterias foram repassados à sociedade para aplicação em educação, cultura, seguridade, esportes e segurança.

    5. Em 2013, o patrimônio líquido da Caixa aumentou em 13,8% e atingiu R$ 27,4 bilhões.
    Os ativos totais administrados alcançaram R$ 1,5 trilhão.
    Desses, R$ 858,3 bilhões representavam os ativos próprios da Instituição, expansão de 22,1% em 12 meses.

    6. A carteira de crédito ampliada atingiu saldo de R$ 494,2 bilhões, crescimento de 36,8% em 2013, com participação de 18,1% no mercado.
    A contratação de crédito a somou R$ 406,9 bilhões, 29,8% a mais do que o registrado no ano anterior.

    7. Nessa carteira, merece destaque o crédito habitacional, cujas contratações atingiram o valor de recorde de R$ 134,9 bilhões no ano, superior a 2012 em 26,4%, permitindo que a Caixa se mantivesse na liderança do mercado, com 68,5% de participação e saldo de R$ 270,4 bilhões, crescimento de 31,4% em doze meses.

    8. Também merece destaque a carteira de crédito de infraestrutura, que atingiu R$ 37,1 bilhões e é o segmento que mais cresce na Caixa, com uma evolução de 55,2% no ano, e um volume de contratações de R$ 29,7 bilhões em 2013.

    9. Em relação ao crédito comercial, o destaque foi o crescimento dos empréstimos consignados, de 37,4%, atingindo saldo de R$ 46,1 bilhões e contratação de R$ 32,3 bilhões.
    A participação de mercado nesse produto alcançou 20,8%, evolução de 1,6 p.p.

    10. Ao final do ano, 92,7% da carteira de crédito se concentrava nos ratings de maior qualidade (de AA a C).
    O índice de inadimplência totalizou 2,3%, queda de 0,10 p.p no trimestre.

    11. A qualidade da carteira de crédito reflete a atuação da Caixa em segmentos de menor risco, como o crédito habitacional, o consignado e o financiamento à infraestrutura, que representam quase 80% do total.

    12. O índice de Basileia encerrou o período em 15,1%, aumento de 2,1 p.p. em 12 meses, demonstrando que a Caixa possui estrutura de capital adequada e suficiente para dar continuidade à implantação de sua estratégia de negócios.

    13. As captações apresentaram saldo de R$ 561,1 bilhões.
    Os depósitos e letras totalizaram R$ 438,3 bilhões, aumento de 19,9% em relação a dezembro de 2012, com captação líquida de R$ 49,1 bilhões.
    Somente a Poupança da Caixa somou R$ 209,6 bilhões de saldo, crescimento de 18,9% em 12 meses, mantendo a liderança do mercado com 35,1% de participação.

    14. Destacaram-se as captações nas letras imobiliárias, financeiras e CDB, que alcançaram 52,8%, 11,2% e 12,6% de participação no mercado, respectivamente.

    15. Com objetivo de diversificar as fontes e ampliar os prazos das captações, a Caixa realizou novas emissões e empréstimos internacionais no valor de R$ 5,1 bilhões, alcançando saldo de R$ 9,6 bilhões, crescimento de 202% no ano.

    16. Nos últimos doze meses, foram conquistados mais 6,4 milhões de correntistas e poupadores, totalizando uma base com 71,7 milhões de clientes, crescimento de 9,9%.

    17. Buscando a excelência no atendimento a esses clientes, em 2013 a Caixa inaugurou sua agência de número 4.000, alcançando uma rede com mais de 67,5 mil pontos de atendimento, nos quais foram realizadas cerca de 6,5 bilhões de transações bancárias. São 4,0 mil agências e PA, 34,1 mil correspondentes Caixa Aqui e lotéricos, e 29,4 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento, além da agência-barco e 18 caminhões-agência.

    (*) Pela mudança de prática contábil relativa ao tratamento do saldo das contas de depósitos encerradas por irregularidades cadastrais (CPF/CNPJ irregulares).

    (http://migre.me/jxG9S)
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    Leia também:

    Caixa Econômica Federal

    Demonstrativos Financeiros
    (http://www14.caixa.gov.br/portal/acaixa/home/informacoes_financeiras/balancos_demonstrativos/demonstrativos-financeiros)

    1º Trimestre de 2014

    Resumo
    (http://downloads.caixa.gov.br/_arquivos/caixa/caixa_demfinanc/Press_Release_1T14.pdf)
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    Agora diz aí, Mídia Tucana, onde são aplicados

    os recursos captados por Itaú/Unibanco e Bradesco.
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    FrancoAtirador

    01 de junho de 2014 às 23h11

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    Olha só por que o PIB da Inglaterra

    cresce mais que a maioria dos países:

    29/05/2014 14h18
    UOL São Paulo

    Drogas e sexo são incluídos no PIB do Reino Unido

    Prostitutas e traficantes vão acrescentar 10 bilhões de libras (R$ 37 bilhões) à economia do Reino Unido por causa de mudanças no cálculo do PIB (Produto Interno Bruto, que mede o total de riquezas produzidas num país). A informação é do jornal britânico “Financial Times”.

    A inclusão de atividades ilegais na medição é parte de um projeto do Oficce for National Statistics (Escritório de Estatísticas Nacionais, o IBGE do Reino Unido).

    Essas alterações entram em vigor a partir de setembro e devem acrescentar até 5% ao PIB de 2009. Ainda não foram feitos cálculos para anos mais recentes.

    Segundo estimativas do ONS, a prostituição vai acrescentar 4,4 bilhões de libras (R$ 16,33 bilhões) ao cálculo da economia britânica. O comércio de drogas deve somar 5.3 bilhões de libras (R$ 19,67 bilhões).

    (http://olimpiadas.uol.com.br/busca/montecarlo.htm?tag-id=5787&tag-texto=%20Reino%20Unido)
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FrancoAtirador

01 de junho de 2014 às 18h32

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17/09/2013 às 15:50
Clipping FNDC

Globo fez amortização indevida de impostos

Organizações Globo perderam recurso administrativo
contra Auto de Infração do Fisco Federal.

Dívida Fiscal superava os R$ 713 milhões,
em valores atualizados até dezembro de 2009.

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) do Ministério da Fazenda, que julga contestações a punições fiscais, negou argumentos contra o processo da Receita Federal sobre aproveitamento de ágio formado em mudanças societárias entre as empresas do Grupo Globo.

De acordo com o Conjur, a Globo Comunicação e Participações S.A. (GloboPar) foi condenada por amortização indevida no cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).

A amortização dos tributos usou o ágio, valor embutido no preço de uma companhia vendida equivalente à estimativa de sua rentabilidade futura.

Segundo a lei, a empresa que compra outra tem direito de diminuir o preço da base de cálculo de seus tributos ao valor que gastou a título de ágio.
No entanto, a Auditoria da Receita Federal concluiu que o valor gerado foi artificial.

A Autuação Infracional Fiscal se refere aos anos de 2005 a 2008, nos quais a empresa usou o ágio para pagar menos tributos.

A cobrança se originou do Mandado de Procedimento Fiscal, que qualificou como receita não informada o perdão de uma dívida de US$ 65 milhões (R$ 153 milhões, à época)
concedido pelo banco americano JP Morgan, em 2005, à GloboPar.

A dívida total da GloboPar com instituições financeiras no exterior, gerida pelo JP Morgan e avaliada em US$ 213,1 milhões (R$ 504,6 milhões, à época), foi “adquirida” pela TV Globo, outra empresa do mesmo grupo, por 30% menos que o valor original.

O abatimento foi considerado deságio, diminuição do valor do título.
A TV Globo passou a ser credora e sócia da Globopar através da compra das cotas de uma terceira empresa, a Globo Rio Participações e Serviços Ltda., então controladora da Globopar.
A compra se deu por meio do desconto de uma dívida que a Globo Rio tinha com a TV Globo, fechando o círculo vicioso e viciado.

A Receita Federal lavrou o Auto de Infração em dezembro de 2009,
no valor de R$ 713.164.070,48.

(http://migre.me/jxwgR)
(http://www.fndc.org.br)
(http://www.paraexpressaraliberdade.org.br)

26/SEP/2013 ÀS 09:54
Brasil de Fato, via Pragmatismo Político

Globo tem recurso sobre sonegação negado

Fazenda nega recurso da Globo contra multa
por redução indevida de tributos.
Valor já ultrapassa os R$ 713 milhões

A Globo Comunicação e Participações perdeu recurso administrativo contra uma cobrança milionária do Fisco Federal.

Segundo o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda (Carf), que julga contestações a punições fiscais, não são válidos os argumentos da emissora contra a autuação da Receita Federal, que afirma que houve redução indevida de tributos no processo de mudanças societárias entre as empresas do grupo.

Entre as mudanças questionadas pela Receita está a compra da Globo Comunicação e Participações S.A. (Globopar) pela TV Globo, com envolvimento da Globo Rio.

Segundo o órgão, a ação das empresas amortizou indevidamente o cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).
A amortização dos tributos usou o chamado ágio (diferença entre o custo de investimento e seu valor contábil).

No processo, a Receita chegou a ironizar que a estratégia resultou em um “milagre” no balando da Globopar, uma vez que a dívida com a sócia – a TV Globo – se extinguiu.

“Como podemos perceber, operou-se um ‘milagre’ dentro da Globopar, que teve um PL [patrimônio líquido] negativo de R$ 2,34 bilhões transformado em PL positivo, de R$ 318 milhões, tudo isso no exíguo prazo de 30 dias”,
apontou a fiscalização ressaltando que “a Globopar passou a desfrutar de um ágio a amortizar que nada mais é que seu próprio patrimônio líquido negativo”.

A TV Globo, então, passou a ser credora e sócia da Globopar, por meio da compra das cotas de uma terceira empresa, a Globo Rio Participações e Serviços Ltda., então controladora da Globopar.
A compra, por sua vez, se deu por meio do desconto de uma dívida que a Globo Rio tinha com a TV Globo, fechando o círculo.

Fiscalização

A cobrança da Receita teve origem no Mandado de Procedimento Fiscal, que entendeu como receita não informada o perdão de uma dívida de US$ 65 milhões (R$ 153 milhões, à época) concedido pelo banco americano JP Morgan, em 2005, à Globopar.

A dívida total com instituições financeiras no exterior, gerida pelo JP Morgan e avaliada em US$ 213,1 milhões (R$ 504,6 milhões, à época), foi “adquirida” pela TV Globo, outra empresa do grupo, por 30% menos que o valor original.

Por fim, a Receita Federal lavrou o auto de infração em dezembro de 2009, no valor de R$ 713.164.070,48.

(http://migre.me/jxwiB)
(http://www.brasildefato.com.br)
(http://www.pragmatismopolitico.com.br)


Responder

carlos

01 de junho de 2014 às 16h16

Há ainda as ciganas e cartomantes, lendo mão de economistas fracassados, que querem o mal do Brasil.

Responder

Walter

01 de junho de 2014 às 07h59

Perguntas básicas:
Em quem eu devo votar por uma pauta anti bankster que eu sempre defendi?
A democracia representativa brasileira representa quem?
Mais estado com menos servidores públicos, como?

Responder

simas

01 de junho de 2014 às 00h35

Tinha de ser o Mestre!…
Finalmente, Santayana, não aguentou mais e botou, tudo, pra fora… Com todas as letras e sinais.
Acontece q a fragilidade da mídia, maldita, fede. Todo mundo sente o mau cheiro e não aguenta. Se insistir… o bicho vai pegar. Não tenho dúvidas (Não perceberam, não? ).
O povo não é bobo; abaixo a rede, mafiosa, globo. O resto vem, tudo, no mesmo balaio… Ah!… Não esquecer de acrescentar os asseclas americanos e europeus. Ou os daqui, são paus-mandados dos de lá?
Sei, não: Os próximos 4 anos serão emocionantes. E pinta o fim de meu maior receio; qual seja, o de morrer sem ver a última-valsa.
Buenas

Responder

Edson Chaves Barbosa

31 de maio de 2014 às 23h46

Para quem insiste em acreditar que a crise no Brasil é forte, para quem insistem arrotar que estamos tão ruins assim: 1) BRADESCO, ITAÚ E BANCO DO BRASIL crescem e muito a cada ano, 2) A época de socorros a bancos no Brasil foi durante o Governo do PSDB…com o PROER que acudiu, com dinheiro público os bancos NACIONAL, ECONÔMICO E BAMERINDUS, entre outros que consumiram R$ 38 bilhões durante o Governo FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Responder

FrancoAtirador

31 de maio de 2014 às 22h21

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GLOBALIZAÇÃO x ESTADO NACIONAL

O SISTEMA CAPITALISTA NEOLIBERAL FALIU

E, COM ELE, A DEMOCRACIA REPRESENTATIVA.

OS POVOS QUEREM MAIS ESTADO E MENOS MERCADO,

MAIS COLETIVO/NAÇÃO E MENOS GANÂNCIA CORPORATIVA

As chamadas ‘esquerdas democráticas’, fundamentalmente europeias e latino-americanas, perderam-se na trama perversa de exclusão social absoluta – que dispensa a grande maioria dos Seres Humanos – planejada e estruturada pelos Agentes Financeiros do Neoliberalismo (http://migre.me/jvNg1), a fase mais Concentradora de Capital da História da Economia Mundial.

No mundo inteiro, acentuadamente a partir da década de 1990 (http://migre.me/jvMOU), os Sociais-Democratas foram os primeiros a aderir à essa nova fase do Capitalismo (http://migre.me/jvL2G),
seguidos de perto pelos Socialistas Revisionistas que se renderam à Globalização Financeira Neoliberal (http://migre.me/jvL6S) notadamente promovida pelas Matrizes Colonialistas Ocidentais do Hemisfério Norte –
no começo representadas especialmente pela Inglaterra, em articulação com os United States of America, Canadá e Austrália,
e pela Alemanha, articulada com França, Itália, Dinamarca, Bélgica e Holanda (Países Baixos), às quais posteriormente se agregaram Suécia, Finlândia, Espanha e Portugal –
cujo Marco Temporal poderia ser fixado em 7 de fevereiro de 1992, data da assinatura do Tratado de Maastricht (http://migre.me/jvUIP) que entrou em vigor em 1993,
dando início ao Maior Engodo Político-Econômico Internacional da História da Humanidade formalmente e oficialmente denominado União Européia.
(http://migre.me/jvRef), (http://migre.me/jvRTN), (http://migre.me/jvSPh)

DEPOIS DE UM LONGO PERCURSO HISTÓRICO DE LUTA,

NA RETA FINAL DO SÉCULO 20, A ESQUERDA SE PERDEU,

DEIXANDO O CAMINHO LIVRE PARA QUE, NO SÉCULO 21,

A EXTREMA-DIREITA NACIONALISTA SE [RE]ENCONTRASSE.

PORÉM, AINDA HÁ TEMPO PARA A ESPERANÇA:

(http://pt.euronews.com/2014/05/26/eleices-europeias-syriza-celebra-vitoria-nas-ruas-de-atenas)

“Mirem-se no exemplo
daquelas mulheres
de Atenas”

(Chico Buarque de Holanda)

http://migre.me/jvGuD
http://migre.me/jvGEc
http://migre.me/jvGZ6


(http://migre.me/jvUok)
(http://migre.me/jvUrj)
(http://migre.me/jvTCQ)

Responder

    FrancoAtirador

    01 de junho de 2014 às 01h26

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    .
    30/05/2014
    Diário de Notícias (Portugal), via Carta Maior

    Eleições Europeias: Ceticismo ou Crítica

    Há pois um ceticismo crescente,
    mas politicamente muito heterogêneo
    sobre a Europa da austeridade
    que continua sendo um terreno
    de intensa disputa política

    Por José Manuel Pureza

    A agência de rating Fitch – uma das que [junto com Moody’s e Standard & Poor’s (S&P)], com uma exatidão impressionante, atribuíram notação máxima ao Lehman Brothers dias antes do seu colapso [(http://migre.me/jvXmQ) e (http://migre.me/jvXwZ)] – tornou pública a sua avaliação dos resultados das eleições para o Parlamento Europeu.

    A conclusão é enfática: não houve uma “grande penalização eleitoral tendo em conta o nível de austeridade”.
    E, como tal, para a rigorosa e desinteressada agência as eleições de domingo vieram “reforçar o mandato dos governos da periferia para as reformas”.

    Numa análise mais fina, a Fitch pronuncia-se sobre os casos de Portugal e da Grécia para afirmar que no caso português “a coligação PSD/CDS-PP (…) recebeu 28% dos votos, o que, para os notadores, é sinal de que a direita governamental não está “fora da corrida”.
    E no caso da Grécia a Fitch sublinha que os 8% da coligação liderada pelo PASOK “deverá garantir alguma estabilidade à coligação governativa no curto prazo”.

    Justiça seja feita à agência de rating: diz ao que vem.
    E mostra lealdade aos seus peões no terreno da governação europeia.
    Para estes suportes da política de austeridade que tem devastado a Europa, tudo deve ser feito para dar suporte político, por agora ao centro, à continuação da política de transferência de rendimento do trabalho para o capital.
    Estão pois confirmados os encarregados de conduzir as próximas fases da liberalização econômica e da implosão social na Europa: serão os liberais e os sociais-democratas, em combinações de geometrias diversas.

    É essa definição que faz as lideranças de Bruxelas ensaiar o discurso em que a vitória do Syriza na Grécia ou da Frente Nacional em França são “vitórias dos extremos”.

    Tudo quanto não é centro é extremista, truque simples:
    a política conduzida pelo centro é ela mesma extremista e causadora consciente de uma hecatombe económica e social sem precedentes na história da União Europeia.

    Esta estratégia da confusão, que mistura o que é politicamente oposto para traçar uma fronteira de um centro mais pequeno e mais entrincheirado, recorre à qualificação retórica de “eurocéticas” de todas as forças que não se reveem no caminho seguido pela integração europeia desde Maastricht e da criação da moeda única nos termos que são conhecidos.

    A terminologia não é ingénua: o rótulo de eurocético traz consigo a acusação implícita de se ser contra a Europa porque, num outro implícito mais subtil, só haverá um modo de se ser verdadeiramente amigo da Europa:
    alinhar com as políticas de austeridade determinadas por uma União Económica e Monetária deliberadamente assente em regras de destruição do modelo social europeu.

    O que as eleições de domingo disseram foi que, na verdade, a crítica a este modo de ser político e económico da União Europeia cresceu.
    Mas cresceu com sentidos politicamente muito diversos.

    A vitória do Syriza na Grécia é uma vitória de uma esquerda que luta tenazmente contra a austeridade e, em simultâneo, por uma solidariedade europeia contra o uso das dívidas como armas de punição das periferias internas da União.
    Está nos antípodas da ascensão de forças que fazem da xenofobia ou da nostalgia nacionalista o seu suporte discursivo essencial.

    Há pois um ceticismo crescente, mas politicamente muito heterogêneo sobre a Europa da austeridade.
    Que as agências de rating e as instituições europeias não queiram saber das suas causas e anunciem a perpetuação do centrão como seu desígnio político principal e insistam em dar-lhe como mandato essencial o cumprimento do tratado orçamental é algo que faz antecipar turbulência acrescida na política europeia.
    A Europa continua a ser um terreno de intensa disputa política, em todas as escalas que ela inclui, agora mais que antes.
    Esse é um desafio irrecusável.

    (http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/Eleicoes-europeias-ceticismo-ou-critica/6/31050)
    .
    .
    SUÍÇA: O SONHO DE CONSUMO DA EXTREMA-DIREITA XENOFÓBICA EUROPÉIA

    As esquerdas deveriam analisar esse fato pelo aspecto positivo:

    Apesar de ser, virtualmente, uma Ilha Fiscal Paradisíaca na Europa,

    aliás, um dos mais Requintados Prostíbulos do Capitalismo Globalizado

    (http://migre.me/jw0Qg) (http://migre.me/jw0Z0) (http://migre.me/jw237)

    onde se localizam as Matrizes de algumas Corporações mais Nefastas,

    como Credit Suisse, UBS, Nestlé, Syngenta, Novartis, Swatch, Rolex,

    (http://migre.me/jvZVp) (http://migre.me/jw2mX) (http://migre.me/jw2Ad)

    e de lá habitarem pessoas como o treinador da Seleção Suíça de Futebol

    que afirmou que os manauaras são bárbaros selvagens da Amazônia.

    (http://migre.me/jw1E4) (http://migre.me/jw3zN)

    a Confederação Suíça (http://migre.me/jw3hT) possui um Sistema Político

    que é único no Planeta, onde efetivamente funciona a Democracia Direta

    combinada com a Representação Popular Parlamentar e Governamental,

    em que a Prática Regular da Consulta Popular (Referendo e Plebiscito)

    é a base fundamental das Decisões de Governo e principalmente de Estado,

    dando legitimidade às Ações dos Governantes e demais Representantes,

    sustentadas e constituídas através do Escrutínio pelo Voto Direto

    no exercício do Sufrágio conferido de forma Soberana pela População.

    (http://migre.me/jw5K2) (http://migre.me/jw4Lw) (http://migre.me/jw3SK) (http://migre.me/jw47e) (http://migre.me/jw5ae) (http://migre.me/jw7o0)
    .
    .

Fabio Passos

31 de maio de 2014 às 17h39

“Mas, no Brasil, continuamos ouvindo, como se fossem oráculos, a opinião dos banqueiros estrangeiros, que só estão em nosso país para organizar a espoliação sistemática de nossas riquezas e do nosso mercado.”

Falou e disse!
O PiG continua divulgando e defendendo, de forma intransigente, os interesses inescrupulosos das oligarquias financeiras.

E estes especuladores corruptos tem um boneco disputando as eleições aqui no Brasil: aécio never.

Responder

Julio Silveira

31 de maio de 2014 às 17h30

Admiro muito o Santayana, seu blog é outro que deveria ser acompanhado por todo brasileiro que percebe haver algo errado nossa cultura tão propagada e incensada pelos agentes da subserviência colonizante. Suas certeiras analises tem um potencial incomum para se tornar um grande antídoto contra os portadores das certezas que só nos tem levado para a ruína, não só econômica, mas também ética.

Responder

    Mário SF Alves

    31 de maio de 2014 às 20h35

    Você conhece o entendimento de que onde entra o sol não entra médico, não conhece?

    Então, a Democracia é o sol.

    Democracia lato sensu.

Tomudjin

31 de maio de 2014 às 15h08

Oráculos, videntes, gurus, presidentes que deveriam ser responsáveis pela Justiça, inventando uma jurisprudência para a jurisprudência, Lobãos, xamãs do tempo, mães dinares, Rogers, polvos, DatasPIGs, casas de apostas, especuladores, bolsas de valores, classes “C” em ascensão, Bancos, sonegadores de impostos etc etc etc…O mundo conspira contra quem ousa questionar esse perene, falido, devastador e, ao mesmo tempo, lucrativo sistema.

Responder

Carmine Pellegrino

31 de maio de 2014 às 14h08

Há também os Oráculos da Economia que frequentam o lamentável Painel do Willian Waack na Globo News.

Responder

    Fabio Passos

    31 de maio de 2014 às 17h42

    O PiG é comparsa dos banksters.
    É a máquina de propaganda da quadrilha.

    Regina Braga

    01 de junho de 2014 às 12h55

    Máquina alimentada pelo pp Governo.PT ,mostra a sua cara…pois da direita já conhecemos, e acaba no transhumanismo, como diria Le Pen…muito ebola para bancos!


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