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Reitor eleito da Unilab responde a Marco Villa: Vá estudar!
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Reitor eleito da Unilab responde a Marco Villa: Vá estudar!


26/10/2016 - 13h26

Fernando e Villa

Da Redação

Em comentários em programa da rádio Jovem Pan (veja no vídeo abaixo), o comentarista Marco Antônio Villa critica veementemente as universidades públicas criadas nos governos Lula e Dilma. Ele foca principalmente na Unilab — Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira e no curso de Pretagogia.

Segundo o reitor recentemente eleito da Unilab, o professor Afonso Ferreira Junior, os argumentos usados por Villa não condizem com  a realidade dessas universidades públicas.

Por isso, decidiu responder as críticas do comentarista em carta aberta, que segue abaixo:

Porto, Distrito do Porto, Portugal
Ao comentarista Marco Villa,

Uma carta aberta,

Escrevo para um professor aposentado de uma universidade costaesilvista (Universidade Federal de São Carlos) ou de uma universidade do Emílio Garrastazu Médici (Universidade Federal de Ouro Preto).

Qualquer destas classificações, utilizando o seu próprio argumento, cairiam-lhe bem, mas seria desonesto com os meus amigos, colegas e adversos da UFSCar e da Ufop.

Fui professor de uma universidade lulista – denominação dada pelo senhor em entrevista sobre algumas universidades públicas – a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (a única do Norte de Minas) e sou professor de uma universidade que, segundo o senhor ninguém conhecia: a lulista Unilab — Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira.

Não tenho como negar minha simpatia com essa alcunha a nosso doutor honoris causa e essa é a única parte que gosto em seus depoimentos, mas também seria descortesia acadêmica com vários de meus colegas, que pertencem a espectros políticos diferenciados, aceitar seu argumento.

É verdade que aqueles que defendem ditaduras, ou golpes, são poucos, mas sejamos sinceros, mesmo na velha casa, onde nos doutoramos, esses também são poucos. O senhor é um caso raro.

Vamos parar de falar de “nós”, de nossas opiniões folhetinescas e vamos falar da Unilab: a criação da Unilab é “um grande momento da história nordestina, onde os sertanejos lutaram para construir um mundo novo”.

Fiz um acochambrado na frase anterior para citar um historiador que, ao se aposentar, deve estar com alguma dificuldade.

Acho que esse historiador deveria ponderar o seu passado e a sua produção, um tanto quanto significativa, mas destruída pela sua briga política e midiática contra o Partido dos Trabalhadores.

Sei que essa briga começa lá na UFSCar e na Prefeitura de São Carlos, mas isso significa que, para questionar o projeto de um partido, o senhor vai questionar todas as universidades criadas por esses governos? Somos muitos. Não admira não poder visitar universidades nenhuma ultimamente.

Minha retórica ou a sua (panfletária, partidária, midiática) não pode associar uma universidade a um governo.

Isso é de um simplismo vulgar. Dizer que o Presidente da República é responsável por toda a produção intelectual de uma universidade, do contrário  não seria universidade, seria apenas governo ou seu braço.

Lembro aqui que o ex-presidente Lula por vezes é acusado, por antipatizantes, de ser “analfabeto”.

Decidam-se. A Unilab propõe fazer integração internacional para além daquela que já existe e que foi objeto de nossa formação histórica: não sei se vale lembrar, mas se chama colonização.

Essa dúvida que o senhor não consegue entender, perceptível quando fala em outra universidade internacional (UNILA), envolve sim, no caso da Unilab, os Palop´s, o Brasil e o Timor-Leste, porque tivemos uma colonização em comum: a portuguesa.

A sua crítica à Pretagogia é fruto do racismo mais puro. É claro que o senhor participou dessas discussões e sabe que, ao dizer que somos ocidentais, exclui inclusive toda a África ocidental e remete à Europa como os países desenvolvidos.

Quantas categorias ruins mencionadas que para responder me bate muito cansaço.

O termo que o senhor diz que “não dá”, dá. Vai ter que dá porque estamos cansados de uma pedagogia apenas de brancos e para brancos.

Uma disciplina, em uma universidade do interior do Ceará e mesmo assim, não dá?

Isso é Universidade, Villa?

O senhor está preocupado com duas regiões sobre as quais faz chacota?

Está fazendo apenas graça com a produção intelectual de centenas de doutores? Se não faltou, deve ao menos ter escutado falar de um professor chamado Florestan Fernandes.

Lá, na escola dos franceses, ele falava de negros no mundo de brancos.

Esse termo, Pretagogia, para a sua ciência, foi cunhado na Universidade Federal do Ceará, nossa tutora, universidade varguista.

Dito isso, sua produção deveria indicar certo apreço pela Universidade Federal do Ceará, mas não.

O senhor também fere essa instituição como se toda a produção do mundo viesse da USP. Universidade que nunca o aceitou. Por isso, não a defende tanto assim.

Claro que nada disso é sua preocupação e não lhe interessa conhecer a Unilab, que assevera ter tomado conhecimento pesquisando na noite anterior ao programa.

Sua preocupação não é essa. O senhor precisa atingir o Lula e depois terminar seus dias como comentarista de rádio. Não mede atos, nem consequências. E um ex-professor da UFSCar ou um profissional das comunicações não pode ser inconsequente.

“Com tal gente, era melhor tê-lo deixado morrer só e heroicamente num ilhéu qualquer, mas levando para o túmulo inteiramente intacto o seu orgulho, a sua doçura, a sua personalidade moral, sem a mácula de um empenho que diminuísse a injustiça de sua morte, que de algum modo fizesse crer aos seus algozes que eles tinham direito de matá-lo.”

Permita-me utilizar um denominado na época como mestiço, Lima Barreto, para fazer um pouco de Pretagogia, preconizando o seu triste fim.

Não espalhe para ninguém, mas em um passado distante, eu já o citei. Por sorte, o sábio professor Fernando Novais, que me orientou no mestrado (Unicamp) e doutorado (USP) rasgou o meu projeto de mestrado e não existe registro desse fato.

Estou citando um professor em comum para questionar a sua estranheza em dedicarmos 120 horas para os estudos da diáspora, que não significa apenas escravidão.

Eu me pergunto, estudamos em programas vizinhos, que o senhor valoriza pela formação francesa, ou, através da missão de Claude Levi-Strauss e Fernand Braudel et alli, oui.

Eu lhe pergunto em belo sergipanês: gazeou as aulas, Villa?

Em determinado momento, a grande crítica do programa de História Social da USP era a carga dedicada ao estudo sobre escravidão e o senhor grosseiramente associa escravidão a toda a diáspora africana e acha uma carga horária em excesso? Jura, Villa?

Aqueles estudos com o Jobson não lhe renderam nada? Só eu e o senhor, naquele café da FFLCH, está de sacanagem?

Lição que aprendi com o Novais era sobre um professor que escrevia três dias por semana, passava três dias em programas de TV e rádio, no sétimo dia, como um Deus, descansava e se dedicava as coisas mundanas.

Vila, o senhor lê quando? O que a profa. Maria Lígia acharia da (des)importância que dedica à América Latina e à nossa co-irmã, a Unila? Quer matar a professora de desgosto?

Gostas tanto da Europa e dos países “desenvolvidos”, Villa, que não consegues compreender que isso aqui virou uma grande diáspora e as universidades europeias — neste momento, lhe escrevo de uma dessas — estão direcionando estudos para as diásporas e com a presença de um Centro de Estudos Africanos. Vou escrever aquilo que falo aos meus alunos: vá estudar, Villa.

Mais estranho ainda é um nacionalista sem igual, vestidor de camisa verde amarela, não questionar a filosofia do football, os estudos de música clássica, a filosofia da bola ao cesto ou basketball, mas questionar a filosofia do samba ou filosofia da capoeira.

Caia pra dentro da roda ,Villa, vou te mostrar meu pulo do gato: “quem não gosta de samba, bom sujeito não é; é ruim da cabeça ou doente dos pés”.

Essa é e será uma universidade diferente. Nem o campo de oliveiras da entrada da Acrópole, em Atenas, tem dúvidas de que existe algo além da filosofia grega. Vá estudar, Villa. “Meninos eu vi”! Sugiro Unilab ou Unila para aprender algo.

Fernando Afonso Ferreira Junior
Professor do Instituto de Humanidades e Letras da Unilab
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira.
Pós-doutorando do Centro de Estudos Africanos da Flup-Universidade do Porto
Doutor em Ciências (História Econômica) da FFLCH-USP

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36 comentários

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Serjão

04 de novembro de 2016 às 02h30

O que ou quem é Villa?

Responder

RENATO GARCIA ESTEVES

31 de outubro de 2016 às 09h58

O excesso de salivação, os espasmos nervosos e taquilalia são sinais claros da hidrofobia (raiva), que acomete o Sr. Villa.
Ele não faz questão de mostrar seu ponto de vista, contrário aos governos petistas, mas, faz uma tentativa desvairada de mostrar seu conhecimento acadêmico, se é que detenha tal conhecimento.

Responder

Nelson

28 de outubro de 2016 às 22h43

Bajulação, servilismo sabujice e subserviência, enfim, uma abjeção só. Villa parece ter nascido para viver de joelhos ou se arrastando. Demitido pela Veja, ele, ao que tudo indica, não vê problemas em rastejar mais e mais para se mostrar útil ao Sistema.

Responder

Paulo Roberto Pinto

28 de outubro de 2016 às 21h30

Eu não tenho pasciência em dar ouvidos ou audiência para imbecis. Este tal de Villa é um imbecil e mal caráter a serviço de uma direita atrasada, exploradora e canalha.

Responder

EDSON PLAZZA

28 de outubro de 2016 às 10h40

Esse é o tipico intelectual dos coxinhas-trouxinhas-escondidinhos. Superficial, desinformado e raso moral e intelectualmente.

Responder

Bruno

28 de outubro de 2016 às 06h33

Q esse Villa é um escroto todos já sabem, ressentido… Outra coisa ainda me assusta, como se escreve mal nas universidades brasileiras, pqp, q tortura esse texto, credo…

Responder

Cláudio

28 de outubro de 2016 às 04h16

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra♥♥S♥♥il e postando: A grande mídia (mérdia) é composta por sabujos sujos e sabujas sujas a serviço dos ianque$ e do $ionismo de capital especulativo internacional e outras máfias (como a ma$$onaria) dos e das canalhas direitistas…
.
########## O Grande Circo BraZil orgulhosamente apresenta a mundialmente famosa farsa (tragicomédia) Democracia REPRESENTATIVA . . . O maior espetáculo do mundo . . . Cla$$ificação otária : Desaconselhável para menores de 02 ânus . . . ##########
.
PARA A ENÉSIMA PUTifARIA ( patifaria + putaria ) DA DIREITA:
Foi com muito cálculo que se preparou mais essa para o PT (e/ou as esquerdas, o progressismo/trabalhismo). E, ao que parece, o partido não contava nem se preveniu para essa eventualidade. Aliás, é estranho o número de vezes que o PT é pego de calças curtas, desprevenido e perplexo. E, o que mais espanta, é que seus inimigos nem parecem ser tão espertos assim.
.

Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/distopia [consultado em 01-10-2016].)

::
O fetiche da mercadoria
ou
dA coi$ificaçãØ do ser humano
……………………………………………………………para o poetamigo e Doutor em Comunicação Laerte Magalhães
.
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………………………………………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØ
…………………………………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØØØ
……………………………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØØØØØ
………………………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØØØØØØØ
…………………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØØØØØØØØØ
……………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØØØØØØØØØØØ
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…………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØØØ
…………………………..ma$$ificaçãoma$$ificaçãoma$$ificaçãØ
…………………………………………………………………………………………………………(Cláudio Carvalho Fernandes)
.
O poema acima (O fetiche da mercadoria…) apresenta-se, no original, em forma de cubo, o protótipo da mercadoria.
::
Poema Z
…………………………………………….Para Dilma, Lula e o PT e todas as forças progressistas brasileiras (e mundiais). Sinta-se homenageado/a, também.
.
Penso
Logo(S)
ReXisto
…………………………………………….(Cláudio Carvalho Fernandes)
::
(Em la lucha de clases)
.
Em la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas
…………………………………………….(Paulo Leminski)
::
(Não é a beleza)
.
Não é a beleza // Mas sim a humanidade // O objetivo da literatura
…………………………………………….(Salamah Mussa)
::
A existência precede a essência.
…………………………………………….(Jean-Paul Sartre)
::
.:.

* 1 * 2 * 13 * 4
.:.
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* * * * * * * * * * * * *
* * * *
Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) !!!! Lula (sem vaselina) 2018 neles (que já tomaram DE QUATRO) !!!!
* * * *
* * * * * * * * * * * * *
♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Responder

Gersier

27 de outubro de 2016 às 19h19

Mas é o que eu sempre digo porque conheço muitos. Um diploma de 3º grau pendurado em uma parede ou exposto numa estante, nem sempre significa que o dono do nome nele escrito, seja um sujeito culto ou inteligente. Muitas das vezes o sujeito NÃO PASSA DE UM GRANDE ESTÚPIDO E IMBECIL. Olha aí mais um prova: “marco villa”.

Responder

Daniel Olievira

27 de outubro de 2016 às 16h53

Professor Alonso Ferreira. Ótimo seu texto, porque prezou pelo argumento, mas escreveu de forma simples, por vezes coloquial, mencionando até o possível desgosto da Professora Lígia. Desgosto de todos aqueles que prezam pela mínima razoabilidade no diálogo. Vila é uma aberração. Graças às besteiras dele, uma de minhas alunas aprendeu a identificar falácias, escapar do conservadorismo em que foi educada e estar mais atenta aos prejuízos que nos legou a ditadura. Tudo graças ao Vila, porque um dia conversamos sobre o fato de que ódio cego a tudo o que foi feito nos governos do PT, ou a tudo o que é defendido pela esquerda, não nos levaria a um debate razoável. Era preciso pontuar a discussão, livrara-se das paixões, para tecer conclusões mais ponderadas. Vila foi mais perfeito contraexemplo que eu poderia encontrar. Fala besteiras porque está movido pelo ódio e pelo ressentimento. Ainda assim, conforme pude observar quanto ao conceito de diáspora em questão, sua recomendação é mais do que válida: Vila, vá estudar! Mas não desapareça de uma vez, você é necessário como contraexemplo à toda forma de debate razoável, ao debate saudável e, por vezes, até nos faz rir. Lembra daquele episódio, comentando a falsa página do Haddad. Vila também é hilário. Valeu professor Alonso Ferreira, mandou bem! Daniel.

Responder

Mirtes Cohen

27 de outubro de 2016 às 11h07

Villa é um juizeco da História.

Responder

Julival F. Rodrigues

27 de outubro de 2016 às 07h53

Villa é apenas um galhofeiro. Gosta de fazer graça. Não vamos levar a sério o que ele diz.

Responder

    claudio-sc

    27 de outubro de 2016 às 15h39

    Villa e seu “comunismo boliviano”

a.ali

26 de outubro de 2016 às 23h59

Repetindo: vá estudar, villa!

Responder

Erivando

26 de outubro de 2016 às 23h07

Mas, o blá blá d’ele tem qualidade e conhecimento de causa, queria que todo blá blá fosse assim…!

Responder

Lincoln

26 de outubro de 2016 às 22h01

Este Vila é apenas mais um “rola bostas”da mídia nacional.

Responder

Ruy Ferreira

26 de outubro de 2016 às 21h28

Defendo a posição que a universidade não pertence ao presidente que a criou, afinal só eu estou desde 1983 lutando pela criação da Universidade Federal de Rondonópolis e nunca aceitaria a ideia que um presidente que assina o decreto é o PAI, CRIADOR, FUNDADOR de uma universidade.
Logo, lembro os professores que debatem uma simples questão: AS UNIVERSIDADES SÃO ÓRGÃOS DE ESTADO E NÃO DE GOVERNO.
O ataque ou a defesa das universidades públicas deveriam ficar longe do partidarismo. Eles só atrapalham a discussão.
Quanto ao mérito do tema, vejo uma pobreza infernal a universidade fechada em si mesmo inventar coisas descoladas das necessidades locais, regionais, nacionais e mundiais (nessa ordem) com o dinheiro dos contribuintes que esperam muito de seus acadêmicos.
Quanto aos dois polemistas: vão estudar, para entender o que uma universidade.

Responder

    Edgar Rocha

    27 de outubro de 2016 às 07h50

    Teu comentário é perfeito, colega. Também concordo que Universidade seja órgão de Estado e não de Governo. Faltou lembrar, com sua licença, e fazendo menção ao texto comentado acima, que Universidade também não é órgão de corporação. Fiquei admirado do professor Fernando Afonso ter poupado a USP das críticas dirigidas indiretamente a outras instituições, tomando como exemplo a atuação do Villa. Até parece que a FFLCH é tudo isto, que tem dado à sociedade contribuição relevante para o entendimento de nossa sociedade, cultura ou país. Estudei lá nos anos 90 e, ao menos naquele período, a USP era mais Villa do que Florestan. Aquilo que um colega falou certa vez no auditório da USP: a FFLCH passava por um processo de “mauricização” irreversível. Não perco oportunidade de falar sobre isto: 90% de evasão naquele período, justificada pela má formação dos alunos do Ensino público (sic) que, pobrezinhos, não sabiam as quatro línguas estrangeiras exigidas pelo Carlos Guilherme Mota que, jocosamente via a sala vazia e falava em bom português (já que adorava falar francês na sala de aula) “Os trouxas caíram!”. Sem falar na Vera Fellini que afirmava que História não é profissão, é coisa pra poucos endinheirados e que aluno da periferia que tem que trabalhar, estudar e concluir o curso tinha mais “é que fazer SENAI”.
    Fico feliz que haja novas concepções sobre a Universidade e o tipo de produção intelectual que esta deve priorizar. Elitismo e segregação social não deveriam cair bem a uma Universidade. Só espero que não fique a impressão de que a USP e a FFLCH, sendo o que são, tenham contribuído para esta mudança.

João batista

26 de outubro de 2016 às 20h57

O reitor quer junto com Lula e sua gang a implantação do comunismo no Brasil, mas o Brasil não tem perfil para esse regime de covardes, eu fico do lado do Villa

Responder

    PSMS

    27 de outubro de 2016 às 00h51

    Comunismo de novo? Não aguento mais. Quando as pessoas irão deixar de ser maniqueístas? A pessoa passa anos e anos estudando, faz citação de grandes historiadores e literatos. Aí o sujeito diz “lugar comum, comunismo, reprodução sem criticidade”.
    Se não pôde contribuir elevando o debate, o silêncio cai bem.

    Edilson Ferreira

    27 de outubro de 2016 às 00h55

    Tudo se torna difícil quando as pessoas não conhecem as definições. O tema em questão nada tem a ver com comunismo. E sim com estudos sobre as culturas africanas.

    Edson

    27 de outubro de 2016 às 01h13

    O Villa é alinhado a Coréia do Norte para preparar o verdadeiro comunismo no Brasil, para isso ele precisa antes se instalar e arregimentar seguidores . . . .

    Fernando Soares

    27 de outubro de 2016 às 04h02

    Implantação do comunismo?
    Ah, cara, vá se lascar. Não sabem falar outra coisa?

    Julival F. Rodrigues

    27 de outubro de 2016 às 07h51

    Você precisa de estudar também. Ainda fala em comunismo? Se você tivesse um mínimo de informação, não estaria dizendo uma asneira dessas. Essa de dizer que luta contra a implantação do comunismo, é uma saída para quem tem pouca inteligência. Quanto ao seu idolo Villa, saiba que ele é um galhofeiro, gosta de fazer graça com coisas sérias. É um humorista de mau gosto.

    Marco Felippe

    27 de outubro de 2016 às 10h13

    João Batista sem querer desrespeita-lo,mas, aonde você viu algo sobre comunismo nesta discussão? Isso passa longe. A discussão é outra. Passa pelo ANTI petismo do Villa, mas, a filosofia discutida é outra, nada a ver com o COMUNISMO. Por favor sejamos mais atentos ao que é dito. Fica na paz.

    Valéria Passarin

    27 de outubro de 2016 às 15h53

    Sr. João Batista, acredito que não tenha lido o texto e quando perpassou os olhos e viu escrito Lula, engatilhou sua ignorância operante que só conhece uma palavra “comunismo”, mas conhece porque outros com intelecto de igual tamanho também a dizem, porque se soubessem o que realmente significa não estariam tendo que expor tamanha ignorância e passando vergonha. Tenho certeza que não leu o texto e se o leu, com certeza não entendeu, mas entender pra quê não é mesmo? Faça um favor a você mesmo e estude o que é um regime comunista, socialista, anarquista e terá argumentos precisos e alinhados. Se conhecesse realmente a linha ideológica do PT saberia que tudo o que ele não é é comunista. Mas estudar, refletir, pesquisar é enfadonho e dá preguiça, o melhor é repetir o que os outros “macaquinhos” dizem, mesmo sem saber o que isso significa, mas se vier de encontro com o que se pensa já tá de bom tamanho. Desenvolver a própria opinião por estudo e comparações é para poucos, infelizmente.

    Nelson

    27 de outubro de 2016 às 17h45

    Batista. Seu eu fosse tão ignorante como você mostra ser ao escrever essa besteira de “implantação do comunismo no Brasil”, eu ficaria quietinho no meu canto. Eu não viria aqui dar mancada.

    Dimas

    28 de outubro de 2016 às 00h21

    Cala a boca Batista!

Luiz Carlos P. Oliveira

26 de outubro de 2016 às 20h12

O Villa, via verbo, apanhou… e muito. Melhor seria se tivesse levado uma bofetada. O professor humilhou esse inconsequente.

Responder

Luiz g. Almeida

26 de outubro de 2016 às 18h47

Blá blá e mais blá blá. Muita conversa e pouco serviço. Sr reitor chega de blá blá. Ok

Responder

Roberto

26 de outubro de 2016 às 16h52

Esse lixo chamado Jovem Pan só sobrevive porque recebe muita grana do ladrão de merenda.

Responder

    MARCOS FERREIRA

    27 de outubro de 2016 às 18h03

    A ditadura temerária deve ter aumentado o repassa a rádio direitista.

FrancoAtirador

26 de outubro de 2016 às 15h24

.
.
“Veja” só o que a Mídia Fascista, Jabá do PSDB, conseguiu fazer no braZil:

Elevar Estoriadores Villões e Reizinhos do Esgoto a Inteléquitos Nazionais.
.
.

Responder

    Gersier

    27 de outubro de 2016 às 19h28

    Esse marcos villa é um dos exemplos citados pela estudante Ana Júlia num plenário lá pelas bandas da republiqueta nazifacistucanóide paranaense. Um bossal que se acha intelecto “guiando” coxinhas, escondidinhos, paneleiros. Ou seja, um imbecil guiando otários.

    FrancoAtirador

    29 de outubro de 2016 às 17h26

    .
    .
    Caro Gersier.

    O brazil foi transformado numa Franquia da Disneylândia

    onde Milhões de Patetas são Governados pelo Tio Patinhas.
    .
    .

Claudio

26 de outubro de 2016 às 14h01

Brocou!

Responder

alvaro braz maciel

26 de outubro de 2016 às 14h00

Este Vila e um vira-lata sem vergonha,gosta de apanhar.

Responder

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