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Diário da Resistência


Polícia prende suspeitos de matar Marielle Franco: um deles, o PM Ronnie Lessa, é vizinho de Jair Bolsonaro no Rio
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Polícia prende suspeitos de matar Marielle Franco: um deles, o PM Ronnie Lessa, é vizinho de Jair Bolsonaro no Rio


12/03/2019 - 09h31

O sargento Queiroz postou foto com Bolsonaro em sua página de Facebook no dia 4 de agosto de 2018

Não basta prender mercenários, é importante saber quem mandou articular tudo isso e qual foi a motivação. Mônica Benício, viúva de Marielle Franco

Da Redação

A vereadora Marielle Franco foi assassinada há quase um ano no Rio de Janeiro, no dia 14 de março.

Mesmo morta e, portanto, fora do caminho de quem queria se livrar dela, a máquina de moer carne da direita tentou atacá-la com uma série de mentiras nas redes sociais.

Chegaram a associá-la a um grande traficante, ao crime organizado.

Quem matou Marielle Franco pela segunda vez, nas redes sociais, o fez de maneira organizada?

As milícias do Rio são integradas por policiais e ex-policiais, que conhecem detalhadamente os métodos da própria polícia e buscam cobertura de políticos cujas campanhas financiam.

Durante as investigações aconteceu a clássica tentativa de criar um falso positivo, ou seja, sugerir falsos suspeitos com o objetivo de embaralhar o caso.

Chegou ao ponto de a Polícia Federal abrir um inquérito com o objetivo de apurar o comportamento de alguns policiais civis.

Ontem, véspera da prisão dos suspeitos, o presidente da República Jair Bolsonaro atacou no twitter a filha do jornalista Chico Otávio — e mencionou o próprio.

Otávio é um dos poucos jornalistas investigativos do Brasil capaz de ir além da polícia em suas apurações.

Um dos presos, o sargento Ronnie Lessa, mora no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro, no Rio.

Como as prisões foram feitas nesta madrugada, é óbvio que Chico Otávio e seus colegas já tinham tido tempo para escrever as reportagens publicadas hoje no site de O Globo.

Coincidências, obviamente

Elcio e Ronnie Lessa, o vizinho de Bolsonaro

PM e ex-PM são presos pelo assassinato de Marielle Franco

Sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa teve a prisão preventiva decretada pelo juiz-substituto do 4º Tribunal do Júri

Chico Otávio, Vera Araújo e Arthur Leal, em O Globo

RIO – A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) prenderam na manhã desta terça-feira o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz, de 46 anos, por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.

Na quinta-feira, os assassinatos completam um ano. Os dois tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz substituto do 4º Tribunal do Júri Gustavo Kalil, após denúncia da promotoria.

Segundo a denúncia do MP do Rio, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada. O segundo acusado foi expulso da corporação.

Segundo a denúncia das promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile, o crime foi “meticulosamente” planejado três meses antes.

Além das prisões, a operação busca cumprir mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos.

Lessa e Elcio foram denunciados pelo assassinato e também pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque.

A ação foi batizada de Operação Buraco do Lume, em referência ao local no Centro de mesmo nome, na Rua São José, onde Marielle prestava contas à população sobre medidas tomadas em seu mandato. Ali ela desenvolvia também o projeto Lume Feminista.

Os denunciados foram presos às 4h desta madrugada.

As promotoras pedem ainda a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa.

Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor do motorista Anderson até completar 24 anos de idade. Em certo trecho da denúncia, elas ressaltaram: “É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia. A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito”.

A polícia e o Gaeco chegaram às 4h desta terça-feira às casas dos investigados. O policial Lessa mora no condomínio de Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, por coincidência, o mesmo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Não há, porém, nenhuma ligação, a não ser o fato de serem vizinhos. O condomínio fica de frente para o mar, com seguranças na portaria.

Suspeito acompanhava agenda de Marielle

A principal prova colhida pelos investigadores saiu da quebra do sigilo dos dados digitais de Ronnie Lessa. Ao verificar os arquivos acessados por ele pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem” (dados que ficam guardados em servidor externo e podem ser vistos remotamente), eles descobriram que o suspeito monitorava a agenda de eventos que Marielle participava.

Para a polícia, é um indício de que a vereadora estava tendo seus passos rastreados. Marielle, segundo a investigação, participou de pelo menos uma das agendas pesquisadas pelo suspeito.

De acordo com uma fonte que investiga o caso, Lessa usava na época do crime um telefone “bucha” (comprado com o CPF de terceiros, para não ser rastreado).

Já o aparelho registrado na operadora telefônica em nome do próprio sargento foi usado no dia do duplo assassinato por uma mulher em um bairro da Zona Sul.

O objetivo do militar suspeito, segundo o investigador, foi o de confundir a polícia, caso os agentes fossem verificar as antenas de telefonia das estações de rádio-base (ERBS) para checar se o celular pessoal de Lessa estava no local do crime.

E foi exatamente o que os agentes fizeram. Para chegar ao celular “bucha” usado pelo PM no local do crime, os investigadores realmente tiveram que fazer o que eles chamam de triangulação de antenas, ou seja,  levantar as ERBS da região do crime e traçar uma localização mais precisa, refinando assim as buscas pelo celular dos criminosos.

O resultado deste levantamento dos telefones ligados na região onde a vereadora passou, da saída da Câmara dos Vereadores até o local da emboscada, no Estácio, gerou uma extensa lista.  Era como achar uma agulha no palheiro.

Num exercício de paciência, de vários meses, os policiais da área de tecnologia da DH trabalharam na pesquisa, reduzindo os alvos, mas, ainda assim, o número era elevado.

Apesar da complexidade, os investigadores, baseados numa imagem de câmaras de segurança da Rua dos Inválidos, no Centro, no dia 14 de março, registraram os horários em que um suposto celular aparece aceso dentro do Cobalt prata dos executores. O carro deles estava estacionado perto da Casa das Pretas, onde Marielle participava como mediadora de um debate.

Com o registro do horário que o possível aparelho estava em uso, a polícia fez uma nova triagem na lista de celulares já existente até descobrir que um destes telefones fez contato com uma pessoa relacionada à Lessa. Daí, a polícia partiu para buscar os dados na nuvem do policial.

Homenagem pelos ‘bons serviços prestados’

Extremamente operacional, Ronnie Lessa encontrou no 9º BPM (Rocha Miranda) a unidade perfeita para o seu perfil. Afinal, o batalhão, nos idos de 1992, tinha fama de ser violento, aparecendo com frequência nas manchetes de jornal.

Não é à toa que os policiais que davam serviço naquela época eram conhecidos como “Cavalos Corredores”. Foi da unidade de Rocha Miranda que saíram os PM condenados pela chacina de Vigário Geral, em 1993, quando 21 pessoas — oito delas evangélicos de uma mesma família — foram executadas.

Na época, o batalhão tinha praticamente todo o seu efetivo com casos de auto de resistência, situação que ganhou o holofote justamente por causa do massacre. Ronnie Lessa ainda era soldado e se integrava aos colegas.

Sua guarnição era uma das campeãs de louvores da corporação pelas operações que incluíam a apreensão de armas e drogas, o estouro de locais de endolação de drogas e prisões.

O chefe do grupo era um capitão que inclusive ainda é lembrado nos dias de hoje como um dos três oficiais mais operacionais que passaram pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope): Cláudio Luiz Silva de Oliveira.

Do público em geral, hoje ele é conhecido como o tenente-coronel Cláudio, condenado a 36 anos de prisão como mandante do assassinato da juíza Patrícia Acioli, em 2011. Ele cumpre pena na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Suspeito recebia muitos elogios

Ronnie Lessa e sua guarnição, quase sempre formada pelos mesmos integrantes, eram parabenizados duas vezes por mês, em média

Era um louvor por mês, sendo que, em 1997, no mês de março houve duas menções. Mas a PM não havia mais espaço para Lessa que junto com outros colegas da mesma guarnição passaram a dar serviço nas delegacia especializadas do Rio, como as que cuidavam de roubos de cargas  — justamente porque a maioria dos alvos era de favelas da área do quartel de Rocha Miranda, que a guarnição conhecia bem –, de capturas de presos (Polinter) e para coibir os sequestros.

Entre os colegas que seguiram com Lessa estão: Roberto Oliveira Dias, conhecido como Beto Cachorro; e os irmãos Ivan Jorge Evangelista de Araújo e Floriano Jorge Evangelista Araújo.

Todos foram investigados na Operação Guilhotina, deflagrada pela Polícia Federal que apurava a corrupção policial na Polícia Civil. Lessa não foi indiciado na época.

Discreto mas eficaz

Lessa também recebeu moção do deputado estadual Pedro Fernandes (PSD), em 23 de novembro de 1998, avô do atual secretário de Educação Pedro Fernandes.

Fernandes destacou na época: “a maneira como vem pautando sua vida profissional como policial-militar do 9º BPM. Sem nenhum constrangimento posso afirmar que o referido militar é digno desta homenagem por honrar, permanentemente, com suas posturas, atitudes e desempenho profissional, a sua condição humana e de militar discreto mas eficaz. Constituindo-se, deste modo, em brilhante exemplo àqueles com quem convive e com àqueles que passam a conhecê-lo. Por tudo isto, sinto-me orgulhoso e honrado ao propor esta moção de louvor”.

Anistia Internacional

COMO A POLÍCIA CHEGOU AOS SUSPEITOS DE MATAR MARIELLE

O passo a passo da investigação que levou aos nomes do PM Ronnie Lessa e do Ex-PM Elcio Queiroz

Da Época

“É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia. A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito”, afirmam as promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile na denúncia contra Ronnie Lessa e Elcio Vieira de Queiroz por envolvimento no assassinato da vereadora.

A polícia demorou meses para chegar ao nome de Ronnie Lessa, 48 anos, sargento reformado da Polícia Militar.

Ele, que mora no mesmo condomínio de classe média alta do presidente Jair Bolsonaro, o Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, teve o nome aventado a partir de informações recebidas pela polícia de dentro e de fora de presídios.

Sem conseguir coletar provas físicas e depoimentos que “entregassem” a participação de Lessa, apostou nos dados digitais do PM.

Eles verificaram os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem”.

Assim, ficaram sabendo que o suspeito acompanhava a agenda da vereadora. Segundo investigadores, ele utilizava um celular comprado no CPF de um terceiro.

O que estava registrado sob o seu cadastro foi utilizado, no mesmo dia dos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, na Zona Sul do Rio.

Marielle e Anderson foram mortes em 14 de março de 2018, quase um ano atrás, na Rua João Paulo I, no bairro do Estácio, zona norte do Rio.

Segundo a PM, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada.

Com a troca dos celulares, o suspeito tentava enganar a polícia, caso os agentes verificassem as antenas de telefonia para checar se Lessa estaria no local do crime naquele momento.

Por vários meses, os policiais da área de tecnologia da Delegacia de Homicídios trabalharam na pesquisa, reduzindo o número de aparelhos investigados.

Baseados numa imagem de câmaras de segurança da Rua dos Inválidos, no Centro, no dia 14 de março, os investigadores registraram os horários em que um suposto celular aparece com a tela ligada dentro do Cobalt prata dos executores.

O carro deles estava estacionado perto da Casa das Pretas, onde Marielle participava como mediadora de um debate.

A partir do horário que o aparelho estava possivelmente em uso, os investigadores fizeram uma nova triagem na lista de celulares até descobrir que um destes telefones fez contato com uma pessoa relacionada à Lessa.

Desse ponto, a polícia trabalhou para buscar os dados na nuvem do policial.

A operação Lume, deflagrada nesta quarta e que levou à prisão de Lessa e Queiroz, além de estar fundamentada na interceptação dos dados digitais do suspeito, também se sustenta em depoimentos de informantes, inclusive presos no sistema carcerário.

Após quase 12 meses de investigação, polícia e o Ministério Público do Rio concordaram em desmembrar o inquérito em duas partes para não perder mais tempo.

Uma das partes foi transformada em denúncia, identificando os atiradores. A outra, que ainda está em andamento, está focada em encontrar os mandantes do crime – que ainda não foram identificados.

Apesar da prisão de Lessa e Queiroz, a Polícia tem a certeza de que um terceiro homem estava dentro do Cobalt que alvejou o carro de Marielle e Anderson.

Em 27 de abril do ano passado, Lessa sofreu um atentado. Ele e um amigo, bombeiro, foram baleados no Quebra-Mar, na Barra da Tijuca. Um motociclista teria abordado o carro dos dois.

Os dois, militares, reagiram e balearam este homem, que fugiu. À época, a Polícia Civil informou que não descartava nenhuma hipótese para o crime, mas que considerava como a principal linha de investigação uma tentativa de assalto.

Lessa foi obrigado a entrar com um boletim de ocorrência porque ele foi baleado e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, também na Barra da Tijuca. A cadeia de eventos também chamou a atenção dos investigadores que trabalhavam no caso Marielle.

Essa não é a primeira vez que Lessa aparece no noticiário. Em 2009, ele foi vítima de um outro atentado, em Bento Ribeiro. Uma bomba explodiu dentro de seu carro, um Toyota Hilux blindado. Ele perdeu uma das pernas no crime e, desde então, utiliza uma prótese.

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Por Laurindo Lalo Leal Filho



13 comentários

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joão bravo

14 de março de 2019 às 00h15

Hoje estou aqui para falar como um assunto polêmico ,mas que deve ser discutido pela sociedade,pais,mães, escolas, orgãos públicos. falar nisso nunca entendo se é orgão no sentido figurado, ou aquele que o Brasileiro leva sempre, no meio das coxas quando vai votar.
Temos que sermos realistas, a droga já existe há muito tempo, historiadores já contam que a arvore da vida, na verdade era um pé de maconha, e que Buda foi o maior maconheiro que tinha, só quero fumar um back e viajar a sombra da árvore, quando batia a larica, ele se entupia de comida,Nâo tinha academia, nem pilates estas merdas de hoje a mulher da gente quer fazer.,só parava sentado em cima de moedinhas de tão gordo.
Só o delegado de minha cidade, deu paradão em buda por duas vezes, o vagal pegou cana por posse, sim por que Buda de trouxa não tinha nada, quando saía da boca era só com umas folhas deixava a árvore.
Não havia ainda nem codigo penal, foi tudo na base dos dez mandamentos, até porque Deus já sabia que a versão dela em papel ficaria muito pesada,então forjou a fogo era mais fáci Até para o Gilmar entende-las memo que aquela bacteria jumento.
Mais aí vem a parte profunda exitência e não serei eu que farei os senhores pensar, com seu Q,I,s de ameba suas capeças explodiria e não seria eu causador de uma guerra com o maduro, ouro merda.
Quero em primeiro lugar dizer que não sou a favor das drogas, um basedo pra rexar depois de tanta correria até vai, mas dai a consumir toneladas, já é trafico, não pode,
Meu filho menor é um guri bom ,só meio lerdo,agora com estas porras de cellular então que a coisa ficou feia, minha mulheria queriair até cancum, não sei nem pra que lado fica,mas Agora tem gps qualquer idiota vai longe.
Somei minha aposentadoria mais a dela e um porco de plasticos onde ela junta uns real, porque se ela não esconde ia tudo em cachaça,dava mais ou menos R$ 4000.00, até achei viavel,então peguei e mandei este meu filho retardadao,comprar,com meu cartão Visa e vem atrás dois litros de coca cola para comemorar, a quela bactéria me vai na boca de pega um quilo de cocaiana, filho da puta,fui ver tirar extrato pra saber quanto valia aquilo não deu por que o meu chip do cartão se juntou com mais quatro fizeram um sidicato e não queria mais entrar nos buracos, pro trabalhador tomar no outro,pesquisei no google quanto valia aquela porra R$ 5.000,00, fiz as contas de cabeça hospedagem para 4, sem café da manhã nem almoço dava até pra chegar, mas depois ia ter que encomodar o pobre do consul que até nem o que serve,Maduro debocha de nossa cara, aponta os mìsseis Russus pra Brasilia e não faz nada, nem um beijo de lingua no inseto.Nem que você sópara maduro usar o estoque deles de papel higiênico.Fiz uns calculos de cabeça de quantos anos eu ia pegar,telefonei para a minha amiga conceição amiga do azenha,que mandou osfilhos da puta pegar o amianto e enfiar no rabo,até porque tem o niobionosso que vale 2 vezes o PIB da china, não precisamos de esmolas.Tambem foi a unça que me tefonou para o manicômio e jurou pro psiquiátra que eu estava bem era apenas mais um Jesus, dei uma passada de olhos no código penal, só para ver o qua dava. calculei 8 anos de reclusáo por tráfico, no mínimo por que teria que pedir um defensor publico, 5 anos por corrupção de menores, e mais alguns por formação de quadrilha. vi que ficava mais em conta cheirar o pó todo,viajariamos os quatro por umas duas semanas e sobrava dinheiro se a policia me pegasse, se nãoa me pegasse o gerente a agencia pegava, este negócio de ladrão que rouba ladão para os bancos
não cola, para resumir, me pegaram estou aqui pagando, mas descansando doze anos pelo estado, ganhando mais que os fudidos do inss e simples deste jeito.

Responder

Jardel

13 de março de 2019 às 00h46

É muito interessante isso: O acusado de matar Marielle é envolvido em crimes de mando, ou pistolagem.
Mas no caso da Marielle ele matou poque “repudiava as causas que ela defendia”.
Só bolsominiom acredita.
QUEM FOI O MANDANTE????

Responder

Jardel

12 de março de 2019 às 21h43

É o Queiroz 2 na vida do Bozo? heheheh
O presidente só se relaciona e elogia gente finíssima.
Pegaram 117 fuzis na casa do acusado de atirar em Marielle. Dá pra abastecer uns 10 morros do Rio de Janeiro.

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 13h29

https://twitter.com/search?q=%23OAssassinoMoraAoLado

Os Cabots Eleitorais do Bolsonaro estão Desesperados
subindo qualquer Tag no TT para abafar a Informação
sobre a Prisão do ex-PM que atirou em Marielle Franco
e que mora no mesmo Condomínio do Jair Bolsonaro.
Sem falar na Foto do Queiroz II ao lado do pré-Zidenti.
#OAssassinoMoraAoLado https://pbs.twimg.com/media/D1c6aoGWkAAkgC9.jpg
https://pbs.twimg.com/media/D1dFbY8W0AAckIT.jpg

https://twitter.com/andregallindo/status/1105416480060002304

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 13h09

Caso Marielle

Lideranças Políticas cobram identificação dos Mandantes

Vermelho.Org

O líder do PCdoB na Câmara, deputado Orlando Silva (SP), comemorou o avanço das investigações que levaram às prisões nesta terça (12) do policial militar reformado Ronnie Lessa, 48 anos, e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, 46 anos, ambos acusados da morte da vereadora Marielle e do motorista Aderson. Élcio Vieira foi preso num condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, o mesmo onde mora o presidente Bolsonaro.

“Que seja feita justiça à Marielle, vítima do ódio que contamina a sociedade. Tão ou mais importante que prender os executores do assassinato de Marielle é descobrir quem está por trás do crime. Quem queria calar sua voz e por quais interesses? Que seja feita justiça para os milhares de jovens pobres e negros, assassinados pela violência comandada pelo crime ou por quem deveria defendê-los”, disse o líder.

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR),
pediu uma investigação mais “criteriosa” sobre a relação dos autores
dos crimes com a o clã Bolsonaro.

“Um mora no condomínio de Bolsonaro,
outro tem sobrenome Queiroz.
A princípio não quer dizer nada.
Mas os antecedentes da família Bolsonaro,
que abrigou um Queiroz e homenageou milicianos,
requer investigação criteriosa de possíveis relações”, disse.

“Dois policiais são presos na Barra da Tijuca,
suspeitos de executarem Marielle Franco.
Um deles mora no mesmo condomínio que Jair Bolsonaro”, questiona Manuela d’Ávila (PCdoB), candidata a vice na chapa liderada por Fernando Haddad (PT).

A líder da Minoria na Câmara, deputada Jandira Fegalhi (PCdoB-RJ),
diz que o PM Ronnie Lessa, preso acusado de matar Marielle,
é conhecido por ser exímio atirador e por sua frieza.
“Policial chegou a ser homem de confiança do contraventor
Rogério Andrade, mas perdeu posto após atentado que matou
filho do bicheiro”, revelou a deputada no Twitter.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) também suspeita
da relação dos acusados com o clã Bolsonaro.
“O PM Lessa e o ex-PM Queiroz presos pela execução de Marielle e Anderson.
O sargento Lessa pego em casa, no condomínio de luxo
onde mora Bolsonaro.
Bolsonaro, que atacou uma repórter cujo pai, jornalista,
investigava o assassinato. Quanta coincidência!”, diz ele.

A viúva de Marielle, Monica Benicio, parabenizou às promotoras
e todos os envolvidos nas investigações.
Ela aguarda acesso aos detalhes das investigações.
“Mas ainda falta a resposta mais urgente e necessária de todas:
Quem mandou matar marielle?
Espero não ter que aguardar mais um ano para saber”, afirmou.

http://www.vermelho.org.br/noticia/319100-1

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 13h02

Anistia Internacional, Human Rights Watch e PSoL
cobram Esclarecimentos sobre Mandante(s) do Crime

Os pedidos pela responsabilização dos mandantes foram
endossados pela arquiteta Mônica Benício, viúva de Marielle.

“Parabéns às promotoras, e a todos os envolvidos.
Espero poder ter acesso aos detalhes para que sinta segurança
nesse resultado.
Mas ainda falta a resposta mais urgente e necessária de todas:
QUEM MANDOU MATAR Marielle?
Espero não ter que aguardar mais um ano para saber”,
ela escreveu no Twitter:
(https://twitter.com/monica_benicio/status/1105439785152380929)

Em nota, a ONG Anistia Internacional pediu que um grupo independente de especialistas possa acompanhar as investigações. “A organização reitera que ainda há muitas perguntas não respondidas e que as investigações devem continuar até que os autores e os mandantes do assassinato sejam levados à Justiça”, diz a ONG.

Outra ONG, a Human Rights Watch, afirmou que a detenção dos suspeitos, “se confirmadas as evidências sobre seu envolvimento, é um passo muito importante na eludicação deste grave crime que chocou o Brasil e o mundo”.

“Para além disso, permanece o desafio fundamental de que os investigadores da polícia e o Ministério Público avancem no inquérito que visa identificar os mandantes do assassinato. A sociedade precisa saber não só quem apertou o gatilho, mas quem mandou matar e o porquê”, diz a organização.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47539123

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 12h23 Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 11h31

Envia essas reportagens do Jornalista Chico Otávio
para o Cineasta Marroquino fazer um Documentário.
https://www.imdb.com/name/nm2645127/

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 10h41

https://www.viomundo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/captura-de-tela-2019-03-12-axxs-09.25.25.png

Ex-PM que dirigia o Carro no Atentado à Marielle
havia sido Expulso por fazer Segurança ilegal

O ex-Policial Militar Élcio Vieira de Queiroz [na Foto],
que dirigia o Cobalt no Atentado à Marielle Franco,
foi expulso da Corporação por fazer Segurança ilegal
em uma Casa de Jogos de Azar no Rio de Janeiro.

https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/03/12/suspeito-preso-ex-pm-marielle-seguranca-ilegal.htm

Responder

Zé Maria

12 de março de 2019 às 10h28

O Experiente Deputado Federal Marcelo Freixo (PSoL=RJ)
fez uma pergunta que está na mente de todo mundo:

QUEM MANDOU MATAR MARIELLE?

“São prisões importantes, são tardias.
Dia 14 faz um ano do assassinato da Marielle,
é inaceitável que a gente demore um ano para ter alguma resposta.
Então, evidente que isso vai ser visto com calma,
mas a gente acha um passo decisivo.
Mas o caso não está resolvido.
Ele tem um primeiro passo de saber quem executou.
Mas a gente não aceita a versão de ódio
ou de motivação passional dessas pessoas
que sequer sabiam quem era Marielle direito.”

“Essa pessoa [o ex-Sargento da PM Ronnie Lessa]
não investigou só Marielle, essa pessoa investigou também
a minha vida.
A mando de quem?
A partir de quando?
Com que interesse político ele faz isso?
Essa pessoa faz parte de um grupo que todo mundo
da área de segurança pública sabe, que é do chamado
Escritório do Crime.
Porque tem gente que mata a serviço de outros no Rio de Janeiro.”
“Como eu fiz a CPI da Milícias em 2008, eu convivo lamentavelmente
com essa situação de ameaça há dez anos.
Não era o caso de Marielle.
Ela não tinha carro blindado,
ela não tinha esse esquema de proteção
porque ela nunca recebeu nenhuma ameaça.
Marielle não estava à frente de nenhuma ação direta
que pudesse gerar suspeitas de que isso acontecesse com ela.
A própria família sabe disso.
Surpreendeu a todos essa ação contra Marielle.
Por isso que a gente precisa saber
quem mandou esses dois assassinos, esses dois covardes,
fazerem isso.
Qual foi a motivação política?
Quem em pleno século 21 no Rio de Janeiro é capaz de politicamente fazer uma coisa como essa?
Isso é muito inaceitável, isso é um crime contra a Democracia!”

Vídeo em:
https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/03/12/apos-prisoes-do-caso-marielle-freixo-diz-que-caso-nao-esta-resolvido-a-mando-de-quem.ghtml

Responder

Luciano

12 de março de 2019 às 09h44

Algumas Perguntas:
a) Como um sargento que ganha R$ 5 mil por mês de pensão pode morar numa mansão num condomínio cujas casas devem valer mais de 100 vezes seu salário?
b) Por que o Ministério Público do Rio de Janeiro não verificou esta aberração, ou eles acham que ele ganhou 200 vezes na Mega sena?
c) O Presidente e o seus filhos não convivem com este policial?

Azenha só por curiosidade, provavelmente é coincidência, mas vindo dos Bolsonaros tudo é possível, já reparou no nome do outro ex-policial preso? deixo para seu faro de jornalista tirar as conclusões, por que eu ficaria com uma pulga atrás da orelha pelo segundo sobrenome do motorista Élcio.

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