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Lula e o Prouni


25/07/2010 - 18h32

Segunda parte de um discurso do presidente Lula sobre a importância do Prouni.





14 comentários

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Senta que lá vem história - AlineValek

27 de agosto de 2010 às 16h59

[…] foi a ótima ideia de alguém que percebeu o quanto era difícil para pessoas de baixa renda entrarem na faculdade. Apesar de […]

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Marcelo

27 de julho de 2010 às 00h24

Parabens Lula e parabens a todos que acreditaram e creêm que podemos crescer e sermos menos injustos. Agradeço por mim, por meus filhos e pelos filhos de milhões de outros brasileiros, que sentiram pequenas mudanças em suas vidas, porém mudanças muito significativas.

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Moacir

26 de julho de 2010 às 17h12

Azenha:
Só é contra programas como o PROUNI quem nunca precisou pagar mensalidade. Eu precisei. Fui aluno de universidade particular quando o FHC era presidente. Penso que nem é preciso dizer muito sobre a situação em que eu e meus colegas nos encontrávamos. Vários deles sucumbiram, nao passando do meio do curso, atolados em dívidas e cobranças judiciais simplesmente porque nao conseguiam pagar para exercer seu direito à educação. Por parte da Universidade, a estrutura erguida para receber 150 alunos por turma funcionava com apenas 50, 60, em claro prejuízo para a instituição, que se via forçada a repartir este custo sem retorno com os que conseguiam ficar. Me lembro que nossa chapa para o Congresso da UNE de 2001 fez as contas de quanto o aluno pagaria de juros para utilizar o FIES dos tucanos e comparamos com o mesmo valor emprestado do banco do Silvio Santos, o Panamericano. Resultado: era mais barato emprestar no banco do que ingressar no FIES. Por tudo isso, quando vejo hoje pessoas que jamais teriam a oportunidade de ingressar em uma universidade poderem exercer este direito quase sagrado – se nao for – dá uma felicidade danada, renovando o compromisso com a luta por um Brasil mais justo e soberano.

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monge scéptico

26 de julho de 2010 às 17h39

Esse é o LULA. Não há quem o substitua em sua humanidade democrática. Me conformo
sabendo que teremos a DILMA que jamais será o LULA. Mas é milhares de vezesmelhor que
o serra e seus áulicos. O BRASIL que forma via PRÒUNI, filhos menos abastados, alguns de
inteligência brilhante, tem orgulho de vocês e, tem orgulho de ter sido servido por esse gran-
-de brasileiro que é o LULA etc etc………………….

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José Rezende

26 de julho de 2010 às 14h08

Graças à nossa aguerrida grande imprensa, que esconde as realizações do governo Lula, muitos brasileiros ainda desconhecem o avanço que tivemos no ensino superior e na Educação em geral. Ao mesmo tempo que implantou o ProUni, que já oferece 700 mil bolsas a jovens que não poderiam pagar uma faculdade particular, o governo Lula investiu pesadamente na expansão na rede pública de ensino superior. Em 8 anos, foram criadas 14 novas universidades federais e 117 novos campi, A oposição baba de ódio, mas não dá pra não dizer: nunca antes na história deste país um governo construiu tantas novas universidades federais. Desde o início do governo Lula, o número de vagas no ensino público superior simplesmente dobrou: de 106 mil em 2003 para mais de 200 mil em 2010. Sem falar no ensino profissionalizante: de 1909 até 2002 haviam sido feitas 140 escolas técnicas federais no Brasil. Em apenas oito anos de governo Lula, foram construídas nada menos que 214 novas escolas técnicas federais (isso mesmo: 214 em oito anos de Lula, contra 140 em quase 100 anos antes de Lula). E vai por aí afora.

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Carlos

26 de julho de 2010 às 10h27

"!Investir em educação" é frase recorrente, antes e depois das eleições.

Ao invés de financiar grandes empresas privadas ou privatizadas, especialmente estrangeiras, o BNDES deveria investir na expansão do ensino público.

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rafael

26 de julho de 2010 às 10h14

Primeiro, ensino superior tanto público quanto o privado não é nada popular, para ninguem, quem ganha pouco mais d eum salário -mínimo e tem que cobrir despesas com saúde, alimentação moradia e vestuário não possui condições de pagar pelo ensino particular e nem manter-se nas universidade públicas(as quais só não cobram mensalidades), sobram aqueles que possuem uma certa folga financeira e, os coitados que farão cursos de R$ 1,99 na ilusão da educação redentora.O que fazer? Passar dinheiro para os empresários da educação ou equipar melhor as universidades públicas?Creio eu que a primeira opção é a melhor, o dinheiro do Prouni poderia muito bem ser melhor aplicado nas Ufs. Quanto ao batalhão de gente que não conseguiria estudar sem esse financiamento, paciência.

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    Vera Silva

    26 de julho de 2010 às 16h17

    Rafael, é uma pena que você não conheça o trabalho da UnB que permite, sim, que os alunos das escolas públicas passem no vestibular e frequentem as aulas: envolve alimentação a preços baixíssimos, monitoriias, bolsas de trabalho e várias extensões do campus pelas cidades satélites do DF e por aí vai.
    Contudo, como não é possível resolver tudo ao mesmo tempo, o PROUNI é essencial. Isto já está fazendo diferença no DF. E olha que a porcaria de governo que temos no DF e no entorno não colabora: educação pública aqui é só para constar; se não fossem muitos professores e diretores que honram a profissão não teríamos mais escolas públicas por aqui.
    Portanto, não se perturbe com o dinheiro que os barões recebem, à medida que os jovens tiverem acesso à educação vão começar a exigir qualidade. Com a Dilma o processo vai continuar e estas particulares porcaria vão sumir. Vai chegar o tempo em que as escolas particulares em sua grande maioria vão virar escolas pagou passou como era, quando eu era criança no RJ. Somente as particulares dos ricos eram boas.
    Meu pai estudou no grande Colégio Pedro II, à noite, e eu nunca estudei em escola particular. Até o Mestrado fiz na UnB. Quero que o ensino público volte a ser o que era. Não sou egoísta e sei que o desmonte começou nos anos 70 e não é em 8 anos que se vai reverter este quadro do ensino público.

    rafael

    26 de julho de 2010 às 19h01

    Concordo que em 8 anos não dá pra resolver o problema, mas veja bem, não é só colocar o aluno dentro da sala de aula e dizer: "olha daqui a um tempo vc vai ter um diploma", se esse documento não vem acompanhado de conhecimento e de visão crítica sobre o mundo. Ou seja, é um dinheiro que acaba por ser mal aplicado. Moro em uma cidade com 12 universidades, 1 federal apenas, se somar a produção de conhecimento feita nas privadas(sem trocadilho) não chega a uma única tese ou produto. Pergunto, o que esse exército de gente está fazendo em sala de aula?

Ed.

26 de julho de 2010 às 01h37

A conhecida tática dos "corretores da nação" é sempre desconstruir o público, para favorecer o privado.
Não sou contra o ensino privado. Mas sou a favor do ensino público!
Porque um país PRECISA de gente educada, seu maior patrimônio.
E sabemos que nem todos podem pagar por educação.
Portanto, não é necessário destruir o ensino público,
Que até uma geração atrás era consistentemente melhor que o então chamado, pejorativamente, de "pagou, passou!"…
Os defensores do livre mercado querem que ele (e tudo) seja totalmente privado.
Ora, se o "privado" é mais competente, não pode temer a competição do "públco"!

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Juca Paulino

26 de julho de 2010 às 01h26

Azenha, confesso que fiquei emocionado. O Lula parecia que tinha ganhado a Copa do Mundo. Sucesso e realizações são direitos de todos e não somente da elite. O Governo ofereceu a oportunidade e eles aproveitaram. O Lula, o Temporão e o Haddad estão de parabéns. |Minhas congratulaçoes aos formandos e a todos familiares.

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dukrai

26 de julho de 2010 às 00h07

as universidades publicas federais se tornaram um reduto para os filhos da classe média branca vinda das escolas particulares,no máximo são admitidos alunos trabalhadores vindos da escola pública nos cursos de menor prestígio e noturnos.
As tímidas tentativas de reservar vagas para os alunos das escolas públicas, como faz a UnB e outras raras, não mudou o quadro elitista e anti-democrático das universidades públicas, nem mesmo quando essa reserva foi ampliada para afro-descendentes e indígenas.
Como não dava para esperar outros 500 anos para a universidade pública se democratizar e atender a demanda popular por vagas no ensino superior para as classes populares, legítima e trogloditamente negada até então, restou a opção de bolsas nas instituições particulares, sem sofrer a oposição e o estardalhaço que a mídia pró-branca e reacionária aprontou pra cima das cotas nas universidades públicas, mesmo porque essa grana milionária salvou uma penca de universidades privadas da quebradeira.
A universidade pública perdeu uma oportunidade histórica de se democratizar e popularizar, faltou aos dirigentes das universidades federais e ao MEC estabelecer uma política e mecanismos de ampliação do número de vagas destinadas aos alunos das classes populares. Essa ampliação de vagas, e a sua reserva para alunos das escolas públicas, seriam aceitas sem oposição e com o aumento de vagas na graduação e a contratação de professores, teríamos o aumento da pesquisa, vital para a universidade e o país. Mais importante, teria dado uma dimensão social que a universidade pública nunca teve, e continua não tendo porque continua a atender a mesma classe média de sempre. Azar o dela. E nosso.

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ivonildo dourado

25 de julho de 2010 às 22h04

Nós não podemos transformar o PROUNI em uma politica permanente. Nesse momento ela é importante pois garante o acesso ao ensino urniversitário a estudantes que ao longo dos anos não tiveram as mesmas oportunidades. Por tanto temops que de forma crescente investir no ensino público de qualidade em todas as etapas de formação, para precisarmos cada vez menos do ensino privado em nosso país

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    Tiago

    26 de julho de 2010 às 09h39

    Concordo em absoluto. O ProUni não pode ser considerado uma política de longo prazo. A questão da educação passa pelo investimento maciço no ensino fundamental e no ensino médio, para que um aluno advindo dessas escolas possa concorrer, em igualdade de condições, com alunos filhos-de-papai nos vestibulares.


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