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Embaixador dos EUA apóia a redução de reserva legal da Amazônia tal qual Rebelo


14/12/2010 - 17h55

14/12/2010

Em telegrama, embaixador é favorável à redução de reserva legal

por  Natalia Viana, no blog CartaCapital/WikiLeaks

O Código Florestal, cuja proposta de alteração volta à plenária da Câmara hoje, foi tema de um telegrama escrito pelo embaixador americano no Brasil, Thomas Shannon, em fevereiro deste ano.

Nele, Shannon transmite uma visão favorável à redução da reserva legal – uma das principais propostas do projeto de lei de de autoria de Aldo Rebelo.

O PL prevê reduzir a proporção da propriedade que deve manter a vegetação nativa (por exemplo, na Amazônia ela cairia de 80% para 50% da propriedade), além de extinguir a exigência da reserva legal para pequenas propriedades. O projeto também anistia quem não preservou e ocupou indevidamente encostas e beiras de rios.

A bancada ruralista no Congresso pressiona pela votação do projeto ainda este ano, enquanto o governo quer deixar para o próximo. O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT/SP) colocou o pedido de urgência na tramitação em votação, mas garantiu que a votação do projeto em si só sai no próximo ano.

Foco na Amazônia

O telegrama enviado por Shannon às 19:01 do dia 10 de fevereiro deste ano começa com um apanhado histórico sobre a legislação para depois entrar em detalhes sobre a questão da reserva legal.  O foco  é a Amazônia. Segundo Shannon, se justifica a decisão do governo Lula de postergar a aplicação da lei – que prevê multas e sanções para os fazendeiros que não respeitarem a reserva legal. “Não é nenhuma surpresa que o governo tenha evitado transformar milhões de fazendeiros em criminosos que poderiam perder suas terras; especialmente em face das eleições de outubro de 2010″.

Ele duvida que o governo consiga efetivamente aplicar a lei – e prevê que pode haver violência se o fizer.

“Se o governo quiser com seriedade penalizar um grande número de donos de terra em violação ao Código Florestal, pode esperar uma dura oposição e possivelmente até um combate violento como aqueles que aconteceram na cidade de Tailândia no ano passado, depois que o governo fiscalizou madeireoso ilegais em Novo Progresso, onde mesmo pesquisadores brasileiros vistos como ‘xeretas’  foram expulsos”. Na ocasião, protestos de madeireiros interromperam uma operação de fiscalização ralizada pelo Ibama e a Secretaria do Meio Ambiente do Pará.

Shannon se reuniu com um representante da Confederação Nacional da Agricultura, de quem não cita o nome, e comenta que as propostas para reduzir para 50% a reserva legal “possibilitariam que uma grande quantidade de fazendeiros que não conseguem se sustentar economicamente respeitando a reserva de 80% possam seguir a lei”.

Para ele é uma “infelicidade” que projetos como o Zoneamento Ecológico-Econômico, que autoriza a redução de até 50% da área para fins de recomposição de reserva legal, não possam ser adotados mais amplamente. Ao mesmo tempo, o diplomata reconhece o progresso do governo no combate ao desmatamento e elogia ações no sentido de regularizar a situação fundiária da região norte. “Nunca tendo sido implamentada,  (a reserva legal) serviu principalmente como ponto de disputa entre os fazenderios e  ambientalistas, enquanto outras políticas menos controversas têm sido eficazes em reduzir as taxas de desmatamento na Amazônia”, conclui Shannon. “Se as taxas de desmatamento continuarem a cair, então o movimento ambientalista pode mostrar mais fexibilidade em um compromisso mais pragmático em relação ao Código Florestal quando o tema voltar à pauta em 2011″, aposta o embaixador.

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56 comentários

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Gil Menochi

21 de dezembro de 2010 às 07h24

O que é o jornalismo, hem?
O título e o enunciado são falsos.
Em nenhum momento está demonstrado que "o embaixador dos EUA apóia a redução de reserva legal da Amazônia".
Nesse sentido, ele mais comenta a versão do código que está em vigor.
E depois falam do PIG…

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Luiz G. Simões

15 de dezembro de 2010 às 17h44

Eu que sou de família de Agricultores, acho bom contiuar as reservas como está, os latifundiários querem enriquecer se apropriando de áreas que pertencem a nação, ou melhor, enriquecer se apoderando do bem público.
Hoje, o Brasil fazendo uso inteligente das áreas desmatadas, como rotação de culturas, transformando pastagens degradadas em lavouras e vice-versa, esse rodozio seria possível aumentar a produção de grãos e carnes sem agredir a natureza.!
A floresta amazonica têm uma importância muito grande no regime de chuvas em todo o sul e o sudestre brasileiro inclusive, o desmatamento pode provocar sêcas catastróficas para a agricultura brasileira!
O gringo americano vê e apóia o desmatamento, vislumbrando o lucro que as multinacionais adicionará
aos seus ganhos com a venda dos pacotes tecnológicos, cujas patentes lhes pertencem !

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Dinha

15 de dezembro de 2010 às 15h45

É dependência ao Norte purinha a diretriz do Rebelo.

Responder

Atenir

15 de dezembro de 2010 às 13h56

Independente de embaixador ou do Aldo Rebelo, eu também apóio a redução da reserva legal, não só na amazônia, mas em todo o Brasil. Isso é uma absurdo que só existe no terceiro mundo e só serve para prejudicar o nosso desenvolvimento. Devemos preservar o meio ambiente, mais não pode ser usado contra o progresso da humanidade. Na europa, no Japão, nos EUA praticamente não existe mais florestas como existe aqui, e nem por isso eles estão morrendo por esse motivo. Pelo contrário, eles estão é muito bem, pois usaram as florestas em benefício da população deles. Aqui, meio dúzia de ambientalistas xiitas e mal informados ou não, caem no discurso absurdo de preservar imensas áreas de florestas somente para se ficar olhando para elas. Enquanto no primeiro mundo, o desenvolvimento corre solto, e sem floresta, diga-se de passagem.

Responder

    Amira

    15 de dezembro de 2010 às 12h22

    A coisa não é tão simples assim. Se é fato que a Europa e Eua, além da china e outros destruiram o seu meio ambiente em troca da massiva industrialização, também é fato que precisamos do meio ambiente para a sobrevivência do planeta. O que se deve haver é uma real valorização das matérias primas para exportação e, porque não, uma mudança no padrão de olhar o que é desenvolvimento. Nos Eua, quase não se investe no transporte público, e todo mundo tem carro. Em São Paulo não é assim e já sabemos o caos que enfrentamos. Pq um país desenvolvido deve ser assim? Quem disse? E se o país desenvolvido puder ser mais comunitário? Essa mudança pode e deve ser aplicada ao olhar para o meio ambiente também. Pq um país desenvolvido TEM que ser devastado? Nós não temos inteligência o suficiente para crescer sem destruir??? Duvido.

ana

15 de dezembro de 2010 às 12h29

A luta de interesses com a omissão do Estado promove mais um embate na questão ambiental. A responsabilidade é nossa, ma medida em que fomos nós a votar nesses deputados. Assim, que esse embate seja digno de uma reflexão sincera sobre a nossa Ideologia diante da 'ideologia' de quem elegermos no futuro.
Que fique claro que Estado não é Governo do partido A ou B. Estado é uma construção da sociedade civil. Nossos governantes têm de aprender urgentemente a representar de fato seu eleitorado e responder as suas demandas e estabelecer, diante disso, uma argumentação favorável frente aos interesses daqueles que o elegeram.
Se o Código Florestal brasileiro for aprovado em benefício do Agronegócio, evidencia-se que o eleitorado foi traído por seus representantes.

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monge scéptico

15 de dezembro de 2010 às 11h07

Mais o que é, que este desgraçado embaixador do porcos assassinos do norte,tem a ver
com assuntos internos nossos? Será que esse ruminantetem espôsa? Preocupe-se com
ela senhor! O brasil deveria responder de uma maneira definitiva e cabal, sobre o que
pensamos sobre estas INTROMISSOÊS, em nossos assuntos internos.
Agora que se trata de uma burralha sem capacidade e determinação para traçar essa
linha maginot na amazônia, que sem participação ativa e contínua das fôrças armadas,
nenhuma ação é permanente, em qualquer sentido. Obviamente, isto quer dizer, fôrças
armadas patrióticas e não entreguistas. Ianques e entrguistas nacionais; VÃO PARA O
INFERNO!., antes que o povo os mande!

Responder

Andre H Abranches

15 de dezembro de 2010 às 10h40

Azenha nosso de cada hora,
Gostaria que publicassem nessa nossa Carta Maior o magnifico artigo do mestre Washington: "A CONSTRUCAO DO MITO JULIAN ASSANGE". É imperdível, beleza de texto, saboroso e tudo o mais! O link: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos….

Responder

Atenir

15 de dezembro de 2010 às 10h05

Independente de embaixador ou do Aldo Rebelo, eu também apóio a redução da reserva legal, não só na amazônia, mas em todo o Brasil. Isso é uma absurdo que só existe no terceiro mundo e só serve para prejudicar o nosso desenvolvimento. Devemos preservar o meio ambiente, mais não pode ser usado contra o progresso da humanidade. Na europa, no Japão, nos EUA praticamente não existe mais florestas como existe aqui, e nem por isso eles estão morrendo por esse motivo. Pelo contrário, eles estão é muito bem, pois usaram as florestas em benefício da população deles. Aqui, meio dúzia de ambientalistas xiitas e mal informados ou não, caem no discurso absurdo de preservar imensas áreas de florestas somente para se ficar olhando para elas. Enquanto no primeiro mundo, o desenvolvimento corre solto, e sem floresta, diga-se de passagem.
O que me impressiona não é o discurso das ONGs e ambientalistas internacionais, o que impressiona é como os nacionais caem nesse conto do vigário tão facilmente.

Responder

    LuisCPPrudente

    15 de dezembro de 2010 às 13h23

    Provavelmente você vem a este ambiente democrático a serviço do latifúndio improdutivo, escravista e assassino (que não tem nenhum interesse em defender o meio ambiente).

Salvador

15 de dezembro de 2010 às 10h03

A questão do Codigo Florestal revela bem o grau de contaminação politiqueira que diversas questões nacionais importantes têm. O ponto de vista tecnico não é levado em conta, mas sim os "achismos" de esquerda e de direita, incluindo aí nacionalismos bocós de diversos matizes. Além disso, enquanto que no "sulmaravilha" a destruição campeia, como nas grandes cidades como RJ, BH e SP, denuncia-se os desmatamentos na Amazonia. A mesma imprensa que fatura com publicidade de construtoras, industrias e especuladores imobiliarios no Centro-Sul acusa os fazendeiros do norte. A mesma imprensa que dissemina pelo país todo um padrão de vida inadequado, mas pregado como simbolo de prosperidade e superioridade cultural, reclama dos nortistas quando querem viver esse padrão de vida. Então, nós não temos o direito de viver como europeus e os nortistas não têm o direito de viver como paulistas, gauchos ou cariocas.

Responder

AugustoJHoffmann

15 de dezembro de 2010 às 09h54

Alguns ambientalistas, amigos de longa data, afirmam que Rebelo limou o Código Florestal, tornando-o digerível ao agronegócio. Isso, a priori, significa agressão ambiental.

A perguntinha curiosa é: quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha?

Ou, traduzindo a metáfora caipira, foi o ex comunista que obedeceu ao tio sam ou, como Maquiavel , para agradar o seu senhor Médici, redimindo-se, para sair do espinhoso exílio?

Por vezes, acho que o nosso Brasil dá um passo a frente e retrocede dois. No caso, a mãe é amada e gentil mas temos cada irmão… fdp.

Responder

Claudio Ribeiro

15 de dezembro de 2010 às 08h04

Enquanto isso um certo senador tucano mantém sua Coerência: para Azeredo todo apoio a diplomacia(?) americana e morte aos "hackers" do Wikileaks
http://palavras-diversas.blogspot.com/2010/12/coe

Responder

Gilson Raslan

15 de dezembro de 2010 às 07h22

Quando o governo americano diz que a amazônia tem que ser internacionalizada e separada do Brasil, porque é um bem da humanidade, os verdadeiros PATRIOTAS, com razão, gritam: os EEUU estão querendo tomar a amazônia para o Brasil não explorar as suas riquezas, deixando-as intocadas para, no futuro, delas usufruir.

Quando o governo americano é favorável à exploração de 50% da amazônia, os AMBIENTALISTAS põem a boca no trombone e dizem que os americanos não têm que interferir na questão.

Perceberam como a questão amazônica é controvertida? Os PATRIOTAS querem a sua exploração, e os AMBIENTALISTAS querem deixá-la intocada.

Como amazônida e conhecendo a região, penso que a amazônia tem que ser explorada com racionalidade, como está previsto no PL do Código Florestal relatado pelo Dep. Aldo Rabelo, pois, a prevalecer o entendimento dos ambientalistas, o povo da região vai ser condenado à eterna pobreza, porque vai produzir só para o próprio consumo.

Responder

Marcus

15 de dezembro de 2010 às 04h37

Repugnante! espero que o sr. Aldo Rebelo e o seu partido se expliquem MUITO BEM, do contrario: NAO CONTARAO MAIS COM O MEU VOTO.

Responder

    Eridan

    15 de dezembro de 2010 às 09h51

    Faço das tuas as minhas palavras.

    LuisCPPrudente

    15 de dezembro de 2010 às 13h34

    Eu votei no PCdoB nas últimas eleições, mas não votei no deputado Aldo Rebelo, pois não concordo com o relatório do Aldo.

    Gostaria que o PCdoB se posicionasse diante deste tema, mas que não falasse só do Greenpeace (um órgão imperialista a serviço do capitalismo), que comentasse que todo o latifúndio improdutivo, escravista e assassino apóia, de corpo e alma, o relatório do deputado Aldo; que muitos ambientalistas brasileiros, defensores do Brasil e contrários ao Greenpeace, também são contrários ao relatório do Aldo; que pessoas renomadas das universidades, o MST, sindicatos de trabalhadores rurais e urbanos se posicionam contra o relatório do nobre Aldo Rebelo.

    É necessário que o PCdoB esclarecesse que benefícios esse relatório dá à sociedade e ao meio ambiente. Eu não consegui enxergar isto.

Uélintom

15 de dezembro de 2010 às 00h36

Não sei qual dos ex-comunistas que mais me causam asco:

Roberto Freire

Aldo Rebelo

Responder

Urbano

15 de dezembro de 2010 às 00h24

Os gringos nem precisam ter a menor aporrinhação com essas coisas, pois o que tem de representantes seus em nosso Congresso para resolver isso pra eles, não está no WikiLeaks.

Responder

rafael martelo

15 de dezembro de 2010 às 00h23

olha azenha eu te achava um bom jornalista mais parece que vc ta muito mal informado essa proposta de reduzir a reserva legal de 80% para 50% simplesmente não existe no relatorio do Aldo Rebelo sobre a reforma do codigo florestal.

ah e é claro ja deu para perceber que vc tem uma implicancia com o Aldo e isso as vezes cega oq não e bom para um jornalista

Responder

    Conceição Lemes

    15 de dezembro de 2010 às 01h17

    Rafael, releia a matéria. Ela é da Natália Viana, do blog CartaCapital/WikiLeaks. Saudaç]oes

    Eridan

    15 de dezembro de 2010 às 09h58

    Ô, Rafael, então mostra a proposta. Ou você é pupilo do Jobim, que não acredita em nada que a embaixada americana fala?

    rafael martelo

    15 de dezembro de 2010 às 15h38

    a questão e simples não existe essa proposta de reduzir a reserva legal de 80% para 50% leiam o parecer do Aldo sobre a reforma do codigo.

    José

    15 de dezembro de 2010 às 11h30

    Rafael voce esta certo. O pessoal ta erado radicalizando, ninguem aqui vive na roça. O Brasil não pode ser somente um Jardim Botanico do mundo (Aldo, falou). Precisamos produzir para comer! Nos que estamos aqui na roça não podemos fazer nada! não podemos criar nem plantar, nem perto da agua a ge nte pode chegar perto. Se voce pega agua na nacente e leva prA SUA casa eles mandam dismancar. Eu planto hortalicas pra vender e crio galinhas porcos cabras e peixe, mais é muito dificil!

Xis

14 de dezembro de 2010 às 23h58

*IMPORTANTE*
repassando mensagem do blog do Delegado Protógenes:
Diplomação, dia 17/12 as 10h na Assembléia Legislativa-SP

Faltam 03 (três) dias para iniciarmos o equilíbrio entre o interesse público e o interesse privado.

O combate a corrupção está ligado na fé que existe em nossos corações e nessa união de almas o bem sempre vencerá !!!

Por isso, estamos juntos nessa caminhada de transformação de um Brasil mais justo e digno para nós e futuras gerações.

Unidos continuaremos com coragem, determinação e harmonia para a construção de um Brasil livre da corrupção.

Espero por vocês, no dia 17/12 as 10h na Assembléia Legislativa – SP.

Abraços,
Protógenes Queiroz

Responder

Pedro Ayres

14 de dezembro de 2010 às 23h55

Caro Azenha
creio que há um fato inconteste em tudo isso – as siglas partidárias, por mais que tenham tido algum significado político maior, hoje em dia, talvez por efeito tardio – têm momentos que parecem estar à direita dos conceitos de Glasnost e Perestroika tão bem caros ao senhor Mikhail Gorbachev. O caso desse Código Florestal e a proposta do sr. Aldo Rebelo é a cabal prova desse estranho efeito.
Se a proposta do tal Aldo Rebelo prima pela ruidade, pior é o que alguns "políticos" e homens de negócio pretendem fazer com o Estado do Pará e um pedaço do Amazonas, criar dois Estados: o do Tapajós e o de Carajás. Uma loucura que, tanto PAS do "brasilianist", quanto o código Rebelo, dão sustentação e argumentos. Duas excrescências só justificáveis à luz do mais delavado oportunismo, arrivimos e de torpes e mesquinhos interesses pecuniários, oligárquicos e clientelistas. Em 2008 escrevi um texto em que tentava alertar para o crime que era o Plano Amazônia Sustentável, da lavra de um carioca que se acredita natural da cidade de Cambridge, condado de Middlesex, Estado de Massachusetts, EUA, onde fica a Harvard University.. Um texto que repeti há alguns dias. Temos que evitar que tais crimes sejam perpetrados. http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5752847

Responder

Polengo

14 de dezembro de 2010 às 23h36

Não sei quem é pior.

Esses traíras daqui, que ficam passando recibo lá fora ou os sanguessugas lá de fora, que acabaram com todas as florestas deles e não vão sossegar enquanto não acabarem com as nossas.

Responder

Bonifa

14 de dezembro de 2010 às 23h15

O Shanon é sem dúvida o melhor nome para comandar a refundação do PSDB.

Responder

El Cid

14 de dezembro de 2010 às 23h03

Enquanto tivermos parlamentares como Rebelo e Vacarezza atuando ao lado dos poderosos , em sintonia com o imperialismo, não teremos um país soberano e independente.

Responder

El Cid

14 de dezembro de 2010 às 23h00

Digamos não ao pedido de urgência para o relatório do deputado Aldo Rebelo!

Responder

edson

14 de dezembro de 2010 às 22h58

(…) continuação

El periodista y ensayista cuenta que hay tanta disparidad social en los países latinoamericanos que “se tiende a subestimar la capacidad de la juventud” para detectar el revés de la trama ecologista. “En los medios de comunicación es frecuente que aparezca un Frente de Liberación Animal, copiado como muchas otras cosas de los países desa-rrollados, con una campaña lacrimógena a favor de la chinchilla, cuando cualquiera que camine un poco, incluso por las zonas más ricas de Buenos Aires, se va a dar cuenta de que la chinchilla no es necesariamente un producto de gran consumo”, sugiere Orduna. “Uno tendería a creer que la juventud asimila fácilmente cualquier tipo de política fundamentalista en lo ecológico, pero creo que hay una sospecha de que algo no encuadra muy bien con nuestra realidad; que hay unas prioridades sino invertidas por lo menos alteradas en base al apoyo mediático que recibe ‘la maravilla del mundo natural’ en los canales de cable.” Con ánimo de ahondar en las paradojas, el periodista recuerda que en una entrevista que le hizo a la presidenta de la Asociación Argentina de Lucha contra el Chagas, ella le comentó que no consiguió organizar un concierto a beneficio. “Incluso algunos artistas que son tenidos como muy progresistas la trataron con malos modos. Claro, me dijo ella, quieren verse asociados con animales que son sinónimo de belleza o de magnificencia y no con bichos que son símbolo de la pobreza y de la mugre. Los subdesarrollados se ocupan del mal de Chagas; yo salvo a las ballenas porque es más prestigioso y mediático”, ironiza Orduna.
“Hay un temor muy grande a contradecir el discurso políticamente correcto que viene de las organizaciones internacionales. La Argentina es muy poco crítica respecto de las Naciones Unidas; parecería que fuera el Olimpo adonde llega gente absolutamente impoluta y ajena a las influencias, y no es así –explica el periodista–. Como existe una actitud sumisa, se terminan firmando tratados internacionales, pactos y protocolos que van generando concesiones. Los sectores más radicalizados de derecha en el mundo industrializado apuntan claramente a establecer los problemas ecológicos por encima de las soberanías nacionales. La lógica que nadie puede negar es la falta de control sobre la explotación de los propios recursos: el mar, la minería, la agricultura.” El progresismo latinoamericano no es ajeno a este temor de contradecir la ideología de los verdes. “Las nuevas formas de dominación estarían desbordando al progresismo latinoamericano por izquierda, cuando el progresismo espera su oposición en la derecha. Lo que está sucediendo consiste en la promoción de causas nobles, como las ecológicas, impulsadas de manera reaccionaria”, afirma Orduna.
–Usted señala que Greenpeace es una gran generadora de mitos. ¿El libro puede contribuir a desterrar algunos de esos mitos?
–Hay un factor tremendamente poderoso detrás de Greenpeace. No creo que un libro sirva para desmontar un mito. Cuando uno está esperando el subte, ve en la pantalla los saltitos de la ballena. No creo que esta tendencia vaya a cambiar, quizá pueda haber más reticencia de los gobiernos, que empiezan a darse cuenta de que vamos a pagar las consecuencias por los compromisos internacionales que se contraen respecto de los temas ecológicos. En el caso de Galápagos se ve muy clarito porque está al borde de perder el control. Ecuador no puede hacer nada porque Galápagos tiene un valor biológico tan importante para la humanidad que las organizaciones internacionales han decidido que la isla no pueda ser considerada bajo soberanía nacional. Con el aire está pasando lo mismo, con el agua también. Plantear el tema del agua en la Argentina es muy interesante. El agua argentina es de nosotros, pero las organizaciones ecologistas esgrimen que son patrimonios internacionales, son problemas de la humanidad. En el lenguaje, estas organizaciones han incorporado el derecho que siempre sintieron sobre los recursos del tercer mundo. El ecologismo es el nuevo colonialismo del siglo XXI. Como junto a los recursos están asociados los problemas de población y de desarrollo humano, la cuestión es verdaderamente preocupante. De ahí el título de Ecofascismo, por el carácter antidemocrático de las políticas del Primer Mundo que propagan el control poblacional en nuestros países.
–¿La chomba verde es para que no lo acusen de antiecologista?
–No, es que me quedan dos mudas presentables para las fotos (risas).
http://www.cinep.org.co/node/1170#comment-791

Responder

edson

14 de dezembro de 2010 às 22h58

ECOFASCISMO por Jorge Orduna
Enviado por Visitante el Dom, 12/12/2010 – 21:58.
Es hora de preguntarse por el verdadero carácter del movimiento ecologista. De dónde viene y adónde va. Aunque comprender la realidad de las instituciones ambientalistas sea un asunto complejo. La imagen que se tiene de World Wide Foundation, la del inocente y encantador osito panda, o Greenpeace no ayuda a despejar el panorama. Gente joven, altruista, libre, que defiende las maravillas naturales de la creación, lucha cual pequeño David contra ese Goliat que es tan fácil odiar: la máquina despiadada de un progreso que no repara en destrucción alguna con tal de satisfacer la codicia, las ansias de poder y la ambición humana. “Cuando alguien invierte muchos recursos en promover una imagen de sí mismo desequilibra la balanza de la realidad de tal forma que volver a nivelarla nos exige exceder el peso del platillo negado, oculto o simplemente no promovido”, plantea el periodista Jorge Orduna en el polémico ensayo Ecofascismo, recientemente publicado por el sello Martínez Roca.
El autor se encarga de desenmascarar esa maraña de personalidades, instituciones, empresas y hasta gobiernos que conforman el entramado actual del ecologismo internacional. En el sensiblero relato ambiental, teñido por un exceso de corrección política –cómo no estar a favor de las ballenas y de la foca bebé, cómo no oponerse a la energía atómica o a las impías quillas de la flota pesquera–, se omite la genealogía con la eugenesia, tan asociada al nazismo, que estudia los métodos científicos para mejorar la raza humana a través del control de su reproducción. La expresión eugenesia, que significa “buen nacimiento”, fue creada por un primo de Darwin, Francis Galton, uno de los impulsores de este movimiento intelectual “que toma principios de los descubrimientos de Darwin sobre la evolución y peregrinas ideas de Malthus sobre la población, para desembocar en lo que luego se calificó como darwinismo social e higiene racial, por unos, y racismo a secas por otros”, advierte Orduna.
El acento de Orduna, que actualmente reside en Los Zorzales, en las afueras de la ciudad de Mendoza, es producto de la mezcolanza de tonalidades que fue adquiriendo de los distintos lugares donde vivió. Después que lo expulsaran de Chile, donde estuvo quince días escondido en un sótano en el comienzo de la dictadura pinochetista, se fue a Francia, pero también vivió en Ecuador y en Bolivia. “Nunca estuve quieto en esos lugares, me siento como un gitano”, aclara a Página/12. A través del caso testigo, las Islas Galápagos, en Ecofascismo –que bien podría haberse titulado “Econazismo”, por el capítulo en el que analiza cómo la legislación alemana se mostraba mucho más sensible con los animales que con las personas–, Orduna dice que quiere demostrar “adónde puede ir a parar la promoción de una cultura ecologista sin ningún tipo de cortapisas, sin ninguna barrera impuesta por los sectores científicos nacionales en función de los intereses reales de cada país”.

Continua….
http://www.cinep.org.co/node/1170#comment-791

Responder

Janes Rodriguez

14 de dezembro de 2010 às 22h54

O que essa gnete nojenta pensa que é? Falam do país da gente como se falassem da cozinha da sua casa. Gente asquerosa, arrogantes, invasivos, vigaristas, mentirosos, criminosos, assassinos, genocidas. E aldo Rebelo sendo porta-voz dessa escória? Entrando em acordos com Kátia Abreu? Em que mundo você está Aldo Rebelo? O que você ainda está fazendo no PT, Vaccarezza? Tem algo de muito podre no reino da Câmara Federal.Essa aliança de comunistas e petistas tipo Vaccarezaa com Katya Abreu e embaixador dos EStados Unidos não é coisa que interesse ao povo brasileiro. Tem que expropriar terra de grileiro ladrão, mesmo! O governo não faz mais que sua obrigação. E Tailândia tem que ser ocupada por forças federais, como o morro do Alemão, ora! Notem: Serra fez uma esmagadora maioria de votos em Tailândia. Como podemos ver: tudo converge!!

Responder

A plebe

14 de dezembro de 2010 às 22h48

A humanidade é uma infecção no planeta. A Amazônia está condenada e, felizmente a humanidade também.

Responder

    Catarina

    15 de dezembro de 2010 às 18h54

    Você é de que planeta?!

José Manoel

14 de dezembro de 2010 às 22h47

Azenha: esse embaixador de m……… que vá cuidar do galinheiro dele!!!! Porco!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

José Safrany Filho

14 de dezembro de 2010 às 22h36

Alguém, há mais de século e meio, já lançou o desafio: "TRABALHADORES DE TODO O MUNDO, UNI-VOS!"

Responder

José Safrany Filho

14 de dezembro de 2010 às 22h34

Isso aqui é pior que bordel é um antro de máfias de toda sorte, inseridas nos 4 poderes podres!!!!

Responder

Wilma

14 de dezembro de 2010 às 22h32

Nossas instituições estão podres há muito tempo!! Aldo Rebelo é mais um que está mostrando a sua faceta capitalista selvagem. Há muita podridão nos bastidores da política que se viessem a tona, talvez não restaria ninguém para governar nosso país.
Não me iludo com mais nada. Votei na Dilma, mas sei que ela está com as mãos atadas e subjugando aos interesses escusos do capital, principalmente o financeiro.

Responder

Sebastião Medeiros

14 de dezembro de 2010 às 21h56

Parece que o Aldo Rebelo esta indo,se é que já não foi,pro lado de lá,ou seja,a turma do Gabeira,Roberto Freire,Soninha,etc…

Responder

mello

14 de dezembro de 2010 às 21h49

Que decepção, deputado Aldo Rebelo!! Envergonha seu partido e mancha definitivamente sua história política!! Com que propósito?

Responder

Almeida Bispo

14 de dezembro de 2010 às 21h23

O que acho mais interessante nessa discussão sobre desmatamento na Amazônia e a completa ausência de citação ao uso maciço de desfolhantes como o Tordon, neto predileto do agente laranja, tão cancerígeno quanto. O veneno é usado em absurda escala no Brasil tropical e de muita chuva, e de maior descontrole sobre o rebrotamento do que em regiões temperadas do globo, e é a única coisa que ainda garante pastagens quase homogêneas em pela Amazônia onde a floresta consume um campo de futebol em menos de dez anos desde quando é abandonado.
Mas, ninguém fala. Essa desgraça tá acabando com as funções hepáticas e afetando gravemente o sistema glandular – o que regula tudo em nosso corpo – e ninguém diz nada. Os verde$ do Green Peace… ah esses só se preocupam com caboclo tacando fogo em um alqueire de terra pra plantar mandioca e feijão pra dar de comer aos seus amarelinhos (expressão comum nos rincões brasileiros).

Responder

BTib

14 de dezembro de 2010 às 21h12

Como é possível um membro do Partido Comunista querer acabar com a amazônia? Como é possível os contatos dele com a bancada dos ruralistas,maioritariamente do DEM? A podridão chegou a níveis simplesmente insuportáveis…enquanto isso, num governo supostamente progressista do Lula, o Brasil é envergonhado por não ter feito nada pelo plano de direitos humanos, em apurar os crimes da ditadura, tamanho rabo preso do Presidente Lula com o Jobim, e pavor dos militares, indo a Dilma, ex-torturada pelo regime militar, manter esse mesmo Ministro informante da embaixada americana, e continuar ignorando que houve uma ditadura no Brasil, e não fazer nada para a Comissão de Verdade.
Sinceramente, é nessas horas que é uma vergonha ser brasileiro…

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Rafael

14 de dezembro de 2010 às 21h03

Depois de ler essas mensagens do Wikileaks fica claro que o Brasil só vai se desenvolver o dia que "peitar" os americanos e lutar pelo povo. Eles sempre vão interfeir para manter nosso país subjugado e dependete deles. Cabe a nós ter respeito próprio e lutar pelo o que é nosso. Os eua sempre vão sugar o que puderem que nem um parasita o nosso país. É decepcionante políticos do PC do B que sempre, pelo menos, diziam que lutavam pelo povo conspirar contra o própiro país.

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João Carlos

14 de dezembro de 2010 às 21h02

Evidentemente que se os EUA teem interesse no projeto de lei, ele deve ser sumariamente rejeitado.

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Rafael

14 de dezembro de 2010 às 20h54

Esse Aldo é o do PC do B?
E mostra quanto os americanos interferem em assuntos internos e quanto nossos polítiocs são submissos. Uma vergonha.

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Airon

14 de dezembro de 2010 às 20h37

Com o tempo, passamos a descobrir que o que é bom para os EUA é péssimo para o Brasil. E nem poderia ser diferente. Eles sempre cumpriram bem seu papel de querer tudo para si. Brasileiro que em vez de defender nossos interesses defede de outro pais, seja ele (o pais) quem for, é traidor da pátria e deveria ser punido.

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ratusnatus

14 de dezembro de 2010 às 20h28

Isso serve de lição para nós mesmos. Ideologia não é prova de caráter.

Há traidores na esquerda e na direita.

E o Brasil está cheio deles.

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    José Safrany Filho

    14 de dezembro de 2010 às 22h28

    Nem esse governo, muito menos o ruralista Rebelo, agora defendendo o mesmo interesse do embaixador ianque no Brasil – isso é intromissão nos assuntos internos de nosso país, portanto, deveria ser expulso daqui – esse cara-de-pau deveria ser destituído e processado por traição à pátria!

diogojfaraujo

14 de dezembro de 2010 às 20h23

Mas que maledetto…

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Marco Meyer

14 de dezembro de 2010 às 20h14

Meu Deus do Céu!
E Aldo Rebelo é o representante do PCdoB que diz defender os interesses do povo.Defende,isto sim,
os ovos e a serpente do capital. Longa vida ao camarada Hoxa, da Albânia!

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Douglas O> Tôrres

14 de dezembro de 2010 às 19h41

È o governo paralelo made in USA que nossa elite,principalmente a tucanalha do YES SIR,virou rotina darem pitacos em tudo do país,e não só no nosso ,mas no mundo todo.O X da questão é se o Aldo Rebelo disse YES SIR e aceitou apressão ou influencia para o projeto. Agora com a palavra o partido comunista,tem de cobrar dele uma resposta,e a nos sociedade tambem uma resposta do partido.

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    José Safrany Filho

    14 de dezembro de 2010 às 22h32

    Esse pcdob é, na verdade, partido capitalista brasileiro. Faz, no 1º de maio, loterias e homenagens a corredores de carro, ao invés de comemorar o dia DOS TRABALHADORES e fazer a discussão da classe.
    Portanto, deveria ter o registro cassado por traição ao nome que, indevidamente, ostenta!
    Fora com Rebelo, traidor e todos os que seguem seu mau exemplo!

trombeta

14 de dezembro de 2010 às 19h33

O embaixador americano reunido com a turma da CNA (da Kátia Abreu) não pode ser boa coisa, provavelmente, ele foi instruir os ruralistas a desastabilizar a democracia brasileira e assim contemplar algum interesse yanque no Brasil, imaginem o contrário nos EUA.
Depois dos vazamentos do wickleaks ficou claro que os embaixadores americanos são na verdade espiões a serviço do governo e das corporações americanas, assim sendo, recomendo ao governo brasileiro que determine a ABIN e a PF que monitore suas atividades permanentemente.

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AlderOeSilva

14 de dezembro de 2010 às 18h34

Isto se chama INTROMISSÃO em assuntos internos de outro país. Será que os vendilhões do templo, que são alguns de nossos parlamentares vão aceitar essa intromissão?
Que gente sem vergonha!

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    Rogerio Martins

    14 de dezembro de 2010 às 21h16

    Gente sem vergonha eleita por nós, brasileiros. Vide Maluf. Vai ser diplomado sob os auspicios dos mais de 400 mil votos e a chacela da nossa justiça de faz de conta.. Nossas instituições e seus representantes estão transformando nosso pais num bordel!


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