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Cartas de Minas
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Direita multiplica ataques à memória de Marielle; procurador desmente que foi eleita pelo tráfico e lideranças do Psol repudiam desembargadora

16 de março de 2018 às 22h59

Da Redação

Lideranças do Psol reagiram esta noite ao post de uma desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Marilia Castro Neves, segundo a qual a vereadora Marielle Franco teria envolvimento com o crime organizado.

“Denunciar a desembargadora ao CNJ deve ser feito. Mas é pouco. Não é opinião de cidadã, é calúnia, é prática fascista digna de execração pública”, escreveu o deputado federal Ivan Valente no twitter.

Para o pré-candidato do partido ao Planalto, Guilherme Boulos, “essa senhora precisa ser denunciada e punida pelo Conselho Nacional de Justiça”.

O cientista Miguel Nicolelis, também no twitter, perguntou: “A que nível de sordidez/barbárie vamos descer no Brasil?”

Em postagem das 22:19, posterior à da desembargadora, o deputado Alberto Fraga, presidente do DEM no Distrito Federal e presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública, também atacou, desta vez no twitter:

“Conheçam o novo mito da esquerda, Marielle Franco. Engravidou aos 16 anos, ex-exposa do Marcinho VP, usuária de maconha, defensora de facção rival e eleita pelo Comando Vermelho, exonerou recentemente 6 funcionários, mas quem a matou foi a PM”.

Fraga, de acordo com o Ministério Público, foi flagrado reclamando do valor da propina paga por uma cooperativa de micro-ônibus beneficiada por ele, que era secretário de Transportes do então governador José Roberto Arruda.

Na conversa, Fraga reclama que o corruptor estaria pagando mais a um subordinado do que a ele, o secretário.

Fraga foi acusado de receber R$ 350 mi para beneficiar a cooperativa. A denúncia contra ele foi aceita por unanimidade no STF, em setembro de 2015.

Está claro que a direita, a partir de gente como a desembargadora e o deputado, está organizando o segundo assassinato de Marielle Franco.

Mensagens anônimas de whatsapp estão circulando com as mesmas acusações a Marielle.

No Paraná, um coronel da Polícia Militar escreveu um texto em que pergunta: Por que tanta tentativa de transformar essa vereadora em mártir?

Foi uma resposta do coronel Washington Abe, comandante regional da PM paranaense, a um vídeo que confunde Marielle com outra vereadora do Psol, Talíria Petrone, de Niterói.

O vídeo, com edições grosseiras na fala de Talíria, sugere que ela defende criminosos — é outro meio através do qual a direita está atacando a memória de Marielle.

Por conta dos ataques, o procurador eleitoral do Rio de Janeiro, Sidney Madrugada, fez questão de desmentir.

Segundo o GGN, ele escreveu: 

Pessoal só para esclarece. A repercussão é grande pois se trata de uma personalidade na política fluminense e árdua defensora dos direitos humanos. E só pra esclarecer os inúmeros áudios odiosos e racistas que estão “fabricando”’contra ela. Nunca foi apontada como candidata de traficante ou milícia. Acompanho e investigo isso que é objeto de reuniões mensais com a cúpula de segurança.

Desembargadora diz que Marielle era ligada ao CV e é ‘cadáver comum’

“Eu só estava me opondo à politização da morte dela”, afirma

do Correio da Bahia

reprodução parcial

A desembargadora Marilia Castro Neves, do Rio de Janeiro, publicou nesta sexta-feira (16) no Facebook que a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), morta esta semana no centro da cidade, “estava engajada com bandidos”.

A informação é da colunista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

No post, a desembargadora afirma que o comportamento de Marielle, “ditado por seu engajamento político”, foi determinante para seu assassinato.

Diz também que a esquerda tenta “agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.

A mensagem foi deixada como comentário em um texto postado por um advogado, que afirmava que a comoção causada pela morte se trata pela vítima ser “uma lutadora dos direitos humanos e líder de uma população sofrida”.

“A questão é que a tal Marielle não era apenas uma ‘lutadora’, ela estava engajada com bandidos! Foi eleita pelo Comando Vermelho e descumpriu ‘compromissos’ assumidos com seus apoiadores. Ela, mais do que qualquer outra pessoa ‘longe da favela’ sabe como são cobradas as dívidas pelos grupos entre os quais ela transacionava”, escreveu a desembargadora.

Ela finalizou: “Até nós sabemos disso. A verdade é que jamais saberemos ao certo o que determinou a morte da vereadora mas temos certeza de que seu comportamento, ditado por seu engajamento político, foi determinante para seu trágico fim. Qualquer outra coisa diversa é mimimi da esquerda tentando agregar valor a um cadáver tão comum quanto qualquer outro”.

À Folha, a desembargadora afirmou que deu sua opinião como cidadã, por não atuar na área criminal, e que não conhecia nem tinha ouvido falar de Marielle anteriormente.

“Eu postei as informações que li no texto de uma amiga. A minha questão não é pessoal. Eu só estava me opondo à politização da morte dela. Outro dia uma médica morreu na Linha Amarela e não houve essa comoção. E ela também lutava, trabalhava, salvava vidas”.

O comentário gerou críticas no próprio texto e sugestões de que a desembargadora fosse denunciada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

PS do Viomundo: Post editado para acréscimo de informações.

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30 Comentários escrever comentário »

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Esperança

17/03/2018 - 17h16

O fato é assasinaram mais uma pessoa,
Seja ela importante na sociedade ou seja ela uma simples moradora do Rio de janeiro.
A questão não está em julgar uma pessoa que ja nao está presente para se defender…
E sim juntar segurança publica , magistrados e toda a politica principalmente o presidente e acabar com essa matança desordenada que virou o brasil .
Porque morre classe media alta pobre ou miseravel e todos sao vidas!!! Afss

Responder

FrancoAtirador

17/03/2018 - 13h48

.
.
Essa “Embargadora” do TJ-RJ deve julgar Processos
com base nos Textos das Amigas Fascistas.
Vê-se nas Mãos de quem está o Poder Judiciário.
.
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Responder

    FrancoAtirador

    18/03/2018 - 20h15

    .
    .
    Para essa Pequena Burguesia Entranhada nos Altos Escalões,
    à Vereadora do PSol, negra e com origem na Favela,
    não caberia o lugar de Liderança Política Representante
    da Camada Mais Pobre e Discriminada da População.

    Na Visão Distorcida dessa Gentalha Fascista, a líder Marielle
    não passava de uma mulher negra “como qualquer outra”
    Assassinada diariamente no Gueto do Morro, na Senzala,
    “um cadáver tão comum”, tão desprezível que não mereceria
    a exaltação que recebeu do Povo representado por ela.
    .
    .

Marat

17/03/2018 - 12h53

Todos os cadáveres são comuns. A desembargadora é um cadáver insepulto.

Responder

Bruno

17/03/2018 - 12h23

Colocar o DEM à direita do espectro político é piada pronta. Assim como colocar a mesma carapuça no PSDB.

Pior que isso é colocar a direita como a responsável por construir um palanque ideológico em cima do cadáver de uma vereadora socialista, quando a iniciativa, a madeira e os pregos foram estabelecidos previamente pela própria esquerda, ao acusar e responsabilizar, SEM PROVAS, à PF e à PM pela morte desta vítima de execução.

Só acredita nesse engodo quem nunca viu lobo em pele de cordeiro (socialistas fabianos).

Mas, já que a dita página defende que a desembargadora seja punida por uma opinião infundada, é justo que a mesma página tbém o seja. Afinal de contas, DEM e PSDB são tão esquerdistas quando PT, PSOL, PCdoB etc, guardadas as devidas proporções.

Responder

    Nelson

    17/03/2018 - 22h55

    “DEM e PSDB são tão esquerdistas quando PT, PSOL, PCdoB”.

    Sabe aquela do padre? Pois é. Vamos, com urgência, chamar um para tentarmos salvar a alma do vivente que conseguiu escrever isso aí. Ele demonstra que seu cérebro já se esvaiu e, por certo, também seu fígado deve ter sido corroído pelo ódio irracional a Lula, ao PT, à esquerda e aos socialistas.

    E, se o cérebro e o fígado já “foram pras cucuias”, só nos resta mesmo apelar para o padre.

Bruno

17/03/2018 - 12h04

Políticos de esquerda falam tanto de censura que adoram reproduzir a mesma, sob todos os pretextos possíveis, inclusive o da morte de uma dita companheira. Apelar por punição ao CNJ por causa de uma opinião, embasada em inverdades ou não, feita, antes de tudo, por uma cidadã (afinal, quem é o psicólogo, médico, engenheiro, professor etc. que exerce a sua função 24h por dia?), em sua conta pessoal, é mais absurdo do que emitir uma opinião infundada.

Pior o, é este artigo empurrando pra direita uma suposta instrumentalização da morte da vereadora, ou um “segundo assassinato”.

Responder

Ivanilda Fernandes

17/03/2018 - 11h00

Ainda chocada com a morte da minha irmã de cor. Agora depois das barbaridades escritas pela desembargadora e pelo deputado, me sinto até envergonhada por fazer parte do Judiciário. Na condição de advogada, a cada dia penso que tem merda na cabeça de alguns que estão no topo do sistema. Acredito que os dois foram muito infelizes nos seus comentários e merecem sim ser punidos de alguma forma. Eo nosso povo maravilhoso está aqui para fazer esse papel. Parabéns Marielle, vc foi grande, vc foi gente!

Responder

    Paulo

    17/03/2018 - 14h07

    Não me sinto envergonhado por pertencer a Polícia, como a advogada se sente em dizer que esta com vergonha de uma desembargadora,…independente do meio que pertencemos exite bandidos, vai do religioso ao policial,..agora sinto nojo de pessoas que usam de títulos e condição social pra defender o indefensável, …agora como esta definido o rumo da investigação alguns ainda pensam que poi a PM que executou,…pode até ser um PM, mas não a PM, e se for o PM é bandido, bandido como aquele advogado que tentou subornar um policial com 3 mil reais para soltar uma cliente que estava vendendo maconha, sinta vergonha deste advogado senhora IVANILDA FERNANDES e não da desembargadora.

airoldi lacroix bonetti junior

17/03/2018 - 10h40

a ministra Eliana Calmon tem toda a razão… que país e este segundo Renato Russo!! triste mas o mundo está vendo!!

Responder

L'Amie

17/03/2018 - 10h16

Esse é nosso INjudiciario, mormente o do Rio. Sem ética, sem moral, sem dignidade, sem valores humanos, sociais, profissionais, culturais, fraternais… Espirituais . Diria Lima Barreto : Triste fim …,destes Policarpos. E ainda querem opinar sobre o Assassinato se é ou não politico, os mesmos que se metem e intervêm no Legislativo de forma duvidosa e parcial. Os mesmos que têm vida Regia, são Fura Teto, têm 1000 Mordomias e ainda fazem greve por AUXILIO MORADIA. Raça canalha.

Responder

WILSON NORBERTO BARBOSA FILHO

17/03/2018 - 10h12

Fico estarecido com certos comentários. Esse da Desembargadora foi o máximo, fiquei admirado com a rapidez da sua conclusão, será que ela faria a mesma análise com o filho da outra Desembargadora caso ele fosse morto, ou essa é uma análise que só serve para os pobres ou favelados.

Responder

Marat

17/03/2018 - 09h36

Esse outro verme do PFL merece ser lançado ao chiqueiro. O termo “Democratas” para apoiadores da ditadura é Piada Pronta.

Responder

Marat

17/03/2018 - 09h34

Não se deve esperar nada de positivo do ludi$$$iário. Dessa eleitora do Aécio, menos ainda.

Responder

Marat

17/03/2018 - 09h31

Tem que perguntar para o arrogante do Fucks se isso é “Fake News”, ou se só serão punidos blogs de esquerda.

Responder

Marat

17/03/2018 - 09h25

As cadelas do golpe começam a latir.

Responder

    FrancoAtirador

    18/03/2018 - 20h17

    .
    .
    Dizia o Brecht: “A Cadela do Fascismo Está Sempre no Cio”
    .
    .

Fernando

17/03/2018 - 08h56

Todo mundo da periferia para esses nobres juízes é envolvido com drogas.
Mas essa desembargadora disse algo a respeito do filho ou filhos traficantes daquela outra desembargadora pego em fLagrante com toneladas de cocaina. Aí não, né ! É traficante pego com quase 500 quilos de pasta de cocaina e está solto pq é filho de um deles. Se fosse filho de pobre e ainda por cima favelado colocavam na cadeia e jogavam a chave fora mesmo que tivesse só 90 gramas de maconha para o próprio consumo.
Tiros certeiros só na cabeça com o carro em movimento é coisa de ótimos atiradores, de gente que pratica bastante tiro em treinamentos. Pistola 9 m. Ou foi polícia ou quem fez queria que se pensasse que foi a polícia.
Não parece ser coisa de traficante. Para que os traficantes iriam assassina-lá. Não tem sentido.

Responder

Pablito

17/03/2018 - 08h27

Na eleição municipal do Rio soube que a vereadora morta era mesmo financiada pelo CV. Ia até votar nela mas fugi. Cruz credo!

Responder

Julio Silveira

17/03/2018 - 07h11

Depois de ver uma desembargadora dar proteção e cobertura a seu filho bandido, traficante de armas e quem sabe outras cozitas. Alem de outras situações de ilegalidades flagradas, praticadas por alguns desses doutos em direito, não creio mais na lisura dessa gente.
Uma afirmação gratuita dessas tambem faz por merecer uma investigação, para se ver qual o proposito. Pode até ser entendida como medida para dispersar uma investigação que possa estar ligada a algum de seus proprios interesses. No Brasil já não há ninguem acima de qualquer suspeita, há sim grupos que são inimputaveis.

Responder

Cláudio

17/03/2018 - 07h05

Denunciar esta senhora ao cnj??? Ainda existe alguém neste país bananeiro que acredite em justiça? Nós estamos vivendo uma ditadura do judiciário, não existe justiça. Existe “justiçamento” para o inimigo e justi$$a para o amigo do rei, e nós somos o inimigo!

Responder

Carlos Gadelha

17/03/2018 - 02h43

Marielle não foi eleita pelas favelas
16.03.18 – 16:18

Um mapeamento de O Antagonista sobre os votos que Marielle Franco obteve em 2016 revela que a vereadora do PSOL, executada há dois dias, não foi eleita pelas favelas.

Cerca de 20 mil votos, quase metade dos 46 mil votos que elegeram a socióloga, saíram dos bairros nobres da Zona Sul carioca e da Barra da Tijuca, Zona Oeste.

Enquanto na Rocinha ela teve apenas 22 votos, no Leblon foram 1.027. Marielle colheu mais 1.900 votos em Laranjeiras e outros 2.742 votos em Copacabana.

Na também famosa Cidade de Deus, foram apenas 89 votos. Já na Freguesia, área de classe média alta de Jacarepaguá, a política do PSOL foi a escolha de 707 eleitores.

Na Grande Tijuca, Marielle teve um ótimo desempenho: 6.500 votos.

No Complexo da Maré, suposta base eleitoral da vereadora, foram apenas 50 votos.

Se incluirmos Ramos e Bonsucesso, esse número sobe para 2.196 votos – resultado distante do obtido entre o eleitorado de melhor poder aquisitivo.

Responder

    Antonio Luiz

    17/03/2018 - 11h53

    Supondo, então, que os dados que você reproduz do Antagonista sejam verdadeiros, os bairros chiques do Rio são base eleitoral do Comando Vermelho, já que a calúnia principal é que ela foi apoiada por esta organização. Ou ainda, pode-se supor que o Comando Vermelho tem sede no asfalto e não nas favelas, como sempre propalado pelos dondocas e sua mídia.

    Nesta ânsia pela destruição de reputações o Antagonista e seus seguidores cometem ato falho, reivindicando para si o mérito dos votos que ela (supostamente) obteve com o “cabresto” do CV.

    Sempre se soube que boa parcela da classe média chique, ou metida a isto, é preguiçosa até para pensar e, consequentemente é estúpida e burra. Assim, não caracteriza espanto sua predileção por cabrestos. Mas não imaginava eu vir este do CV. Pensava vir de gente “certinha”, como Bolsonaros, Piccianis ou dos Maias.

Carlos Manfredi

17/03/2018 - 02h24

Não fui irônico no meu comentário.
Não disse que o caso não tem importância.
Mas parece que, ao menos aqui em SP, ninguém está dando muita bola.
Redes sociais não são a vida real.

Responder

Carlos Manfredi

17/03/2018 - 02h14

Nas ruas parece que o povão está pouco se lixando para esse caso.

é isso que eu percebo.

Ninguém fala disso, só a imprensa.

Responder

Policarpo

17/03/2018 - 01h44

Enquanto os morros, as periferias, os alagados, as palafitas não tomarem pelo voto ou por uma revolução o que é seu por direito e justiça, o Estado no Brasil será sempre uma autarquia a serviço das oligarquias e das “classes mínimas” que só por uma corruptela linguística e sociológica pode ser chamada aqui de classe média.

Responder

John Jahnes

17/03/2018 - 01h34

NEVES, esse sobrenome me diz muita coisa ruim na politica e desembargadora, funcionária pública paga regiamente para fazer justiça, deveria se abster de agir politicamente. Faz mal para a saúde do pvo brasileiro.

Eu postei imediatamente após saber da morte da vereadora, que o PSOL e outros agentes de notória honestidade deverão acompanhar as investigações, pois de ela ficar por conta da PF, do MP, Polícias Civil e Militar, quem vai ser responsabilizado por ela, será a própria vereaSDORA. Eles acharão, como Moro sempre acha, PROVAS DE ELA MATOU O MOTORISTA E SE MATOU DEPOIS SE MATOU, AÍ SAIU DO CARRO, DEU VÁRIOS TIROS PARA DENTRO DO CARRO E VOLTOU A SENTAR NO BANCO, JÁ MORTA.

COISAS QUE ESSA TURMA COSTUMA FAZER PARA LIVRAR A CARA DE SEUA AGENTES CRIMINOSOS.

Essa desembargador já deu seu recado, e vai mais muita CONVICÇÃO por aí.

AH, SÓ PARA LEMBRAR, O DR. MORO ESTÁ LEILOANDO O “TRIPLEX DO LULA” CUJO NOME DO DONO ELE MESMO COLOCOU NO EDITAL: “OAS” E O DINHEIRO CORRESPONDENTE NÃO VAI SAIR DA CONTA DO LULA E SIM DA “OAS”.

ESSE É O “PADRÃO POLICIA FEDERAL” DE ACUSAR INOCENTES, E MP E OUTRA POLÍCIAS FAZEM EXATAMENTE DA MESMA FORMA.

Responder

David

17/03/2018 - 00h41

O judiciário está tomado por imbecis.
E ainda tem o deputado do DEM, para quem, engravidar aos 16 anos é motivo para ser assassinada.
O Brasil ainda não conseguiu chegar ao fundo do poço.

Responder

Eduardo

16/03/2018 - 23h34

O judiciário( especialmente TSE) está preocupado com os fake news nas redes sociais durante processo eleitoral. Vai procurar os fabricantes de mentiras nos blogs. Não precisa procurar! É só olhar para o próprio umbigo, para a própria PF e o z MPF! Que tal a lei que estão elaborando ser batizada de” Lei Marília Castro Neves”? Que tal ela ser punida e ser usada como exemplo de fabricante de mentiras?

Responder

Eduardo

16/03/2018 - 23h14

Marília Castro Neves, Desembargadora! Hummmmmmmm! Que opinião foi essa!!!!!!Que desculpa de peidorreiro foi essa!!!!!!!!!Desembargadora!!!!!!!! É! Carmem Lucia! Isso apequena o judiciário ainda mais do que já é pequeno! A Sra. eé presidente do CNJ? O que vai fazer com essa desembagrinha desmiolada?

Responder

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