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Correio Braziliense: Na Saúde, Serra multiplicou gastos com empresa de ex-agente do SNI


06/06/2010 - 18h49

De um leitor-colaborador do Viomundo

Encontrei no endereço http://www.mail-archive.com/[email protected]/msg02964.html matéria do Correio Braziliense sobre o festival de arapongagem protagonizado por Itagiba e Onézimo, a serviço de Serra, em 2002.

CORREIO BRAZILIENSE

em 14/03/2002

Luiz Alberto Weber

Da equipe do Correio

O Ministério da Saúde, onde até 21 de fevereiro último despachava o candidato tucano à Presidência, José Serra, tem uma forte proximidade com escutas telefônicas — mas do outro lado balcão.

Serra, quando ainda ministro, autorizou a contratação por R$ 1,8 milhão da empresa carioca Fence Consultoria Empresarial, especialista em detectar escutas clandestinas. Só neste ano, a Fence recebeu do ministério R$ 226 mil, o que torna o órgão o maior cliente da empresa carioca dentro do governo.

Os valores recebidos pela Fence e sua própria existência acrescentam mais combustível ao dossiê que investigadores privados do PFL tentam montar para apontar o envolvimento de integrantes do governo em suposta escuta montada no escritório da empresa Lunus, de propriedade da governadora Roseana Sarney.

Atribui-se a um grampo clandestino o fato de a Polícia Federal ter sido alertada e descoberto que os cofres da Lunus guardavam R$ 1,34 milhão, que seriam usados na campanha da candidata do PFL à Presidência.

O dono da Fence, Enio Gomes Fontenelle, é um ex-coronel do Exército que por muitos anos trabalhou no extinto Serviço Nacional de Informação (SNI), órgão de investigação oficial durante a ditadura militar, que desapareceu para dar vez à Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Ex-chefe da área de comunicações do SNI, Fontenelle é um craque em espionagem eletrônica. Antigos agentes do SNI atribuem a Fontenelle a modernização do arsenal tecnológico da agência nos anos 80.

O coronel chegou a comandar um grupo que desenvolveu aparelhos de escutas com tecnologia nacional em substituição aos importados. Depois de aposentado, especializou-se em combater os grampos. Entre os clientes da Fence, estão o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a hidrelétrica de Itaipu. A empresa é respeitada no mercado pela competência tecnológica e discrição.

Nos últimos meses, Fontenelle esteve várias vezes no Ministério da Saúde, onde encontrou-se com Serra. Hoje, cerca de 600 telefones e ambientes (salas de reunião e gabinetes) são monitorados pela Fence no ministério.

A empresa rastreia, principalmente, a existência de grampos ou emissores de rádio clandestinos, com capacidade de transmitir conversas para um interceptador posicionado a até 100 metros de distância.

O coronel tem outro conhecido comum com Serra: o delegado da Polícia Federal Marcelo Itajiba. O delegado foi assessor do candidato tucano em Brasília. Mas, antes de desempenhar essa função burocrática, era chefe do Centro de Inteligência da PF, a mais produtiva instaladora de grampos legais a serviço do governo. No ministério, Itajiba montou uma mini-central de inteligência, que contou com a participação dos delegados da PF Onésimo e Hercídio.

Itajiba é da copa e cozinha do ex-ministro. Serra tentou, sem sucesso, fazê-lo diretor-geral da Polícia Federal, em 1999. Hoje, o delegado está no Rio, assim como Fontenelle. ‘‘Conheço o delegado, mas apenas de contatos superficiais’’, disse Fontenelle ao Correio.

Segundo a assessoria do ministério, o reforço no orçamento anual da Fence (que mal passava de R$ 100 mil) deveu-se ao temor de Serra de ser grampeado por representantes das indústrias de tabaco e de medicamentos, que tiveram interesses contrariados pelo ex-ministro.

Assessores do ex-ministro dizem que durante a campanha pela popularização dos remédios genéricos e contra o cigarro Serra amealhou muitos inimigos. Antes, a varredura (como é chamado o trabalho de localização de escutas) era mensal. Hoje, segundo informações da segurança do ministério, ela é semanal. Registre-se, porém, que as batalhas de Serra contra o fumo e contra os grandes laboratórios datam de dois anos atrás e hoje as relações estão pacificadas.

As investigações realizadas pelos arapongas do PFL sobre os autores do suposto grampo na sede da Lunus haviam apontado, primeiro, para a possibilidade de envolvimento de uma empresa de Brasília, a Interfort Sistemas de Segurança.

As suspeitas contra a Interfort deveram-se ao fato de José Heitor Nunes, gerente da empresa, ter estado várias vezes no Maranhão nas semanas que antecederam a invasão da Lunus.

O que o PFL desconhece é que o coronel Fontenelle (ex-integrante do SNI), o delegado Itajiba e Onésimo (ex-chefe da área de Inteligência da PF) e Nunes (dono de uma empresa que presta consultoria para PF na área de escutas) se conhecem.

Ex-militar do Exército, Nunes tem trânsito livre nos órgãos do governo dedicados a fazer investigação. Como consultor de segurança, Nunes dá aulas para os arapongas da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Durante sua militância empresarial e militar, conheceu Itajiba e o coronel Fontenelle. É ainda amigo do delegado Onésimo, que também trabalhou com Serra e hoje presta servivo à empresa ControlRisk, especialista em investigações e medidas de segurança.

OS DOSSIÊS E OS INVESTIGADOS

Ao que tudo indica, os agentes que se espalharam pelo país produziram vários dossiês diferentes. As primeiras informações sobre eles começaram a circular na semana seguinte à apreensão dos documentos e da bola de R$ 1,3 milhão no escritório da Lunus, da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e de seu marido, Jorge Murad.

Contra Lula e Roseana

O candidato do PPS à Presidência da República, Ciro Gomes, foi o primeiro a denunciar a existência de uma estrutura de arapongagem. Segundo ele, havia um grupo de 40 pessoas plantado em São Paulo para bisbilhotar a vida dos possíveis adversários do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Os principais alvos seriam, segundo Ciro, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Roseana Sarney, do PFL.

Sarney também se queixa

O senador José Sarney (PMDB-AP), pai de Roseana, obtém informações semelhantes. No mês passado, ele se queixou ao presidente Fernando Henrique Cardoso sobre essas suspeitas.

Dossiê para Garotinho

O governador do Rio e candidato do PSB à Presidência da República, Anthony Garotinho, informa que foi procurado por um político do PSDB, a mando do deputado Márcio Fortes (PSDB-RJ), que pretendia lhe passar um dossiê com denúncias contra Roseana Sarney.

Uma revista

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, também afirma ter tido acesso a um dossiê. Ele teria informações que embasariam reportagem de uma revista de circulação nacional.

Foto comprometedora

O presidente do PTB, deputado José Carlos Martinez (PR), que articula uma aliança com Ciro Gomes, foi fotografado com uma amiga durante uma viagem a Miami. Uma revista de circulação nacional iria publicar a foto. Martinez procurou a direção da empresa e conseguiu evitar a publicação.

Também contra Tasso

O governador do Ceará, Tasso Jereissati, que chegou a disputar com Serra a indicação do PSDB para ser candidato à Presidência, também foi investigado. Os arapongas ainda seguiram seu irmão, o empresário Carlos Jereissati. Ele é sócio do marido de Roseana, Jorge Murad, em um shopping center em Porto Alegre (RS).





33 comentários

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ODEMAR LEOTTI

07 de junho de 2010 às 22h28

E vejam o Plano des-governo do Serra nesse vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=srFjTGQrBBQ

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Beto Crispim - BH

07 de junho de 2010 às 17h46

O Serra mente
Perdeu a chance de ser presidente
Daqui a pouco tem eleição
Lá no Planalto ele não chega não
Cambalacheiro
Cambalacheiro
Engana o povo com nosso dinheiro
Vejam o audio e o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=l_zQToFWuPE

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Beto Crispim - BH

07 de junho de 2010 às 17h45

Até que saia o livro do Amaury, tomo a liberdade de sugerir a leitura de quatro livros: Brasil Privatizado I e II do saudoso jornalista Aloysio Biondi, Editora Perseu Abramo, O Desmonte da Nação, organizado pelo professor e e ex frade domicano (filme Batismo de Sangue) Ivo Lesbaupin, Editora Vozes e Cabeças de Planilha do Luiz Nassif, EDIOURO.

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Beto Crispim - BH

07 de junho de 2010 às 16h38

Tô apostando, a candidatura de Serra não chega ao dia 03 de outubro.

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    francisco.latorre

    07 de junho de 2010 às 17h50

    não chega.

    trincou.

    ..

    Jairo_Beraldo

    07 de junho de 2010 às 18h07

    Ele é cabeça dura. Acha que ainda vai achar algum fato contra Dilma, ou contra o PT.

Carlos

07 de junho de 2010 às 15h19

"O presidente do PTB, deputado José Carlos Martinez"
Faleceu em outubro/2003.

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dukrai

07 de junho de 2010 às 08h58

Quem quer ser amigo de Serra?

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    Jairo_Beraldo

    07 de junho de 2010 às 13h23

    Marcola, Beiramar, Maniaco do parque, e outras figurinhas do mesmo quilate.

Gerson Carneiro

07 de junho de 2010 às 07h21

Teoria da relatividade tucana:

Pelos comentários e pelo texto é possível concluir que o Onésimo é o exponencial da arapongagem tucana.
Dessa forma emerge a seguinte fórmula:

(Serra + Itagiba ) elevados ao Onésimo elemento = linha de produção de dossiês.

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SérgioFerraz

07 de junho de 2010 às 01h39

Pelo jeito o PD (Partido dos Dossiês, composto por Serra, Itagiba e Onésimo) tem uma vasta ficha de trabalhos produzidos.
É com esta turma que o PIG está querendo intimidar o PT?
Estão achando que somos trouxas. Vamos divulgar.

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    Jairo_Beraldo

    07 de junho de 2010 às 13h24

    Nem em 2002, quando o brasileiro ainda acreditava em papai noel, eles não emplacavam, imagina hoje!

Artur

06 de junho de 2010 às 23h22

Estive pesquisando algumas páginas na internet a respeito do araponga Onézimo de Souza, que está envolvido neste novo factóide do PIG/PSDB.

Nesta pesquisa, cheguei a um site meio estranho e de procedência duvidosa, chamado Quid Novi.

O site trás uma versão do caso “dossiê” que mescla verdades e elementos fantasiosos, mas alguns fatos me chamaram a atenção:

1) Eles apareceram com o Onézimo na história no dia 03/06, antes mesmo da Veja, da Folha e do Estadão.

2) Eles já fazem a conexão deste araponga com o chefe do serviço de espionagem tucano, Marcelo Itagiba.

Mas o que realmente me chamou atenção foi o trecho abaixo, retirado diretamente do site:

“Onézimo é considerado um bom estrategista de informação. Fala pouco. Atua nas sombras. Ex-delegado reminiscente do SNI e conhecedor da trajetória de Dilma Russeff, com trânsito livre em todas as esferas policiais, conseguiu trabalhar para empresas de renome como Kroll e Control Risk.

Para a Krol, prestou “relevantes” serviços de espionagem, onde o alvo era o PT, sob às ordens do banqueiro Daniel Dantas. Do contra-ataque do PT, nasceu a Operação Satiagraha, comandada pelo delegado da PF Protógenes Queiroz. A partir daí, Onézimo tornou-se o parceiro mais importante do delegado.”

Ou seja, o tal do Onézimo estaria ligado também ao Daniel Dantas, o onipresente.

Não sei se este site merece crédito, mas acho que cabe uma boa investigação para esta ligação Onézimo-Daniel Dantas.

O link para a matéria no Quid Novi é: http://www.quidnovi.com.br/novo/noticia/detalhe.a

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Milton Hayek

06 de junho de 2010 às 22h32

Parece que o Ubaldo não é da turma do Graeff.É da turma do Edurado Jorge(Aquele,lembram?????????):
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010

Eduardo Jorge, um personagem suspeito na campanha de José Serra

Aliados de Serra cobraram o afastamento de Eduardo Jorge Caldas, vice-presidente do PSDB, da campanha. Tucanos se queixam que ele tenta infiltrar seu pessoal no futuro comitê e coordena uma rede de blogs e sites "apócrifos" Notinha pescada na coluna da Renata Lo Prete, hoje na Folha dos tucanos

Quer saber quem é Eduardo Jorge?

Eduardo Jorge,foi um dos coordenadores da campanha de Geraldo Alckmin,foi acusado por uma força-tarefa da Receita Federal de criar empresas laranjas e emitir notas frias para arrecadar dinheiro junto a fornecedores do antigo DNER para campanha à reeleição do tucano Fernando Henrique Cardoso em 1998. O caso é um pouco mais complexo e está relatado na matéria, inclusive com a documentação anexada a processo que corre na Justiça Federal, em Brasília.

Se envolveu no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da construtora Encol.

Eduardo Jorge está envolvido mais uma vez em corrupção e mais uma vez para favorecer eleições tucanas. A força-tarefa de auditores da Receita concluiu investigação e aponta que ex coordenador de Geraldo Alckmin e agora, coordenador de José Serra criou empresas com “laranjas”e emitiu notas frias para arrecadar dinheiro junto a fornecedores do DNER . os auditores encontraram doações ao PSDB com recursos oriundos do Erário público, movimentação incompatível com a renda, uso de “laranja”, distribuição fictícia de lucros e “notas fiscais frias”, entre outros crimes. O homem que sobreviveu a alguns dos principais escândalos no governo de FHC – e não foi condenado em nenhum – tentava nesta campanha dar a volta por cima da imagem arranhada.

Obras irregulares

Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.

O banho de ética prometido pelos está mais para banho de lama. O mais interessante é que, os grandes jornais de hoje ou mesmo a Veja não trás uma única linha sobre o assunto.Veja aqui no arquivo do blog

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Antonio

06 de junho de 2010 às 22h24

O Jogo do Zé Ladeira para ganhar eleição para presidente é tão antigo quanto ele. E é um jogo gagá. Não cola mais.

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Ze biruta

06 de junho de 2010 às 22h01

A Gestapo do Zé Tilápia.

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Bonifa

07 de junho de 2010 às 00h15

"Registre-se, porém, que as batalhas de Serra contra o fumo e contra os grandes laboratórios datam de dois anos atrás e hoje as relações estão pacificadas." Esta desculpa furada está, então, desautorizada. Uma coisa é certa; Com sua alta "capacidade de gestão", Serra consegue tirar leite de pedras. Este pobre Ministério da Saúde rendeu, mas rendeu muito para Serra. Até uma Central de Espionagem completa o homem conseguiu montar.

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Leider_Lincoln

06 de junho de 2010 às 20h51

Olhem só! Mas não é justamente este Onésimo que está acusando, sem qualquer e mínimo vestígio de provas, a Dilma e o PT de arapongagem? É amiguinho do Serra, quem diria! Ainda bem que o Ubaldo aparece aqui e nos alerta a todos! Obrigadão, Ubaldo! Sem você talvez o Azenha se esquecesse da importância de mostrar quem é quem! Vou republicar em meu blogue, para que muitos mais vejam.

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Ubaldo

06 de junho de 2010 às 20h10

2002 (dois mil e dois)?
Já não chega o dossiê contra Serra que é de 2001?
Será que vocês não se dão conta que estamos em 2010?
O PT tem 30 anos e fala de coisas que se passaram há 10 anos?
Vão plantar notícia lá no Amapá, onde Sarney, amigo do Lula, que é dono do maranhão se elegeu senador.

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    Bonifa

    07 de junho de 2010 às 00h21

    Não fale do Presidente Sarney.

    Milton Hayek

    06 de junho de 2010 às 22h25

    O Tião manda uma pro Ubaldo:

    [youtube LpNEqkINCVA http://www.youtube.com/watch?v=LpNEqkINCVA youtube]

    Jairo_Beraldo

    07 de junho de 2010 às 13h26

    O Sarney ainda achou um reduto..e o Zé, Ubaldo, vai pra onde?

xico barreto

06 de junho de 2010 às 20h09

Di novo o trio parada dura?
Itagiba, Onesio, Bruno.
Só fazendo serrice,digo, dossie
o Serra não aprende, tem q levar umas palmadinhas no bumbum pra aprender ser um bom garoto
hehehehe

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    Bonifa

    06 de junho de 2010 às 21h28

    O pobre do Martinez estava só flanando em Miami, e é fotografado e chantageado? Enquanto que a filha de Serra tinha uma empresa esquisita em Miami com a irmã do Dantas? Pôxa! Miami é lugarzinho perigoso demais…

voxetopinio

06 de junho de 2010 às 20h05

Ah Azenha… Mas é pq ele FEZ quando estava na saúde e ainda parafraseia Dilma dizendo que Ele sabe fazer. Você duvida meu amigo? Então veja o programa eleitoral. Mas você não vai encontrar algo lá: O QUE. Que ele fez e sabe fazer, ninguém duvida. Hahahaha.

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mac

06 de junho de 2010 às 20h03

Será que o Serra fala com o ACM pelo grampo ?

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Tweets that mention Correio Braziliense: Na Saúde, Serra multiplicou gastos com empresa de ex-agente do SNI | Viomundo - O que você não vê na mídia -- Topsy.com

06 de junho de 2010 às 19h40

[…] This post was mentioned on Twitter by Blog Arlesophia, jefferson rodrigues, Jason Baviera, Homero Pavan Filho, Jason Baviera and others. Jason Baviera said: @eduguim Correio Braziliense: Na Saúde, Serra multiplicou gastos com empresa de ex-agent[..] – http://tinyurl.com/288sk5t (via @viomundo) […]

Responder

Maria Efigênia

06 de junho de 2010 às 19h36

Gente que podridão.

Responder

Jairo_Beraldo

06 de junho de 2010 às 19h31

Marcelo Itagiba, ex-chefe do Centro de Inteligência da PF, foi chamado e aceitou integrar a assessoria de José Serra no ministério da Saúde, para montar um aparato de inteligência. Oficialmente a função seria combater fraudes. Extra-oficialmente, o que se comenta como certo, em todos os meios políticos e jornalísticos de Brasília, é que funcionou como um serviço de arapongagem aos adversários políticos.A escolha de Itagiba não foi por acaso. Como ex-chefe do Centro de Inteligência da PF, ele tinha conhecimento dos grampos legais da PF a serviço do governo. Tinha acesso a tudo o que se conversava pelos telefones grampeados na PF, desde traições políticas, corrupção, propinas, subornos, casos extra-conjugais, estado de saúde de políticos.

Responder

V.Barsanulfo

06 de junho de 2010 às 19h30

O Onézimo, está tentando desconversar. Ele é o CABO ANSELMO, DO iTAGIBA, joga com pião de dois bicos. A relação de Itagiba com Onézim e Fontenelle com o Zé pedágio é antiga. kGambá, cheira gambá.o

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juliops

06 de junho de 2010 às 22h09

Não é à toa que os demos e os tucanos se merecem, decobriram que um é o rabo do outro e se juntaram.

Responder

Gerson Carneiro

06 de junho de 2010 às 22h06

A cada instante pipoca uma revelação. Basta fuçar na internet.

Ainda existe bobo que perde tempo elaborando dossiê? Tenho pra mim que dossiê era coisa pra intimidação na época do Toninho Malvadeza. Bom, sei lá… tem gosto pra tudo nesse mundo de meu Deus.

Responder

    Jairo_Beraldo

    07 de junho de 2010 às 13h28

    Mas o tonin marvadeza, não simulou só a tal da pasta rosa para intimidar o Itamar?


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