VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Quando os líderes falam muito mas não mandam nada


15/01/2012 - 09h20

Presidentes que não presidem

Por Serge Hailimi

Do Le Monde Diplomatique, edição em inglês

Encontros de cúpula europeus vem e vão e a Casa Branca e o Congresso dos Estados Unidos se bicam eternamente, sem resultado.

“Os mercados” sabem muito bem disso, eles vêem os representantes eleitos do povo norte-americano correndo em círculos, como galinhas sem cabeça, à mercê de forças que ajudaram a criar mas agora não conseguem controlar.

Ainda assim, em breve haverá eleições presidenciais nos Estados Unidos, França, Rússia e em outros lugares. A mídia está focada nisso, criando uma sensação surreal de desconexão entre palavras e ações.

As pessoas comuns podem não esperar que os candidatos façam muita coisa, ou nada, mas pelo menos conhecem os currículos dos candidatos, seus defeitos, seus amigos, sócios e redes de contato. A atenção está voltada para Barack Obama e Newt Gingrich, Nicolas Sarkozy e François Hollande, ao invés de para os fundos hedge e as instituições de crédito.

Mas para que servem os candidatos? Sarkozy, cuja política monetária reflete os interesses do BNP Paribas (1), acusou o primeiro ministro britânico, David Cameron, de tentar transformar o Reino Unidos em “uma zona off-shore no coração da Europa”.

O ministro das finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, atacou raivosamente “a ganância sem limites, a busca de lucros cada vez maiores nos mercados financeiros, que é a grande culpada pelas crises econômica e bancária que enfrentamos desde 2008, uma crise que afeta países inteiros”.

Isso não o impediu de expor nações europeias, arruinadas e sem um centavo, a essa “ganância sem limites”.

Como presidente do Bundesbank, Jens Weidmann, explicou a essas nações: “Seria fatal remover completamente os efeitos disciplinadores das taxas de juros crescentes. Quando o crédito se torna caro demais para os estados, o apelo à contração de novos empréstimos despenca”.

Se os países mais endividados não conseguirem mais controlar o “impulso” de emprestar, ou se a recessão impedir o retorno ao equilíbrio financeiro, ou se os “lucros cada vez maiores” dos credores finalmente estrangularem os paises devedores, então a União Européia ajudará, através da imposição de uma multa contra eles…

Os bancos privados continuarão a receber todo o crédito que pedirem, a um custo baixo ou quase de graça. Então, eles poderão emprestar aos estados endividados, com um belo lucro.

O futuro confortável preparado para o capital não o livra de receber abusos verbais.

Esse, agora, é o paradoxo que marca o período pré-eleitoral. No mês passado, Obama alertou seus concidadãos para as ameaças à mobilidade social e à  democracia: “A desigualdade distorce nossa democracia. Dá mais voz aos pouco que podem arcar com os altos custos dos lobistas… Os americanos mais ricos estão pagando os impostos mais baixos do último meio século… Alguns bilionários pagam uma alíquota de apenas 1%. One per cent!”.

Ele também insisitiu que “o livre mercado nunca foi uma licença para tomar o que se quer de quem você quer” e disse que considera essencial “reconstruir a classe média”.

Ninguém acredita que Obama alcançará  este objetivo, ou que reduzirá o poder que o dinheiro tem sobre o sistema político, ou que imporá uma reforma progressiva do imposto de renda. Ele não fez nada disso nos últimos três anos e não disse como pretende fazer agora, se for reeleito.

Nesse ponto, Obama personifica exatamente o que o sistema passou a ser:  uma jangada vagando no oceano, com um capitão demovido gritando ordens enquanto o furacão vai se formando. Se este ano eleitoral não produzir a vontade política e os meios necessários para retomar o poder das mãos das finanças, todas as eleições futuras serão inúteis.

Tradução do francês para o inglês de Barbara Wilson

(1) Michel Pébereau, que acaba de deixar o cargo de chairman do BNP Paribas, se sentou em conselhos de governo para discutir assistência pública ao setor bancário e as propostas de Paris para a dívida soberana, que favoreceram o banco dele. O BNP Paribas foi um grande comprador de dívida soberana da Grécia e da Itália. Ver “Michel Pébereau, le banquier dans le coulisses de l’Elysée”, Le Monde, Paris, 2 December 2011.

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



84 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

MZ

25 de março de 2013 às 21h20

Até as galinhas do meu quintal já sabem que a “mão invisível”do mercado é o capital internacional da elite global(os patriarcas da globalização) e que eles são 99,9% kosher.

Responder

Trita Parsi: Obama deveria ter ouvido o Brasil | Viomundo - O que você não vê na mídia

18 de janeiro de 2012 às 14h15

[…] Sobre líderes que falam muito mas não mandam nada   […]

Responder

Bonifa

16 de janeiro de 2012 às 13h09

Fukuyama já prestou seu serviço a Wall Street e deve ter sido bem remunerado. Depois de implantado o Pensamento Único Neoliberal, Fukuyama agora não interessa mais, Wall Street está a procura de um novo enganador com outro perfil. Naturalmente, Fukuyama sai pelas periferias colonizadas, à procura de raspar o tacho de sua antiga performance, artificialmente turbinada por seus ex-patrões midiático-financeiros. Recolhe alguns pedaços de seu antigo sucesso em plagas provincianas, onde alguns aindam acham que ele é respeitável.

Responder

    Luca K

    16 de janeiro de 2012 às 16h32

    Nada de novo no front. Vejam por exemplo o que o congressista L.McFadden, presidente da Comissão da câmara de serviços financeiros dos EUA, declarou em 1932:

    "Some people think the Federal Reserve Banks are US government institutions. They are not… they are private credit monopolies which prey upon the people of the US for the benefit of themselves and their foreign and domestic swindlers, and rich and predatory money lenders. The sack of the United States by the Fed is the greatest crime in history. Every effort has been made by the Fed to conceal its powers, but the truth is the Fed has usurped the government. It controls everything here and it controls all our foreign relations. It makes and breaks governments at will."
    Congressman Louis McFadden, Chairman, House Banking and Currency Committee, June 10, 1932.

Vanderlei Prado

16 de janeiro de 2012 às 12h30

O Estado se tornou uma boa invenção e uma das mairores mentiras, onde quem manda é o Sistema Financeiro mundial e seus milhares de aliados. O mundo esta dividido entre esta "coisa" nojenta, ELES e o RESTO, com todas as suas subdivisões

Responder

Robert

16 de janeiro de 2012 às 11h58

agora sim aquela velha frase vai voltar a fazer sentido, mas em nova versao atualizada:

"nao tem pao, nao tem brioches, comerao o q???"

e agora jose? a festa acabou…….

os paises europeus estao pagando

apos seculos de exploração dos paises perifericos, em especial africa e america latina, quem ri hj ri melhor

kkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkk

Responder

Morvan

16 de janeiro de 2012 às 00h57

Boa noite.

Hoje, a Foia entrevistou Francis Fukuyama. Claro que ele não arreda pé do seu "fim da história". Defendeu "com unhas e dentes" a sua tese para lá de letra morta.
Não diz coisa com coisa; no elo "http://www.transparenciacapixaba.org.br/noticia-detalhe.aspx?idNot=O+FIM+DO+FIM+DA+HISTORIA", – Fonte: Transcrição Blog Transparência Capixaba, ele se esquiva de todas as perguntas tortuosas e '… convoca agentes políticos e teóricos a desenvolverem um "novo populismo", que "reafirme a supremacia da política democrática sobre a economia". Ele explica sua proposta, decorrente da preocupação com a "latino-americanização" dos EUA…'.

<img src="http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/27/imagens/i237490.jpg"&gt;

:-) Morvan, Usuário Linux #433640

# Edit: formatação (Tags)…

Responder

alecvacam

15 de janeiro de 2012 às 22h10

ABCdário economico.

A tem dinheiro, B é um banco, C é um capitalista. A dá a B seu dinheiro que logo B empreste a C.
Até aqui nao é complicado e nao faz falta desenhar.
Agora onde A ganha seu dinheiro? Trabalhando para D, um distribuidor que trabalha para C.
Como D conseguiu dinheiro para comprar seus caminhões? Pedindo um empréstimo a B.
Com o dinheiro de A pode B emprestar para C e D? Não. Como então faz B para poder emprestar? Pois com muitos As,Cs e Ds.
Já vai complicando um pouquinho e daqui a pouco começaremos a desenhar.
Então B é uma entidade da beneficência? Não. Como fazem então para ter beneficio? Emprestando com um nível de juros que impõe E, o estado, para que C e D possam produzir para que trabalhe e consuma A.
Como faz E para impor os juros? Pois lê F, que são as flações(inflação, deflação, hiperinflação), um ente que determina as subidas ou caídas dos preços durante um período.
Porque F é importante para E? Para que A consuma de C e trabalhe para D.
Que que tem a ver B com F? Se F é alto, B emprestará com maiores juros, em determinação de E. O que fará que C e D não possam produzir e que A não trabalhe. Se F é Baixo, B emprestará com menores juros, logo A trabalhará.
Agora vai complicar e possivelmente desenhemos.
Quem é E? A organização fundamental da sociedade. A união entre A,B,C e D.
Como funciona E? Através de I que são os Impostos.
Como funciona I? Arrecadando de todos os entes da sociedade.
Pode E viver sem I? Não.
Logo E vive por I para ABCD controlando F.
Se E é maiúscula, I será maiúscula.
Assim chegaremos à conclusão que B tem o poder que tem em sociedades democráticas, porque E necessita de I que necessita de ACeD. B é a união entre os entes. Sem B não há paraíso. Nem para A, nem para C, nem para D, nem para E esse é gigante onde Politicos fazem sua vida.

Responder

souza

15 de janeiro de 2012 às 21h47

é sabido que quem manda, quem tem dinheiro, atua nos bastidores, os governantes são mero testas de ferro, fantoche, lembrando que no brasil ja exitem governantes que não se submetem, são bombardeados pelas mídia selvagem que esta a serviço do capital.

Responder

Regina Braga

15 de janeiro de 2012 às 19h12

E ainda têm gente com medo do Chávez e do Fidel…kkkkkkkkkkkkkkkk.

Responder

    rodrigo.aft

    15 de janeiro de 2012 às 19h41

    Regina,

    princípio básico da manipulação de massas: os demônios verdadeiros precisam de falsos demônios para levar a culpa, e qto mais alienadas e individualistas as pessoas, mais fácil inventar e impor falsos medos e falsos demônios!

    simples assim!

    (não pude deixar sua "tirada" passar em branco, sem resposta… rsrs)

nelson

15 de janeiro de 2012 às 17h15

Eu queria saber como faço para enviar o meu endereço,fui sorteado com o livro da Privataria Tucana e ainda não recebi.

Responder

ZePovinho

15 de janeiro de 2012 às 15h59

http://pagina22.com.br/index.php/2011/10/dakota-d

07.10.2011
Dakota do Norte: petróleo e banco público

Há um estado americano que tem conseguido escapar dos tempos magros da recessão iniciada em 2007 com o estouro da bolha imobiliária. Em Dakota do Norte, a taxa de desemprego é de 3,3% enquanto na esfera nacional beira os 10%. Ao contrário do resto do país, onde o mercado imobiliário continua deprimido, o preço dos imóveis segue em alta no estado. E, bem diferente das agruras federais, o orçamento estadual vive no azul. Tudo graças ao velho petróleo – que abunda no subsolo – e novas das tecnologias de fracking que permitem trazê-lo para a superfície. Mas há quem diga que, além desse recurso natural, o boom de Dakota do Norte se deve também a uma instituição única nos EUA: um banco público………………..

"………Boom econômico devido a um recurso como o petróleo não é nada de novo, mas em Dakota do Norte há um efeito multiplicador – o Bank of North Dakota, o único banco público nos Estados Unidos. Fundado em 1919 para promover a agricultura, o comércio e a indústria do estado, o banco recebe em depósito todos os impostos e taxas coletados pelo governo estadual. Os recursos são usados somente em Dakota do Norte na forma de empréstimos – com taxas mais baixas para pequenas empresas –, ajudando a manter negócios e empregos no estado. O banco é especialmente ativo na área de financiamento a estudantes. Atua também como banco central para as instituições financeiras comerciais que operam em Dakota do Norte, paga um dividendo anual ao cidadãos do estado e tem linhas especiais de financiamento para casos de desastres naturais na região.

Outros estados americanos tiveram bancos públicos no período colonial, mas com o avanço e desregulamentação dos bancos comerciais, o único que restou foi o de Dakota do Norte. Hoje governado pelos Republicanos, o estado se orgulha desta instituição que muitos nos EUA consideram “socialista”. Seu sucesso tem sido tanto que há projetos para criar bancos públicos em 13 outros estados. E um movimento iniciado por 11 entidades coloca os bancos públicos no centro da estratégia para “liberar a América do domínio de Wall Street”.

Enquanto bancos criados para atuar em prol do interesse público não são novidade no Brasil e em vários outros países, nos EUA – onde o setor bancário privado foi pivô da crise que jogou o país na recessão – eles começam a ser vistos como propulsores de um processo de democratização da economia. O banco público de Dakota do Norte talvez não seja o principal responsável pelo sucesso do estado nos últimos anos, mas pelo menos tem ajudado a transformar os frutos da exploração de um recurso não renovável em bem-estar para os cidadãos".

Regina Scharf escreve de Portland, Oregon, considerada uma das cidades mais sustentáveis dos Estados Unidos. Sua cobertura de temas ambientais, iniciada em meados dos anos 80, rendeu prêmios como o Reuters-IUCN (América Latina) e o Ethos.

Flavia Pardini vive em Perth, a cidade mais isolada do mundo e capital de Western Australia, região nativa do cisne negro. Depois de mais de uma década escrevendo sobre economia e finanças, ajudou a fundar a Página 22 em 2005.

No blog *de-lá-pra-cá*, Regina e Flavia rastreiam o planeta, do Alabama ao Zimbábue, em busca de ideias, historias e tendências do mundo da sustentabilidade para inspirar soluções brasileiríssimas.

Responder

rodrigo.aft

15 de janeiro de 2012 às 15h55

(parte 1-3)

Helô (ou Isa??? oh dúvida cruel… rsrs), Azenha e colegas,

só para não esquecer QUEM é o tal "MERCADO" — e não só o sistema financeiro, ao qual os "líderes" do mundo devem OBEDIÊNCIA, aí vai um trecho do artigo "De onde nasce a impunidade de Israel", q tenta esclarecer um pouco o assunto. Então, DANDO NOME AOS BOIS, leia este trecho e o artigo completo nos links abaixo:
.em espanhol: http://www.iarnoticias.com/2010/secciones/contrai
.em português: http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/06

já disse e repito: NÃO TEMOS MAIS O DIREITO DE SERMOS INOCENTES!!!
SER INOCENTE NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO É ATESTADO DE BURRICE OU SUICÍDIO.

Antes q algum "espertinho" ideológico (só ele e a mãe acham, não eu) venha tentar me desqualificar, tenho o mesmo tipo de rejeição por extremistas islâmicos ou de qquer outra religião ou filosofia q pregue ou pratique exploração, preconceito, bitolamento, sectarismo, exclusão, assédio ou constrangimento d qquer tipo.
Também não preciso "falar" q não estou "falando mal" de judeus genericamente… como eu poderia falar mal de Norman Finkelstein ou Yoav Shamir, por exemplo?

(os destaques "►◄" são meus, mas leia o texto e o link original COM ATENÇÃO – há mtos detalhes nas entrelinhas)
—————————————————————————————————
…"O lobby sionista que sustenta e legitima a existência de Israel, não é um Estado no distante Oriente Médio, senão um ►sistema de poder econômico planetário (o sistema capitalista)◄ de bancos e corporações transnacionais com judeus dominando a maioria dos pacotes acionários ou hegemonizando as decisões gerenciais desde postos diretivos e executivos.

Quem se der ao trabalho de investigar o nome dos integrantes dos diretórios ou dos acionistas das grandes corporações e bancos transnacionais estadunidenses e europeus que controlam desde o comércio exterior e interior até os sistemas econômicos produtivos dos países, tanto centrais como "subdesenvolvidos" ou "emergentes", poderá facilmente comprovar que (em uma importante maioria) são de origem judia.

As direções e acionistas das primeiras trinta megaempresas transnacionais e bancos (as maiores do mundo) que cotizam o índice Dow Jones de Wall Street, são em sua maioria de origem judia.

Megacorporações do capitalismo sem fronteiras como: Wal-Mart Stores, Walt Disney, Microsoft, Pfizer Inc, General Motors, Hewlett Packard, Home Depot, Honeywell, IBM, Intel Corporation, Johnson & Johnson, JP Morgan Chase, American International Group, American Express, AT & T, Boeing Co (armamentista), Caterpillar, Citigroup, Coca Cola, Dupont, Exxon Mobil (petroleira), General Electric, McDonalds, Merck & Co, Procter & Gamble, United Technologies, Verizon, são controladas e/ou gerenciadas por capitais e pessoas de origem judia.

Estas corporações representam o creme do creme dos grandes consórcios transnacional judeu sionista que, através do lobby exercido pelas embaixadas estadunidenses e européias, ditam e condicionam a política mundial e o comportamento dos governos, exércitos, ou instituições mundiais oficiais ou privadas.

São os amos invisíveis do planeta: os que manejam os países e presidentes por controle remoto, como se fossem títeres de última geração.

Quem investigue com este mesmo critério, ademais, os meios de comunicação, a indústria cultural ou artística, câmaras empresariais, organizações sociais, fundações, organizações profissionais, ONGs, tanto nos países centrais como periféricos, vai se surpreender com a notável incidência de pessoas de origem judia em seus mais altos níveis de decisão.

Responder

rodrigo.aft

15 de janeiro de 2012 às 15h55

(parte 2-3)

As três principais cadeias televisivas dos EEUU (CNN, ABC, NBC y Fox), os três principais diários (The Wall Street Journal, The New York Times y The Washington Post) estão controlados e gerenciados (através de pacotes acionistas ou de famílias) por grupos do lobby judeu, principalmente novayorquino.

Da mesma forma as três mais influentes revistas (Newsweek, Time y The New Yorker), e consórcios hegemônicos da Internet como Time-Warner (fundidos com América on Line) o Yahoo, estão controlados por gerenciamento e capital judeu que opera a nível de redes e conglomerados entrelaçados com outras empresas.

Colossos do cinema como Hollywood e do espetáculo como The Walt Disney Company, Warner Brothers, Columbia Pictures, Paramount, 20th Century Fox, entre outros, formam parte desta rede interativa do capital sionista imperialista.

A concentração do capital mundial em mega-grupos ou mega-companhias controladas pelo capital sionista, em uma proporção aplastante, possibilita decisões planetárias de todo o tipo, na economia, na sociedade, na vida política, na cultura, etc., e representa o aspecto mais definido da globalização imposta pelo poder mundial do sistema capitalista imperial.

O objetivo central expansivo deste capitalismo sionista transnacionalizado é o controle e o domínio (por meio de guerras de conquista ou de "sistemas democráticos") de recursos naturais e sistemas econômico-produtivos, em um sistema que seus defensores e teóricos chamam "políticas de mercado".

O capitalismo transnacional, em escala global, é o dono dos estados e de seus recursos e sistemas econômico-produtivos, não somente do mundo dependente, senão também dos países capitalistas centrais.

Portanto, os governos dependentes e centrais são gerencias de enclave (pela esquerda ou direita) que, com variantes discursivas executam o mesmo programa econômico e as mesmas linhas estratégicas de controle político e social.

►►Este capitalismo transnacional "sem fronteiras" do lobby sionista que sustenta o Estado de Israel se assenta em dois pilares fundamentais: a especulação financeira informatizada (com assento territorial em Wall Street) e a tecnologia militar-industrial de última geração (cuja máxima de desenvolvimento se concentra no Complexo Militar Industrial dos EEUU).◄◄

O lobby sionista internacional, sobre o qual se assentam os pilares existenciais do Estado de Israel, controle desde governos, exércitos, polícias, estruturas econômicos produtivas, sistemas financeiros, sistemas políticos, estruturas tecnológicas e científicas, estruturas socioculturais, estruturas midiáticas internacionais, até o poder de polícia mundial assentado sobre os arsenais nucleares, os complexos militares industriais e os aparatos de deslocamento militar dos EEUU e das potências centrais.

A esse poder, e não ao Estado de Israel, é o que temem os presidentes, políticos, jornalistas e intelectuais que calam ou deformam diariamente os genocídios de Israel no Meio Oriente temerosos de ficarem sepultados em vida, sob a lápide do "anti-semitismo".

B) O lobby imperial

►O lobby sionista pró-israelense, a rede de poder oculto que controla a Casa Branca, o Pentágono e a Reserva Federal não rezam nas sinagogas senão na Catedral de Wall Street◄. Um detalhe a ter em conta, para não confundir a religião com o mito e com o negócio.

Quando se referem ao lobby sionista (ao que denominam de lobby pró-israel) a maioria dos expertos e analistas falam de um grupo de funcionários e tecnocratas, em cujas mãos está o desenho e a execução da política militar norte-americana.

Responder

rodrigo.aft

15 de janeiro de 2012 às 15h55

(parte 3-3)

A este lobby de pressão se atribui o objetivo estratégico permanente de impor a agenda militar e os interesses políticos e geopolíticos do governo e do Estado de Israel na política exterior dos EEUU.

Como definição, o lobby pró-israel é uma gigantesca maquinaria de pressão econômica e política que opera simultaneamente em todos os estamentos do poder institucional estadunidense: Casa Branca, Congresso, Pentágono, Departamento de Estado, CIA e agências da comunidade de inteligência, entre os mais importantes.

Por meio da utilização de seu poder financeiro, de sua estratégica posição nos centros de decisão, os grupos financeiros do lobby exercem influência decisiva na política interna e externa dos EEUU, a primeira potência imperial, além de seu papel dominante no financiamento dos partidos políticos, dos candidatos presidenciais e dos congressistas.

A nível imperial, o poder financeiro do lobby se expressa ►►principalmente por meio da Reserva Federal dos EEUU, um organismo chave para a concentração e reprodução do capital especulativo a nível planetário◄◄.

O coração do lobby sionista estadunidense é o poderoso setor financeiro de Wall Street que tem direta implicação e participação na nomeação de funcionários chaves do governo dos EEUU e dos órgãos de controle da política monetária e instituições creditícias (nacional e internacional) com sede em Washington e Nova York.

Os organismos econômicos financeiros internacionais como a OCDE, o Banco Mundial, o FMI, estão sob o controle direto dos bancos centrais e dos governos dos EEUU e das potências controladas pelo lobby sionista internacional (Grã Bretanha, Alemanha, França, Japão, entre as mais relevantes).

Organizações e alianças internacionais como a ONU, o Conselho de Segurança e a OTAN estão controladas pelo eixo sionista USA-União Européia, cujas potências centrais são as que garantem a impunidade dos extermínios militares de Israel no Meio Oriente, como sucedeu com o último massacre de ativistas solidários com o povo de Gaza.

►►As principais instituições do lobby (Goldman Sachs, Morgan Stanley, Lehman Brother, etc.) e os principais bancos (Citigroup, JP Morgan e Merrill Lynch, etc.) influem decisivamente para a nomeação dos titulares da Reserva Federal, o Tesouro, e a secretaria de Comércio, ademais dos diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional◄◄"…
—————————————————————————————-

se conheço o "modus operandi" dessa turma, os escribas "tolinhos" (sejam zumbis contaminados ideologicamente ou os serviçais, pagos através alguma ong, indicação de emprego ou "boquinha" em trasações comerciais, e q ficam com parte da carne moída de 5a. — ou parte do cocô do cavalo do bandido, como queiram), já já vão vir aqui defender os novos "fariseus", seus psicóticos ícones-líderes (ideológicos e empresariais), q causam um estrago monumental à sua própria etnia (tanto qto — ou mais — aos "desqualificados" "góys" ou "gentios"), mas ficam com o filé mignon E a picanha; entretanto deixam um pouco de carne moída de 5a. para seus seguidores e defensores étnicos, bem como uma passadinha de mão na cabeça: – muita bem totó! defendeu sua dono dirheitinha! mais uma Biscrock prha vc!

neste vídeo, como se formam, desde a mais tenra idade, em sua própria etnia, os zumbis defensores do indefensável modus operandi sionista:
. http://www.youtube.com/watch?v=rCUPXWyE1HY
. Difamacao (Defamation) – A Indústria do Antissemitismo – Yoav Shamir (surpresa: ele é um jedeu!)

e neste vídeo, como não existe (sei!) "preconceito" por parte "deles":
. http://www.youtube.com/watch?v=om6-cORuhFQ
. Racismo judaico contra negros e não judeus nas salas de chat UOL (por: SalmanRushdieAlNabi)

Responder

    Beto_W

    16 de janeiro de 2012 às 22h46

    Caro Rodrigo, não sei se sou um "escriba tolinho", um "zumbi" ou um "serviçal", e não pretendo vir aqui defender ninguém. No entanto, minha leitura dos fatos é diferente da sua, e me dou a liberdade de escrever algumas colocações.

    Não nego que haja um lobby sionista (ou lobby pró-Israel) que influencia com dinheiro os governantes dos EUA e do mundo a apoiarem Israel. Isso não é segredo, e acho que todos aqui sabem que isso existe. Tampouco nego que exista uma cobertura nada imparcial da grande mídia, em grande parte devido ao fato de que entre os dirigentes dos grandes conglomerados da mídia e entre os dirigentes das grandes empresas anunciantes existam vários judeus, que em sua maioria são ensinados desde crianças a defenderem Israel incondicionalmente.

    No entanto, e aqui minha opinião diverge da sua, eu não vejo uma ação coordenada de um "consórcio transnacional judeu sionista", expressão aliás que beira perigosamente as teorias da conspiração ao estilo "Protocolos dos Sábios de Sião". Eu não estou automaticamente inserido nesse "consórcio", nem conseguirei jamais chegar a um cargo de dirigente em uma grande empresa, só por ser judeu.

    O que acontece, a meu ver, é que grupos ativos no lobby pró-Israel (como a famigerada ADL de Abe Foxman) vivem procurando antissemitismo onde há apenas crítica às ações do governo de Israel no tocante à questão palestina. Esses grupos se utilizam do medo atávico do antissemitismo que a maioria dos judeus tem, e pressionam esses judeus dirigentes de grandes empresas a usarem o poder econômico de suas empresas para pressionar o governo dos EUA a pender a balança para o lado de Israel.

    Quanto ao viés pró-Israel da mídia, como eu já disse, a grande maioria dos judeus toma qualquer crítica a Israel como antissemitismo, e esses dirigentes das empresas de mídia e de seus anunciantes não são exceção. Portanto, uma reportagem que fale mal de Israel será mal recebida pela cúpula da empresa de mídia. Assim, a maioria dos jornalistas acaba pisando em ovos para tratar do assunto, pois sabe que se não o fizer pode perder o emprego.

    Esses dois fenômenos, embora parecidos, são independentes, e em nenhum dos dois eu vejo uma grande coordenação digna de uma "grande conspiração judaica". Os judeus em posições de influência nessas empresas não se juntam toda terça-feira à tarde para comer bolinhos, decidir o destino do mundo e traçar os próximos passos rumo à expansão do "capitalismo sionista transnacionalizado". Cada um quer saber do seu lucro, e se puder engolir a concorrência, tanto melhor – não importa se os concorrentes são judeus ou não. Eles só se juntam quando o assunto é Israel, e ainda assim são coordenados por Foxman e sua gente.

    O simples fato de haver um grande número de pessoas "de origem judia" em parte das grandes corporações e conglomerados de mídia não é prova cabal de uma conspiração judaica ou de um "consórcio transnacional judeu sionista". Também há um grande número de católicos em grande parte das corporações, e ninguém sai por aí falando sobre o "consórcio transnacional católico", ou muçulmano, ou budista, ou ateu.

    Quero fechar com comentários aos dois vídeos que você recomenda. O primeiro é um excelente vídeo que mostra como trabalha a patota de Abe Foxman. O diretor Yoav Shamir fez esse documentário em resposta a críticas a seu documentário anterior, "Checkpoint" ( http://www.youtube.com/watch?v=1GhLoAtywMg ), que retrata a arbitrariedade com que são tratados os palestinos nos postos de controle em Gaza e na Cisjordânia. "Difamation" mostra como organizações como a de Foxman disseminam na comunidade judaica a noção de que defender Israel incondicionalmente é defender o povo judeu contra o antissemitismo.

    Continua…

    Beto_W

    16 de janeiro de 2012 às 22h46

    Continuando…

    Já em relação ao segundo, por um lado ele mostra que existem judeus imaturos e preconceituosos – bem como existem não judeus imaturos e preconceituosos também. Me entristece ver judeus falando dessa maneira inaceitável e condenável. Eu sempre defendi que os judeus, por causa de todo o preconceito que sofreram e ainda sofrem, são os que menos podem se dar ao desfrute de serem preconceituosos contra outros grupos. Mas infelizmente um judeu pode ser tão cruel, preconceituoso e ofensivo quanto qualquer outra pessoa. E eu conheço um bom número de judeus que realmente acham que os judeus são "superiores" aos não-judeus (superiores em quê eu não sei), e a maioria desses também se acha "superior" aos outros judeus…

    Por outro lado, o autor do vídeo está querendo respeito e maturidade numa sala de bate-papo do UOL??? A garantia de anonimato, aliada à presença de um público, transforma muita gente em idiotas completos sem respeito por ninguém. Além disso, não sabemos o que aconteceu antes, se o autor do vídeo já havia entrado anteriormente nessa sala de bate-papo e ofendido alguém. E deve haver uma porção de trolls por lá (se por aqui tem uns tantos, nesses lugares deve ser pior), que entram na sala "Judeus" apenas para proferir ofensas aos judeus – não duvido que o indivíduo que aparece no vídeo com a alcunha de "adolph" a tenha escolhido para homenagear um certo personagem histórico que evoca sentimentos negativos em todos os judeus…

assalariado.

15 de janeiro de 2012 às 15h24

Na verdade estamos chegando na esquina/ encruzilhada da história. É a burguesia capitalista industrial e financeira travestida em forma de Estado que, junto com seu lavador de cerebros, mais conhecido entre nós como PIG, continua camuflando os verdadeiros donos desta crise, chamando- os de "os mercados". O que é isto, senão a própria elite midiática, em busca de sua salvação ideológica enquanto pensamento social e politica, se materializando através do seu cavalo de troia a qual chamamos de Estado e seus soldados juridicos de plantão (dentro das tais, instituições democraticas), para legalizar tudo quanto é tipo de estupro economico e social necessários para legalizar /prolongar sua ideologia, a do deus dinheiro. Sim, a sobrevivencia deles, das elites do capital. Enfim, um é o outro, o outro é o um,a burguesia esta oculta devido que, juridicamente e legislativamente, segundo eles, vivemos em plena democracia, que ao olhar burgues é sinonimo de sociedade capitalista/ deus mercado. Haja camuflagem para enganar os povos, mesmo assim o rei esta cada vez mais nu.

Rumo ao socilaismo, sem medo de ser feliz!

Responder

    O Chacal

    15 de janeiro de 2012 às 20h21

    O Socialismo não vai resolver os problemas.

    Pedro

    15 de janeiro de 2012 às 23h02

    A única solução dos problemas capitalistas é o capitalismo deixar de existir.

    assalariado.

    16 de janeiro de 2012 às 18h56

    O Chacal, se nós entendermos que uma sociedade/ Estado socialista, parte do pressuposto de que, a propriedade particular dos meios de produção( fabricas, latifúndios, grande comercio, etc … ), serão todos socializados. – não disse estatizado – Aí sim, será o começo do fim da exploração de um ser humano pelo outro, que se da através da produção dos assalariados e trabalhadores em geral, em beneficio da burguesia patronal/ capitalista. O fruto do trabalho é social, portanto, nada melhor fazer justiça entre os seres humanos do que socializar o que é produzido de forma social, na linha de produção. Seja no escritório, fabrica, bancos, terra, enfim, … Como disse Bertold Brechet:

    "Felicidade haverá, quando o fruto do trabalho for dos que produzem."

    Saudações Socialistas.

@luisk2017

15 de janeiro de 2012 às 13h53

Obama preside os EUA.
Mas quem "preside" Obama?
Os complexos:
a) industrial militar
b) energético (com a primazia do petróleo)
c) O bancário-financeiro
d) O químico farmacêutico
O resto (indústria automobilística, de alimentos, turismo etc) é perfumaria.

Responder

    André Plestch

    15 de janeiro de 2012 às 17h20

    Você esqueceu dos judeus-sionistas.

Paulo Villas

15 de janeiro de 2012 às 13h41

As chamadas "teorias conspiratórias" vão se confirmando junto com os fatos e perdem a aura desqualificadora que receberam de jornalistas amestrados e formadores de opinião comprados e bem pagos. Os bancos caminham céleres para assumir o governo mundial. Ainda persistem algumas "teorias conspiratórias" que por receberem a aura de tabu não são abordadas pela mídia que , por sua vez , desencorajam qualquer análise sobre elas. Não adianta , a verdade se impõe e como as forças da natureza são indomáveis. Espero , apenas , que haja tempo para uma reação.

Responder

    Beto_W

    16 de janeiro de 2012 às 23h35

    Paulo, poderia especificar que "teorias" são essas de que você fala?

    Luca K

    17 de janeiro de 2012 às 11h16

    Vou meter minha colher , kkkk.
    Pra começar; que tal o 11 de Setembro? Não, melhor ainda… que tal o holocausto? :-P

assalariado.

15 de janeiro de 2012 às 12h40

ZePovinho, esta sugestão de leitura, é ótima! Com certeza, aprendi mais um pouco sobre economia politica, do modo de produção capitalista, seus limites e, por consequencia, suas crises ciclicas. Realmente, é a bancarrota iminente (a qualquer momento) do capital, do modo de produção capitalista. É a crise na abundância. Karl Marx explica.

Abraços camaradas.

Responder

    ZePovinho

    15 de janeiro de 2012 às 12h51

    Muita gente acha,Assalariado,que dá para regular o capitalismo.Não dá.É como querer colocar o diabo dentro de uma garrafa, ficar olhando para ele e dizendo: -Olha que bonitinho!!!Tão levado,mas o prendemos em um cercadinho de vidro!!!
    Eu não acredito mais que o capitalismo possa ser regulado.O povo precisa acordar desse sonho e inventar uma coisa melhor.

    assalariado.

    15 de janeiro de 2012 às 13h27

    Opa! errei o local deste comentário. Deveria ter saido como resposta no comentário do ZePovinho.

    Onde ele sugere esta leitura: http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/201

    Saudações Socialistas.

Vitorino

15 de janeiro de 2012 às 12h05

O Goldman Sachs foi o maior financiador da campanha de Obama. O Banco Central dos EUA é uma associação privada de bancos, onde nem o presiente ou o congresso mandam. Ou seja, o BC deles, o “Fed”, é que manda no país, pois manda no dinheiro e portanto em tudo mais, inclusive na política exterior. Desse jeito, o fim da História tende a ser muito ruim para todo o mundo. Veja-se essa campanha de demonização para começar uma guerra contra o Irã, em busca do monopólio do gás iraniano, para detonar a dependência da Europa do gás da Rússia. O mesmo enredo de inventar armas nucleares no Irã, como armas de destruição em massa no Iraque. A mesma farsa. Um silêncio absoluto sobre as armas nucleares de Israel. E o mesmo silêncio criminoso da comunidade internacional. Francamente, não acredito no fim da História, mas talvez os EUA estejam promovendo a História do Fim da Humanidade. Repito: o alvo não é o Irã, mas a Rússia, por causa do Gás. Abaixo a guerra! Que a presidente Dilma mantenha nossa histórica NEUTRALIDADE, quando começar a volta da humanidade à Pré-História.

Responder

Cláudio Coimbra

15 de janeiro de 2012 às 10h35

No Brasil que é bom. Transfere-se recursos do povo para os bancos através dos altos juros, com a justificativa do controle inflacionário, e ainda nos orgulhamos do nosso sistema bancário sólido.

Responder

Geurgetown F. Araujo

15 de janeiro de 2012 às 10h25

Quem manda mesmo é a Hillary Clinton. Ela quer invadir o Irâ.

Responder

    Morvan

    15 de janeiro de 2012 às 23h12

    Boa noite.

    Não é ela em si, caro Geurgetown F. Araujo. Ela é apenas uma títere (assim como o anódino Barack Obama). Na verdade, eles são empregados da banca internacional.
    Posso dizer, sem qualquer receio, que eles são "empregados de deus" (deus mercado).

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

Domingos Sávio

15 de janeiro de 2012 às 10h06

Apenas ontem pude assistir ao documentário INSIDE JOB. Toda a cúpula da era Bush permanece praticamente intacta no governo Obama. Ninguém, ou quase ninguém foi punido, preso, teve bens confiscados. Todos milionários. Banqueiros e economistas e professores corruptos. Todos estão lá com Obama. Esperar mais alguma coisa? A banca internacional comanda o mundo. Saiam da frente. Outras bolhas virão.

Responder

    Fabio_Passos

    16 de janeiro de 2012 às 00h48

    "A primeira verdade é que a liberdade da democracia não estará a salvo se o povo tolerar o crescimento do poder privado até o ponto em que ele se torne mais forte que o próprio estado democrático. Isso é, em essência, o fascismo — a posse do governo por um indivíduo, um grupo ou qualquer outro poder privado que o controle".

    Franklin Delano Roosevelt

    "Ocupar Wall Street e o poder constituinte da multidão" http://revistaforum.com.br/idelberavelar/2012/01/

pperez

15 de janeiro de 2012 às 09h57

Obama é o mais famoso boneco de ventriloquo do mundo!

Responder

    RicardãoCarioca

    15 de janeiro de 2012 às 10h47

    E ainda recebeu um Nobel da Paz que teria tido uma melhor destinação se fosse jogado no lixo.

Paulo Roberto

15 de janeiro de 2012 às 09h35

Engana-se quem pensa que os governantes representam o povo. Eles representam quem os elegeu, ou seja, quem investiu dinheiro nas campanhas. São estes quem realmente elegem os candidatos; o povo apenas deposita os votos nas urnas…

Responder

Herminio

15 de janeiro de 2012 às 09h12

Sobre o mercado financeiro, sou desses que é a favor de fazer uma negociação com os bancos credores de pagamento de juros bem simbólicos, esse negócio de pagar juros exorbitantes é roubo e confiscar os bens das empresas que tomam emprestados e não cumprem com os compromissos firmados deixando ao pais o onus, dando imensos prejuisos à nação e se é pra moralizar, pau nesses safados todos.

Responder

    RicardãoCarioca

    15 de janeiro de 2012 às 10h48

    Bastaria que os governos emprestassem aos bancos com juros de mercado e não com juros de pai para filho, como veem fazendo.

    ZePovinho

    15 de janeiro de 2012 às 15h57

    É por aí,Ricardão.Os bancos privados estão pegando dinheiro com os governos,a juros baixos,e emprestando aos clientes com juros estratosféricos.o Mecanismo
    Europeu de Estabilidade é isso:

    [youtube EIHC34exwZ4 http://www.youtube.com/watch?v=EIHC34exwZ4 youtube]

    Por que Estados pagam 600 vezes mais juros?

    Através da Agência Imediata, o impactante artigo publicado há dias pelo Le Monde pelo ex-primeiro-ministro francês Michel Rocard, e pelo economista Pierre Larrouturou, sob o título “Porque os Estados devem pagar 600 vezes mais que os bancos?” Eles dão razão a Franklin Roosevelt que, há oitenta anos, já dizia: “ser governados pelo dinheiro organizado é tão perigoso quanto ser governado pelo crime organizado”………………..

    ZePovinho

    15 de janeiro de 2012 às 16h54

    http://www.tijolaco.com/por-que-estados-pagam-600

    Por que Estados pagam 600 vezes mais juros?

    Através da Agência Imediata, o impactante artigo publicado há dias pelo Le Monde pelo ex-primeiro-ministro francês Michel Rocard, e pelo economista Pierre Larrouturou, sob o título “Porque os Estados devem pagar 600 vezes mais que os bancos?” Eles dão razão a Franklin Roosevelt que, há oitenta anos, já dizia: “ser governados pelo dinheiro organizado é tão perigoso quanto ser governado pelo crime organizado”.

    luiz pinheiro

    15 de janeiro de 2012 às 23h14

    Não são os governos que emprestam aos bancos. São os bancos que emprestam aos governos, e cobram carissimo. Quando estuora uma bolha, uma crisb financeira, aí os bancos usam os governos, em geral eleitos por eles mesmos, para soc ializar os prejuizos e seguir ampliando seus lucros. Os bancos é que são os donos da bufunfa, e portanto do poder.

Sônia

15 de janeiro de 2012 às 05h51

Qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência. Aqui mandam também os bancos.

Responder

    Marcelo de Matos

    15 de janeiro de 2012 às 10h59

    Aqui como alhures quem manda são os poderosos. Ao invés de dizer que são os banqueiros, melhor falar em plutocracia, como fez o Guanabara. Segundo o Aulete, plutocracia é: “1. O poder daqueles que detêm a riqueza; 2. O governo regido pelas classes mais favorecidas economicamente; 3. A influência das elites econômicas no exercício do poder.” Getúlio Vargas chamava esse pessoal de “classes produtivas”. Eles, se não determinam a forma como o país será governado, pelo menos indicam as diretrizes econômicas a serem seguidas. Através de suas organizações, chamadas de entidades da “sociedade civil”, como Fiesp, Febraban e CNA, entre outras, traçam a política econômica de longo prazo que tem dinâmica própria, independente dos sucessivos governos. Devíamos pensar nisso antes de criticar o Executivo. Alguns milionários concebidos no governo FHC costumam criticar o câmbio, os juros, os impostos, a desindustrialização. É preciso atentar a essas críticas – na verdade, pode tratar-se de autocríticas.

    Identidade

    15 de janeiro de 2012 às 15h31

    E quem são os donos dos bancos. Nomes.

    ZePovinho

    15 de janeiro de 2012 às 17h23

    http://www.tesouro.fazenda.gov.br/hp/downloads/de

    BANCO BRADESCO S A
    BANCO CITIBANK S A
    BANCO DO BRASIL S A
    BANCO ITAÚ S A
    BANCO SAFRA S A
    BANCO SANTANDER S A
    BANCO UBS PACTUAL S A
    BANCO VOTORANTIM S A
    CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

    Yacov

    15 de janeiro de 2012 às 18h08

    Lehmanns, Goldmanns, Eastmanns, Epsteins, Bloombergs… A maior parte dos donos da grande bufunfa internacional são Judeus… Longe de mim propor pogroms e um novo holocausto, mas essa é uma constatação que não se pode deixar de fazer. Penso apenas que os donos da bufunfa agem de forma torpe, e se blindam num cápsula de bem estar, enquanto o mundo à sua volta afunda no caos. Esse modelo é sustentável?? Penso que não.

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glObo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

    Beto_W

    16 de janeiro de 2012 às 23h28

    "A maior parte dos donos da grande bufunfa internacional são judeus"… Ouço muito isso, mas vamos ver quantos judeus há entre as 400 pessoas mais ricas do mundo segundo a Forbes ( http://www.forbes.com/wealth/billionaires/list ). Só tive paciência para checar os primeiros 50, e achei 16 judeus. Hmm… 16 não é a maioria de 50.

    Se olharmos para a lista dos 400 norte-americanos mais ricos encontraremos por volta de 140 judeus. Não, ainda não é a "maior parte dos donos da grande bufunfa". E isso é contando todos os que têm ascendência judaica, não apenas os que se consideram judeus ou que são ativos nas suas respectivas comunidades judaicas.

    Se 34 dos 50 mais ricos do mundo não são judeus, assim como 260 dos 400 americanos mais ricos, então por que as pessoas como o Yacov (nome tipicamente judeu, por sinal) continuam perpetuando o mito?

    Na minha opinião, é uma questão de percepção. Quem fica procurando judeus nas listas de milionários ou nas diretorias de grandes empresas obviamente irá encontrar um grande número deles – e geralmente não irá contar quantos não-judeus encontra.

    Concordo que a representatividade dos judeus nessas áreas não segue distribuição proporcional a sua fatia da população mundial. Mas os negros não estão representados nas listas da Forbes de maneira proporcional a sua população, nem tampouco os chineses, entre outros. Cada desvio tem suas explicações históricas (negros eram escravos até alguns séculos atrás, a China abriu seu mercado recentemente, e os judeus foram proibidos de possuir terras pela Igreja na Europa da idade média e se dedicaram ao comércio e à usura, numa explicação crua e grosseira).

    Os donos do dinheiro agem de forma torpe, se blindam numa cápsula de bem-estar, sejam eles judeus ou não.

    Longe do Yacov propor pogroms e um novo holocausto, mas ele me dá a impressão de estar convencido de que os judeus são culpados pelo capitalismo selvagem. Espero ter tido a impressão errada.

    Luca K

    17 de janeiro de 2012 às 11h25

    Vc está ERRADO Beto. Dos 400 americanos mais ricos da Forbes, os judeus são 45% dos 40 mais ricos dentre estes 400. Um TERÇO de todos multimilionários estadunidenses são JUDEUS. Os judeus estão brutalmente super-representados em Wall Street e controlam o FED em grande medida. Observe que o padrão existe tb em outras áreas estratégicas, como mídia e grandes empresas de advocacia. Por exemplo, 40% dos partners das principais empresas de advocacia de Nova York e DC são judeus.
    Os judeus são 2% da população dos EUA.

    Beto_W

    17 de janeiro de 2012 às 12h55

    Posso estar ERRADO nos números, Luca, mas 45% não é maioria, nem um terço. Como eu disse, concordo que estão super-representados nas áreas que você citou, mas ainda assim não são maioria. Se 55% dos 40 mais ricos dos EUA não são judeus, e dois TERÇOS de todos os milionários estadunidenses não são JUDEUS (reutilizando grifos seus), por que ainda há gente que insiste que os judeus são maioria?

    O fato de haver muitos judeus em todas essas áreas que você cita (e outras mais) não implica em se poder afirmar que "os judeus controlam" esse ou aquele setor, já que não há uma coordenação entre eles, não há um corpo formado pelos judeus para em conjunto decidir as ações a serem tomadas em Wall Street ou no Fed ou na mídia ou nos tribunais.

    Além do quê, como eu já disse antes, o fato dos judeus estarem super-representados nessas áreas tem explicação histórica e cultural. E como eu já disse também, eles só seguem na mesma direção quando o assunto é Israel, pois na questão de acúmulo de capital desses multimilionários é cada um por si, judeu ou não.

    Luca K

    19 de janeiro de 2012 às 13h15

    Caro Beto, leia com mais atenção; 45% dos 40 MAIS RICOS. Um terço dos multimilionários. São informações diferentes. Os judeus constituem um grupo altamente coeso e solidário quando comparados a outros grupos étnicos, especialmente ocidentais. Uma pequena minoria coesa e solidária atinge tal nível de poder e domínio justamente por ser muito bem organizada e coesa. De outra sorte tais aberrações não ocorreriam. E ficar justificando o q acontece no século 21 em função de medidas tomadas na Europa há centenas de anos é forçar a amizade. Além de não contar a história completa. Houve tentativas por exemplo por parte do governo czarista na Rússia de promover a entrada de judeus em outras áreas econômicas. Invariavelmente os judeus resistiam e sempre que possível voltavam para suas atividades habituais.
    Outra coisa: o forte envolvimento judaico em escândalos financeiros desde pelo menos o século 19 até hoje é notório. Dê uma olhada por exemplo no grande escândalo que abalou Wall Street durante os anos 80. Quem eram os principais nomes? Michael Milken, Ivan Boesky, Martin Siegel, e Dennis Levine. Olhe para a grande crise atual. Veja os nomes e as principais organizações envolvidas! Os principais arquitetos do desastre? Greenspan, Rubin e Summers. Vc tem idéia do nível de corrupção, do nível de incesto com a colocação de gente de Wall Street comandando as principais posições governamentais ligadas à economia? Algumas das mais importantes posições da área econômica nos EUA pra vc Beto. Atual Chairman of the Federal Reserve, Ben Shalom Bernanke(entrou no lugar do Greenspan). Office of Management and Budget – um judeu sionista, Jacob Lew(entrou no lugar de outro judeu, Peter Orszag). Congressional Budget Office – Douglas W. Elmendorf, tb judeu. Chief Economist and Economic Policy Adviser to the Vice President – Jared Bernstein. Treasury Secretary e ex presidente do FED de Nova York, quem Beto? Tim Geithner!! Kkkkkkk. Chair of the Securities and Exchange Commission – Mary Schapiro. Chairman of the Commodity Futures Trading Commission (CFTC), Gary Gensler. Eu poderia continuar mas acho que basta não?
    Logicamente não estou a dizer que os judeus são os únicos responsáveis por todos os crimes da “industria” financeira, está claro. Nem que todos os judeus são responsáveis ou estão envolvidos, o que seria idiotice dizer.
    Saudações gentílicas. ;-)

    Beto_W

    19 de janeiro de 2012 às 15h58

    Luca, lá vamos nós de novo, não é? Você leia com mais atenção também: 45% dos 40 MAIS RICOS não é maioria dos MAIS RICOS (grifos seus). Um terço dos multimilionários não é maioria dos multimilionários.

    Eu já falei que sim, os judeus estão super-representados em diversas áreas – não só nas que você falou, mas na área acadêmica, de pesquisas, tecnologia, etc. Não é só por causa da história da Idade Média, isso foi o impulso que empurrou os judeus para o então embrião do mercado financeiro. As outras áreas estão super-representadas por uma série de motivos, sejam eles econômicos, históricos e/ou culturais.

    Admito que um judeu em posição de contratar alguém ou adquirir um serviço acaba, por vezes inconscientemente, dando preferência a um outro judeu em dertimento de um não-judeu – posto que ambos sejam equivalentes nos quesitos relevantes à escolha. Mas eu acho que isso acontece com outros grupos, sejam étnicos, religiosos ou de oriundos de um dado país (pessoas vindas do mesmo país ou descendentes de primeira geração). Talvez o fenômeno seja mais acentuado entre os judeus, não sei. Mas – insider information – judeus também podem concorrer viciosamente entre si no mundo dos negócios, não poupando o concorrente por ser judeu.

    Continua…

    Beto_W

    19 de janeiro de 2012 às 15h58

    Continuando…

    Quanto ao envolvimento de judeus em escândalos financeiros, temos aí o enigma de Tostines: será que os escândalos financeiros aconteceram porque havia muitos judeus na área financeira ou há muitos judeus envolvidos em escândalos financeiros porque simplesmente há muitos judeus na área financeira? A corrupção nesses casos é ortogonal à qualidade de ser judeu. Não há nenhum não-judeu envolvido? Ou você apenas procura pelos judeus?

    E você pode me dar uma lista de nomes de judeus influentes, eu lhe darei uma lista de nomes de não-judeus influentes, e eu pergunto: isso prova o quê, exatamente? Como você bem diz ao final, "Logicamente não estou a dizer que os judeus são os únicos responsáveis por todos os crimes da “industria” financeira, está claro. Nem que todos os judeus são responsáveis ou estão envolvidos, o que seria idiotice dizer." Se nem todos os judeus são responsáveis ou estão envolvidos, e nem todos os responsáveis ou envolvidos são judeus, e se, como já discutimos, os judeus não são maioria (ou seja, acima de 50%) nem entre os multimilionários, então porque é que você e gente como o Yacov insistem em falar que OS JUDEUS isso e OS JUDEUS aquilo?

    Então, vamos parar de atiçar a fogueira do antissemitismo (ainda que involuntariamente) para nos preocuparmos com coisas mais concretas, como por exemplo o ponto central do artigo, que é o poder econômico dos bancos se sobrepondo ao poder político dos governos.

    Luca K

    23 de janeiro de 2012 às 16h22

    You miss the point buddy boy!! E aí tem um enigma de Tostines! Vc é bobo ou se faz de bobo? Ok, ok, não é exatamente um enigma de Tostines, kkkk.
    Falando sério agora, elaborarei em breve sobre teus equívocos e omissões q invalidam tuas premissas Beto. Sem tempo agora.
    Gosto de nossos debates, participaria mais se o tempo deixasse!
    []s

    Luca K

    23 de janeiro de 2012 às 20h49

    You miss the point buddy boy!! E aí tem um enigma de Tostines! Vc é bobo ou se faz de bobo? Ok, ok, não é exatamente um enigma de Tostines, kkkk.
    Falando sério agora, elaborarei em breve sobre teus equívocos e omissões q invalidam tuas premissas Beto. Sem tempo agora.
    Gosto de nossos debates, participaria mais se o tempo deixasse!
    []s

Guanabara

15 de janeiro de 2012 às 04h01

A plutocracia está saindo do armário.

Responder

    Fabio_Passos

    16 de janeiro de 2012 às 00h55

    Já saiu.
    E está invadindo, torturando e assassinando por todo o planeta.

    <img src=http://2.bp.blogspot.com/-I7_l1zDhyxM/Tmzo-VRwVrI/AAAAAAAAHQg/0tTK9cK_avQ/s1600/911+attacks+10+years+B_1.gif>

Cesar laus simas

15 de janeiro de 2012 às 00h43

O jogo a ser jogado

Qualquer cidadão desavisado assiste, confuso, a um verdadeiro bombardeio contra ministros do governo Dilma Roussef. E a pergunta que não cala é: o que acontece depois da saída do ‘ministro’ da vez? E, invariavelmente, a resposta é: nada. As provas eram meros ‘disse me disse’.

Assim, o tal cidadão assiste a imprensa tradicional destruir reputações com provas frágeis e, na maioria das vezes, duvidosas. Mesmo assim a imprensa segue seu caminho a pautar as ações de um governo eficiente e eficaz nas ações práticas mas, muito lento, frágil e perdido no marketing e na comunicação.

A imprensa tradicional coloca, quase toda semana, o governo federal na defensiva. É a velha estratégia de que “a defesa é o melhor ataque”. Bem, claro que não se investiga os descaminhos em outras paragens: uso de escuta no governo Yeda Crusius, obras faraônicas no governo Aécio Neves, a falta de licitação nos governos José Serra e Geraldo Alkmin, sem falar na censura nos governos Luiz Henrique e Beto Richa. Isto, claro, pra não falar no livro “A privataria tucana”.

A imprensa vive de anúncios e de campanhas institucionais de anunciantes públicos. Sem falar na intimidação do “poder da imprensa”. E, neste momento, a imprensa tradicional é representada pelos jornais Estadão, Folha de São Paulo, O Globo; pelas revistas Época e Veja, e pela TV Globo. Estes quatro cavaleiros (seriam do apocalipse – ?) dominam e engolem as verbas publicitárias públicas. E é isto que está em jogo. Apenas grana. E as verbas dos grandes anunciantes: cidade de São Paulo, estado de São Paulo e governo federal. Os estados do Paraná e de Minas Gerais, em poder do PSDB, investe em seus próprios terrenos. Daí, está em jogo a verba nacional dos três mosqueteiros – São Paulo (capital), São Paulo (estado) e Brasília.

A imprensa tradicional sabe que está sem ação e com pouca credibilidade devido ao livro “A privataria tucana”. Com isto José Serra ficou fora da disputa municipal e, ao que parece, o jogo virou para o PT nas mão hábeis do ex-presidente Lula ao indicar, como fez com a presidenta Dilma Roussef, alguém novo e de bom trato para a classe média. Lula, dá mais um baile no velho e suspeito PSDB. FHC e os caciques esperneiam e sabem que levaram o drible da vaca.

Deste modo resta à imprensa tradicional lutar para não perder sua última trincheira de grana: o governo do estado de São Paulo. Para isto ataca dia sim e dia também a presidenta Dilma Roussef. Ela é o alvo. Os ministros são meros passageiros. O alvo é a grana da verba publicitária.

Mas, afinal, qual o jogo que está sendo jogado? É o cargo e governador do estado de São Paulo e o segredo de Lula. E a análise é simples: ao atacar Dilma a imprensa tradicional tenta evitar o que parece inevitável: a reeleição de Dilma. Com ela líder nas intenções para 2014 o que fará o ex-presidente Lula? O óbvio. Concorrer ao cargo de governador do estado de São Paulo. Este é o segredo de Lula e, ao que parece, carrega com ele muitas pás de cal para a sepultura do PSDB, Dem e da imprensa tradicional. As verba ficariam centralizadas nas mão do PT. Já imaginou: Fernando Haddad, Lula e Dilma?
Com isto o PSDB passa a régua, pede a conta e vai pra Miami. Os quatro cavaleiros do apocalipse vão junto. As telefônicas agradecem.

Responder

    luiz pinheiro

    15 de janeiro de 2012 às 23h16

    Excelente análise, Cesar. E tomara que Lula consiga, enfim, libertar São Paulo.

Fabio_Passos

14 de janeiro de 2012 às 23h51

Esta "democracia ocidental" é uma completa farsa.
As oligarqueias financeiras controlam o sistema com mão de ferro. É a ditadura do capital.

Responder

FrancoAtirador

14 de janeiro de 2012 às 23h20

.
.
Quarta carta às esquerdas

Por Boaventura de Sousa Santos, na Carta Maior

Finalmente, a democracia liberal agoniza sob o peso dos poderes fáticos (Máfias, Maçonaria, Opus Dei, transnacionais, FMI, Banco Mundial) e da impunidade da corrupção, do abuso do poder e do tráfico de influências.

O resultado é a fusão crescente entre o mercado político das ideias e o mercado econômico dos interesses.

Está tudo à venda e só não se vende mais porque não há quem compre.

Nos últimos cinquenta anos as esquerdas (todas elas) deram uma contribuição fundamental para que a democracia liberal tivesse alguma credibilidade junto das classes populares e os conflitos sociais pudessem ser resolvidos em paz.

Sendo certo que a direita só se interessa pela democracia na medida em que esta serve os seus interesses, as esquerdas são hoje a grande garantia do resgate da democracia. Estarão à altura da tarefa?

Terão a coragem de refundar a democracia para além do liberalismo?

Uma democracia robusta contra a antidemocracia, que combine a democracia representativa com a democracia participativa e a democracia direta?

Uma democracia anticapitalista ante um capitalismo cada vez mais antidemocrático?

Íntegra em:

http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMost

Responder

    Herminio

    15 de janeiro de 2012 às 09h06

    Tudo culpa do judiciário, que como disse a sábia D. Elina Calmon, está cheio de bandidos de toga e de plantão.

Carlos Nunes

14 de janeiro de 2012 às 22h55

E no Brasil qual a situação? Quem tem poder?
Talvez a Lei Orçamentária Anual – LOA 2012 dê uma dica:
– serão alocados 47% do orçamento federal para pagamento de juros e amortização de divida.

fonte http://www.divida-auditoriacidada.org.br/config/G

Responder

Operante Livre

14 de janeiro de 2012 às 22h35

Já não sei distinguir entre um chefe de governo e um presidente de banco.

Responder

Indio Tupi

14 de janeiro de 2012 às 22h31

Aqui do Alto Xingu, os índios informam humildemente que os banqueiros, há muito, são as instituições hegemônicas internacionais e impõem suas políticas em todo o mundo, eis que controlam não só os bancos centrais de seus respectivos países — os quais desfrutam do status de independência em relação aos governantes eleitos, numa escancarada defraudação da soberania popular — como as instituições internacionais que regulam e modelam a produção, o comércio e as finanças internacionais, como o FMI, o Banco Mundial, a Organização Internacional do Comércio, o Bank for International Settlements (BIS) — o banco central dos bancos centrais –, assim como as instituições que supostamente deveriam supervisionar e regular suas atividades, tanto interna quanto internacionalmente, como os respectivos bancos centrais e órgãos como a SEC (equivalente à nossa CVM nos Estados Unidos), o FASB, o IASB, IASC, etc. etc. Há uma verdadeira porta-giratória entre a alta direção da banca privada e a cúpula desses organismos nacionais e internacionais, e essa oligarquia financeira dirige e supervisiona a economia mundial também com a cooptação de uma fração de acadêmicos e da mídia capturada, cuja função é difundir seus valores, de modo que também as pessoas se conduzam como zombies, ou seja, como robozinhos que acreditam que o melhor dos mundos é o livre mercado, a liberdade de movimento de capital, a liberdade cambial, a liberdade de taxas de juros, o livre comércio, ou seja, todas as condições para que os países flutuem ao sabor de forças descontroladas, em meio a uma grande volatilidade econômica e financeira, de modo tal que o mundo se transforme em um imenso cassino, onde os megabancos possam, com seu imenso poder de fogo, fazer apostas entre si, contra empresas e países — à base de instrumentos e operações financeiras altamente sofisticadas e de avaliação secreta –, a fim de seguirem imperturbáveis em suas atividades predatórias de empresas, países e povos, acumulando, centralizando e concentrando cada vez mais o capital. Essa é a cúpula do moinho satânico que progressivamente inferniza o mundo, concentrando cada vez mais a renda e espalhando a miséria e a iniquidade em escala global.

Responder

    rodrigo.aft

    15 de janeiro de 2012 às 16h45

    Grande Tupi,

    mim (posso fazer parte da tribo? rsrs) pode dar uma sugestão sobre pontuação, já q o texto está mto bem elaborado, como sempre?

    ao invés de usar dois hífens, "–", para simular o travessão, use o travessão verdadeiro por meio de "Alt + 0151", ou seja, "—" ao invés de "–".

    funciona aqui no blog e nos editores de texto, tipow… word (argh!) e wordpad.

    mim agaradece a atenção e mim não quer parecer pedante com essa sugestão.

    inté!

Marat

14 de janeiro de 2012 às 21h43

Esse coitado do Obama, bem como a Hilária (está mais para sinistra que hilária!) são uns joguetes nas mãos dos tubarões capitalistas, e certamente levarão o mundo (mais uma vez) para a beira do abismo. Ainda bem que a China tem o espírito mais cordia, mas, mesmo assim, é melhor que aperfeiçoe cada vez mais seus armamentos. Também creio que os russos já tenham caído na real e percebido a barca furada em que embarcaram, pois seus foguetes, ao que tudo indica foram sabotados!

Responder

    IJD

    15 de janeiro de 2012 às 17h12

    Marat, fico preocupado com o nosso poder de defesa. Cadê nossa bomba atômica?

    Marat

    16 de janeiro de 2012 às 08h31

    Digitei errado, desculpe, Morvan!!!

    Morvan

    16 de janeiro de 2012 às 11h24

    Bom dia.

    Sem "prob". Estes "tipos" (erros meramente tipográficos) passam mesmo despercebidos.
    Aproveitando a deixa, diria que o caso de Alcântara é um atentado à "segurança Nacional", tão decantado pela direita, tanto a fardada como a à paisana.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Morvan

    15 de janeiro de 2012 às 22h58

    Boa noite.

    Marat, foram, sim, a exemplo do ocorrido na Base de Alcântara. O que me preocupa não são os sabotadores, pois destes, sabe-se, pode-se esperar tudo (de ruim!); preocupa-me a inação brasileira e este silêncio – silêncio, para dizer o mínimo, suspeito.

    :-)

    Morvan, Usuário Linux #433640.

    Marat

    16 de janeiro de 2012 às 08h30

    Movan, você tem razão. Além disso, esse alinhamento automático com as resoluções da caquética ONU, e o afastamento daqueles que não se rebaixam ao império do IV Reich… Preocupante, no mínimo!

    Luca K

    16 de janeiro de 2012 às 16h37

    O irônico é q a China, em função da relação incestuosa q tem com os EUA, FINANCIA a máquina militar americana q talvez um dia seja usada contra a própria China. Mas a China tem modernizado muito suas forças militares. A desigualdade tecnológica e logística foi bem maior na guerra da Coréia e os EUA NÃO venceram.

    Marat

    16 de janeiro de 2012 às 21h26

    Prezado Luca, eles também tomaram um pau inesquecível do Vietnã… De qualquer modo, qualquer um, menos os EEUU ditando os rumos do mundo. Não merecemos o abismo da especulação e do capital. Que a China tome logo essa posição de liderança (depois os EEUU precisarão de um forte corretivo, para aprender a viver em paz)…

marcosomag

14 de janeiro de 2012 às 21h35

O discurso dos "líderes" europeus e Obama é para enganar os trouxas! Esse pessoal colocou nos postos-chave da economia em seus "governos" neoliberais. Dos marionetes de banqueiros como Geithner, Bernanke e outros menos votados só vão sair sacríficios para o trabalho e benesses para o capital. O caso de Obama ainda tem a agravante dele ser um pusilânime. Ele sabe que o último que discursou pela possibilidade de mexer com a plutocracia, Robert Kennedy, terminou varado de balas. Ele teve medo de morrer e por isso recuou de seu discurso eleitoral que propunha acabar com os mimos fiscais e regulatórios que os banqueiros têm nos EUA.

Responder

Nelson

14 de janeiro de 2012 às 21h27

Com o encolhimento brutal do espaço reservado à política, que acabou se traduzindo em desmedido alargamento do espaço destinado à economia, os líderes mundiais, com poucas e honrosas exceções, se transformaram em não mais que meros gerentes e agenciadores que buscam a otimização dos negócios do grande capital privado.

Responder

CLÁUDIO LUIZ PESSUTI

14 de janeiro de 2012 às 21h16

Acho interessante alguns comentadores, eles não comentam o post, postam outras notícias ou outros posts.Parece que querem fazer o próprio blog, dentro do blog do Viomundo.
Bem , quanto ao tema em si, perfeito, o sistema financeiro está tão poderoso que determina o que os governantes fazem, eles xingam o sistema financeiro , mas fazem exatamente o que ele quer, ridículo e hipócrita.Aqui no Brasil, diga-se , não é diferente, ao contrário do que muitos querem dizer.

Responder

Márcio Gaspar

14 de janeiro de 2012 às 21h07

As finanças dom(in)am. Acho que, indiretamente, somos todos empregados destas instituiçoes financeiras, trabalhamos para manter os seus lucros.

Responder

M. S. Romares

14 de janeiro de 2012 às 20h35

Os líderes falam, falam, argumentam e o cassino segue firme e forte. A jogatina desenfreada deve permanecer por mais alguns anos e uma nova ordem deverá surgir. No início, romperá com o velho e todos aplaudirão e aprovarão. Mais um ciclo se completará e, finalmente, a ganância mostrará sua face mais sombria novamente.

Responder

ZePovinho

14 de janeiro de 2012 às 20h32

http://www.outraspalavras.net/2011/11/25/viveret-

Patrick Viveret: para salvar a Europa e o planeta

Segundo filósofo francês, novas formas de democracia, moeda e crédito, já testadas localmente, podem ser resposta global ao vendaval financeiro

Por Patrick Viveret | Tradução: Antonio Martins

Como em setembro de 2008, quando quebrou o banco norte-americano Lehman Brothers, os circuitos internacionais de crédito começaram a travar esta semana, após uma série de turbulências nos mercados financeiros da Europa. As dificuldades da Itália e Espanha para rolar sua dívida agravaram-se e já contagiam a Alemanha. Grandes empresas iniciaram uma corrida contra bancos considerados inseguros. As consequências podem ser dramáticas, numa economia mundial extremamente financeirizada e dependente de crédito. Se o processo não for interrompido muito em breve, ele atingirá duramente produção e emprego, mostra a revista Economist (1 2). A desconfiança começa nos bancos frágeis mas alastra-se rapidamente, num dominó de falências, para outros mais sólidos e corporações não-financeiras. O euro seria a vítima mais imediata, mas o peso da economia europeia pode provocar ondas de choque em todo o mundo.

A paralisia dos governantes europeus e seu apego a dogmas sabidamente falsos (ler Paul Krugman, em Outras Palavras) são cada vez mais chocantes. Porém, o filósofo francês Patrick Viveret pode ter encontrado a pista para explicá-la. Numa entrevista publicada esta semana, no site francês Mediapart, ele sustenta que, devido a sua extensão e profundidade, a crise só poderá ser enfrentada com uma vasta reorganização dos sistemas de moeda, distribuição de riqueza e crédito. Para tanto, seria necessário criar formas de democracia mundial. Quem conhece os atuais governantes europeus sabe quanto eles são incapazes de vislumbrar tais ousadias – quanto mais, de liderá-las.

Para Viveret, três grandes fenômenos, todos iniciados nos anos 1980 e interligados entre si, estão por trás da tempestade financeira: a) as desigualdades sociais radicalizaram-se em escala planetária, com imensa captura de riqueza pelos mais ricos; b) surgiu uma esfera global de poder, que frequentemente se sobrepõe aos Estados nacionais, mas é inteiramente controlada por uma oligarquia; c) o instrumento principal de concentração de riqueza e poder é um sistema financeiro mundialmente interligado, operado em parte por autômatos e incapaz de aceitar duas condições essenciais da democracia: o tempo e a diversidade………..

Responder

    jaime

    15 de janeiro de 2012 às 12h47

    Caro ZePovinho, talvez se possa acrescentar uma releitura levemente redirecionada, nos seguintes termos: a) as desigualdades sociais radicalizaram-se porque a concentração de riqueza segue uma espiral de proporções geométricas e não aritméticas; b) a sobreposição da oligarquia financeira aos Estados veio num crescendo desde a Idade Média ("o tempo passou na janela e só Carolina não viu…") e sempre foi financeira; c) o instrumento principal de concentração de riqueza e poder é o próprio sistema – capitalismo = acumulação – do próprio capital e de poder. Autômatos ou imbecis são a mão de obra mais requisitada e mais bem paga no momento.

ZePovinho

14 de janeiro de 2012 às 20h30

http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/201

Espanha: crônica de um país devastado
Publicado em 4 de janeiro de 2012 por Pep Valenzuela

Muito rapidamente, políticas de “austeridade” multiplicaram desemprego e pobreza. Ninguém desafia mercados – exceto “indignados”, que enfrentarão novos desafios em 2012

Por Pep Valenzuela

Não me lembro de momento nenhum da minha vida em que existisse unanimidade tão grande quanto a dos prognósticos sobre a economia no Estado espanhol. O chefe de Estado, Rei Juan Carlos; o novo presidente do governo espanhol; as lideranças de todos os partidos (sejam de esquerda ou direita; as lideranças sindicais dos trabalhadores e dos empresários; os dirigentes do FMI, do Banco Central Europeu (BCE) e da Comissão Europeia; assim como os pesquisadores da OCDE e dos distintos institutos públicos ou privados de pesquisa econômica mundo afora — todo mundo, enfim, garante: “a situação da Europa e da Espanha, já muito ruim, vai piorar!” E, ainda, “não há como saber quando vai recomeçar a recuperação do crescimento”.

Para além de discursos e declarações, a sociedade sabe que todos têm razão. Está na hora de viver na carne o desemprego, sem subsídio algum; e, pior ainda, sem perspectiva real de arrumar sequer algum bico, para ir em frente. Há seis meses, o secretário de Trabalho do governo catalão declarava para um jornal de Barcelona que “50% dos atuais desempregados não vão conseguir mais achar trabalho”.

O senhor secretário referia-se aos desempregados da Catalunha, se bem que há sobrados motivos para assegurar que essa afirmação serve também para o conjunto do Estado espanhol. Em algumas regiões, é até pior, dadas as perspectivas bem menores de investimentos. Sabendo que o número de desempregados é de quase 5 milhões (mais de 20% da população ativa), significa que 2,5 milhões de pessoas não vão conseguir trabalhar mais pra valer na sua vida.

Continuar lendo → http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/201

Responder

Deixe uma resposta para Morvan

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.