VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Política

O pastor, a eleição e a “iniquidade”


28/09/2010 - 00h38

Publico este texto a pedido de um leitor evangélico, o Umbelino Anderson Oliveira.

Democracia Versus Iniquidade: O purismo religioso à disposição do retrocesso

… vida de gado, povo marcado, ê, povo feliz …
(Zé Ramalho)

Nestas últimas semanas, muitos evangélicos, sobretudo batistas, foram naufragados com e-mails que sugeriam ufanisticamente assistir a uma proposta do Pr. Paschoal Piragine de não votar, nesse pleito democrático de 2010, no Partido dos Trabalhadores (PT). Não atentando obrigatoriamente às leis eleitorais que regem democraticamente o seu país (1), o Pr. Piragine, no início de sua homilia política, construiu o axioma de sua fala associando, forçosamente, à pregação cristã, um conceito de pureza étnica ao lado de outro, o de unidade nacional antigotestamentária, ambos sob a flâmula escatológica da “iniquidade” – um conceito de exclusão social que os próprios fariseus usaram contra Jesus Cristo (que, para eles, era um iníquo e que, por isso, merecia a morte, a morte de cruz[2]). Em passo seguinte, sem lembrar dos conflitos religiosos dos séculos XVI ao XVIII que, inclusive, retalharam mortalmente reformadores e protestantes (3), o pastor associou culposamente ao Partido dos Trabalhares e ao terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos, o problema do homossexualismo, da homofobia, do infanticídio indígena, da pedofilia, do fim da liberdade religiosa, da pornografia, do divórcio, da violência familiar, do homicídio familiar, do esquartejamento de feto, da pobreza etc. Sem querer defender a coligação PSDB e DEM (antigo PFL da ditadura torturenta e militar), ou do Partido Verde, PSTU, PCO, PT, PSDC, PRTB ou PCB, quero questionar a posição política do pastor Piragine, um pastor que se quer fazer teólogo da Missão Integral da Igreja – mesmo que usada como estratégia de crescimento de Igreja.

Democracia e Intolerância sob o ponto de vista da Teologia Cristã Política

À luz das Teorias do Direito contemporâneo de Jürgen Habermas (4) e de John Rawls (5), as perspectivas sócio-democráticas dos nossos tempos respondem à pluralidade de valores e, sobretudo, às necessárias garantias dos direitos individuais. Estas teorias democráticas se acenderam devido aos conflitos sangrentos da noite de São Bartolomeu, do conflito religioso na cidade de Münzer, dos massacres aos trabalhadores acontecidos no período da Revolução Industrial, do massacre étnico promovido pelo Nazismo a partir de um princípio de iniquidade religiosa, moral e étnica: conflitos de ontem, conflitos de hoje. Assim, as Teorias Democráticas do Direito indicam ser necessário que os princípios reguladores das sociedades que pretendem ser democráticas se balizem pela Declaração dos Direitos Humanos. Ora, a luta ideológica destes pensadores, ao defenderem a Democracia e os Direitos Fundamentais, visa contornar as compreensões particulares e intolerantes de mundo que, entre várias possibilidades, objetiva associar liberdade individual à prática da iniquidade religiosa.

A luta pela dissolução da democracia e a ressurreição das compreensões particulares de iniquidade são responsáveis pela morte de evangélicos e católicos no mundo islâmico fundamentalista, é responsável pela morte de torcedores de futebol (palmerenses, flamenguistas, vascaínos, hooligans e muitos outros), foi responsável pelas mortes históricas de negros e índios cometidas inclusive por evangélicos batistas e presbiterianos nos EUA, pela vergonhosa perseguição e preconceito aos bolivianos no subúrbio de São Paulo, pelo preconceito aos nordestinos e pela perseguição fatal ao cristianismo e ao seu fundador nos anos que vão do 34 ao 40 de nossa era cristã.

Em épocas de profundas crises sociais, o ufanismo irrefletido procura culpar a diversidade cultural pelos problemas que lhe sejam atuais: o governo republicano de Bush não revelou ao seu país que o próprio governo americano (nas gestões executivas dos republicanos) tinha militarizado o Iraque de Saddam Hussein e as milícias de Osama Bin Laden na luta contra o Irã e a antiga União Soviética respectivamente, e, após alguns anos, deu andamento a vários massacres militares, pois o julgaram como culpados pela crise sócio-econômica que explodiu nos anos de 2008 e 2009, e porque eram fracos – considerando que os EUA não têm coragem de invadir Cuba, China (a sua maior aliada comercial e cambial) e Irã; a Alemanha nazista queria culpar os judeus, os ciganos, os eslavos etc., por sua crise sócio-econômica surgida após a primeira guerra mundial. Há vários exemplos de como a ideia de iniquidade surge como medida para excluir o outro para que, assim, se implante um regime político ou religioso purificado da democracia, e sob o terror da justiça apocalíptica de JHWH, Alá, Deus, do Estado Comunista (que é completamente diferente das políticas que se autodiferenciam destas quando se apresentam como socialistas) e, por mais absurdo que possa parecer a todos, de Jesus Cristo (6).

Assim, as discussões sobre a Democracia Deliberativa e sobre os Direitos Universais da Mulher e do Homem, não podem ser vistas sob a ótica da iniquidade religiosa. Immanuel Kant (7) ensina que a convivência política só caminha sob a perspectiva da liberdade e da garantia da individualidade recíproca. Soberanamente, Jesus nos ensina que o outro, mesmo que este seja o Samaritano iníquo (sob o ponto de vista da TORAH farisaica), não deve ser portador de um julgamento moral ou de retaliação social, mas de amor, de amor integral.

No mundo encontrado por Jesus havia absolutizações que escravizavam o homem: absolutização da religião, da tradição e da lei. A religião não era mais a forma como o homem exprimia sua abertura para Deus, mas se substantivara num mundo em si de ritos e sacrifícios. Liga-se à tradição profética (Mc. 7,6-8) e diz que mais importante que o culto é o amor, a justiça e a misericórdia (8).

Indo em colisão aos ensinos de Cristo presentes nos quatros Evangelhos, o Pr. Paschoal Piragine ressuscitou o conceito de iniquidade etnocêntrica usando inteligentemente um mecanismo de manobra ideológica entre palavras e vídeos: vídeo não explica, seduz e co-move; púlpito é espaço de homilia e não de política (ação que exige argumentação e debate público entre opositores). Por este mecanismo de irreflexão e empunhando um ufanismo autodestrutivo, o pastor da Primeira Igreja Batista de Curitiba desferiu a ação curralesca de dirigir os votos de uma Igreja num pleito que se pretende democrático: “não votem …!”, em nome de uma religião purificada da iniquidade. Contudo, mutatis mutandis, se o Pastor Piragini levar às últimas consequências a sua ética da luta veemente contra a iniquidade e, por isso, começar a ver per se que os seus aliados, alguns bispos da CNBB (ou mais especificamente da Canção Nova?) e outros, não cristãos, que ele diz estarem afins a esta luta, não se adequam ao seu conceito de iniquidade? Ele os trairá pedindo para que a Constituição do Brasil suspenda o direito do catolicismo, do espiritismo, do luteranismo, do presbiterianismo, do pentecostalismo, das religiões indígenas, do ateísmo, dos batistas arminianos, dos batistas calvinistas, dos batistras tradicionais, dos outros batistas que não sejam da Primeira Igreja Batista de Curitiba, dos batistas que não sejam ele mesmo? Deste modo, pode-se ver que a iniquidade parece ser mais uma ideia subjetiva que o respeito e o amor ao próximo; quando a ideia da iniquidade tem mais peso em vídeos programados para iludirem que as palavras de Jesus, então o conceito de iniquidade deixa de ser divino para ser malévolo.

A iniquidade não pode estar atrelada ao conceito de pureza étnica (9) ou religiosa. Há profundas diferenças entre os conceitos de iniquidade desenvolvidos em passagens do primeiro testamento cristão e aqueles desenvolvidos no segundo testamento cristão. A luta da Igreja de Cristo é por antecipar o Reino de Deus, gozando o eu paráclito e exercendo a transparência de Cristo. A Missão Integral da Igreja de Cristo não deve promover uma batalha da integridade moral burguesa e excludente, mas da integridade humana daqueles que precisam ser filhos de Deus. Se for assim, um pleito democrático sobre a integridade não pode nascer daqueles que sentam em dízimos e constituem abastardas propriedades, mas de todos que queiram lutar por dignidade e que precisam de Deus.

A Missão Integral não é uma experiência teológica onde se discute crescimento estratégico de Igreja, pois não é uma teologia da propaganda concorrencial de marketing mercadológico (10). Antes, a Missão Integral da Igreja é a reflexão de nossa Missão em Cristo que não condena e, por isso, não pede a crucificação ou o banimento constitucional do diferente, do outro. Todas as vezes que a Igreja retroagir à democracia em nome de uma iniquidade humana, ela pedirá a crucificação de Cristo, tal como os fariseus o fizeram. Cristianismo não é estratégia nem para crescimento de Igreja e nem para falsidade político-ideológica. Com John Stott (11), vejo a Missão Integral da Igreja Cristã como uma experiência de repensar a atitude de relação social da igreja com seu tempo, associando-se radicalmente ao Deus encarnado (Cristo Jesus) que nos abre o véu da ignorância e nos chama a dialogar e a cuidar de todos: bons e ruins, ricos e pobres, fortes e fracos.

Existe uma segunda razão por que as pessoas desenvolveram uma aversão pela idéia de conversão. Diz respeito à impressão de imperialismo arrogante que alguns evangelistas às vezes dão (12).

O que nos é proibido é toda retórica tendenciosa, toda manipulação deliberada de resultados, toda artificialidade, hipocrisia e representação, toda atitude de colocar-se em frente a um espelho com o objetivo de, conscientemente, planejar nossos gestos e caretas, toda autopropaganda e autoconfiança. De maneira mais positiva, devemos ser nós mesmos, ser naturais, desenvolver e exercitar os dons que Deus nos deu e, ao mesmo tempo, depositar nossa confiança não em nós mesmos, mas no Espírito, que concorda em operar por meio de nós (13).

Com Jürgen Moltmann, visualizo um imperativo à Igreja de Cristo de vivência pela integridade humana, onde esta comunidade humana de Cristo surja no mundo como antecipação do Reino de Deus (14). A luta pelo novo que vem de Deus é viver, sobretudo, uma fé pascoal (mas não Paschoal) em Cristo – Ele mesmo, filho de Deus, que foi preterido por uma população extasiada (talvez expressando sua opinião por meios de palmas efusivas) que gritou e apoiou veementemente pela libertação de Barrabás.

Considerações Finais

É difícil pedir para que a Igreja de Cristo jogue pedra caluniosa em nome de uma hipotética iniquidade. Nem a mulher adúltera, Estevão, os ladrões, os assassinos, eu mesmo, os homossexuais, os pobres, as crianças que morrem nos lixões de Curitiba (por causa do modelo monetário capitalista – a moeda que tem o rosto de César – que é a mesma que constrói grandes Igrejas Evangélicas), nem mesmo as crianças indígenas que morrem por problemas culturais, por doenças trazidas pelos comerciantes, por ladrões, por missionários bons e maus etc., devem ser objeto de julgamentos, mas de cuidado e amor. Quem deve ter direito à justiça? Quem deve ter direito à igualdade?

É tempo da Igreja de Cristo no Brasil descobrir que ela não vive mais em sociedades absolutistas. Se isso for verdade, o regime democrático que rege constitucionalmente o nosso país pede para que todos exerçam sua cidadania, conheçam a Constituição Federal e participem dos fóruns públicos visando a uma melhor regulamentação do direito público e do privado, sempre à luz da Declaração dos Direitos Humanos. Se alguém satanizar os Direitos Humanos, esse estará satanizando a garantia da liberdade religiosa dos batistas, presbiterianos, católicos, espíritas, negros, índios, brancos, pardos etc. Sem o direito do outro, não há o meu direito; sem o meu direito, não há o direito do outro. Se Deus não amar e cuidar do outro, por que ele haveria de amar e cuidar de mim? Se Deus cuida e ama a mim, por que ele não haveria de amar e cuidar de outros além de mim mesmo?

*Manoel Ribeiro de Moraes Jr é doutor em Ciências da Religião (UMESP), mestre em Ética e Filosofia Política (UERJ) e graduado em Filosofia (UERJ) e em Teologia (STBSB). É Diretor Acadêmico do Seminário Teológico Batista Equatorial/FATEBE e professor adjunto de Filosofia na Universidade do Estado do Pará (UEPA).

Referências Bibliográficas

BOFF, Leonardo. Paixão de Cristo, paixão de mundo: os fatos, as interpretações e o significado ontem e hoje. Petrópolis: Vozes, 2007, pp. 28-29.
CRÜSEMANN, Frank. “A Torah no pentateuco: desafio e qustionamento” in: A Torá. Teologia e história social da lei do Antigo Testamento. Petrópolis: Vozes, 2002, pp. 11-34.
CHRISTIN, Olivier. La paix de religion. L´autonomisation de La raison politique au XVI siècle. Paris: Seuil, 1997.
DOUGLAS, M. “A impureza ritual” in: Pureza e perigo. Lisboa: Edições 70, (s/d).
FERRY, Luc. Filosofia Política. El derecho: la nueva querella de los antiguos y los modernos. México: Fondo de cultura económica, 1991.
GRAY, John. Missa negra. Religião apocalíptica e o fim das utopias. Rio de Janeiro, São Paulo: Record, 2008.
HABERMAS, Jürgen. “O direito como categoria da mediação social entre facticidade e validade” in: Direito e Democracia. Entre facticidade e validade. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997.
MOLTMANN, Jürgen. Vida, esperança e justiça. Um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo Campo: Editeo, 2008.
MOLTMANN, Jürgen. Teologia da Esperança. Estudos sobre os fundamentos e as conseqüências de uma escatologia cristã. São Paulo: Loyola, Teológia, 2005.
MOXNES, Halvor. “Regras de pureza e ordem social” in: A economia do Reino: conflito relações econômicas no Evangelho de Lucas. São Paulo: Paulus, 1995.
PIRAGINE, P. Crescimento integral da Igreja. Um crescimento em múltiplas direções. São Paulo: Vida, 2006.
RAWLS, John. O direito dos povos. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
RAWLS, John. A Theory of Justice. Oxford: Oxford University Press, 1971
RAWLS, John. Political Liberalism. New York: Columbia University Press. 1993.
RAWLS, John. História da filosofia moral. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
STOTT, John. A missão integral da Igreja no mundo moderno. Viçosa: Ultimato, 2010.

Notas

(1) Lei 9.504/97 regulamentada pelo artigo 13 da Resolução 22.718/2008 do TSE.
(2) Sobre a relação entre o código de ética farisaico que anexa a pureza “étnica” à “ iniqüidade religiosa”, cf. MOXNES, Halvor. “Regras de pureza e ordem social” in: A economia do Reino: conflito relações econômicas no Evangelho de Lucas. São Paulo: Paulus, 1995, pp. 99-106. Sobre os problemas de interpretação surgidos a partir de relações teológicas não refletidas entre os códigos da Torah e o Novo Testamento cristão, cf. CRÜSEMANN, Frank. “A Torah no pentateuco: desafio e qustionamento” in: A Torá. Teologia e história social da lei do Antigo Testamento. Petrópolis: Vozes, 2002, pp. 11-34.
(3) CHRISTIN, Olivier. La paix de religion. L´autonomisation de La raison politique au XVI siècle. Paris: Seuil, 1997.
(4) Cf. HABERMAS, Jürgen. “O direito como categoria da mediação social entre facticidade e validade” in: Direito e Democracia. Entre facticidade e validade. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997, pp. 17-63.
(5) RAWLS, John. O direito dos povos. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
(6) GRAY, John. Missa negra. Religião apocalíptica e o fim das utopias. Rio de Janeiro, São Paulo: Record, 2008.
(7) RAWLS, J. História da filosofia moral. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
(8) BOFF, Leonardo. Paixão de Cristo, paixão de mundo: os fatos, as interpretações e o significado ontem e hoje. Petrópolis: Vozes, 2007, pp. 28-29.
(9) A antropóloga inglesa Mary Douglas afirma que as religiões étnicas aprofundam sua demonologia do outro a partir de uma cosmovisão que substancializa o cumprimento das éticas nacionais e a rejeição das outras formas de vida como a única forma de garantir a estabilidade sócio-econômica. Para mais, cf. DOUGLAS, M. “A impureza ritual” in: Pureza e perigo. Lisboa: Edições 70, (s/d), pp. 19-42.
(10) Com a obra Crescimento integral da Igreja. Um crescimento em múltiplas direções (São Paulo: Vida, 2006), Piragine não percebe que o paradigma da Missão Integral foge à lógica estratégica da correlação marketeira entre “crescimento” e “evangelização”.
(11) STOTT, John. A missão integral da Igreja no mundo moderno. Viçosa: Ultimato, 2010.
(12) Idem, ibdem, p. 132.
(13) Idem, p. 154.
(14) MOLTMANN, Jürgen. Vida, esperança e justiça. Um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo Campo: Editeo, 2008.



Ajude o VIOMUNDO a sobreviver

Nós precisamos da ajuda financeira de vocês, leitores, por isso ajudem-nos a garantir nossa sobrevivência comprando um de nossos livros.

Rede Globo: 40 anos de poder e hegemonia

Edição Limitada

R$ 79 + frete

O lado sujo do futebol: Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!

R$ 40 + frete

Pacote de 2 livros - O lado sujo do futebol e Rede Globo

Promoção

R$ 99 + frete

A gente sobrevive. Você lê!


57 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

clausius

03 de outubro de 2010 às 06h37

um belo caso de intrasigência lá na origem da reforma : " Oliver Cromwell , o puritano religioso sanguinário da revolução inglesa do século XVII estava nas últimas com crises de malária . Lhes ofereceram como remédio eficaz a " erva dos jesuitas " que nada mais era do que a casca da quina ( árvore sul americana de onde se retira a substância quinino e levada pelos espanhóis para a Europa ) . Ele recusou , blasfemando que preferia morrer a tomar o veneno católico !
Uma garota semianalfabeta que trabalhou em minha casa tinha um problema no rosto devido ao seu nascimento a forceps ( tal qual o grande Noel Rosa) . Ela tinha imenso problema de auto-estima , era sombria , triste , e regurgitava vez por outra trechos do apocalipse…. resultado [1] foi cooptada por uma pequena igreja neopentecostal e se tornou pastora . Assumiu "tão Bem" o seu papel que tentou "tirar o demônio" de seu pequeno filho de 7 anos que tinha raras crises de epilepsia facilmente controláveis com as drogas atuais . Resultado [2] : depois de bater tanto na cabeça do garoto ele passou a ter crises semanais e apenas parcialmente controláveis com as drogas atuais
Estes são apenas dois de inúmeros casos emblemáticos de intrasigência religiosa e tô começando a achar um padrão psicológico nestes personagens : basta usar as ferramentas da psiquiatria , da psicanalise e da psicologia que este tal de PIRAGINE vai ter algum distúrbio mental ou é apenas um sacana se locupltando da ignorância do próximo
:

Responder

Amaury

29 de setembro de 2010 às 11h07

Se observarmos todas as crenças religiosas do mundo percebemos que praticamente todas objetivam em seu cerne que o homem se torne melhor. Então, o problema não é a crença na possibilidade da "bondade", materializada na pregação das religiões, mas o mal uso destas pelo homem. O homem faz "emendas" a essa crença básica (nas suas varias "constituições" ditas escritas por seres divinos "verdadeiros"), distorcendo-a. Nesse sentido, o problema é o homem, que ao mesmo tempo que tem o desejo altruista de melhorar (e cria a religião nessa tentativa), suja essa idéia contaminando-a com outros desejos mais mundanos (poder, riqueza, prestigio, influencia…).

Responder

Pr. Christian

29 de setembro de 2010 às 08h40

Rafael disse: "Tenho medo dos evnagélicos (…) Não confio no discernimento desse povo, na sua capacidade de reflexão"."

É este preconceito besta (com todo respeito) que faz com que muitos evangélicos acabem apoiando políticos conservadores… Esse "povo sem reflexão" nos legou Rembrandt, Bach, C. S. Lewis, dentre centenas de outros. E muitos que falam mal dos evangélicos estudaram em suas escolas e universidades, como o Mackenzie, a Metodista, a ULBRA (pra não falar em Princeton, Yale…) e tantas outras, instituições "sem discernimento"…

Voto em Dilma por ver nela um projeto político consistente para o país, apesar de não concordar em tudo com suas idéias. Sigo o mesmo pensamento do brilhante artigo do pastor Dr. Manoel Moraes, meu colega de anos como professor do Seminário do Rio. Acredito, no entanto, que comentários jocosos e preconceituosos sobre os evangélicos prestam um desserviço ao diálogo político respeitoso no atual momento de nosso paíss.

Responder

Luiz

29 de setembro de 2010 às 02h39

Desde que a Igreja cristã primitiva foi sendo corrompida e os mandamentos divinos lançados por terra, o cristianismo tem sido conduzido ao longo de séculos por um poder político e religioso. Perseguiu todo aquele que se manteve fiel à palavra de Deus. Este poder tem se fortalecido e recebido ajuda para reunir o seu rebanho sob o seu comando. Ele prosperará no seu intento, com lisonjas e recompensas, aos que se unirem a ele.

Muitos líderes religiosos tem sido lobos devoradores, em pele de cordeiro, recebendo lisonjas e recompensas em troca de apoio para o projeto de dominação daquele poder maligno. Antes que se manifeste o anticristo, estes falsos profetas terão os seus quinze minutos de fama.

Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda. 2ª Tessalonicenses 2:7-8.

Responder

Edson

29 de setembro de 2010 às 00h28

Nao entendo nada de religiao . . . . pra que religar algo que nunca esteve desligado ?!!!! . . . . . se liga pastor . . . . .

Responder

Selma Pessoa

29 de setembro de 2010 às 00h08

Texto irretocável! Pena que reflita o pensamento de uma minoria entre os pastores evangélicos.
Também estou envergonhada e assustada com tanto preconceito e mentira no meio evangélico.
O que fazer? Sinceramente? Não sei!

Responder

JULIO RIBEIRO

28 de setembro de 2010 às 23h27

(continuação)
Lembre-se, aqui, que Jesus – a encarnação (e não reencarnação) do amor – veio para causar divisão, tumulto! Eis palavras suas: “Vocês pensam que eu vim trazer paz ao mundo? Pois eu afirmo a vocês que não vim trazer paz, mas divisão. Porque daqui em diante uma família de cinco pessoas ficará dividida: três contra duas e duas contra três. Os pais vão ficar contra os filhos, e os filhos, contra os pais. As mães vão ficar contra as filhas, e as filhas, contra as mães. As sogras vão ficar contra as noras, e as noras, contra as sogras” (Lucas 12:51-53). Tudo isso por causa dos valores do Evangelho, aceitos por uns e negados por outros!
JESUS também veio para TRAZER À LUZ o que estava em TREVAS. É o que tem acontecido na hipótese, e espero que o povo brasileiro esteja atento. Os políticos fazem PROMESSAS! O Pr. Piragine, dentro de sua competência, fez PROFECIAS! Os anos vindouros nos mostrarão quem estava certo. Pelo que já experimentei dos políticos, prefiro VOTAR nas PROFECIAS.
Um abraço a todos! (fim)

Responder

    Fabiano.

    29 de setembro de 2010 às 16h14

    JULIO RIBEIRO,
    Concordo com você. O Pr Piragine não obrigou e nem obriga ninguem a nada. O que obriga certamente, o povo continuar votando no PT, são essas bolsas fantasiosas que não mudam nada de errado que tem se perpetuando desde a colonização do Brasil. É a política do dominador x política do dominado. Infelizmente estamos atrasados ideologicamente, economicamente, cientificamente entre tantos outros "mente" por aí. Engraçado que ninguem nota, que se ainda temos promessas e promessas, é porque de fato, nada foi feito para melhorar o quadro atual. Se o governo atual foi tão bom, porque a candidata da situação promete tantas melhorias? É questionável. Não estou aqui defendendo candidato "A", "B" ou "C", estou apenas a favor de princípios éticos, que no mínimo o governo atual tem se eximindo de várias culpas ou fazendo "meia culpa" diante dos escândalos sucessivos e recorrentes, para não dizer "avexantes" porque tem passado a casa civil e de certo o gabinete da repúblca. Boa eleição a todos nesse 3 de outubro. Fabiano (professor)

JULIO RIBEIRO

28 de setembro de 2010 às 23h27

(continuaçao)
As eleições são decididas com base em PROMESSAS, sem qualquer garantia de cumprimento. Nenhum político será CRIMINALIZADO por prometer e não realizar no eventual mandato. Eles têm toda a liberdade para MENTIR.
Só por isso reputo de suma importância refletir sobre as colocações de alguém que, sabendo que pagaria um alto preço (sem ninguém ter lhe pago quantia alguma, ausente prova em contrário), pôs sua carreira e vida em perigo. A ele não se garante qualquer imunidade como a dos parlamentares! Gera-se, assim, presunção de veracidade em seu favor.
O Pr. Piragine não é meu pastor, mas agradeço a Deus por ele ter feito o que fez. Pelo seu ministério, que é público e notório, creio que seja alguém que prega e vive a Palavra de Deus com sinceridade e inteireza de coração. Não usa do evangelho como “instrumento” para alcançar posses materiais (ainda que as tenha pela graça de Deus) ou como “escudo” para esconder suas vergonhas. Buscando ser como Jesus (este deve ser o objetivo de cada cristão), tem abalado a pátria ao tentar garantir a expansão do Evangelho e seus valores. (continua)

Responder

JULIO RIBEIRO

28 de setembro de 2010 às 23h26

(continuação)
Deparando-se com questões extremamente sérias, o Pr. Piragine entendeu, como cristão e pastor, ser seu papel orientar seu rebanho acerca de mais uma escolha.
Ao contrário do que se tem insinuado até aqui, ele não obrigou qualquer fiel a fazer ou deixar de fazer qualquer coisa! Até porque nem tem poder para isso! Sua função de ACONSELHAMENTO foi despertar a atenção e aguçar a curiosidade do povo de Deus! Ninguém será EXPULSO da Primeira Igreja Batista de Curitiba porque votará na Dilma ou em qualquer outro candidato petista (neste ponto gostaria de ouvir os DEPUTADOS LUIZ BASSUMA e HENRIQUE AFONSO).
Ao mesmo tempo em que se diz estar havendo uma “demonização do PT”, verifica-se a “demonização da igreja evangélica e dos pastores evangélicos proeminentes”. Ora, a posição do Pr. Piragine não é isolada nem foi a primeira manifestação contra o PT. Basta conferir no site da CNBB-REGIÃO SUL-I. (continua)

Responder

JULIO RIBEIRO

28 de setembro de 2010 às 23h25

(continuação)
A Bíblia, a mesma que fala de Jesus Cristo, trata de todos os assuntos. Para quem ainda não a leu, recomendo. Jesus não foi crucificado porque falou apenas de seu "Cristianismo", mas também porque desse modo abalou as estruturas política, econômica e moral de seu tempo. E continua a fazê-lo, porque Ele ainda vive (ao menos para aqueles que assim crêem Nele).
O Cristianismo (e não simplesmente a religiosidade) é fundada na ESCOLHA livre e pessoal. Ninguém está obrigado a seguir Jesus. Contudo, os que decidem tornar-se seguidores de Cristo (os cristãos) devem andar como Cristo andou. Em todas as circunstâncias devem se perguntar: "o que Jesus faria em meu lugar"? O chamado de Cristo é este: quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus. Será que isto não inclui o exercício do voto?!
Pois bem! (continua)

Responder

JULIO RIBEIRO

28 de setembro de 2010 às 23h24

Recebi e assisti ao vídeo da Primeira Igreja Batista de Curitiba.
E li o artigo a pedido de um amigo meu, pessoa de grande conhecimento político e filiação partidária bem definida. Também é leitor assíduo deste site.
De fato, impressionou-me a argumentação do texto, escrito de forma excelente, extremamente convincente. Igualmente me chamou a atenção o currículo do autor; quantos títulos! E, agradecendo desde já a oportunidade pelo debate, teço adiante minhas considerações.
Muito se tem falado aqui sobre separação entre ESTADO e RELIGIÃO. Um não deve imiscuir-se nas questões do outro. Concordo!
Não obstante, determinados assuntos são ao mesmo tempo política e religião. Isto é inegável, ao menos para quem tem a Bíblia como único instrumento de fé e prática!
(continua)

Responder

Elton Jr

28 de setembro de 2010 às 23h17

Sou sim favorável ao que o Pr Paschoal Piragine disse e mostrou. Há uma onda de iniquidade crescendo no nosso Brasil e se não pararmos agora, seremos sim amaldiçoados por Deus. Creiam vocês nisso ou não. Se vocês leem a Bíblia saberão que os pastores têm por obrigação orientar o povo sobre todas as coisas (Malaquias 2.7). E, queridos, a Dilma não é Lula. O passado de Dilma é uma aberração para a nossa nação! Espero sim que a DIlma não apenas não ganhe, mas como não vá nem para o 2º turno!
Infelizmente, entendo que este "blog", ou Hostnet é bem partidário, o que dificultará o postar do meu comentário.
Lamentável, sr Azenha, ler um texto desses tão tendencioso e ofensor a um homem de Deus, que é sim, o Pr Paschoal.
Grato,
Elton Jr.

Responder

frederico

28 de setembro de 2010 às 21h49

Eclesiastes(Cap5) ver.9

O proveito da terra é para todos;até o rei se serve do campo.

essa é para capitalistas…..

Responder

Ivonete

28 de setembro de 2010 às 21h30

Uma das coisas que mais me apavora é a intolerância, principalmente a religiosa. A intolerância é o portal da violência.

Responder

O JUIZ

28 de setembro de 2010 às 20h22

Se todos observarem bem, o tal "Pastor", dirige uma Igreja onde congrega a "masa cheirosa" da Capital Paranaense. Não há porque se admirar. A elite age dessa forma mesmo, discriminando e usando a mais sórdida sujeira, para conseguir seu intento. O referido "Ministro de Deus", como se auto denomina, esqueceu de perguntar ao próprio Deus, se poderia misturar religião com política, e passou por cima da conduta ética pastoral. Foi na verdade, uma vergonha.
Gostei da manifestação nacional sobre a postura do "Pastor". Foi condenado por todos de forma veemente. Mas tenham a certeza de que não deu a menor importância para isso. É assim que a elite age. É assim que será derrotada.
Sentença Proferida !

Responder

Fernando

28 de setembro de 2010 às 20h17

Pai perdoe-vos eles não sabem o que dizem!

Quando o satanás mostrou e ofereceu todos os reinos do mundo para Jesus, se ele fizesse um ato de adoração a ele. O que foi que Jesus disse? Está escrito só ao senhor deveis adorar.
Moral dessa história: Jesus em nenhum momento negou que satanás fosse o governante e dono do mundo, pois ele não disse: como ofereces o que não é teu? Muito pelo contrário, ele concordou, quando disse que não o adoraria e sim a Deus. Portanto o governante do mundo é satanás. Em outra parte ele disse: Meu reino não faz parte desse mundo. Que reino é esse? Vamos procurar.
Ele também falou que nos últimos dias haveria os falsos profetas e eu digo: esse pastor é um grande e falso profeta. Porque? A ordem para os verdadeiros cristãos é: Tens que amar ao próximo como a ti mesmo. Além do mais, o sinal identificador do verdadeiro cristão seria o AMOR. Esse pastor está disseminado o ódio e o preconceito entre as pessoas, portanto, ele é sem sombra de duvida, o legítimo representante do belzebu ou satanás aqui na terra, portanto irmãos cuidado!

Responder

    Henoir Dias

    02 de outubro de 2010 às 23h20

    Creio que vc fernando não entende nada de Bíblia…e com certeza afirmo isso…não se pode julgar as pessoas, mas se pode aconselhar…foi assim feito pelo Pastor. Outra: Amar o pr´ximo não significa em concordar com erros dele… podemos amar um pessoa , mas não aceitar suas práticas Ilícitas…Vc entende isto?? que ver só? Vc consegue aceitar um homicida e aceitar suas práticas…creio que sua resposta É NÂO!!!!! Então…não há discriminação e nem preconceito,
    há sim uma informação…ah!!! vou te lembrar…nunca fale mal de nenhum Ungido do Senhor…Valeu!???

malu

28 de setembro de 2010 às 20h15

Ninguém tem coragem de me mandar esses e-mails.

Responder

Marta Oliveira

28 de setembro de 2010 às 19h12

Sou evangélica e sempre votei no PT, aliás já fui militante! E naõ perderei de forma alguma a oportunidade de ver uma mulher e do PT presidente do meu país. Dia 3 é 13 no primeiro turno!

Responder

Rafael

28 de setembro de 2010 às 16h25

1-Tenho medo dos evnagélicos, é sério, seu crescimento tem me assutado e no pleito municipal de minha cidade vi um deles, por coincidencia, mandando os fieis não votarem na candidata em questão insinuando que a mesma era homosexual. O resultado está nas ruas imundas da cidade.Não confio no discernimento desse povo, na sua capacidade de reflexão, me desculpem,mas não posso dizer que é sério alguem que acredita nas mentiras contadas nos cultos como se fossem milagres.

2-Podem apostar, várias benesses devem ter sido prometidas a essa agremiação.

3- Corremos o risco de nos tornarmos uma Arábia Saudita tropical e pentecostal.Medo.

Responder

    JULIO RIBEIRO

    28 de setembro de 2010 às 17h19

    Seu temor decorre da falta de conhecimento… normalmente é assim, tememos aquilo que não conhecemos. Mas não se preocupe! Porque quando você ou alguém de sua família for vítima direta da iniquidade neste país, você desejará mudar-se para a "Arábia Saudita tropical e pentecostal".

    @NossosTons

    28 de setembro de 2010 às 22h59

    Compartilho de seu medo Rafael, também acho que estamos indo por esse caminho. Lamentável que a Constituição brasileira esteja sendo deixada de lado, afinal de contas, somos um país laico e como tal, deveriamos separar política e religião, mas infelizmente, não é bem isso que estamos vendo, aliás, muito que pelo contrário. Lamentável!

O pastor, a eleição e a “iniquidade” « Dilma para Presidente

28 de setembro de 2010 às 15h15

[…] O pastor, a eleição e a “iniquidade” 28 28UTC Setembro 28UTC 2010 tags: a eleição e a “iniquidade”, O pastor por Dilma para Presidente Fonte: https://www.viomundo.com.br/politica/o-pastor-a-eleicao-e-a-iniquidade.html […]

Responder

Renato Batista

28 de setembro de 2010 às 15h12

Tudo o que é fora de Cristo é religião, seja a minha ou seja a tua! Seja aqui ou seja lá.
Ser cristão é viver Cristo. É mais que crer, é experiência de Vida.
É natural que o homem natural não compreenda as coisas de Deus, pois elas se parecem loucuras mesmo!
Então, quem vive apenas o plano natural, não compreende, por exemplo o que sejam leis iníquas, inclusive o sr. Umbelino, que mesmo se denominando religioso evangélico, "autoriza" esse texto do Azenha.
Respeitosamente.

Responder

antonio

28 de setembro de 2010 às 14h53

normal: um pastor pedir para os fiéis votarem nesse ou naquele candidato.
anormal: um pastor pedir para os fiéis não votarem num ou noutro, julgando e condenando um político e/ou um partido, mesmo porque pastores pregam até para assassinos a salvação a qualquer momento de suas vidas mediante a verdadeira conversão! ou é um pregador de corpo e alma ou então só prega da boca para fora visando outras coisas alem da salvaçao!

Responder

    JULIO RIBEIRO

    28 de setembro de 2010 às 15h52

    Sr. Antonio, por favor, não entendi. Você considera que o Pr. Piragine é alguém que "só prega da boca para fora visando outras coisas alem da salvaçao"?

turmadazica

28 de setembro de 2010 às 14h48 Responder

O pastor, a eleição e a “iniquidade” | Viomundo – O que você não vê na mídia | Scriptorium do Prof. Flávio Batista

28 de setembro de 2010 às 14h21

[…] O pastor, a eleição e a “iniquidade” | Viomundo – O que você não vê na mídia Publicado em 28/09/2010 por flavioefilosofia O pastor, a eleição e a “iniquidade” | Viomundo – O que você não vê na mídia. […]

Responder

francisco.latorre

28 de setembro de 2010 às 14h07

os que julgam serão julgados.

..

Responder

ruypenalva

28 de setembro de 2010 às 13h35

Olha, eu ainda nem li o texto direito, muito filosófico, muita citação, mas acho que não tem tanta ovelha besta para pastor desavisado. Se pastor ganhasse eleição Marina seria eleita. Se o Diabo ganhasse seria Serra.

Responder

    JULIO RIBEIRO

    28 de setembro de 2010 às 14h31

    "Besta" e "desavisado" são adjetivos inadequados para o debate em questão… Por favor, que se mantenha o nível dos discursos…

mario silva

28 de setembro de 2010 às 13h00

Milhões de votos já e serão transferidos para Dilma. Infelizamente, iremos para o segundo turno. Sou evangélico, estou com vergonha da minha igreja. Nunca votei no PT, mas agora irei votar, ainda mais vou ganhar vários votos para Dilma. Desculpa-me, pessoal, pela má-fé dos lideres evangélicos.

Responder

    Renato

    28 de setembro de 2010 às 13h52

    Leia a bíblia,

    mario silva

    28 de setembro de 2010 às 14h46

    Renato leio a Biblia todos os dias, oro todos os dias… com a minha familia…. pratico o cristianismo todos os dias… conheço e vivo o cristianismo…. No entanto, é inaceitável pará o culto para fazer politica. Vc e sua igreja têm orado pelos nossos políticos?. Após o video fui atrás de informações, encontrei que MARINA SILVA É A FAVOR DE UNIÃO CIVIL ENTRE HOMOSSEXUAIS. O seu partido é a favor do aborto, da maconha, da prostituição… Diga-me com quem anda …. para saber quem és.

    Vc sabia que o esposo da Marina está sendo processado por desvio de verba no STF juntamente com Roseane Sarney?

    Vc sabia que o aborto já está legalizado no Brasil. Quem legalizou foi o seu José Serra em 1998.

    Vc sabia que o pastor que produziu o video é simpatizante pelo PSDB/DEM.

    Irmão vá atrás de informações….

    Elton Jr

    28 de setembro de 2010 às 23h06

    Me mande as fontes de todas as suas declarações, por favor. Escrever por escrever é apenas acusar sem provas. Obrigado, Elton.

    Livia

    28 de setembro de 2010 às 13h54

    Mario, independente da opinião dos líderes evangélicos, exercendo o seu direito de voto e cidadania você tem que votar com consciência… não por raiva de um pastor. Você deveria ter verginha de você, que disse que nunca votou no PT, mas vai voltar por causa de um vídeo. Sinta vergonha dos políticos corruptos tb, sinta vergonha da Dilma e do gorveno do PT pelo que eles fizeram e ainda fazem. Vote na Dilma, mas por consciência porque acredita que pode ser o melhor para o Brasil, e não por causa de um discurso de um líder. Se as pessoas não fossem tão influenciáveis, certamente a Igreja seria mais ativa, influenciaria muito mais.

    mario silva

    28 de setembro de 2010 às 14h39

    Concordo, a tua igreja tem orado pela eleição… acredito que não… pois a minha e várias outras que conheço não têm orado. Livia é uma agressão a Cristo… no momento do culto evangélico… interromper a pregação e colocar o vídeo… foi um constrangimento geral. Sabe, tenho 30 anos que estou na igreja, converso que nunca vi tal absurdo. Antes de decidi fui atrás de algumas informações. Seja as informações que encontrei:

    Primeiro, o pastor que vez o vídeo apoia PSDB/DEM
    Segundo, Marina não é contra nem favor do ABORTO, DA DROGA E DA PROSTITUIÇÃO. Favor leia Mt 5.37 (hoje infelizmente a maioria é morno)
    Terceiro, a Marina é a favor da união civil entre homossexuais (vc e a sua igreja é a favor também?)
    Quarto, o técnico agrícola Fábio Vaz de Lima, CASADO com a ex-ministra MARINA SILVA, teria sido beneficiado ilegalmente a Usimar em São Luis, com recursos do Fundo de Investimentos da Amazônia (valor de 1.380.054.840,00).
    Quinto, a CNBB desmentiu o pastor que produziu o filme.
    Sexto, o aborto já é legalizado no Brasil, desde 1998 – por JOSÉ SERRA – Ministro da Saúde
    Sétimo, o meu pastor e alguns outros influentes da igreja votam no DEM – PSDB – PMDB em Pernambuco

    Confesso, a minha relação com a liderança não será a mesma…. Como disse, sou um Cristão… tenho orgulho de ser praticante… pois não aceitarei jamais …. utilização da casa de Deus para fazer política no momento do culto… Fora da igreja tudo bem …. ou em outro momento até que é aceitável… Estou conciente, irei votar na Dilma… irei ganhar vários votos dentro da igreja…. se for necessário irei ao empate com as minhas lideranças intencionadas…

    Gilson

    28 de setembro de 2010 às 14h47

    Lívia
    Releia o seu último parágrafo, medite e sinta vergonha se ser tão influenciável …

van

28 de setembro de 2010 às 11h27

@ (3) …"o pastor associou culposamente ao PT e ao terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos, o problema do homossexualismo, da homofobia, do infanticídio indígena…."
Fiquei surpresa. Lembro, perfeitamente ter recebido um e-mail de um conhecido que mora na Alemanha com um vídeo chamado "Hakani".
Fiquei chocada, nunca tinha visto uma crueldade daquelas.
Fazia meses que Marina tinha saído do governo e eu resolvi mandar o vídeo para ela. Nunca recebi nenhuma resposta.
Era justamente sobre o infanticídio que trata "Hakani".
Fui investigar no site Survival e está lá com todas as letras:" O filme "Hakani" foi visto por mais do que 350.000 pessoas, em todo mundo, no You tube. Survival argumenta que o FILME É FALSO, que a terra cobrindo o rosto da criança é bolo de chocolate. Portanto a alegação que há infanticídio entre os índios brasileiros, largamente disseminada, é falsa."
Vejam a reportagem e assistam ao filme. É revoltante. http://www.survivalinternational.org/news/4344

Responder

    Carcará!

    28 de setembro de 2010 às 22h53

    Eu gostaria que você passasse mais informações sobre esse vídeo ser falso, você ou qualquer pessoa que tenha informações a respeito. Meu e-mail é [email protected]

Gilberto paulino

28 de setembro de 2010 às 11h21

lamentável a posiçaõ deste pastor que com o seu pensamento descriminatório prega o ódio, enquanto a biblia ensina a prática do Amor.que DEUS mude o seu pensamento e tenha compaixaõ deste pastor(piragine)

Responder

    Renato

    28 de setembro de 2010 às 13h53

    Mas bíblia ensina, amar a Deus sobre todas as coisas.

Paulo A.

28 de setembro de 2010 às 10h54

SODOMA e GOMORRA

Vou relatar um caso que presenciei certa vez: estava andando na rua e escutei vindo de dentro de uma igreja de culto evangélico (desculpem não recordo o nome) o grito de um pastor ao microfone: "SODOMA E GOMORRA"; ele gritava essas palavras uma após a outra. Fiquei curioso com as palavras e com o tom e entrei pra ver. Era um templo de porte médio e estava lotado. Após alguns gritos o pastor emendou "SODOMA e GOMORRA: a governadora do estado é uma lésbica". Pasmem, ele se referia a Marta Suplicy, a época das últimas eleições pra prefeito (vide a total desinformação dele). Fiquei abalado, mas o que me impressionou realmente foi a aceitação total por parte da platéia. Foi em Guaratinguetá.
Ps: não estou generalizando e respeito a fé das pessoas.

Responder

Rogério

28 de setembro de 2010 às 10h28

Eu tenho formação protestante.
Quando vi aquele video fiquei tão envergonhado, tão insultado e tão irado que não me contive.
Não posso crer, mas tenho visto entre meus conhecidos, que pessoas ainda agem e ou pensam como aquele pastor. Aquilo não só é de uma vilania tamanha, como de uma falta de carater social sem precedentes. Não consigo falar sobre aquele troço sem me alterar. Desculpe.
Fico feliz mais uma vez em ler a prudencia se manifestando e lavando a condição evangelica protestante daquela infamia proclamada dentro da casa de Deus. Mau exemplo vindo de um pastor. Só me resta agradecer a quem com sabedoria e lucidez pode contrapor com clareza e nobreza sobretudo.

Lavro aqui meu reconhecimento e gratidão portanto a: Umbelino Anderson Oliveira por ter oferecido o texto ao Azenha, e em especial à Sociedade Batista Brasileira e Dr. Manoel Ribeiro de Moraes Jr pela brilhante defesa da prudencia, da lucidez, e dos valores cristãos.

Responder

cesar a giometti

28 de setembro de 2010 às 10h26

Sou católico e estudioso de sociologia da religião. Dentro da visão moderna de acolher do diferente, de reconhecer as diferenças existentes entre os seres humanos, seja de crença, de opção sexual, de cor de pele, de times do coração, e tantas outras, que nos fazem perceber que o mundo não pode ser traduzido em claro e escuro, em branco ou preto, em quente ou frio, mas que há um enorme número de nuances entre os extremos, queor dizer que fiquei encantado com esse texto, que diz claramente tudo o que é preciso ser dito, com seriedade e dignidade, sem ser dogmático, como querem aqueles que se intitulam porta-vozes de uma verdade absoluta, que por afirmarem ser absoluta, já deixa de ser verdade. Divergências de ponto de vista são o que de mais humano existe na convivência entre nós. Parabéns, texto brilhante.

Responder

DEBORA

28 de setembro de 2010 às 10h17

Muito bom o poder da liberdade de expressão e essa foi a sua explanação e de seus colegas q comentaram. AFIRMO: Sem entender o mundo paralelo ao nosso (espiritual) DE FATO AS COISAS SÃO FACILMENTE EXPLICADAS PELO INTELECTO NATURAL HUMANO.

Responder

Luciana

28 de setembro de 2010 às 09h50

Eu gostaria de deixar bem claro que: Essa posta partidária adotada pela CNBB é EXCLUSIVA da região sul (sudeste). A Igreja Católica do Norte e Nordeste não tem posição contra qualquer partido. A Igreja (como deveria ser) não se envolve em politica para dizer aos fiéis em quem votar e em quem não votar!!! Só pede o que todos deveria realmente fazer. Verifique as propostas dos candidatos e se eles tem a ficha limpa mesmo.

Responder

mariazinha

28 de setembro de 2010 às 08h28

Que coisa maravilhosa eu li agora, AZENHA! É isto! Com palavras simples e verdadeiras o sábio DOUTOR RIBEIRO DE MORAES JR, deu uma aula completa de civilidade, direito e liberdade que garante um páis soberano e livre. Mostrou JESUS, em sua grandeza divinal: " ….muitos aparecerão falando em meu nome, são os falsos profetas." Todo cuidado é pouco, gente brasileira. Em nosso país ainda existe PAZ pq se respeita diferenças. Que esses alienígenas pregando a discórdia não achem terreno fértil em nossa TERRA. Fora, pregadores da discórdia!

Responder

Weiland

28 de setembro de 2010 às 08h18

religião com politica = problema na certa… infelizmente!!!

Responder

    Jairo_Beraldo

    28 de setembro de 2010 às 09h23

    Concordo, Weiland. E acrescento futebol. E pelo que vemos, religiosos na politica tem dado muito mais "trabalho" que os "comuns".

    cesar a giometti

    28 de setembro de 2010 às 10h44

    Weiland, religião e política não têem necessariamente que se conflitarem. A religião é um arcabouço de pensamento que abriga os valores assumidos pela pessoa e pelo seu posicionamento frente ao mundo, que lhe permitem encontrar esse lugar, uma necessidade que todos temos. Qualquer atividade e planejamento que eu construa, sempre terá um objetivo a alcançar. E isto é fazer política, mesmo que a maioria das pessoas não tenha essa consciencia. Portanto, política e religião não nos levam diretamente ao conflito. O que leva os homens ao conflito é justamente a intransigência, o não reconhecer como válido um pensamento diferente do seu, ou seja, o pensamento dogmático que afirma que só existe um jeito de entender e traduzir o nosso mundo, que é múltiplo, plural, o tempo todo.

    Edson

    29 de setembro de 2010 às 00h29

    A Cesar o que é de Cesar, a Deus o que é de Deus . . . . . .

Marat

28 de setembro de 2010 às 07h30

Fanatismo religioso sempre trouxe desgraças ao mundo!

Responder

    Jairo_Beraldo

    28 de setembro de 2010 às 09h25

    E a CHAGA do egoísmo, é a principal delas.

Soullforged

28 de setembro de 2010 às 02h22

Texto magnífico. Vou passar a várias pessoas que se dizem influenciadas pelos tais vídeos a respeito da iniquidade.

Responder

Deixe uma resposta para Rafael

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
O lado sujo do futebol

Tudo o que a Globo escondeu de você sobre o futebol brasileiro durante meio século!