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Miguel do Rosário: Pelo amor de Deus, Damatta, quanta besteira!


08/05/2013 - 16h26

Miguel do Rosário: “Damatta envereda para o golpismo quando usa a sua coluna do Globo para fazer proselitismo político com a imagem do presidente do STF, Joaquim Barbosa”

Xaropadas barbosianas de Roberto Damatta

por Miguel do Rosário, em O Cafezinho 

Se havia alguma dúvida sobre a aliança espúria entre o STF e a mídia, um texto publicado hoje no jornal da maior empresa de mídia no país esclareceu tudo.

“Joaquim Barbosa seria meu candidato definitivo à presidência da república e estou certo que ele venceria no primeiro turno”, afirmou hoje, em sua coluna semanal, o antropólogo Roberto Damatta.

Repare bem a convicção! “Estou certo que ele venceria no primeiro turno”. No primeiro turno! O artigo revela bem a triste patologia golpista do conservadorismo brasileiro.

Por que golpista? Admito que o termo golpista permite interpretações bem diversas. Para a direita, a esquerda é golpista. Para a esquerda, é a direita. No entanto, vejamos quem é o candidato que, segundo o colunista do Globo, “venceria no primeiro turno”. É um político? Pertence a partido? É ligado a alguma legenda? Expressa claramente suas opiniões políticas ou ideológicas? A resposta para todas as questões é: NÃO!

A asserção de Damatta flerta com uma gravíssima ilegalidade, ao sugerir que Barbosa, representante máximo do Judiciário, ambiciona controlar também o Executivo. Juízes estão proibidos, constitucionalmente, de fazer política partidária, de maneira que a declaração de voto em Barbosa, por parte de um antropólogo erudito, é, para dizer o mínimo, de um mau gosto atroz e desastrado.

O pior mesmo é o “eu tenho certeza”, que revela apenas a arrogância sem limites, à beira da esquizofrenia, de quem considera o jardim que descortina da janela da Casa Grande representa o mundo inteiro.

Esses não são os únicos problemas do texto. Ele é um amontoado de – como diria Manoel de Barros – “ignoranças” sobre política, ideologia e história.

Concordo que não devemos tratar a dicotomia “direita” X “esquerda” com um viés maniqueísta. Suponho que há canalhas de esquerda e pessoas íntegras na direita. Alguns diriam que, se a pessoa é canalha, é porque, na verdade, não é de esquerda, e que se é de direita, também não pode ser tão legal assim. Não vou entrar nesse tipo de juízo.

Entretanto, quando se observa a dialética ideológica no mundo hoje, não estamos avaliando a integridade ou valor subjetivo de ninguém, mas apenas constatando a permanência de um conflito muito natural entre o trabalho e o capital, que atravessa a história da humanidade desde seus primórdios. Os termos “esquerda” e “direita” nasceram no âmbito da revolução francesa, mas as lutas sociais vêm de muito mais longe.

O renomado historiador francês León Homo, que escreveu um dos maiores clássicos sobre Roma antiga, “Les Instituitons politiques romaines”, uma obra profundamente documentada e filiada aos critérios mais rígidos da tradição historiográfica europeia, não hesita em dividir as facções políticas da república romana em “esquerda” e “direita”.

De fato, ao se estudar a realidade daqueles tempos, não é difícil constatar que a classe dos nobres, dos aristocratas, o partido dos “optimates”, representava a direita romana; plebeus, estrangeiros, trabalhadores, o partido dos “populares”, correspondiam à esquerda. Havia pessoas boas e más em ambos os lados. A esquerda vivia infestada de traidores, oportunistas, corruptos, espertalhões. A direita sofria com seus ambiciosos, ególatras, corruptos.

Entretanto, mesmo com os problemas de cada lado, o partido popular, a esquerda romana, é que representava a maioria (outra característica da esquerda), e a sua evolução significou a modernização democrática da civilização romana. Não fossem as espetaculares vitórias plebeias, Roma jamais teria chegado onde chegou: seria consumida muito antes disso, de dentro. Foram as conquistas trabalhistas e políticas plebeias que injetaram orgulho e autoestima no povo romano. Foi assim na França napoleônica e foi assim nos Estados Unidos.

Sem conquistas sociais, trabalhistas, políticas, por parte de sua classe trabalhadora, nenhum país consegue olhar a si mesmo com a dignidade necessária, não consegue ser um país de verdade, permanece apenas um casual aglomerado geográfico na periferia do mundo.

Damatta fala que a “esquerda tem sofrido de estadofilia, estadomania e estadolatria. Daí a sua alergia a tudo que chega da sociedade e de seus cidadãos”.

Pelo amor de Deus, quanta besteira! A esquerda quase sempre esteve afastada do poder, no Brasil. Suas forças se desenvolveram no chão, na terra, longe das benesses, das mordomias, do Estado e sua clientela.

Quem sempre sofreu de estadomania é a direita brasileira, tradicionalmente dependente do Estado. Tanto é que, fora do Estado, não consegue mais ganhar eleições, porque jamais aprendeu a botar a mão na massa.

Agora, é evidente que a esquerda tem uma visão de Estado bem diferente. A esquerda é o partido, em suma, dos pobres. Sim, porque a direita brasileira, diferente de suas primas no primeiro mundo (que tem um discurso nacionalista e, em alguns casos, trabalhista), é fundamentalmente antipobre e antinacional. Os pobres precisam muito mais do Estado do que os ricos.

Mas Damatta é um grande hipócrita. O jornal para o qual ele escreve recebeu R$ 6 bilhões do governo federal apenas nos últimos 10 anos. Acabamos de saber que o STF pagou a passagem de repórter do Globo para acompanhá-lo à Costa Rica.

Agora faça um exercício de imaginação e tente adivinhar quanto dinheiro as organizações Globo já ganharam do Estado nos últimos 50 anos? E a esquerda é que sofre de estadofilia?

Quando o Brasil convivia com juros estratosféricos, o Estado permitia que a direita rentista ganhasse bilhões de dólares por dia, sem trabalhar, sem fazer nada, mas é a esquerda, segundo Damatta, que sofre de “estadolatria”…

O antropólogo acusa a esquerda de querer um “Estado forte”, como se isso fosse algo errado. Na verdade, queremos um Estado justo para um país que pretende se desenvolver. Compare o tamanho do Estado brasileiro, em arrecadação fiscal per capita, em número de funcionários por 100 habitantes, com os países desenvolvidos, e verá que temos um Estado pequeno, insuficiente, pobre.

Sem contar que Damatta repete, qual papagaio terceiromundista, a grande mentira americana contra o tamanho do Estado: os EUA tem um Estado gigantesco, encarnado num aparato militar monstruoso. O Estado americano, com suas armas de destruição em massa, com seus aparelhos de repressão doméstica e externa, com seus serviços secretos e seus gastos trilionários com guerras, não é um “Estado forte”?

Pior, Damatta envereda para o golpismo quando usa a sua coluna do Globo para fazer proselitismo político com a imagem do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Toda aquela história de separação de poderes, de Montesquieu, de democracia, vai pro ralo quando ele confere a um membro do judiciário o poder de governar o Brasil.

Sim, é o que ele faz, simbolicamente, ao dizer que votaria em Barbosa e que este ganharia as eleições no primeiro turno. Damatta chancela a não-política, e sacrifica a democracia brasileira no altar sagrado de um STF submisso ao Globo. O círculo se fecha. O Globo desqualifica a política e o congresso; exalta e glorifica o STF, sobretudo os juízes que seguem a sua cartilha. E daí se empolga e quer ver o presidente do STF como presidente da República!

A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. O ex-presidente do STF, Ayres Brito, não esperou um dia: assim que saiu do STF correu para assinar o prefácio do livro de Merval Pereira sobre o mensalão – não teve nem a decência de aguardar o processo terminar; participa regularmente dos programas da Globonews; e pleiteia, com ajuda global, uma cadeira na Academia Brasileira de Letras.

Joaquim Barbosa foi o grande campeão do prêmio Faz Diferença, promovido pela Globo. Logo depois correu para os EUA para receber outro prêmio, de outra publicação direitista, a revista Time. Ele e o cozinheiro Atala. Quando Lula ganhou o prêmio e saiu na capa da Time, a mídia esnobou e procurou diminuir. Agora não. Barbosa viajou aos EUA para receber o dinheiro da Times com passagens e hotel pagos pelo contribuinte.

Vejam só. Barbosa reclama (com razão) de juízes que produzem eventos em ressortes com patrocínio de empresas, mas ele faz pior. Esses eventos podem ser pouco éticos, mas pelo menos geram empregos no Brasil e tem patrocínio privado. Barbosa vai aos EUA, promover uma revista conservadora norte-americana, hospedar-se em hoteis estrangeiros, gerando empregos lá fora, com dinheiro público. E tudo para ganhar um prêmio que vai para subcelebridades e cozinheiros (com todo o respeito aos cozinheiros!).

Esse é o candidato à presidente da república no qual Damatta votaria. No artigo, o articulista faz uma tremenda confusão conceitual, sempre para justificar seu próprio conservadorismo. Além de, naturalmente, festejar a Ação Penal 470, sem sequer esconder a ideologia “justiceira” que lhe serviu de base. Os réus do mensalão não foram condenados porque cometeram os crimes dos quais foram acusados, mas porque a esquerda “revelou-se incapaz de honrar com os papeis sociais cabíveis na administração pública e dizer não aos seus projetos autoritários”.

Que significa isso? A linguagem remete aos articulistas do tempo do império, mas o sentido é sinistramente claro. Não se culpam os réus, a culpa é da esquerda! Toda a tradição do direito moderno, de que a culpa de um crime é uma responsabilidade absolutamente individual, vai por água a abaixo, e a Damatta tenta criminalizar genericamente todo um espectro ideológico em função dos supostos crimes.

Vivemos tempos sombrios, em que poderosos atores políticos tentam a todo custo levar a luta para fora do ringue democrático, onde a disputa se vence pelo debate, na sociedade, no parlamento, nas urnas. Os velhos setores do golpismo querem travar a luta exclusivamente em seus órgãos de comunicação e no judiciário. E num gesto de comovente amor pela democracia montesquiana, querem fazer do presidente do STF o presidente da República!

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82 comentários

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Pitagoras

28 de maio de 2013 às 23h55

Barbosa presidente? Not in my name!
By the way, who is Damatta?

Responder

abolicionista

10 de maio de 2013 às 17h22

O público para o qual escreve o referido “intelectual” é a classe média, ou pequena burguesia. Ora, essa subclasse sempre foi um fervoroso núcleo reprodutor de ideologias reacionárias. Não há, portanto, motivo para nos espantarmos com o fenômeno, que inclusive nada tem de recente. Como membros de uma classe subalterna e intermediária, os pequenos burgueses se aferram à pequena diferença que conquistaram, com sangue, suor e lágrimas, em relação ao proletariado. A pequena burguesia reproduz, com mais força do que ela, a ideologia da grande burguesia segura de sua posição. Quando o quadro de classes é abalado (ainda que ligeiramente, como aconteceu recentemente) o medo da proletarização atinge níveis verdadeiramente patológicos. No Brasil de hoje isso é realmente preocupante pelo fato de que nosso povo possui frouxa e por vezes inexistente consciência de classe. Isso foi acentuado pela indústria cultural, pela interrupção do debate ideológico com o fim da guerra fria, pelo avanço da ideologia neoliberal, etc. Entretanto, além de todos os fatores, que apontam para a dimensão mundial da questão, há um problema bastante brasileiro que poderia mesmo ser classificado como congênito. A saber, o fato de que a ideologia burguesa, com suas promessas de livre iniciativa e enriquecimento pelo esforço individual nunca criaram raízes verdadeiras no solo das ideias brasileiro (como atesta o fato de que, no século XIX, o discurso liberal convivia sem atritos com o trabalho escravo – não é de se estranhar que o neoliberalismo conviva, por exemplo, com a inexistência de cidadania). Em certa medida, pode-se considerar que, em toda nossa história, o chamado “povão” sempre viveu às margens da luta ideológica. E, a despeito do que se diga sobre o movimento operário do ABC, fenômeno bastante localizado, o governo Lula não mudou isso, apesar de ter conquistado, a partir de 2006, identificação com esse contingente. O ex-presidente Lula que me desculpe, mas sem luta ideológica não há luta de classes. E sem luta de classes o Brasil continuará a ser um dos países mais desiguais do planeta.

Responder

Eme Gomez

10 de maio de 2013 às 15h04

Recomendo ao velho e mutante Damatta a leitura de uma obra onde ele vai se vê, a cada pagina, de corpo, alma e mente: “O homem medíocre”, obra prima do Grande José Engenieros). Obs. A propósito, quantos espólios, de escritores notáveis, tremêramos na tumba após a idiotice desse desarticulado escrito do Da-morte. Será premonição de que a linha de chegada esta perto?

Responder

Malvina Cruela

10 de maio de 2013 às 15h01

sempre recomendo o livro do Ariel Dorfman – sei que não adianta – que explica direitinho como a burrice e cegueira da esquerda no Chile abriu caminho para Pinochet..mas não adianta..

Responder

damastor dagobé

10 de maio de 2013 às 14h59

a esquerda (como o resto dos brasileiros) não aprende nada e não esquece nada..é incapaz de se mirar no exemplo mais obvio de como pode-se perder um capital politico extraordinário, como na Venezuela que quase foi pro beleléu no pós Hugo Chavez: falando bem alto e claro; se continuarem a ignorar o que mais incomoda a cidadania que é questão da violência e da corrupção dos políticos, vai pro saco mesmo. Não se iludam, esse equívoco de proteger bandido, assassino, estuprador, ladrão, sequestrador pessoal que a esquerda tem carinho especial ainda vai trazer muita dor de cabeça.

Responder

Messias Franca de Macedo

10 de maio de 2013 às 12h53

BOMBA?! QUE NADA: NITROGLICERINA PURA! ENTENDA MAIS UM CAPÍTULO DO ‘MENTIRÃO’!

###################

ERRO CRASSO PODE MUDAR PENAS NA AÇÃO PENAL 470

Diferentes advogados dos réus condenados no chamado mensalão levantam a mesma questão em seus embargos declaratórios ao STF: contradição de datas em que José Dirceu “fechou o pacote” de R$ 20 milhões com José Carlos Martinez; para Joaquim Barbosa, isso teria acontecido em dezembro de 2003; Martinez, porém, morreu em 4 de outubro daquele ano, em desastre de avião; antes disso, penas que puniam corrupção eram mais leves; elas foram agravadas em novembro, por iniciativa do governo Lula; assim, alteração no dia do encontro acarretaria revisão da pena estabelecida por legislação mais dura; comparações foram feitas por jornalista Paulo Moreira Leite, em sua coluna na revista Istoé.

10 DE MAIO DE 2013 ÀS 12:48

Responder

FrancoAtirador

09 de maio de 2013 às 23h56

.
.
A Mídia Bandida (MB) criou uma inusitada Forma de Governo:

A Monarquia Presidencialista.
Sistema Político híbrido em que o Rei-Presidente é eleito pelo ‘RealPolitik Council (RC)’ ou Conselho da Nobreza (CN).

Os conselheiros do RC ou CN são criteriosamente selecionados entre diversas personalidades do ‘Business Marketing Show’ de comprovado sucesso individual, isto é, com fama, fortuna e poder,
e inúmeras celebridades do ‘Wonderful World of Entertainment’ escolhidas nas áreas de sport, fashion, music, moovie and television, através das mais variadas ferramentas de Publicity, como Advertising and Merchandising, veiculadas pela Gang dos Mass Media em jornais, revistas, rádio e televisão.

A Monarquia Presidencialista da Mídia Bandida também tem uma Côrte que é responsável pela promoção das candidaturas a Presidente Monarca:

A Côrte de NeoBôbos da Financial and Political School, da qual fazem parte antropólogos bajuladores, psicoterapeutas néscios, diplomatas impatrióticos, historiadores levianos, sociólogos amnésicos, cientistas políticos apolíticos e anticientíficos, juristas suspeitos e economistas neoliberais.

Um Plebeu ou uma Plebéia somente terá vez, voz e voto no ‘RealPolitik Council (RC)’ ou Conselho da Nobreza (CN) se for alçado à condição de celebridade, através da projeção nos reality shows, como por exemplo o BBB, e nas Capas da Revista Playboy ou, mais recentemente, quando tiverem mais de um milhão de seguidores no Twitter, ou igual número de visualizações num vídeo postado no YouTube, ou ainda ganhando [email protected] um prêmio milionário da loteria, quando então e só então poderá ser escolhido e fazer parte integrante do ‘RealPolitik Council (RC)’ ou Conselho da Nobreza (CN) que elegerá o Rei-Presidente.
Os 3Ps, portanto, estão sumariamente excluídos da participação na eleição do Presidente-Rei.

A julgar pela profecia de um dos Bôbos-da-Côrte,
Joaquim Benedito Barbosa Gomes de Orléans e Bragança e Bourbon
haverá sido o primeiro rei-presidente negro
vendido pela Mídia Bandida da estória do BraZil.

Os exemplos vêm de cima.


The New York School of Business
Based in the heart of financial capitals, where business, media, fashion, advertising, marketing, entertainment and technology innovation are the backdrop for this dynamic learning environment.

http://www.hispanicmarketinfo.com/2012/11/27/associated-press-creates-a-spanish-sytlebook

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Nielsen Holland

09 de maio de 2013 às 23h23

Esse senhor mostra uma incoerência visceral com os próprios escritos. Estaria passando o sr. Roberto da Mata pelo processo da senilidade? Se for isso…paciência. Todavia, caso contrário, o caso dele é graaave: insanidade mesmo!

Responder

Pedro

09 de maio de 2013 às 20h14

Será mesmo que o Globo consentiria que Dammata votasse num negro? Tenho certeza que a antropologia não resolveria essa questão.

Responder

Pedro

09 de maio de 2013 às 20h09

Precisa de dizer algo mais além do fato de que ele escreve no Globo?

Responder

Bonifa

09 de maio de 2013 às 14h28

Devemos louvar o Miguel do Rosário, por colocar seu trabalho de esclarecer e informar acima do profundo desalento que causa no cidadão a leitura de artigos como este do Roberto Damatta. E também por fazê-lo com a inteireza brilhante do talento que o distingue, tomando uma peça de bruta estupidez como ponto de partida para uma análise plena de lucidez. Márcio Thomas Bastos já classificou o Mensalão de “guisado”, numa comparação culinária. Guisadão, diríamos. E já que muita gente considera que o triunfo midiático do Mensalão foi autorizativo para uma epidemia de audácia e falta de pudor intelectual inédita em jornalistas e militantes de direita, podemos considerar que o Guisadão tem estimulado muitos guisadinhos onde peças de vegetais e carnes são cortadas “a locé” e misturadas em caldo insípido sem qualquer harmonização. Ao contrário do mundo das leis, o mundo da culinária não admite erros nem imperícia, e assim como nada genial pode passar despercebido, também absolutamente nada mal feito resta impune. Era óbvio que o Alex Atala, como homem culto e consciente que é, não estava muito confortável em dividir a atenção à sua mais que meritória premiação com a atenção à premiação desmerecida de Joaquim. O prêmio de Joaquim diminui o valor do prêmio de Atala, e ele sabe disso. O desejo que Damatta expressou, de votar em Joaquim para presidente, não pode ser sincero; significa apenas um esforço destemperado para tentar manter Joaquim no mais alto patamar da consideração pública pelo maior tempo possível, é apenas isso. Engambelações grandes como a farsa do Mensalão exigem, para serem sustentadas pelo máximo de tempo possível, que a figura humana que as simboliza e representa, no caso Joaquim, sejam preservadas o quanto possam dos desgastes fatais do cotidiano. Todos sabem que para ser presidente Joaquim teria que despir a toga. E Joaquim sem toga não chega a ser sequer um pirão, quanto mais um guisado.

Responder

J.Carlos

09 de maio de 2013 às 13h17

TRE-RJ PERMITE PROPAGANDA DE AÉCIO (MG) MAS NÃO DE LINDBERG (RJ)

quarta-feira, 8 de maio de 2013
Aécio invade propaganda partidária do Rio. TRE censura Lindbergh de aparecer na do PT

O PSDB do Rio de Janeiro usou nesta terça feira (07) inserções regionais na TV, para exibir um senador, não do Rio, mas de Minas Gerais. Na propaganda partidária, que mais pareceu campanha extemporânea, o senador tucano diz: “Eu sou Aécio Neves, fui governador de Minas Gerais, e se você acha que há solução pros problemas, vamos conversar”.

Uma clara “malandragem” para divulgar nacionalmente a pré-candidatura presidencial de Aécio Neves. O ministério Público Eleitoral do Rio não implicou com a propaganda eleitoral antecipada, muito menos declarou como “promoção pessoal”.

O mesmo não aconteceu com o PT fluminense que conta com o político mais expressivo no estado, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O senador é liderança natural para apresentar o partido nas inserções regionais na TV. Assim foi feito em fevereiro e abril. O senador Lindbergh divulgou as mensagens políticas do PT, sem qualquer pedido de voto, nem menção eleitoral, muito menos promoção pessoal.

No entanto, em maio, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) obrigou o Partido dos trabalhadores trocar o programa partidário na TV, a pedido do procurador regional eleitoral Maurício da Rocha Ribeiro. Ele considerou “divulgação pessoal” as inserções com Lindbergh, só pelo fato de o senador ser considerado candidato natural do PT ao governo do estado em 2014. E o Aécio, pode?

Responder

    Bonifa

    10 de maio de 2013 às 12h43

    Claro que pode. Aécio está tentando provar a Serra que sabe levar pelas rédeas a justiça, de modo bem mais radical que ele.

Sergio Conforti

09 de maio de 2013 às 12h50

Prezado Azenha,
Este DaMatta é, no mínimo, um mentecapto. Só esta nossa mídia seria capaz de publicar uma porcaria como esta.
Forte abraço.

Responder

maria de sobral

09 de maio de 2013 às 12h02

Esse ta mais pro nada, na terra do nunca, se destemperou. Essa certeza louca desse da mata tá fundamentada em quê? Como os outros habitantes daquela terra, lança na midia sua opiniao jogando seus gases intelectuais, tentando nos intoxicar, como se nós nao estivessemos preparados pra este jogo capcioso da extrema direita, apelando pra tudo o que há de mais louco no jogo politico, pra tomar o poder. Perderam a noçao, por completo. O desespero, o ódio, a inveja, emburreceu essa direita entortada, que, por si só, vai se destruir, assim como todo mal se destroi.

Responder

Tiago

09 de maio de 2013 às 11h07

Li esse texto do Damatta hoje, gosto muito da obra dele, mas acho que ele fez muita confusão sobre o papel da esquerda no Brasil. Ele chega a dizer que a postura da esquerda é a de “endireitar as taras da sociedade”, que a esquerda pretende a “aristocratização” do Estado…essa nunca foi a postura histórica da esquerda brasileira. Enfim, muito válida a crítica do post, ótimo texto.

Mas não estou em pleno acordo com esse trecho:

“…Que significa isso? A linguagem remete aos articulistas do tempo do império, mas o sentido é sinistramente claro. Não se culpam os réus, a culpa é da esquerda! Toda a tradição do direito moderno, de que a culpa de um crime é uma responsabilidade absolutamente individual, vai por água a abaixo, e a Damatta tenta criminalizar genericamente todo um espectro ideológico em função dos supostos crimes…”

“Supostos crimes”. Ok. Infelizmente, penso que é difícil não associar a Ação Penal 470 com a esquerda, uma vez que temos nossos principais intelectuais de esquerda defendendo ferrenhamente os réus, reduzindo a questão a uma “tentativa de golpe” e até mesmo como um “reflexo da luta de classes”. Ora, não há até mesmo quem diga que pra governar é preciso “meter a mão na m&[email protected]”? Me dá a impressão que a nossa esquerda pouco se importou com os “supostos crimes”…dessa forma, infelizmente, é difícil que alguém não pense: “essa é a prática da esquerda”.

Pouquíssimas vezes vi alguma auto-crítica da esquerda nacional à algumas práticas talvez…pouco republicanas. Tudo é “uma invenção da mídia golpista”. Triste isso.

E se levarmos esse pensamento para o que a esquerda significou no mundo, em especial o comunismo, aí não há nada de “supostos crimes” não. Foram crimes mesmo! Como não associar os erros dos governos de esquerda…ao “pensamento de esquerda”?

Nós precisamos ser melhores que isso, se ainda queremos que as idéias de esquerda tenham alguma serventia para o Brasil.

Saudações.

Responder

    augusto2

    09 de maio de 2013 às 13h24

    “é dificil nao associar a AP570” á esquerda…
    Tiago, é exatamente isso o que a midia, e elite querem: associar ao maximo os crimes da 470 a nosotros…
    E acho que aparenta q aceitou isso, do jeitinho q eles querem.
    ‘Dificilmente achei uma autocritica da esquerda’ etc
    Eu é que nao vou dar a eles gratuitamente o beneficio de minha autocritica nesse capitulo. Necas.Nao sou tonto.Quem da esquerda fez isso foi por ex. Rubens Paiva-que foi ao Doi-cenimar sozinho,e dirigindo seu Fusca espontaneamente. O resto virou Historia,alias sonegada até aos livros escolares.
    Mas faço troca, sou negociante. Por um julgamento STF de cachoeira,perillo,demostenes,policarpo e Azeredo – com transmissao de TV e mais um apoio das redes de midia a LEI de financiamento exclusivo Publico de campanhas politicas, eu VOU la e faço toda a autocritica que voce quiser.

    Tiago

    09 de maio de 2013 às 15h16

    Prezado colega augusto2, O que eles querem é que a esquerda tenha a exclusividade dos erros. É isso que, penso, nós devemos combater e denunciar. O post fala sobre isso, sobre a atribuição de erros de indivíduos à toda a esquerda, e isso não é certo, mas se os defensores dos tais indivíduos que cometeram erros, pra não dizer crimes, insistem em viver em negação…fica difícil.

    Respeitosamente, penso que o discurso de “ah mas e aquela vez que o fulano que é de direita cometeu o crime tal, tá vendo, a direita é assim, quem são eles pra falar de nós”, não é razoável. Nós TEMOS que ser melhores que isso. Como o próprio post acima diz, há canalhas de todo tipo na esquerda e na direita, o certo e o errado não são monopólio de nenhuma corrente de pensamento. Mas por que não podemos assimilar os erros, aprender, reformular nossa luta política, nossa abordagem de solução dos problemas do país? Como já disse o Lula, nós não podemos nos dar ao luxo de errar.

    Bonifa

    09 de maio de 2013 às 16h18

    Já vimos muita autocrítica da esquerda a métodos julgados não republicanos. Alguns, entretanto, tomam o não-republicanismo como prática política inadmissível para a esquerda. Tais esquerdistas partem da autocrítica para a dissenção, quando em lugar de lutarem por mais republicanismo na esquerda, preferem se separar da esquerda geral para preservar seu próprio republicanismo particular.É quando se isentam e jogam toda a culpa pelo não-republicanismo nos outros esquerdistas que fica na esquerda geral. Daí partem para a denúncia feroz das coligações que dão sustentação aos governos partilhados da esquerda geral com o centro. Para tais esquerdistas republicanoss, o esquerdismo não é uma posição política que visa ao exercício do poder, mas sim um charme intelectual da classe média que se recusa a ser tomada como mera direita. Para tais esquerdistas, todos os esquerdistas têm que ser puros e andar de braços dados com gente pura, dentro da concepção de pureza pequeno-burguesa que caracteriza a vasta hipocrisia que embala toda a nossa classe média. Este purismo republicano tem sido a bandeira constante de grupos políticos de esquerda que não raro até se autodenominam anti-políticos. Eles entendem que estão se separando da “esquerda contaminada”, quando na verdade estão se separando do povo, já que neles está a falar mais forte o preconceito de classe para com o povo. Tanto é verdade que vão logo, no recinto das assembléias, juntar-se aos da sua própria classe, mesmo que sejam políticos ferrenhos da direita, aos quais se juntam para fazer oposição aos governos populares. É o que temos visto, infelizmente, o PSOL fazer desde os tempos da Heloísa Helena, que se abraçava eufórica ao Arthur Virgílio em cada derrota do governo Lula no Senado.

Adilson

09 de maio de 2013 às 10h58

Se vc dormir mil anos e ao acordar ler a coluna de DaMatta ou de Jabour no Globo certamente estará na terça ou na quarta-feira, mas duvido que saiba com precisão o dia certo.

ps: É inacreditável o nível de virulência e pobreza que chegaram alguns ‘intelectuais’ brasleiros quando resolveram concentrar suas análises em ataques semanais ao governo (depois de 2002)

Responder

Dias

09 de maio de 2013 às 10h55

Êta cafézinho com pimenta, Miguel do Rosário continua acertando-os no queixo.

Responder

augusto2

09 de maio de 2013 às 10h50

Da Matta é (era?) um antropologo profissional.
Delfim netto é um antropologo amador-apenas gosta de e estuda o assunto.
Tanto que este subordina declaradamente muito dos conceitos da economia que ele domina, ao primado de valores do ‘antropos’. E me consta que nao era assim no passado, mas é hoje.
Eu arriscaria atribuir isto ao fator torre de marfim. Um,conservador por tendencia, nela se enclausura- o que enseja teses como essa. Outro, tambem conservador, dela saiu.

Responder

Saçuober

09 de maio de 2013 às 09h31

Disse tudo o Miguel do Rosário.
Os golpistas e suas teorias imbecialescas, estão atirando pra tudo quanto é lado, é tanto candidato ou suposto candidato.
Pra mim um a mais, um a menos, não faz diferença alguma, só acho que o sugerido não passa de 10%, deveriam lancá-lo pelo DEM, já que esse partido não tem candidato.
É bom, se quiser lança tambem o FHC, o Cristovam, o Almofadinha do PSOL, Randolfe, e outros mais, a peia vai ser grande, voces não tem voto, pra ganhar só se for no golpe.
No voto, nós ganharemos, pode chorar, gemer, mentir, não tem jeito, tome pêia, é pêia muita.

Responder

claiton

09 de maio de 2013 às 09h22

é arbítrio imaculado do legislativo e obrigação precípua sua, legislar sobre qualquer matéria apresentada a sua competência, seja ela encaminhada por membros de sua corporação, pelo poder judiciário ou o poder executivo, mais ainda, seja ela a mais indigna, imoral ou inconstitucional. ….. não cabe o mínimo direito, imaginável se quer, que, tanto o poder judiciário ou o executivo impeça o tramite de uma proposição legislativa enquanto esta não for concluída oficialmente. ….. a interferência única cabível só ocorre quando a matéria for de origem autora de um dos poderes, e este poder queira retira-la de tramitação conforme seu interesse.

Responder

Mardones

09 de maio de 2013 às 08h55

Roberto Damatta? Qual a relevância desse homem? Nenhuma. No máximo, a mesma do FHC. Um pseudo intelectual que distorce para aparecer entre seus admiradores acríticos.

Barbosa como candidato seria ótimo para o Brasil que o PT vem administrando em parceria com o PIG, por meio do financiamento dos veículos de direita.

As organizações Globo têm o direito de fazer o que bem entende com seus empregados. Inclusive encomendar artigo desse baixo nível intelectual e histórico. Afinal, sabem exatamente para que estão sendo pagos.

Se o Barbosão aceitar a candiadtura não ser novidade. Apenas um respiro para a direita. Já imagino o Barbosa e o Aécio falando da corrupção de esquerda nos governos do PT.

Enfim, a Globo mantém firme seu papel direitista e golpista. Ao menos é fiel ao seu DNA. Importo-me muito pouco com o que sai no PIG, pois não sou alianhdo ideologicamente com suas ideias. Precupa-me a ação do governo federal patrocinando essas organizações.

Quem é Roberto Damatta?

Responder

Ivonete

09 de maio de 2013 às 08h34

O Roberto Damatta votou pela volta do sistema monárquico no plebiscito para definir a forma de governo do Brasil. Esperar o que de um cidadão desse? Espírito democrático? Damatta não está esclerosado não, ele é, e sempre foi um reacionário.

Responder

Roberto Locatelli

09 de maio de 2013 às 07h58

Como sempre, Miguel do Rosário em texto primoroso e preciso.

O judiciário é o último bastião da elite, como já disseram alguns líderes de esquerda. Por não ser eleito pelo povo, o judiciário naturalmente se conecta às elites.

No caso do Brasil, as recentes atitudes confirmam isso, pois estão em liberdade Daniel Dantas, Abdelmassih, Salvatore Cacciola, Naji Nahas e muitos outros representantes da burguesia brasileira. Enquanto isso, Dirceu, Genoino e João Paulo são condenados. E o Eduardo Azeredo, do PSDB e seus (supostos) cupinchas no crime? Ah, esse o “stf” não tem a menor pressa de julgar.

O golpe de estado em execução tem como ferramenta fundamental a trupe midiática do Joaquim Batman. A dúvida é se, cassado o mandato de Dilma, assume o Batman ou eles farão um acordo com o Michel Temer.

Responder

    Marcelo de Matos

    09 de maio de 2013 às 11h10

    Batman não, ninguém merece. Ele que vá governar a Califórnia, como fez Arnold Schwarzenegger. Eu também gosto dos textos do Miguel do Rosário.

RicardãoCarioca

09 de maio de 2013 às 07h51

A justiça continua a querer tomar o lugar dos petistas no executivo:

http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/mpf-agora-quer-sentar-na-cadeira-de-prefeito-de-sao-paulo-sem-ter-votos

O MPF-SP quer que a prefeitura de SP gaste com o enterro de cabos elétricos. Não importa se a prefeitura deva priorizar saúde, habitação e alimentação. Por que nos tempos dos demotucanos o MPF-SP não se intrometia dessa forma? Não querem deixar Haddad governar para o povo? Isso é muito preocupante.

Responder

Abelardo

08 de maio de 2013 às 23h52

A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável. A promiscuidade do STF com a Globo atingiu as raias do insuportável…

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de maio de 2013 às 23h07

Leandro Fortes: Affif no governo Dilma: o primeiro caso de infiltração política com registro no Diário Oficial da União

Texto repercutido em http://mariafro.com/2013/05/08/leandro-fortes-affif-no-governo-dilma-o-primeiro-caso-de-infiltracao-politica-com-registro-no-diario-oficial-da-uniao/comment-page-1/#comment-59902

############################

O egrégio jornalista Leandro Fortes legitimamente defende o ponto de vista dele! É verdade, competente, lúcido e democrata jornalista: estão esfacelando o significado de ideologia!… Então, ‘pra que viver’?!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

ricardo

08 de maio de 2013 às 22h26

Tá com medinho, migué?

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de maio de 2013 às 21h51

DA SÉRIE *‘OS FATOS’ DO ‘brazil’!
*‘os fatos’ em matutês significa os restos das tripas (intestinos) de animais a exemplo do boi, do bode etc.

#################

Marina se curva ao STF e encolhe a democracia

Ex-senadora que pleiteia a presidência da República desmerece a democracia e a legitimidade popular ao tentar reverter uma decisão da Câmara dos Deputados no gabinete de Joaquim Barbosa e não no parlamento; pior: ela se presta à foto oficial em que o presidente do STF, como de costume, se posta de pé, enquanto seus convidados, subservientes, ficam sentados diante da autoridade suprema; com essa postura, ela merece a presidência da República?

FONTE: mídia nativa!

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

    Marcelo Meneses

    09 de maio de 2013 às 14h08

    Tentar reverter uma situação no “tapetão” porque foi criada no “tapetão” e conluios politiqueiros.

assalariado.

08 de maio de 2013 às 21h50

ALGUMAS OBSERVAÇÕES:

Sobre ganhar no primeiro turno, diria eu: aquele papelzinho que a urna eletrônica solta(va), na hora em que votamos, não existe mais, muito cuidado nessas horas. Terrível mesmo é quando o Sr. Miguel do Rosário, mostra o quanto as esquerdas são ingênuas assim como ontem, hoje, quando diz:

“No entanto, vejamos quem é o candidato que, segundo o colunista do Globo, “venceria no primeiro turno”. É um político? Pertence a partido? É ligado a alguma legenda? Expressa claramente suas opiniões políticas ou ideológicas? A resposta para todas as questões é: NÃO!”

Ora, Sr. Miguel, suponho que suas perguntas, tem como ponto de partida a suposição de que vivemos num “Estado Republicano”. Pois bem, para mim todas as respostas são SIM! Então vejamos, a suposta neutralidade do escriba (entre tantos), em questão:

— É um político? Em se tratando de uma sociedade dividida em luta de classes com interesses econômicos políticos opostos, portanto, Republicana só na fachada, digo que: SIM!

— Pertence a partido? Ora, quem disse que os tribunais da burguesia são territórios apartidários? Basta olhar quando flagram os assaltos aos cofres da Republica que, em regra, prendem os corruptos, porém, nunca prendem os (CORRUPTORES). Por que será?

— É ligado a legendas? As legendas dos escribas são as leis que as casas legislativas, nos seus três níveis legislativos fazem que, por sinal, também não são territórios neutros.

— Expressa claramente suas opiniões políticas ou ideológicas? Ora meu caro, as opiniões politicas dos escribas se revelam através dos vieses de classe, quando julgam um ladrão rico e /ou um pobre, tens alguma dúvida dos vieses político ideológico das leis e de seus juízes?

Os canalhas que existem na esquerda, são aqueles que se travestem de socialistas. Sabe por que? A integridade ideológica de qualquer ser é tem como valor subjetivo, abrir mão do amor ao deus dinheiro. Tirem suas conclusões.

Sobre a hipótese da algum dos candidatos do capital ganhar no 1º turno, nada mais é que um ensaio da burguesia capitalista, em dar asas para um futuro golpe de Estado. Quando que, já percebemos os PIGs da vida todas as noites, servem para as massas no seu cardápio jornalístico noturno é, a desqualificação da politica e dos políticos. Tática esta colocada em teste dia/ dia, empurrando o povo para bem longe da luta politica. Sim, é uma porta permanentemente aberta para qualquer dia desses o escriba da vez fecha o congresso caça os partidos, decreta a governança dos capas preta, devidamente escoltados pelas fardas da vez.

Saudações.

Responder

Messias Franca de Macedo

08 de maio de 2013 às 21h44

Marina e o verdismo de extrema direita

Quando a gente pensa que já viu tudo… Hoje me deparei com a seguinte nota na coluna do Ilimar Franco.

“Democratizar a democracia é mais Joaquim Barbosa e menos Zé Dirceu”

Slogan usado pelo Partido Rede
Partido de Marina Silva, na campanha por sua criação nas redes sociais

A ser verdade, e me parece bastante coerente com o que temos visto, a campanha de Marina Silva, seja lá por qual partido vier, está se posicionando no espectro mais radical da direita política. O slogan não faz sentido, porque Joaquim Barbosa não pertence à política. A sugestão, portanto, significa uma negativa radical da política em prol de soluções de força via judiciário.
Visitando o site da “Rede”, confirmo a triste decadência conservadora de Marina Silva…
(…)
Hoje Marina anuncia, com tremenda pompa, que irá se encontrar com Joaquim Barbosa. [“a convidada” sentada e o “anfitrião” em pé! A(de)n(do) sujo do matuto ‘bananiense’!]

Por Miguel do Rosário on 07/05/2013 – 6:50 pm

http://www.ocafezinho.com/2013/05/07/marina-e-o-verdismo-de-extrema-direita/#comment-25810

Responder

ricardo silveira

08 de maio de 2013 às 21h35

Brilhante! Parabéns! Se não fosse pelo mal que causam à vida democrática brasileira esses ventríloquos de patrões não mereceriam uma linha de resposta.

Responder

Valmont

08 de maio de 2013 às 21h25

Está aberta a caça aos dólares semeados pelo Tio Sam: o concurso* busca a revelação de talentos intelectuais na extrema direita brasileira. Mas as demonstrações dos “expoentes” do Intituto Millenium (reedição mal-ajambrada do IPES) são de uma pobreza acachapante!
Não bastasse as asneiras diárias vomitadas pelos jaboures e nêumanes da vida, agora vem Lobão, numa espécie de surto esquizofrênico e, para minha completa decepção, o Sr. DaMatta, que já gozou de razoável conceito nos meios acadêmicos, falar tamanhas estultices!
O que é que é isso?!

* O concurso Sabujo de Ouro confere aos melhores intérpretes da canção “Subdesenvolvimento Dependente” (do compositor Efeagacê) viagens e prêmios em dólares, além de ampla badalação na rede PIG internacional – sem mencionar a assinatura de cinco anos da Veja (argh!). Esta é a razão de alguns míseros plebeus aderirem com tanta avidez ao Instituto Millenium, organização de extrema direita financiada pelas famiglias mais ricas do Brasil (em estreita associação com o Departamento de Estado Americano, of course, por baixo do pano).

Responder

José Rai

08 de maio de 2013 às 21h17

Cachorro! Fora Damatta!

Responder

Mário SF Alves

08 de maio de 2013 às 21h16

O calcanhar de aquiles da direita (e de seu séquito de inocentes úteis aqui e alhures) é exatamente aquilo que ela, a direita, tem por mais precioso em seu discurso contra o nosso governo: um conveniente “olho cego” para tudo o que diga respeito ao tempo, à abissal diferença de poder de coerção entre ela e os outros, à História e ao sentimento do povo. E antes que eu me esqueça, aceite meus parabéns, Miguel do Rosário; seu texto põe a nu toda a arrogância da pior elite do mundo.
______________________________________

E… por que não? Que vienga el toro! Primeiro turno, né? Sim…
______________________________________________
Aliás, pensando melhor, não. Bobagem. Tudo não passa de mais um ensaio visando ampliar o ególatra que reside dentro do “el toro”. Coitado! Que fique o touro bem distante da mosca azul que a direita o está a presentear. Pois, diante de tanta adulação e de ego ainda mais inflado, outra coisa não faria senão aprofundar a crise institucional e massacrar ainda mais mais a nossa débil democracia. E, não precisa de bola de cristal para entender que após isso ele seria jogado às traças. Seria um nada, simples carta fora do baralho, inclusive do baralho da História.

Responder

pereira

08 de maio de 2013 às 21h14

Só falta perguntar ao povo, esses caras da globo pensam que estão na década de 80

Responder

guilherme

08 de maio de 2013 às 20h56

O nosso grande problema não é o analfabetismo, a miséria, a baixa qualidade da educação, nada disso. Nosso grande problema são pessoas como esse senhor Damata. Nunca vi nada mais bizzaro, chega a ser ridículo.

Responder

Francisco

08 de maio de 2013 às 20h36

Da Matta diz que tem certeza de que Barbosa se elegeria presidente da república.

Pode ser…

Mas, afora a hipótese de golpe (acho – espero – que Da Matta se refira a “eleição”), Barbosa teria de fazer o percurso politico.

Primeiro, Barbosa teria de escolher um partido. Qual ele escolheria: o partido que ele (inexplicavelmente) não julgou o mensalão ou o partido que ele já condenou pelo mensalão? Os demais são “base” de um, ou aliados de outro…

Dificil, né, Da Matta?

Tem outros partidos, claro. Vejamos os novos, sem passado “sujo”. Tem a Rede, que ainda não concegue quantidade de assinaturas para existir, e o partido (PMD) criado para existir até a próxima eleição para presidente e depois sumir (porque perde a função de existir).

Não querendo esses, Barbosa teria de escolher um dos partidos de aluguel (há muitos…). Ou fundar um, como fez Eneas. Nesse caso, sua campanha seria (teria de ser, inexoravelmente): “- Meu nome é Barbosa!!!”.

Vê, Da Matta? O solo de barro da politica é mais complicado que o salão refrigerado do STF. Nem cadeira ortopédica tem…

O mais complicado, o complicado mesmo seria, Da Matta, Barbosa virar para o Congresso Nacional, o STF e o povo brasileiro (talvez até para a imprensa, quem sabe?) e sibilar entredentes com olhos injetados de ódio e desprezo (citação textual):

” – Só fale quando eu lhe pedir…”.

Barbosa talvez fosse eleito, Da Matta, terminar o mandato é OUTRA coisa…

Responder

    Francisco

    08 de maio de 2013 às 20h38

    Consegui escrever “conCegue”…

    Jackson Filgueiras

    08 de maio de 2013 às 21h39

    Comentário mais que pertinente. Na mosca, como o artigo.

Dijalma

08 de maio de 2013 às 20h14

Apesar de “proibido”, muitos dos dos nobres juizes do stf, praticam política partidária sim. Não estão nem aí para a Constituição, aliás, alguns acham que eles são a própria Constituição.

Responder

souza

08 de maio de 2013 às 20h13

este elemento, damatta, esta no papel dele, capacho, há muito tempo.

Responder

Dr. Rosinha: Muitos Nêumannes e poucas Elianes - Viomundo - O que você não vê na mídia

08 de maio de 2013 às 20h13

[…] Miguel do Rosário: Pelo amor de Deus, Damatta, quanta besteira! […]

Responder

Roberto Marçal Ferreira

08 de maio de 2013 às 20h12

Estamos no sec. 21 e ainda existe pessoa de idéis tão sem humanidade como esse tal de Damata. Não entendeu nada da vida até hoje. Que pena!

Responder

Jorge Moraes

08 de maio de 2013 às 20h06

A direita já exibiu intelectuais com argumentação menos tosca do que a demonstrada pelo carnavalesco(*) Da Matta.

(*) – a única coisa que o pitecantropólogo estudou com algum cheiro de povo foi o Carnaval. E rime-se, mal.

A impressão que tudo isso dá é que a turma está dura, rola um dinheirinho, e pronto, tome artigos (indefinidos) para jornais e outros veículos de desinformação.

Haja.

Responder

Mauro Silva

08 de maio de 2013 às 19h45

Caro Azenha
Essa histeria do melancólico Da Mata; esse “estou certo que ele venceria no primeiro turno” não passa de uma tentativa canhestra de “legitimar” por hipótese um poder que não vem das urnas como se dela aflorasse.
Medíocre como tudo, absolutamente tudo que esse raso escreveu.

Responder

RicardãoCarioca

08 de maio de 2013 às 19h44

Deve estar rolando um concurso de artigos ultradireitistas entre os funcionários da globo. Quem puxar mais o saco do patrão, deve ganhar um BV.

Os textos dessa gente é tão alienígena que conseguiu convencer a minha avó, de 80 anos e 43 de consumidora de globo, que essa mídia, que ela sempre se permitiu ser influenciada, só quer o mal do Brasil.

Responder

    Mário SF Alves

    08 de maio de 2013 às 20h31

    E viva a lucidez de sua avó. Aliás, tem muita avó por aí que, com mais uns dias de viomundo, mudariam o próprio mundo.

Fabio Passos

08 de maio de 2013 às 19h33

quem sabe com o cristiano hulck como vice…

Responder

    Mário SF Alves

    08 de maio de 2013 às 20h47

    Vice?!! Pra que vice? Desde quando ele, o Barbosão, iria precisar de um vice? Vice ou é pra simples mortais ou é pra quem se compromete a governar em respeito à Constituição Federal. E não pra quem já se acha a própria Constituição e portanto, a encarnação viva (só da ideologia) do Luís XIV, o Rei Sol, aquele a quem se se atribui a máxima “L’État c’est moi”.

Gersier

08 de maio de 2013 às 19h30

É o que eu sempre digo e reafirmo,um diploma de terceiro grau pendurado em uma parede,não significa que o dono do nome nele escrito tenha ética,dignidade e sabedoria.Muito deles são uns tolos que se acham mais inteligentes que os outros,uns panacas de marca maior.Já tive oportunidades de dizer,e disse isso na cara de alguns.Sem argumentos,esses asininos se irritam facilmente quando lhes jogamos na cara suas jumentices.

Responder

Rodrigo Leme

08 de maio de 2013 às 19h29

A esquerda considera tudo que não lhe bate como crime de opinião.

Sr. Damatta, comporte-se e não dê mais opinião. Ou pelo menos peça permissão pra esses bravos progressistas. Não abra a boca pra falar nada, vc não tem direito de pensar.

Responder

    Francisco

    08 de maio de 2013 às 20h18

    Se fosse essa a verdadeira intenção da esquerda, você, por exemplo, “só” teria a Globo, o Estadão, a Veja, a IstoÉ, a Folha, a Época e mais umas trezentas publicações pára se expressar e não teria vez aqui.

    No entanto, vosmecê esta aqui…

    O esquerda brasileira tem essa “incompetencia”: não sabe fazer ditadura como a direita nativa.

    Luís Carlos

    08 de maio de 2013 às 20h38

    Na verdade, é justamente o contrário. Damatta pode escrever o que quiser e os que discordam dele é que não podem manifestar suas idéias e ficar calados, não é Rodrigo? Você tentou calar os que discordam, mas não colou.

    Mário SF Alves

    08 de maio de 2013 às 21h27

    Pois é, Luiz. Eis aí mais um que “perdeu” a noção da proporcionalidade. Mais um que tem o “olho cego” para a abissal diferença de poder de coerção entre a direita e os outros.

    abolicionista

    09 de maio de 2013 às 12h46

    Interessante notar, caro Rodrigo, que o conceito de “opinião” é completamente vazio de conteúdo em seu comentário. Segundo seu argumento, as opiniões são essencialmente diferentes e não devem ser contrapostas (por isso a esquerda cometeria o erro reiterado de criticar as opiniões alheias e de não respeitá-las em sua inextricável singularidade). Ainda que parta de uma crítica válida ao “pensamento único” (que pode aparecer em regimes totalitários ou na mídia brasileira atual), a ideia de democracia subjacente a esse argumento é extremamente perversa. Nela, todos podem ter opiniões, mas essas opiniões não devem se tocar. Elas, as opiniões, seriam apenas o ornamento sob o qual está aquilo que realmente determina o curso do mundo.

    Não é isso que eu entendo por democracia. Penso que, numa democracia que mereça ser chamada pelo nome, as ideias se confrontam e que esse confronto aprimora as visões de mundo e os argumentos daqueles que nele tomam parte. A disputa democrática é caracterizada, não pela incomunicabilidade apaziguada das ideias, mas por um espaço público de discussão, no qual elas possam se confrontar. É claro que esse confronto possui regras, tais como evitar argumentos “ad hominem” e falácias de todo tipo, ela exige um certo tipo de conduta civilizada. Num mundo democrático, nesses termos, a crítica seria uma atividade extremamente saudável para a vida política. Seria perfeitamente possível e inclusive necessário expressar as discordâncias em relação às ideias proferidas pelos outros cidadãos, bem como aceitar as críticas que se mostrassem verdadeiras.

    abolicionista

    09 de maio de 2013 às 12h50

    Quanto a cometer “crime” com ditas opiniões, só se for para matar de rir…

Eme Gomez

08 de maio de 2013 às 19h18

Damatta seria o feminino do “Capitão do Mato” ?
O Globo não tem revisor para seus articulistas ? Que sandice o que disse.

Responder

Maria Rita

08 de maio de 2013 às 19h01

Se alguém me perguntasse sobre o DaMatta, responderia como o matuto mineiro: Mor-Reu. Queimaram a mufa de muitos intelectuais, artistas e especialistas brasileiros. Não sei se foi a grana da globo ou se foi a debandada dos seus antigos leitores e admiradores (os sinceros). O fato é que DaMatta, Lobão, Jabour e cia. ilimitada viraram zumbis.

Responder

    Fabio Passos

    08 de maio de 2013 às 19h57

    transcenderam.
    libertaram-se do mundo real e agora vivem na terra da fantasia… reacionaria. rs

    Gersier

    08 de maio de 2013 às 20h01

    Tem uma outra opção.Um certo fumaçê.

Julio Silveira

08 de maio de 2013 às 18h42

Pior, que é esse tipo de intelectualidade que essa midia, com sua força midiatica financeira avassaladora transforma em icones da sociedade brasileira. Por isso não é de estranhar que tenhamos uma cidadania onde aflora gente sem noção, conservadora em diversas nuances, para tudo que é lado.

Responder

    Mário SF Alves

    08 de maio de 2013 às 20h25

    Bem lembrado, Julio. O Jorge Amado, em “Os Subterrâneos da Liberdade, já deixava bastante claro tudo isso. E é isso mesmo. São ícones fabricados, falaciosos e efêmeros em sua integridade.

Falando pra pobre

08 de maio de 2013 às 18h42

Os artigos do Sr. Damatta correm na mesma linha de todos os outros do PIG, ex. Meirelles, FHC, Torquato (este mais digno), Nêumane, que parou de escrever, e tantos outros. Sem novidades, portanto.

Mas é sempre bom registrar.

Responder

JOACIL DA SILVA CAMBUIM

08 de maio de 2013 às 18h42

Será que o tal Roberto Damatta não estaria padecendo de alguma anomalia psíquica? Sim, porque para não ter constrangimento de falar tanta bobagem somente não estando em seu juízo perfeito.

Responder

Edgar Rocha

08 de maio de 2013 às 18h34

Não é de hoje que o Damatta demonstra um ego e uma autocondescendência de dar arrepios. Dizer que o JB seria eleito logo no primeiro turno com tanta certeza é de uma vaidade e um distanciamento do mundo real que chego a achar que as universidades deveriam fazer puxadinhos nos prédios pra abrigar seus intelectuais de estimação. Dá pena vê-los fora de seu habitat natural, dando declarações que só impressionam a seus pupilos (em troca de nota ou da possibilidade de um mestradinho, claro). Analisando as possibilidades, teríamos que considerar que, pro Barbosa poder concorrer a algo, teria de abrir mão de suas prerrogativas, da sua própria profissão. Acho que não há problema de um juiz ser candidato, desde que seja um EX-JUIZ. O cara iria topar? Ou se subverte a própria ordem democrática, ou então, fica só na referência moral. O Damatta pode afirmar, por direito, este seria o meu candidato ideal. Daí lançá-lo como candidato, tem outras implicações (perigosas, como demonstra o texto). Mesmo assim, a tese de que haja promiscuidade entre o Presidente do Supremos e a Imprensa direitista parece ganhar força. Vão me chamar de otário (já chamaram em outro post), mas, se o Prêmio da TIME não comprometeu a imagem do Lula, por que comprometeria a do Barbosa? Quanto ao pagamento do jornalista da Globo pelo STF, ao menos o executivo e as outras instâncias do judiciário deveriam se manifestar. Ao menos, questionar? Isto tem ocorrido? Enfim, parece que o JB é próximo e estabelece uma relação perigosa com a imprensa. Mas, seria só personalismo? Se alguém quiser provar uma promiscuidade real entre o judiciário e a imprensa, vão precisar de um pouco mais. Senão a mesma porta em que o Lula saiu pra se livrar dos respingos de sua base aliada mais fisiológica (ela existe, aceitemos isto) será usada pra limpar a barra do Barbosão.

Responder

Bernardino

08 de maio de 2013 às 18h27

Parafraseando o saudoso SAULO RAMOS,grande advogado,quando se referiu a um ministro do Supremo.Eu digo esse DAMATTA é um ANtropólogo de MERDA e o sr LULA um semianalfabeto que nomeou um sujeito desse pra posar de justiceiro junto ao país e nao ouvi entidades feministas na época que o acusaram de espancar a mulher.saiu aqui no viomundo uma materia sobre esse asssunto!!
Aliás o sr LULA tem vocaçao pra ser traido pelos que o cercam haja vista as indicaçoes ao supremo que errou em todas e o proprio Ze Dirceu o enganava dentro da CASA Civil.Parece que a falta de DIPLOMA o levou a baixa auto estima e ao desrespeito dos outros!Pelos menos é o que notamos na prática!!!!

Responder

Ralf Rickli

08 de maio de 2013 às 18h25

Estou de luto por um grande antropólogo que morreu. Como é possível que quem escreveu um clássico como “A Casa e a Rua” possa ter ficado com a cara que ficou, e dizer as besteiras desse grau?

Lamentável, pra lá de lamentável.

Responder

Urbano

08 de maio de 2013 às 18h13

O dito está mais para outra coisa do que pra antropologia…

Responder

Jose

08 de maio de 2013 às 18h10

Tentei ler o texto do antropólogo Roberto Da Matta, mas não consegui porque achei desproporcional a apelação do autor dizendo besteiras a respeito da realidade política brasileira. É incrível porque é difícil e impossível de acreditar que uma pessoas como Roberto da Da Matta se preste a expediente tão rasteiro e anacrônico com os fatos.
Basta ver a foto de Marina Silva sentada com Joaquim barbosa de pé com aparência substanciosa de ar professoral, superior… ouvindo a subalterna.
Mas, vamos combinar, esses ministros agem assim porque encontram quem lhes dê espaço para tal, pois se lá nos dois habeas corpus os senadores tivessem cumprido os DEVERES deles de chamar às falas gilmar mendes, certamente, mendes, fuxes, barbosas, gurgeis da vida teriam outra postura e, em vez de criarem desdordens, estariam trabalhando como nós fazemos para sustentar este país.
P.S. O sociólogo Emir Sade juntamente com outra autora estariam escrevendo livro sobre os dez anos de governo PT. Informações triviais não são novidades, temos o direito de saber entranhas como os motivos do exilio do delegado federal Paulo Lacerda, por que Lula aceitou ser humilhado por gilmar mendes, por que Lula colocou num mnistério Mangabeiro Unger que não sabia nem onde ficava a Amazônia, por que, através do BNDES, lula evitou a falência da globo em Nova York: respostas a essas e tantas outras perguntas que estão nas reticenças da história do governo do PT devem ser respondidas porque nós temos o direito de tê-las.

Responder

Flavio Lima

08 de maio de 2013 às 18h04

O Damata só engana quem quer ser enganado. Patético.

Responder

edson silva

08 de maio de 2013 às 17h56

Não que eu tenha alguma vez lido algo coisa desse sr. Damatta. Considereando o veículo ao qual pertence, já da pra imaginar que é da mesma estirpe que o tal noblat e catanhede, nada mais que aspirantes a bobo da corte arnaldo jabor. Esse Damatta deve estar pegando carona em um post que diminuiu significativamente a circulação nas redes sociais pedindo JB para 2014 (algo totalmente insípido e esdrúxulo!). Viva ao PIG do brasil!

Responder

Nivaldo Rizzi

08 de maio de 2013 às 17h34

E Damatta é antropólogo !
O que diria Darcy Ribeiro?

Responder

Ivan Arruda

08 de maio de 2013 às 17h26

Então, quantos doutorandos em Harvard o Brasil possui? Quantos voltarão pensando como o Sr Damatta? Se quem é da área de humanas assim pensa, o que se esperar dos que estão nas área da engenharia, economia, direito e outras? Seria bom dar uma olhada nas chamadas academias para perceberem o quanto se afinam com essas concepções de Damatta. Ponderemos contudo a favor de Damata, seria bem pior se o “ganhador” por ele escolhido fosse o gangster de Berlim.

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Maria Thereza

08 de maio de 2013 às 17h13

Esse povo está com sérios problemas emocionais/psiquiátricos: alucinações, percepção distrocida da realidade, egocentricismo exacerbado, traços de esquizofrenia como bem apontado pelo Rosário,baixa auto-estima, entre outros. Enfim: ou uma bolsa terapia do Alckmin ou internação compulsória.

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Willian

08 de maio de 2013 às 17h10

Estão querendo cortar o mal pela raiz, pelo visto. A Record poderia contratar o Vox Populi para fazer uma pesquisa sobre a intenção de votos para presidente, colocando o Joaquim Barbosa como um dos candidatos.

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geniberto paiva campos

08 de maio de 2013 às 17h06

O sr. Roberto DaMatta está intelctualmente esclerosado. Tenho cá minhas dúvidas se vale a pena gastar tempo com este ex-antropólogo, agora travestido em arauto de golpismo mais escancarado. e usando a novilíngua: GOLPE DE 1º TURNO.
Uma pena ver o triste fim do Policarpo, digo, do DaMatta.

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