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Maria da Conceição Tavares: Vivendo a treva, na mão dos ultra-liberais


07/08/2011 - 23h17

Economia| 05/08/2011 | Copyleft

“Colapso do neoliberalismo sob o tacão dos ultra-neoliberais: é a treva!”

“Não, não é um quadro com o de 1929. Aquele teve um ápice, com recidivas, mas ensejou um desdobramento político que inauguraria um outro ciclo, com Roosevelt e o New Deal. O que passamos agora é distinto de tudo isso”, diz a economista Maria da Conceição Tavares, em entrevista à Carta Maior. E adverte: “Todavia não menos grave e talvez mais angustiante. É um colapso enrustido, arrastado, latejante. Sim, você tem a comprovação empírica do fracasso neoliberal; mas e daí? São eles que estão no comando, ou será o quê esse arrocho fiscal nos EUA enfiado pelo Tea Party na goela do Obama? Vivemos um colapso do neoliberalismo sob o tacão dos ultra-neoliberais: isso é a treva!”

Saul Leblon, na Carta Maior

As manifestações mórbidas de ortodoxia fiscal nos EUA e, antes, o martírio inútil da Grécia, mas também as rebeliões de indignação que tomam as ruas do mundo, em contraste com o alarme sangrento da intolerância neonazista vindo da Noruega, romperam uma blindagem de opacidade e resignação que revestia a crise mundial.

Depois de anos de abordagem asséptica por parte dos governos, e do tratamento complacente e obsequioso desfrutado na mídia, causas e conseqüências da débâcle mais ruidosa do capitalismo desde 1929 adquirem progressiva transparência.

Arcado sob um vácuo de liderança assustador, os EUA de Obama e do Tea Party, mas também a Europa da rendição socialdemocrata, expõem a dimensão política da crise, que realimenta seu impasse econômico.

Nos confrontos de rua entre uma população desesperada e um poder político de representatividade dissolvente, desnuda-se a brutal incompatibilidade entre os mercados financeiros desregulados e os valores da democracia. Na ascendência do Tea Party, pautando um arrocho ortodoxo que joga o planeta às portas de uma Depressão, desaba a confiabilidade na democracia norte-americana que se transforma em fator de insegurança mundial.

A conversa fiada dos centuriões midiáticos que durante o ciclo neoliberal venderam o peixe podre, segundo o qual, democracia e laissez-faire selvagem são personas indissociáveis do capitalismo desregulado, derreteu. Da poça de desilusão escorre um veio de discernimento que se espalha aos poucos pelas praças do mundo: a crise só será efetivamente superada com uma democracia reinventada pela participação popular.

O movimento não se completa, todavia, apesar da truculência incomum, porque a explosão carece, ainda, daqueles atores dos quais se espera , historicamente, a expressão organizada e programática do conflito social: os partidos políticos, mais especificamente, as legendas alinhadas ao campo da esquerda.

Tal vazio afirma a natureza verdadeiramente sistêmica da atual crise, cujo atributo não se restringe ao colapso do corpo econômico de uma época. A crise paradoxalmente trouxe a política de volta porque nenhuma solução de mercado resolverá os impasses causados por ele e por seus mitos.

Essa singularidade não passa desapercebida pelos que se debruçam, como sempre se debruçaram, na análise das crises e impasses do sistema capitalista em busca de respostas progressistas para o presente e o futuro do desenvolvimento brasileiro. Entre as mais importantes contribuições desse indispensável engajamento intelectual está a voz da professora Maria da Conceição Tavares.

Em março deste ano, quando Obama se preparava para aterrissar no Brasil, em meio a confetes e serpentinas de uma mídia obsequiosa, a narrativa dominante saltitava ao som de um novo samba enredo.

Um esforço coreográfico enorme procurava convencer o distinto público sobre a veracidade de algumas fantasias e adereços. A saber: a viagem era um ponto de ruptura entre a ‘política externa de esquerda’ do Itamaraty – leia-se de Lula , Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães – e o suposto empenho da Presidenta Dilma em uma reaproximação ‘estratégica’ com o aliado do Norte; a visita selaria um a nova agenda, ‘uma reconciliação’ entre Brasília e Washington ancorada em concessões e acordos expressivos; Obama seria o paradigma de uma modernidade a ser seguida por Dilma, distinta do ‘populismo’ político e econômico da ‘escumalha’ latinoamericana –ele usa twitter, é cool, não gosta de Lula, nem de Chávez.

Em entrevista à Carta Maior algumas horas antes daquela prometida apoteose que, como é sabido, redundou em fiasco, a professora Maria da Conceição Tavares aspergiu certeiras bisnagas de realismo sobre o entrudo inebriado. E avisou: “Obama não tem nada a nos oferecer. Quase nada depende da vontade de Obama, ou dito melhor, a vontade de Obama quase não pesa nas questões cruciais. A sociedade norte-americana encontra-se congelada pelo bloco conservador por cima e por baixo. Os republicanos mandam no Congresso; os bancos tem hegemonia econômica; a tecnocracia do Estado está acuada.”E arrematou: “Obama foi anulado pelo conservadorismo de bordel da direita norte-americana”.

Carta Maior voltou a conversar agora com a economista a quem todos ligam quando o mundo despenca e é preciso saber para que lado ir. E é isso que o mundo está fazendo há dias, metafórica e financeiramente: despencando.

A extrema direita republicana pautou Obama, como Conceição havia antevisto; asfixiou a política fiscal da maior economia do planeta. O anúncio de cortes de gastos públicos da ordem de US$ 2,4 trilhões de dólares sobre um metabolismo econômico combalido, equivale a ordenar aos mercados que imitem o Barão de Munchausen e se ergam pelos próprios cabelos. O Barão de Munchausen era um contador de lorotas. Só a convicção colegial desastrosa do Tea Party no laissez-faire – cujo equivalente nativo é a mídia e seus consultores – pode inspirar-se nas metáforas capilares do velho Barão para pautar os destinos da economia e da sociedade.

Os mercados sabem que a coisa não funciona assim. Investidores e especuladores urbi et orbi farejaram o desastre e se anteciparam fugindo em massa de ações e títulos, candidatos a perder o valor de face na recessão em curso.

Antes de atender Carta Maior, a professora Maria da Conceição já havia recebido telefonemas de Brasília, com a mesma inquieatação: ‘E agora?’.
A decana dos economistas brasileiros entende de crise. Ela nasceu em abril de 1930, poucos meses depois da 5º feira negra de outubro de 1929, quando as bolsas reduziram todo um ciclo a riqueza especulativa a pó e pânico. Em questão de horas.

A voz rouca de quem viveu e estudou todas as demais crises do capitalismo no século XXI, vai logo avisando: “Não, não é um quadro com o de 1929. Aquele teve um ápice, com recidivas, mas ensejou um desdobramento político que inauguraria um outro ciclo, com Roosevelt e o New Deal. O que passamos agora é distinto de tudo isso”.

Maria da Conceição faz uma pausa para para advertir em seguida: “Todavia não menos grave e talvez mais angustiante. É um colapso enrustido, arrastado, latejante. Sim, você tem a comprovação empírica do fracasso neoliberal; mas e daí? São eles que estão no comando, ou será o quê esse arrocho fiscal nos EUA enfiado pelo Tea Party na goela do Obama? Vivemos um colapso do neoliberalismo sob o tacão dos ultra-neoliberais: isso é a treva!’ , desabafa a professora que recém passou por uma cirurgia delicada, tenta moderar a voz e a contundência, mas seu nome é Maria da Conceição Tavares. Bem, ela reforça o torque satisfeita com a síntese enunciada e sublinha, inclemente: ‘É a treva!’

A professora de reconhecida bagagem intelectual, respeitada mesmo pelos que divergem de seus pontos de vista, normalmente prefere não avançar na reflexão política e ideológica. Mas neste caso insiste: ‘Não é um fascismo explícito, como se viu na Europa, em 30. Até porque o nazismo, por exemplo – e isso não abona em nada aquela catástrofe genocida, postulava o crescimento com forte indução estatal. O que se tem hoje é o horror de um vazio político de onde emergem as criaturas do Tea Party e coisas assemelhadas na Europa. Não há ruptura na crise, mas sim, permanência e aprofundamento. Será uma crise longa, penosa, desagragdora, mais próxima da Depressão do final do século XIX, do que do crack de 1929”.

A seguir, trechos da conversa de Maria da Conceição Tavares com Carta Maior:

Carta Maior – No caso do Brasil, no que esta crise difere da de 2008 que superamos rapidamente? Dá para usar a mesma receita de então?

Maria da Conceição Tavares— “É muito difícil (suspira). Primeiro, pela natureza arrastada, enrustida desse longo crepúsculo. Você fica a tomar medidas pontuais. Tenta mitigar a questão do câmbio para evitar a concorrência predatória das importações. Mas tem efeito limitado. Voce aperta os controles aqui, mas o dólar está derretendo lá fora. Está derretendo sob o peso da recessão e do imobilismo político de quem deveria tomar as rédeas da situação. O Brasil não tem como impedir que o dólar derreta no sistema financeiro mundial.

CM—Isso foi diferente em 2008…

MCT—Em 2008 nós tivemos um efeito oposto; capitais em fuga migraram de várias partes do mundo, de filiais de bancos e multinacionais, para socorrer a quebra das matrizes na Europa e nos EUA. Então o que houve ali foi uma desvalorização cambial; o Real ficou mais fraco. Isso facilitou as coisas pelo lado das exportações e da contenção de importações, ainda que quase tenha levado à breca aqueles que especulavam contra a moeda brasileira, fazendo hedge fictício para ganhar na desvalorização. Mas do ponto de vista macroeconômico foi um quadro mais favorável. Hoje é o inverso.

CM – As reservas atuais, da ordem de US$ 340 bilhões são um alento?

MCT—Também há diferenças desfavoráveis nas contas externas. As reservas hoje são basicamente formadas pela conta de capitais; não tanto pelo superávit comercial, como era então. Significa que hoje são a contrapartida de algo fluido, capitais que não sabemos exatamente se representam investimento produtivo, de mais longo curso, ou especulação capaz de escapar abruptamente. Sobretudo, tenho receio porque uma parte considerável desse ingresso é dívida privada. Com a anomalia dos juros, os maiores do mundo – a nossa herança maldita – e a oferta barata e abundante de dinheiro lá fora, nossas empresas se endividaram a rodo. Se houver uma reversão do ciclo, se o dólar se valorizar, o descasamento entre um passivo em dólar e receitas em reais, no caso de quem não exporta, ou exporta pouco, será traumático. Essa contabilidade hoje por certo é mais grave do que o passivo em hedge que quase quebrou grandes grupos brasileiros em 2008.

CM – Então a margem de manobra do governo Dilma é menor?

MCT – (suspira) Estávamos melhor antes. E muito do que fizemos então não dá para fazer agora…

CM—Mas o governo pode…

MCT— O governo Dilma poderá agir de forma distinta e contundente se a crise virar o Rubicão; aí tudo é lícito e possível.

CM – Por exemplo?

MCT – Por exemplo centralizar o câmbio; controlar importações, remessas etc.

CM— E enquanto isso não ocorre?

MCT – Mas enquanto se arrasta assim, uma crise enrustida, que vai minando, desagregando, sem ser confrontada, fica difícil. Você toma medidas pontuais que se dissolvem.

CM – Há uma superposição de colapso do neoliberalismo com esfarelamento político que realimenta e reproduz o processo?

MCT – Veja, é um colapso empírico da agenda do neoliberalismo. Avulta que a coisa é um desastre e os meus colegas economistas dessa cepa, espero, devem estar conscientes disso. Mas que poder tem os economistas? Nenhum. O poder que conta está nas em outras mãos, a dos responsáveis pela crise. Vivemos um colapso neoliberal sob o tacão dos ultra-neoliberais. Não estamos falando de gente normal, é preciso entender isso. Não são neoliberais comuns. Meu Deus, o que é isso que estão fazendo nos EUA? É a treva! Vivemos um colapso do neoliberalismo sob o tacão dos ultra-neoliberais: isso é a treva! E ela se espalha desagregando, corroendo.

CM—Devemos nos preparar para uma crise longa?

MCT—Sem dúvida. Por conta dessa dimensão autofágica que não enseja um desdobramento político à altura, que inaugure um novo ciclo, como foi com Roosevelt e o New Deal em 29.

CM—As bases sociais do New Deal não existem mais nos EUA?

MCT – Não existem mais. Obama é o reflexo disso. É uma liderança intrinsecamente frouxa. Não tem a impulsão trabalhista e progressista que sustentou o New Deal. É frouxo. Seu eleitorado é difuso ah, ótimo, ele se comunica com os eleitores pelo twitter, etc. E aí? É uma força difusa, desorganizada, estruturalmente à margem do poder. Está fora do poder efetivo no Congresso que é da direita, dos ricos, dos grandes bancos e grandes corporações, como vimos agora no desenho do pacote fiscal. Está fora da indústria também que foi para a China. Esse limbo estrutural é o Obama. Ele pode até ser reeleito, tomara que seja. A alternativa é amedrontadora. Mas isso não mudará a sua natureza frouxa.

CM— Se não existe o componente político que assemelhe essa crise a de 1929, então o que é isso, essa’ treva’ que estamos vivendo?

MCT— (ri) Uma treva é uma treva… O que passamos agora é distinto de tudo o que se viu em 29…Todavia não menos grave e talvez mais angustiante. É um colapso enrustido, como eu disse. Arrastado, latejante, sob o tacão de forças como essas dos ultra-neoliberais. Tampouco é um fascismo explícito, porém, como se viu na Europa, em 30. Até porque o nazismo, por exemplo, e isso não abona em nada aquela catástrofe genocida, postulava o crescimento com forte indução estatal. O que se tem hoje é o horror; um vazio político de onde emergem essas criaturas dos EUA, e coisas assemelhadas na Europa. Será uma crise longa, penosa, desagragdora, mais próxima da Depressão do final do século XIX…

CM- O declínio de um império, como foi o declínio do poder da Inglaterra no final século XIX?

MCT—Sim, é um quadro mais próximo daquele. O poder inglês foi sendo contrastado por nações com industrialização mais moderna. Um arranjo com estrutura de integração superior entre a indústria e o capital financeiro e que aos poucos ultrapassaria a hegemonia inglesa. Foi uma quebra, uma inflexão entre o capitalismo concorrencial e o capitalismo monopolista. A Inglaterra que havia sido a ‘fábrica do mundo’ perdeu o posto para o agigantamento fabril americano e alemão. Isso se arrastou por décadas. Foi uma Depressão, a primeira Depressão que tivemos no capitalismo (durou de 1873 a 1918). Levou à Primeira Guerra, que resultou na Segunda…

CM—Os EUA são a Inglaterra da nossa longa crise… E o novo hegemon?

MCT – As forças que se articularam na sociedade norte-americana, basicamente forças conservadoras, de um reacionarismo profundo, não em condições de produzir uma nova hegemonia propositiva. Claro, eles tem as armas de guerra. Não é pouco, como temos visto. Vão se impor assim por mais tempo. Mas daí não sai um novo hegemon. Vamos caminhar para um poder multilateral, negociado, sujeito a contrapesos que nos livrarão de coisas desse tipo, como a ascendência do Tea Party nos EUA. Uma minoria que irradia a treva para o mundo.

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71 comentários

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Hell Back

08 de outubro de 2011 às 02h05

Pelo que eu entendi o Tea Party seria uma versão "moderna" do fascismo e do nazismo que se sucedeu na Europa nos anos 30' e 40' para, como agora, tomar o lugar deixado pelos partidos políticos.

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Mário SF Alves

18 de setembro de 2011 às 01h12

Bravo, professora. Bravíssimo! És mais brasileira do que toda a soma da elite tupiniquim junta. Vida longa, professora! Vida longa!

Responder

Mario SF Alves

17 de setembro de 2011 às 21h53

"Obama não tem nada a nos oferecer. Quase nada depende da vontade de Obama, ou dito melhor, a vontade de Obama quase não pesa nas questões cruciais. A sociedade norte-americana encontra-se congelada pelo bloco conservador por cima e por baixo. Os republicanos mandam no Congresso; os bancos tem hegemonia econômica; a tecnocracia do Estado está acuada.”E arrematou: “Obama foi anulado pelo conservadorismo de bordel da direita norte-americana”.
O que e isso, professora? Teoria da conspiração?!! Mais uma vez sagaz, responsável, brilhante. Vida longa, professora! Você e mais brasileira do que a soma de toda a elite econômica tupiniquim junta.

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À espera da pílula do bom consumidor | Viomundo - O que você não vê na mídia

11 de setembro de 2011 às 19h09

[…] Conceição Tavares: Vivendo a treva, na mão dos ultra-liberais   […]

Responder

Paulo Nogueira Batista: Brasil tem munição contra a crise | Viomundo - O que você não vê na mídia

21 de agosto de 2011 às 13h34

[…] Maria da Conceição Tavares: Vivendo a treva, nas mãos dos ultra-liberais   […]

Responder

FrancoAtirador

12 de agosto de 2011 às 02h19

.
.
Unasul prepara estratégia comum para enfrentar a crise

“É preciso encontrar mecanismos para desmontar o arcabouço neoliberal ”, defendem os ministros de Economia e chefes de bancos centrais de doze países da região, como meta dos encontros que iniciam nesta quinta-feira (11), em Buenos Aires.

Os eixos do debate estão fixados em quatro pontos:

a promoção da integração produtiva regional,
a administração coordenada das reservas internacionais dos bancos centrais,
a regulação dos movimentos de capitais especulativos de curto prazo
e o financiamento dos processos de integração regionais.

Tomás Lukin – Pagina/12, via Carta Maior com tradução de Katarina Peixoto

Íntegra em:

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

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Na Europa, mão invisível do mercado toma um tapa | Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de agosto de 2011 às 00h14

[…] Maria da Conceição Tavares, de olho na treva […]

Responder

Jorgeben

10 de agosto de 2011 às 19h48

Qual é o problema desses neoliberais tupiniquins? Os caras acham que apenas com teoria econômica (equivocada) são capazes de explicar o mundo? Pior, parece-me que só sabem pensar de forma maniqueísta… como um aluno de primário que acabou de aprender algo em sala de aula e sai por aí tentando usar seu novo conhecimento em qualquer lugar, de forma totalmente descontextualizada…
O que importa se Maria da Conceição Tavares não acertar exatamente o que acontecerá? Isso não indica em nada o seu conhecimento. O fato é que ela tem uma apreensão muito profunda e nítida do objeto que se propõe a analisar.
O que tem a ver ela nunca ter sido convidada para um BC com sua competência? Se ela fosse para o BC e a inflação disparasse, então ela seria uma péssima economista?!?!? Fracassos de planos de estabilização não necessariamente tem sua explicação esgotada em fatores econômicos.
O Real deu certo(?). Muito da armadilha na qual se encontra o governo hoje surgiu ou se agravou pelos custos em que o PSDB deliberadamente incorreu para manter o Plano.
Esses caras ficam aí sempre recorrendo a modelos para interpretar a realidade. Daí surgem conclusões equivocadas, correlações espúrias, sem entender que o problema da economia no fundo é um problema de política.

Responder

Ativando Neurônios

09 de agosto de 2011 às 22h11

[…] A diferença, agora, como notou a economista Maria da Conceição Tavares, é que a grande crise que começou em 2008 é …. […]

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Soy Loco Por Ti, América » O que você fazia em 8 de agosto de 2011?

09 de agosto de 2011 às 14h09

[…] A diferença, agora, como notou a economista Maria da Conceição Tavares, é que a grande crise que começou em 2008 é …. […]

Responder

SILOÉ-RJ

08 de agosto de 2011 às 21h37

Confio na Dilma e de novo vai ser uma marolinha.

Responder

Marco Antonio L.

08 de agosto de 2011 às 20h56

Aonde que a Maria da Conceição não está tão otimista??? Eu hem. Ela além de otimista, é nacionalista e entende muito de economia.

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Pedro

08 de agosto de 2011 às 19h21

"a crise só será efetivamente superada com uma democracia reinventada pela participação popular". Destaquei essa frase do artigo do Saul. Saul, por que não tratar especificamente dessa questão que você enuncia tão bem e que expressa, assim penso, o movimento histórico atual? Zola dizia: em tudo o que toco vejo o socialismo. A responsabilidade do que está acontecendo no mundo é exclusiva do capitalismo, o qual não tem nada de positivo para apresentar à humanidade.

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Rafael

08 de agosto de 2011 às 18h28

Não seria solução para essa crise adoção da mesma política adotada por Roosevelt, estado de bem estar social e indutor do crescimento? Pelo que já li essa crise é o esgotamento do modelo neoliberal.

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Dilma: “Pela segunda vez o Brasil não treme” | Viomundo - O que você não vê na mídia

08 de agosto de 2011 às 18h24

[…] Maria da Conceição Tavares não está tão otimista quanto a presidente […]

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Maria da Conceição Tavares: Vivendo a treva, na mão dos ultra-liberais « Projeto Nacional

08 de agosto de 2011 às 17h44

[…] Via Vi o Mundo Imprima Compartilhe: […]

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Krugman, sobre o banho de sangue: O problema é político, não econômico | Viomundo - O que você não vê na mídia

08 de agosto de 2011 às 17h34

[…] Maria da Conceição Tavares: Vivendo a treva, na mão dos ultra-liberais Tempos sombrios adiante […]

Responder

yacov

08 de agosto de 2011 às 17h17

Por mais que lute contra isso, às vezes tenho que dar razão ao jobim: "Os idiotas proliferam"!!! A crise não é econômica, é política, estúpidos!!! O dinheiro existe e está todo lá, nos cofres dos bancos, o que devemos fazer para tirá-lo de lá e investir em políticas públicas inclusivas e distributivas é que é o problema, já que esses pulhas preferem destruir o mundo a sair de cima de sua pilha de dinheiro.

"O BRASIL PARA TODOS não passa na glObo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

Responder

Bonifa

08 de agosto de 2011 às 17h07

O que se passa na cabeça de quem não vê outra saida a não ser saidas ortodoxas neoliberais? É preocupante para o resto do mundo que opiniões e artigos já comecem a surgir na imprensa da Europa culpando a China pela crise (Le Monde de domingo). Culpam a moeda da China, mas a moeda de um país globalizado comercialmente é o próprio país. No fundo, querem dizer que se a China não existisse, nada disso que acontece estaria acontecendo. Se a China tivesse se limitado a ser o que era na década de sessenta, se não tivesse emergido, o mundo estaria, para eles, claro, às mil maravilhas. Nesse embalo, vão culpar também o Brasil, por estar emergindo. E a Índia e todos os outros emergentes. Conclusão: o sistema deles já não funciona mais para um mundo que se transformou, mas eles não querem se transformar para se adaptarem ao mundo em transformação. Eles serão bem capazes de tentar a todo custo, mesmo recorrendo à guerra, tentar fazer com que o mundo regresse ao passado.

Responder

    Mario SF Alves

    17 de setembro de 2011 às 22h31

    Valeu, Bonifa. Bingo!!!

O_Brasileiro

08 de agosto de 2011 às 15h29

Os neoliberais são "baby boomers" mimados que não sabem o que significa "desapego". Aprenderão, e com isso amadurecerão, da forma mais dolorosa.
Aprendam com a história, ultra-neo-liberais, "vão-se os anéis, ficam-se os dedos"!
E se Xerxes não tivesse invadido a Grécia?
E se Hitler não tivesse tentado invadir a Inglaterra e a Rússia?
Por essa linha, aguarda-se o fim do neoliberalismo… que nunca devia ter nascido!

Responder

Regina Braga

08 de agosto de 2011 às 14h55

A carta de intenções da grobo é como o tea party…mentirosos! Foram os neoliberais e a grobo que lotaram o inferno,com suas intenções…Depois os demotucanos tiveram que voltar a terra e com eles as trevas.O duro, é que o povo trabalhador e honesto são os que mais sofrem…Enquanto os banqueiros e as Agências continuam a ganhar bilhões.Levar a guerra civil ou mundial prá eles é a mesma coisa.Até quando vamos tolerar tanta injustiça?

Responder

monge scéptico

08 de agosto de 2011 às 13h45

Afinal para foi o dinheiro?O que há na realidade? Q mecanismo é esse que faz com que dinheiro desapareça? Usura? Um especialista por favor, para explicar as razões dessa recorrência.
O capitalismo real é, o capitalismo de estado. Este regula tudo e cria regras rígidas para que a
economia não saia dos trilhos e impedir que os neo liberais pratiquem a usura sem limites.
Usura, açambarcamento das riquezas para poucos, pode ser o cerne da crise ou, não.
Veremos.

Responder

Jorge Leite Pinto

08 de agosto de 2011 às 13h29

Tenho muito respeito e admiração pela pessoa da economista MCA. Mas, como economia é tudo (menos ciência exata, pelo contrário) não é raro constatarmos que suas previsões não se realizam…
Como sempre, sua analise do momento é bastante lúcida e coerente. Resta torcermos para que suas previsões, mais uma vez, não se realizem…

Responder

EUNAOSABIA

08 de agosto de 2011 às 12h50

Conceição Tavares é igual ao Argentino, tem que comprar pelo que ele vale e vender pelo que ele pensa que vale…. falo no sentido figurado e sem a intenção de causar desrespeito.. mas é a verdade…

Se Conceição Tavares é tudo isso mesmo que vocês dizem, por que ela não foi presidente do Banco Central ou Ministra da Fazenda dos governos Lula e agora Dilma??? já estão no terceiro governo de vocês… por que Lula e Dilma não a nomeiam para o BC ou Fazenda??? se ela é tudo isso mesmo…

Essa aí foi outra que disse que o Real ia durar uma semana…

Quem acha que o Real foi um fracasso pega nota de Real de dentro da carteira e queima, faz igual Lula fez na TV.

FHC é tão ruim que ele não quebrou só o Brasil, FHC quebrou o México, a Rússia, a Argentina, a Índia, a Malásia, a Coréia do Sul… ou seja…. esse FHC é tão ruim que além de quebrar o Brasil ele quebrou mais meio mundo….

Li por aqui um lunático esquerdopata pregando a redução drástica das taxas de juros já… o mesmo panfletão quer que as autoridades "fixem o câmbio"… é um coitado mesmo… como se isso fosse possível pela livre vontade da presidente….ou de quem quer que seja…

Vão estudar rapaz…. e parem de destilar suas sandices sobre economia por aqui…

Taxa de juros é interação entre demanda e oferta de moeda… no caso do Brasil, funciona hoje para rolar a dívida interna que Lula largou no colo de Dilma e que não para de crescer, as taxas de juros no Brasil são as maiores do mundo a fim de pagar a dívida interna, é dívida gerando dívida…… quanto ao câmbio… a atuação do BC sobre essa variável é quase nula, na melhor das hipóteses os efeitos são de curtíssimo prazo…. larguem de falar bobagens e repetir jargões de certos blogueiros perdidos na internete e que não têm compromisso algum com a verdade…

Dedo pra baixo pelegada… quero ver é provar que estou errado… me prova com uso da teoria… e não com bla bla bla manjado de vocês…

Responder

    ZePovinho

    08 de agosto de 2011 às 14h45

    É isso aí!!!O EUNAOSABIA está coberto de razão;afinal ele também é Professor Emérito da UFRJ como a Conceição Tavares!!!
    Essa o EUNAOSABIA merece:

    [youtube dsAc3ksU7bQ http://www.youtube.com/watch?v=dsAc3ksU7bQ youtube]

    yacov

    08 de agosto de 2011 às 17h11

    Ô SABINADA, vc só tem papo furado, meu rapaz… Já que tu manja tanto assim de economa e política, porque não monta seu próprio blog e pára de ficar dando uma de SUPERIOR aqui, seu xarope?!? Todos sabem que os fundamentos da macroeconomia são os mesmos para todos, no entanto o pessoal do PT os adminitrou muito melhor que os Chicago Boys do "THC, digo, fhc". Se não fosse o FMI o basbaque do "FDP, digo, fhc", tinha mantido câmbio fixo e até hoje não teríamos metas para inflação, que foi o que nos fez falir em 3 crises periféricas e cuja adoção foram as condições do Clinton, para liberar a grana que reelegeu o "FDP, digo, fhc", e salvou o Brasil da recessão em 1998. Vá contar suas histórias para boi dormir lá no Blog do Reinaldo Cuazedo, que só tem vaquinha de presépio na audiência. VIVA A MARIA DA CONCEIÇÂO TAVARES!! Ela sim, SABE TUDO!! "O BRASIL PARA TODOS não passa na glObo – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

    Tiao M. Bevilaqua

    09 de agosto de 2011 às 23h44

    Essa da taxa de juros ser determinada por oferte a demanda de moeda é de lascar. O q é oferta e o q é demanda de moeda? Taxa de juros é um preço como …. abóbora? Ou um preço “institucional”.
    Por que o Brasil tem uma taxa de juros de quase 7%, e o Chile, por exemplo, algo próximo aos 2%?
    Mais importante que tudo, por que há países com taxa de juros negativa? É por que não têm demanda por dinheiro?

semanariopolitico

08 de agosto de 2011 às 12h46

…Maria

Só não esqueça que é 'feio' falar em leninismo, em partido Comunista, revolução socialista…indico a você o Site Inverta.

Por muito menos, o mundo mergulhou em duas guerras mundiais que levaram milhões e milhões de vidas humanas – tudo isso em função do lucro – sacro santo lucro.

Abs

Responder

Onde é que você estava em agosto de 2011?, por Luiz Carlos Azenha | Paulo Teixeira

08 de agosto de 2011 às 11h18

[…] A diferença, agora, como notou a economista Maria da Conceição Tavares, é que a grande crise que começou em 2008 é …. […]

Responder

Campineiro

08 de agosto de 2011 às 10h35

Nunca vi esta Sra. acertar uma única previsão.
Os comentários dela são sempre apocalípticos, e de valia zero.
Lembro bem dela chorando prevendo o fracasso do plano real, corroborando assim com o patrão maior dela, Lula

A voz rouca se deve ao fato de fumar durante 50 anos que nem condenada, e não tem nada a ver com viver ou estudar.

Responder

    Silvio I

    08 de agosto de 2011 às 11h18

    Campineiro:
    Assim você acredita que ela está errada? Espera para ver, de aqui há uns poucos anos, e nos contas apos, si ela acertou ou não.

    Canena

    08 de agosto de 2011 às 15h11

    Campineiro estes postadores não entendem nada de economia.
    P/F chamem o Serra, ele não é economista?
    E até ao presente momento não deu um pitaco sobre a crise.
    Ele é ou não alternativa para presidir o Brasil

    yacov

    08 de agosto de 2011 às 17h01

    Definitivamente, NÂO!!!

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na gloBO – O que passa na glOBo é um braZil para TOLOS"

    cronopio

    09 de agosto de 2011 às 19h41

    Cara, empresta essa bola de cristal?

    Rafael

    08 de agosto de 2011 às 11h30

    Mas se pensar bem ela não errou, o Brasil de fhc faliu três vezes para manter o plano que fhc se diz pai. Se não fosse Lula com certeza o real teria quebrado. Se tivesse serra como presidente ou qualquer outro do psdb no governo a partir de 2008 o Brasil estaria falido, humilhado, destruído.

    Campineiro

    08 de agosto de 2011 às 14h27

    Se não fosse Lula com certeza o real teria quebrado.

    Po meu, fala sério.

    EUNAOSABIA

    08 de agosto de 2011 às 15h27

    Campineiro…por aqui é daí pra cima amigo… e não é piada de salão não…

    cronopio

    09 de agosto de 2011 às 19h41

    Continua não sabendo de nada, né, EUNAOSABIA?

    Rafael

    08 de agosto de 2011 às 16h24

    Não tenho dúvida disso. É fato que se não fosse a política adotada por Lula o real não resistiria, muito menos o Brasil. Como todo vários já disseram, e eu me lembro muito bem, qualquer crise em um páis distante o Brasil ia junto e isso é fato não é opinião. A economia era extremamente frágil. Verdade é que fhc fez o máximo endividando o país para manter o real vivo porque se não desse certo o real, seria uma desgraça política para psdb. A ironia é que essa desgraça chegou justamente por essa política para manter o real sem contar privatizações(saque ao patrimônio público) o governo fhc só não aconteceu impeachment proque a globo protegeu o governo.

    Alan Patrick

    08 de agosto de 2011 às 12h15

    Na verdade o Plano Real foi sim um fracasso, e só se lembrar da maxidesvalorização do real frente ao dólar em 1999. Se não fosse o empréstimo do governo dos EUA para salvar o Brasil na época, a recessão teria sido bem pior, exatamente como havia previsto a Maria da conceição Tavares.

    Luiz Reis

    08 de agosto de 2011 às 17h46

    Ah, você sim deve ser uma sumidade… porque não aproveita e… SOME?

    Bonifa

    08 de agosto de 2011 às 17h49

    Campineiro, meu filho, previsão para você só com a Mãe Diná.

FrancoAtirador

08 de agosto de 2011 às 10h24

.
.
O Brasil só se salva
por uma ação compartilhada
entre os países da América do Sul,
através da UNASUL e da ALBA.

Se, por outro lado, ficar esperando
que os "mercados" deem a solução
e resolvam a crise, que eles criaram,
"Adiós, Pampa Mia!".
.
.

Responder

    Silvio I

    08 de agosto de 2011 às 11h21

    Franco Atirador:
    E necessário que o Paraguai aprove a entrada de Venezuela no MERCOSUL.

    FrancoAtirador

    08 de agosto de 2011 às 19h05

    .
    .
    Também.

    E urgentemente!
    .
    .

    Atahualpa

    08 de agosto de 2011 às 19h40

    Pronto…agora os parasitas querem mandar nos outros povos também.
    Não faltava mais nada.

    FrancoAtirador

    08 de agosto de 2011 às 20h53

    .
    .
    Não adianta te travestir, troll.

    Todos sabemos que teu nome é legião.
    .
    .

    Mario SF Alves

    17 de setembro de 2011 às 22h19

    Não, Franco, não e legião, e TFPzao! Ou, quem, sabe mais um olavete, o maior rival do omo, aquele que lava mais branco.

    SILOÉ-RJ

    08 de agosto de 2011 às 21h29

    Você bem que poderia fazer alguma coisa para ser digno do seu nome ou apelido.

Francisco Salomon

08 de agosto de 2011 às 10h06

Não foi essa senhora que chorou quando do lançamento do fracassado Plano Cruzado??

Repito, o que essa senhora faria para acabar com uma inflação de 82% ao mês??? ser profeta do apocalipse é fácil, principalmente quando não se tem compromisso algum, como é o caso dela.

Responder

    edv

    08 de agosto de 2011 às 17h10

    Que mito é esse de inflação de 82% ao mês, cara pálida?
    Tá confundindo planos aí?
    Bolando as trocas?
    Lembre-se que existiram vários planos (CruzadoI/II/Verão/Bresser/Collor, etc.), que foram a aquisição de experiência para o Real, que não saiu de 82%. Este, se não me enfano foi o Collor, mas basta usar o Google… Informe-e melhor antes de promover propaganda enganosa.
    Outra coisa curiosa é que todos os outros planos foram sabotados pela mírdia…
    O Real de Itamar, concebido pela equipe econômica de outros planos e consolidado por Ricúpero e Ciro Gomes (FHC só apareceu na foto de inauguração e saiu 30 dias depois do lançamento da URV (antes do Real) para fazer campanha. Ah, sim, assinou as notas do Real, em estelionato, pois já não era mais nada no governo). Surfou na onda e destruiu a nação por 8 anos…

    Mario SF Alves

    17 de setembro de 2011 às 22h27

    Pombas, Edv, ta dando aulas pro inimigo?!!

João PR

08 de agosto de 2011 às 09h18

Triste constatar, mas a economista Maria da Conceição Tavares está repleta de razão.

E tem um agravante nisto tudo: Obama "é uma liderança intrinsecamente frouxa". Ou seja, a solução não virá dos EUA, nem parte da mesma.

O mundo, meus caros, passa por mais uma transformação. Aonde chegaremos, e como faremos para chegar lá, estes são os problemas.

Responder

    Bonifa

    08 de agosto de 2011 às 18h00

    Para cumprir todas as suas promessas, Obama teria que ter partido sem medo para cima de Wall Street. Teria que ter patrocinado devassa na patifaria financeira e levado os principais culpados à prisão humilhante. Mas não fez nada disso, rendeu-se. Agora, que conclusão os eleitores americanos podem tirar de sua limitada democracia? Enquanto este sistema de conjunto binário permanecer, nem mesmo um negro, que deveria representar o povo mais fragilizado, poderá se empenhar em salvar a democracia americana. Para Wall Street, não importa a cor do gato, desde que NÃO pegue os ratos.

    Rafael

    08 de agosto de 2011 às 18h26

    A questão partir para cima de Wall Street é impossível, são financiadores da campanha do Obama.

    Mario SF Alves

    17 de setembro de 2011 às 22h23

    Ou seja: teria de ser o presidente do pais e não das corporations e assemelhadas.

Francisco Salomon

08 de agosto de 2011 às 08h07

Gostaria de saber qual era o Plano Econômico de Maria da Conceição Tavaes para acabar com a híper inflação no país.

Responder

    Marcio H Silva

    08 de agosto de 2011 às 08h21

    Primeiro, não há HIPERinflação no país neste momento. Pode haver no futuro, quem sabe.
    Segundo, o fenomeno da inflação é mundial, e não só em nosso país.

    M. S. Romares

    08 de agosto de 2011 às 17h09

    Márcio, não perca seu tempo respondendo.

    Luiz Reis

    08 de agosto de 2011 às 17h45

    HIPERINFLAÇÃO???? Em que país vive, meu filho? Cala a boca, Magda!!!!

Onde é que você estava em agosto de 2011? | Viomundo - O que você não vê na mídia

08 de agosto de 2011 às 07h38

[…] A diferença, agora, como notou a economista Maria da Conceição Tavares, é que a grande crise que começou em 2008 é …. […]

Responder

JOSE DANTAS

08 de agosto de 2011 às 07h38

É um caos mais abrangente, diferente daquele caos que se instala na casa do desempregado ou do micro empresário que baixou as portas em consequência de uma crise localizada, que já estão calejados nesse sentido e encontrarão rapidamente o caminho da sobrevivência.
Dessa vez, grandes e pequenos sentirão aquela "revolução" nas tripas, característica do sufoco em qualquer circunstância.
Quando os ultra-liberais sugarem a última gota de sangue daqueles que se encontram sob seus pés, partirão para o vampirismo entre si e chegarão rapidamente a conclusão de que seus bilhões não valem absolutamente nada diante de um destino comum a toda a humanidade.
A partir daí a ilusão material que domina o mundo cederá vez a realidade em torno de nossa rápida passagem por este Planeta e o misterioso futuro que nos aguarda.
Quem viver verá e "é morrendo que se vive", segundo São Francisco.

Responder

Marcio H Silva

08 de agosto de 2011 às 01h51

Porque Maria da Conceição Tavares NUNCA é convidada por analistas dos PIGs? seria legal ve-la dando uma entrevcista na Grobonews para a urubóloga.

Responder

    JOSE DANTAS

    08 de agosto de 2011 às 08h05

    A Maria da conceição não diria o que eles querem ouvir. Só isso.

    Marcio H Silva

    08 de agosto de 2011 às 08h20

    Isto todos sabemos, não é? eu tava de cinismo na frase.

    yacov

    08 de agosto de 2011 às 17h20

    Essa é uma ótima indicação da solidez de seu conhecimento, e de seu comprometimento com a verdade dos fatos.

    "O BRASIL PARA TODOS não passa na glOBo – O que passa na glOBO é um braZil para TOLOS"

Marcio H Silva

08 de agosto de 2011 às 01h46

Caraca Azenha e Conceição, voces tiraram a metralhadora da Gaveta e disparam post adoidado. O Blog tá parecendo jornal diario!. Assim agente num guenta……

Responder

Silvio I

08 de agosto de 2011 às 00h26

Azenha:
Isso pode levar a uma guerra civil, no EUA. No devemos esquecer, que esse povo está armado. Não e como outros povos, onde os cidadãos não possuem armas.

Responder

    Marcio H Silva

    08 de agosto de 2011 às 08h22

    Sem levar em consideração que o Americano médio é idiota e maluco.


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