VIOMUNDO

Diário da Resistência

Sobre


Política

Maria da Conceição Tavares: “A Alemanha ainda vai pagar caro essa brincadeira”


29/11/2011 - 15h03

Crise é imprevisível, avaliam economistas em seminário no RJ

“O neoliberalismo não está morto, está com o olho muito aberto, mas entra em crise agora na Europa. O que eles estão fazendo em termos de ajustes recessivos é um completo disparate, no qual a Alemanha tem muita culpa. A Alemanha ainda vai pagar caro essa brincadeira. Se o euro estourar, será na cara deles também”, advertiu Maria da Conceição Tavares em seminário que reuniu nomes do pensamento econômico progressista brasileiro para analisar a crise do capitalismo mundial.

por Maurício Thuswohl, em Carta Maior

Rio de Janeiro – Alguns dos principais nomes do pensamento econômico progressista brasileiro se encontraram na segunda-feira (28) no Rio de Janeiro para analisar a crise do capitalismo mundial e seus reflexos nos países ricos, além das prováveis conseqüências do atual contexto econômico global sobre o Brasil. O debate ocorreu no mesmo dia em que a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) anunciou a redução de suas projeções para a economia global e confirmou a formação de um aparentemente inevitável quadro de recessão para os Estados Unidos e a Europa.

O seminário “A Crise do Capitalismo e o Desenvolvimento do Brasil” foi organizado conjuntamente pelos quatro maiores partidos de esquerda do país, por intermédio das fundações Perseu Abramo (PT), João Mangabeira (PSB), Maurício Grabois (PCdoB) e Leonel Brizola/Alberto Pasqualini (PDT). Os debates reuniram, além de economistas, diversos parlamentares, empresários, sindicalistas e dirigentes partidários de todo o país.

A primeira mesa de debates reuniu nomes do peso de Maria da Conceição Tavares, Carlos Lessa, Luiz Carlos Bresser Pereira e Theotônio dos Santos na análise da crise financeira que atinge o centro da economia global e hoje se manifesta mais fortemente na União Européia, onde a adoção do euro como moeda comum já é posta em xeque.

“O neoliberalismo não está morto, está com o olho muito aberto, mas entra em crise agora na Europa. O neoliberalismo na década de 90 e começo desse século era favorável ao crescimento do G7, mas agora é dramaticamente regressivo, em particular na União Européia. O que eles estão fazendo em termos de ajustes recessivos é um completo disparate, no qual a Alemanha tem muita culpa. A Alemanha ainda vai pagar caro essa brincadeira. Se o euro estourar, será na cara deles também”, disse Maria da Conceição Tavares.

Conceição não vê solução para a insegurança econômica global nos próximos anos: “A crise européia deve prolongar a instabilidade financeira, com uma ameaça de estagnação com deflação. Os preços industriais estão caindo e talvez caiam também os preços das commodities, o que não será legal para o Brasil”.

Segundo a economista, hoje na Europa a grande discussão é manter ou não o euro: “A esquerda quer manter, mas a direita nacionalista não quer, pois prefere voltar às moedas nacionais para permitir a desvalorização da dívida em moeda nacional. Se acontecer, o que isso irá gerar de desvalorização competitiva restabelecerá na Europa o clima da década de 20, quando foi rompido o padrão ouro. É uma coisa muito problemática”, avaliou.

Dupla natureza

Segundo Bresser Pereira, a crise do euro tem dupla natureza: “De um lado, é uma crise fiscal de Estados que estavam razoavelmente equilibrados do ponto de vista fiscal até 2008. Um exemplo é a dívida pública da Irlanda, que era de 25% do PIB em 2007. Aí, veio a quebra dos bancos irlandeses, o governo socorreu e a dívida pública da Irlanda, no fim de 2010, era de 99% do PIB. A dívida pública surgiu da quebra dos bancos, fundamentalmente. Os Estados do Sul da Europa se endividaram para socorrer seus bancos e aí os mercados financeiros perderam a confiança nesses países e na sua capacidade de pagamento. Então, a taxa de juros está aumentando. Isso já aconteceu com a Irlanda, depois com a Grécia, e agora está acontecendo com Itália”.

A outra natureza da crise européia, segundo Bresser, é cambial: “Os países em crise aguda tiveram déficits públicos pequenos, mas grandes déficits em conta corrente, o que se explica em parte também pelo consumo irresponsável feito internamente. A taxa de câmbio implícita desses países, definida pela relação salário-produtividade, se apreciou, e eles, então, entraram em um déficit de conta corrente muito grande em relação à Alemanha. Isso implica em endividamento para empresas, famílias e bancos, e torna a situação insustentável para esses países”.

Segundo o economista, o que ocorre na União Européia é uma crise de soberania monetária: “Ou você tem autonomia e decide sobre sua vida ou fica na mão dos outros. Não há soberania possível se você não tem uma moeda nacional. Os países da zona do euro, quando fizeram o acordo, aceitaram trocar suas moedas nacionais por uma moeda estrangeira, o euro. A moeda nacional tem duas características muito importantes, que só se percebe em tempos de crise: você pode emitir e pode desvalorizar. A Grécia não pôde fazer isso, a Espanha e a Itália não poderão fazer isso…”.

Para Bresser, a solução para o problema da dívida pública começaria com uma medida: “O banco central europeu deveria funcionar como o banco nacional desses países. Ou seja, emitir dinheiro para comprar os títulos que estão a juros altíssimos, e com isso baixar a taxa de juros e reequilibrar o sistema”. Em relação ao déficit em conta corrente, a solução racional, segundo o economista, seria cada país poder desvalorizar sua moeda: “Com isso, você baixa o salário, mas de uma forma menos dolorosa, não baixa via desemprego. A decisão de países como Espanha ou Itália de continuar no euro é complicada. Não sou capaz de dizer o que vai acontecer”.

A dificuldade em se fazer previsões sobre os desdobramentos da crise também foi citada por Carlos Lessa: “Essa crise apresenta uma grande opacidade em relação ao seu desdobramento. Esperamos — vamos bater na madeira  — que a solução não se dê em termos de conflito mundial. Ninguém poderá dizer com razoável precisão como será o mundo daqui a dez anos. Porém, é possível dizer que será muito diferente do atual”.

G2

Essa diferença, segundo Lessa, será fundamentalmente geopolítica e terá EUA e China como atores principais, no que ele chama ironicamente de G2: “Quero crer que o império continua império. O orçamento militar norte-americano supera o somatório dos nove orçamentos militares que lhe sucedem e este ano foi aprovado nos EUA o maior orçamento militar de todos os tempos. Culturalmente, as pautas americanas já são absolutamente universalizadas. Acho que não tem G7 nem G 20. O que tem é G2, que é o matrimônio de um país chamado EUA, que é o império, e uma periferia chamada China”, disse Lessa, comparando o papel atual da China às “maquilas” mexicanas, que serviam de montadoras para produtos que depois retornavam aos EUA.

Theotônio dos Santos disse entender a natureza da atual crise européia como sendo secular: “Há um caráter cíclico na economia mundial, a crise não é novidade absoluta”, afirmou, antes de apresentar alguns números: “Entre 1900 e 1913, o PIB per capta cresceu cerca de 1,5%. Depois, de 14 a 38, período em que ocorreu a crise de 1929, o PIB cresceu apenas 0,8%. Entre 38 a 73, no chamado período de ouro do capitalismo, o PIB voltou a crescer cerca de 2,3%. Depois, de 74 a 93, o crescimento foi de 1,2%, em um período tipicamente de descenso de longo prazo. De 1994 para cá, o crescimento tem sido em torno de 2,3% apesar de duas crises fortes em 2000 e 2008. Há uma tendência a oscilar a taxa de crescimento da economia mundial”.

Leia também:

Paulo Nogueira Batista: Brasil mais forte para enfrentar crise que em 2008

Ajude o VIOMUNDO a sobreviver

Nós precisamos da ajuda financeira de vocês, leitores, por isso ajudem-nos a garantir nossa sobrevivência comprando um de nossos livros.

Rede Globo: 40 anos de poder e hegemonia

Edição Limitada

R$ 79 + frete

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único

R$ 40 + frete

Pacote de 2 livros - A mídia descontrolada e Rede Globo

Promoção

R$ 99 + frete

A gente sobrevive. Você lê!


67 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Economist of the day « occasional links & commentary

26 de maio de 2012 às 13h11

[…] a recent interview, Tavares explained that, Neoliberalism is not dead, it has its eyes wide open, but it is entering […]

Responder

Scan

30 de novembro de 2011 às 12h56

Pagar caro? E desde quando a Alemenha pagou alguma coisa a alguém?
A França e a Bélgica que o digam…

Responder

Nelson

30 de novembro de 2011 às 10h22

Francisco.

Na verdade, o Sr FHC e seus asseclas – todos graduados, pós-graduados, doutorados, mestrados em Economia, Administração e o escambau – multiplicaram a dívida pública brasileira POR DEZ em apenas oito anos, mesmo privatizando (doando, para dizer a verdade) praticamente 70% do patrimônio público pertencente ao povo brasileiro.
Em janeiro de 1995 tal dívida era de R$ 68 bilhões e em dezembro de 2002, quando FHC estava "largando o osso" já chegava aos R$ 685 bilhões.
Se formos computar desde o início do tão elogiado Plano Real, a coisa fica ainda pior, pois, em julho de 1994, a dívida pública era de apenas R$ 48 bilhões.
Com tudo isso, ainda vemos, volta e meia, os órgãos da mídia hegemônica e seus (de)formadores de opinão a incensarem o governo FHC como paradigma da boa administração.

Responder

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 00h20

    De 48 para 685 bi!!! E quem ou o quê se beneficiou disso. Qual é o nome do ralo. Corrupção? Sistema bancário?
    Já paradigma da boa administração?!! Só se for boa para os de sempre; para os que se "achavam" os donos da Casa-Grande. Os daqui e os made in USA.

Oliveira

30 de novembro de 2011 às 09h27

As coisas tão mudando pra melhor. O G2 – China e Índia – é um casamento diferente, onde a submissão não é como antes. Pois a China é mais independente. A América Latina está mudando pra melhor, muito mais crítica com relação ao Império e mais unida. A Ásia sob a influência chinesa e japonesa está mais forte. E a relação comercial/diplomática Sul-Sul vai mostrar para a África o seu melhor Norte.

Responder

FrancoAtirador

30 de novembro de 2011 às 01h45

.
.
DESVALORIZAÇÃO COMPETITIVA

Por Robert Kurz

A moeda forte, com alto valor externo, é geralmente considerada como sinal de superioridade económica. As chamadas moedas fracas, pelo contrário, pertencem a Estados perdedores e candidatos à descida no mercado mundial. Esta regra, no entanto, parece ter perdido a credibilidade. Em toda a parte o medo é que a própria moeda possa tornar-se demasiado forte. Na Suíça, o banco central intervém para fazer descer o franco suíço ascendente relativamente ao euro em dificuldades. Os bancos centrais do Japão e de outros países executam a mesma política em relação ao dólar. E países emergentes como o Brasil estão lutando desesperadamente contra a valorização do seu dinheiro. Inversamente, os EUA e a UE não estão nada tristes com a tendência para a queda da própria moeda, que já não é tão importante. Desde o suposto fim da crise quase se pode falar de desvalorização competitiva.

A questão pode ser explicada pela mudança na estrutura económica da crise do capitalismo. A economia mundial só vai andando assente em créditos inflados de forma surreal e nas relações económicas externas que lhes estão associadas. Os países superavitários, como o Japão, a China e a Alemanha, estão dependentes das exportações de sentido único, os países deficitários estão dependentes do fluxo igualmente de sentido único do capital monetário transnacional. Ambos atingiram os limites. Agora todos tentam recuperar à custa dos outros. Uns querem salvar a todo o custo os excedentes de exportação, os outros por sua vez querem ganhar uma parcela maior das exportações. Mas as exportações são tanto mais baratas e, portanto, mais competitivas, quanto mais fraca for a própria moeda, situação em que as importações, pelo contrário, se tornam mais caras. A desvalorização competitiva mostra que em toda a parte se despreza a economia doméstica e se insiste apenas no crescimento das exportações.

Na zona euro temos a situação particularmente paradoxal em que os países deficitários não podem desvalorizar contra o país excedentário, que é a Alemanha, porque ambos os lados têm uma moeda comum. Além disso, o euro relativamente fraco, graças justamente à crise da dívida do sul da Europa, estimula ainda mais as exportações alemãs para o resto do mundo. Mas esta história de sucesso não vai longe, porque destrói os seus próprios pressupostos. É o rolo compressor da exportação da Alemanha que está a dar cabo do euro. Qualquer manual de economia mostra que algo assim não pode funcionar. Um desmembramento do euro nas antigas moedas nacionais faria certamente aumentar a dívida externa dos países deficitários até um valor incomensurável, valorizando ao mesmo tempo tão drasticamente o marco alemão regressado que a máquina de exportação pararia. O constructo do euro foi obviamente uma operação suicida.

Para os países com grandes excedentes de exportação a valorização só não constitui um problema durante algum tempo se eles também tiverem um mercado interno forte e/ou um monopólio industrial. Foi o caso da Grã-Bretanha no século XIX e dos EUA em meados do século XX. Por isso as moedas destas potências mundiais puderam assumir a função de dinheiro mundial. Após a decadência dos EUA altamente endividados não se vê em lado nenhum um candidato à sucessão, e muito menos a China. A valorização drástica da moeda chinesa, que vem sendo protelada, iria arruinar também lá as indústrias de exportação, desvalorizando simultaneamente as enormes reservas de dólares. Ninguém pode recuar mais da sua posição, mas objectivamente é impossível manter as exportações de sentido único para os países endividados. A desvalorização competitiva leva, para lá da crise do euro, à crise monetária mundial.

Original ABWERTUNGSWETTLAUF (www.exit-online.org)
Publicado em Neues Deutschland , 14.11.2011.

http://obeco.planetaclix.pt/robertkurz.htm

Responder

Fabio

30 de novembro de 2011 às 01h32

O Mundo esta ficando igual ao Brasil , quem diria esta recessão vai longe.

Responder

FrancoAtirador

29 de novembro de 2011 às 23h42

.
.
O PECADO ORIGINAL DA POLÍTICA MONETÁRIA

Por Robert Kurz

Como qualquer doutrina da salvação, a teologia económica neoliberal também não pode deixar de produzir os seus dogmáticos ortodoxos. O lema é: os princípios contra os factos. O presidente do Bundesbank, Axel Weber, é mais um caso actual de apóstolo da respeitabilidade conservadora a lançar a toalha ao chão. Weber, ainda há pouco apontado como o candidato preferido da chanceler Angela Merkel para substituir Trichet na presidência do BCE, afastou-se da sua patrocinadora em discordância sobre a política monetária. Sendo membro da mesma Igreja económica, Merkel tende a preferir o pragmatismo aos dogmas. Weber é tido por guardião estritamente fiel do dinheiro, contra a política de flexibilização do BCE e contra uma "união de transferências" que pretende tapar os buracos do endividamento sem fim. A sua firmeza tem apenas o defeito estético de confundir causa e efeito. Não foi uma política monetária laxista que provocou a crise, pelo contrário, foi a crise que obrigou a uma política monetária laxista. O pecado original do neo-liberalismo ocorreu já com o ex-presidente da Reserva Federal americana, Alan Greenspan, em resposta à crise das Dotcom de 2001. Desde 2008, também o BCE passou à emissão monetária excessiva, contra a sabedoria de sua própria bíblia. O adiamento da crise assim conseguido ameaça transformar-se numa inflação incontrolável, como é dos livros. Mas, se tivesse sido aplicada a verdade da bíblia de Weber, então o euro já teria ido ao ar há muito tempo. Merkel gostaria de controlar a crise da dívida por meio de negociatas políticas. O fundo de resgate do euro vai ser expandido drasticamente, contrariamente às anteriores declarações de intenções. Em contrapartida planeia-se um vago "Pacto para a Competitividade". Subjacente a isto esconde-se o problema de que os deficits que atingiram o limite mais não são do que o reverso dos excedentes de exportação alemães. Uma redução regular da dívida iria quebrar essas exportações unilaterais, colocando simultaneamente em dificuldades os grandes bancos alemães e franceses, que estão assentes em montanhas de títulos classificados como lixo dos países deficitários. Assim, a política de inflação parece ser um mal menor. Os dogmáticos da teologia económica têm razão contra os pragmáticos e vice-versa. É por isso que também vão cair juntos.

Original DER GELDPOLITISCHE SÜNDENFALL (www.exit-online.org)
Publicado na edição impressa de Freitag, Berlin, 17.02.2011

http://obeco.planetaclix.pt/robertkurz.htm

Responder

assalariado.

29 de novembro de 2011 às 22h29

Uma reunião que, supostamente, se pretende de esquerda, em nenhum momento consegue enxergar as idéias socialistas como alternativa ao capitalismo, foi um verdadeiro chute no saco de Karl Marx, deve estar se contorcendo em dores no seu tumulo. Logo chega-se a conclusão que estes partidos e os economistas são tão aburguesados tanto quanto os social democratas, seus irmãos ideológicos, os falidos europeus, que estão nadando de braçada rumo ao tsunami capitalista. Não sobrará Estado que de salvação aos donos do capital, seja industrial ou financeiro, este 2º cria do 1º que, através da exploração da mais valia acumulada as custas dos saques às suas colonias e do suor dos assalariados estão se afogando nesta crise criada por eles. Estes senhores e senhoras, estão todos em busca da salvação do moribundo capitalismo. Isto que é ser progressista(!?)

Um breve relato histórico que foi escrito há mais de 100 anos. Porém atual.

“Em agudas contradições, crises, convulsões, se evidencia a crescente inadequação do desenvolvimento produtivo da sociedade às relações de produção em vigor. A violenta aniquilação do capital (nas crises), não por circunstâncias alheias a ele, mas como condição de sua auto-conservação, é a forma mais contundente de aviso para que ele desapareça e dê lugar a um estágio superior de produção social(…) Estas contradições têm como resultado cataclismos, crises, nos quais, a suspensão momentânea de trabalho e a destruição de grande parte do capital, o fazem voltar violentamente ao ponto no qual é incapaz de empregar plenamente os seus poderes produtivos sem cometer suicídio. No entanto, estas regulares e recorrentes catástrofes têm como resultado a sua repetição em uma escala maior e , por último, à derrubada violenta do Capital.”

Karl Marx.

Saudações, rumo a sociedade Estado/ socialista. Apesar dos partidos de esquerda aburguesados.

Responder

armando

29 de novembro de 2011 às 22h14

a Maria Tavares apoiou planos mirabolantes que só ferraram c/ a economia e o povo e foi contr o Real, que trouxe a estabilidade, que hoje é tida como criação do PT e Lula..ha ha

a unica coisa em que ela acertou foi chorar qdo anunciou o cruzado

Responder

armando

29 de novembro de 2011 às 21h09

A Grecia gastou de forma nada resposável e tem quse 90% de empregados no funcionalismo público.

Lei de resposabilidade fiscal é esencial sim, só quem quer gastar a torto e a direto é que é contra…

Responder

    edv

    30 de novembro de 2011 às 02h15

    Só quem quer gastar a torto e a direito é … banqueiro
    Se quebrar, pega dinheiro público, facinho, de governos reféns.
    Responsabilidade é boa, só pros outros…

    Nelson

    30 de novembro de 2011 às 09h55

    Armando.
    Está ali, logo acima, dito pelo Bresser Pereira, que já foi "cós e calça" com os neoliberais, hojé não chega a tanto: "A dívida pública surgiu da quebra dos bancos, fundamentalmente. Os Estados do Sul da Europa se endividaram para socorrer seus bancos e aí os mercados financeiros perderam a confiança nesses países e na sua capacidade de pagamento."
    E você ainda quer insistir em que acreditemos na tese de que a Grécia quebrou por ter funcionários públicos em demasia.

    EUNAOSABIA

    30 de novembro de 2011 às 10h17

    Não é isso não velho… veja se Inglaterra e Alemanha estão na mesma situação?.. a origem da dívida interna desses países não é esta não.

    Um Alemão se aposenta com 63 anos e um Grego com 48…. no caso da Grécia foi ainda pior… balanços fraudados e não auditados, entrou na UE de forma artificial sem ter cumprido as exigências fiscais para isso, as contas públicas pareciam estar em ordem mas não estavam, a crise da dívida vem de longe, não nasceu agora.

    Existe um conceito na economia chamado de "defasagem", amigo, se for levar a rigor, essa crise começou a ser gestada depois da segunda guerra mundial, como o tal do estado do bem estar social.

    Quem ainda leva a europa nas costas é a Alemanha justamente por ter adotado medidas liberais e fiscalmente responsáveis.

    Os esquerdistas acabaram com a europa.

    Luvas Villa

    30 de novembro de 2011 às 13h17

    "Os esquerdistas acabaram com a europa."

    Fato.

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 00h01

    Fato; fato plenamente discutível!

    willforlife

    23 de abril de 2012 às 17h15

    À China, talvez seja mais apropriado atribuir o redirecionamento dos capitais / lucros.
    Com poucas exceções, todo mundo se mudou pra lá. Baixando custos e lucros. Mas esse é o capítulo zero. O capítulo 1, é a quebradeira imobiliária que surgiu no pais do tio Sam.
    Fato.

Marcos

29 de novembro de 2011 às 19h33

Caro Azenha,
Eu só gostaria de saber quando o PDT e o PSB foi de esquerda, pois aqui em MG os partidos votaram unânimes com o Governo Aécio?Anastasia para a retirada de direitos e redução dos salários dos Professores depois de o governo ter assinado um acordo para por fim a uma greve de 112 dias e ter descumprido totalmente o acordo.
Em são Paulo O PDT e p PSB é Governo, entre outros. Prá mim são legendas de aluguel que vai para onde der mais. Veja no link a foto, nomes e partidos de todos os deputados que votaram para retirar direitos e reduzir salários dos Professores em MG.
http://mdfnoticias.blogspot.com/2011/11/educacao-

Responder

edv

29 de novembro de 2011 às 19h10

É com muito pesar que eu afirmo mais: o neoliberalismo está vivo e mais ativo do que nunca!
Há quem pense que eles (ou o capitalismo predatório) estão "acabando"…
Eles estão CONSOLIDANDO suas posições!
Todas as ações (exceto manifestações populares) que estão acontecendo são DELES, por ELES e para ELES!

Responder

Zeca

29 de novembro de 2011 às 17h47

Apenas Bresser sabe o que fala e sempre foi equilibrado.
O PT surfa até hj nas bases que foram criada lá atrás, Lei de responsabilidade fiscal, sistema finaceiro saneado, privatizações de empresas sucatas sanguessugas do Estado, Plano Real, regime de metas de inflação, Câmbio flutuante, superávit primário…

Responder

    Marcos C. Campos

    30 de novembro de 2011 às 00h14

    Se é tão igual assim … porque o Clinton comeu o toco do FHC e o Obama chamava o Lula de "o cara' ? Tem que ser muito sei lá o que para achar que o Brasil é o mesmo do final do sec. XX com FHC , e o Brasil do Séc XXI com Lula e Dilma. já sei, tem que ser tucano e não ser verdadeiro.

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 00h55

    Das duas uma: ou tem de ser politicamente vesgo até onde o Judas perdeu as botas; ou… ser um autentico tucanóide-tucanopata e, portanto, mais daqueles que perigosamente acreditam nas próprias fantasias.

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 01h01

    Brilhante, Marcos. Brilhante!

beattrice

29 de novembro de 2011 às 17h03

Quanto mais tempo a Europa mantiver a ciranda da "brincadeira alemã", maior será o desastre para o estado de bem estar social, que como dizem os espanhóis, já se tornou estado de mal estar social., e caminha para estado de péssimo estar social.
O EURO foi uma panacéia alemã, já vai tarde.

Responder

Cássia

29 de novembro de 2011 às 16h53

Essas medidas ressessivas acabaram fazendo com que a crise se alastrasse para a Europa.
Hoje tem reunião do Copom e a previsão é que a taxa de juros volte a cair. Apostar na redução dos juros não visa apenas barrar a estaganção, como também aponta uma guinada para a retomada do crescimento econômico.
Sugiro a leitura do Projeto Nacional: http://blogprojetonacional.com.br/hora-de-ousar/

Responder

Bonifa

29 de novembro de 2011 às 16h52

O mito da disciplina germânica
Nicolas Vadot – Der Spiegel- 21 novembro 2011

Ao fazer o elogio arrogante da disciplina do estado alemão, o atual Governo faz imensos estragos na Europa. Na Grécia, em Espanha ou na Itália, onde eram estimados pelas suas virtudes – pelo menos, antigamente – os alemães são agora considerados os pais arrogantes do rigor, que pretendem ensinar às pessoas do resto do continente como devem viver e trabalhar. E isto não pode funcionar indefinidamente.
A única coisa que nos deixa confiar atualmente nas finanças públicas alemãs é o nível do déficit relativamente baixo do país, ou seja, a dívida suplementar atribuída ao desempenho econômico. O fto de ser muito inferior ao dos países em crise do sul da Europa tem múltiplas razões – mas nenhuma que esteja ligada à imagem de exemplo de rigor que o Governo dá de si próprio. Pelo contrário: a Alemanha não poupa. Os gastos do orçamento federal chegaram mesmo a aumentar recentemente e é provável que se situem à volta dos 300 bilhões de euros nos próximos anos, de acordo com a previsão orçamentária. O programa de austeridade adotado durante o período mais crítico do outono passado pouco evoluiu para além da regra de ouro que os alemães gostam de apregoar na Europa. Se o nível do déficit baixar é apenas por causa da conjuntura favorável destes últimos dezoito meses. Permitiu que a Alemanha arrecadasse receitas fiscais superiores ao que havia sido previsto estimulando o PIB
A boa saúde económica do país até este momento não é o resultado de uma ascese – pelo menos não a do Estado. Se o made in Germany também chega ao estrangeiro é sobretudo graças aos empregados alemães que fabricam produtos de qualidade a custos relativamente vantajosos.

Responder

    Marcos C. Campos

    30 de novembro de 2011 às 00h18

    A Merkel está é preocupada com os titulos da divida dos paises do Sul europeu que estão nas mãos dos bancos alemães, ou seja, está com medo de calote. O euro foi uma armadilha monetária, que estourou com o socorro dos bancos de cada país europeu (como disse o Bresser acima), armada para beneficiar os bancos alemães e franceses, basicamente.

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 00h45

    Será que foi por isso, por conhecer a armadilha, que a Inglaterra ficou de fora?

EUNAOSABIA

29 de novembro de 2011 às 16h42

Não foi essa senhora que chorava quando do lançamento do ultra fracassado e eleitoreiro "Plano Cruzado?"

Por favor professora….nós sabemos muito bem da história deste país….assim não…

Eu fico lendo cada absurdo velho…

Escuta aqui rapaz… Delfim Neto, Paulo Nogueira Batista e agora o Bresser Pereira, todos eles dizendo o que eu sempre digo aqui….falo isso direto, o que faltou a Europa foi uma "Lei de Responsabilidade Fiscal"""… essa lei existe no Brasil e quem a estabeleceu foi Fernando Henrique Cardoso, o Brasil de hoje só está de pé por causa desta lei e do superávit primário….Lula e o PT foram contra tudo isso… dependesse de Lula e do PT, nem a LRF, nem o superávit primário e nem as metas de inflação existiriam. PONTO. Eu tô mentindo ??

Sobre desvalorizar a moeda,… qualquer aluno do 3 ano de economia de uma boa universidade sabe disso…ocorre que as normas de implantação do euro não perimitem essa medida, os países da zona do euro não podem desvalorizar sua moeda a fim de promover um aumento de exportações e de seu PNB….

Delfim Neto em entrevista a Rádio Jovem Pan, semana passada agora… disse exatamente o que eu acabei de dizer… faltou a europa uma LRF como a nossa, Lula e o PT foram contra…. eu tô mentindo??? outra coisa… Delfim Neto não fala que a LRF foi implantada por Fernando Henrique… ele usa a expressão: "governo anterior""""… Delfim também cita o déficit primário de no máximo 3% do PNB…. ora… esse déficit primário de 3% do PNB só poder ser alcançado com estabelecimento de um superávit primário de mesmo valor… e quem implantou isso no Brasil??? foi Lula??? Lula fez o que para que essas medidas fossem implantadas aqui???

Resposta: Lula mandou o PT votar contra no congresso e mandou o PT entrar no STF contra essas medidas. Tô mentindo manos velhos?

PS1 do ENS: Um economista chorar de emoção, pelo fato de que um plano qualquer de combate a inflação seja levado a cabo com congelamentos de preços, é no mínimo ser muito inocente mesmo…. isso não funciona desde que existe moeda, isso não funciona desde que o mundo é mundo… desasbastecimento e mercado negro são as únicas consequências dessas medidas…. (tem relatos até na Roma Antiga sobre isso)

PS2 do ENS: Vocês já me conhecem, é aquela velha história, quero ser contestado na moral e com o uso de teoria econômica aplicada, ofensas, verborragia insana e vídeos pilherentos eu dispenso.

PS3 do ENS: Não me façam como um pobre rapaz que comenta aqui – sim, é aquele mesmo sócio majoritário do You Tube – pois bem, não me façam como esse pobre rapaz, que num ato de pura empáfia me sai com a seguinte bobajada: """É, então se você quer falar de Keynes, que tal começar pelo – saca essa dele – Teoria dos Jogos do MIT bla bla bla""".. aí não dá né velho…o que diabos Keynes tem a ver com isso rapaz? escravo do google… conhecimento científico próprio ZERO.

Saudações!

Aí vou voltar a este tema.

Responder

    ZePovinho

    29 de novembro de 2011 às 17h06

    Você é tão burro que nem leu a Lei que destrói estados e municípios para dar dinheiro ao sistema financeiro:a Lei de Reponsabilidade Fiscal.Não sabe nada de AFO,de contabilidade pública ou controle externo.É um Reinaldo Azevedo de orelha.
    Não sabe nada de economia,pois a teoria dos jogos tenta explicar as decisões dos agentes econômicos.Além de tudo,não sabe nada de matemática além daquilo que vemos no segundo grau de qualquer escola pública do Brasil.
    É isso aí,HMS TIRELESS,mais conhecido como EUNAOSABIA:o analfa da teoria econômica.

    ZePovinho

    29 de novembro de 2011 às 17h25

    Francisco

    29 de novembro de 2011 às 21h54

    Estimado "Eu não sabia" você afirma possuir conhecimento cientifico maior que todos os mortais – afirmação assaz simpática, mas desconhece o elemento mais básico do conhecimento cientifico de bases ocidentais.

    O pensamento cientifico é de raiz argumentativa e dialógica. A sua maneira de abordar temáticas lembra mais uma briga de bar do que um debate em busca da verdade (que pode sim ser acalorado, mas não ofensivo). Alem do mais, "Eu não sabia", quanto à história do Brasil, o tempo do verbo do seu nome precisa ser mudado urgêntemente para o presente do indicativo!

    ZePovinho

    29 de novembro de 2011 às 22h39

    O Zé Povinho é uma personagem do folclore português,Francisco,que dispensa maiores pendores acadêmicos.
    Se eu tivesse de ser acadêmico,o faria na modorrenta atividade nos programas de doutorado da vida.

    Marcelo

    01 de dezembro de 2011 às 13h04

    Será que ninguém viu a matéria do JN sobre as palafitas no interior do Pará?Não,isso não
    interessa aos petistas e dilmistas alienados.O que interessa é saber o quanto que vai ser
    roubado na Copa de 2014.É mais facil falar mal do FHC.Dá menos trabalho.

    Mário SF Alves

    02 de dezembro de 2011 às 23h42

    Pará fica onde mesmo? Ah! Amazônia, não? E por falar nisso, agora mesmo a sua estimada rede de televisão está em plena campanha contra a hidrelétrica do Tapajós. Quanta sensibilidade a emissora demonstra ali, quanta carinho com a natureza e com os humanos. Pois é… será que é a estratégia de gerar moeda de troca com base no velhaco truque de criar dificuldade para vender facilidade? E se fosse o agronegócio a detornar o ambiente, será que ainda assim o Globo Repórter viria tão solícito?

    Marcelo

    05 de dezembro de 2011 às 12h17

    Belo Monte é um projeto dos militares,seu Mário.Aqueles que esconderam o rosto
    na frente da Dilma.Coitados dos índios da região.Ué,a Katia Abreu agora é da
    base aliada,né?

    SEO

    01 de dezembro de 2011 às 12h58

    esse sim é um bom argumento

    Nelson

    30 de novembro de 2011 às 09h48

    Disse-o bem, Zé.

    Nelson

    30 de novembro de 2011 às 10h10

    Permita-me um adendo, meu caro Zé Povinho.
    A LRF foi idealizada pelos tecnocratas do duo FMI/Banco Mundial para garantir que, de cada rincão de nosso país – ou de outro em que ela tenha sido adotada – possa sair boa parte da riqueza produzida pela comunidade em forma de pagamento dos compromissos da dívida pública.
    Com tal lei, este pagamento tem que ocorrer antes que a instância pública, Município, Estado ou União atenda às necessidades do povo, ou seja, antes de cumprir a função primordial que justifica sua existência.
    A implicação disso é a seguinte: o direito dos credores passou a se sobrepor ao direito da população de ter suas necessidades básicas satisfeitas.
    Simples assim. E ainda vemos alguns supostos sabichões a aplaudirem desbragadamente a LRF.

    Mário SF Alves

    02 de dezembro de 2011 às 23h18

    Valeu, Nelson. Era mesmo de duvidar que daquelas cabeças algo se pudesse criar. Ainda que algo anti-povo. Mesmo porque, o lema ali sempre foi "copiar se necessário for, criar, porém, jamais".

    francisco p. neto

    29 de novembro de 2011 às 20h43

    Estou vendo a briga que vc está comprando aquí neste espaço. Aliás, vc é figurinha carimbada aquí, alvo de homéricas discussões em qualquer assunto. Como não sou letrado e culto como vc, principalmente em economia, desancando todo mundo, eu vejo então na sua pessoa, um poço de conhecimentos gerais que o país está deixando de reconhecer para salvar-nos de todos os males nos afligem.
    Voce diz que o governo FHC criou instrumentos importantes (LRF, superávit primário, metas de inflação) e que Lula e o PT foram contra, mas se esqueceu de dizer como o FHC, mesmo com todos esses instrumentos que ele criou, conseguiu multiplicar a dívida interna de algo em torno de 60 bi, para mais de 300bi, se não me engano. Mesmo tendo privatizado tudo. Ele só não conseguiu privatizar a Globo.
    Mais. Porque no governo dele, o país estava na merda (sic). Quebrou três vezes, precisou ir como vassalo ao FMI, tirar os sapatos para entrar nos EUA. Queria aderir a ALCA por todos os meios e como o povo brasileiro elegeu o Lula? Porque estava felicíssimo com o governo tucano?
    Não consigo entender como tudo isso pode ocorrer de "bom" no seu governo, e assim mesmo o povão eleger Lula duas vezes e fazer o seu poste (Dilma) como sucessora.
    Analisando sociológicamente, tem alguma coisa errada nessa história.
    Outra coisa. Por que será que o Bresser Pereira deixou o PSDB e criticou o governo FHC, do qual ele fez parte como ministro? O Bresser perdeu o juízo?
    Se vc diz que a professora Conceição Tavares chorou ( e é verdade pq eu assisti) no lançamento do Cruzado, que foi segundo vc, eleitoreiro, porque não diz que o FHC segurou o Real em relação ao dólar para se reeleger presidente, numa trama com distribuição de propinas para parlamentares aprovarem o projeto da reeleição? E depois de eleito promove a desvalorização do Real e que os amigos do rei ficaram sabendo, como e onde ocorreria. Pérsio Arida e André Lara Resende estão milionários. Este último tem propriedade em Portugal (haras de cavalo), e compra cavalos de avião. Isso não foi eleitoreiro?
    Ah! Outra coisa. Relate uma obra do FHC que levasse um tijolo.

    Marcelo

    01 de dezembro de 2011 às 13h10

    Quando a Folha denunciava FHC,os petebas ficavam felizes da vida.Mas os militontos são como o
    Samuel Bronstein,fazem qualquer negócio.Os bancos lucraram bilhões com Lulla,como foi com
    FHC.Mas,o tal internauta não mora numa palafita no interior do Pará.É o alienadão-internauta.
    Não vive de salário minimo como eu vivo.Ah,Gepeto………

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 01h15

    Tamém pudera, com essa retórica; só vivendo de salário mínimo, mesmo. Mas, diga aí, os demo-tucanos tão pagando tão pouco assim?

    Mário SF Alves

    02 de dezembro de 2011 às 23h10

    É isso que gosto no Viomundo. É chega pra lá, atrás de chega pra lá no Brasil-Senzala da ideologia demotucana. Obrigadaço, francisco p. neto.

    Rafael Molina

    29 de novembro de 2011 às 23h54

    Ponto para você… Por que você, como eles, não sabe mesmo por que o Brasil de hoje da certo!
    Aliás, seu maior problema é: Achar que sabe!
    Mas, no fundo você não sabia!

    Sua bolha de crédito… Não existe!
    As famílias não estão ficando endividadas… É bem pelo contrário!
    E, principalmente há uma base sólida, o milagre profetizado por Henry Ford: A distribuição de renda!

    Ahhhh… No final só o que você poderá dizer é: Eu Não Sabia!

    priscila presotto

    30 de novembro de 2011 às 09h24

    E Celso Furtado se materializou…..

    Scan

    30 de novembro de 2011 às 12h47

    É, mas por erro no processo de materialização, veio sem cérebro…
    []'s

    priscila presotto

    30 de novembro de 2011 às 14h02

    verdade

    Mário SF Alves

    02 de dezembro de 2011 às 22h59

    Com certeza; sem cérebro e sem pendores para a auto-ccrítica..

    Bingo

    01 de dezembro de 2011 às 12h56

    concordo.

    Nelson

    30 de novembro de 2011 às 09h49

    Eis que ele continua "nãosabendo" e insistindo em dar mostras de que sabe de alguma coisa.

    luiz pinheiro

    30 de novembro de 2011 às 10h56

    Tá mentindo sim, e descaradamente. O governo Lula/Dilma é um extraordinário exemplo de responsabilidade fiscal. Produziu um enorme superavit primário todos os anos, e é inclusive muito questionado por isso, à esquerda e à direita. Mas o fato é que pagou o FMI, construiu sólida reserva cambial, e amortizou a dívida pública, que caiu de 54% do PIB em 2002 para 37% do PIB agora neste fim de 2011. Ao contrário do FH, o governo que mais nos endividou no exterior, nos deixou insolventes, falidos, e que mais elevou a relação dívida/PIB na história do nosso país. E tudo isso vendendo nosso patrimônio público na bacia das almas. A Vale, as telecomunicaçõpes (quem hoje, privatizadas, tem aqui no Brasil os serviços mais caros do mundo). A Petrobrás teve 30% de suas ações vendidas na Bolsa de Nova York por menos de U$ 3 bilhões – hoje a empresa vale mais de U$ 200 bi.
    E agora a oposição tenta a todo custo inviabilizar o governo tirando-lhe a DRU, que é essencial para o equilíbrio fiscal do país.

Klaus

29 de novembro de 2011 às 15h32

Incrivelmente, o PT está há nove anos no poder e o pensamento econômico progressista brasileiro ainda não teve vez. Por que será, hein?

Responder

    EUNAOSABIA

    29 de novembro de 2011 às 16h51

    São o Ctrl C e o Ctrl V de FHC, o mesmo monetarismo da escola de Friedman, aquilo que eles chamam de forma prejorativa de "Chicago Boys"… oito anos de ortoxia monetária e ainda querem estufar o peito urrando que os outros façam o que eles mesmo não fizeram em quase nove anos de governo…

    O Brasil é a Espanha 2.0 de amanhã, se não mudarem nada e a continuar nessa toada de aumento de dívida interna e crescimento lastreado em bolha de crédito e endividamento das famílias, vamos chegar lá rapidinho.

    ZePovinho

    29 de novembro de 2011 às 17h33

    ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ…………………………………………………

    Klaus

    29 de novembro de 2011 às 18h13

    Nada a declarar?

    ZePovinho

    29 de novembro de 2011 às 18h21

    Eu escuto essa cantilena neobobajal desde os anos noventa.Daí o sono.

    priscila presotto

    30 de novembro de 2011 às 09h22

    zzzzzzzzzzzzzzzz II

    augusto

    29 de novembro de 2011 às 17h57

    eu sei que ele nao tá feliz com a toada.
    todas as profecias dos correligionarios tucanolibês dele falharam até hoje.
    a profecia de hoje é que ta havendo aumento da divida interno e endividamento das familias.
    Ele acha q a nosso marco regulatorio é igual ao da matriz mental dele: uoxington

    EUNAOSABIA

    29 de novembro de 2011 às 18h28

    Que marco( o nosso) regulatório é esse ??? posso saber super especialista?? que marco regulatório é esse velho? uma coisa é o que tu acha, outra coisa é o que é.

    Mas me diz… que tal de marco regulatório é esse rapaz???

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 01h08

    Bem lembrado. Eu mesmo já ouvi essa lenga-lenga de aumento da dívida interna e do tal endividamento das famílias. Só pode ser o desespero causado pela síndrome de abstinência de governo.

    ZePovinho

    29 de novembro de 2011 às 18h32

    Você leu O Caminho da Servidão,aquele monte de falácias???Eu li.Vamos discutir???

    Jotage

    29 de novembro de 2011 às 22h32

    O "anarfa", quando copiar, copie direito, não é ortoxia é ortodoxia. Tudo que você escreve é cópia velha. Teu mestre já mandou esquecer tudo o que ele disse. Só você se lembra.

    Luiz

    29 de novembro de 2011 às 23h05

    Enquanto isto O PSDB está administrando maravilhosamente SP, a quantos anos mesmos????
    Um exemplo de governo… não há alagamentos, não há corrupção, não entra fezes nos carros quando chove….

    Se liga…. não tenho dúvidas você é aquela lumbriga chamado Reinaldo Azevedo….. tá na cara…. é possível sentir o fedor de esgoto nas palavras que você escreve…..

    beattrice

    30 de novembro de 2011 às 02h15

    28 anos… exatos 28 anos SP vemc arregando essa coisa nos ombros.

    Mário SF Alves

    03 de dezembro de 2011 às 00h40

    Ôpa! Enfim, um lapso de coisa com coisa, hein, seu EUNAOSABIA? Mas, me conta aí. Ora você diz que são os – como você diz – os esquerdistas os responsáveis pela crise da Europa; ora que é a Alemanha que carrega a Europa nas costas. Pelo que pude entender, a responsabilidade dos esquerdistas é por sempre preconizarem o estado do bem estar social, enquanto que o sucesso da Alemanha é o critério nos gastos públicos. É isso, mesmo? Então a Alemanha nunca praticou o estado do bem estar social? Nem sequer foi governada por esquerdistas? Interessante.
    E, só por curiosidade, você já parou pra pensar… não, melhor, não. Esqueça!


Deixe uma resposta para Oliveira

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.