VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Julio Silveira: Ninguém se preocupa em defender o Brasil


08/07/2011 - 14h48

por Julio Silveira, em comentário no texto do Rodrigo Vianna

O Brasil não tem estratégia, por isso sai da boca da aguia para ser devorado pelo panda.

Tudo isso por conta de sua docilidade, motivo de piada antiga “brasileiro e muito bonzinho”. Na verdade a meu juizo o problema é bem complicado. Atribuo principalmente ao colonismo a dependência quase patológica, essa e outras situações que impedem o povo de acreditar em seu potencial.

Pode parecer lugar comum mas nossas elites adoram acreditar que aqui pouco se produz com qualidade, que é melhor pagar royalties. Se espantam quando exportamos tecnologia e qualidade, mas nem assim gostam dos exemplos, ao contrário caem de pau.

Exemplo, a própria Petrobras que é vitima de sua qualidade. Aliás qualquer empresa pública que detiver qualidade, é uma questão de ideologia, tem que ser combatida até ser privatizada. Por que? empresa publica se reveste, por menos que seja, de um sentimento cívico.

Ao brasileiro não é conveniente ter esse tipo de sentimento, devemos ser dóceis para que o domínio, a canga seja colocada. Nossa elite só se importa com o lucro, investimento privado em pesquisa e tecnologia é muito difícil, preferem importar.

Nossos melhores cérebros vão-se daqui e os que ficam são massacrados para que invejem os que já foram. Esse é um dos motivos de círculo criminoso, as elites sem compromisso e sem bandeira sabem que podem ser apátridas, tá ruim vão para Miami, alguns agora já até preferem Pequim.





43 comentários

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Jorge

11 de julho de 2011 às 18h03

Conheci um Norte Americano e um Canadense, ambos professores de ingles ãqui em São Paulo, os dois, certo dia, me disseram, que uma das coisas que mais ficaram impressionados, foi a incapacidade (ou falta de vontade) da socieadade brasileira cuidar dos interesses próprios.
Segundo ele, temos um "lance" de querer "dar" os nossos recursos maturais, os nossos maiores bens, para os estrangeiros.
Tudo isso é tão claro (a nossa falta de amor ao nosso país) que até eles, os que nos exploram e ganham com nossa atitude, ficam chocados.
Ouvi e não soube explicar tanta falta de comprometimento com a prórpia nação!

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Silvio I

11 de julho de 2011 às 15h16

Azenha:
Muito bom o artigo. Colocaria algo mais em ele. Nosso Brasil tem hoje em dia o Pré-Sal isto nos dará um futuro melhor, pela riqueza que existe em ele. Mais também e um bonito dor de cabeça.Todos sabemos a necessidade de petróleo, que existe no mundo.Temos países que invadem a outros, para apoderar se de ele.Nos não temos uma Marina em condições,Uma Aeronáutica em condições nem o exercito bem armado para defender nos em caso de necessidade.O problema dos caças e submarinos, em que pé está.Parece que um negocio serio como este, está sendo empurrado com a barriga.Se tinha chegado a conclusão, de que ao pais convenia fechar negocio com Francia, porque existiria transferia tecnologia, e nos permitiria construir aviões aqui, alem dos submarinos nucleares.E necessário que isso se resolva com urgência.

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Geysa Guimarães

09 de julho de 2011 às 18h00

Deixo meus cumprimentos ao Júlio Silveira. Gostei do comentário que virou texto.

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JNascimento

09 de julho de 2011 às 12h13

Não há verba para investir em conhecimento;mal dá para manter a estrutura de nossos partidos políticos.
Se querem investimentos em pesquisa,que aumentem a carga tributária.
Não podemos prescindir dos relevantes serviços prestados a nação por nossos digníssimos senadores,inclusive os que nunca receberam um votinho sequer.Por nossos nobres deputados;que durante três dias da semana trabalham arduamente pelo progresso da nação.

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Bernardino

09 de julho de 2011 às 12h09

Eu ja falei aqui varias vezes todas as elites:POLITICA<EONOMICA,Cientifica e o povo ignorante e despolitizado,refem das seitas evangelicas e etc,tendo como elo comum a todos a lei do GERSON e falta de nacioonalidade nao iremos a lugar nunhum.Ja tivemos Ditaduras e agora DEMOCRACIA e nada mudou,os metodos sao os mesmos.ISSo so muda com Processo politico REVOLUCIONARIO que nun ca tivemos aqui.tivemos sim BRIga de BAR.É a maldita origem colonial PORtuguesa a vida inteira SABUJA dos anglo-saxonicos,começou com Inglaterra e agora EUA.É so ver a vergonha que é portugal na europa hoje :refem da uniao europeia e FMI.ESSA é a realidade e não me venham com discurso reles de Catastrofismo e complexo de vira-latas,ate porque nao os tenho!! Agora mesmo a marinha FRANCESa resgatou os destroços e corpos do AIR BUS no atlantico e nossa marinha inoompetente ficou a ver NAVIOs

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Tomudjin

09 de julho de 2011 às 11h46

O que salva o interesse pelo estado mínimo , dessas "instituições civicas", é a denuncia da corrupção que ocorre dentro do Estado – com o auxílio luxuoso da imprensa, a quem podemos chamar de "saúva".
Embora 90% desses denúncias sejam apenas suspeitas ou infundadas, a quantidade exagerada delas, faz com que os acusados não tenham tempo para provar a eficácia do Estado máximo.
Ou o Brasil acaba com as saúvas, ou as saúvas conquistarão o "estado mínimo" do Brasil.
Resumindo: ou Dilma acaba com a corrupção, seja factual ou ficticia, em seu Governo, ou as saúvas provarão a imcompetência do "Estado máximo".

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O_Brasileiro

09 de julho de 2011 às 10h42

Não se preocupem, o povo (o povo???) está no poder e nos protegendo:
(as informações sobre os três primeiros foram retiradas dos portais das respectivas agências reguladoras)

Mauricio Ceschin (ANS)
Em sua vida profissional, destacam-se as seguintes experiências:
• presidente executivo do Grupo Qualicorp;
• diretor e superintendente do Grupo Medial Saúde;
• consultor em projetos na área de saúde para grandes empresas e agentes do sistema de saúde;
superintendente corporativo do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo.

Ronaldo Mota Sardenberg (ANATEL)
No Brasil, de 1995 a 1998, Sardenberg exerceu a função de Chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, responsável pelas políticas nuclear e espacial, e pelos temas do Projeto Sipam/Sivam, da pesquisa sobre segurança das comunicações, de preparação de estudos estratégicos e cenários no longo prazo para o País (Projeto Brasil 2020), do Programa Calha Norte (PCN), entre outros.
(Felizmente não houve entrega da soberania nem corrupção em nenhum desses programas!)

NELSON JOSÉ HÜBNER MOREIRA (ANEEL)
O Sr. Moreira Diretor de Distribuição da CEB de 1995 a 1998. Ele foi um diretor da Associação Brasileira de Companhias de Distribuição.

BERNARDO FIGUEIREDO (ANTT, recém-demitido)
Sobre esse, perguntem ao PHA, do Conversa Afiada.

Responder

Bia

09 de julho de 2011 às 00h22

Apenas uma observação, a frase "brasileiro é tão bonzinho….." era usada como ironia, em referência ao comportamento do homem brasileiro conquistador.

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    Klaus

    09 de julho de 2011 às 10h18

    Kate Lyra…

    Bia

    09 de julho de 2011 às 13h38

    Exato! rs

    Pedroco

    09 de julho de 2011 às 10h34

    Nada! Era uma americana gostosa (Kate Lyra) pagando de galanteada e metendo a faca nos acordos que costurava.

Gerson Carneiro

08 de julho de 2011 às 17h21

Pior seria se pior fosse. Imaginem se fosse os demo-tucanos farreando na aba do chapeu alheio?

(como fez recentemente o Gilberto Kassab: aumentou o próprio salário em seguida convocou as TVs para diante das câmeras "doar" o primeiro cheque de R$ 28 mil reais para uma instituição que o pai do Kassab mantinha afinidades. E ainda teve a cara de pau de dizer que estava homenageando o pai. Oras, fazer caridade e homenagem na aba do chapeu alheio é fácil, né).

Outro dia, a duplinha Serra / Kassab compareceu ao Teleton para "doar" dois terrenos. É disso que eles gostam. Fazer festa com a coisa alheia. Auto promoção. Demagogia.

Imaginem um Brasilzão inteiro na mão dessa turma aí com toda a blindagem do PIG.

Pior seria se pior fosse.

Responder

    Julio Silveira

    08 de julho de 2011 às 19h19

    Nem brinca Gerson, mas não podemos descuidar para não sermos pegos de surpresa por mais do mesmo diferente.

    EUNAOSABIA

    08 de julho de 2011 às 20h08

    Tocador de Tuba…outro manjadão por aqui…

    Kassab concedeu um aumento a si mesmo, pelo fato de que sub prefeitos e secretários, não podem ganhar mais que o prefeito, como era necessário aumentar os salários destes últimos, ou seja, secretários e sub prefeitos, dado que na iniciativa privada ganhariam muito mais, Kassab aumentou o próprio salário e desde o começou se comprometeu a doar o aumento…

    Mas vem cá rapaz… e a cortezia com o chapéu alheio que o Padim Lula fez com o Bispo Lugo??? e o monte de dívidas que Lula perdou com países mundo a fora??? isso é ou não cortezia com o chapéu alheio a fim de que o Padim Lula fique bem na foto??? tu é um troll que não engana ninguém rapaz, seus argumentos são fraquíssimos e facilmente desmascarados.

    Só pra terminar… e os bilhões de reais que Lula deu as montadoras Iankes em forma de isenção fiscal?? isso é ou não cortezia com chapeu alheio feito pelo Padim Lula??

    Esse Partido da Imprensa Governista so vê o lado deles.

    Gerson Carneiro

    08 de julho de 2011 às 21h19

    Não queria judiar de você. Até que em certos momentos eu sou piedoso. Mas já que você pretendeu levantar a crista, dê uma olhada nesse vídeo do FHC confessando, em público, a própria incompetência. E ainda levando uma fumada do Bill Clinton. Ah vá… vai desentortar banana. Não queira tomar o meu tempo.

    [youtube MeAOen8vyiQ&playnext=1&list=PLBB842B86F30D3588 http://www.youtube.com/watch?v=MeAOen8vyiQ&playnext=1&list=PLBB842B86F30D3588 youtube]

    anna db

    09 de julho de 2011 às 08h44

    Bill Clinton foi muito MAL com FHC. Humilhou!!!
    Mas sabe o que me causou especie, foi fhc ou o PiG não ter retrucado o Bill e defendido o governo da época.
    Bill falou a verdade!

    Gerson Carneiro

    09 de julho de 2011 às 08h56

    Pior, FHC confessa que no espaço de um mês apenas "nós perdemos num só mês 10 bilhões de dólares", e novamente repete em outro mês "Nós perdemos somente num só mês 20 bilhões de dólares". Ou seja, 30 bilhões de dólares em apenas dois meses foram para o ralo.

    Esse era o Brasil de FHC.
    No Brasil de FHC Uganda era referência mundial, o Brasil de FHC não.

    Lula jamais passou por um carão desse. E chamavam o Lula de "analfabeto", "ignorante que não sabe falar inglês. Ah… realmente não dá pra perder tempo com as viúvas de FHC.

    Pedroco

    09 de julho de 2011 às 10h42

    Esse vídeo é coisa de idiota. O Brasil não era confiável para o Clinton por causa do calote do Sarney, pelo perigo de ter o verdadeiro PT no governo (não esse arremedo de esquerda).

    Leider_Lincoln

    09 de julho de 2011 às 12h00

    Richard Smith, você não se toca não? Cinquentão com papo de moleque, trollando desse jeito. Jesus aprovaria? O papa provavelmente sim, por que ele acoberta até a pedofilia, né?

    Gerson Carneiro

    09 de julho de 2011 às 14h17

    Leider, cumpadi. Desmascarou o capitão-do-mato. É isso aí.

    augusto

    11 de julho de 2011 às 09h11

    nao foi coisa nenhuma com chapeu alheio . Burro seria o brasil se mantivesse os mesmos termos
    de relaçao tubarão-ardinha que via Itaipu, na época, as DUAS ditaduras arranjaram.
    Mas tu tens razao do teu vesguissimo ponto de vista: tu so conheces a relaçao USA-xGuatemala ou
    Ou IsraelxGaza. Es digno dela, pulha.

EUNAOSABIA

08 de julho de 2011 às 17h20

Vamos supor que esse rapaz fala seja verdade, o problema é essa mania de culpar as ""elites"" – sempre há um agente externo para o seu próprio fracassso – se não culpam as ""elites"" culpam os ""estadunidenses""

Velho, se tudo o que você escreve é verdade, então inclua nessa lista de culpados o Lula e todo o PT, pois estão aí faz 30 anos, tiveram oito no poder central, estão com mais 4 garantidos e não mudarm foi BULHUFAS, é aquilo que eu falo,… é muito gogó e muito papo furado… mudar mesmo não mudaram foi nada.

Ou vem me dizer que Lula e o PT não fazem parte da ""elite""" também???

Há uma celebre intervenção do senador Eduardo Suplicy, sobre uma fala de Mercadante… este último em certa oportunidade desancava esse velho papo furado de culpar as elites por tudo de errado no país, Suplicy interrempou a fala e disse…. "Não diga bobagens Mercadante, nós somos da elite"""

Responder

    Lucas

    08 de julho de 2011 às 22h24

    As "elites" não são um agente externo. São brasileiros, como eu e você(?). A diferença é que eles têm mais poder em nossa oligarquia que eu ou você. O Lula, por exemplo, faz parte da elite política do país, porque ele tem influência sobre o governo. Mas ele faz isso às claras.

    Enquanto isso, temos a nossa elite econômica, os grandes empresários, que com um lobbyzinho aqui, um "jornalista" comprado ali, e vários astroturfers manés (como você), fazem valer sua influência sobre o povo e sobre o Estado, para continuar sucateando os serviços e concentrando a renda, ao mesmo tempo que tentam nos manter relativamente contentes, para evitar maiores tumultos ou revoltas.

Elton

08 de julho de 2011 às 16h56

O falecido ex-ministro Paulo Renato Souza dizia nos idos de 1990 e poucos que "para qu~e investir em criação de tecnologias aqui? Já "tem pronto" lá fora, é só importar"……

Responder

    Gerson Carneiro

    08 de julho de 2011 às 17h10

    Fiquei sabendo que no inferno o Diabo tem exatamente esse pensamento do Paulo Renato Souza, só que no caso está importando mão de obra.

    Alexei_Alves

    08 de julho de 2011 às 18h50

    Muito bem lembrado, pessoal.

    EUNAOSABIA

    08 de julho de 2011 às 20h11

    Sua educação e fineza de trato são dignas de nota rapaz.

    Quem fala no diabo é porque vive com ele no coração.

    Sai capeta….

    Gerson Carneiro

    08 de julho de 2011 às 21h22

    Se você se der o trabalho de ler a Bíblia, verás que o Diabo é citado inúmeras vezes no "Livro Sagrado".

    Hipócrita.

    Leider_Lincoln

    09 de julho de 2011 às 12h01

    A Bíblia eu não sei, mas ele lê e comenta no Montfort, um site de, pasmem, apologética católica. São mesmo os hipócritas dos hipócritas, essa gente…

    O_Brasileiro

    08 de julho de 2011 às 19h50

    Tomara que ele não tenha sido vítima da falta de tecnologia que ele ajudou a propiciar, ou, pior ainda, do sucateamento da educação que ele ajudou a promover…

Julio Silveira

08 de julho de 2011 às 16h43

Azenha, fiquei honrado com a distinção.
Aproveitando a evidência gostaria de dizer que sou um sujeito de mais de meio século de vida. Portanto, para alguns já um tiozinho, e diferente do que entendeu o Marcelo de Matos, não sou adepto de soluções violentas para resolver os problemas nacionais. Como ele, acredito em educação e infraestrutura, tão pouco me sinto um catastrofista, ao contrário. O que escrevi é apenas uma constatação fruto desse tempo de vida prestando atenção ao meu País, e acho que o meu dito está super atualizado. O Marcelo bate no peito para exaltar o feito de estarmos hoje na sétima posição entre as economias mundiais, esquece ele que já estivemos neste patamar e caímos para algo em torno de 12 entre as economias mundiais. Acredito que, sem sequer perceber o Marcelo, o texto do Rodrigo puxava para essa consequência, que alguns como eu já viveu, os mais jovens podem exultar, aliás devem, mas qual a certeza da permanência nessa situação? ele tem? Francamente eu não. Todo meu escrito foi com o intuito de chamar a atenção para alguns dos possíveis fatores, para que saibamos fazer a leitura das interpretações feitas pelo mundo de nossa gente, nossas lideranças, nossa elite, como despreparados para a liderança mundial. Sabe, vejo na diferença de atitude, na forma como os cidadãos dos países mais poderosos se vêm e encaram seus interesses como a principal diferença. A proposito, só para provocar o Marcelo, quantos americanos capitalistas sabem cantam seu hino nacional? quantos socialistas chineses sabem cantar o seu? também gostaria de saber quantos brasileiros sabem cantar o seu hino? Aqui, ter esse pequeno ensinamento passou a ser brega, será por acaso?

Responder

    Antonio

    08 de julho de 2011 às 18h36

    Os neoliberais – neocolonialistas, escravocratas e apatridas – querem que os povos em seus países não saibam seus hinos, estejam envolvidos e aturdidos pela violência, pela droga e não desfrutem das belezas e riquezas de seus países, exportadas que são para os países centrais. Eles querem povos miseráveis, exércitos de marginalizados e de mão-de-obra barata (como quis e fez FHC conosco), para venderem, doarem e agradarem seus chefes supremos. FHC e sua turma tirava os sapatos e se ajoelhava, sei lá para fazer o que, quando se encontravam com seus ídolos e mestres ianques. Temos que nos organizar para acabar com essa gente em nossos governos, tomando as decisões por nós, ou vamos para o buraco.

    anna db

    09 de julho de 2011 às 08h59

    O dado mais que concreto é que o Brasil já não é mais o mesmo. O Governo de Lula conseguiu andar 7 posições para a frente, e isso em apenas 8 anos. Don Fernando andou 6 para trás no mesmíssimo período.
    Fato: quando FHC assumiu, pegou o país basicamente na oitava posição e quando saiu, entregou na décima quinta.

    assalariado.

    09 de julho de 2011 às 13h01

    anna db, o dado mais concreto que andar 7 posições para a frente, é que: o capitalismo vive de crises cíclicas, muitos aqui, como vc, desconsideram isto, mais concreto que isto impossível, basta dar uma olhada na história recente do capital, nestes últimos 20 anos? Só que, desta vez não conseguiram exportar esta crise do sistema para suas colonias. Ou seja, você vive no mundo que a direita colocou em sua cabeça (estas crises vem do nada?) e, por tabela, você corre atrás da "esquerda Stalinista", aquela que pregou o socialismo como se fosse uma ideologia, uma coisa ideia estática (metafisica). Estas duas idéias de sociedade tem os mesmos defeitos, tem pensamento único como estratégia, não aceitam criticas, são irmãos siameses, tanto a social democracia neoliberal ( PSDB, PMDB, Dem, … ), assim como a social democracia envergonhada ( PT e genéricos). Da uma olhada nos países imperialistas do G7). Quantas posições eles desceram? Julio Silveira, aqui na blogosfera de visão critica, ser transformador de idéias é, ser tão somente "progressista", é não de esquerda, e olhar a sociedade de forma fragmentada, como que, crises e mais crises fossem a parte e, não do modo de produção capitalista,explorador dos assalariados e da nação.

    Saudações Socialistas.

    luiz pinheiro

    09 de julho de 2011 às 21h48

    O Julio diz uma coisa assim: "Que importancia tem sermos a 7ª economia? Já fomos a 12ª, subimos, caimos, e daí"?
    Bom, antes de tudo é preciso botar pingos nos iis: quando o Lula assumiu, em 2003, o Brasil era o 14º PIB do planeta. Nosso PIB era de U$ 550 bilhões, o que dava uma renda per capita proxima de U$ 3 mil para cada um de nós brasileirinhos e brasileirinhas.
    Quando o Lula passou para a Dilma, agora em 2011, o PIB estava perto de US$ 2,15 trilhões – uma renda per capita de cerca de U$ 11 mil.
    Mais importante ainda: ao contrário de outras épocas, desta vez o crescimento economico veio junto com a inclusão social, a redução das desigualdades, o respeito ao povo.
    Alguém por aí acha que isso não tem mesmo a menor relevância?

augusto

08 de julho de 2011 às 16h20

atn. embaixada da venezuela: é melhor para o Chavez ir tratar-se em beijing ou na Laponia, apesar do convite feito por Dilma roussef Liga não, foi só gentileza diplomatica. Se o renomado Sirio Libanes de SP, a cada tratamento dela tinha uma enfermeira ou medico no local que a seguir dava '' todo o serviço'' para a imprensa PIG jogar no ventilador detalhes pessoais sujeitos a tal ética medica … então, o que eles não fariam com
os detalhes sujeitos a tal ética médica tratando-se do odiado bolivariano? Fora outros detalhes que eu (e voce tamos pensando agora) mas nao vamos dizer q nao semo trouxa.

Responder

Marcelo de Matos

08 de julho de 2011 às 15h49

Corria o ano de 1968. Eu tinha ingressado em Direito na USP, mas, morava no Crusp – Conjunto Residencial da USP, na cidade universitária. Era um estranho no ninho. Um conhecido meu, estudante de matemática, tinha trancado a matrícula e saía com um livreto na mão, convertendo adeptos para a guerrilha. O livreto chamava-se “Os países subdesenvolvidos”, ignoro o autor, mas, falava de países como o Brasil da época. Éramos o terceiro mundo, ou quintal das multinacionais. O discurso do autor (quiçá FHC) fazia adeptos. Muitos seguiram as lições do livreto e do professor de matemática e foram para o Araguaia. Hoje esse discurso não emplaca – somos a sétima economia do mundo e poderemos chegar à quinta, em breve. A guerrilha pode até ser opção em algum lugar, mas, aqui não está em questão. O discurso do professor de matemática não me fez vencer o medo em 1968, nem o discurso do Júlio Silveira e dos catastrofistas de plantão fará a minha cabeça. Precisamos é resolver os problemas reais do Brasil: educação, infraestrutura.

Responder

    Scan

    09 de julho de 2011 às 03h43

    Yves Lacoste se chama o autor.

    Elton

    09 de julho de 2011 às 12h34

    Esse era Geógrafo, portanto, de minha área!!! Excelente!!!!

Klaus

08 de julho de 2011 às 15h11

A vantagem é que a vida sexual do panda é meio parada. Assim, a possibidade da China f*der com a gente é menor.

Responder

    P A U L O P.

    08 de julho de 2011 às 15h21

    Em compensação… o bafo no cangote deve ser um horror… he he he

    carlos-fort-ce

    08 de julho de 2011 às 15h46

    seu comentário, klaus, convenhamos, foi melhor que o post … ahahahahah

    Pedro1

    10 de julho de 2011 às 02h23

    KKKKK, adorei sua metáfora e a do Julio.


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