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Jornal francês define Marina como instrumento de Washington
Política

Jornal francês define Marina como instrumento de Washington


27/09/2014 - 18h14

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Foto acima, reprodução da parte superior da capa da revista; foto abaixo, de Leandro Cavalcante, no Facebook, via redes sociais

marina direita

Da redação

O jornal francês L’Humanité, em sua revista dominical, traz um perfil da candidata Marina Silva. Pergunta: Quem é ela de verdade?

Na capa, no entanto, já vem a definição: Eleições no Brasil — Marina Silva criada por Washington para derrubar Dilma Rousseff.

O jornal, fundado em 1904, teve ligações formais com o Partido Comunista Francês e oferece aos leitores uma visão crítica de esquerda.

Até agora, Marina Silva vinha sendo descrita na mídia internacional como a filha de seringueiros que emergiu da floresta para salvar a Amazônia e, portanto, o planeta.

Por isso, a importância da publicação, que claramente coloca Marina no campo para o qual ela se deslocou: a “nova direita brasileira”, na definição do título da reportagem.

Leia também:

Stiglitz detona a teoria econômica que a direita brasileira quer importar

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A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
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O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



34 comentários

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Cláudio

29 de setembro de 2014 às 08h13

Com Dilma, a verdade vai vencer a mentira assim como a esperança já venceu o medo (em 2002 e 2006) e o amor já venceu o ódio (em 2010). ****:D:D . . . . ‘Tá chegando o Dia D: Dia De votar bem, para o Brasil continuar melhorando!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D . . . . Vote consciente e de forma unitária para o seu/nosso partido ter mais força política, com maioria segura. . . . . ****:L:L:D:D . . . . Lei de Mídias Já!!!! ****:L:L:D:D ****:D:D … “Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma” *** * Joseph Pulitzer. ****:D:D … … “Se você não for cuidadoso(a), os jornais [mídias] farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” *** * Malcolm X. … … … Ley de Medios Já ! ! ! . . . … … … …:L:L:D:D

Responder

Francisco

29 de setembro de 2014 às 02h36

Coalizão Globo-Abril-Folha-Estadão = G.A.F.E.

Responder

Eduardo

28 de setembro de 2014 às 22h24

Marina: um perfil de difícil reciclagem. Como não se bastasse prática a soberania invertida. Deletar até da lixeira é oportuno.

Responder

FrancoAtirador

28 de setembro de 2014 às 22h07

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Documentário

Os Quatro Cavaleiros (The Four Horsemen), de Ross Aschcroft

Íntegra do Filme em: (http://youtu.be/5fbvquHSPJU)
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A Política submetida aos Bancos

Como os financiamentos de campanhas eleitorais por bancos privados

são nocivos e contribuem para democracias racionadas e contraditórias

Resenha de Léa Maria Aarão Reis, na Carta Maior:

(http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Cultura/Os-quatro-cavaleiros-de-Ross-Aschcroft-a-politica-submetida-aos-bancos/39/31858)
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Mais informações em:

(http://www.youtube.com/channel/UCs8SA3E0FAGsI6fdHZe88oQ?sub_confirmation=1)
.
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Responder

Luiz Noronha

28 de setembro de 2014 às 22h05

Jornal? kkkkkk

Responder

Roberto Locatelli

28 de setembro de 2014 às 20h22

As ligações de Marina com empresários do amianto:
http://tijolaco.com.br/blog/?p=21584

Responder

Fabio Passos

28 de setembro de 2014 às 18h45

Assino embaixo!
As propostas de marina são de um inegável servilismo ao imperialismo ianque.
Este neoliberalismo desvairado, que condenaria o Brasil ao eterno subdesenvolvimento, é exatamente o que washington espera de seus capachos.

marina é a candidata da “elite” branca e rica.
marina deu um tapa na cara dos trabalhadores brasileiros.

marina se vendeu… e quer entregar o Brasil para os ianques usufruírem.

Responder

    Elias Machado

    28 de setembro de 2014 às 20h40

    Fábio, muitos já usufruíram e querem continuar a usufruir. Lembre-se, porém, que o Youssef vai começar a falar agora. Que pena. A eleição está na porta. Só vai dar muito trabalho ao STF. E outra: a Petrobras não aguenta mais 4 anos de PT. Vai quebrar…

Leo V

28 de setembro de 2014 às 15h12

O que tira crédito da matéria, de cara, é dizer que ela foi produzida pelos EUA.
Dizer que é a nova direita vá lá. Mas dizer que é o produto dos EUA não tem o menor cabimento. A gente que é daqui sabe bem que não é, assim como o Malafia e o Bolsonaro ou o Aécio não são.

Responder

    DARCY BRASIL RODRIGUES DA SILVA

    28 de setembro de 2014 às 19h16

    Como não tem nenhum cabimento? O recrutamento de latinos , de modo geral, ou de brasileiros, em particular, é uma atividade permanente, científica, do departamento de estado dos EUA, seja através de sua agência de inteligência, a CIA, seja por outras vias, porém articuladas. Os programas de intercâmbio da juventude, por exemplo, foram concebidos, entre outros propósitos,também para reconhecer jovens suscetíveis ao canto da sereia ianque ( nada melhor que a convivência no seio de uma família estadunidense para que uma pessoa revele o seu potencial para servir àquele país desservindo ao seu povo). Com o mesmo propósito operou também a Escola das Américas, a formar todos os militares traidores da pátria que nos infelicitaram e que ainda nos infelicitam. Marina tem interface com algumas áreas que poderiam tranquilamente ser ferramentas dessa política de assédio e compra de almas. Os agentes da CIA costumeiramente atuam no interior de ONGs, agências culturais, etc e no âmbito de multinacionais estadunidenses. Atuam também na indústria cinematográfica, onde tem brilhado Fernando Meirelles. Marina se articula com várias ONGs e andou a receber dinheiro para conceder palestras em multinacionais ( uma forma de corromper pessoas que é permitida pela legislação brasileira, e que tem sido fartamente usada para remunerar serviçais do imperialismo em nosso país, por serviços prestados que nada tem a ver com o conteúdo das palestras ministradas). Deixemos de ser ingênuos. Agentes da CIA existem entre nós e em grande quantidade, sejam eles estadunidenses em trabalho de campo, sejam eles brasileiros cooptados. A verdade é que o Brasil é um país infestado de traidores da pátria nojentos. Em muitos países eles podem mesmo ser fuzilados. Aqui, eles podem ser eleitos presidentes da república.

    Borges

    29 de setembro de 2014 às 14h56

    Rapaizzzz… você escreveu o que nosso desconfiômetro registra, mas registra de forma sutil.

    cicero macci

    29 de setembro de 2014 às 19h54

    muito boa sua avaliação.É isso mesmo!

Mauro

28 de setembro de 2014 às 14h12

É importante saber o passado as origens os sonhos dos candidatos,mas ainda mais relevante e poder de decisão é saber para onde estes candidatos se inclinam como eles se predispõem em relação ao futuro feito isto podemos entender que Marina enxerga o futuro muito diferente das lutas que travou no passado, ou seja não se enganem com essa mulher é puro retrocesso.

Responder

Urbano

28 de setembro de 2014 às 13h40

A campanha presidencial da oposição ao Brasil de 2014 se resume num jatinho órfão de dono e de seriedade, uma pista-aeroporto superfaturada e uma biruta transgênica.

Responder

silvio carlos nobre

28 de setembro de 2014 às 08h56

Bom saber que ainda tem jornal no mundo que nao se preoculpa em levar ao seus leitores apenas a visao dos EUA e das grandes corporaçoes.

Responder

digaquemés

28 de setembro de 2014 às 06h35

Jornal desinformado. Ela é cria do PT, como a esq se define: “nunca abandonará o sonho comunista”.

Responder

    Willson

    28 de setembro de 2014 às 12h17

    O jornal está certissimo. Iniciada no PT, parece que a messiânica se “converteu” mais uma vez. Agora à direita. O que dizer com quem anda com desde Jorge Bornhaussen, Agripino Maia, Banco Itau, Neca Setubal, a Lara Resende, Gianetti da Fonseca, especuladores da Bolsa, Zé Serra, Malafaia, Assembléia de Deus, e tantos outros direitistas empedernidos ou enrustidos?

    Se ela não foi competente nem para regularizar seu partido, como poderia montar uma base de governo… Do ponto de vista da esquerda Marina é um engodo. E da direita uma excelente janela de oportunidades. Do ponto de vista de quem tem juízo, é melhor evitá-la.

    luith santos -Goethe-Br.

    19 de outubro de 2014 às 23h29

    …-no meu entender,analisando bem a personagem Marina…os seus pronunciamentos…nos induz a pensar que a mesma é “uma marionete utili zada pelos lôbos da política contemporanea e á disposição de quem dar mais, assim como mercadoria de prateleira…”-quanto aos nativos que ela se dizia defensora dos direitos e blá blá blá…acredito,ela ja quase não se lembra da existencia dos mesmos…-ela poderá em raros casos reu nir alguns votos entre as “Marias vai com as outras”…a cada dia será menos a sua influencia…mas como o diabo veste saias…-a filha do Chico Mendes, no caso ,reuniria mais votos ao menos parece bem intencionada e não parece em nada com uma múmia que tenha fugido de algum sarcófago…esta é a opiniaõ pessoal de um observador e interessado em egiptologia…-até provas em contrário,acredito-me certo…-Goethe-Br.

    Américo

    28 de setembro de 2014 às 14h35

    OPs ! Coxinha detectado .

    Odette

    28 de setembro de 2014 às 19h42

    faz-me rir!!!

sergio

28 de setembro de 2014 às 03h42

Os franceses estão espertos.
Marina do Itaú é cria dos EUA,não tem mais como esconder.
Já estão falando em ALCA, política de aproximação, ou seja, o retorno da política caracu.

Responder

    Mário SF Alves

    28 de setembro de 2014 às 13h48

    Política caracu, definição:

    Sob a dialética da democracia do big stick: “nós, anglo-americanos, entramos com “O” cara e vocês, brasileiros e adjacentes latino-americanos, entram com “A” …!”

FrancoAtirador

27 de setembro de 2014 às 23h29

.
.
Manchete do jornal O Globo:

Em queda nas pesquisas,
Marina pede que eleitores
evitem ‘voto útil’
.
.
Quer dizer então que a MariNéca

pede se dê um voto inútil, nela.
.
.
Néca, MariNéca!

Meu voto será útil:

13 = Dilma Vana (PT).
.
.

Responder

    Mário SF Alves

    28 de setembro de 2014 às 13h59

    Uai, mas não é o AhÉsim que – [às voltas, indo, vindo, e jamais retornando nesta incansável maratona de diálogos monologástricos] – anda preconizando o tal do voto útil [quero dizer, inútil]?

    FrancoAtirador

    28 de setembro de 2014 às 17h08

    .
    .
    É mesmo, Mestre Mário.

    Tucanos andam pelas ruas gralhando:

    ‘Inútil! A Gente Somos Inútil!’
    .
    .

Marat

27 de setembro de 2014 às 22h51

Nem precisava ser francês, ou de qualquer país europeu, para perceber que Marina é a Monika Lewinski do Brasil… Mas ela nem deve ficar preocupada, pois todo o PSDB é assim também… não pode ouvir alguém falando em inglês, que já vai arriando as calças… Talvez algum psiquiatra possa explicar!

Responder

Mário SF Alves

27 de setembro de 2014 às 22h31

Se não estivéssemos tão familiarizados com o PSDB, diria que isso é assustador.

Mas, agora que a mácara caiu, sabemos, infelizmente, Marina Silva é pior do que todos os tucanos, traidores da socialdemocracia e empedernidos vendilhões do futuro deste País.
_________________________________

Eles passarão,
Nós passarinho!

Responder

    renato

    28 de setembro de 2014 às 12h17

    Disse-o bem Mario..

FrancoAtirador

27 de setembro de 2014 às 21h18

.
.
Sugestiva aquela foto da matéria do Humanité:

Diante dos microfones da TV Record e do SBT,

Maria Osmarina discutindo com MariNécaFaia…
.
.

Responder

FrancoAtirador

27 de setembro de 2014 às 21h00

.
.
Se o Aébrio Nébulus Deus-Me-Livre ganhar a eleição

vai nomear a MariNéca para privatizar a Amazônia.
.
.

Responder

Luiz

27 de setembro de 2014 às 19h17

100% privatizada a Marina

Responder

[email protected]!r [email protected]+35

27 de setembro de 2014 às 18h41

Putz…nem os franceses ela não consegue enganar mais…

Responder

    Marat

    27 de setembro de 2014 às 22h52

    E olha que francês, assim como alemão, adora ficar de quatro para o Tio Sam…

    Mário SF Alves

    28 de setembro de 2014 às 14h04

    Ultimamente, Marat, só ultimamente.

    Bom… tem a coisa da tal posição na qual qual Napoleão perdeu a guerra… mas… aí já seriam outros quinhentos, outras Monikas e outras Lewinski.


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