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Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio e  Eduardo
Política

Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio e Eduardo


24/02/2013 - 23h48

por Janio de Freitas, na Folha de São Paulo, sugestão de Julio César Macedo Amorim

A semana política teve a sua graça, com o teatrinho mambembe do senador Aécio Neves e do governador pernambucano Eduardo Campos. O primeiro pôs a cabeça para fora do armário, pressionado a fazer um discurso que deveria projetá-lo à liderança da oposição. O outro quis entrar no armário, para diminuir as atenções postas em sua alegada pretensão presidencial.

Aécio Neves apoiou sua “denúncia” dos “13 erros” do governo petista na ideia de que “quem governa o Brasil é a lógica da reeleição”. Muito bem visto. Com toda a certeza, Dilma Rousseff não governa com a lógica da derrota eleitoral. No que tem o exemplo deixado por todos os políticos. E, em particular, por um certo Aécio Neves no governo de Minas, que chegou até a espalhar no Estado placas de autopromoção em obras devidas ao governo federal. A queixa federal não deu resultado, mas a propaganda do então governador deu.

Desde o ano passado Fernando Henrique Cardoso e Sérgio Guerra, presidente do PSDB, insistiam com Aécio Neves, inclusive publicamente, para assumir o encargo de falar ao país pela oposição. Insistência duplamente justificada, por ser no partido o único possível candidato a presidente e pela oportuna ausência de liderança na oposição. Mas, se os erros e deficiências dos dois governos petistas fossem só os que Aécio Neves encontrou, para afinal lançar a pretendida liderança oposicionista, não haveria mesmo por que fazer oposição.

A crítica de maior alcance produzida por Aécio Neves, como uma síntese de todas, ficou na afirmação de que “tivemos um biênio perdido” (2011-12). Perdido por quem? Não por aqueles milhões que, não tendo emprego antes e não sendo herdeiros, obtiveram trabalho, salário, carteira assinada na redução do desemprego a históricos 4,4%. Também não por aqueles que, dizem os jornais apesar de si mesmos, entraram na classe média. Muito menos pelos resgatados de carências opressoras por programas assistenciais, pelas cotas universitárias, as oportunidades de consumo, e o mais que Aécio Neves sabe.

Eduardo Campos protegeu sua coerência com a criação de um neologismo: reclamou de “se eleitorizar” tanto e tão cedo a política. E tratou de se eleitorizar ali mesmo, em discurso para cerca de 200 prefeitos e sob os brados de “presidente! presidente!”

Seu discurso se eleitorizando tinha que ser crítico ao governo, do qual Eduardo Campos e o seu PSB são “aliados”: “A população está preocupada com um Brasil que não cresceu como se esperava”. Só se fosse a população pernambucana, mas nem ela, ao que se saiba fora de Pernambuco e conste sobre o governo de Eduardo Campos, no mínimo mediano.

Preocupados aparentam estar uma corrente empresarial e os economistas do mercado. Mas, se confrontados os seus ganhos e as tais preocupações, pode-se desconfiar (ou mais do que isso) de uma onda bem arranjada para extrair do governo sempre mais vantagens. E o fato é que o governo as tem concedido sem cessar.

Aécio Neves e Eduardo Campos não foram suficientes para evitar a atribuição a Lula e Dilma do lançamento da disputa sucessória. Para isso, bastou que Lula brindasse os petistas, na sua festa, com um “vamos reeleger Dilma!”. Quem precipitou essa historiada de sucessão foi, de fato, a imprensa, a partir do blablablá de Lula candidato. Na realidade, Aécio Neves enfraqueceu-se muito; Eduardo Campos alimenta o noticiário criado em torno do seu nome, mas ainda não criou fatos que substituam a artificialidade; e Dilma, como sua Minas, está onde sempre esteve. Ou seja: a rigor, por ora nada de novo.

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50 comentários

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Fátima Oliveira: Com a oposição antipovo que está na praça, todos perdemos « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de fevereiro de 2013 às 10h17

[…] Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio e Eduardo […]

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João Sicsú: A “gastança” pública nos últimos dez anos « Viomundo – O que você não vê na mídia

27 de fevereiro de 2013 às 10h09

[…] Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio e Eduardo […]

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Bonifa

26 de fevereiro de 2013 às 06h31

Estas escaramuças oposicionistas baseadas na mistificação e no engodo terminaram por destruir a Oposição. Para aderir ao clube oposicionista, é condição sine qua non aderir ao discurso mistificador. Esta condição maldita já ronda até o recém criado Rede, ancorado também em posições esfumaçadas e de impossível objetivação política. Deste modo jamais teremos uma oposição séria no Brasil.

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Gigante do NE

25 de fevereiro de 2013 às 19h58

Sei nao, mas acho que Eduardo ta perto de decidir sobre sua candidatura, acho que vai ser uma decisão difícil. Eduardo é da esquerda brasileira. A mesma esquerda de coalizão do PMDB, do PTB e do PSD. Todos com Dilma. Creio que se o governo Eduardo é mediano, (o melhor governador do Brasil desde 2008) qual ē o governo acima da média no pais? O do alckmin ? Do Cabral? Do tarso ? Talvez esse governo mediano o tenha credenciado para estar onde estar. Deixa mostrar que existe uma esquerda que pensa, que coloca estudantes da escola publica em Intercâmbios no mundo, que administra a seca, sem poder reclamar que a presidenta quebrou o pé para ir ao sertão, mas que recebeu o presidente da Rússia e na mesma semana saracoteou na festa do PT. Sei não, voltamos a Republica Velha.

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    De Paula

    26 de fevereiro de 2013 às 07h29

    Estratégia prá dar segundo turno; só isso.

Zhungarian Alatau

25 de fevereiro de 2013 às 19h52

O problema do Aécio é um só: quem o escuta? Lula, o eterno analfabeto, retirante, sem dedo, nordestino, ignorante, enfim, esse nosso Lula, que a mídia local tanto despreza (ou inveja), esse Lula fala errado, e mesmo falando errado, os gringos se levantam para escutá-lo. E Lula não precisa falar em espanhol, nem em inglês, ou em alemão… Porque não é o Lula que QUER SER escutado. São os outros, os gringos, que querem ouvi-lo e compreendê-lo. Porque uma única frase de um Lula bêbado morador de São Bernardo é mais significativa e traz mais ensinamentos que um discurso inteiro de um playboy ébrio morador do Leblon.

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JTavannes

25 de fevereiro de 2013 às 18h13

Engraçado como o imprensalão dá voz a quem fala contra o PT de Lula/Dilma. O Aébrio falou dos 13 erros do PT, e lá estavam todos os canais abertos. Agora, sobre os infindos erros do PSDB os canais se fecham a sete chaves. Taí o livro A Privataria Tucana, fartamente documentado e finalista do mais importante prêmio de literatura da América Latina, e totalmente ignorado pela “grande imprensa”.

Responder

Messias Franca de Macedo

25 de fevereiro de 2013 às 18h02

DILMA ROUSSEFF, REELEITA NO PRIMEIRO TURNO, A MAGNÍFICA!

#####################################

“Acalmem-se”, disse a presidente Dilma Rousseff, num sorriso; faz sentido; aos que apostam no eclipse do crescimento, resposta da economia real é ensolarada; vendas de aço, alumínio, eletro-eletrônicos, ônibus e tratores disparam neste início do ano; arrecadação de impostos sobe; dívida mobiliária federal recua; projeção aponta para inflação em queda e crescimento em alta; apostas no pessimismo começam a pagar menos.
(…)
A continuar nessa marcha, o melhor, para os pessimistas, vai ser iniciar logo um ajuste de discurso, sob pena de ficarem falando sozinhos – os empresários, afinal, de olho no chão de suas fábricas e em seus caixas, sabem que o certo é acreditar em resultados do que se guiar por palavras pré-fabricadas.
Para a presidente Dilma Rousseff, com a reeleição lançada e ainda sem um forte adversário definido, o sol do primeiro semestre traz consigo uma brisa capaz de impulsioná-la com menos atropelos do que muitos gostariam por 2013 em direção a 2014.

FONTE: blog Brasil 247

BRASIL (QUASE-)NAÇÃO
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

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Urbano

25 de fevereiro de 2013 às 15h18

Na safra política contemporânea desses dois ‘netinhos’, houve mais catemba do que coco.

Responder

ricardo silveira

25 de fevereiro de 2013 às 14h00

Um ou dois jornalistas da Folha às vezes não se confundem com o jornal em que trabalham.

Responder

Paco

25 de fevereiro de 2013 às 13h15

Eu gosto de ler os comentários de Janio de Freitas pois eles são sempre isentos e imparciais, mais uma vez um belo artigo.

Responder

Abelardo

25 de fevereiro de 2013 às 13h01

Quanto ao Aécio, resta saber se ele foi o único (a)traído e o único boi de piranha ou se o presidente do PSDB e o Farol também caíram na mesma armadilha de Serra. O certo, é que o telhado de Aécio tem tanto vidro para quebrar, quanto o que é necessário para submergir aos estratégicos temporais de Serra. Muito mais cedo do que imaginava, a total incompetência da atual oposição se mostra flagrantemente na fragilidade de seus candidatos, quanto na absoluta e inacreditável falta de projetos e planejamentos que permita a criação de um programa de governo, por mais tímido que seja. Atualmente, a sigla do partido está mais para PSDBlá,bláblábláblá…
Quanto ao Eduardo, acho que de bobo não tem nada, mas a ambição e a sensação do poder quando começa a falar mais alto na consciência exige um autocontrole descomunal para não deixar que criem assento em nossa mente. No entanto, quando essas tentações recebem o reforço da elite despudorada e golpista, que pode se apresentar na forma de diversos disfarces, inclusive na forma de morango do nordeste. Então, esse sonhador cabra da peste, que nada tem de bobo, deve ter a atenção redobrada para não deixar o descontrole pode subir a cabeça e correr o risco de na guerra que ainda não é a sua. Conhecemos vários casos de artistas que fama rápida: artista de só música, de um só filme, de um só livro, de uma só novela, jogadores de um só clube ou um só título, etc… Na política também é assim, muitas promessas não passam da primeira ambição.

Responder

    Mário SF Alves

    25 de fevereiro de 2013 às 15h30

    Muitíssimo bem observado, caro Abelardo; soou como verdadeiro e franco aviso.
    __________________________________

    Talvez, só razões de Estado justificassem tal conduta eduardocamposiana.

    __________________________________________
    Por razões de Estado, entenda-se: nada que tenha a ver com o papelzinho ridículo da blogueira Yoani Sanches no Brasil.

willian

25 de fevereiro de 2013 às 12h40

Estão deixando de fora o mais forte candidato da oposição, que é o Serra.

Responder

    Mário SF Alves

    25 de fevereiro de 2013 às 14h24

    Peraí, Willian, sadismo tem limite, né não? Serra de novo, cara??? Vai ser sádico assim no raio que o …
    ________________________________
    Deixe o cara, Willian. E, afinal, quando é que foi o último Angelus dele?

    Gerson Carneiro

    25 de fevereiro de 2013 às 15h05

    Deixa de ser autocentrado, Willian. Onde você viu que o Serra é o mais forte candidato da oposição?

    Tsc, tsc, tsc…

    Marta

    02 de março de 2013 às 17h54

    Gerson, se o Cerra não for o mais forte candidato da oposição, devemos torcer para sê-lo, pois ele é bom porque perde.

    Willian

    25 de fevereiro de 2013 às 15h09

    O comentário acima não é meu. Não sei se é um fã, uma homenagem ou apenas coincidência. Se for coincidência, podemos combinar de haver uma diferencial entre nós. Se for um fã ou uma homenagem, fico sensibilizado mas eu realmente não mereço.

adriana m carvalho

25 de fevereiro de 2013 às 12h34

A Candidatura de Campos nada mais é do que uma tentativa da oposição raivosa de dividir os votos do PT, é um bem bolado entre a oposição/PIG e Eduaro Campos.O PLANO A seria uma chapa PSDB/Campos, mais com a queimação de filme que a oposição deu com seus eleitores racista, principalmente com a onda de preconceito nas eleições de 2010 e 2012, Campos provavelmente não quis ligar o seu nome a essa gente, então , só restou O PLANO B, a opção de Campos como candidato para dividir os votos do PT ,e com isso, levar o PSDB para o 2º turno!.Sou nordestina e lamento que Eduardo Campos se preste a esse papel!.

Responder

    Mário SF Alves

    25 de fevereiro de 2013 às 14h41

    Lamentável, de fato. Será que é a síndrome do avô? O Neves, já se sabe, tá integralmente [ou integralisticamente] nessa!
    _________________________________
    Último Angelus pros dois.
    __________________________________________
    O Brasil, o Governo Federal e PT precisam, sim, de oposição. Mas, oposição de verdade e não esse arremedo de oposição produzida pelo regime casa-grande-BraZil-eterna-senzala que aí está. A oposição que o Brasil precisa é a oposição cobre reforma agrária; que cobre reforma política; que cobre efetiva demarcação de terras indígenas; que cobre reforma política e fiscal; e, especialmente, uma oposição que cobre integral respeito às Normas Constitucionais, seja ele em que instância for.

Sávio Sobreira

25 de fevereiro de 2013 às 11h16

O Aócio discursa para os imbecíes !!!!!!!

Responder

Cora

25 de fevereiro de 2013 às 11h11

a pergunta que não quer calar é:

quem é aécio neves?

Responder

    Mário SF Alves

    25 de fevereiro de 2013 às 14h43

    o neto, ó xente.

    Geralda

    27 de fevereiro de 2013 às 00h51

    UM verdadeiro déspota, acabou com Minas Gerais, educação, saúde e todo o funcionalismo, quem lê Privataria Tucana, fica ciente da tucanalha, ainda tem a lista de Furnas.O AI-5 impera em Minas Gerais…Sem falar que Minas está com uma dívida impagável.

Celso Carvalho

25 de fevereiro de 2013 às 11h07

O governo Dilma está deixando o bonde passar por inúmeras vezes. Ao invés de demarcar claramente para a população e o eleitorado que somos nós contra eles, a oposição conservadoradora, entreguista, claramente anti social turbinada pela imprensa conservadora e mentirosa, submete-se a por covardia. Covardia que teve o Lula ao entregar para o próximo governo as reformas que não fez. Nesse ponto Dilma não inova. Financiar a oposição é coisa de louco amansado por choques.
Financiar as teles com medidas fiscais é ainda mais degradante.
Embora Lula ainda tenha grande apelo popular, na próxima eleição a imprensa e o conservadorismo vão emplacar o seu candidato. O nordeste está sendo dominado pelos trairas. O PT está esgotado por falta de iniciativas práticas. Tal qual Jango o PT vai perder o poder por faltar à luta.

Responder

Gerson Carneiro

25 de fevereiro de 2013 às 10h20

Por falar em teatrinho, a atriz cubana Yoani Sanchez papou todos os prêmios do Oscar 2013 na categoria Comédia.

Aqui, a atriz cubana Yoani Sanchez passando o fim de semana no rio de Janeiro, por imposição do terrível governo cubano.

Responder

    Mário SF Alves

    25 de fevereiro de 2013 às 14h47

    E aqui a atriz cubana dando provas de total ignorância e desconhecimento sobre realidade política do Brasil.

    Onde?!!

    Aqui, ó: de 1500 D.C. ……………………………………………..
    …………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….. ad infinitum.

    Willian

    25 de fevereiro de 2013 às 15h11

    Agora ela vai para Praga, na República Tcheca. A recepção dela por lá deve ser melhor que a daqui. Lá eles sabem o que é comunismo.

    Raphael

    26 de fevereiro de 2013 às 17h43

    A pergunta é..Ela vai ter alguma recepção?

Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio Neves e Eduardo Campos | PapoCatarina

25 de fevereiro de 2013 às 10h06

[…] Janio de Freitas: O teatrinho mambembe de Aécio Neves e Eduardo Campos 25/02/2013 10:05:59Enviado por PapoCatarina TweetPublicado por: Viomundo […]

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Juliana Figueiredo

25 de fevereiro de 2013 às 10h02

Nojento este Aecio!!

Responder

Marcelo de Matos

25 de fevereiro de 2013 às 10h01

Eis que surge um novo elemento na sucessão presidencial – é o fator Ciro Gomes. O ex-ministro de Lula declarou em programa esportivo que tem em uma rádio de Fortaleza: “O Eduardo não tem estrada ainda. Não conhece o Brasil. O Aécio não conhece o Brasil. A Marina Silva representa uma negação ética, uma negação desses maus costumes, mas não representa a afirmação de rigorosamente nada”. A declaração causou mal estar no PSB, levando-nos a crer que esse se cindiu em dois: a ala Campos e a ala Gomes. O pindamonhangabense Ciro, conterrâneo de Alckmin, é extremamente versátil em política: começou no PDS, sucessor da Arena e passou por PPS, PMDB e PSDB, estando agora no PSB. Foi ministro de FHC e de Lula. Enfim – é pau para toda obra. Poderá tucanar de novo e formar dobradinha com Aécio, como cabeça de chapa ou não. Ciro poderá ser o fiel da balança, tanto para Dilma, quanto para a oposição. O nordeste é o segundo maior colégio eleitoral brasileiro. Os irmãos Gomes sabem disso e irão negociar muito bem seu apoio.

Responder

Romanelli

25 de fevereiro de 2013 às 09h13

hum sei não

..desculpe, mas enquanto com LULA todos tinham a sensação de que ganharam ao menos um pouco ..hoje com DILMA à frente dum governo que dá provas de desgaste, falta de tesão e de criatividade, parece que a sensação que fica é de que todos já perderam duma boa porção

Claro, claro que as 2 figurinhas citadas no texto, a mim pelo menos, não fazem parte da solução ..aliás, nem sei se tenho qq outra recomendação (daí meu desanimo geral e irrestrito)

e sobre Dilma ter “acabado ou extinguido com a miséria” como alguns tentam nos vender, então me façam um favor, de posse desta “verdade petista” recomendem à presidente-gerente que suspenda imediatamente toda e qq ajuda-MULETA pra ver se o paciente se aguenta por suas próprias forças e mérito.

assistencialismo, é fácil implantar, difícil mesmo é emancipar

Responder

    Ronaldo Silva

    25 de fevereiro de 2013 às 13h44

    E vc acha que alguém em sã consciência esperaria alguma recomendação preconceituosa tua? Acorda,cara! Continue despejando suas falácias e insinuações, aproveite os blogueiros sujos, eles permitem que boçais também comentem. Viva a democracia.

    Abel

    25 de fevereiro de 2013 às 21h45

    Deve ser por isso que os seus patrões só levam pau no lombo nas eleições nos últimos dez anos, hein comédia? Chora, viúva do FHC ;)

Mateus Silva Ferreira

25 de fevereiro de 2013 às 09h10

O professor, em Minas, sob os Governos Tucanos, tornou-se um dos mais mal pagos e desvalorizados do País.
Esse é o Choque de Gestão do Aético. Xô Satanás!

Responder

    Daniel

    25 de fevereiro de 2013 às 13h12

    Perfeito! Em 2014 vamos dar o troco.

Mário SF Alves

25 de fevereiro de 2013 às 08h55

Jânio de Freitas mais uma vez vai à essência do movimento político eleitoral oposicionista. Teatrinho mambembe é o que tem sido este movimento.
_______________________________
Como bem lembrado por um comentarista aqui no Vi o Mundo: o Brasil, o Governo Federal e PT precisam urgentemente de uma oposição pra valer; uma oposição que, em estrito respeito à Constituição Federal, a Cidadã, lhes cobre reforma agrária, conclusão na demarcação de terras indígenas; reforma política e/ou outras.
________________________________________________
Seja como for, o que o Brasil menos precisa é de uma oposição midiática que reverbere a todo instante os interesses do sui generis capitalismo subdesenvolvimentista “nacional”, produto mais acabado do secular, obsoleto e desumano regime casa-grande-BraZil-eterna-senzala.

Responder

Alberto

25 de fevereiro de 2013 às 08h39

Bem analisado. Essa oposição é de fazer vergonha

Responder

acmsouza

25 de fevereiro de 2013 às 07h50

O capital e a produtividade estão ancorados em dois pilares de sustentabilidade: o produto e o consumo.
Toda sociedade é por natureza capitalista e consumista. Desde os tempos remotos, sempre foi, é, e será assim.
Capital é produto.
Consumidor é usuário do produto.
O cidadão é o produtor e consumidor.
Quanto mais ampla e diversificada for a população, maior será a capacidade de produção e consumo, e, por consequência, maior será o capital.
Excluir população da produção e do consumo é estagnar o capital, e, em consequência, empobrecer o estado e seu povo.
Viva o presidente Lula, O ANALFABETO, que conseguiu ler e promover esta verdade que os letrados nunca viram nem promoveram em séculos de governo.
Povo ocupado e consumidor, é sinônimo de desenvolvimento, bem estar e capitalismo.

Responder

    assalariado.

    25 de fevereiro de 2013 às 11h25

    acmsouza, pelo que escreves devo dizer que, voce é a cara da ‘nova classe média’. Ou seja, a vida dos explorados da nação se resume em produzir mercadorias e riquezas para a burguesia patronal e, em troca, somos ‘promovidos’ a meros “cidadãos” consumidores que, por nossa vez, estaremos todos destinados a sermos simples e, ao mesmo tempo, consumidos pela ganância de lucros dos donos do capital. Não precisamos de saude, educacao, salàrios dignos, coisa e tals. Na sociedade do modo de produção capitalista o cidadão, não é cidadão, é sim, uma simples peça de reposição nas linhas de produção e, reprodutores dos lucros da burguesia patronal.

    E voce ainda diz; “Excluir a população da produção e do consumo é estagnar o capital, e, em consequencia empobrecer o Estado e o povo”.

    Ora, meu caro, pelo jeito voce não está entendendo o que está acontecendo na Europa. Lá a crise do modo de produção capitalista vai justamente no oposto do que voce escreve. Em resumo, o que veio primeiro foi a crise do modo de producão capitalista ou foi a exclusão dos assalariados do mercado de trabalho? Proponho que todos nós, leiamos o livro (O CAPITAL) de Karl Marx, para entendermos melhor como esta montado o sistema capitalista e, suas crises ciclicas de superprodução. Basta procurar na internet pelas palavras, capitalismo, socialismo e comunismo.

    Com todo respeito.

    Saudações Socialistas.

    Caio Russo

    25 de fevereiro de 2013 às 11h51

    “Toda sociedade é por natureza capitalista e consumista. Desde os tempos remotos, sempre foi, é, e será assim”. Meu caro, um pouco de história e antropologia e filosofia não faz mal à ninguém. Primeiramente: o pensamento do lucro surgiu aproximadamente no século XII na Europa Ocidental, segundo o historiador medievalista George Duby. O capitalismo de cunho mercantil, aproximadamente século XIV – XV, já o capitalismo com características consumistas, pós-revolução industrial no século XVIII, capitalismo especulativo, majoritariamente século XX e XXI. Em segundo lugar,o pensamento cínico que vise naturalizar o capitalismo é apenas uma ferramenta ideológica utilizada pela burguesia, de quem quer se perpetuar no poder, o princípio da “autoconservação”, soerguidos por Marx, Adorno, Bakhtin entre outros, tanto no campo da praxis vital, quanto na arte e, diga-se de passagem, indústria cultural, são mecanismos artificiais de coerção e administração do tempo trabalhado e livre, o cinismo não cabe aqui. Não naturalize nem universalize algo que era estreitamente ocidental (antes do advento da globalização) e artificial, não há nada de metafísico no capitalismo. Quanto à sua lógica da “produção”, sem comentários. Sobre todas as sociedades serem capitalistas, leia os antropólogos por favor, você vive no Brasil se achar traços capitalistas nos yanomami ou nos Azandes, retiro tudo que disse.

Roberto Locatelli

25 de fevereiro de 2013 às 07h11

A força dos tucanos e dos “socialistas” (de araque) deveria estar nos governos estaduais e municipais que detêm. Ou mesmo dos mandatos parlamentares.

Em SP, por exemplo, o que Alckmin está fazendo de notável? Como está o transporte público na grande SP? E a segurança? Os pedágios foram reduzidos ou ainda continuam a ser os MAIS ALTOS DO MUNDO?

O único fato notável que Alckmin produziu recentemente foi SER CONTRA a redução da tarifa de energia, assim Anastasia, Beto Richa e outros. O nobre senador Aébrio Neves ameaçou, inclusive, entrar na justiça contra a redução.

Então, de fato, eles não conseguem produzir mais do que um teatrinho mambembe.

Responder

    Mário SF Alves

    25 de fevereiro de 2013 às 14h56

    “Em SP, por exemplo, o que Alckmin está fazendo de notável? Como está o transporte público na grande SP? E a segurança? Os pedágios foram reduzidos ou ainda continuam a ser os MAIS ALTOS DO MUNDO?”

    ________________________________

    Responda você:

    1- Aguardando a varinha de condão do deus mercado?
    2- Aguardando o último Angelus do Alckmin?

Amaro

25 de fevereiro de 2013 às 07h10

A julgar pelo seu discurso vazio no senado, que mais promoveu o PT, Aécio está longe de ser competitivo. Constata-se que a oposição tem um tremendo prolema para encontrar uns 3 candidatos medianos, para juntos, evitar uma humilhante derrota no primeiro turno das eleições. A Central Globo de Produções, a Veja e os demais que compõem o PIG e os Supremos Ministros vão ter que rebolar para produzirem fatos e candidatos que provem que os brasileiro apenas 4,4% de desemprego, por exemplo, fazem mal para o brasileiro. Provar , em fim, que os 10 últimos anos têm sido piores que os governos deles.
Mesmo assim não podemos menosprezar o poder mágico da mídia juntamente com o Supremo.
Quem sabe se esta dobradinha não prova que o Paraguaio é aqui. Novas modalidades de golpe, com o “Domínio do Fato”, sempre é possível quando ocorre associação espúria, PIG e Supremo.

Responder

    Geraldo

    25 de fevereiro de 2013 às 11h55

    Perfeito, Amaro. Principalmenteno que diz respeito à capacidade de Folha, Estadão Globo e STF produzirem coisas neste curso de tempo. Não se pode subestimá-los.

Antonio Morais

25 de fevereiro de 2013 às 06h28

Muito bom. Coitado do Aécio.

Responder

Sagarana

25 de fevereiro de 2013 às 06h27

Lula, suas mulheres e seus jornalistas. Que meigo!

Responder

Mario Roberto

25 de fevereiro de 2013 às 01h01

As eleições de 2014 já começaram, cada um que acompanha, vive e gosta de politica que escolha o seu candidato…

Responder

João-PR

25 de fevereiro de 2013 às 00h46

O Eduardo Campos pode, se não tomar cuidado, virar uma página virada da história.
Esse rapazola tem que pensar mais a longo prazo. E,além disso, se fortalecer. Do contrário, o PSB vira um apêndice da direita via PSDB e aliados…e daí quero ver ele apoiar o Serra…

Responder

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