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GSI atribui invasão da embaixada a “indivíduos inescrupulosos”, não cita nomes e bolsonaristas reagem com mensagens idênticas; veja
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Política

GSI atribui invasão da embaixada a “indivíduos inescrupulosos”, não cita nomes e bolsonaristas reagem com mensagens idênticas; veja


13/11/2019 - 14h13

Como sempre há indivíduos inescrupulosos e levianos que querem tirar proveito dos acontecimentos para gerar desordem e instabilidade. Nota oficial do Gabinete de Segurança Institucional sobre a invasão da Embaixada.

O gabinete de Segurança Institucional do governo Bolsonaro atribuiu a “indivíduos inescrupulosos” a invasão da embaixada da Venezuela em Brasília horas antes do encontro de cúpula dos BRICs em Brasília.

O GSI, comandado pelo general Augusto Heleno Ribeiro, emitiu duas notas. Na primeira, atribuiu a ação a partidários de Juan Guaidó.

Depois, retirou a menção ao autoproclamado presidente da Venezuela, reconhecido pelos governo Bolsonaro e Trump.

O ex-senador Lindbergh Farias (PT-RJ) reproduziu no tweeter uma foto da confusão envolvendo apoiadores de Guaidó e de Nicolás Maduro, do lado de fora da embaixada.

Na foto, é possível ver o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta. Diante dele, uma briga acontece (ver no topo do post).

Lindbergh escreveu:

Os trogloditas, todos uniformizados com a mesma camiseta, invadiram a embaixada da Venezuela no dia em que o Brasil sedia a cúpula dos BRICS. Mais uma vergonha para o mundo! Coisa de miliciano, com o apoio do fritador de hambúrguer e ex-candidato a embaixador.

A ação teve apoio, nas redes sociais, do deputado federal Eduardo Bolsonaro, que faz política externa paralela à do Itamaraty.

Bolsonaristas reagiram ao fato com mensagens idênticas, conforme demonstrou Guilherme Casarões no twitter:



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5 comentários

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Jardel

15 de novembro de 2019 às 02h43

Os acéfalos bozoloides replicaram UMA mesma mensagem para “justificar” a invasão? Que coisa mais ridícula! Demonstra total falta de argumentos.

Ademais, general Augusto Heleno, vamos falar o Português claro, né? Os inescrupulosos e levianos têm um líder incentivador: chama-se Bozo 03, que não por acaso, é filho disso aí que vocês chamam de presidente da República.

Responder

Jardel

15 de novembro de 2019 às 02h39

Os bozoloides replicaram UMA mesma mensagem para “justificar” a invasão? Que coisa mais ridícula! Demonstra total falta de argumentos.

Ademais, general Augusto Heleno, vamos falar o Português claro, né? Os inescrupulosos e levianos têm um líder incentivador: chama-se Bozo 03, que não por acaso, é filho disso aí que vocês chamam de presidente da República.

Responder

Zé Maria

14 de novembro de 2019 às 18h05

Os Repórteres Reynaldo Turollo Jr. e Thais Arbex, da Folha, noticiam de Brasília
que, por solicitação do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias
Toffoli, o Banco Central enviou ao Supremo cópia de 19.441 Relatórios de
Inteligência Financeira (RIFs) produzidos pelo antigo COAF [rebatizado de UIF
(Unidade de Inteligência Financeira)] nos últimos três anos.

Segundo a reportagem, os documentos relacionam, no total, 412,5 mil Pessoas
Físicas e 186,2 mil Pessoas Jurídicas, dentre as quais há “um número considerável
de pessoas expostas politicamente e de pessoas com prerrogativa de foro por função”, inclusive integrantes da família Bolsonaro, entre outras autoridades.

Os relatórios da UIF – prosseguem os repórteres da Folha – partem de instituições,
como bancos, que são obrigadas a informar ao órgão sobre a existência de
movimentações supostamente atípicas.
Os indícios não significam que as pessoas tenham cometido algum crime —
e nem todas as comunicações feitas à UIF seguem para as autoridades
responsáveis por investigações criminais.

Será que tem algum Dono de Empresa de Comunicação envolvido?

Responder

Zé Maria

13 de novembro de 2019 às 21h02

“Os agentes invasores de Guaidó já se encontram fora da Embaixada.
Tiveram que sair pelos fundos.
Não podemos aceitar como natural esse tipo de ação da direita.
Viva a soberania do povo venezuelano!”
https://twitter.com/Glauber_Braga/status/1194740259982118912

Responder

Zé Maria

13 de novembro de 2019 às 19h56

“A libertação do Lula é o início da reparação de uma injustiça, de uma verdadeira
fraude judicial.
É também o início do fim de Sergio Moro, esse xerife que partidarizou o judiciário
brasileiro para intervir nas eleições presidenciais.
A farsa de Moro ruiu.
Se tornou um rábula de miliciano, passou a usar a PF como polícia política.”

“O antipetismo é um fenômeno de direita, que contaminou alguns do lado de cá.
Gente que, sem perceber, acabou virando puxadinho do lavajatismo, do Moro.
Eles tem que ler o livro do Walfrido Warde sobre o significado da Lava Jato.
E desde Getúlio Vargas, a gente sabe de onde parte e aonde leva o udenismo.”

“Eu não estive no governo, o PSOL também não, mas acho que hoje é possível
fazer um balanço mais maduro, reconhecendo os acertos e os limites do
governo petista.
Mas eu quero dizer também outra coisa: eu queria ver essa mesma cobrança
de autocrítica para mais gente no Brasil.
Quando é que o PSDB vai fazer autocrítica por não reconhecer o resultado em 2014
e jogar o país no caos institucional?
Quando é que a mídia brasileira vai fazer autocrítica pelo apoio incondicional
e militante à Lava Jato, depois de escancarados seus abusos?
Quando é que setores ditos ‘democráticos’ vão fazer autocrítica pelo apoio
a Bolsonaro, que colocou o Brasil neste desastre?
Tem muita gente precisando de autocrítica, não só a esquerda.”

“Bolsonaro é ligado a milicianos, trata a imprensa igual lixo, defende a tortura, diz que a oposição tem que ir pra cadeia ou pro exílio. Quando a esquerda fez isso? Bolsonaro é um sociopata. A turma dele acredita que a Terra é plana.
“Que comparação [Polarização] é essa? É um oportunismo retórico
de quem quer ter vantagem eleitoral ou de viúvos de um centro político
que se decompôs. Estão em busca do centro perdido.
O centro democrático da Nova República, inaugurado pelo Ulisses,
foi destruído pelo Eduardo Cunha. E enterrado quando essa turma
se aliou ao Bolsonaro” …

“Acreditar numa saída ao centro no Brasil de hoje é ilusão. Não há condições pra isso.
Essa ideia se traduz na mídia e em certas figuras políticas como ‘vamos moderar
o discurso’, etc.
O que eles querem? Que enquanto Bolsonaro aplica o projeto mais selvagem
da história recente, a oposição fique dócil e bem comportada?
Enquanto ameaça abertamente a democracia, a gente fique em colóquios?Bolsonaro não precisa de pretextos pra avançar.”

“Olha o que aconteceu na Bolívia. Um golpe militar, em pleno 2019.
A América Latina revivendo isso 50 anos depois. Independente dos erros
do Evo na condução do processo, é a prova de que boa parte das elites políticas
e econômicas estão dispostas a recorrer a tudo, inclusive ao estímulo de milícias
queimando casas, para manter-se no comando.”
“E se algum dia precisar, sua turma de extremistas tem atrevimento o suficiente
pra produzir eles próprios, como tentaram no RioCentro, pra não citar casos
mais controversos.
O Brasil não precisa de uma oposição
Precisa de uma oposição combativa, que entenda a gravidade do momento
e não tenha medo da iniciativa política e das ruas.
Esse é o projeto que vou seguir ajudando a construir.”

“As eleições municipais vão ser um importante momento para enfrentar
o bolsonarismo.
Sou um defensor de formar frente única da esquerda onde tiver condições.
Defendo isso no PSOL e junto a lideranças de outros partidos. Não é fácil.
A esquerda brasileira vem de um histórico de divisões e, de fato, existem
diferenças de visão. Ainda bem. Pensamento único é coisa da tradição autoritária,
não da nossa.”

“Mas, neste momento, temos que ter a responsabilidade de entender que nossas
diferenças são menores que o que nos une contra Bolsonaro e seu projeto.
Estive esses dias em Florianópolis, participei de conversa com vários partidos
e senti que lá teremos uma frente bem ampla da esquerda, um exemplo
importante.
Tem que acontecer em mais capitais, em mais cidades grandes.
Vamos seguir trabalhando pela unidade.”

“A oposição se organiza a partir de objetivos, não de pessoas.
E pautas para a oposição não faltam no governo Bolsonaro.
Citaria quatro grandes linhas para nossa iniciativa política:
a defesa da soberania nacional, do meio ambiente,
das liberdades democráticas e dos direitos sociais.”

“A unidade agora é nas ruas e nas iniciativas de frentes municipais para o ano que vem.
Antecipar o debate de 2022 é uma besteira. Mais que isso, uma miopia.
É não entender o tamanho da destruição que Bolsonaro representa.
Ele tem que ser derrotado.”

As fortes denúncias de fraude eleitoral da CPMI das Fake News, os atentados dele
e de seus filhos à democracia e as suspeitas graves de relação com os milicianos
que mataram Marielle fazem com que Bolsonaro tenha cada dia menos
condições políticas de permanecer no cargo.
O Brasil não aguenta 4 anos de Bolsonaro.
Crimes de responsabilidade ele já cometeu inúmeros, já listados por
vários juristas. Bem mais graves que “pedaladas”, diga-se.
Mas não acho que o impeachment é o caminho.”

“Acredito que a sociedade tem que se mobilizar para que o TSE
tire da gaveta a denúncia feita ainda nas eleições sobre os crimes eleitorais
do Bolsonaro: dinheiro empresarial, caixa 2 e disparos de Fake News.
Três crimes eleitorais passíveis de cassação de chapa.
Ou ninguém mais se lembra da investigação jornalística da Patricia Campos Melo?
Ou vamos ignorar as confissões de bolsonaristas arrependidos
como o Paulo Marinho e o [Alexandre] Frota?
Não é possível que o destino do Brasil tenha sido decidido por um
lumpesinato empresarial, composto pelo ‘Véio da Havan’ [Luciano Hang]
e seus amigos. Um bando de escroques.
Lembrando que, em caso de cassação da chapa por crime eleitoral,
a Constituição prevê novas eleições em 90 dias.”

@GuilhermeBoulos
Professor, coordenador do MTST*
e da Frente Povo Sem Medo.
Foi candidato à Presidência
da República pelo PSOL em 2018.
Entrevista concedida ao Jornalista
Jamil Chade, do UOL.
https://t.co/OWc3xNcSS0

*(https://twitter.com/i/status/1194660552125104128)

Responder

Zé Maria

13 de novembro de 2019 às 17h16

Invasão à Embaixada da Venezuela foi Factóide
criado pelas Milícias de Moro e Heleno para desviar
o foco do #LulaLivre e do Golpe na Bolívia, além dos
Protestos Populares que continuam a ocorrer no Chile.

“O governo é responsável pela segurança das embaixadas
e de quem nelas estiver trabalhando.
Bolsonaro tem dever de expulsar paramilitares que invadiram
embaixada venezuelana.
Ou será denunciado internacionalmente por violar a Convenção de Viena.
Força, @DeputadoFederal Pimenta!”
https://twitter.com/BohnGass/status/1194645603738894336

Responder

Zé Maria

13 de novembro de 2019 às 15h58

O @DeputadoFederal, que está no interior da Embaixada da Venezuela,
em Brasília, diz que invasores são milicianos contratados.
São cerca de 20 milicianos, fardados, lutadores profissionais.
O grupo é composto por brasileiros e venezuelanos.
https://twitter.com/erikakokay/status/1194580888304140288
https://twitter.com/i/status/1194600969016885248

https://pbs.twimg.com/media/EJReeu0WwAITD9o.jpg
Esses são os carros dos milicianos que invadiram a Embaixada da Venezuela.

Precisamos identificar quem está por trás desse crime para o qual
o governo de @jairbolsonaro faz vistas grossas diante da comunidade
internacional e dos chefes de Estado dos BRICS
https://twitter.com/DeputadoFederal/status/1194683701755568130

Responder

Zé Maria

13 de novembro de 2019 às 15h34

Invasão de Embaixada de outro País,
estimulada pelo Governo local,
“é uma Declaração de Guerra”.

https://twitter.com/IvanValente/status/1194602255972028417
https://twitter.com/ManuelaDavila/status/1194610662204424192

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