VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

Em tuitaço, ativistas propõem questionamento virtual de ministro


20/06/2011 - 21h53

por Luiz Carlos Azenha

Carolina Ribeiro pertence ao Coletivo Intervozes.

Ela também é ativista da campanha Banda Larga é Um Direito Seu!

A campanha é tocada por várias entidades da sociedade civil, inclusive o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), que fez um levantamento amplo sobre o estado da banda larga no Brasil.

Carolina participou, em Brasília, como representante da campanha, do II Encontro Nacional de Blogueiros.

Viu a palestra do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Os ativistas promovem, amanhã, um tuitaço, ou seja, o uso do twitter para promover a hashtag #minhainternetcaiu (na mão das teles), agregando nas mensagens o twitter do ministro, que é @Paulo_Bernardo.

Diz a Carolina:

“São as empresas [de telefonia] que vão definir quem pode e quem não pode ter banda larga no país”

“Qualquer pessoa que tem internet no Brasil sabe que é caro, que cai toda hora, que é bem ruim na média mundial, inclusive”

“Ele [Paulo Bernardo] tá deixando de fazer o que deveria fazer com o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), tá diminuindo o orçamento da Telebrás e não obrigando que o serviço seja prestado no regime público, que vai garantir universalidade, continuidade e qualidade; ao invés disso, tá negociando no varejo para que elas [as teles] possam oferecer aqui e ali”.

Para ouvir a entrevista completa, clique abaixo.

CAROL.wma





47 comentários

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João PR

23 de junho de 2011 às 17h09

Será que precisaremos fazer um #forapaulobernardo para a Dilma se tocar que está muito mal assessorada no que tange às telecomunicações????

O que este Paulo Bernardo foi fazer no Ministério das Comunicações? Este sujeito entende mesmo é de contabilidade (débito, crédito, caixa).

Dilma, manda este sujeito para alguma função técnica de terceiro escalão, onde não poderá atrapalhar a vida dos brasileiros.

Em tempo: votei na Dilma, e moro no Paraná. Quem quiser saber mais sobre o Paulo Bernardo que vá a Londrina, onde começou sua carreira. Na minha opinião o Paulo Bernardo tem que melhorar muito para começar a ser ruim. Ele e o tal do André Vargas.

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SILOÉ -RJ

22 de junho de 2011 às 21h22

Não vai mais ser preciso um tuitaço em cima do Sarney & ltda. eles voltaram atrás, como sempre.
Mas temos que continuar atentos, não podemos dar mole para esses bodes velhos que pensam que ainda são raposas.

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Antonio

22 de junho de 2011 às 11h42

Acorda Dilma,

Votamos em você para continuar o trabalho de Lula. Não se engane para não cair do bonde. Se o projeto for por água abaixo a culpa será somente sua. Sua mão tem que ser de ferro. A banda larga é um projeto do Governo Federal adminstrado pela Telebrás. Não queremos bobofônica nessa história. Queremos os neoliberais escravagistas neocolonialistas fora dessa história.

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Marcelo de Matos

22 de junho de 2011 às 10h44

Telefônica, Oi e Embratel estavam somente no setor de TV por assinatura, por meio de satélite, já que não há impedimento legal pra isso, mas o projeto de lei PL 116 permitirá, se aprovado, a entrada delas na área por cabo, ainda proibida por lei. Antecipando-se à aprovação do PL 116, porém, a Anatel aprovou, em 02.06.11, regulamento para abertura do mercado de TV a cabo para operadoras de telefonia. As novas regras definem que o serviço, restrito atualmente a 262 municípios, poderá ser oferecido, sem necessidade de licitação, fora das áreas de concessão das teles.

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Mak

22 de junho de 2011 às 10h14

Pelo banimento do papel higiênico ! Água, neles !! Mais limpo , não polui o ambiente e previne às hemorróidas !

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Yarus

21 de junho de 2011 às 20h35

Dilminha, eu já aprendi a ascender o fogo sem faísca e pauzinho, agora eu e milhôes queremos BANDA LARGA, DJÁ!

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FrancoAtirador

21 de junho de 2011 às 19h54

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TrendsBR 19:42 #minhainternetcaiu
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José Carlos

21 de junho de 2011 às 17h56

Acho que tem gente que ainda não compreendeu a importância da diversidade no ramo das comunicações e nem da necessidade de defesa do interesse público significando democratização do acesso e neutralidade da rede. Continuam achando que o deus mercado resolve tudo. Já está provado que não.
Políticas públicas!!!!!!!!!!!!! Os Neoliberais não querem isto, querem?

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Klaus

21 de junho de 2011 às 14h49

"não obrigando que o serviço seja prestado no regime público, que vai garantir universalidade, continuidade e qualidade; " O que garante que um serviço prestado no regime público vai ter qualidade? Saúde e educação neste país tem tanta qualidade assim?

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Marcelo de Matos

21 de junho de 2011 às 12h59

Na minha adolescência, lá pelos anos enta, comecei a me interessar por política. Meus autores preferidos foram Monteiro Lobato e Jorge Amado (desse último li tudo). Depois surgiu o Gondim da Fonseca (Rio de Janeiro, 1899/1977), escritor, jornalista, historiador e biógrafo. Gondim escreveu, entre outras obras, “Que sabe você sobre petróleo”. Defendia a Petrobrás e o monopólio estatal do petróleo. Dizia que quem domina a energia de um país domina o próprio país. Mas, nunca defendeu o estatismo amplo, geral e irrestrito. Nem mesmo o de outros setores que não o energético. Estranhamente a blogosfera progressista, em sua maioria, depois de tantos insucessos do estatismo mundo afora (nem na China é tão prestigiado), defende a estatização da banda larga. Na verdade, não é só da banda larga: parece que o estatismo é um dogma dessa gente. O Bernardo terá de enfrentar o PIG, a oposição, os moralistas e a blogosfera progressista. Para começar, ministro do PT não deveria morar em mansão do lago Paranoá. Por que não uma casinha no bairro Ceilândia?

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    zezaestrela

    21 de junho de 2011 às 13h45

    Mistura típica de quem não quer entender nada. Ministro mora nos imóveis destinados à moradia dos ministros independente de ser do PT ou não.
    Quanto à estatização há controvérsias, por exemplo, tvs são concessões públicas, não dá para virar propriedade particular defendendo os direitos de alguns.

    Lucio Almada

    21 de junho de 2011 às 14h10

    Concordo muito com vc, Marcelo de Matos. NEM a China defende o tal 'estatismo' do jeito que esses 'progressistas' brasileiros defendem. Vc está coberto de razão.

    Os 'progressistas' brasileiros querem alguma coisa como um estado tãããããão forte, tão forte, tão forte, que teria força até para democratizar o William Waack e a Miriam Leitão e a D. Danuza e o Sardemberg.

    Eu sou comunista da linha chinesa-2011, quero dizer: entrega logo essa p. de banda larga prás teles, vamos fiscalizar os efedapês das teles, e vamos pôr a banda larga pra jambrar e dar remos aos nossos governos Lula-Dilma, pra que a gente ande pra frente.

    Ah, entendi. Os 'progressistas' brasileiros sonham com 'democracia' à moda da D. Kora Dramer: é tudo igualzinho à KGB, só que é A NOSSA KGB… uma KGB 'ética', KGB 'democrática', KGB progressista… Tá. Entendi.)

    fernandoeudonatelo

    21 de junho de 2011 às 18h31

    Mas que papo é esse de estatismo?? Bernardo não é um funcionário do Governo ??

    A prestação de serviços da Banda Larga em regime público, não tem nada a ver com estatização do serviço, mas o alinhamento da prestação pelas operadoras à fiscalização direta de metas, previstas pelo Plano.

    As Teles, expandem e operam o Back Haul e última milha, assim como a Telebrás em casos específicos.

    Aliás, a expansão e operação de infra-estrutura central, do Back Bone, para atingir as metas previstas de universalização, no caso brasileiro, devem ter o protagonismo da Telebrás, até porque a maior malha disposta a imediata expansão é pública.

    Inclui o descontigenciamento do FUST para as Teles, atrelado à regulação da Universalização pela Agência específica, na aplicação dos recursos.

    Em regime privado, que não significa que o sistema é todo privado, as operadoras podem recusar a determinação ou cumprimento de normatizações específicas do setor público, no que se refere ao entroncamento, espinha dorsal e última milha.

    Scan

    21 de junho de 2011 às 18h33

    Não. Você pensa que entendeu.
    Na China alguns setores vitais da economia, especialmente na produção de energia e na extração de material estratégico, estão em grande medida sob o controle do setor estatal.
    Além disso, e isso é um fato de importância seminal, o setor bancário e o câmbio estão sob controle estatal completo.
    Se você achar melhor, a gente troca: libera as teles e estatiza os bancos. Topa?

    P A U L O P.

    21 de junho de 2011 às 18h44

    olá TROLLS vcs estão piores que o crioulo doido, misturando tudo… muito engraçado, mas prefiro o original.
    http://www.youtube.com/watch?v=3SfYMxPNVTE

    Abel

    21 de junho de 2011 às 22h09

    No Rio de Janeiro, a companhia de eletricidade, a famosa Light, foi privatizada à mais de 30 anos. Volta e meia, explode um bueiro (às vezes com consequências trágicas)…
    Aliás, desde 2010 a controladora da Light é uma estatal – mineira – a CEMIG. De lá para cá, os cariocas vem tomando muitos choques – mas nenhum de "gestão" ;)

    João PR

    23 de junho de 2011 às 17h06

    Marcelo.
    Eu sinto saudades da Telepar! Aqui no Paraná, a COPEL ainda é estatal, pagamos uma das menores taxas de energia elétrica do país, e não sofremos com apagões (como no estado tucano-maravilha São Paulo).
    Tenho internet da GVT. É boa, não cai, mas é cara prá chuchu se comparada ao que se cobra em outros países.
    Privatização, caro Marcelo, não significa maior qualidade, nem menor preço. As chamadas Teles no Brasil são campeões de reclamações no PROCON, e se a lei fosse realmente cumprida, muitas delas já teriam devolvido ao Governo Federal (devolvido de graça) a concessão, pois estariam devendo mais do que arrecadam.
    Como você pode ser assinante da TeleAfônica (aquela que, de vez em quando, não fala, nem dá acesso a internet), espero que você consiga ler esta mensagem antes de segunda-feira, dia 27 (tomara que sua internet funcione) para responder, com argumentos sólidos, o que argumentei aqui.

Marcelo de Matos

21 de junho de 2011 às 12h17

O Edu, do Cidadania, chegou a dizer que Paulo Bernardo pode ser o próximo ministro a cair. Não consegui recuperar o texto, mas, tenho certeza de ter lido isso. Eu, pelos antecedentes históricos da política piguista, penso a mesma coisa. Os ministros mais vulneráveis continuarão a ser os das áreas de Comunicações e da Casa Civil. É só lembrar que já caíram Gushiken, Dirceu e Palocci. Bernardo está no olho do furacão: a blogosfera o fustiga com relação à tal propriedade cruzada e “lei de médios”, que não sei o que significam. A mídia tem sérias cobranças: por exemplo, quer barrar a participação das telefônicas no ramo de TV por assinatura (via cabo ou satélite). A luta pelo mercado da telefonia celular no Brasil deu vez a um dos maiores dos lobies que a história já conheceu. Como o país está em franco desenvolvimento e o mercado de teles é muito promissor, poderemos ter grandes lutas pela frente. Uma denúncia abrirá a campanha moralista e esquerda, direita, mídia, blogosfera e oposição criarão o caldo de cultura para a defenestração do ministro.

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fernandoeudonatelo

21 de junho de 2011 às 12h11

Falaram do FUST aí embaixo, veja bem, mesmo que o Fundo seja liberado à aplicação de recursos pelas Teles, resta saber se vai ser na nova legislação em tramitação no Congresso, ou seja, as operadoras terão liberdade para empenhar ou não na Universalização do serviço. Ou seja, na articulação do Back haul ou em gastos terceiros, que não sejam para a Universalização.

Se tem um questionamento que faço ao Paulo Bernardo, é quem vai operar a Infovia adquirida judicialmente, Eletronet, mais as parceiras Dataserver, Eletrobras e Petrobras que iriam compor a estratégia de interiorização do BackBone a partir da costa, se isso realmente será feito, porque de fato, a Telebras está sub-financiada.

Outra questão, é aonde foi parar o projeto do Rogério Santanna, de comunicações militares soberanas em enlace de dados ?? Será que sabiam disso antes de exonerá-lo ?

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jairo

21 de junho de 2011 às 11h33

O Paulo Bernardo não é a autoridade maxima. O governo tem suas diretrizes. Se o ministro não esta cumprindo-as, demissão nele.

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Klaus

21 de junho de 2011 às 10h55

Dilma manda em Paulo Bernardo; quem manda na Dilma, esteve no encontro dos blogueiros. Por que não o questionaram?

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    Panambi

    22 de junho de 2011 às 07h23

    Troll-lo-ló à vista……

osmar

21 de junho de 2011 às 10h41

Como pode a Sra Dilma virar as costas para nós que tanto lutamos para elege-la? Veja a questões dos aposentados, da banda larga (sai fora bernardo), da comissão da verdade, da lei dos medios……..ainda é tempo Sra presidenta, antes que seja tarde!

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João Bosco Rocha

21 de junho de 2011 às 09h25

Azenha, voce precisa ABRIR este espaço para TODOS os outros post. Há muito tempo tento colocar um comentário no seu blog e não consigo. É a primeira vez que consigo. Favor atentar para isso.

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flavio jose

21 de junho de 2011 às 09h08

Será que esse bernardo é mais um espião infiltrado no governo. Dilma toma cuidado pois o que este ministro fizer você é co-responsavel. Se assinar aprovado a responsabilidade é totalmente sua.

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    diogojfaraujo

    21 de junho de 2011 às 12h09

    Ih, mas um com a paranóia PHAziana…

Antônio de Sampaio

21 de junho de 2011 às 08h23

Vem cá rapaz, Paulo Bernardo age por conta própria ou age sob ordens de alguém superior a ele??? vocês estão cobrando da pessoa errada.

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Gerson Carneiro

21 de junho de 2011 às 08h02

Ministro Paulo Bernardo quer implementar o PNBL nos moldes dos pedágios das estradas de São Paulo.

Empresas privadas querem apenas os grandes centros prontos para o lucro fácil.

Adeus banda larga nos rincões do Brasil!

Responder

[email protected]

21 de junho de 2011 às 07h45

Acredito que as críticas dirigidas,ontem ao Palocci,hoje ao P. Bernardo,amanhã sabe-se lá a quem,estão mirando no alvo errado.A Dilma é o alvo e tem se mostrado dúbia em diversos assuntos,quando se mostra.Além disso,comete um erro crasso,que jamais deve ser cometido por quem pretende governar,qual seja,faz determinada afirmação,e logo depois volta atrás.Agora,por exemplo,defendeu o "sigilo"nas licitações das obras para a copa,mas Sarney disse que não cabe o sigilo.Aguardemos…

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    Bonifa

    21 de junho de 2011 às 18h30

    A impressão que passa é que está isolada, sem eficiente assessoramento. Fazendo bobagens absolutamente desnecessárias, como tecer loas a quem a História poderá apontar como homem-desastre nacional.

Edson

21 de junho de 2011 às 07h09

Chegou a hora de Dilna substituir Paulo Bernardo. Quem sabe Maria Fro nao seja um bom nome… Está na hora de um blogueiro(a) suja assumir uma pasta governamental… aliás, se não fosse os blogueiros sujos Dilma não seria eleita…

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Almeida Bispo

21 de junho de 2011 às 06h57

Pressão em cima deles. Senão, só os larápios (ops! "investidores") das teles é quem continuarão a lucrar no peitinho fecundo do monopólio disfarçado.

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Roberto Ribeiro

21 de junho de 2011 às 06h03

O ministro disse, em outras palavras, que antes da banda larga tem que levar saneamento, discordo, tem que levar as duas coisas.
Sr. ministro Paulo Brnardo com todo respeito, entenda uma coisa, a Rede Globo já está lá.
Não tem esgoto, não tem BL, mas tem a Globo. Entendeu?

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SILOÉ -RJ

21 de junho de 2011 às 03h48

O tuitaço agora tem que ser em cima do Sarney e a maioria dos senadores do PMDB que acabam de se vender para as empreiteiras, votando contra a lei proposta pelo governo para acabar com o cartel nas licitações das obras da copa.
Periga aí, até sabotagem nas obras do PAC.

Responder

    cleber

    21 de junho de 2011 às 10h55

    FALOU TUDO SILOÉ! Vamos pressionar os parlamentares a fazerem o que é melhor para o PAÍS e nao para as empreiteiras tem que ser um mega twitaco p isso e para todos os temas de nosso interesse, pressao na veia!!

    Maria Helena

    22 de junho de 2011 às 09h09

    É isso aí! O poder da midia piguenta é tão avassalador que tem gente (boa) comentando aqui que vai ter 'sigilo" nas licitações. A própria presidenta, em discurso em Ribeirão Preto (tem video na NBR), esclareceu que não é isso; disse que os jornalistas precisam ler as coisas antes de opinar. A medida sugerida de comum acordo com o Tribunal de Contas é para que os empreiteiros não tenham acesso ao orçamento de uma obra – senão eles combinam entre si e oferecem preços em torno do orçamento publicado pelo governo. Todos os orgãos de controle saberão previamente tudo, e o público (inclusive os lobbies no Congresso, Sarney etc) só saberão na segunda fase da licitação. É uma medida MORALIZADORA, tanto assim que os empreiteiros e seus representantes no congresso já disseram que não vai passar. Se liga, gente, quando vir uma manchete nos jornalões e na rede bobo, tem de verificar a fonte antes de sair repetindo o que eles falam, que é para desgastar o governo.

Leonardo Câmara

21 de junho de 2011 às 00h04

Esse ministro manda mais que a presidenta?

Responder

Gerson Carneiro

20 de junho de 2011 às 23h57

As teles (empresas de telefonia) estão de olho na grana dos fundos públicos destinados ao desenvolvimento tecnológico das telecomunicações, como o FUST – Fundo de Universalização das Telecomunicações. E parte dessa grana, que hoje gira em torno de R$ 45 bilhões, provém das contas de telefones. Ou seja, querem de volta o que pagam de impostos. A alegação das teles é que o dinheiro dos fundos públicos seria para subsidiá-las em locais onde elas não atuam hoje por não considerarem o mercado atraente, como municípios menores e distantes dos grandes centros.

O triste é que o Rogério Santanna, considerado defensor do protagonismo da Telebrás no PNBL, foi afastado da presidência da Telebrás.

Responder

Bonifa

20 de junho de 2011 às 22h50

Romperam a barreira da paciência, tanto na Banda Larga quanto na Lei de Mídia. Agora aguentem.

Responder

FrancoAtirador

20 de junho de 2011 às 22h21

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#minhainternetcaiu nas mãos das Teles?!? Que quié isso @Paulo_Bernardo!?! Faz isso não!!! Vamos Socializar a Comunicação!!! PNBL Público !!!
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Responder

trombeta

20 de junho de 2011 às 22h18

Gente, vamos ser honestos, pressionar o ministro Paulo Bernardo que é pau mandado e livrar Dilma que é a chefe soa estranho não?

O governo Dilma precisa de muito bafo na nuca pra avançar na agenda de esquerda mas tem que mirar o alvo certo!

Responder

    Luciano Prado

    20 de junho de 2011 às 23h05

    Ministro não pode ser pau mandado.

    Melhor que os Franksteins continuem na oposição.

    Não foi para isso que votamos em Dilma.

    Quero meu voto de volta. Estelionato eleitoral, não!

    P A U L O P.

    21 de junho de 2011 às 05h41

    Desde que a dindinha Dilma foi ao rega-bofes da Fóia Ditabranda, tive certeza daTRAIÇÃO ao POVO.

    O aumento constante da taxa Selic, a contratação do ECAD pelo MinC, a 'piratização'' dos aeropotos, da frota da PETROBRAS,o futuro incerto do PRÉ´SAL..

    É, meu amiigo, será preciso um Bafo de Dragão para reverter, ao menos um pouco essas tendencias entreguistas.

    Jairo_Beraldo

    21 de junho de 2011 às 09h01

    A senhora presidenta segue dando cusparada na cara dos que a ajudaram a combater a volta do atraso ao Alvorada, fazendo acontecer, ela mesma, este atraso. Isso ainda vai respingar no Lula.

    Bonifa

    21 de junho de 2011 às 18h32

    Quem quer ser bom com gente ruim, terminará sendo ruim com gente boa.

Gerson

20 de junho de 2011 às 22h10

Internet Banda Larga é que nem água:
Não dá pra ficar sem.

Responder

Luana

20 de junho de 2011 às 21h42

E não é apenas isto, elas continuam cobrando assinatura do assinante no telefone fixo, pode? Eu não levo nenhuma fé no Paulo Bernardo, ele tá mais para bibelô do que ministro.

Responder

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