VIOMUNDO

Diário da Resistência


Política

As cenas que abalaram o Egito


18/12/2011 - 21h25

As imagens são muito fortes, mas achamos necessário participar da rede que denuncia a barbárie praticada por agentes do regime militar que governa o Egito.





26 comentários

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Luca K

19 de dezembro de 2011 às 23h19

O sadismo e selvageria de alguns dos militares impressiona. Observem que os manifestantes no Egito estão nas ruas há mais tempo que na Síria e são manifestantes pacíficos. Cadê os EUA/OTAN?? Com tanta violência por parte da junta militar(apoiada pelos EUA) não seria o caso de um ataque ocidental evocando "responsability to protect"??(não que eu ache q este deva ser o caso, sou totalmente pelo princípio da não intervençao). Por outro lado na Síria os americanos e seus asseclas estão armando insurgentes sírios e mercenários islâmicos para tentar derrubar o governo de Assad. Esquadrões da morte e snipers matam indiscriminadamente e a culpa é colocada aos pés do governo Sírio. Tudo em nome de nova mudança de regime para isolar o Hezbollah no Líbano e o Irã ao leste.

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Leo V

19 de dezembro de 2011 às 22h49

O relato mais rico que li sobre essa tentativa de revolução que ocorre nos últimos anos no Egito, por incrível que pareça, saiu no G1. Vale a pena ler: http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2011/11

E viva esse belo exemplo dos trabalhores e do povo egípcio organizado! Solidariedade a eles.

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ZePovinho

19 de dezembro de 2011 às 17h37

Parece que começa uma primavera na terra do regime totalitário sionista:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/

Mulher israelense ignora ultraortodoxos e se nega a sentar atrás em ônibus

Guila Flint

De Tel Aviv para a BBC Brasil

Atualizado em 19 de dezembro, 2011 – 08:28 (Brasília) 10:28 GMT

História da engenheira levou discussão sobre segregação de mulheres ao gabinete israelense

Uma mulher israelense negou-se a ceder às imposições de ultraortodoxos que queriam obrigá-la a ficar na parte traseira de um ônibus e tornou-se símbolo da luta contra a segregação das mulheres em áreas religiosas do país.

Na última sexta-feira, a engenheira Tanya Rosenblit, 28 anos, tomou um ônibus em sua cidade, Ashdod (sul de Israel), com destino a Jerusalém…………………………………………………………………….

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    Beto_W

    21 de dezembro de 2011 às 23h10

    ZePovinho, infelizmente não se trata de nenhum embrião de revolução em Israel, e não tem nada a ver com o governo.

    Contextualizando: os ultra-ortodoxos de Jerusalém e entornos tentam há décadas impôr sua opção de vida aos outros cidadãos – da mesma forma que o fazem alguns grupos fanáticos muçulmanos ou cristãos em outras partes do mundo. Um dos pontos de conflito são as tais linhas de ônibus com separação entre homens e mulheres. As linhas de ônibus que passam por bairros ortodoxos, utilizadas em sua maioria por esses ultra-ortodoxos, começaram a apresentar esse fenômeno de segregação, imposto pelos passageiros ultra-ortodoxos, e obedecido pelas passageiras em geral. No entanto, esse fenômeno não é nem lei federal, nem municipal, nem ao menos política da empresa de ônibus, mas apenas uma "regra não-escrita" segundo a qual os homens deveriam viajar na parte da frente do ônibus e as mulheres na parte de trás.

    A grande maioria das sinagogas mantém áreas separadas para homens e mulheres (as sinagogas da corrente reformista são rara exceção), às vezes com biombos de treliça, às vezes colocando as mulheres em outro andar, sob o argumento de que a presença de mulheres seduz os homens e desvia sua atenção do ato de rezar – diga-se de passagem, o mesmo fenômeno pode ser observado nas mesquitas. No entanto, os ultra-ortodoxos entendem que a própria figura feminina já seduz o homem e o torna lascivo e cheio de intenções "pecaminosas". Alguns não aceitam ouvir mulheres cantando, já que o canto de uma mulher seria uma arma de sedução. Outros não aceitam nem ouvir uma voz feminina no rádio. E foi assim que resolveram estender esse entendimento para os ônibus que frequentam, argumentando que não seriam obrigados a olhar para a lasciva figura feminina se as mulheres se sentassem atrás deles nos ônibus, como faziem nas sinagogas.

    Pois foi isso que a engenheira Rozenblit resolveu confrontar. Note-se que ela se vestiu de maneira "respeitosa" sob os costumes ortodoxos – as mulheres ortodoxas usam saias compridas e blusas de manga comprida, de forma a não expôr sua pele além das mãos e do rosto. Ela não entrou em uma sinagoga ortodoxa e sentou-se na área reservada aos homens. Ela apenas exerceu seu direito de sentar-se onde bem entendesse dentro de um ônibus público, que é espaço de todos os cidadãos e não apenas dos ortodoxos.

    Todo meu apoio a ela e a outras como ela. Mas que isso seja visto em seu contexto – não é uma Primavera Árabe, não é uma revolução contra o governo. É a indignação diante de uma minoria tentando se impôr à maioria.

C. Paoliello

19 de dezembro de 2011 às 16h53

Lembra muito as cenas de repressão da ditadura militar brasileira. Como elas todas se parecem na selvageria e no gosto pela violência.

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José Carlos JC

19 de dezembro de 2011 às 16h52

Exército de Assassinos, é isso o que são. Sinceramente…

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Giancarlo

19 de dezembro de 2011 às 16h51

Não sou de assistir muito TV, daí pergunto a vocês se essas imagens saíram na grande mídia? Outra coisa a relatar é a "reporcagem" de cobertura sobre a morte de Kim Jong Il no Jornal Hoje parecia que foi escrita pelo departamento de estado americano.

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    Klaus

    19 de dezembro de 2011 às 17h45

    Longa a Vida ao novo Líder da Coreia do Norte, que aliás é filho do antigo líder e neto do líder anterior. Ou seja, uma democracia.

Turista

19 de dezembro de 2011 às 15h34

Parabéns americanos!

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Regina Braga

19 de dezembro de 2011 às 14h55

Gente…fico enjoada, não só com a violência física…mas com a violência, na manipulação dos fatos,feita por americanos e seus cães adestrados…

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Mauro A. Silva

19 de dezembro de 2011 às 13h25

Covardia.

Essa imagem também trouxe á mente as lembranças do motorista Rodney King, espancado por policiais em Los Angeles… os policiais foram absolvidos…
[youtube SW1ZDIXiuS4 http://www.youtube.com/watch?v=SW1ZDIXiuS4 youtube]

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Paulo Roberto

19 de dezembro de 2011 às 13h02

Imaginem um Serra presidente do Brasil com as graças dos ianques.

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Substantivo Plural » Blog Archive » As cenas que abalaram o Egito

19 de dezembro de 2011 às 11h20

[…] aqui […]

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gilberto silva

19 de dezembro de 2011 às 08h14

Isso ai é para os Arabes aprenderem a não seguir o que manda os americanos….

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    dukrai

    19 de dezembro de 2011 às 10h56

    vixxxxi, trollzinho, agora explica em português kkkkkkkkkkkkkkkk

    Vlad

    19 de dezembro de 2011 às 11h58

    Ah…"isso aí é para eles aprenderem"?
    Pena que não era sua mãe lá, animal.

Marta

19 de dezembro de 2011 às 07h49

Não aguentei e estou em soluços.

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FrancoAtirador

19 de dezembro de 2011 às 04h13

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Nova escalada de repressão agrava crise no Egito

Os enfrentamentos entre manifestantes que exigem a renúncia do governo provisório que assumiu após a queda de Hosni Mubarak e as forças de segurança são os mais graves ocorridos no último mês.

Médicos e ativistas políticos disseram que choques de sábado e domingo deixaram pelo menos 498 feridos.

Com as vítimas deste domingo, o número de mortos nesta nova escalada de violência chegou a 42.

Durante os protestos foram incendiados os fundos da Academia Científica do Egito, uma das maiores bibliotecas do país.

Página/12, via Carta Maior com tradução de Katarina Peixoto

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMos

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Lucas Villa

19 de dezembro de 2011 às 00h43

Essa aí é a "primavera árabe", tão decantacada pelos esquerdistas em seu auge, os caras tinham verdadeiros orgasmos ao ver o MUBARAK (aliado dos EUA, "o grande satan") deixando o poder.

Nas tolas e apressadas cabecinhas deles, imaginavam que os "jovens" e seus protestos haviam destituído o velho ditador.

Esqueceram eles dos aiatolás e de seus fanáticos seguidores.

El Baradei era o símbolo da "revolução". Logo no referendo constitucional, ele fora atacado a pedradas.

Quero ver a cara do Pepe Escobar ele se der conta do óbvio: ruim com o Mubarak, muito pior sem ele.

Tenho pena das mulheres do Egito de agora em diante com os fanáticos religiosos (que ganharão todas as eleições e vão massacrar a oposição) implantando violentamente a sharia por lá.

Quero ver a cara de paspalho de cada esquerdista que vibrou com a "primavera árabe" (via facebook) no Egito.

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    Leider_Lincoln

    19 de dezembro de 2011 às 10h02

    Richard (gostei do nick, bem melhor que EUNAOSABIA), quem disse que terminou, nós? Você como analista é um renomado imbecil, com o perdão devido a todos os idiotas do mundo…

    dukrai

    19 de dezembro de 2011 às 10h51

    vc se delicia com supostos equívocos de análise da esquerda, mas é má fé, maibródi. A derrubada do muBarak foi uma vitória irrefutável, não apenas nas nossas tolas e apressadas cabecinhas e foram os "jovens" e seus protestos que derrubaram o velho aliado dos eua e israel. Como vc pretende negar isto?
    Onde vc está vendo aiatolás e seus fanáticos seguidores na violência mostrada pelo vídeo? Leia a legenda do vídeo "… a barbárie praticada por agentes do regime militar que governa o Egito."
    E vc continua com outros tópicos, de quem não consegue alinhar pensamentos mais extensos em mais de duas linhas, embolando El Baradei, Pepe Escobar, mulheres egípcias e paspalhos kkkk ô trollzinho, nem a sua vó falava assim.

    Bertold

    19 de dezembro de 2011 às 11h10

    Se liga ai ô vacilão… que leitura mais esquisita é esta que tu faz da realidade? Em que mundo você vive?

    julio

    19 de dezembro de 2011 às 12h32

    Vc é que tá decantando a reação do regime militar egipcio. Deve ter ficado com orgasmo ao ver as imagens. Certamente o tio sam deu carta branca para a repressão depois que o amiguinho El Baradei foi descartado pelo povo. Ali o regime pode bater, matar, na Siria não.

    augusto

    19 de dezembro de 2011 às 14h07

    puxa, voce em materia de raciocinio de politica internacional tá bem defasado hein?
    nao percebeu que no ditador anterior, mubarak, todos queriam se ver livres dele, esquerda e logo logo após semanas de Tahrir tabmem os Usa. Eles viram que o cara ja era um peso e por isso foi menos dificil. E naturalmente a esquerda mundial tb. era a favor.
    A diferença era que sabiamos que uoxington iria conseguir provavelmente controlar a substituiçao no poder egipcio.
    Nao deu outra.
    Tu precisa evoluir um bocado.

    paulo roberto

    19 de dezembro de 2011 às 21h02

    Quanta estupidez reunida em uma só pessoa. Me espanta que um tipo desses saiba digitar meia dúzia de palavras…

Guillermo

19 de dezembro de 2011 às 00h39

Barbárie inaceitável em qualquer tempo.
Inaceitável também, é não fazer nada.

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