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O estranho silêncio de Washington e como o Brasil ficará menor se o golpe for aprovado domingo
Opinião do blog

O estranho silêncio de Washington e como o Brasil ficará menor se o golpe for aprovado domingo


16/04/2016 - 01h23

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por Luiz Carlos Azenha

Nova York, anos 80. Eu era correspondente da TV Manchete. O grupo imobiliário japonês Mitsubishi compra 50% do Rockefeller Center, um símbolo turístico e empresarial dos Estados Unidos. A imprensa local não perdeu o simbolismo do fato, que veio na esteira de outros investimentos japoneses nos Estados Unidos. Sobrava poupança no Japão.

Um livro havia atiçado o nacionalismo dos norte-americanos: Japão como número um, de Ezra Vogel. Era a ameaça amarela, apresentada agora em tons mais diplomáticos. Falar em declínio dos EUA é garantia de capturar a atenção da opinião pública.

Por trás daquela onda semi-xenofóbica, havia um interesse claríssimo, expresso muitas vezes nas capas de jornais, especialmente no grande diário de negócios, o Wall Street Journal.

Empresas americanas queriam abrir o mercado japonês. O argumento era de que, enquanto o grupo Mitsubishi podia comprar livremente o Rockefeller Center (um negócio que provou-se péssimo), empresas como o Walmart enfrentavam barreiras para entrar no Japão, que dava vantagens aos donos de biroscas locais.

Resumo do filme: eram norte-americanos estimulando uma onda sobre a ascensão inevitável do Japão — com a consequente decadência dos Estados Unidos — para cobrar concessões do governo japonês. Fique registrado: as previsões provaram-se estapafúrdias e os anos 90 foram a década perdida para os japoneses.

Passei, ao todo, quase 20 anos nos Estados Unidos. Glen Burnie, Maryland. Manhattan, Queens, Roosevelt Island, Nova York. Bethesda, Maryland (nas cercanias de Washington).

Testemunhei mais de uma vez o fenômeno que descrevi acima: o estímulo ao nacionalismo com o objetivo de extrair concessões de parceiros econômicos. Hoje, a promessa mais importante do candidato republicano Donald Trump é jogar duro com China. Logo a China, que com sua mão-de-obra massiva e barata ajudou a salvar o capitalismo.

Por outro lado, em minha carreira de correspondente não me lembro de ter feito uma única reportagem em que norte-americanos tenham atirado concretamente contra seus próprios interesses.

Cobri, por exemplo, o escândalo dos gastos do Pentágono, que são denunciados desde os anos 80.

O mais famoso episódio foi o da tampa de privada pela qual uma empreiteira teria cobrado 640 dólares. Na verdade, tratava-se de um lavatório para um avião. Exageros à parte, é aceito nos Estados Unidos que existe um conluio entre parlamentares, fornecedores do Pentágono e o Departamento de Defesa. As instalações militares se espalham por centenas de distritos eleitorais, garantindo intercâmbio de verbas e votos.

Apesar disso, a atuação do FBI em casos de corrupção é absolutamente discreta. Uma busca e apreensão na sede do Pentágono, transmitida ao vivo com helicópteros pelas redes ABC, CBS e NBC, é inimaginável. Não porque não haja corrupção. É porque jamais os Estados Unidos exporiam suas estranhas em público para o mundo, com repercussões óbvias para a política externa. Discrição, sempre, é o que rege o aparelho estatal.

Acreditem: mesmo para experientes jornalistas norte-americanos, extrair um documento oficial vazado por uma autoridade é uma impossibilidade. Acima da luta política, estão os interesses coletivos. Não é por acaso que eles começaram na costa Leste da América do Norte e acabaram no Alasca.

ESCOLA DAS AMÉRICAS x ESCOLA DE PROMOTORES E JUÍZES

Fundada em 1946, funcionando inicialmente em uma base militar no Panamá, a Escola das Américas ficou famosa. Seu objetivo, na guerra fria, era estabelecer uma relação próxima entre as elites militares dos Estados Unidos e de todos os países da América Latina. Teve um papel crucial no futuro do continente. Através dela, Washington desenvolvia assets, o jargão utilizado para definir aliados que podem ter um papel crucial para a política externa do país.

As relações desenvolvidas na escola foram essenciais para a influência de Washington em todo o seu quintal, especialmente na instalação de ditaduras anticomunistas nos anos 60 e 70.

Porém, vivemos novos tempos. Ditaduras como aquelas não interessam mais. Vivemos no mundo do consenso forjado pela cultura e pela mídia.

Hoje, como está comprovado pela análise das várias revoluções de veludo que aconteceram no entorno da ex-União Soviética e no Oriente Médio, a influência externa na política local se dá através da sociedade civil, notadamente da atuação de jovens via internet.

Os Estados Unidos têm uma longa história de diplomacia civil. É o outro lado das operações clandestinas. Não se trata de comprar corações e mentes, mas de naturalizar a hierarquia que coloca Washington sempre numa posição superior — política, diplomática, econômica e culturalmente.

Hoje os Estados Unidos são os maiores interessados na cooperação internacional com promotorias de outros países.

Há vários motivos para isso. Em primeiro lugar, é preciso forjar uma legislação internacional razoavelmente homogênea que reduza os custos de atuação das grandes corporações. É um consenso que interessa a Washington construir, à sua imagem e semelhança. É o arcabouço jurídico de um governo mundial sob tutela dos Estados Unidos.

Em segundo lugar, existe uma óbvia assimetria que favorece os Estados Unidos. O país dispõe de um aparato policial e de inteligência que é mastodôntico. Passa pelo FBI, pela CIA, pela National Security Agency (aquela que ouviu conversas de líderes mundiais, inclusive de Dilma Rousseff) e pelo Departament of Homeland Security.

Quais foram as situações concretas em que estas agências ajudaram o Brasil a investigar, por exemplo, as atividades da Boeing ou da Chevron?

É de uma obviedade gritante: a capacidade dos Estados Unidos de investigar e denunciar a corrupção alheia é infinitamente maior que a de qualquer outro país em fazer o mesmo em relação a empresas baseadas nos Estados Unidos.

Não há como garantir que esta “colaboração” não seja assimétrica ou politicamente dirigida. Vivemos na Era da Informação — os Panama Papers que o digam.

Será que teremos Delaware Papers? Delaware, para quem não sabe, é um paraíso fiscal onde estão instaladas as sedes de grandes corporações norte-americanas, que assim tiram proveito de vantagens fiscais.

Por outro lado, o Ministério Público Federal vai ajudar os Estados Unidos a processar nossa maior empresa, a Petrobras. Executivos da Embraer serão acionados no Brasil por pagar propina na República Dominicana. O almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, pai do programa nuclear brasileiro, foi preso por determinação do juiz Sérgio Moro. Dados relativos a operações da Eletronuclear se tornaram públicos.

Não, em nenhum momento apoiamos a corrupção ou o acobertamento de corruptos. Porém, o MPF e a Justiça brasileira não podem desconsiderar os aspectos geopolíticos de sua atuação. O mundo mudou. Estamos todos interconectados. A guerra de informação deixou de ser algo dos livros de ficção.

Por isso, é preciso agir sempre com ponderação, com discrição e sem espetáculo. Nunca em defesa dos corruptos, mas da preservação de algo que vai além da presunção de inocência: há grandes interesses econômicos em jogo e a ingenuidade pode custar caríssimo.

Exemplo? Uma empresa tem como um de seus principais bens a imagem que ela é capaz de projetar no mercado internacional. A maior construtora brasileira, capaz de competir por obras em todo o mundo, será enterrada pela Operação Lava Jato. Mas a Odebrecht não operou no vácuo, como ficou demonstrado na contabilidade paralela que o Jornal Nacional omitiu: políticos de praticamente todos os partidos operaram em cumplicidade com a empresa.

É preciso acabar com a prática, não destruir a empresa.

O IDEALISMO DO JUIZ MORO

O juiz Sérgio Moro é obcecado por botar abaixo o sistema político brasileiro. Isso está claro nas próprias palavras que escreveu sobre a Operação Mãos Limpas. Seria uma impossibilidade se o sistema político fosse de fato representativo e não estivesse corrompido por relação promíscua com os grandes financiadores.

Porém, o método “revolucionário” de Moro pode, ao fim e ao cabo, trazer mais danos que benefícios ao Brasil. Assim como o MPF, o juiz desconsidera circunstâncias geopolíticas e econômicas num momento de profunda crise mundial.

Além de apaixonado pela Operação Mãos Limpas, o juiz Moro também demonstra uma grande admiração pela Justiça dos Estados Unidos.

Em seus textos e despachos, ele frequentemente cita decisões tomadas por juizes americanos.

Talvez isso tenha se desenvolvido nas duas ocasiões em que Moro foi estagiar lá. Em 1998, passou um mês na Harvard Law School, em Boston. Em 2007, foi fazer uma visita de três semanas bancada pelo Departamento de Estado.

Citado pelo Washington Post, o advogado Carlos Zucolotto, amigo de Moro, disse ao jornal que o juiz do Paraná tem admiração pelo rigor e eficiência da Justiça dos Estados Unidos. “Ele está transmitindo uma experiência da cultura norte-americana, de como os advogados de lá se comportam em processos como este”, disse Zucolotto ao jornal.

Devemos dar um desconto ao amigo de Moro, que pode ter ficado entusiasmado ao dar entrevista ao jornalista Dom Phillips. Porém, é improvável que as breves passagens de Moro pelos Estados Unidos tenham dado a ele insight sobre o funcionamento real do sistema.

Captura de Tela 2016-04-16 às 02.10.47

Minha primeira reportagem nos Estados Unidos foi sobre o assassinato do mafioso Paul Castellano diante da churrascaria Sparks. Era, por sinal, a preferida de Paulo Francis, que costumava dizer que os mafiosos sabiam comer bem.

Cobri todo o desmanche da máfia de Nova York nos tribunais. Não foi um espetáculo bonito de se ver, com óbvio cerceamento de defesa em nome de um “bem maior”.

O promotor Rudolph Giuliani tinha claras pretensões políticas quando enfiou na cadeia o chefão John Gotti.

Giuliani sempre adorou uma prisão espetaculosa que não dava em nada, por falta de provas. Tornou-se, lá adiante, prefeito de Nova York.

Provavelmente, Moro idealizou a Justiça norte-americana da mesma forma que idealizou a Operação Mãos Limpas.

A realidade é que a Justiça dos Estados Unidos, que conheci na intimidade durante a cobertura de dezenas de casos, encarcera negros de uma maneira desproprocional e condenou dezenas de pessoas à morte com provas questionáveis.

Desde os atentados às Torres Gêmeas, em 2001, advogados de defesa foram acusados de colaborar com réus em casos relacionados ao terrorismo. Os EUA têm uma tradição de advocacia radical, que desafia o Estado. Entrevistei Lynne Stewart, que foi presa por supostamente transmitir mensagens de um réu a seus colaboradores. No futuro vai provar-se que ela foi vítima de intimidação estatal, vigilantismo contra o direito de defesa.

Note-se que, na Lava Jato, Moro foi informado por uma empresa de telefonia que gravava um escritório inteiro de advogados, pertence a Roberto Teixeira, que representa o ex-presidentre Lula. Mesmo informado, não recuou. Está claríssimo que Moro está disposto a solapar garantias constitucionais — neste caso na relação advogado-cliente — para atingir seus objetivos.

NÃO HÁ MAIS BOBO NO FUTEBOL

A viagem que o Departamento de Estado bancou para Moro nos Estados Unidos é muito tradicional. São três semanas de imersão na sociedade americana, para troca de conhecimento. Conheço jornalistas que fizeram a viagem, vários. Os convites partem de consulados ou embaixadas norte-americanas, com tudo pago.

O IVLP existe desde os anos 40. É certamente o mais conhecido programa do vasto aparato da diplomacia civil dos Estados Unidos.

Não, as pessoas não são submetidas a lavagem cerebral, nem a hipnose por agentes da CIA.

Repito: trata-se de naturalizar a ideia de que os Estados Unidos pairam sobre o Universo, expressão do Destino Manifesto.

O ex-presidente José Sarney fez a viagem em 1964. A presidente Dilma Rousseff em 1992, quando ainda estava no Rio Grande do Sul. Gilberto Gil foi em 1989 e 1990. Provavelmente para garantir financiamento ao projeto, a turma do IVLP costuma dizer que já levou aos Estados Unidos 335 chefes de governo ou chefes de Estado antes deles assumirem o poder. O que justifica o nome: Programa de Visitação de Lideranças Internacionais.

É um bom augúrio para o candidato Moro, se ele um dia quiser tirar a toga e encarar a carreira política.

Nas peças de propaganda do IVLP, há menção constante ao ex-primeiro ministro Tony Blair, que britânicos chamavam de “cãozinho de colo” de George W. Bush.

Captura de Tela 2016-04-16 às 01.26.19A descrição dos objetivos do programa é clara:

O IVLP é o principal programa de intercâmbio profissional do Departamento de Estado. Através de visitas curtas aos Estados Unidos, líderes estrangeiros atuais ou emergentes, numa variedade de campos profissionais, experimentam o país em pessoa e cultivam relacionamentos duradouros com colegas norte-americanos. Os encontros profissionais refletem os interesses dos visitantes e apoiam os objetivos da política externa dos Estados Unidos.

NÃO VIVEMOS NO VÁCUO

Por isso, é importante ter clareza: não vivemos no vácuo.

O ex-presidente Lula, dentro de circunstâncias tornadas possíveis por um boom de commodities, armou com o ex-ministro Celso Amorim uma política externa que, longe de garantir completa soberania ao Brasil, ofereceu ao menos um caminho para que o capitalismo brasileiro tirasse proveito de vantagens geográficas e competisse pelo mercado da América Latina com os Estados Unidos.

A Washington desagrada especialmente a ideia de que a energia da América do Sul — do Brasil, Venezuela e Bolívia — seja utilizada de forma prioritária para induzir o desenvolvimento local.

Como bem sabem os industriais paulistas usuários da energia barata que vem do gás boliviano, sem energia confiável e de valor razoavelmente previsível, não há futuro.

O controle das fontes e a determinação do preço desta energia é central para a capacidade de competir por mercados, sempre dentro da lógica do capitalismo.

Os Estados Unidos buscam uma diversificação de fontes de energia que os livrem da dependência do petróleo do Oriente Médio. Miram, obviamente, nos lugares geograficamente mais próximos: costa da África e América do Sul.

Venezuela, Bolívia e Brasil têm algo em comum: elites locais associadas ao projeto dos Estados Unidos de contenção dos BRICs, em particular Rússia e China.

Depois do interesse pela energia, há óbvia tentativa dos Estados Unidos de controlar a cadeia tecnológica, essencial para garantir a submissão econômica alheia.

As decisões do Brasil de construir um submarino nuclear em parceria com a França e os caças militares em parceria com a Suécia desagradaram aos Estados Unidos. Foram perdidos negócios imediatos e fornecimento de peças a longo prazo. Perdeu-se o controle do cliente. Para o Brasil, fazia sentido: as decisões se inseriam no projeto brasileiro de exercer sua soberania de forma menos limitada.

Quando se tornou secretária de Estado de Barack Obama, Hillary Clinton prometeu trocar as custosas intervenções militares no Exterior pelo eficaz soft power, do qual o Brasil tem a melhor “tecnologia mundial”, desenvolvida pelo Itamaraty. Há pistas de que isso já esteja acontecendo.

O presidente Barack Obama, depois de visitar Cuba, passou por Buenos Aires para encontrar-se com o novo presidente Maurício Macri, sinalizando a retomada do tradicional jogo dos Estados Unidos na região: equilibrar o Brasil com a Argentina, aproveitando-se da antiga desconfiança que o Brasil desperta na vizinhança, por seu tamanho e potencial econômico.

O silêncio de Obama, que fez apenas uma referência anódina à crise brasileira, é sintomático de algo maior e muito mais importante: o desabamento daquela arquitetura diplomática projetada por Lula, Celso Amorim e o Itamaraty, se acontecer, deixaria o Brasil menor. No cruel jogo de poder que existe nos bastidores sorridentes da diplomacia, um Brasil menor interessa aos Estados Unidos. Grosseiramente, seria o equivalente a vencer uma guerra sem dar um único tiro. É o que pode acontecer domingo, se aprovado o processo de impeachment.

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40 comentários

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Anon

22 de abril de 2016 às 22h14

Se golpe passar, não vai ter Olimpíadas !

Oi gente, se o golpe passar pelo senado próximo dia 26/4 vamos protestar. Não vai ter Olimpíadas.
Não vamos permitir que o Tenebroso assuma e junto com o ChikunCunha recebam os dirigentes das outras nações durante os jogos.
Vamos protestar. O mundo estará aqui com as suas câmeras. Vamos mostrar ao mundo que não aceitamos que roubem nossos votos,
que não roubem nossos 54 milhões de votos.
Vamos ocupar os espaços, as ruas durante os jogos e as entradas dos estádios também. Se é para passar
vergonha como no último dia 17/4, vamos passar com moral. Mostremos ao mundo o que acontece aqui.

Os patrocinadores da rede Gloebels vão adorar.

Divulgue esta ideia. Propague através das redes sociais, vamos passar do milhão.

Alô sindicatos, cadê vocês? Estão esperando o quê? uma ponte para o futuro ou para o passado?

Responder

Nelson

16 de abril de 2016 às 21h29

“Não vejo estranheza nenhuma em Washington nesse caso. Apenas não querem se meter, como fizeram em 64. Só isso. Uma mostra clara de que querem ficar bem seja lá qual for o governo que houver em Brasília.”

Meu caro MARCOS ANTÔNIO DA SILVA. Na boa! Creio que você terá que fazer uma nova leitura do texto, excelente, do Azenha. Isto porque, o texto afirma exatamente o contrário do que você está apregoando.

Ou seja, o governo dos EUA está, sim, “metendo o nariz” nos assuntos internos do nosso país, assim como já fez e continuam a fazer com inúmeros países de todo o planeta.

Os únicos governos com os quais os EUA “querem ficar bem” são aqueles totalmente subservientes, os bajuladores, os sabujos. Aos governos que ousarem adotar políticas que destoem do preconizado pelos governos estadunidenses, está reservada a pressão sem tréguas.

Primeiro, tentar-se-á demover o desobediente do caminho escolhido. Se ele optar por manter sua rota, a pressão recrudescerá para o boicote, tentando “emplacar” a eleição de um candidato subserviente nas eleições seguintes ou mesmo apontando para um golpe de Estado .

Aliada a isso, é óbvio, teremos a atuação da mídia hegemônica que desatará uma campanha asfixiante de descrédito e difamação do governo recalcitrante, buscando as chamadas condições políticas, – opinião pública favorável – ao golpe.

Se nada disso adiantar, abre-se o leque das outras ações: magnicídio ou o bombardeio do país para desfazer-se, de uma vez por todas, do governo incômodo. Para isso, não haverá problema se for necessário assassinar alguns milhares, centenas de milhares ou mesmo milhões de pessoas.

Responder

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 20h57

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QUEM MUITO SE ABAIXA, O RABO APARECE
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O Golpe é a Própria Crise Institucional Engendrada de Fora para Dentro do País,
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fundamentalmente pelo Aparato de Mídia Empresarial Corporativa Internacional
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Patrocinada por Grandes Corporações Econômico-Financeiras Globais Apátridas
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e com a Colaboração Prestimosa de Setores Impatrióticos Entreguistas do MPF,
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do Judiciário, do Legislativo e de Setores do Executivo nos 3 Níveis de Governo.
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Na Realidade, diante desta Ofensiva Monopolista e Protecionista dos Mercados,
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em Meio a uma Guerra de Informação e Contra-Informação na Disputa Comercial,
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o Brasil e @s [email protected] – como Nação Vista no Todo por Pessoas no Estrangeiro –
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estão se Auto-Destruindo não só Politicamente e Economicamente, mas Moralmente.
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E para o Império a Melhor Estratégia foi e é Dividir o Inimigo para, enfim, Dominá-lo.
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Responder

Messias Franca de Macedo

16 de abril de 2016 às 18h23

Impeachment é golpe, afirma Diretor do Le Monde Diplomatique Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=7QQI26tnh2o

Responder

Urbano

16 de abril de 2016 às 18h21

Se o rastilho do golpe rapace-fascista no Brasil foi aceso pelo próprio otrama… Só não se sabe se por vontade própria ou a mando dos seus titereiros.

Responder

    Urbano

    16 de abril de 2016 às 18h27

    Eu para dizer o que disse acima nem preciso, mas quem pode asseverar a minha afirmativa é a própria espionagem feita contra a Presidenta Dilma e o Brasil como um todo, pois obviamente que não ficou só na Presidenta.

    Urbano

    17 de abril de 2016 às 12h50

    Os ianques fora dessa nem em ponochançada…

    Urbano

    17 de abril de 2016 às 12h53

    A palavra insiste em ser errada, mas eu a conserto: pornochanchada.

Messias Franca de Macedo

16 de abril de 2016 às 18h09

Professor de Direito desmascara a farsa jurídico-midiática contra o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff

https://www.youtube.com/watch?v=1MJqwhUq2Gw

Responder

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 18h06

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A Petrobras tem Contratos de Parceria com praticamente todas as Petrolíferas do Mundo.
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A Operação Lava Jato não implicou nenhum Empresário Estrangeiro por Prática de Corrupção.
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Será que o Juiz Moro e o MPF consideram que Apenas as Empresas Brasileiras, de Capital Nacional,
.
pagam Suborno a Agentes Públicos para Facilitação dos Negócios com a Petrolífera Estatal?
.
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Responder

edson

16 de abril de 2016 às 16h14

mas não vai passar. chegou a hora do Brasil reinar.

Responder

dapenna

16 de abril de 2016 às 15h20

Muito bom este artigo.

Quando eu tinha uns 15 anos, acho, fiz uma oficina de jornalismo comandada por Luiz Carlos Azenha, em uma exposição de livros em Bauru (SP). Por certo contribuiu para que hoje eu seja jornalista.

Responder

Leo

16 de abril de 2016 às 14h45

Maçonaria… simples…

Responder

JB

16 de abril de 2016 às 12h43

Que grande texto! Lembrando sempro o quanto o estado ianque é cooptado pelo poder economico e sujeito a seus interesses na exploração de mercados subalternos.

Queria escrever um texto longo aqui mas estou na mobilização total e atrasado pra sair já!

Vamos que vamos.

Responder

C.Paoliello

16 de abril de 2016 às 12h11

Duvivier: precisamos falar sobre Temer

http://www.vermelho.org.br/noticia/279340-1

Responder

Guanabara

16 de abril de 2016 às 10h58

Acabei de ver o vídeo da Presidente Dilma. Não consegui assistir pelo site do Nassif, mas ainda está disponível pela página do facebook do Deputado Jean Willys. Há uma matéria da revista Exame dizendo que uma juíza proibiu Dilma de se pronunciar à Nação. Seguem os links:

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/justica-concede-liminar-e-proibe-pronunciamento-de-dilma

https://pt-br.facebook.com/jean.wyllys

Responder

    Ruy Mauricio de Lima e Silva Neto

    16 de abril de 2016 às 12h31

    Isso é de um absurdo extraordinário! Em qualquer lugar civilizado do mundo, qualquer Presidente da República ou Primeiro-Ministro entra no ar numa rede de Rádio e TV na hora que bem entender, basta apenas requisitar. Imagine se a Merkel, o Hollande, o Obama, o Abe,o Putin, o Erdogan,o Xi Jiping ou quem quer que fosse deste nível, precisasse comunicar algo que julgasse importante para a Nação,se alguma juizinha de Caixa-Prego poderia interpor alguma objeção! E não tem nada desta história “apaulistada”, elitista, de que Dilma não pode utilizar recursos federais para causas pessoais. Não há “causas pessoais”, no caso dela, ainda mais em se tratando de algo assim que envolve a estabilidade das instituições. Ela é o Estado, porra! Será que vocês não são capazes de entender isso, paulistada cretina? Vão lá para Congonhas assistir a avião decolar ou para o piscinão do MacKenzie ao invés de ficar tolhendo os passos da Nação com o conluio desta imprensa asquerosa de vocês (de quase todo o Brasil) que dá as mesmas notícias e emitem as mesmas opiniões por 5 ou 6 jornais diferentes. Aproveitem bem, macacada, porque A Mais-Valia vai acabar, seu Edgar!

Antonio

16 de abril de 2016 às 10h55

URGENTE, URGENTÍSSIMO

Pronunciamento da Dilma via rede sociais.

Vazou o vídeo da Dilma que o PSDB e o Solidariedade pediram à Justiça pra que não fosse exibido.

No Blog do Nassif:

http://jornalggn.com.br/noticia/o-pronunciamento-de-dilma-rousseff-via-redes-sociais

Responder

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 10h05

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Silêncio Conveniente dos EUA: Discrição de Obama Não é Acaso
.
Opera Mundi, via RBA
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Para Mark Weisbrot, Codiretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política, em Washington, e Presidente da Just Foreign Policy, Organização Norte-Americana Especializada em Política Externa.
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Para ele, a campanha do impeachment é, sim, um Golpe de Estado Capitaneado
pela Elite Nacional, Algo Impensável nos Estados Unidos da América (EUA).
.
Segundo Weisbrot, o Golpe Prospera no Silêncio Conveniente dos EUA.
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Ele lembra que recentemente Obama foi à Argentina para “derramar-se em Elogios
ao Novo Governo de Direita, pró-EUA”.
.
“E hoje, no Brasil, a Oposição é Dominada por Políticos Favoráveis a Washington.
.
Seria mais uma coisa Lamentável se o Brasil
perdesse boa parte de sua Soberania Nacional,
além de sua Democracia, com este Golpe Sórdido.”
.
(http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/04/silencio-dos-eua-e-apoio-a-golpe-no-brasil-diz-especialista-norte-americano-639.html)
(http://operamundi.uol.com.br/conteudo/samuel/43806/silencio+dos+eua+e+apoio+a+golpe+no+brasil+diz+especialista+norte-americano.shtml)
.
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Responder

Luís CPPrudente

16 de abril de 2016 às 09h55

O ministro Edson Fachin aceitou a liminar do deputado Paulinho da Farsa Sindical, pois está agindo de forma técnica e jurídica. O mesmo Edson Fachin impugnou e indeferiu pedidos favoráveis ao Governo Dilma por usar formas técnicas e jurídicas ao longo da semana passada.
Depois que a presidenta Dilma entrar com mandato de segurança pedindo que se julgue a tecnicidade do processo de impeachment, que é ilegal e não mostra nenhum crime da presidenta Dilma, o mesmo ministro Edson Fachin vai agir de forma técnica e jurídica contra o impeachment? Ou ele vai se acovardar e agir de forma cínica, tal qual o Gilmar (PSDB-MT)?
Senhor ministro Edson Fachin, vossa excelência vai ficar ao lado dos golpistas e se acovardar ? Ou vai agir de forma técnica e jurídica para impedir que um golpe seja dado contra a presidenta Dilma?

Responder

Izaías Almada

16 de abril de 2016 às 09h27

Caro Azenha,
tenho um “feeling” de que as novas FFAA brasileiras, até pelo significativo silêncio que mantêm, ou por alguns pronunciamentos do Gal. Vilas Boas, estão a par do que se passa na geopolítica internacional e saberão, quando isso for preciso, defender a soberania do Brasil, muito ao contrário do que aconteceu em 1964.
A realidade é outra, as circunstâncias são outras, os agentes históricos são outros.
Basta imaginar uma hipotética situação: O honrado deputado Eduardo Cunha, na linha direta de sucessão, assume a vice presidência no governo Temer e o substitui por esse ou aquele motivo (pois motivos não faltam a bandidos golpistas).
Nossas atuais FFAA prestarão continência a um meliante? Pago para ver.
Abraços,
Izaías

Responder

    Ruy Mauricio de Lima e Silva Neto

    16 de abril de 2016 às 12h46

    Tenho a mesmíssima impressão. Que eles continuem calados e ajam na hora certa, é nossa última esperança (além da reação popular, é claro)

Fabio

16 de abril de 2016 às 08h35

Não vai ter golpe.
Dilma fica e é Lula 2018!!

Responder

SYLVIO

16 de abril de 2016 às 07h56

Azenha, tem um detalhe que você talvez não tenha percebido. Tanto nos anos 80, como hoje, quando Japão e China começaram ‘a comprar’ nos EUA à eles só é ‘permitido’ comprar equipamentos, ‘facilities’ que nada agregam ao comprador, mas em compensação reduz o ‘estoque’ do vendedor.
Quando China, ou mesmo o Japão, querem comprar (por exemplo) uma petroleira, o EUA não permite. Quando quer comprar um porto, não se permite. Uma jazida mineral, nã-nã-ni-nã-não……
Por isso, diferente do Japão, a China pegou suas malas e se mandou para a Africa e hoje a ‘guerra’ é lá. Lula mostoru o caminho.

Responder

Oráculo

16 de abril de 2016 às 07h24

Tentativa de Golpe no Brasil repercute em diversos países do mundo

A oposição está desesperada, diz Paulo Pimenta
https://www.youtube.com/watch?v=b6lfZZkxDQw

Vaza vídeo com pronunciamento da Dilma: https://youtu.be/EMpV9lDFWSo

Responder

Oráculo

16 de abril de 2016 às 07h00

The New York Times:Impeachment é liderado por políticos corruptos

O mais importante dos Estados Unidos, o “The New York Times”, publica extensa reportagem na edição desta sexta-feira, 15, em que destaca que o processo de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff, está sendo liderado por políticos que enfrentam uma série de acusações como corrupção, fraude eleitoral e até abusos de direitos humanos. “O que revela a hipocrisia entre os líderes brasileiros no debate nacional”, diz o texto que ressalta que a presidente não é acusada de roubar dinheiro público. “Uma raridade”, diz o jornal.

Com o título “Dilma Rousseff alvo no Brasil de legisladores que enfrentam seus próprios escândalos”, a reportagem nota que, no processo de impeachment, a presidente Dilma “não enfrenta acusação de corrupção”. “Em vez disso, ela é acusada de usar dinheiro dos bancos públicos para cobrir lacunas no Orçamento, danificando a credibilidade econômica do Brasil”.( as pedaladas)

“A senhora Rousseff, então, é uma raridade entre as grandes figuras políticas: Ela não é acusada de roubar dinheiro para ela mesma”, diz a reportagem do Times.

Cunha, Temer e Renan
Matéria publicada no The New York Times, nesta quinta-feira (14), aborda o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O jornal norte-americano mostra as controvérsias do processo, uma vez que os principais políticos que pedem a saída da petista enfrentam denúncias de participação em esquemas de corrupção e outros escândalos.

A publicação resumiu a situação: “Ela não roubou nada, mas está sendo julgada por uma quadrilha de ladrões”.

O jornal explica que, no caso do impeachment, a presidente é acusada de usar dinheiro de bancos públicos para cobrir lacunas no orçamento, prejudicando a credibilidade econômica brasileira.

De acordo com o NYT, o caso da presidenta é algo incomum no país. “Dilma Rousseff é, então, algo raro entre a maioria das figuras políticas no Brasil: Ela não está sendo acusada de roubar para benefício próprio”, publicou.

O jornal citou os principais oposicionistas ao PT e as acusações que eles enfrentam: “Eduardo Cunha, o poderoso interlocutor da Câmara dos Deputados, que está liderando o impeachment, vai para o tribunal da mais alta corte, o Supremo Tribunal Federal, acusado de embolsar 40 milhões de dólares em propinas”.

Companheiros de PMDB, o vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros, também foram citados pelo periódico norte-americano: “Michel Temer, que deve tomar o lugar de Dilma Rousseff assim que for colocada de lado, é acusado de envolvimento em um esquema ilegal de compra de etanol. Renan Calheiros, que também está na linha sucessória presidencial, está sob investigação de ter recebido propinas no escândalo da Petrobras. Ele também é acusado de evasão de divisas e permitir que um lobista pagasse pensão para sua filha de relacionamento extraconjugal”.

O jornal também cita os deputados Éder Mauro (PSD-PA), Beto Mansur (PRB-SP) e Paulo Maluf (PP-SP):

“Entre os oponentes de Dilma, está Éder Mauro, que enfrenta denúncias de tortura e extorção por sua atuação como policial em Belém. Outro deputado que clama pelo impeachment é Beto Mansur, denunciado por manter 46 trabalhadores em condições deploráveis em sua fazenda de soja em Goiás. Investigadores apontam que os trabalhadores eram tratados a escravos da atualidade”.

Sobre Maluf, o periódico destaca: “Sr. Maluf, ex-prefeito de São Paulo que apoia a saída da presidente, já passou semanas na cadeira há uma década por acusação de lavagem de dinheiro e evasão de divisas”. Em outro trecho, a matéria destaca que Maluf enfrenta processo nos Estados Unidos acusado de embolsar mais de US$ 11,6 milhões em um esquema de propina.

O jornal The New York Times informa que parte dos brasileiros percebe que o impeachment tem menos a ver com corrupção e mais com a troca de poder para parlamentares com histórico questionável.

A reportagem em inglês pode ser lida aqui

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Oráculo

16 de abril de 2016 às 06h47

ATENÇÃO, ATENÇÃO!

Vazou o vídeo com o pronunciamento da Dilma. Um pronunciamento incisivo que vai ficar para a história.

Imperdível! Assista, divulgue!

https://www.youtube.com/watch?v=EMpV9lDFWSo

OBS: Há dias que eu não consigo postar comentários no Blog do Nassif. Alguma coisa de anormal está ocorrendo.

Responder

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 06h18

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Mas o Moro sabe que o que ele chama aqui de Corrupção Eleitoral
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lá nos United States of America é Legalizado sob o Nome de Lobby:
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“É interessante notar que, nos Estados Unidos, o lobby é mais frequente no poder legislativo
do que nos outros poderes, sendo realizado por grupos com estruturas financeiras
e operacionais de tamanhos diversos que competem entre si pela defesa dos seus interesses.
A dimensão do lobismo nos Estados Unidos pode ser vista nos números: em 2006,
havia trinta mil lobistas cadastrados oficialmente, sendo que centenas deles eram ex-congressistas;
além disso, a atividade movimentou, no ano, treze bilhões de dólares estadunidenses
na busca de influenciar o parlamento e alguns setores do Executivo.”
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(https://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby#O_Lobby_no_Mundo)
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Responder

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 05h45

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(http://imgur.com/swroTVX)
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DOMINGO É POVO SEM MEDO NA RUA!
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A CORAGEM DA RESISTÊNCIA HISTÓRICA
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BRADA DO INFINITO REVOLUCIONÁRIO:
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!!! VAI TER LUTA !!! NÃO VAI TER GOLPE !!!
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Responder

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 05h18

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Em Discurso Épico, a Presidente da República Eleita, Dilma Vana Rousseff,
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faz um Alerta a [email protected] @s [email protected], sobre o Golpe de Estado em Curso,
.
e envia uma Advertência Histórica aos Traidores da Democracia Brasileira.
.
(https://youtu.be/nHZskHUXEKM?t=230)
.
(https://youtu.be/nHZskHUXEKM)
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Responder

francisco pereira neto

16 de abril de 2016 às 03h35

É abissal, a diferença dos comentários do Azenha em relação aos outros blogs progressistas.
Com a sua experiência internacional de 20 anos, principalmente no centro do poder mundial, EUA, Azenha captou todos esses anos, a essência que move os interesses do governo norte americano.
Insisto em outros blogs os aspectos geopolíticos, todas as vezes que ocorre algum distúrbio em nosso país, quando comprovadamente, interfere na nossa soberania, pois eles só abordam aspectos locais. Exemplo dos casos citados, na área de defesa, ampliação da nossa diplomacia com países “menos” importantes do continente africano, prisão do Almirante Othon…
Mas parece que eles, tem uma visão estritamente local. Tudo começa e morre aqui. Como se o Brasil fosse um país menor, no seu sentido amplo, o que na verdade não é.
O que é menor no nosso país, são as nossas elites, com comportamento vira lata. E são elas que estão sendo cooptadas pela Inteligência dos EUA com gestos de pura doutrinação das nossas “autoridades” mormente o judiciário, como ficou bem claro nesta matéria.
O nosso atavismo de colonizado perdura por séculos, desde quando os portugueses desembarcaram nestas terras. Mas o desconto é que na época, o agrado com bugigangas, como pequenos espelhos, eram cativados pelas tribos indígenas que viviam aqui.
Isso perdura até hoje mas com outras táticas, convencendo a pobreza mental da nossa elite, como os “exemplares” Moro e Rodrigo Janot, que foi entregar de mãos beijadas documentos da Petrobras para os EUA investigar e processar a nossa empresa , e de lambuja trouxe dossiê dos norte americanos sobre o nosso projeto nuclear que levou o Almirante Othon em cana.
Concordo com o Azenha. As redes sociais estão fazendo a diferença hoje, porque quem ficar apenas dependendo da grande mídia, está alienado com a realidade.

Responder

Sandra rota

16 de abril de 2016 às 01h55

Isso está acontecendo com a minha NET de celular. Estou conseguindo destravar assim: eu acesso mo google um assunto qualquer , dieta po exemplo, entro num dos sites listados e depois imediatamente coloco o nome do site de vcs no google e clico.

Responder

Sandra rota

16 de abril de 2016 às 01h44

Eles estão dificultando o acesso aos blogs ndë vcs
Comparem o acesso com o do globo.com e perceberão
Denunciem.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    16 de abril de 2016 às 02h25

    Muito provavelmente você tem razão. Estão usando todas as armas.

FrancoAtirador

16 de abril de 2016 às 01h37

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“A atuação do FBI em casos de corrupção é absolutamente discreta.
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Uma busca e apreensão na sede do Pentágono, transmitida ao vivo
com helicópteros pelas redes ABC, CBS e NBC, é inimaginável.
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Não porque não haja corrupção. É porque jamais os Estados Unidos
exporiam suas entranhas em público para o mundo,
com repercussões óbvias para a política externa.
.
Discrição, sempre, é o que rege o aparelho estatal norte-americano.

Acreditem: mesmo para experientes jornalistas norte-americanos,
extrair um documento oficial vazado por uma autoridade é uma impossibilidade.
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Para acima da luta política, estão os interesses nacionais coletivos.”
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Por isso, Um é Império e o Outro é Colônia.
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Responder

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