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Depois de votar em Bolsonaro e festejar vitória, Graziano culpa o PT por eleger Bolsonaro
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Opinião do blog

Depois de votar em Bolsonaro e festejar vitória, Graziano culpa o PT por eleger Bolsonaro


28/02/2021 - 13h46

A sociedade brasileira conhece os chamados moralistas sem moral. Dilma Rousseff, em discurso visionário, durante a campanha do impeachment

Não estou arrependido de minha decisão. Encontro-me, isso sim, profundamente decepcionado. Nada do que eu imaginava, do restabelecimento da moral política, do retorno ao caminho do desenvolvimento, aconteceu. Xico Graziano, ex-tucano e ex-bolsonarista, agora apoiador da chapa Moro/Huck, sobre ter votado em Bolsonaro

Da Redação

É apenas mais uma demonstração do que significa o “bolsopetismo”, lançado pela colunista Malu Gaspar no diário direitista carioca O Globo.

Trata-se de artimanha eleitoral que terá grande uso na campanha de 2022, quando a direita “cheirosa” vai tentar emplacar um candidato “de centro” no segundo turno.

A vaga está em aberto, já que o governador paulista João Doria enfrenta racha no PSDB e tem pouca penetração fora das fronteiras do estado.

Tudo indica que a vaga para enfrentar Bolsonaro no segundo turno será disputada entre Ciro Gomes e o PT.

Xico Graziano, ex-deputado federal, ex-secretário particular de FHC e ex-presidente do Incra decidiu culpar o PT pela eleição de Jair Bolsonaro em 2018, apesar dele próprio ter votado em… Bolsonaro.

Uma “escolha difícil”.

A denúncia

Em 20 de fevereiro de 2021, Graziano denunciou os petistas no twitter: “Vocês criaram o monstro”.

A mensagem furou a bolha do tucano e passou a circular na rede com intensidade, mas sempre acompanhada de lembretes.

Logo depois da eleição…

Um deles foi mensagem do dia 29 de outubro de 2018, quando Graziano fez uma série de previsões furadas sobre Lula, a Lava Jato e o Brasil.

Lula está solto, a Lava Jato, desmoralizada e o Brasil enterrado numa crise econômica/sanitária sem saída aparente.

“Vencemos”, escreveu ele, celebrando a vitória de Jair Bolsonaro.

Dia da eleição

No dia da eleição, Graziano foi mais explícito. “Vencemos com Jair Bolsonaro”, escreveu, repetindo a hashtag bolsonarista que pregava o voto no 17.

Obviamente que, desde então, Xico Graziano, fundador do PSDB, arrependeu-se de seu voto, mas não fez “autocrítica”.





8 comentários

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Zé Maria

01 de março de 2021 às 18h31

https://twitter.com/i/status/1366400145085128706
“Combustíveis vão subir na terça (02/03) após Reajuste”.
Petrobras eleva em 5% Preços da Gasolina e do Diesel.
https://twitter.com/MarcioR_Silva/status/1366400145085128706

A Gasolina tem Alta Acumulada de 41,5% somente em 2021.
No Diesel, o Aumento de Preços chega a 34,1% neste Ano.

https://www.brasildefato.com.br/2021/03/01/gasolina-e-diesel-sobem-mais-5-tapa-na-cara-do-brasileiro-avalia-diretora-da-fup
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Responder

Walter Pastori da Fonseca

01 de março de 2021 às 13h31

chiquinho com toda idade que voce ja tem com todo o tempo que voce tem na politica alias nao sei do que voce se sustenta voce nao conseguiu aprender nada.

Responder

Nelson

01 de março de 2021 às 11h47

Sem “passar pano” para o PT, sem aliviar as críticas à parte do partido que “se lambuzou”. Essa parte tem, sim, que ser investigada e, se reunidas as provas, punida. Mas, amigo. Alguém aqui acha que o Sistema vai punir a todos? Em outro comentário volto a falar sobre isso.

A verdade é que, se fôssemos comparar, é bem possível que os tucanos tenham roubado 1.000, 10.000 vezes, ou até mais do que isso, acima do que teriam roubado os petistas.

Por exemplo, enquanto alardeiam a todos os cantos – sem apresentarem a escritura – que Lula possui um tríplex em Guarujá, também é dito, à boca (bem) pequena, que FHC possui um apartamento de mais de 10 milhões de euros em Paris.

Para não falar de outros grandes imóveis que FHC possui e do restante da turma do bico grande que “se arrumou” em oito anos no Governo Federal e tantos outros anos nos governos estaduais.

Poderíamos fazer um teste bem simples para vermos até onde vai a devoção do senhor Graziano à moralidade na política. Poderíamos perguntar a ele que, como secretário particular daquele que fez o governo mais corrupto e deletério da história da nação, deve saber de tudo do entreguista-mor, nos explicasse como FHC consegue ter um apartamento de mais de 10 milhões de euros em Paris.

Poderíamos também fazer uma outra pergunta – apenas mais uma de tantas – ao senhor Graziano. Se ele fosse dono de uma grande área de terras que reunisse riquezas valendo uns R$ 3 bilhões a “venderia” por R$ 3 milhões?

Pois, é isso que FHC fez com a Vale do Rio Doce. Entregou a empresa por uma quantia quase mil vezes menor do que valiam as riquezas que ela controlava. A Vale do Rio Doce foi entregue por, pasme, R$ 3,3 bilhões.

Pasme ainda mais, pois FHC recebeu cerca de 1/3 em moedas podres e em torno de 1/3 foram financiados aos “compradores” pelo BNDES. Apenas 1/3 teriam entrado em dinheiro.

Contudo, é incrível, mas o roubo ao povo brasileiro e a seu futuro pode até ter sido bem maior. Há quem avalie que a Vale do Rio Doce controlava riquezas num montante quase três vezes maior.

Em revista lançada em 2010, na qual fez um balanço das privatizações no Brasil, o Senge-PR avaliou que as riquezas controladas pela Vale do Rio Doce chegavam a R$ 8 trilhões.

Mas, desviando o olhar do rabo de seu próprio partido, o senhor Graziano tem o desplante de detonar os governos do PT pela “roubalheira que bancaram” e por terem desferido “ataque ao patriotismo” e, numa cara de pau impressionante, característica muito presente nos tucanos, ainda vibrar porque a “honestidade venceu a corrupção”.

Diante disso tudo, fica até bastante ameno qualificar um ser desses como desprezível.

Responder

robertoAP

28 de fevereiro de 2021 às 21h58

Esse sujeito é um tremendo otário e babaca, típico Looser e Sucker, como são chamados os trumpistas das terras do norte.
É tanta ignorância concentrada que nem dá para comentar essa anta.

Responder

abelardo

28 de fevereiro de 2021 às 18h08

Políticos hipócritas, sem moral, sem honra e sem dignidade jamais teria coragem de confessar a merdas que fizeram em seus mandatos e em sua decisões. Porém, como o mundo inteiro já sabe, eles preferem enfiar a cara no buraco e tentar jogar a culpa em terceiros. O fim da carreira, da vida fácil, das mordomias somadas a proximidade do ostracismo e conta que demora, mas sempre chega, além de trazer o pânico e o desespero também revela o lado ridículo e insensato dos perdedores.

Responder

Zé Maria

28 de fevereiro de 2021 às 14h47

A Corrupção da Lava-Jato

Por Carlos Frederico Barcellos Guazzelli (*), no SUL21

O Código Penal Brasileiro denomina “corrupção” ao suborno do funcionário público,
em razão de suas funções, por particular – prevendo em dois dispositivos diferentes
as modalidades “ativa” e “passiva” destas condutas criminosas.
Como aquela, no artigo 333, caput, define o comportamento de “…oferecer ou
prometer vantagem indevida a funcionário público, para determiná-lo a praticar,
omitir ou retardar ato de ofício…” – estipulando para sua prática a pena de reclusão
de dois a doze anos, mais multa. Já a segunda contempla os atos, definidos no artigo
317, caput, de “…solicitar ou receber, para si ou para outrem, direta ou indiretamente,
ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem
indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem…”, puníveis com as mesmas penas.

A acepção técnico-jurídica do termo, restrita a estes dois tipos penais, não impediu,
no entanto, na linguagem e no senso comuns, sua extensão a todas as distintas ações
criminosas praticadas por servidores públicos, em conluio com terceiros, contra a
administração pública, e o erário, em especial.
Mesmo no âmbito político ou acadêmico, os atos de corrupção, assim genericamente
compreendidos, são encarados como formas de expressão do patrimonialismo, isto é,
da relação espúria entre o público e o privado – que se costuma atribuir,
comodamente, e não sem alguma dose de cinismo, às heranças de nosso passado
ibérico…

Importa aqui destacar o sentido original e histórico da corrupção, entendida como
fenômeno sociológico, antes que jurídico – para melhor compreendê-la e, sobretudo,
identificar alguns usos discursivos a que ela se presta, com conhecidos propósitos e
resultados nefastos.
Segundo diversos estudiosos, até pouco tempo, historicamente falando, a palavra em
questão não designava os atos referidos nos parágrafos anteriores – mas, isto sim, as
suas consequências.

Assim, mais importante que tais condutas, consideradas em si mesmas – o que
certamente é essencial para fins jurídicos – releva considerar o efeito que causam
no corpo social: a corrupção consiste, nem tanto nelas, e mais propriamente na
degeneração que causam.
Por isso, a adoção do termo: “corrupção” é sinônimo de putrefação, apodrecimento,
corrosão – e este é, na origem, o seu significado pleno.

Aliás, é exatamente devido ao estado corrompido que provocam nas instituições
do Estado, que aquelas ações e omissões são previstas como “crimes contra a
Administração Pública”.
O que se procura defender com sua incriminação – aquilo que em direito se chama
o “bem juridicamente tutelado” – é justamente a integridade das instituições estatais,
impedindo que estes comportamentos as apodreçam ou corroam, isto é, que as
“corrompam”.

A invocação das distinções semânticas ora aludidas, como anunciado acima, parece
pertinente nestes dias, diante das novas, e mais detalhadas revelações do escândalo
conhecido como “Vaza Jato” – os inúmeros e espantosos diálogos, gravados por um
“hacker”, entretidos em redes sociais por Moro, Dallagnoll e o restante da corte
curitibana [sic] da justiça federal, antes tão incensada por suas ações repressivas,
seletivas e abusivas, a pretexto de “combater a corrupção”.

A simples leitura, ou escuta, destas conversas absolutamente escabrosas, permite
concluir, sem maiores dificuldades, que as tropelias cometidas por seus
interlocutores – os membros da famosa “força tarefa da operação lava-jato” –
importaram em verdadeira CORRUPÇÃO DO SISTEMA JUDICIAL. [Grifado]

De fato, as gritantes ilegalidades praticadas durante suas famosas investigações,
contra réus, indiciados ou meros suspeitos – muito especialmente contra seu
principal alvo, o ex-presidente Lula – provocaram efeitos deletérios que se estenderam,
e se estenderão por muito tempo, projetando-se além de suas vítimas imediatas.

O rol destes abusos merece ser sempre lembrado: desde a condução coercitiva
do líder petista, e a quebra e divulgação ilícita de seu sigilo telefônico, até sua
condenação absurda, em processo nulo, por corrupção passiva com a confessada
ausência de “ato de ofício determinado”; passando pela insólita instalação do “juízo
universal” de Curitiba, para todas as ações penais envolvendo supostos casos de
corrupção na Petrobras – e, sobretudo, pelo manifesto conluio entre juiz,
procuradores e policiais federais, que agiam de forma coordenada e combinada,
escolhendo investigados, forjando provas, acertando movimentos, planejando prisões
para obter “colaborações premiadas”.

Cabe enfatizar aqui: todos estes comportamentos, por violarem frontal e
irreparavelmente as garantias constitucionais do devido processo legal,
da ampla defesa e do contraditório, tiveram como resultado – além das
evidentes injustiças praticadas contra dezenas, senão centenas de pessoas,
a começar, diga-se sempre, por Lula, o principal visado – a corrosão parcial (sic)
do sistema de justiça.

Tratam-se, pois, no seu sentido amplo, que se buscou resgatar no início do artigo,
de verdadeiros atos de corrupção de um novo tipo: a CORRUPÇÃO INSTITUCIONAL.

Este estado de contaminação do aparato judicial é fruto direto e imediato do uso
ilegal que Moro, Dallagnoll & Cia fizeram das instituições estatais, a fim de promover,
escorados nos poderes externos e internos que os sustentaram, os escusos propósitos
de destruir o “sistema político”.

Por mais censuráveis que sejam, e de fato o são, os atos praticados por esta turma – que o ministro Gilmar Mendes prefere chamar de “gangue” – não podem ser encarados
apenas como “desvios de conduta” de servidores e agentes de estado; na verdade,
eles revelam uma distorção institucional anterior e grave.

Como já se teve oportunidade de salientar neste mesmo espaço, em mais de uma
oportunidade, desde o ano de 2015, as ações abusivas da famosa “força tarefa”
curitibana foram ensejadas e legitimadas pelos tribunais superiores – malgrado
não tenham faltado inúmeras advertências de advogados, professores e, mesmo,
magistrados, do país e até do exterior.

Como se demonstrou naquelas colunas, tais ilegalidades deitam raízes na forma
inusitada com que o próprio Supremo conduziu a Ação Penal 470, o caso batizado
indevidamente como “mensalão”.

Ademais, ao longo dos processos deflagrados contra a maior liderança popular
brasileira – cuja destruição política, se não pessoal, diga-se sempre, constitui o objeto
declarado das investigações conduzidas pela “República de Curitiba” – em diversas
oportunidades as instâncias superiores, inclusive a Suprema Corte, trataram de
legitimar os denunciados abusos perpetrados pelos investigadores conluiados,
embalados pela massiva e sistemática campanha midiática, que os erigiu como
heróis perante a audiência vidiotizada [sic] pela articulação discursiva do “combate
à corrupção”. E isto em nome da “excepcionalidade” dos fatos, ou de sua “gravidade”,
tudo a recomendar a adoção de critérios também “excepcionais” – mesmo que isso
importasse no afastamento de princípios constitucionais e regras legais…

A troca de mensagens entre os “jovens turcos” de Curitiba, não deixa margem a
dúvidas quanto ao seu objetivo escancarado de criminalização do PT e seus aliados e,
principalmente, a prisão de Luís Inácio – a quem tratam injuriosamente de “nine” – e
seu consequente afastamento do processo eleitoral, o qual, por isso mesmo,
redundou na assunção à presidência da República de um completo despreparado.

Este propósito foi-se evidenciando a cada ilegalidade praticada, e a maior parte
da comunidade jurídica – de modo particular os constitucionalistas e penalistas –
empenhou-se em destacá-lo em inúmeros artigos, palestras, entrevistas e atos
públicos, sem encontrar eco nos tribunais.

Importa destacar que todos o fizeram – inclusive o autor destas linhas –
não por serem dotados de poderes divinatórios, ou mesmo por informações privilegiadas e coisas do gênero; mas apenas porque, mercê dos instrumentos
da razão e da experiência, descortinaram as ações do ilegal do consórcio estabelecido
na 13ª Vara Criminal de Curitiba, a partir do exame de seus resultados evidentes.

Utilizando-se, pois, do método racional do cientista que, estudando a manifestação
externa de um fenômeno, deduz a ocorrência dos fatores causais responsáveis
por sua produção. Da mesma forma, a ampla e permanente visibilidade dos atos
de investigação, sistematicamente “vazados” às grandes redes de rádio e televisão,
permitia-lhes inferir a forma abusiva e ilegal com que foram produzidos – agora
amplamente revelada para pasmo geral.

Se é verdade que a revelação das malsinadas conversas traz alguma satisfação
intelectual aos que denunciavam, à época de sua prática, as barbaridades jurídicas
perpetradas pelo ex-juiz camicia nera [sic] e seus acólitos, pela inédita confirmação
de sua ocorrência – inclusive de seus detalhes sórdidos e escatológicos – não se pode deixar de registrar que elas provocam, sobretudo, um misto de indignação e asco,
pela maneira com que o sistema de justiça não apenas permitiu sua produção,
como até mesmo as legitimou e ampliou.

(*) Defensor Público Aposentado; Coordenador da Comissão Estadual da Verdade/RS (2012-2014).

https://www.sul21.com.br/colunas/carlos-frederico-guazzelli/2021/02/a-corrupcao-da-lava-jato

Responder

Zé Maria

28 de fevereiro de 2021 às 14h10

Só falta esses Lavajatistas Recalcados dizerem que o Mal existe por Culpa do Bem.

Responder

Zé Maria

28 de fevereiro de 2021 às 14h05

O Graziano sempre foi um Ruralista Tucano Sem-Vergonha,
Aproveitador de Circunstâncias e Manipulador das Redes.

Responder

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