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Zarattini critica tucanos pela entrega de satélite brasileiro
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Zarattini critica tucanos pela entrega de satélite brasileiro


16/07/2013 - 00h50

Debate sobre espionagem from Luiz Carlos Azenha on Vimeo.

Foi durante programa da TV Câmara. Se de um lado o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) criticou duramente os tucanos por terem entregue o satélite brasileiro na privatização da Embratel, o deputado tucano Plínio Valério (PSDB-AM) disse que o governo Dilma está exagerando nas reclamações contra a espionagem dos Estados Unidos para desviar o foco das manifestações de rua.

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49 comentários

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Luís CPPrudente

17 de julho de 2013 às 20h34

Infelizmente os traidores, os lesa-pátria do PSDB, na figura do finado FHC, entregaram um satélite brasileiro para os estrangeiros.

O PSDB-PFL-PPS continua sendo a UDN, sempre contra o Brasil.

Responder

Wladimir

17 de julho de 2013 às 11h37

Pode até parecer um contrasenso, mas ainda está em vigor a Lei nº 7.170/83, da época da ditadura, portanto, que “Define os crimes contra a segurança nacional”, e penso que o Senhor Fernando Henrique Cardoso, e outros tantos, como aquele reporter global qe sempre ia na embaixada dos EUA, estariam incursos em diversos artigos e crimes ali tipificados e, em especial o Artigo 13, que diz: “Art. 13 – Comunicar, entregar ou permitir a comunicação ou a entrega, a governo ou grupo estrangeiro, ou a organização ou grupo de existência ilegal, de dados, documentos ou cópias de documentos, planos, códigos, cifras ou assuntos que, no interesse do Estado brasileiro, são classificados como sigilosos.
Pena: reclusão de 3 a 15 anos.
Parágrafo único – Incorre na mesma pena quem:
I – com o objetivo de realizar os atos previstos neste artigo, mantém serviço de espionagem ou dele participa;

III – oculta ou presta auxílio a espião, sabendo-o tal, para subtraí-lo à ação da autoridade pública;

IV – obtém ou revela, para fim de espionagem, desenhos, projetos, fotografias, notícias ou informações a respeito de técnicas, de tecnologias, de componentes, de equipamentos, de instalações ou de sistemas de processamento automatizado de dados, em uso ou em desenvolvimento no País, que, reputados essenciais para sua defesa, segurança ou economia, devem permanecer em segredo.”
Onde anda o Ministério Público que bateu tanto na PEC 37 ?!?

Responder

FrancoAtirador

17 de julho de 2013 às 00h27

.
.
CRONOLOGIA DE UM CRIME DE LESA-PÁTRIA

Brasilsat é o nome de um grupo de satélites brasileiros, inicialmente operados pela antiga empresa estatal Embratel, destinados a fornecer comunicações via satélite, principalmente para o Brasil.

Em 1985, o Brasil lançou seu primeiro satélite doméstico de comunicação, denominado Brasilsat A1.

O satélite foi fabricado pela empresa Spar Aerospace Ltd., do Canadá.
Com uma associação de dezenas de estações terrestres de recepção e transmissão de microondas, o Brasilsat A1 se destinava a fornecer serviços de telefonia, radiodifusão (Televisão e Rádio) e transmissão de dados para todo o país, inclusive em operações na “banda X”, que é uma faixa de frequência (SHF – 8 a 12 GHz) para comunicação secreta por satélite de uso privativo das Forças Armadas Brasileiras.

No ano seguinte, em 1986, foi lançado o Brasilsat A2, um satélite idêntico ao primeiro, com condições de atender também a usuários da América do Sul.

Aproximando-se do final da vida útil dos satélites da primeira geração, em 1994 foi posto em órbita o Brasilsat B1 e, no ano seguinte, o Brasilsat B2, com alguns canais destinados aos países do Mercosul.
Esses novos satélites de comunicação eram maiores e mais poderosos que os satélites da geração anterior.

Em fevereiro de 1998, ocorreu o lançamento do satélite Brasilsat B3, com o qual algumas cidades da Amazônia, que ainda não tinham comunicação via satélite, ficaram conectadas ao Brasil e ao mundo.

Porém, em 29 de julho de 1998, a empresa Embratel foi vendida, em leilão, à empresa norte americana MCI, através do Programa de Privatização promovido no Governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Em 1999, a MCI foi comprada pela também norte-americana Worldcomm, passando a denominar-se MCI-WorldComm.

Em 2000, a área de satélites da MCI-WorldComm/Embratel transformou-se numa subsidiária denominada Star One, e esta estabeleceu uma ‘joint venture’ com a Société Européenne des Satellites (SES Global).

Em julho de 2004, a Telefonos de Mexico (Telmex), pertencente ao Grupo Carson Global Telecon, do empresário Carlos Slim, adquiriu a Embratel da empresa norte americana MCI-WorldComm.

Em 24 de outubro de 2005, a Telmex através da Embratel Participações S.A. (“EMBRAPAR”) incorpora a Latam do Brasil Participações S.A. (“LATAM”).

Em 2006, a Telmex concluiu a operação de aquisição da participação societária do “Grupo Globo” (Globopar, Distel e Roma) na Net Serviços, tendo como interveniente a GB Empreendimentos e Participações S.A. (“NewCo.” – Holding), conforme contrato datado de 27/06/2004.

(http://www.cade.gov.br/plenario/Sessao_386/Pareceres/pareceranatel-AC-53500.019422-Telefonos_de_Mexico.PDF)
(http://www.cade.gov.br/plenario/Sessao_386/Relat/08-Relatorio-AC-2004-53500-019422-Telmex-Net-PRADO-PUBLICO.pdf)
(http://www.sbdp.org.br/arquivos/material/654_Voto_Prado.pdf)

Em 2007, a Embratel passou a fazer parte da Telmex Internacional.
Nesse mesmo ano, a SES Global (Société Européenne des Satellites) vendeu a participação de 20% que detinha da Star One para a empresa GE Satellite Holdings LLC.

(http://www.cade.gov.br/temp/t167201320347889.PDF)

Em 2010, a Embratel/Telmex Internacional e a Carso Global Telecom são incorporadas pelo Grupo América Móvil, consolidando todos os ativos chave de telecomunicações do empresário Carlos Slim.

A América Móvil passou, então, a deter 92,7% da Telmex Internacional e 99,4% da Carso, empresas que Slim já controlava.

A aquisição fez parte de um plano para migrar o controle da Telmex e do grupo regional Telmex International para a América Móvil, maior provedora de serviços móveis do México à Argentina e que também opera nos United States of America.

(http://www.baguete.com.br/noticias/telecom/11/06/2010/america-movil-perto-de-100-da-telmex-e-carso)
(http://brasileconomico.ig.com.br/noticias/fusao-da-america-movil-e-telmex-tera-efeito-no-brasil_75029.html)

Em 2011, a Embratel/América Móvil assume o controle total da empresa de satélites Star One, ao adquirir os 20% de participação acionária que a GE Satellite Holdings LLC. detinha da subsidiária.

(http://www.cade.gov.br/temp/t167201320536793.pdf)

Em 2012, a América Móvil/Telmex/EMBRAPAR adquire o montante de 1.077.520 ações ordinárias (5,5% do capital votante) da GB detidas pela GLOBOPAR, assumindo definitivamente o controle da NET e consequentemente de suas controladas.

(http://www.anatel.gov.br/Portal/verificaDocumentos/documento.asp?numeroPublicacao=271196&assuntoPublicacao=null&caminhoRel=Cidadao&filtro=1&documentoPath=271196.pdf) [!!!]

Em 2013, a América Móvil pretende a formalização da fusão da Embratel Participações, da Net Serviços e da Claro, empresas já controladas pelo bilionário Carlos Slim, no Brasil.

(http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=886622)
(http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/com-novo-servico-claro-net-e-embratel-elevam-sinergia)

(http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=33480&sid=8#.UeXooR37Jzk)

(http://www.teleco.com.br/operadoras/grupos.asp)
.
.

Responder

    FrancoAtirador

    17 de julho de 2013 às 01h06

    .
    .
    “FAMIGLIA TRUST”

    2004


    2012





    AT&T,INC (USA) detém 24,5% da América Móvil [!!!]

    edir

    17 de julho de 2013 às 04h16

    Foi para nós brasileiros foi uma vergonha o governo FHC.

souza

17 de julho de 2013 às 00h13

deputado Zarattini mando bem.
parabéns.

Responder

anac

16 de julho de 2013 às 22h37

Tucanos traidores.
FHC contratou a empresa que empregava Edward Snowden que espionava o Brasil. FHC é o maior traíra de todos. Joaquim Silvério dos reis do seculo XX e XXI.

Responder

JULIO*Dilma2014/Contagem(MG)

16 de julho de 2013 às 21h50

Esse PiorSalarioDoBrasil, é mesmo um partidinho de entreguistas.

Responder

renato

16 de julho de 2013 às 20h41

Tem horas que parece perseguição contra a direita!
Só parece.
E, em algumas horas só.
O resto é tudo verdade nua e crua.

Responder

José Carlos

16 de julho de 2013 às 16h31

… esse cretino do psdb, “valério” tem coragem de pregar de forma subliminar que poderemos ter golpe (ou seja provavelmente o governo do PT complete 12 anos se os meninos…) é muito sem vergonha para um homem publico que faz nossas leis … sem vergonha! sem vergonha!! porco!! imundo!!

Responder

PEDRO SANCHES

16 de julho de 2013 às 15h41

EI ESTES TUCANOS SÃO BRASILEIROS MESMO? NÃO É POSSÍVEL, E AINDA QUEREM VOLTAR AO PODER? ESTÃO BRINCANDO CONOSCO. É POR ISTO QUE AS MÍDIAS MONOPOLIZADAS AS 6 FAMÍLIAS QUE COMANDAM TUDO DEVEM SER CHAMADAS AS FALAS, E CORTAR A ESPINHA DORSAL DE TODAS ELAS, ELAS NÃO FIZERAM UM ESTARDALHAÇO SEQUER SOBRE ESTE ASSUNTO TÃO GRAVE QUE FERE E TIRA A SOBERANIA NACIONAL, MAIS EU PERGUNTO ELAS QUEREM SABER DISTO? SÓ QUEREM SABER É DO PRÓPRIO BOLSO, DA FORMA QUE ELAS ESTÃO É QUE NÃO PODEM CONTINUAR POIS NÃO SERVEM AO PAÍS, ISTO ESTÁ CERTO?

Responder

    Conceição Lemes

    16 de julho de 2013 às 17h08

    Pedro, preferimos letras minúsculas nos comentários. abs

edir

16 de julho de 2013 às 15h11

Tive a impressäo que o Deputado do PSDB näo entendeu qual era o assunto a discutir no debate, partiu para outro, desconversou, falou besteira, e achou o máximo. Ele meliante ainda recebe salário e toda mordomia mantida com dinheiro do povo. Haja paciencia. È uma besta travestido de parlamentar. O Brasil FDP.

Responder

Francy Granjeiro

16 de julho de 2013 às 14h23

Vamos comprar também e captar/espiar se eles estão nos espiando.

Responder

H. Back™

16 de julho de 2013 às 14h20

Agora não adianta “chorar em cima do leite derramado”. O negócio é re-estatizar ou fundar outras empresas estatais que venham suprir as novas demandas. E isso, não só em telecomunicações, mas em todos os ramos em que a iniciativa privada está deixando a desejar. Que isso sirva de lição para as novas gerações, para nunca mais cometer o mesmo erro, o de eleger um governo submisso ao capital internacional em enorme prejuízo para a sua população.

Responder

    Horácio

    16 de julho de 2013 às 15h06

    O PEB (Programa Espacial Brasileiro) vive de pires na mão, mendigando verbas, morrendo de inanição.

    Qualquer política séria de segurança de comunicações deve passar pela retomada do PEB, desta vez com cuidado redobrado para evitar sabotagens criminosas americanas como a que aconteceu no lançamento do VLS-1.

    A AEB e o CTA precisam ter verbas em quantidade suficiente para desenvolver satélites de comunicação com tecnologia nacional, e para desenvolver os veículos de lançamento necessários para colocá-los em órbita.

    H. Back™

    16 de julho de 2013 às 15h30

    Errata: reestatizar

Lafaiete de Souza Spínola

16 de julho de 2013 às 12h22

Estou sempre a martelar que a nossa prioridade é a educação!

Sem um nível de educação elevado, fica muito mais fácil manipular!

Somos um país com 200 milhões de habitantes. Não podemos conviver nessa situação, em que apenas 30 milhões desfrutam da educação e das riquezas, muitos ligando a TV para assistir o BIG BROTHER e programas semelhantes.

MANIPULAÇÃO:

Manter o público na ignorância e no disparate. Atuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.

“A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser de baixa qualidade, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores permaneça incompreensível pelas classes inferiores”.

Estamos discutindo os efeitos!

Vamos à principal causa das nossas mazelas: A falta de uma educação de nível!

Responder

    Vlad

    16 de julho de 2013 às 13h38

    Fale que isso assegura a permanência do PT no poder e todos os leitores que aqui pululam apoiarão a causa.
    Qualquer outro argumento será inócuo.

    zuleica jorgensen

    16 de julho de 2013 às 15h33

    Desce um pouco à Terra, amigo. Os EUA não são um país propriamente carente de educação e, no entanto, a grande maioria de seu povo se deixa levar por engodos políticos e midiáticos como a existência de armas de destruição e massa no Iraque como pretexto para invasão. E nesse momento, pesquisas dizem que americanos não se importam em ser espionados, muito menos em espionar os outros.
    A educação é vital para qualquer nação melhorar sua qualidade de vida, mas não dá necessariamente consciência política a seu povo. Depende da educação que lhe é dada.

    Lafaiete de Souza Spínola

    16 de julho de 2013 às 17h42

    Sugiro que certas pessoas visitem as favelas, os cortiços, as caixa-de-fósforos que estão ao lado da marginal tietê; a maioria das pequenas cidades deste Brasil; observem melhor, quando pararem frente ao semáforo, as crianças fazendo suas acrobacias tentando ganhar uns trocados frente a um belo carro; reflitam sobre a grande quantidade de crianças que está sendo recrutada pelo tráfico ou já dominadas pelo crack.

    Não é porque Hitler conseguiu empurrar o povo alemão para a guerra; que grande parcela do povo americano esteja alienado, indiferente, deixando-se manipular, que tenhamos de desconsiderar a grande prioridade: a educação.

    Então, não é preciso descer à Terra para ver tudo isso e muito mais.

    Não esqueçamos, inclusive, que grande parcela do povo americano enfrentou seus governantes contra a guerra do Vietnam!

ejedelmal

16 de julho de 2013 às 12h03

Que chilique foi esse aí no final? Não tinha como atacar, aí partiu para o assunto da moda, a saúde. Esses tucanos…

Responder

    H. Back™

    16 de julho de 2013 às 14h55

    Quando os entreguistas não têm mais argumentos, eles desconversam e mudam de assunto, aliás, nisso eles são peritos.

Erico

16 de julho de 2013 às 11h53

Pqp! O cara cita a Veja como se fosse de um orgão oficial. Foda heim.

Responder

Edna

16 de julho de 2013 às 11h49

Temos muito que defender no Brasil, não é somente comércio, cibernética, temos que defender a amazona, amazônia azul, água, aquífero guarani, urânio, nióbio etc.FHC vendeu a preço de banana nossa mineradora , Vale do Rio doce, deve ter vendido também a mãe e até a sua alma. A CPI da espionagem deve convocar FHC para explicar entrega dos satélites da Embratel para os EUA.Se o Brasil não abrir os olhos logo os EUA , inventa que tem armas aqui , e invade o Brasil, como fez com o Iraque , somente para ficar com o seu petróleo.Aqui tem muitas riquezas !

Responder

Julio Silveira

16 de julho de 2013 às 11h44

Durante muito tempo no Brasil, com apoio midiático interesseiro, vendeu-se o discurso da modernidade, para desqualificar e justificar a venda de tudo que fosse publico. Certamente isso não foi por acaso, houve articulações para beneficiar uns poucos, inclusive os apoiadores dessa visão. Evidentemente nós da cidadania, mal articulados e mal representados por que a representação que se diz nossa, tem usado o discurso de nossa para servir a interesses alheios. Nós nunca poderemos provar nem julgar-los para bem do Brasil, devido ao conluio do alto. A história de recursos desviados para paraísos fiscais, quando vem a publico, nos dão uma pequena visão de como são as coisas por aqui, nenhum principio ético ou moral, são camuflados mas não raros.

Responder

Roberto Locatelli

16 de julho de 2013 às 11h41

Os tucanos venderam o Brasil. Sobrou muito pouco. Temos que reestatizar a Vale, a Embratel – ou fazer da Telebras uma nova Embratel – e todas as empresas estratégicas para a segurança nacional.

Responder

    H. Back™

    16 de julho de 2013 às 14h37

    E tomar muito cuidado para que no futuro não se incorra no mesmo erro, o de eleger um psdb2, por exemplo.

rodrigo

16 de julho de 2013 às 11h21

Azenha, bom dia. Que fim levaram as investigações sobre a explosão da Base de Alcântara? Houve investigação paralela e/ou independente? O Governo Federal iniciou (ou retomou) o programa de satélites brasileiros? Perdemos naquela tragédia pessoas de altíssimo valor para o Brasil e suas famílias. 10 anos!!!!! 10 anos de atraso no programa de lançamento de satélites. Imagina o tamanho do prejuízo!!!!

Responder

Carlos Lima

16 de julho de 2013 às 10h48

Azenha, O PSDB é um partido por assim dizer esquizofrênico, e torna o seu braço midiático também. Desde que pipocou essa história dos grampos e larga escala pelos EUA, eles tem se comportado diferente e até somem dos noticiários. Num programa chamado CANAL LIVRE, que de livre não tem nada em canal de televisão de extrema direita, um diplomata que serviu o governo entreguista do PSDB vários anos como embaixador nos EUA, foi enfático, primeiro elencou uma série de acusações PT por o Brasil não ter um satélite porque o PT travou as ações do governo do FHC num tratado que entregaria também a base de lançamento de Alcântara. Pois bem ele na sua pouca inteligência falou de um grampo que ele sofreu quando o FHC iria visitar os EUA, pois bem, o um entrevistador o questionou falando que o FHC disse desconhecer espionagem em seu governo, no seu cinismo geriátrico o diplomata ex. embaixador teve a cara de pau de responder o seguinte: Que assim que notou barulhos estranhos no telefone chamou uma empresa dos EUA para resolver o problema, e que a empresa pesquisou um cabo que passava na rua da embaixada e que esse cabo ia direto para uma agencia de defesa dos EUA, vejam que lorota e o pior ao constatar que era grampo ao invés de comunicar ao seu chefe ou seja o FHC, foi comunicar ao governo dos EUA justamente quem supostamente o tava grampeado, nessa resposta o Ex. embaixador entregou que ele não trabalhava para o BRASIL e sim para os EUA, pois não reportou a seu Chefe e sim para os americanos, a Band ao fazer tal entrevista ela tinha simplesmente o cuidado para reforça a fala sem nexo do FHC que disse que não sabia da “grampolandia” que seu governo submeteu as empresas brasileiras, o governo brasileiro, as forças armadas brasileiras, aliás todo o país e seu povo fora entregue pelo governo FHC ao império sem remorso só com mentiras. A esquizofrênico que PSDB adquiriu depois do maior fracasso que um partido já obteve no poder, partido esse que quebrou o Brasil várias vezes e não sabia como quebrou, não prestou atenção aos grampos que ele mesmo grampeou para entregar o país. Esse partido foi tão pequeno e incompetente que consegui quebrar e tornar desacreditado até o seu braço midiático, pois a assistir aquele programa é o que se poderia pensar, estão trazendo pessoas que prestaram serviço aos americanos para induzir as pessoas a pensarem que o FHC não sabia o que estava entregando, justamente o Satélite brasileiro, talvez o hoje o maior expoente de soberania de uma nação, a comunicação. A meu ver se constatar que o PSDB e seu governo fez essa entrega e ajudou a grampear o Brasil não tem outra história e cadeia para essa turma toda, tem que haver o processo do “ENTREGADÃO”, essa turma tem que ir para cadeia inclusive o imortal FHC. No Brasil tem umas coisas o cara entrega o país, quebra o Brasil, e deixa os EUA grampear as empresas, as forças armadas, o povo e ao invés de ir para a cadeia, recebe é titulo de imortal, o FHC e o PSDB ficou para os anais da história como o “GOVERNO QUE ENTREGOU O BRASIL”. cadeia nessa turma gente, por isso é que todo o DEM foi contra a história do grampo estão no meio da “grampolandia” também faziam parte da turma do FHC.

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

16 de julho de 2013 às 10h36

Onde foi parar a EMBRATEL e o único Satélite brasileiro?

A Telebras, assim como as concessionárias de energia não deveriam ter sido privatizadas.

Eram empresas bem estruturadas, porém, se alguma ineficiência aconteceu foi premeditada por aqueles que planejavam entregar de mão beijada às multinacionais e aos fundos de pensão.

As tarifas foram contidas e logo após as privatizações os preços dispararam.
Quem tinha suas pequenas ações constataram que foram evaporadas de um dia para o outro.

Logo em seguida tudo funcionava, num passe de mágica, com praticamente a mesma infra-estrutura.

Até a Embratel, empresa que investia em pesquisa e desenvolvimento, foi entregue. Nosso único satélite, agora, está nas mãos de outro país!

Poderiam até deixar que empresas de telefonia móvel entrassem no mercado.
Entraram, mas como? Detesto usar celular, pela qualidade do sinal. Eles são assim no país de origem?

Nunca vi tanta queda de energia, tanta falha, depois dessas privatizações! Não estou falando dos apagões suspeitos, a nível de transmissão. Falo dos apagões locais pela falta de investimento e manutenção das distribuidoras.

Se tudo isso acontece, é porque estão usando a infraestrutura que existia! Há pouco investimento!

Demitiram quase 50% dos seu quadros e contrataram terceirizados com baixos salários que trabalham sem qualquer estímulo, piorando a situação.

Estão lembrados daquele grande incêndio que ocorreu na Oi e deixou grande parte de Salvador sem telefone fixo? Desleixe total na manutenção! Isso, digo com segurança, não ocorreria antes da privatização. As baterias; chumbo-ácido, do tipo industrial, caríssimas, sem manutenção adequada; têm seus polos corroídos pela sulfatação e, se o desleixe for grande, há rompimento, causando centelhamento e explosão devido ao hidrogênio acumulado no seu interior, principalmente quando há resíduos nas válvulas de segurança, dificultando o escape desses gases.

Não dão a devida atenção, pois conseguem passar o prejuízo para a sociedade.

A exploração da terceirização, com baixíssimos salários, nível técnico insuficiente e a consequente desmotivação demonstra, a todo momento, que estamos num buraco sem saída.

Quantos de nós estamos sofrendo, quando procuramos uma empresa de telefonia? Quanto minutos, horas, você fica pendurado num-call center esperando resolver algo?

As empresas sabem que somos reféns, que só podemos trocar seis por meia dúzia. São prepotentes com os usuários. Ganham bilhões e desprezam seus clientes. Num mundo de tanto lucro, a concorrência é uma mentirinha. Estamos num mundo do vale tudo!

Tem que existir regulamentação governamental! O governo existe para intervir e acabar com tanto abuso!

Acabar, já, essa exploração de call-center. Explora o funcionário e castiga o usuário.

As telefônicas devem fazer seus contratos por escrito, em escritórios locais. Receber e protocolar as reclamações por escrito.

Hoje, estamos vivendo no mundo da arbitrariedade, onde tudo fazem, certos e cientes da impunidade!

Presidenta Dilma, tome as providências necessárias!

Responder

    Acássia

    16 de julho de 2013 às 12h59

    Caro,
    Você já é lobo solitário.Essa realidade já foi assimilada pelos brasileirinhos pós-educação: todos os que foram educados pós-1963.
    Ninguém vê nem reclama. Mas o sentimento atávico está lá.
    De tanto levar chute de telefonicas, e outras privadas, o sujeito vai guardando ódio. E quando vê um MPL sai atrás achando que o desabafo inconsciente e inconsistente vai ajudar em alguma coisa. Mas esses protestadores são os mesmos que votaram em FHC no segundo turno. Ele preparou o bote no primeiro turno e fez a primeira parte com ajuda do Tio Sam. No segundo nem pediu lecença. Não havia midia para ajudar o povo. Assim ele destruiu tudo sem contestação. Louvo o PSTU que chutou a porta da bolsa de valores sozinho.

    edir

    16 de julho de 2013 às 15h26

    Só para lembrar, em 1998, quando a TELESP foi privatizada, a taxa do telefone que era de 12 reais , passou para 19 reais. Näo esqueco, ficou na memória. Centenas de funcinários demitidos e os servicos continua até hoje péssimo e caro.

    Lafaiete de Souza Spínola

    16 de julho de 2013 às 17h52

    Quem viveu o antes e vive o depois deve transmitir essa experiência!

    Claudio Duarte Rangel

    16 de julho de 2013 às 21h46

    Só pra lembrar, antes da privatização, uma linha telefônica custava no paralelo, algo em torno de US$ 5 mil ou então entrar no plano de expansão e esperar até 3 anos pela instalação da linha…

    Não esqueço, ficou na memória!

    Quem tem saudade das teles estatais é louco ou usa de má fé…

    edir

    17 de julho de 2013 às 04h28

    Claudio, a Telesp näo dava prejuízo, era uma empresa que faturava, o problema é que os militares näo investiu , depois veio o Sarney que pegou o país quebrado e näo investiu, veio o Collor/Itamar, tambem näo deu atencäo, depois veio o velhaco do FHC e tentou detonar mais a empresa para ter um motivo “justo” para privatizar, assim a turma dele, principalmente o Serra para ser bem beneficiado com a tal privatizacäo. O mundo mudou, e se näo fosse provatizada, com certeza teria de ter investimento e hoje com certeza seria uma das mais modernas empresa. O que faltou fou vergonha na cara dos presidentes anteriores. Hoje a empresa nas mäos de emprsários näo continua uma m… e disso voce sabe. Todos os presidentes anteriores tirava o dinheiro do faturamento das empresas de telecomunicacöes e gastava em outras áreas. Era isso que acontecia.

Elvys

16 de julho de 2013 às 10h35

Azenha, só para complementar meu comentário, passo o link de um artigo do Plinio de Arruda Sampaio:
http://www.correiocidadania.com.br/antigo/ed306/opiniao.htm

Responder

    Lafaiete de Souza Spínola

    16 de julho de 2013 às 18h02

    Sugiro que todos leiam essa publicação do Plínio de Arruda Sampaio.

    Elvys

    17 de julho de 2013 às 11h23

    E sobre privatizações na era tucana, nunca devemos esquecer do saudoso jornalista Aloysio Biondi e sua obra – “O Brasil Privatizado”. O livro pode ser baixado/lido gratuitamente no link abaixo:
    http://www.aloysiobiondi.com.br

Elvys

16 de julho de 2013 às 10h26

Na verdade, a espionagem foi, digamos autorizada, quando na década de 1990 se optou que o Sivam fosse entregue para empresas norte-americanas. Parece que todos esqueceram a gritaria que foi em cima da implantação do projeto Sivam. Recordo-me muito bem que o Brasil tinha tecnologia suficiente para implantar o sistema, sob vários aspectos superior ao norte-americano. Seria com tecnologia nacional, gerando postos de trabalhos no Brasil, com custo menor que a opção oferecida pelos EUA.

Responder

Fernandes

16 de julho de 2013 às 09h44

A tucanada está sendo protegida pelo PIG mais essa vez.
Tomei coragem e assisti um programa da BObo New$$$ sobre o assunto.
Eles relativizavam a importância da espionagem.
Diziam que é natural. Que todo país a tem.
Davam a entender que o governo Dilma esperneia por bobeira.

Tenho Nojo da Globo!
Ela é “vendepátria”!
Ela é “vendenação”!

Responder

16 de julho de 2013 às 09h28

Dá uma vergonhasinha alheia ver Plínio Valério tentar enfiar um monte de culpas no governo, citar VEJA e simplesmente não comentar a questão da privatização dos meios de comunicação estratégicos e militáres pelo FHC.

Responder

FrancoAtirador

16 de julho de 2013 às 07h55

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PRIVATIZAÇÃO DA EMBRATEL: O MAIOR CRIME DE LESA-PÁTRIA

19/11/1998
SENADO FEDERAL
Plenário

MENDONÇA DE BARROS DEFENDE AÇÃO DO BNDES NAS PRIVATIZAÇÕES

“O BNDES fez, em metade do tempo,
o dobro que Margareth Thatcher
fez na Inglaterra”

(Ministro das Comunicações do Governo FHC)

Da Redação

De acordo com os princípios básicos da privatização, listados pelo senador Sérgio Machado (PSDB-CE), o Ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros (PSDB) defendeu nesta quinta-feira (dia 19), em depoimento no plenário do Senado, a lisura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como condutor do processo de privatizações no Brasil.

Mendonça de Barros fez um histórico do Programa Nacional de Desestatização (PND) que, em sete anos, vendeu cerca de 60 empresas…

“O BNDES fez, em metade do tempo, o dobro que Margareth Thatcher fez na Inglaterra”, comparou o ministro.

Para Mendonça de Barros, o BNDES é o agente do PND por concentrar a inteligência [SIC] do governo nesse campo.

(http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/1998/11/19/mendonca-de-barros-defende-acao-do-bndes-nas-privatizacoes)
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13-06-2000
Reflexões sobre a privatização da Embratel

Por Marcelo Sampaio de Alencar*

Como é de conhecimento público, na privatização da telefonia fixa o Governo Federal estipulou três grandes regiões de atuação, aglutinando as Empresas Pólos existentes, além de uma licença para todo o território nacional, a cargo da Embratel.
A Embratel, como é do conhecimento geral, sempre foi uma das empresas mais rentáveis do Governo, com um nível de endividamento baixo em relação às outras estatais ou empresas privadas.

O modelo do Governo, para a transmissão em longa distância, previa a venda da Embratel e criação de uma empresa espelho, com mesmas atribuições, cuja licença para operação seria comercializada posteriormente.

Em 1998, a Embratel foi vendida à empresa americana MCI pelo montante de R$ 2,65 bilhões.

Algum tempo depois, a licença para a empresa espelho da Embratel foi arrematada pelo consórcio Bonari Holding Ltda. (Sprint, France Telecom, National Grid), pelo montante de R$ 55 milhões.

Após um concurso televisivo, envolvendo três conhecidas atrizes, o consórcio Bonari escolheu o nome Intelig para a empresa.

No primeiro semestre de 1999, a MCI, empresa americana que adquiriu a Embratel, foi comprada pela também americana Worldcom, pela soma de US$ 53 bilhões, passando a denominar-se MCI-WorldComm.
O valor acima é 40 vezes aquela pago pela MCI no leilão da Embratel.

O que leva a crer que a Embratel foi vendida por um preço irrisório, ou a aquisição da Embratel agregou muito valor à MCI, porque esta empresa tinha a dimensão da própria Embratel.

Em outubro de 1999, a Worldcom, por intermédio da MCI, adquiriu o controle acionário da Sprint, uma de suas concorrentes americanas no segmento de longa distância, sócia (com 25% de participação) da Intelig, em um negócio avaliado em torno de US$ 129 bilhões.

Isso tem causado um grave problema para a Anatel, sem contar o que tem provocado na Comissão Federal de Comunicações (FCC) nos Estados Unidos, visto que elimina a concorrência nas comunicações a longa distância, criando um monopólio privado no País.

Analisando-se o desempenho das 15 melhores empresas telefônicas do País, em milhões de dólares, pode-se observar que os valores patrimoniais da maior parte das empresas de telecomunicações, apurados em dezembro de 1998, ano da privatização, estavam bem acima dos valores pelos quais as mesmas empresas foram vendidas pelo Governo.

A Embratel, cujo patrimônio em dezembro de 1998 era de US$ 4,78 bilhões, foi vendida no mesmo ano por apenas US$ 1,3 bilhão para a MCI, como mencionado anteriormente.

Não deixa de ser curioso o negócio realizado pelo Governo: em uma época na qual as empresas pontocom, com patrimônio absolutamente nulo, são adquiridas por bilhões de dólares – o Governo vendeu empresas de telecomunicações completas, com patrimônios bilionários, por pequenas frações dos valores patrimoniais.

Um ótimo negócio para quem comprou e, possivelmente, para quem intermediou a compra.
Uma dor de cabeça para o contribuinte que, ao longo de muitos anos, arcou com o custo de criação da Embratel por meio do Fundo Nacional de Telecomunicações (FNT) – que onerava em 30% todas as contas telefônicas.

*Marcelo Sampaio de Alencar é professor titular do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Paraíba.

(http://www2.uol.com.br/JC/conexaoweb/di130600.htm)
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O que o Brasil perdeu com a venda da Embratel

Por Marcelo S. Alencar

A Embratel é atualmente uma empresa do Grupo América Móvil, visto que a Telmex a adquiriu em julho de 2004 da empresa norte americana MCI.
Em 2007, a Embratel passou a fazer parte da Telmex Internacional, que foi incorporada pela América Móvil, do México, em 2010.

A Embratel, criada por lei no governo de João Goulart, mas implantada no governo de Humberto de Alencar Castelo Branco, tem a concessão para longa distância nacional e internacional em todo o País.
Ela funcionou como empresa de estatal, aliás a mais eficiente delas, até 1998, ano em que faturou perto de dois bilhões de reais.

A privatização da Embratel ocorreu em 1998, por pouco mais de um bilhão de reais, no governo Fernando Henrique Cardoso.
A joia da coroa das estatais foi vendida em leilão por pouco mais da metade do que faturou no ano.

Sem dúvida, um crime de lesa pátria.

Em agosto de 2003, foi anunciada a assinatura de uma carta de intenção para a aquisição da Vésper pela Embratel.
Em setembro, houve a assinatura de um acordo de compra e venda com a AT&T Latin America Corp. para adquirir suas subsidiárias operacionais em cinco países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru.

A AT&T acabou sendo adquirida pela Telmex em outubro de 2003.

Em novembro de 2003, a MCI anunciou a intenção de vender a Embratel.

A Anatel aprovou a compra da Vésper pela Embratel, e a operação foi concluída em dezembro.
Quando a Embratel adquiriu a Vésper, passou a ter as autorizações de serviço local de empresa espelho, e a Embratel passou a ser a prestadora do serviço telefônico fixo comutado (STFC) local.

Em março de 2004, a Telmex anunciou um acordo com a MCI para a compra da Embratel.
A Anatel aprovou a compra da Embratel pela Telmex, e, em junho do mesmo ano, a Telmex adquiriu participação na Globopar/Net.

A Embratel adquiriu a Primesys da Portugal Telecom, em agosto de 2005, por R$ 231,25 milhões.
Em setembro do mesmo ano, a Embratel Participações anunciou a incorporação da Telmex do Brasil e da participação acionária de 37,1% do capital social da Net Serviços de Comunicação S.A. que pertencia à Telmex do México.

A Embratel começou a oferecer telefonia VoIP por intermédio do Net Fone via Embratel, em 2006.

Em maio, a Telmex fez uma oferta pública para a compra de todas as ações ordinárias e preferenciais da Embratel Participações no mercado para cancelar o seu registro como companhia aberta.

Porém, em abril de 2008, a Anatel informou à Embratel Participações S. A. que a Embrapar, holding que controla a Embratel, deve continuar como companhia aberta.

A Embratel inaugurou sua rede WiMax em março.
Em abril de 2008, a Anatel autorizou a Embratel a prestar o serviço de TV por assinatura via satélite (DTH).

A Anatel aprovou a transferência do controle da Net da Globo para a Embratel, em janeiro de 2012, e a Embratel anunciou um investimento, em 2012, de R$ 1,8 bilhão, volume similar ao aplicado, em 2011, pela operadora no País.

O faturamento da America Móvil, holding que controla atualmente as empresas Embratel, Claro e Net foi de R$ 36,30 bilhões em 2010, valor que subiu para R$ 39,96 bilhões, em 2011, e deve fechar 2012 acima do patamar de R$ 43,59 bilhões.

Esse valor é 33 vezes aquele pago pela Embratel no leilão de privatização, e parte dele vai direta, ou indiretamente, para o México.

Um excelente negócio para os compradores, mas péssimo para o Brasil.

(http://ne10.uol.com.br/coluna/difusao/noticia/2012/11/20/o-que-o-brasil-perdeu-com-a-venda-da-embratel-382026.php)
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09/05/2007
Privatização da Embratel deixou a comunicação militar do país à mercê da Telmex

Por Alessandro Rodrigues, na Hora do Povo, via Blog do Rizzolo

Governo visa romper o controle estrangeiro na transmissão de dados militares e sigilosos

O governo brasileiro estuda medidas para recuperar o controle sobre a transmissão de dados militares e sigilosos, que é feita através de satélites entregues para estrangeiros por Fernando Henrique Cardoso, em 1998, através da privatização da Embratel.

Em 2004, quando o grupo mexicano Telmex (comandado por Carlos Slim) assumiu o controle da MCI e conseqüentemente da Embratel, o governo brasileiro pressionou a empresa para recuperar a participação no controle sobre a chamada “banda x”, que é utilizada para comunicações sigilosas. Em troca, a operação seria aprovada pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e pela Anatel.

Pelo acordo, a empresa Star One, da Embratel, daria ao governo uma “golden share”, ação que permite a um sócio o poder de veto sobre as decisões do conselho administrativo da empresa, caso contrariem o interesse do país.
Com isso, o governo teria poder para vetar decisões que pudessem comprometer o uso da “banda x”.

O representante da Telmex no Brasil se comprometeu publicamente com o acordo e disse que apenas dependia da aprovação do conselho de acionistas da Telmex.
A medida não foi aprovada até hoje.

Em audiência no Senado para tratar sobre a situação do sistema aéreo brasileiro, o ministro da Defesa, Waldir Pires, se pronunciou sobre o tema e afirmou que “acho que vamos ter que recuperar imediatamente alguma coisa absolutamente inexplicável (privatização da Embratel no governo de FHC)”.

Além de estar a mercê da Telmex, o governo brasileiro ainda terá que pagar, a partir de 2008, para utilizar os serviços dos satélites da Star One.

Íntegra em:

(http://rizzolot.wordpress.com/2007/05/09/privatizacao-da-embratel-deixou-a-comunicacao-militar-do-pais-a-merce-da-telmex)
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20/06/2007
Governo compra briga com o bilionário Carlos Slim, dono da Embratel, e quer cancelar uma conta de R$ 12 milhões

Por Adriana Nicacio, IstoÉdinheiro, Edição Nº 508

Nos últimos três anos, o governo brasileiro foi cozinhado em banho-maria pelo mexicano Carlos Slim.

Na arrastada negociação sobre o uso de satélites da Embratel pelo Ministério da Defesa, Slim já conseguiu arrancar R$ 12 milhões do Tesouro Nacional.
O serviço, porém, deveria ser gratuito, segundo o Ministério das Comunicações.
Isso porque, em maio de 2004, ficou acertado com a Telmex, de Slim, que o governo brasileiro teria direito a uma golden share na operadora de satélites Star One, da Embratel.

Na época, a Telmex concordou com a exigência, pois estava comprando a americana MCI e precisava da aprovação do Cade e da Anatel para a operação de compra indireta da Embratel, então controlada pela MCI.

Desde a privatização, em 1998, as Forças Armadas usavam gratuitamente o satélite Brasilsat numa freqüência sigilosa, chamada de Banda X.

Agora, às vésperas da substituição do Brasilsat pelos satélites C1 (que será lançado em julho) e o C2 (em janeiro de 2008), a Telmex ignorou o acordo que envolvia a golden share e levou a Defesa a firmar um contrato de prestação de serviço.

Nele, o Ministério da Defesa se compromete a pagar cerca de R$ 12 milhões por ano para usar os dois novos satélites da empresa.

Mas o ministro das Comunicações, Hélio Costa, não está nada satisfeito com isso.

“A Embratel tem um compromisso com o governo e não pode cobrar pela utilização do satélite”, afirmou o ministro Hélio Costa.

“Vamos rever esse contrato.
Houve uma falha brutal da negociação, que foi feita na época das privatizações [em 1998, pelo Governo FHC (PSDB)].”

Na próxima semana, Hélio Costa chamará os executivos da Embratel para uma conversa.
Se a golden share não for emitida, pelo menos que o governo continue a usar o satélite militar sem custos.

Antecessor de Hélio Costa, o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE) confirma o acordo com a Telmex.

Foi ele quem conseguiu a promessa da golden share, para que o Exército tivesse privacidade e gratuidade no uso dos satélites, em 2004.

“Trocamos correspondência, estão todas no Ministério”, garantiu Eunício.

O ex-ministro se refere a uma carta entregue pelo então diretor-geral da Telmex, Jaime Chico Pardo, em que o executivo deixa clara a intenção de dar ao governo brasileiro o controle sobre as operações de satélites.

Ocorre que o conselho de acionistas da Telmex nunca aprovou a golden share.
O contrato entre as partes não foi firmado.
O governo esqueceu do assunto e a Defesa, do ministro Waldir Pires, de gestão um tanto conturbada, pagou a fatura sem questionar nada.

De acordo com o ministério da Defesa, o País não pagava para usar a banda X devido a um acordo entre o antigo Estado Maior das Forças Armadas, o Ministério das Comunicações e a Telebrás, anterior à privatização da Embratel.

Mas passará a pagar, porque usará novos satélites.

A Embratel, que já recebeu R$ 12 milhões, decidiu não comentar o caso.
Oficiosamente, seus diretores alegam que não há motivos para estender a gratuidade aos novos satélites.
O que, na opinião do jurídico do Ministério das Comunicações, não faz sentido.
Se a participação acionária do governo na Star One tivesse sido efetivada, conforme o acordo inicial, hoje o governo poderia vetar a cobrança dos novos satélites.
Diante disso, o ministro está se mobilizando.
Já propôs à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que se crie um grupo de trabalho específico, com a Defesa e a Anatel, para rever o contrato.
E critica a forma apressada com que foi feita a privatização.
“Tanto a golden share quanto o uso do satélite militar sem custos constaram das negociações, mas o problema ocorreu na definição das condições para a venda da Embratel”, diz ele.

(http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/2866_A+G)

Responder

    FrancoAtirador

    16 de julho de 2013 às 08h02

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    16/03/2004
    SENADO FEDERAL
    Portal de notícias
    Plenário

    Suassuna considera suspeita venda de parte da Embratel à Telmex, e quer investigação do Senado

    Da Redação

    O senador Ney Suassuna (PMDB-PB) classificou como “uma loucura” a venda da participação na Embratel da MCI, empresa norte-americana de telecomunicações, à mexicana Telmex (Teléfonos do México) por US$ 360 milhões.
    O preço é o equivalente a cerca de 15% do que foi pago pela MCI há seis anos.

    – É uma loucura tão grande quanto a venda dos satélites brasileiros, usados pelas Forças Armadas, para uma potência estrangeira – disse o senador.

    (http://www12.senado.gov.br/noticias/search?sort_order=descending&b_start:int=60&sort_on=created&SearchableText=embratel)

Murdok

16 de julho de 2013 às 07h07

Os atucanados entreguistas.

Responder

LEANDRO

16 de julho de 2013 às 06h46

E em 10 anos ainda não deu para comprar outro?? Pra fazer copa e olimpíadas dá, né?

Responder

    Carlos Lima

    16 de julho de 2013 às 11h08

    Se comprar outro o PSDB vende, é só questão de tempo.

    Lina

    16 de julho de 2013 às 14h00

    Leandro, você é ingênuo ou apenas se faz de tonto? Você acredita mesmo que esta questão gira em torno do PREÇO de um satélite??? Seria tão bom se fosse simples assim, né?

    H. Back™

    16 de julho de 2013 às 14h47

    Exatamente! Ao comprar as telecomunicações e as suas infra-estruturas, o comprador adquiriu também o direito de exploração do seu mercado cativo!


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