VIOMUNDO

Diário da Resistência


Dirigente do WWF: “Tirar o pré-sal da lista também seria uma boa ideia”
Denúncias

Dirigente do WWF: “Tirar o pré-sal da lista também seria uma boa ideia”


24/09/2014 - 09h10

Captura de Tela 2014-09-24 às 06.05.16

por Luiz Carlos Azenha, a partir da dica do FrancoAtirador

Em entrevista à GloboNews, a secretária-geral da ONG WWF no Brasil, Maria Cecília Wei de Brito, deu conselhos à presidente Dilma Rousseff. A WWF, como se sabe, é majoritariamente financiada fora do Brasil.

Como a ONG se coloca no papel de, ainda que indiretamente, interferir na política eleitoral interna dos países em que atua (você verá logo mais), é mais que justo que a gente também lembre que o onguismo vem sendo crescentemente criticado no mundo.

Não estou falando de Hugo Chávez ou Vladimir Putin. O primeiro, na Venezuela, proibiu as ONGs de financiar as atividades locais que eram formas disfarçadas de ajudar a oposição. Putin fez o mesmo na Rússia e chegou a ameaçar que expulsaria todas as ONGs do território nacional.

Estas atitudes não cairam do céu.

Na Venezuela, a advogada Eva Golinger revelou a existência de um plano escrito para causar distúrbios durante o governo de Nicolás Maduro, sucessor de Chávez. O documento está aqui. Uma reportagem sobre ele publicada pelo Viomundo, aqui.

O documento foi produzido em encontro, em junho de 2013, pela empresa de consultoria FTI Consulting, dos Estados Unidos e pelas organizações colombianas Fundación Centro de Pensamiento Primero Colombia e Fundación Internacionalismo Democratico. Ambas teriam ligações com o ex-presidente de extrema-direita, Álvaro Uribe. Da reunião em que se definiu a estratégia contra o chavismo participaram o chefe regional da famosa USAID (Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos), o psicólogo e estrategista Juan Jose Rendon e líderes da oposição venezuelana, inclusive Maria Corina Machado, que tem viajado o mundo denunciando Chávez/Maduro.

Aqui, permitam-me uma digressão. Eu era correspondente da TV Manchete em Nova York quando aconteceu o grande escândalo no governo conservador de Ronald Reagan, o Irã-Contras. Secretamente, os Estados Unidos venderam armas ao Irã, país com o qual não mantinham relações diplomáticas e que estava sob embargo internacional para compra de armas. Foi em 1986. O Irã estava em guerra contra o vizinho Iraque, numa disputa por campos de petróleo fronteiriços.

Os Estados Unidos forneciam informações relevantes a Saddam Hussein, do Iraque, sobre o movimento de tropas do Irã (o ditador iraquiano correu risco de ser derrotado militarmente). Os iranianos atacavam com ondas humanas e, com fotos de satélite fornecidas por Washington, Saddam sabia antecipadamente onde as ofensivas estavam sendo organizadas.

No mesmo período, os Estados Unidos venderam armas ao Irã. Com o dinheiro, financiaram outra guerra, a dos chamados “contras”, que tentavam derrubar o governo legítimo, constitucional, sandinista e de esquerda da Nicarágua.

Quando a casa de Reagan quase caiu e ele ficou sob o risco de ver fechada a torneira no Congresso, optou por uma espécie de privatização da política externa. A CIA era muito visada pelos crimes em série que havia cometido mundo a fora. Assim, foi criado o NED, o National Endownment for Democracy, uma super ONG financiada com dinheiro público que passou a “promover a democracia” no mundo, obviamente sob a tutela financeira e política de Washington. O NED, vamos dizer, é generoso: repassa dinheiro para entidades ligadas a republicanos e democratas, sindicatos e empresários. Ao NED se juntaram outras fundações e entidades que se dizem de fins não lucrativos, todas interessadas em “promover a democracia”. Há, inclusive, divergência entre elas.

Porém, basicamente o que fazem é treinar a chamada sociedade civil de outros países para ensinar democracia ao estilo dos Estados Unidos. Algumas são mais agressivas, outras não. Algumas prestam serviços de fato relevantes. O fato central é que elas fixam, nas pessoas “treinadas” por elas, a ideia de que não há alternativa ao modelo norte-americano. Ajudam a promover um pluralismo de fachada, já que exlcuem qualquer transformação mais profunda de estruturas intrinsicamente injustas. Confinam o debate.

O NED e associados, como a Fundação Soros, incentivam a “exportação de democracia” treinando militantes, focando em jovens, ensinando novas formas de comunicação. Não foram as responsáveis, mas estimularam revoltas no Leste Europeu, na África e no Oriente Médio. Coincidentemente, quanto mais fragilizados estiverem outros Estados, mais fácil fica o domínio dos países centrais sobre os recursos naturais do mundo.

Captura de Tela 2014-09-24 às 06.32.59

Vejamos agora o que a revista alemã Der Spiegel, que não é comunista, escreveu sobre o WWF, aqui:

Título: Verniz verde: O WWF ajuda a indústria mais que o meio ambiente

Trechos relevantes:

Quer proteger as florestas tropicais? Para começar, tudo de que você precisa é de 5 euros. Salvar os gorilas? Três euros e você será incluído. Você pode fazer sua parte ajudando a natureza com apenas 50 centavos — desde que confie o dinheiro ao World Wide Fund for Nature (WWF), que ainda é conhecido nos Estados Unidos e Canadá por seu nome original de World Wildlife Fund. No ano passado, a WWF, junto com a cadeia varejista Rewe, vendeu mais de 2 milhões de peças a colecionadores. Em apenas seis semanas, o programa levantou 875,088 euros, que a Rewe transferiu à WWF. (…) Os governos também dão muito dinheiro para a organização. Ao longo dos anos, a WWF recebeu um total de U$ 120 milhões de dólares da USAID, a Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos. Por muito tempo, os ministérios do governo alemão foram tão generosos com a organização que a própria WWF decidiu, nos anos 90, limitar o financiamento recebido de governos. A WWF estava ansiosa para não ser vista como mera extensão das agências de proteção ambiental governamentais. (…)

A WWF, cuja sede mundial está em Gland, na Suiça, é vista como a mais poderosa organização conservacionista. É ativa em mais de 100 países, onde tem conexões com os ricos e poderosos. Sua marca registrada, um Panda, aparece nos copos de iogurte da Danone e nas roupas de socialites como a princesa Charlene de Mônaco. As companhias pagam taxas milionárias pelo privilégio de usar o logotipo. A WWF tem 430 mil integrantes só na Alemanha e milhões de pessoas doam sua poupança à organização. A questão é quão suntentavelmente o dinheiro é investido. (…) Representantes de organizações independentes do governo alemão, como as ONGs Rettet den Regenwald (Rainforest Rescue) e Robin Wood já não enxergam a WWF como defensora dos animais. Em vez disso, enxergam na WWF uma cúmplice das corporações. Na opinião delas, a WFF dá às corporações licença para destruir a natureza, em troca de grandes doações e pequenas concessões.

Agora vejam, logo abaixo, um trecho de entrevista que fiz com o seringueiro Osmarino Amâncio, no Acre (para ver a entrevista imperdível, clique aqui). Lá atrás, ele foi companheiro de “empates” de Marina Silva, ou seja, ambos batalharam na floresta contra a chegada de latifundiários “paulistas”, que queriam detonar os seringais e implantar pecuária extensiva e devastadora na Amazônia.

Notem o que ele diz sobre a relação entre WWF e a candidata ao Planalto Marina Silva, quando ela era ministra do Meio Ambiente no governo Lula:

Agora que contextualizamos, vamos ao que disse a chefe da WWF no Brasil, num trecho da entrevista à GloboNews:

“O que a presidente precisa dizer é o que será feito no futuro. Não é suficiente dizer que a gente já economizou dinheiro se a gente quiser continuar vivendo no futuro daqui pra frente. A gente tem que fazer mais. Eu acho que o que a presidente talvez pudesse de nos dar de alento é mostrar que a nossa matriz energética está apostando em energia eólica e solar, coisa que a gente não tá vendo num crescimento que deveria ver, porque ainda estamos naquela lógica de, sim, temos muita hidreletricidade, ou seja energia produzida com grandes reservatórios que conservam água. Isso também é impactante, isso também joga carbono na atmosfera face aos processos construtivos e de manutenção. Falta a nossa presidente nos mostrar um caminho mais agressivo e mais do século 21 no que diz respeito às energias. E tirar o pré-sal da lista também seria uma boa ideia”.

É um discurso muito, muito parecido com o de Marina Silva, que já foi premiada pelo WWF com a importante honraria do Duque de Edimburgo.

Maria Cecília Wei de Brito é uma pessoa respeitadíssima. Mas repete o comportamento dos diversos “lobismos” que atuam para influenciar políticas públicas. A falta de — uma frase que certamente agradaria Marina Silva — uma “visão holística”, política e econômica, do processo.

A produção de energia hidrelétrica ainda oferece uma vantagem competitiva à indústria brasileira na disputa pelo mercado internacional. Há um debate interessante na área. Há quem advogue pelas PCH, as pequenas centrais hidreléticas, como Ivo Pugnaloni, em artigo publicado no Viomundo. Há quem diga que, ao fim e ao cabo, a energia hidrelétrica não é limpa, nem barata, como disse o professor Celio Bermann em entrevista ao Viomundo. Para ele, a hidrelétrica de Belo Monte serve essencialmente aos aliados de José Sarney e às mineradoras.

Mas o fato, o fato concreto, é que hoje temos já implantado um grande parque hidrelétrico no Brasil. Fazer a transição custa dinheiro.

Poderemos desenvolver nossos próprios cataventos (muitos comprados na Alemanha) e painéis solares (muitos vindos da China).

O Brasil não pode se dar ao luxo de, ao fazer a transição, ser mero importador de tecnologia. Isso, se quiser criar os empregos de qualidade de que precisa.

O programa econômico dos liberais (Aécio) e hiperliberais (Marina Silva) pensa, grosseiramente, assim: a gente derruba os salários, tira alguns direitos sociais, submete a indústria brasileira à competição externa em melhores condições e, assim, vamos exportar mais. O risco, como nos disse em entrevista o professor André Biancarelli, é abrir totalmente o mercado interno de 200 milhões de consumidores e perder justamente o que salvou a economia brasileira depois da crise financeira de 2008.

Poderemos ter um grande aporte de capital internacional no Brasil, ainda maior, para tirar proveito da mão-de-obra barateada, mas também poderemos ter um número crescente de maquiladoras, como o México, El Salvador e outros países centro-americanos.

Em resumo, nossa dependência externa pode aumentar justamente num momento de crise econômica internacional duradoura, em que a China produz sua própria tecnologia, conta com mão-de-obra barata e coloca seus produtos de forma avassaladora no mercado mundial.

Quanto aos países do capitalismo central, optaram por tecnologia de ponta, de altíssimo valor agregado, de empregos que pagam bem, que preservam o meio ambiente, ganhando também ao exportar para os países pobres suas tecnologias poluentes e já ultrapassadas.

Tudo o que a chefe do WWF no Brasil quer é mesmo desejável — recuperar os rios, acabar com represamentos, restaurar as várzeas e as matas ciliares, devolver à população o prazer de se banhar no Tietê despoluído, trazer de volta espécies que correm risco porque dependem de um rio livre para fazer a piracema (nadar contra a correnteza e se reproduzir), acabar com as ‘retificações’ de rios introduzidas no tempo em que era preciso acelerar as águas (por causa do risco de doenças), colocar escadas para piracema nas hidrelétricas brasileiras que não as possuem — com isso protegendo a biodiversidade –, preservar as nascentes — tudo isso é mesmo desejável no século 21.

Mas o Brasil não é a Alemanha, nem os Estados Unidos.

É justamente aí em que reside o problema destas ONGs que pretendem “nos ajudar”. Elas pensam com a cabeça daqueles que as financiam. Num dos trechos de sua entrevista, Maria Cecília Wei de Brito disse textualmente: “E tirar o pré-sal da lista também seria uma boa ideia”.

Porém, reside no pré-sal a possibilidade de o Brasil, ao ser exportador de petróleo, financiar o desenvolvimento de tecnologias próprias, de cadeias produtivas internas, para construir pelo menos parte dos painéis solares, cataventos, motores menos poluentes e pequenas centrais hidrelétricas a serem utilizados na fase de transição.

Não explorar o pré-sal é congelar o Brasil numa espécie de mundo sonhático, em que desperdiçamos nossa principal fonte de riqueza, enfraquecemos a indústria nacional de automóveis, perdemos ou rebaixamos a qualidade dos empregos e nos tornamos ainda mais dependentes de tecnologia importada.

Talvez sob a influência de seus financiadores, algumas ONGs querem que o Brasil assuma um papel desproporcional na proteção do ambiente mundial, uma espécie de “santuário” onde 200 milhões de pessoas precisam comer, estudar e trabalhar — Neca Setubal, inclusive.

Porém, notem no gráfico do Der Spiegel, baseado em dados de 2005, quem mais emitiu gás carbônico no planeta desde 1850:

offenders

Ou seja, eles querem que o Brasil pague agora, de forma desproporcional, a conta que vem sendo pendurada no meio ambiente há mais de um século e meio!

Sei que, como eu, o WWF sonha com ciclistas atléticos, rios limpos, florestas preservadas e um país produtor apenas de tecnologia e energia limpas. Mas, pela força das circunstâncias que expliquei acima, se o Brasil descartar o pré-sal o sonho do WWF só vai se realizar na Alemanha.

canastra

Olhar para o entorno é sempre bom (foto Luiz Carlos Azenha, na cachoeira Casca D’Anta, na serra da Canastra)

[O conteúdo exclusivo do Viomundo, como o documentário sobre o Choque de Gestão em Montezuma, que fiz recentemente com edição de Padu Palmério, é bancado exclusivamente pelos assinantes deste site. Torne-se um deles]

PS do Viomundo: Durante a entrevista, a GloboNews faz uma reportagem se referindo à nascente do rio São Francisco como sendo um riacho em São Roque de Minas, na serra da Canastra, onde estive recentemente. Há controvérsiasa partir de um estudo que colocou a nascente no município de Medeiros, embora não haja reconhecimento oficial da mudança. Além disso, o problema principal para preservar as importantes nascentes dali são as disputas jurídicas com fazendeiros que querem impedir a implantação do Parque Nacional como foi originalmente planejado, além do interesse de mineradoras. Depois da campanha, esperamos o WWF também lá, lutando contra fazendeiros e mineradoras e garantindo o parque íntegro, da forma como foi criado.

Leia também:

Fidel perdeu o sono. Marina prega “transição” em Cuba

Últimas unidades

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



45 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do VIOMUNDO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie. Leia o nosso termo de uso.

Maria

26 de setembro de 2014 às 12h20

Tentando reclamar sobre 16,90 que vem na minha conta de telefone com código Serviço de Terceiros.
-vou a loja da Marca e reclamo. Informam vc tem de ligar 1058.
-tento ligar do aparelho fixo do trabalho porque estou sem bateria. Resposta: você ao discar e usar um aparelho fixo, não me possibilita ATENDER AO RECLAMO DA LINHA MOVEL.
-ligo de volta e pergunto. Se fosse num orelhão…. O que ouço? Vá ao orelhão então ( isso porque era uma advogada supostamente educada.
-tento usar o telefone movel da outra marca como se fosse um orelhão.A máquina informa: não temos esse serviço.
Não é para requerer pena de morte para essa gente toda e inclusive para as autoridades que permitem essa farra?

Responder

    Maria

    26 de setembro de 2014 às 12h36

    Me esqueci de dizer:

    a primeira “pergunta/informação” do atendente foi ” não trabalhamos com esse aparelho” (sansung 2 chips, baratinho)
    Dedução: como a boutique da loja está cheia de outros aparelhos mais caros é plausível que a Telefonica esteja direcionando a compra de algumas marcas de aparelhos.
    Eu já tinha percebido essa tendência no meio rural.
    Pergunta ao governo: Se todas as Telefonicas não podem usar certos aparelhos para que servem os apareclhos? Por que eles são vendidos neste país? Quem vai usá-los se não são as telefônicas?
    Aguardo respostas.

    Mário SF Alves

    26 de setembro de 2014 às 22h18

    E isso o que é?

    Resposta: capitalismo-financeiro.

    E qual a ideologia que o sustenta? Neo-li-be-ra-lis-mo.

    O que fazer?

    Isso que você fez. Juntar provas. De-nun-ci-ar. Processar.

    Lembra do slogan daquele regime que queria dominar o mundo em 1939?

    Pois é, antes era o “a Alemanha acima de tudo”. E agora? Mudou alguma coisa? Sim, mas nem tanto. O Ocidente está em franca regressão humanística. A coisa contaminou geral. Salvo resistências pontuais, como a sua e a firmeza de propósitos da presidenta Dilma ao chamar pra si a responsabilidade na política do possível, ainda estamos pagando o preço da aventura neoliberal, tacanha e submissa daqueles governanates que todos sabem muito bem quem são.

    E onde mora o perigo?

    Mora num mundo em guerra para – com meios bastante nefastos e mesmo criminosos – fazer prevalescer o direito só pra alguns. Mora em um mundo fanatizado. Mora em um mundo sem regras e já bastante oligaquizado; um mundo de nobres, de sangue azuis. Mora em um mundo onde o “a Alemanha…acima de tudo”, conforme mencionado, foi substituído pelo “o direito do investidor acima de tudo”.

    É a lógica do deus mercado, companheira. A mesma que sob o pretexto da austeridade econômica, humilha países como Portugal, Espanha, Itália, Grécia e França. A mesma que submete países inteiros ao feitiço das primaveris e pueris primaveras árabes, ucranianas, libianas, sirianas, turquianas, etc., etc., etc. Quase a mesma que pregou aos quatro cantos do mundo que a Copa no Brasil seria um fiasco. Quase a mesma que agrediu a presidenta com o VTNC em evento de exposição mundial.

    Ah, mas tem as agências reguladoras; tem o código de defesa do consumidor; tem o tribunal de pequenas causas… tem? Será que tem mesmo? Onde? Na Grécia?

    Só lhe sugiro calma. Junte as provas. Provas consistentes, siga seu próprio Norte e não desista. O instrumento é a Lei. Sempre.

Valmont

25 de setembro de 2014 às 16h48

Está explicado: a atual senhora WWF foi funcionária da ex-Ministra Margarina Silva no MMA. Esteve na GoebbelsNews apenas para fazer uma campanhazinha “de leve”, citando, também “de leve”, como quem não quer nada, que o Pré-Sal deve ser “DEIXADO DE LADO”… Só não disse DO LADO DE QUEM devemos deixar esse “desprezível” patrimônio de trilhões de dólares…

“Oh, senhor xeçúis, quanta ingenuidade desses selvagens da Terra Brazilis! Vamos oferecer alguns espelhinhos para eles! oh oh oh! Q marrafilha!”

SQN!

Responder

    Mário SF Alves

    26 de setembro de 2014 às 22h23

    Exatamente assim.

    Campanha inviesada, dissimulada. Não é primeira vez e nem será a última. É o pUder! Resquícios da ditadura.

carlos quintela

25 de setembro de 2014 às 15h24

Essas ONGs, sem exceção, atuam sob a inspiração e tutela dos EUA. Nunca agem contra seus patrões, buscando causar prejuízos apenas aos que ousam competir com EUA e seus aliados preferenciais. A atuação dessa gente em nosso País deve ser monitorada de perto e ações, coibindo sua participação direta ou indireta em nossa política e nas decisões político-administrativas de nossas instituições. Não duvido que algumas sejam fonte dos famosos R$ 1,6 milhões recebidos pela “tadinha da floresta” para sua pobre sobrevivência.

Responder

Urbano

25 de setembro de 2014 às 13h16

Os fascistas do Norte estão colocando todas as suas fichinhas contra a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff.

Responder

Luiz

25 de setembro de 2014 às 12h23 Responder

Moraes

25 de setembro de 2014 às 12h15

Azenha, acho que voce esqueceu uma coisa muito interessante na estoria do WWF. Seu ex-presidente, ex-chefao do City Bank e, agora, tesoureiro da Marina, o cara que a enturmou no mundo financeiro nacional e internacional. Tem uma estória interessante atrás disso,a té porque, dos grandes bancos americanos, o City é o que mais se apoderou das politicas de ‘energia limpa’ do Obama. Não por acaso: foi Rubin, City Bank, quem descobriu, cevou e financiou Obama. Mais: foi ele quem indicou os principais cargos de direção econômica de Obama.

Responder

    Mário SF Alves

    26 de setembro de 2014 às 22h35

    Uau!

    Passou por aí, por tais meandros? Ora, quão labirintico e sofisticado foi aquele obamico “Yes We Can”.

    Socorro! Soltem um K. Marx porque [não] é preciso confirmar.

Luis

25 de setembro de 2014 às 11h19

Energia solar beleza, mas energia eólica é maior engodo que existe ! Os cataventos são caríssimos, produzem muito pouca energia pelo espaço que ocupam, e produzem SIM muitos impactos ambientais, tais como ruídos e riscos de colisão para pássaros. A solução para um planeta mais sustentável é diversificar a matriz energética, incluindo ai a energia nuclear que eu defendo, e modificar a lógica capitalista de consumo, diminuindo a demanda.

Responder

Carlos MT

25 de setembro de 2014 às 08h13

A bela Joyce Hasselmann da Veja merecia um processo! Na sua coluna-video de ontem, ela tinha o Guzzo como convidado e distorceu CRIMINOSAMENTE uma fala (cortada/editada) da Dilma.

Já no comecinho do video (escandalosamente editado por Hasselmann) Dilma diz: “Nosso País precisa também de ter um COMPROMISSO com aqueles que desviam dinheiro público…” e o video é cortado!

Logo em seguida, Joyce, CRIMINOSAMENTE põe na boca de Dilma palavras que não dissera:
Joyce: “Guzzo, ‘precisamos, então, dar PRIORIDADE àqueles que desviam dinheiro público’. Esse ATO FALHO (!!!) é mais um dos tantos cometidos pela candidata do PT”

Tudo ocorre logo no primeiro minuto do video dela! Ver pra crer!!

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/quanto-mais-dilma-sobe-nas-pesquisas-mais-bobagens-ela-fala-diz-guzzo

Responder

Francisco

25 de setembro de 2014 às 04h49

A WWF terá toda a minha atenção, tão logo convença os EEUU a parar de explorar o gás de xisto. Isso e convencer os EEUU a destruírem suas cinco mil ogivas nucleares…

ONG quer dizer o seguinte: Organização que NÃO GOVERNA.

Responder

sergio

25 de setembro de 2014 às 02h44

Este tipo de verde todo mundo já conhece, o verde dólar.
Que vão para o País deles, aqui cuidamos nós.

Responder

Jorge Pereira -

25 de setembro de 2014 às 01h38

A Maria Cecília Wey de Brito, como o Copobianco, foi secretaria de biodiversidade da Marina no Ministério do Meio Ambiente…. http://www.mma.gov.br/estruturas/sbf2008_dap/_publicacao/149_publicacao16122010110613.pdf ……Então o governo de Marina no MMA foi, como disse o Osmarino, da wwf e, acrescento eu, da natura….

Responder

Márcio Gaspar

24 de setembro de 2014 às 23h03

“Os iranianos atacavam com ondas humanas e, com fotos de satélite fornecidas por Washington, Saddam sabia antecipadamente onde as ofensivas estavam sendo organizadas.” Acho que nesta passagem não seria iraquianos em vez de iranianos?

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    24 de setembro de 2014 às 23h32

    Não, os ataques em ondas humanas partiam do Irã; Saddam respondeu com gás sarin. abs

ROSALVO

24 de setembro de 2014 às 22h47

JÁ DISSE AS ONGS TIPO WWWF E GREENPEACE ESTÃO A SERVIÇO DE UM TIPO SOFT DE AÇÃO DA C.I.A

Responder

Mário SF Alves

24 de setembro de 2014 às 22h34

A candidata que tomou o PSB como barriga de aluguel quer mesmo é o retrocesso. Ela é regressista.

Seu objetivo é um só:

Fazer com que o Brasil que hoje é um país progressita retorne ao ponto de onde os EUA e assemelhados jamais gostariam que ele tivesse saído, isto é, que regresse ao velho, excludente e singular capitalismo subdesenvolvimentista naZional.

_____________________________________
Não queremos isso nunca mais!

Mas, temos uma proposta super auto sustentável. Vamos dar a eles a contribuição de 8.500.000 km² de meio ambiente paradisiaco e relações ecologicas magníficas, porém em contrapartida queremos:

1- Que eles, os preocupados com a poluição causada pelo nosso ainda embrionário desenvolvimento, banquem o custo da paralisação e interrupção definitiva de nosso atual modelo econômico;

2- Que tirem suas patas transgênicas do Brasil;

3- Que permitam a democratização dos meios de comunicação de massa onde for necessário;

4- Que venham aqui e nos ajudem a fazer a Reforma Agrária necessária, sem a qual necas de pitibiribas na redefinição/reconversão do citado modelo;

5- Os recursos naturais continuam sendo nossos, biodiversidade, recursos minerais e e o Aquífero Guarani. Obs.: No Pré-sal ninguém mexe, fica lá onde sempre esteve, debaixo do sal.
_____________________________________________________________________
Aí, tudo bem, podemos conversar. Podemos inclusive resolver a questão do pum do boi.

Azenha, p.f., manda isso pro Green Peace, pro WWF e pro Al Gore.

Responder

Fabio Passos

24 de setembro de 2014 às 17h17

A marina quer colocar o Brasil de quatro diante das nações superdesenvolvidas.
É uma covarde! Entreguista!

Temos de impedir que esta serviçal assumida dos ianques destrua nosso futuro.

Responder

Alessandro

24 de setembro de 2014 às 16h40

Ela foi Secretária de Biodiversidade e Florestas no MMA.
Brasil pra ela se escreve com Z.

Responder

Bacellar

24 de setembro de 2014 às 16h30

Simplesmente absurdo, uma hipocrisia sem fim os países que já devastaram amplamente seu território e são os maiores poluidores esperarem de nações com grandes déficts sociais como o Brasil que capitaneiem o movimento internacional de preservação ambiental em detrimento à preservação da já precária condição socioeconômica de sua população. Ainda estamos em fase de erradicação da miséria, essa é a prioridade número um, deixar de explorar o pré-sal é um devaneio…Mesmo institucionalmente. Vamos fazer o que? Quebrar os contratos já firmados e parar as máquinas…Isso é pura hipocrisia, não creio nesse nível de ingenuidade, é cinismo mesmo; campanha eleitoral.

Responder

Donizeti - SP

24 de setembro de 2014 às 16h22

A Europa e Estados Unidos devastaram seu meio ambiente durante seu processo de desenvolvimento econômico e industrial sem dó, nem piedade e agora querem obrigar os países em desenvolvimento a pagar pelo desequilíbrio que os enriqueceu, assim é fácil, ainda mais quando em países como o Brasil, mentes colonizadas e adestradas que parecem viver no planeta Avatar (Marina parece personagem desse mundo imaginário) fazem o jogo e funcionam como 5a. coluna desses interesses entre nós.

Não tem conversa mole, vamos explorar todas as nossas potencialidades de energia, seja hidráulica, nuclear, eólica, biomassa, etc. para que a maioria dos brasileiros tenham um padrão de vida dignos, o resto é conversa mole para boi dormir, como dizia meu pai.

Responder

Leleco

24 de setembro de 2014 às 15h42

Além das recomendações de leitura ( do Viomundo , no link / entrevista com Osmarino ), como sugestão ao Blog e internautas , o imperdível ” Seja Feita a Vossa Vontade ” ,de Gerard Colby e Charlotte Dennett, que trata do mapeamento e controle de nosso subsolo ,para rapinagem, por parte de um Rockefeller ( e consequentemente dos EUA , através da CIA ),recorrendo inclusive a missionários para dominar áreas indígenas , bem como agir para derrubar governos (Os golpes de 54 contra Getúlio -frustrado pelo seu suicídio, e aquele contra Jango , dez anos mais tarde ,tiveram o dedo de Rockefeller diretamente , segundo os autores/jornalistas americanos ( ver ref. na Carta Maior de Out/2013 , em http://www.cartamaior.com.br/?/Editorial/CIA-faz-devassa-em-busca-do-mapa-da-mina/29147 )

Responder

    Leleco

    24 de setembro de 2014 às 15h47

    Complementando , com o que consta na capa do livro , como subtítulo : A Conquista da Amazônia : Nelson Rockefeller e o Evangelho na Idade do Petróleo

Heitor

24 de setembro de 2014 às 14h17

Estamos na reta final desta campanha e neste momento além de intensificar nossa mobilização, levando nossas bandeiras e camisetas vermelhas para a rua nas campanhas da Presidenta Dilma, dos nossos candidatos aos governos estaduais, nossos senadores e senadoras e nos candidatos aos parlamentos

Por isso quero chamar a atenção de todos e todas para duas importantes mobilizações. Neste final de semana vamos lutar para defender os direitos trabalhistas e da política de valorização do salário. Se você também acha que CONQUISTAS E DIREITOS DOS TRABALHADORES é algo que não se mexe, não se arrisca, não pode ter retrocesso, mobilize-se, junte-se a Dilma. Confirme sua presença e convide seus amigos e amigas clicando aqui.

Precisamos, desde já, organizar nossa militância para garantir que a vontade do eleitor seja expressa pelas urnas. Se você tiver mais de 18 anos procure o PT em sua cidade. Como fiscal, você receberá um crachá de identificação e todas as orientações necessárias, além do apoio de um plantão jurídico que dará todo o suporte aos fiscais quando alguma irregularidade for identificada.

O PT tem muita tradição e experiência na fiscalização do processo eleitoral e o envolvimento da nossa militância será fundamental para conseguirmos acompanhar as mais de 400 mil seções eleitorais espalhadas em 95mil locais de votação, nos 5.570 municípios no Brasil.

A nossa democracia é um patrimônio de todos e todas, vamos garantir a lisura e a transparência destas eleições e nós sabemos que é nessa hora que o PT mostra sua força. Por isso no dia 5 de outubro, além de votar 13, seja um fiscal voluntário e ajude o PT a defender a democracia brasileira.

Ajude a divulgar este chamado nas redes sociais clicando aqui!

Responder

    Mário SF Alves

    24 de setembro de 2014 às 22h41

    Parabéns, Heitor, mas cadê o click?

    “Confirme sua presença e convide seus amigos e amigas clicando aqui.”

FrancoAtirador

24 de setembro de 2014 às 13h40

.
.
Carta do Historiador Moniz Bandeira ao Presidente do PSB:

“As declarações da Sra. Marina Silva
são radicalmente incompatíveis
com as linhas tradicionais do PSB.

Revelam, desde já, que ela pretende
voltar aos tempos da ditadura
do general Humberto Castelo Branco
e proclamar a dependência do Brasil,
como o general Juracy Magalhães,
embaixador em Washington, que declarou:

“O que é bom para os Estados Unidos
é bom para o Brasil.”

Íntegra em:

(http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Moniz-Bandeira-Posicoes-de-Marina-Silva-enxovalham-a-historia-do-PSB/4/31863)
.
.

Responder

elisa

24 de setembro de 2014 às 13h14

Em tempo, alguns países da África estão pondo ONgs a correr também, por se travestirem de ajuda e só estarem lá para continuar a exploração de séculos do continente.

Responder

elisa

24 de setembro de 2014 às 13h05

Nenhuma modificação da natureza é totalmente limpa,isso é impossível, o que precisamos é de equilíbrio. Mas não tenho nenhuma confiança nesse capital exterior que diz querer nos ajudar, sempre é a mesma conversa, nós, os pouco civilizados, precisamos da ajuda e da visão dos mais civilizados, e no fim isso sempre esconde interesses puramente financeiros, com o roubo de nossas maiores riquezas. Quem não cuida dos próprios recursos não têm cacife para dizer o que os outros têm de cuidar, não me convence essa interferência com cara de generosidade, temos séculos de colonização e de escravidão para comprovar isso.

Responder

    Mário SF Alves

    26 de setembro de 2014 às 22h57

    Elisa,

    Uma das causas, e talvez a principal, talvez seja a má distribuição dos recursos naturais no Planeta. Penso que seja possível demonstrar que quanto mais concentrados esses recursos e quanto mais concentrada uma população, maiores serão os impactos socio-ambientais negativos sobre a área habitada. Em tal condição fica impraticável a questão da sustentabilidade. Auto-sustentabilidade, então, nem pensar.

    Base de raciocínio:

    Fazendo a população mundial = a 10 bilhões de hab., e dispondo de uma área de apenas 50 mil km², uma fraçãozinha de terra do tamanho do Estado do ES, tem-se matematicamente que tal superfície recepcionaria todos os humanos e ainda sobraria 5m² pra cada um. Claro, numa hipótese desta, a densidade populacional seria tão violenta, tão violenta que provavelmente o caos socio-ambiental sobreviesse em fração de hora. No entanto, lógico, não é disso que se trata. Trata-se, óbvio, de demonstrar o absurdo da concentração de recursos naturais na Terra.

Marianne

24 de setembro de 2014 às 12h45

Acho curioso como essas organizações estão sempre focadas nas atitudes dos governos quanto ao meio ambiente. Não dão a mínima para as relações do setor privado, como se esse não existisse. Parecem pensar que vivemos numa economia planificada de modelo soviético, onde tudo depende do planejamento do governo, ou como se o governo tivesse autoridade para fazer o setor privado agir como ele quer.

Responder

Alan Carvalho

24 de setembro de 2014 às 12h11

Documentário excelente sobre o “aquecimento global”, atividade dos “ambientalistas” e seus gordos lucros. Produzido pelo Channel Four.

https://www.youtube.com/watch?v=tpvpiBiuki4

Responder

Liz Almeida

24 de setembro de 2014 às 11h16

Era só o que faltava… essas ONGs financiadas por estrangeiros vir dá palpite sobre o pré-sal. Eles que não se metam com o ‘futuro dos brasileiros’.

P.S.: Mudando de assunto.. o post falou sobre a guerra do Iraque e Irã, ambos ajudados pelos EUA. Só eu sinto asco quando vejo os Estados Unidos pedindo ao mundo para derrotar o EI, os monstros criados pelo próprio EUA?

Responder

Romanelli

24 de setembro de 2014 às 11h12

discurso maniqueista, de ambos os lados ..assim não dá

Penso que há meios de compatibilizarmos os interesse ..INUNDAR o mercado com petróleo tb pode ser uma mal começo (pelo ambiente, pelo preço)

A pré-sal, antes de tudo, vai dar lucro pro BRASIL na parte exportável ..se interna, sai dum bolso e entra noutro (não sem antes perder-se em descaminhos) ..acho que não podemos nos esquecer dos ciclos que não nos deixaram tão ricos assim (pau brasil, ouro, diamante, cana, café e laranja)

Verdade é que o país não precisa entrar de cabeça no gás de Xisto (que demanda investimento crescente com produção inversa, fora a destruição do meio ambiente)

..mas tb não podemos dar as costas a outras tecnologias (eólica, solar, ondas, bomassa, até nulear etc) ..fora ainda de conservarmos o nosso bioma, os rios, a água de beber de de PRODUZIR

Hoje sou contra a pesca comercial (temos tecnologia pra gerar HOJE mais riqueza e emprego) e contra tb a CATAÇÃO preguiçosa que de cara é INSUSTENTÁVEL (se quiser vá plantar, e não catar dos animais, penso)

falam que seremos 12 bi, hoje estamos em 7

Por se falar nisso, já passou da hora de dessalinizarmos por aqui pras cidades litorâneas (que contém a maior parte da população daqui) ..e isso não se faz barato com fonte de energia a MILHARES de KMs ..tecnologia já tem, veja Israel

Pior que ainda temos agricultura baseada em pivô central ..um desperdício enorme ..técnica perdulária como poucas

Lembro que há mais de 3 anos, quando se discutia BELO MONTE (projeto que ainda tenho duvidas quanto a viabilidade), quando se falava da verdade ou não do aquecimento, lembro que à época eu discutia com o REBOLA (comentarista famoso de muitos blogs) ele dizia que era invenção..

..eu cedia às evidências (morei na SP da GAROA) sobre o perma frost, sobre as geleiras da asia, Europa, africa e América que derretiam, e afirmava que bastava uma seca de 2 anos pro mundo colapsar (hoje, apenas 3 ou 4 anos depois, parece que estamos chegando perto do CAOS ..ameaça-nos a falta de água pra beber (e isso NÃO é só flata de reservatório não, é seca braba, fora da curva)

Resumindo, acho que o tema pede equilíbrio ..há muitas visões e verdades escondidas neste texto, por exemplo sobre o TIETE e principais rios coo o São Francisco

..demonizar uma ou outra corrente não fará bem a ninguém

Responder

FrancoAtirador

24 de setembro de 2014 às 11h06

.
.
O trecho da entrevista mencionada,
acima transcrito literalmente
pelo jornalista Luiz Carlos Azenha,
pode ser ouvido a partir dos 3min20seg

do vídeo que traz o ‘diálogo amigável’
entre a Secretária-Geral da WWF/braZil*,
Maria Cecília Wey de Brito,
e a apresentadora do Jornal das Seis,
Leilane Neubarth, da Globo News.

(http://abre.ai/wwf_globo_contra_o_pre-sal)
.
.
*ONG ‘PAN-AMAZÔNICA’ TRANSNACIONAL

(http://abre.ai/ALE)
(http://abre.ai/ALG)
.
.

Responder

    Julio Silveira

    24 de setembro de 2014 às 20h24

    E depois os deturpadores da verdade dizem que é o PT o interessado na entrega da Amazonia. São tão tresloucados que sequer se dão conta que essas sandices não se coadunam com Belo Monte e outros empreendimentos que fortalecem e legitimam a Amazonia para o povo brasileiro. Por isso olho com muito cuidado muitos desses verduxos, que podem estar prestando serviço ao dominador estrangeiro. Nesse meio muito inocente util incosciente mas também os pensadores inescrupulosos que venderiam O país se pudessem.

[email protected]!r [email protected]+e5

24 de setembro de 2014 às 10h31

Só um detalhe: o processo de produção de painéis solares também polui.

Responder

Wladimir

24 de setembro de 2014 às 10h08

Conceição, é WWF e não WFF!

Responder

    Conceição Lemes

    24 de setembro de 2014 às 10h26

    Obrigadíssima pelo alerta, Wladimir. Corrigimos. abs

    Eduardo Vieira

    24 de setembro de 2014 às 12h15

    Pra mim a WWF e uma WTF (What’a Fu…)

    :)

O Mar da Silva

24 de setembro de 2014 às 09h46

Preservação para gringo ver. Essas Ongs não passam de embaixadas, que deveriam ser mandadas de volta para seus países de origem.

Responder

    Maria

    26 de setembro de 2014 às 13h58

    Sim. Evo Morales devolveu os espiões-consules.


Deixe uma resposta para elisa

Apoie o VIOMUNDO - Crowdfunding
Loja
Compre aqui
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação e traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.