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Moro se recusa a responder questionamentos de Paulo Pimenta: “Não vou comentar casos concretos; meu tempo acabou”; veja o vídeo
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Moro se recusa a responder questionamentos de Paulo Pimenta: “Não vou comentar casos concretos; meu tempo acabou”; veja o vídeo


04/08/2016 - 14h32

moro e pimenta

Confrontado pelo deputado Paulo Pimenta (PT), Sérgio Moro se recusa a responder: “Não vou comentar”

da Assessoria de Imprensa do deputado Paulo Pimenta

Em audiência na Comissão Especial que analisa o projeto de lei 4850/2016, que “estabelece medidas contra a corrupção”, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) criticou seletividade da justiça no Brasil, como no caso Banestado; e a falta de medidas de combate à corrupção contra juízes e procuradores que vendem sentença.

Durante o debate, ocorrido na manhã desta quinta-feira (4), que contou com a presença do juiz federal Sérgio Moro, Pimenta apontou a ausência de mecanismos de combate à corrupção que abranja também o Poder Judiciário.

“Quero ver juiz e procurador defender cassação para juízes e procuradores que vendem sentença. Hoje a pena para um juiz que vende sentença é aposentadoria com manutenção de salário integral”, protestou Pimenta.

Durante a audiência, ao defender a aplicação de leis americanas pelos juízes brasileiros, Sérgio Moro foi rebatido por Pimenta: “Quando se fala da legislação americana, imagina se um juiz de primeira instância nos Estados Unidos captasse de maneira ilegal uma conversa entre Bill Clinton, ex-presidente norte-americano, e Barack Obama e jogasse nas redes de televisão, qual teria sido a atitude da justiça americana? E então por que nós não pegamos esses exemplos para serem adotados no Brasil”, questionou Pimenta.

O deputado também condenou a condução coercitiva, sem justificativa, do ex-presidente Lula, apenas para gerar manchetes nos meios de comunicação, e lembrou que essa arbitrariedade foi criticada até por ministros do STF como “excessivas e desnecessárias”. Ao final, Sérgio Moro se recusou a comentar os questionamentos feitos pelo deputado federal Paulo Pimenta, e alegando falta de tempo se retirou da audiência, pedindo “desculpas” aos parlamentares.

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45 comentários

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Serjão

07 de agosto de 2016 às 05h46

Um menino mimado.
Quem compactua com quadrilha é cúmplice.

Responder

Thomaz

06 de agosto de 2016 às 08h35

Bom dia ! Quem ler e acompanha os fatos dos acontecimentos, sabe muito mais. É uma pena que ainda existem pessoas que julgam as outras sem saberem da verdade sobre os verdadeiros acontecimentos.

Responder

FrancoAtirador

05 de agosto de 2016 às 19h57

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Chefe de Gabinete do Deputado Feliciano (PSC-SP)

foi Preso pela Polícia Civil do Estado de São Paulo

acusado de forçar Mulher Vítima de Assédio Sexual

a gravar vídeos na Internet em favor do Agressor
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05/08/2016 – 19:22
Jornal GGN

Assessor de Feliciano é preso no caso de assédio e tentativa de estupro

A Coluna Esplanada, do jornalista Leando Mazzini, informa na noite desta sexta (5) que o Talma Bauer, assessor e chefe de gabinete do deputado federal Marco Feliciano (PSC), foi preso pela Polícia Civil de São Paulo.

http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2016/08/05/policia-de-sp-prende-chefe-de-gabinete-do-deputado-feliciano

Bauer foi gravado por Patricia Lelis, uma jovem que denunciou ao jornalista a tentativa de estupro e assédio sexual por parte de Feliciano. Em um trecho da gravação não divulgado pelo UOL, Bauer pergunta se Patricia fez sexo com Feliciano, e ela respondeu que sim.

“Mas não foi consensual, é isso que estou te dizendo”, completou.

Segundo Mazzini, a Polícia Civil prendeu Bauer no Centro de SP.

Ele é acusado de ter forçado Patricia a gravar vídeos
divulgados na internet a favor do parlamentar,
desmentindo a denúncia revelada pela Coluna Esplanada.

No áudio com Bauer, Patricia ainda diz que não buscou a polícia porque tem medo de prejudicar sua imagem e a da Igreja. Evangélica, a jovem de 22 é militante do PSC, e disse que informou a cúpula do partido e outros pastores dos abusos de Feliciano.

Bauer, por sua vez, tentou tranquilizar a moça e prometeu reparar qualquer dano à sua imagem dentro do partido, desde que ela colocasse “uma pedra” sobre o assunto e perdoasse Feliciano.

Mais informações em instantes.

http://jornalggn.com.br/noticia/assessor-de-feliciano-e-preso-no-caso-de-assedio-e-tentativa-de-estupro
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Responder

Gersier

05 de agosto de 2016 às 19h00

Como “esfregou” na cara desse deslumbrado facista, o Wadih Damous, ele e sua trupe de delegados vagabas da pf, são seletivos até na “importação”.
Vai lá moro grampear o Obama e ver o que aconteceria a vc.
Vai lá conduzir “coercivamente” qualquer um dos ex presidentes americanos, vai, vai lá.
Vai lá vazar para a imprensa(?) assuntos que estão sob sigilo judicial, vai.
Nem todo brasileiro sr. moro, é um PANACÃO, é um otário ou um imbecilizado pela mídia tucana e pela famigerada globo, cria da ditadura, câncer incrustado na democracia brasileira que lamentavelmente ainda é assistida por muitos.
Enquanto isso muitos outros Brasileiros, com B maiúsculo, e são muitos mesmo, são sabedores de que o seu “combate a corrupção” só atinge aqueles que interessa a vc e seu grupelho, mesmo sem provas.
Enquanto isso os da sua láia continuam por aí, livres, leves e soltos e rindo na nossa cara.
Tenho plena certeza que um dia o Brasil se livrará de praga como vcs.
Não respondeu não por que seu tem acabou, mas porque contra fatos, não existem argumentos.

Responder

Elissandra Rossi

05 de agosto de 2016 às 15h01

Entre tantos aparece um que digno de aplausos Excelência Doutor Juiz Moro…….Nós o povo brasileiro te Admiramos…..Força porque Homem como a vossa Excelência é escasso. Parabéns

Responder

FrancoAtirador

05 de agosto de 2016 às 08h58

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KuñaRatto, o Pokémon que não cai em Ratoeira,

apareceu em cima da Mesa do Moro na Câmara

https://twitter.com/murifox/status/761211639182032896
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Outro da Mesma Espécie, o Tucánmon, também foi visto
nos Gabinetes do Congresso e dos Ministérios do Interino.
Esse Pokemón ficou Famoso, porque Jamais foi Capturado.

https://pbs.twimg.com/media/CpDnd9FW8AA4PmH.jpg
https://twitter.com/CarllusViva/status/761362841949593602
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Responder

bonobo de oliveira, severino

05 de agosto de 2016 às 07h52

O Moro e toda a canalha incrustrada no judiciário brasileiro, verdadeiro câncer da nossa sociedade, associada ao que há de pior na criminalidade tupiniquim, a GLOBO/Mossack-Fonseca, agora estão com as barbas de molho, porque o Lula levou essa associação espúria e as suas trapaças e artimanhas político partidárias criminosas para serem minuciosamente estudadas e qualificadas por juízes (JUÍZES, mesmo, DE VERDADE!!! Não comerciantes de decisões e sentenças encomendadas) de diferentes países, sediados em Genebra. Assim sai da mão do Ali Kamel o papel de definir o que é legal e moral e o que é ilegal e criminoso, conforme delegação de poderes a ele subestabelecida pelas catervas dominantes do judiciário brasileiro corrupto.

Responder

Albérico

05 de agosto de 2016 às 06h33

Xadrez da democracia em transe e dos aprendizes de feiticeiro
O Jornal de todos Brasis
Xadrez da democracia em transe e dos aprendizes de feiticeiro

http://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-da-democracia-em-transe-e-dos-aprendizes-de-feiticeiro

SEX, 05/08/2016 – 00:39
ATUALIZADO EM 05/08/2016 – 00:58
Luis Nassif

Caso 1 – cenas de uma República risonha e franca
O Ministro interino da Casa Civil, Eliseu Padilha, é acusado de ter manobrado ilegalmente certificados de filantropia para uma Universidade Privada em troca de bolsas para apaniguados e contratos para suas empresas (http://migre.me/uz6NF).

Também é réu por jogadas com precatórios envolvendo o DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem). Como Ministro dos Transportes, valeu-se de um acordo extrajudicial para repassar R$ 2,3 milhões a uma empresa gaúcha (http://migre.me/uz6Vv).

Foi condenado em R$ 300 mil por manter um servidor fantasma (http://migre.me/uz6Sv).

Em 2011 foi indiciado pela Polícia federal por formação de quadrilha na construção das barragens Jaguari e Taquarengó (http://migre.me/uz711).

É feliz proprietário de um terreno onde se instalou um parque eólico, Padilha recebe R$ 1,5 milhão por ano apenas por estar na corrente do vento (http://migre.me/uz7t8), embora vozes maliciosas sugerissem se tratar de propina da EDP.

Mas passou a controlar a Secom (Secretaria da Comunicação) e a inundar sites e blogs da velha mídia com o controle centralizado da publicidade de todas as estatais.

Com isso, transmudou—se. Eliseu Padilha aparece nos jornais com aspecto grave, pontificando sobre reforma da Previdência, reforma administrativa, diplomacia. Tem a última palavra para liberar verbas milionárias para estados (http://migre.me/uz7vQ). Tornou-se o segundo homem mais poderoso de um país continental, com mais de 200 milhões de habitantes. E sob as vistas benevolentes dos mais intimoratos defensores da moralidade pública que a República já conheceu: o Procurador Geral da República Rodrigo Janot, a Força tarefa da Lava Jato, colunistas moralistas da velha mídia.

Cena 2 – a destruição de direitos sociais
Montou-se o seguinte pacto dos justos:

1. Em 2016 o orçamento federal será utilizado para pagar a conta do impeachment. Houve aumento para as emendas parlamentares, para as carreiras que mais contribuíram para a vitória. Ao mesmo tempo, manteve-se no Banco Central a política de Selic a 14,15% com apreciação cambial, propiciando enormes lucros para os especuladores que apostaram na queda do dólar pós-golpe.

2. O enorme déficit contratado para 2016 e 2017 será compensado pela lei de limitação de gastos públicos. Se congelarão as despesas no menor nível da década (porque após dois anos de recessão). Depois de aprovada a lei, só poderão ser corrigidas pela inflação. Como os gastos com a Previdência continuarão aumentando, pelo envelhecimento da população, haverá cada vez menos recursos para saúde, educação, políticas assistenciais e todos os demais gastos públicos. E a conta de juros continuará sem limitações.

3. A lambança fiscal deste ano ajudará de algum modo na recuperação moderada da economia. A médio prazo, a situação não será sustentável, a menos que se coloque o Exército nas ruas para administrar a segurança.

4. A estratégia não é eleitoralmente viável para 2018. Mesmo esperando alguma recuperação da economia – que parece ter batido no fundo do poço.

Tem-se, então, um modelo em xeque.

O atual grupo de poder conseguiu salvo-conduto na condição de abrir o saco de maldades e liquidar com direitos consagrados na Constituição de 1988.

Mas vai-se chegar a 2018 com a dívida pública muito mais elevada – devido às lambanças desses dois anos – e sem a menor garantia de manutenção desse pacote devido a essa inconveniência das democracias chamada de voto popular.

Não é nenhum pouco factível a ideia de um grupo de desprendidos, dispostos a passar dois anos praticando maldades para depois passar o bastão para terceiros.

De duas, uma: ou prolongarão a irresponsabilidade fiscal; ou tratarão de se articular para impedir as eleições de 2018.

Cena 3 – os sinais da ditadura que se avizinha
Conforme o “Xadrez” antecipou, o caminho natural será apostar na figura do inimigo interno visando primeiro partir para uma democracia mitigada e, mais à frente, para um endurecimento maior do regime, provavelmente inviabilizando 2018.

O grupo que tomou o poder é alvo de muitas críticas. Mas há de se reconhecer que, no exercício do poder, são profissionais, incomparavelmente mais eficientes do que o amadorismo constrangedor do governo deposto: sabe intimidar os que se intimidarm; e a comprar os que se vendem.

Basta ver a reação da cúpula do governo à informação de que Michel Temer estaria inelegível pela Lei da Ficha Limpa: “Não tem problema: mudaremos a lei”.

Hoje em dia, todas as nomeações, inclusive de funcionários concursados, passam pelo crivo do Ministro Padilha, com a assessoria do general Sérgio Etchegoyen, do GSI (Gabinete de Segurança Institucional). Há um estímulo à delação, visando eliminar qualquer sinal de resistência na máquina pública.

Multiplicam-se as ações contra Lula do mesmo modo que desaparecem as ações contra políticos do PSDB. Tanto na PGR quanto na Força Tarefa da Lava Jato mantém informações sob sigilo, só sendo vazadas informações contra Lula e o PT.

Cena 4 – os responsáveis
Seria esse o objetivo final do Procurador Geral da República Rodrigo Janot, da força-tarefa da Lava Jato, do juiz Sérgio Moro, da Globo, de entregar o país a um grupo tão polêmico? Tenho para mim que não.

Então o que leva forças tão díspares a montarem uma operação de tal envergadura, derrubando uma presidente de forma ilegítima, para entregar o poder a um grupo tão polêmico?

As ditaduras não nascem do nada. São semeadas, irrigadas, até ganhar vida própria.

A base da psicologia de massa do fascismo, dos movimentos violentos europeus dos anos 30, consistia em centrar a intolerância em uma figura ou um grupo e ir alimentando gradativamente o ódio, até que a besta saísse às ruas.

Criado o efeito manada, no início consegue-se manipular a coesão contra o inimigo comum, levantando o grande véu debaixo do qual misturam-se do exercício do preconceito mais odioso, o personalismo mais entranhado às jogadas mais rasteiras, mas todos imbuídos da orientação divina de erradicar o mal.

Destampada a caixa de Pandora, gradativamente a besta vai ganhando vida própria e todos os atores, em volta, acabam sendo conduzidos pelo turbilhão que pretendiam controlar.

Quando a grita contra Lula e o PT tornou-se hegemônica, Janot resolveu surfar na onda. No início, dá uma indizível sensação de onipotência.

Provavelmente o que se passava na sua cabeça foi isso, um tremendo sentimento de onipotência. Julgava que o primeiro passo seria defenestrar Dilma e prender Lula. Ficaria tocado por um poder tão avassalador que o segundo passo seria pegar o PMDB.

No momento do segundo passo, o aprendiz de feiticeiro deu uma tacada altíssima: o pedido de prisão de vários senadores com base em grampos de Sérgio Machado. O álibi do inimigo interno só se aplicava ao PT, as declarações grampeadas não eram fortes o suficiente para justificar tais arroubos, o STF impediu e a PGR veio ao chão como um balão furado.

Imediatamente recuou. Não se ouviu falar mais em ofensivas contra o PMDB, manteve a blindagem a Aécio Neves. As únicas duas missões do PGR e do MPF, assim como dos juízes de 1a instância, são continuar atacando os bichos de sempre – PT e Lula – e, no andar de cima, Eduardo Cunha, e apenas ele, já que se tornou pato manco.

Cena 5 – os desdobramentos
Nesses momentos de selvageria, o país não dispõe de forças contra cíclicas. O conceito de democracia e estado de direito não é suficientemente forte nem entre os seus operadores.

Ante a onda formada, o Supremo apequenou-se. No MPF, qualquer ato contra a onda recebe críticas da própria corporação. Qualquer medida contra Lula ou Dilma é aplaudida. E o PGR não conduz, pelo contrário, é conduzido por esse sentimento porque vive-se a Procuradoria de coalizão, desde que o PT inventou a história de indicar automaticamente o Procurador mais votado – que obviamente vai ser descontinuado pelos novos donos do poder.

Criou-se um movimento tácito irresistível. Numa ponta, o desmonte total do precário Estado de bem-estar que o país ousou levantar nos últimos anos, somado à venda indiscriminada de estatais na bacia das almas. Na outra, a condescendência com o grupo de Temer, desde que entregue o combinado. Alimentando essa fuzarca, a intolerância, a radicalização do Judiciário, o delenda Lula. E, a cada momento, mais tentativas de avançar sobre o estado de direito.

E como impedir essa avalanche? O que aconteceria se o PGR ganhasse coragem cívica e tentasse enquadrar Temer e sua turma? Pagaria o preço de uma segunda crise institucional sem dispor da unanimidade em que se calçou para derrubar a presidente?

Evidente que não. A caminhada rumo ao arbítrio acontecerá grotescamente, mas passo a passo. Cada novo ato de arbítrio será minimizado, cada novo cerco aos recalcitrantes ignorado. Até que o país passe da democracia mitigada ao autoritarismo.

E não haverá forças contra cíclicas. Hoje em dia, em lugar de Raimundo Faoro, Luís Roberto Barroso; em lugar de Waldir Pires, Rodrigo Janot; em lugar de Pedro Aleixo, Michel Temer; em lugar de Paulo Brossard, Cristovam Buarque.

Enfim, o país é a resultante do nível de suas elites.

Responder

FrancoAtirador

05 de agosto de 2016 às 03h34

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Excerto da Transcrição do Diálogo da Vítima
com o Assessor Parlamentar do Pintinho
Publicada pelo Blog Coluna da Esplanada
hospedado no Portal UOL do Grupo Folha:

Homem – Sou chefe de gabinete do Feliciano,
sou um conselheiro dele.
Eu pediria a você para dirimir qualquer dúvida.

Mulher – Se você conhece o Marco Feliciano e trabalha com ele,
você com certeza deve saber da conduta dele, da índole dele.
Não sejamos hipócritas. Não estou aqui para ganhar nada de ninguém.
Você não é a primeira pessoa que me procurou.
(..)
Conheci o Feliciano dentro da Câmara.
Ele simplesmente chega nas pessoas e usa o que ele tem.
Todo mundo erra, mas uma coisa é você ser hipócrita..
Eu só perco e me exponho, eu não sou uma menina burra.
Eu tenho provas, tenho conversas, que saíram do telefone dele.

Homem – Sim, eu entendo. Você se sentiu prejudicada.

Mulher – Lógico que me senti.

Homem – Qual o dano que te causou?

Mulher – Moral. Ele falou para muita gente. (..)
Eu me considero uma pessoa honesta,
e não estou mentindo.

Homem – É quando a gente conversa assim
olho no olho a gente não mente.

Mulher – Eu não tô aqui para falar de você.
Tô aqui para falar do Feliciano. (..)
Ele usou de um cargo público para se aproximar, tenho provas,
são provas concretas, com base.
Não quero prejudicar ninguém, mas não quero sair prejudica.

Homem – Eu tô com você em gênero, número e grau.

Mulher – A primeira coisa que não tô mentindo é que procurei pastores,
não tô mentindo, se estivesse mentindo não chegaria aonde eu cheguei.
O que coloco é o seguinte:
Marco Feliciano errou, Marco Feliciano continua errando.
O senhor está com ele há quantos anos?

Homem – Quinze anos.

Mulher – Então o senhor sabe o que ele faz.

Eu estou falando em questão de mulheres. [SIC]

Custo acreditar que não saiba.
Por mais que seja uma relação profissional. (..)

Provavelmente eu não fui a primeira [SIC],
e não sou a última [SIC].

Eu serei a primeira que vai falar!

Eu não aceito nada em troca.
O que ele fez foi impagável.
(..)
Ele usou um cargo de influência,
de deputado e de pastor,
para se aproximar. [SIC]

Ele abusa desse cargo para chegar
e ele veio conversando comigo de formas estranhas,
colocando ‘a gente poderia se encontrar’.

Não é cantando,
é descaradamente dando em cima! [SIC]

Homem – Eu sou homem, tenho minhas vontades. [SIC]
Tenho que ser sutil [SIC]. (..)

Mulher – É por isso que a gente não tá aqui falando de você.
Você tem noção.

Quer entender com todas as letras o que aconteceu?

Ele deu em cima de mim de forma descarada, tá bom?

Me levou a fazer coisas à força [SIC] – tenho a prova disso.

Dentro da casa dele [SIC].

Falou que estava tendo reunião da UNE,

Eu fui para lá, e não estava tendo.

Ele não me deixou sair [SIC].

Fez coisas à força [SIC].

Eu tenho a mensagem:
‘Feliciano, a minha boca ficou roxa’. [SIC]

Ele ri. Sim, aonde eu falo ‘a minha boca ficou roxa’,
saiu do número dele, cujo qual ele usava, não sei se usa mais.

Ele fala: ‘ah, passa um batom por cima’.

Eu tenho todas essas provas, o que estou falando
consigo sentar com o senhor e provar.

Homem – Mas ninguém está duvidando de você;

Mulher – (..) Quando a gente fala uma coisa,
principalmente quando a gente está incriminando alguém,
por eu estudar Direito, eu sei que a gente tem que ter provas.
E eu tenho todas as provas.
A maior prova que eu tenho até o momento
é que o Feliciano está preocupado..

Homem – Isso fica, eu estou preocupado!

Mulher – Mas ele está a ponto de ligar para as pessoas,
e inventar histórias que não existem.

Olha para mim, você sabe quem o Feliciano é?

Então você sabe o que o Feliciano faz.

Homem – Às vezes pelo fato .. você tem uma beleza diferente. [SIC]

Mulher – Mas senhor.. isso não justifica!
Eu tô falando de uma pessoa que é casado, deputado, pai de três filhos. Eu poderia ser a Gisele Bündchen.

Homem – Eu te asseguro (..) que eu, o que te prejudicou eu conserto. No partido, quem ficou triste com você, eu conserto.

Mulher – No partido está todo mundo sabendo da história!

Homem – Pra você, estou pedindo desculpa em nome da família.

Mulher – Eu não levei à delegacia ainda porque eu sou cristã, eu amo a minha igreja! (.. ) eu não fui para a delegacia porque eu sei que isso vai prejudicar não só a igreja, não é só o ministério do Feliciano, mas todo o evangelho. eu amo a igreja. (..) Eu corri atrás de todos os pastores para pedir ajuda e não posso sair prejudicada. Porque se eu sair prejudicada, eu vou à delegacia.

Homem – Você está com meu telefone, ele fica ligado dia e noite,
vou seguir sua orientação para consertar.
Por exemplo, no Partido você vai ter acesso direto e reto,
você vai ter espaço [SIC] …

Mulher – Se vale um conselho,
manda o Feliciano aquietar o pintinho dele. [SIC]
É, guardar o pintinho dele.
Eu não estou fazendo favor a ninguém.

Homem – Você falou a verdade, não está fazendo favor a ninguém,
você está fazendo um bem, de você perdoar,
e posso pedir para você por uma pedra em cima? [SIC]
O partido vai continuar tudo igual para você, e para melhor.
(..) está pior para ele do que para o partido.

Mulher – A partir do momento que eu ver
que não vou mais ser prejudicada –
eu não estou falando mais em nome do Feliciano não,
em nome da Igreja, em nome da Bandeira que defendo.

Pensa bem se levo isso para uma Delegacia,
com que cara vou chegar numa Comissão?

http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2016/08/03/ele-me-levou-a-fazer-coisas-a-forca-diz-mulher-sobre-feliciano-em-audio
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Responder

Ramalho

04 de agosto de 2016 às 22h33

Em oposição a argumentos jurídicos – o “juridiquês” – que hoje são usados para negar direitos e acobertar crimes, argumentos usados, pasme-se, por juízes, desembargadores e ministros na contramão do que se espera dessas autoridades, há o senso comum. Frente a judiciário ensandecido por ansiar ser protagonista (ânsia que é filha dileta do egoísmo e da vaidade), há conceitos de longa data sedimentados na Sociedade decorrentes do bom senso, a partir dos quais pessoas honestas e de bem constroem seu pensamento e introjetam criticamente a realidade.

Conceitos como “corrupção”, “suborno” e “subornar”, por exemplo, estão dicionarizados há muito tempo e livres de deformidades interpretativas judiciais ad hoc causadas por aparelhamento político partidário conjuntural, deformidades causadas também por vaidade e egoísmo desmedidos. En passant, mencione-se que é fácil manipular vaidosos e é fácil manipular egoístas quando se pode, neste último caso, satisfazer-lhes a ganância.

Os fatos a que assistimos assombrados que estão a acontecer nas altas esferas dos poderes da república comprovam corrupção descarada, desenfreada e generalizada grassando nas altas instâncias da república. Tais fatos deprimentes são explicados em “juridiquês” por congressistas, juízes, desembargadores e ministros, na tentativa vã de justificar o injustificável, e elogiados por porta-vozes dos manipuladores dos cordéis (a burguesia nacional e internacional), cordéis por meio dos quais marionetes incrustadas ilegitimamente nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário são comandadas.

Mas será que se pode afirmar com segurança que há corrupção descarada na “corte” brasileira, como dito aqui? A resposta é sim, há corrupção descarada e generalizada nas altas esferas, se o julgamento moral dos fatos vergonhosos que se desenrolam no país for feito com base no senso comum. É preciso lembrar que, para qualificar fato ou ato como corrupto, é preciso que seja avaliado sob perspectiva moral, e a que será tomada aqui é a perspectiva moral da maior parte da Sociedade.

Dizer que um ato é corrupto implica julgá-lo moralmente. Tal julgamento depende, na melhor das hipóteses, das convicções morais do julgador (na pior, de seus interesses mesquinhos). Para alguns julgadores, dependendo da moral que professem, um fato pode ser qualificado como corrupto; para outros, não. Ademais disto, julgamento moral se assenta em conceitos pré-fixados que sustentam o viés moral do julgador.

Aqui, os poucos conceitos pré-fixados que serão considerados como sustentadores do viés moral da maioria da Sociedade levados em conta no julgamento de ato sob a perspectiva de corrupção são os que a maior parte da sociedade adota, e há muito tempo. Tais conceitos são “corrupção”, “subornar” e “suborno”, suficientes para que se avalie moralmente, sob a ótica do senso comum, atos recentes da “corte” brasileira. Ademais disto, tais conceitos sustentam o viés moral da maioria da Sociedade e estão dicionarizados.

Por definição (Houaiss) corrupção é “ato ou efeito de subornar uma ou mais pessoas em causa própria ou alheia, geralmente com o oferecimento de dinheiro; suborno”. Ainda de acordo com o dicionário de Houaiss, subornar é “dar dinheiro ou outros valores a (alguém), a fim de conseguir alguma coisa ilegal; peitar, comprar, corromper”; e suborno é “ato ou efeito de subornar”.

Para que se possa entender porque está a ocorrer corrupção generalizada e descarada na “corte” brasileira, é necessário que considere preliminarmente o processo de impeachment da presidenta da república, pois a corrupção mencionada está intimamente ligada e ele. Tudo leva a crer que o processo de impeachment não tem sustentação jurídica, pois até congressistas partidários do impedimento presidencial confessam que a presidenta não cometeu crime punível com impeachment. O processo de impeachment, portanto, é ilegal [embora a discussão da legalidade do processo de impeachment não seja feita aqui, ver-se-á adiante, com base em fatos amplamente noticiados, fartas evidências de que é ilegal].

O processo de impeachment, processo jurídico-político, foi disparado por autoridade contra a qual estavam em curso, na ocasião, investigações criminais do Estado. Como retaliação ao país e, talvez, ao mundo, não apenas ao governo federal, Eduardo Cunha deu curso ao pedido de impeachment da presidenta com o apoio de deputados comprometidos com crimes de Cunha sob investigação.

O que se tem então em tese e em resumo, quanto aos antecedentes que motivam a corrupção que corrói a “corte” é o seguinte: o processo de impeachment é ilegal e muitos de seus condutores são criminosos (ou estão sob investigação criminal), incluído aí o presidente da república interino, inelegível por ser ficha suja.

Tem-se também que o contexto econômico é de recessão com aviltamento da renda, aumento do desemprego, queda da arrecadação estatal, extinção de negócios, queda do PIB. Ainda assim, nosso judiciário é oásis de bem viver: é um dos mais caros do mundo quando seu custo é medido em PIBs, além de contar com casta cujos vencimentos muitas vezes são mais do que o dobro do limite superior dos vencimentos dos funcionários públicos. Nosso judiciário só se mostra como terceiro mundista quando se o analisa sob as óticas de eficácia e eficiência, aí ele fica nas últimas colocações no mundo.

Como visto, subornar é “dar dinheiro ou outros valores a (alguém), a fim de conseguir alguma coisa ilegal; peitar, comprar, corromper”. No caso aqui tratado, a coisa ilegal é a usurpação da presidência da república por meio de processo de impeachment ilegal conduzido por criminosos e que depende do judiciário para ser levado a cabo. Como o hoje o judiciário paira acima da Lei, pode decidir que o golpe não é golpe, mas impeachment legal. Por isso, um dos subornados em potencial é o Poder Judiciário. Mencione-se que, mesmo no atual contexto de crise econômica aguda na qual país está afundado, o judiciário pleiteou e conseguiu (ou está a conseguir) da camarilha golpista aumento de mais de 40% como tem sido noticiado. O dinheiro, portanto, é este aumento abusivo, escandaloso e injustificado com que a camarilha golpista pretende corromper o judiciário, pois corrupção é “ato ou efeito de subornar uma ou mais pessoas em causa própria ou alheia, geralmente com o oferecimento de dinheiro; suborno”. A camarilha golpista corrompe, ou tenta corromper, descaradamente o judiciário inteiro agindo contrariamente aos interesses econômicos da Sociedade para legalizar sua permanência espúria no poder com o respaldo.
Nas rodas da malandragem, o que a camarilha golpista tenta com o judiciário é o estabelecimento de um pacto corrupto, segundo o qual a camarilha concede aumento imoral e o judiciário releva, ou legaliza, em contrapartida, as ilegalidades da camarilha.

O judiciário, aceitará o suborno? Deixar-se-á corromper? A mesma pergunta pode e deve ser feita ao MPF e à PF. Esta instituições, em nome de sua credibilidade, têm obrigação de recusar o suborno, sob pena de passarem a ser reconhecidas como corruptas.

A camarilha golpista já comprou o Poder Legislativo, governadores e até parcela da burguesia internacional interessada no pré-sal. Ouvi mesmo falar que a camarilha golpista acena com aumentos para militares, sabendo que não há dinheiro para toda a gastança criminosa que comete. Suborno e corrupção são suas armas táticas para se manter no poder e que são usadas despudoradamente com todos aqueles que poderiam embaraçar seus caminhos.

A camarilha golpista, porém, tem calcanhar de Aquiles imediato: para ela, tudo virá por água abaixo e se o judiciário, especialmente o Supremo, não validar o golpe de Estado, pois o impeachment é processo jurídico-político de acordo com a Lei. No momento, essa é a grande questão: o judiciário deixar-se-á corromper e legalizará o golpe?

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Lukas

04 de agosto de 2016 às 22h11

Antes era o Joaquim Barbosa.

Previsíveis, vocês.

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Oblivion

04 de agosto de 2016 às 22h04

Que legal ver que há ainda Paulos Pimentas no parlamento brasileiro. Cunha comprou mais de 100, outros tantos estão na política por ganância (independente da esculhambação que for necessária) e alguns, como Paulo Pimenta, demonstram que estão para o desenvolvimento econômico e social brasileiro. Nesse trecho (ou surra, como preferirem) ele tocou em pontos flagrantes que mostram que vivemos em uma republiqueta bananeira ,regras não valem de nada e quem pagar mais leva o que quiser. Aqui não é a Índia mas há castas, o simples fato de mencionar que juiz corrupto aqui não vai preso já é motivo de piada em qualquer país sério. Pior ainda, aqui juízes corruptos viram ídolos de analfabetos políticos.

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Messias Franca de Macedo

04 de agosto de 2016 às 21h34

… O DEMoTucano fascista e ‘mor(T)o’ está nu – e absolutamente ‘desMOROlizado’!
E desumano seletivo covardão!

VÍDEO SENSACIONAL E HISTÓRICO

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Francisco

04 de agosto de 2016 às 21h30

Há pouco tempo atrás eu tinha a impressão. Hoje eu tenho a certeza de que esse juíz não comanda nada na lava jato. Ele simplesmente é usado por outros juristas fascistas para alcançar o interesse dos grandes grupos. Ele é incompetente, não consegue nem falar, isso eu já notei em outras oportunidades. Me parece um garotão, um bobão que anda no carrão novo do papai para ostentar.

Responder

primo alves

04 de agosto de 2016 às 21h00

Um juiz político-midiático (PSDB-GLOBO) jamais terá argumento quando for indagado pelas suas ações na lava-jato
Paulo Pimenta esqueceu ou não teve tempo para perguntar também sobre o caso ‘Escândalo do Dinheiro Voador’ ou ‘Caso Concord’ do senador Cassio Cunha Lima PSDB (PB) que desde de 2006 está na sua gaveta

Responder

    [email protected]

    04 de agosto de 2016 às 23h33

    Primo, sao inumeros os casos de seletividade na apuraçao de crimes do chamado colarinho branco.O q vemos atualmente chega parecer pesadelo, para quem tem mais experiencia, conhecimento, lisura, ideal de progresso da sociedade brasileira sem o sacrificio dos mais vulneraveis. Situaçao inesperada, em pleno seculo XX. Imprensa parcial, nefasta, q faz propaganda, desinforma, aliena, ate mesmo e principalmente setores da sociedade menos preparados para defender-se e q mais precisariam faze-lo. O combate a partido q privilegia programas de erradicaçao da pobreza travestido de combate a corrupçao e um cancer q fez metastase. Esta em todos tecidos da sociedade a crença de q setores da justiça estao cumprindo seu dever, qdo na verdade esta usando a toga para obtençao de resultados politicos, nao sabemos ao certo para atender a quais interesses.

JOSE FERNANDES

04 de agosto de 2016 às 20h57

É o Moro saiu com Pimenta nos olhos..KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Responder

    [email protected]

    04 de agosto de 2016 às 23h35

    Nao esta acostumado com contraditorios. Quer holofotes, aplausos, unanimidades, o lugar mais alto do podium.

Marcílio

04 de agosto de 2016 às 19h54

Vou dizer o português claro e direto: não é qualquer parlamentar que tem colhões para enfrentar e desmascarar, tête-à-tête, o atual ícone fascista midiático.

Deputado Paulo Pimenta você provou que tem colhões, ao contrário, por exemplo, de Cristovam Buarque…

Responder

Sidnei Brito

04 de agosto de 2016 às 19h42

“Meu tempo acabou”: frase profética, excelência, frase profética.
Assinado: fã do Joaquim Barbosa!

Responder

Marat

04 de agosto de 2016 às 19h38

Esse picareta só aceita participar de festinhas e convescotes nos quais os circunstantes o aplaudam. Coisas dos Joões Dórias (John Doe?) e outros boçais da vida.

Responder

José Fernandes

04 de agosto de 2016 às 19h28

Esse juizeco e um fanfarrão.ele faz deboche com o povo brasileiro,deboche com parlamentares…saio pela direita ,e um frouxo.porque deve.se fosse um juiz digno respondia..

Responder

Paulo Cezar de Araujo Vaz

04 de agosto de 2016 às 18h31

Esse juiz Sergio Moro resumidamente é um hipócrita.

Responder

Jose fernandes

04 de agosto de 2016 às 17h51

Esse cara e um fanfarrão, ele faz deboche do povo Brasileiro, ele debocha dos parlamentares sérios e dignos desse País, nos vivemos em uma verdadeira Republiqueta de bananas com uma mídia podre e um sistema judiciário podre. esse cara deve ter um suporte muito forte,ou o STF esta todinho podre, e ele só não prendeu o Presidente Lula ainda por falta de Provas que jamais vai encontrar,mas vai fazer de tudo pra prejudicar o Presidente Lula,..
ele se esquece que somos milhões de Lula.

Responder

João Bovino

04 de agosto de 2016 às 17h21

Falta de tempo, é? Kkkkkkkk

Responder

Celso Junqueira

04 de agosto de 2016 às 17h01

Moro já mostrou, mais de uma vez que é um covarde e um canalha. Medroso, nem voz de homem tem. Um paspalho.

Responder

roberto

04 de agosto de 2016 às 16h56

Todo ignorante,mal educado e que não tem argumentos a não ser a arbitrariedade e a truculência, age dessa forma.
Isso acontece desde o início da nossa civilização, e alguns homens das cavernas ainda estão soltos por aqui, e o pior, trabalhando (sic), na Justiça.

Responder

Yuri

04 de agosto de 2016 às 16h39

Só uma palavra pra esse bosta que é o heroi da coxinhada: CAGÃO.

Responder

Nelson

04 de agosto de 2016 às 16h32

Há que começarmos o escracho também desse juiz podre em todos os lugares nos quais ele apareça e em que pudermos. Não podemos dar trégua, temos que desmascará-lo como agente a serviço dos EUA que é.

Responder

RONALD

04 de agosto de 2016 às 15h56

Esse Moro made in USA só poderia ter uma atitude dessas, pois só deve obediência à CIA.
Muito boa a intervenção do dep. Paulo Pimenta; lavou nossa alma !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Helena/S.André SP

04 de agosto de 2016 às 15h30

juiz moro é uma FRAUDE, gente!

Responder

Ramon

04 de agosto de 2016 às 15h10

Muito bom enfrentar o “sagrado Judiciário brasileiro” como diz a Marilena Chauí. Perfeito esse vídeo do Paulo Pimenta e também do Damous.

Responder

    FrancoAtirador

    05 de agosto de 2016 às 04h29

    .
    .
    O Alvo da Lava-Jato Sempre foi o PT.

    PMDB e PP foram “Danos Colaterais”.

    Até nisso se assemelham aos Stêits.
    .
    .


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