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Marcolino: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado
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Marcolino: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado


09/08/2013 - 19h27

O economista e ex-bancário Marcolino lidera a bancada do PT na Alesp

por Luiz Carlos Azenha

O deputado Luiz Claudio Marcolino, líder da bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa de São Paulo, hoje já não tem mais dúvidas de que o incêndio que atingiu um arquivo em Itu, no interior de São Paulo, queimando contratos envolvendo o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), foi criminoso.

O incêndio foi primeiro revelado pela revista IstoÉ:

A papelada fazia parte dos arquivos do metrô armazenados havia três décadas. Entre os papeis que viraram cinzas estão contratos assinados entre 1977 e 2011, laudos técnicos, processos de contratação, de incidentes, propostas, empenhos, além de relatórios de acompanhamento de contratos de 1968 até 2009.

O fogo aconteceu em 9 de julho do ano passado e queimou 15.339 caixas de documentos e 3.001 tubos de desenhos técnicos.

As dúvidas de Marcolino se dissiparam com a sequência de denúncias sobre contratos suspeitos.

Ele diz que até agora não conseguiu que a CPTM e o Metrô descrevessem exatamente quais foram destruídos. Falam apenas em 15% do total.

O petista acha que o incêndio dificultará a vida de investigadores brasileiros interessados em se debruçar sobre o esquema de corrupção que envolve o tucanato paulista e vem sendo denunciado a partir de investigações das empresas Alstom e Siemens, no Exterior.

Alcançamos o líder petista a caminho de Bauru, onde lideranças do partido tinham encontro marcado com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na noite desta sexta-feira. Estava previsto o lançamento da pré-campanha do ministro da Saúde Alexandre Padilha ao Palácio dos Bandeirantes.

De manhã, em nota, o PT estadual tinha pedido o afastamento de cinco funcionários públicos ligados ao governo tucano:

Marcolino explicou que as escolhas foram feitas com base na avaliação das informações até agora disponíveis. Todos os nomes que aparecem acima tiveram envolvimento na formulação e assinatura de contratos sob investigação.

O líder petista confirmou que acredita no envolvimento de um escalão ainda mais alto da hierarquia tucana, que dirige o estado de São Paulo desde 1995.

Dele fariam parte Robson Marinho, que coordenou campanhas do ex-governador Mário Covas, foi secretário da Casa Civil e hoje é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado; Andrea Matarazzo, ex-secretário de Energia, hoje vereador, cujo indiciamento foi sugerido pela Polícia Federal; e José Luiz Portella, que foi secretário-executivo do Ministério dos Transportes sob Fernando Henrique Cardoso e secretário de Transportes Metropolitanos sob José Serra.

Todos, diga-se, negam qualquer irregularidade.

O atual governador, Geraldo Alckmin, chegou a dizer que, se houve de fato formação de cartel em São Paulo, por parte das empresas que fecharam contratos para fornecer bens ou serviços na área de transportes, o Estado foi vítima.

No Facebook, José Serra escreveu sobre a menção feita a ele em e-mail, por um executivo da Siemens, segundo o qual o então governador concordou com a montagem de um cartel em 2008. Palavras de Serra:

A concorrência para compra de 40 trens de São Paulo, realizada em 2008, foi uma verdadeira ação anti-cartel, de defesa do Estado e dos usuários de transportes. Ganhou a CAF, uma empresa espanhola que ofereceu o menor preço. O Estado economizou cerca de 200 milhões de reais. E ganhou 40 trens novos, para transporte coletivo. A Siemens, empresa alemã, ofereceu preços bem mais altos. Por isso perdeu, ficando em segundo lugar. Diga-se que não recebeu nenhum tipo de compensação. Não foi subcontratada nem ganhou contratos novos. Ou seja, os fatos sugeridos nesse(s) email(s) de executivo(s) da Siemens não aconteceram. A fim de anular a concorrência, a Siemens entrou com vários recursos na esfera administrativa e na Justiça, mas não teve êxito. O Governo de São Paulo ganhou na instância final, do STJ. Prevaleceu então a concorrência realizada e os preços mais baixos. O Banco Mundial, que financiou o projeto, supervisionou e aprovou toda a licitação. Como se comprova com facilidade não houve nenhum acordo com empresas para limitar a concorrência. Pelo contrário, o governo e sua secretaria de Transportes Metropolitanos defenderam a concorrência e os preços menores, em benefício da população paulista.

Charge de Vitor Teixeira

Para Marcolino, no entanto, o esquema dos tucanos em São Paulo é bem mais amplo que o que foi noticiado até agora.

Teria começado em 1983, com a empresa Cegelec, que atuava na área de transmissão de energia; foi se espalhando para chegar ao Metrô, à CPTM, Sabesp e à área de Saúde; Marcolino diz que denúncias da bancada do PT também foram feitas em relação à Dersa e ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Ele afirma que o controle dos tucanos sobre cargos-chave, inclusive no Tribunal de Contas do Estado, faz com que as investigações não prosperem; estranha que as denúncias feitas pela bancada do PT na Alesp, em 15 representações ao Ministério Público, desde 2008, não tenham avançado tanto quanto as que aconteceram no Exterior envolvendo a Alstom e a Siemens. “O Ministério Público não fez o papel que deveria”, avalia.

“A alta cúpula do PSDB no estado de São Paulo está por trás desta estruturação”, diz Marcolino. “Tem um esquema estruturado pelo PSDB que está usando o patrimônio público”, avança.

[A gente se esfola para produzir conteúdo próprio como este. Mas com a ajuda de vocês fica mais fácil]

Segundo o petista, com a entrada da Polícia Federal em investigações recentes é possível que detalhes do esquema tucano em São Paulo sejam finalmente revelados: depois da operação Fratelli, a Máfia do Asfalto (ver abaixo, na reportagem de Rodrigo Vianna), a PF vai atuar no caso Siemens a partir da apuração do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE. Ao CADE, a Siemens teria confessado participação na montagem de um cartel que beneficiou as empresas e funcionários públicos — receptores de propina — e prejudicou os contribuintes paulistas, que teriam bancado preços superfaturados.

Mas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso parece acreditar que há mais fumaça que fogo. Nesta sexta-feira, disse que o PSDB “não é farinha do mesmo saco”, ou seja, não se mistura ao PT, um partido corrupto por causa do chamado “mensalão”.

Marcolino rebateu afirmando que, de fato, os dois não se misturam: ao contrário do PT, o PSDB sempre criou barreiras às investigações, na opinião do petista.

O líder do PT sugeriu que o ex-presidente insista com Geraldo Alckmin para que o governador tucano apoie a criação de uma CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo, proposta petista que vai esbarrar na falta de votos.

Para ouvir os ataques de Marcolino a FHC, clique no áudio. É importante ouvir para ter uma ideia de como a cúpula do PT em São Paulo acredita num amplo esquema de corrupção no estado:



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69 comentários

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luith santos -Goethe-Br.

21 de dezembro de 2013 às 17h03

…ja o fiz…e o que fizeram dele ?…(o comentário feito ainda a pouco)…

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Roberto Amaral, a esquerda e o monopólio da desinformação - Viomundo - O que você não vê na mídia

13 de setembro de 2013 às 03h23

[…] Marcolino: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado […]

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Cartel dá R$ 307 milhões de prejuízo à CPTM; Alckmin faz vista grossa - Viomundo - O que você não vê na mídia

11 de setembro de 2013 às 14h03

[…] Marcolino: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado […]

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Governo Alckmin contrata por R$ 2,7 bilhões empresas envolvidas no propinoduto do tucanato - Viomundo - O que você não vê na mídia

26 de agosto de 2013 às 10h52

[…] Marcolino: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado […]

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Rafael Stedile: As fotos do protesto contra a corrupção tucana em SP - Viomundo - O que você não vê na mídia

14 de agosto de 2013 às 21h24

[…] entender os motivos da manifestação, clique aqui, aqui e […]

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SEM VERNIZ

13 de agosto de 2013 às 19h46

Esse povo não esquece o FHC. É muito complexado mesmo. Até hoje se sentem inseguros e inferiores, por isso tem de bater a toda hora. Não bastam 11 anos do cara fora, envolvido com questões outras e mais superioras, que sempre é lembrado quando se tem de fazer comparação.

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Maria Izabel L Silva

13 de agosto de 2013 às 15h00

Agora esta bem claro. Aqueles que deveriam investigar não fizeram nada. O tal jornalismo investigativo (isso existe?) muito orgulhoso de “descobir” falcatruas envolvendo PT e o PMDB, parece que fica miope e estrabico, quando se trata do PSDB. Aquela moça, musa do “caos aéreo” e da febre amarela, cheia de indignação, e de argumentos, parece que engasgou. Cof…cof… E o MP paulista? Pior ainda. Jogaram a merda para debaixo do tapete. Logo o MP, que mobilizou os coxinhas para derrubar a PEC 37. Derrubar para que? Quem vai fazer o serviço todo é a PF e o CADE. O MP de São Paulo é uma piada. Jogaram na midia, que Zé Dirceu e a direção do PT mataram Celso Daniel! Chega a ser risivel tanta canalhice a maledicência! É pra´isso que els são pagos. O cartel propinoduto só veio a tona por que a Siemens abriu o bico. Se não fosse isso … A Siemens não tem motivos para mentir. Pois deve ter provas concretas da patifaria toda. Durante 15 anos ninguém viu nada? São 15 anos.Gente.Os coxinhas de São Paulo estão espumando de ódio …

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Urbano

13 de agosto de 2013 às 14h21

E quem modernizou, institucionalizou e plantou um monte de criaturas versadas no assunto foi a ditadura trevosa.

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Celso

13 de agosto de 2013 às 13h31

Azenha,

Um paulistano das antigas me disse que se escarafunchar bem esse esquema, um nome guardado a sete chaves, inclusive por tucanos de alta plumagem, inevitavelmente vai aparecer – Zuzinha Covas.

Responder

Joselito

13 de agosto de 2013 às 09h50

A solução, no meu ponto de vista:

Pega a jurisprudência do “domínio de fato” no mensalão.

Denuncia-se todos do alto escalão do governo, por vários crimes, em concurso, corrupção, formação de quadrilha, peculato, condescendencia criminosa, incendio, etc, e já pede a prisão preventiva de todos, pelos atos que dificultam as investigações (queimando provas.

Após este fato, caberá aos presos comprovar que não houve qualquer irregularidade. Como as “provas” foram queimadas, não conseguirão fazê-lo.

Ponto, invertendo a ordem penal (como foi feita no mensalão: prove que é inocente), o tucanato paulista chafurda legal.

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Mameladov

13 de agosto de 2013 às 09h00

É sempre o PSDB o envolvido em corrupção.
Nos governos Lula, com a exceção do episódio do mensalão – inventado pela imprensa, nunca se ouviu falar que houve superfaturamentos, formnação de cartéis etc.
O PT é u único partido ético do Brasil. Podem ter havido alguns malfeitos, mas isso em nome do povo.

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    SEM VERNIZ

    13 de agosto de 2013 às 19h42

    Marmeladov, isso que você falou é piada?

Giovani Jorgetto e Aldeia Gaulesa: Comparando as capas - Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de agosto de 2013 às 10h36

[…] Marcolino, líder do PT: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado […]

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A resistência da popularidade de Lula, segundo o Datafolha - Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de agosto de 2013 às 09h54

[…] Marcolino, líder do PT: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado […]

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MPL volta às ruas. A direita vai junto protestar contra a corrupção? - Viomundo - O que você não vê na mídia

12 de agosto de 2013 às 09h43

[…] Marcolino, líder do PT: Esquema de corrupção em SP é mais amplo que o noticiado […]

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Mardones

12 de agosto de 2013 às 09h24

Qualquer pessoa sabe que os TC estaduais só servem para esconder as fraudes dos governadores. E por isso a lei exige que sejam indicados pelos próprios governadores.

Por essas e outras, o Brasil é tão citado quando o assunto é corrupção. O problema é que sempre os apontados são os políticos. No entanto é preciso ampliar a lenta e atingir os corruptores, que são empresários vencedores de licitações e juristas que facilitam a trama.

Para fechar o esquema, um cala boca na imprensa é indispensável.

Responder

Roberto Locatelli

12 de agosto de 2013 às 09h23

“O líder do PT sugeriu que o ex-presidente insista com Geraldo Alckmin para que o governador tucano apoie a criação de uma CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo”.

O líder do PT tem é que mobilizar a classe trabalhadora a ir às ruas contra a roubalheira tucana, ao invés de “sugerir” que FHC peça a Alckmin para pedir à Assembleia Legislativa para instalar CPI. Parece até piada.

Responder

anderson

11 de agosto de 2013 às 21h45

esquema de corrupção em minas:
http://www.novojornal.com/politica/noticia/alstom-confirma-que-abasteceu-a-lista-de-furnas-09-08-2013.html
Alstom confirma que abasteceu a Lista de Furnas
Justiça da Suíça informa que recursos teriam chegado ao País por offshores para financiar políticos em troca de contratos no setor energético
A Alstom destinou mais de US$ 20 milhões em propinas ao Brasil e parte do dinheiro foi parar em cofres de partidos políticos. A constatação faz parte da investigação realizada pela Justiça Suíça e foi obtida com exclusividade pelo “Estado de São Paulo”. Ontem, o jornal revelou como dez pessoas, entre elas os ex-secretários Jorge Fagali Neto e Andrea Matarazzo, foram indiciados pela Polícia Federal por causa do esquema de corrupção da empresa francesa, desmantelado pela apuração na Suíça.

Dinheiro supostamente pago pela Alstom teria sido destinado a Eletrobras e Furnas, pagou US$ 20 milhões em propina a partidos do Brasil, diz Justiça da Suíça.
A investigação mostra que informes internos da Alstom revelam o esquema para ganhar contratos públicos no Brasil nos anos 1990. Neles, a empresa francesa indica o pagamento de propinas para financiar partidos.

A constatação da Justiça de Berna é de que há “evidências claras de suborno” e até uma “tabela oficial” de propina no Brasil. O dinheiro foi destinado a diversos projetos de energia no Brasil, envolvendo Furnas, Eletropaulo, a Usina de Itá e outros empreendimentos.

Um dos depoimentos que marcam o caso é o de um colaborador do esquema, Michel Cabane, confirmando que a “Alstom e a Cegelec (subsidiária da Alstom) estavam trabalhando juntas para organizar uma cadeia de pagamentos para tomadores de decisão no Brasil”. Havia até mesmo uma lista de nomes de brasileiros na empresa.

A Justiça suíça teve acesso a um comunicado interno da Alstom, de 21 de outubro de 1997. Nele, o então diretor da Cegelec, Andre Botto escreveu que o dinheiro era propina. “Isso é uma política de poder pela remuneração”, afirmou. “Ela é uma “negociated” via o ex-secretário do governador (RM). Ela cobre – as finanças do partido – o Tribunal de Contas (do Estado) e a Secretaria de Energia.”

A meta era cometer o que os suíços ironizaram como “um crime perfeito”. Parte do dinheiro iria para os políticos, parte para o tribunal e parte para o secretário de Energia que daria os contratos.

A Justiça suíça não citou partido, mas indicou que a participação política estava sempre presente. Naquele momento, o Estado de São Paulo era governado pelo PSDB.

RM seria Robson Marinho, conselheiro do TCE, que, depois de coordenar a campanha de Mário Covas em 1994, foi chefe da Casa Civil entre 1995 e 1997. O Ministério Público suíço revelou cada uma das transferências às contas de Marinho no banco Safdie em Genebra. O dinheiro chegaria via uma offshore uruguaia, a MCA.

Quem também é citado é Romeu Pinto Junior, indiciado como uma das pessoas que teriam organizado o pagamento de propinas por meio da MCA.

A investigação revela que, em media, 7,5% do valor dos contratos eram destinados ao pagamento de propinas. “De acordo com essas declarações, 7,5% e 1,13% dos contratos iam para a MCA, 3,1% para a Taltos e 0,6% para a Andros, 1,5% para a Splendore.” Essas eram empresas fictícias criadas.

Outra empresa era a brasileira Alcalasser, pela qual teriam passado mais de 50 milhões. Em depoimento a autoridades francesas, o ex-diretor financeiro da Cegelec, Michel Mignot, confirma que a Alcalasser foi criada para pagar propinas. “Ela servia para as comissões”, respondeu à Justiça. Seu superior, Yves Barbier de La Serre, ex-secretário-geral da Cegelec, também confirmou a “caixa preta”.

Responder

Marcos

11 de agosto de 2013 às 14h39

MEDO. A impunidade fez os potentes e poderosos ultrapassarem o limite da irresponsabilidade. Sentiram-se acima da lei. Principalmente depois de tornarem reféns o Judiciário e Ministério Público que passaram a agir uníssonos em defesa do interesse da elite na promoção do golpe contra o governo trabalhista.
A Globo fez um presidente da republica do nada. Collor não era nada. A Globo o criou como caçador dos marajás e o fez presidente. Ultrapassou todos os limites. Nem na ditadura ela se sentiu tão livre, leve e solta para mandar e desmandar no país. A Globo era o PODER . Tanto era que se deu ao direito de destruir Collor quando este não mais lhe serviu. Poderosa dedicou-se a apoiar FHC, o traíra, que enfim iria dar prosseguimento a politica neoliberal começada por Collor de Mello, a criatura, que perdeu a confiança da elite que o criou. Brizola foi o único a fazer alguma deferência a Collor recebendo-o quando enxotado de Brasília chegou ao Rio. Brizola na sua imensa sabedoria sabia que Collor tinha sido defenestrado do poder porque contrariou interesses dos poderosos que o colocaram lá. Com FHC foi o paraíso. Nunca antes este país foi tão vilipendiado, roubado e saqueado. Nem quando Pedro Alvares Cabral chegou com suas caravelas. E tudo com o apoio do povo que comprou os mantras diuturnamente divulgados pelo PiG que diminuindo o Estado tornando-o mínimo o Brasil se tornaria o paraíso. Esqueceram de dizer que paraíso para o capital financeiro. E o povo acreditou se unindo ao PiG e chamando Brizola de dinossauro. Tudo porque Brizola denunciava o crime de lesa pátria que estava sendo cometido contra o Brasil e seu povo. Hoje descobrimos que a privatização não passou de PRIVATARIA. Os tucanos fizeram o dever de casa do império USA e quebraram o país por três vezes. De quatro seria mais fácil obrigar o país a entregar as joias da coroa: Petrobrás, pré-sal, BB, Caixa Econômica, Amazônia, Base de Alcântara. Os sábios – a raça superior – executivos do FMI e Banco mundial exigiriam. Discurso adotado pelo PiG que só assim poderiam salvar o povo brasileiro da sua eterna incapacidade de gerir com competência o próprio país. Para um povo eterno escravo do complexo de vira-la seria o xeque-mate. Não contavam com a astúcia de um Lula, o homem do povo que salvou o Brasil e mostrou a seu povo que ele, sim, é capaz. Nessa hora tive certeza que Deus é brasileiro.

Responder

Marcelo Sant'Anna

11 de agosto de 2013 às 11h29

Azenha aproveitando a oportunidade, o que você acha de um repeteco de seu encontro com o Santayana no CCBB do RJ?

Eu, meu filho e meu irmão (em Cristo) fomos e ficamos maravilhados como pode ser bem feito o jornalismo.

Responder

Jose Mario HRP

11 de agosto de 2013 às 10h19

O capo di tutti capi?
Covas El Capita

n!
Vai caindo a mascara desses pulhas!

Responder

anac

11 de agosto de 2013 às 09h55

Mais do que nunca precisamos de reformas do judiciário, a politica e a lei da mídia. E com urgência.
20 anos de impunidade dos tucanos no tremsalão porque a mídia não fez pressão sobre Judiciario e MP, chantageando seus membros, bem como por omitir os fatos criminosos em seu noticiário estes passaram a não existir para seu publico formado por Homer Simpsons.

Responder

Messias Franca de Macedo

11 de agosto de 2013 às 09h54

O custo diz tudo
Por Janio de Freitas
11/08/2013 – 02h00

Na confusão noticiosa de várias licitações, em dois ou três governos paulistas, para diferentes contratações de obras, vagões, locomotivas e serviços diversos, por ora só há certeza em um ponto. E pela razão de que é claro por si mesmo: nenhuma empresa desgastaria o seu nome internacional expondo documentos e fatos inverdadeiros em que tivesse papel ilegal e imoral.
A outra preliminar, diante do tão demorado início de uma investigação em torno do metrô paulista, já é de conhecimento público e histórico. Afinal de contas, nunca faltou a percepção de que esse metrô, como o do Rio e o tal metrô de Brasília, veio ligar os cofres do Estado a muitos destinos não declarados.
A propósito dessa característica fundamental do metrô, uma lembrança aqui publicada há poucos dias levou a outra. Citado pela ajuda que me deu para desmascarar a empreiteira Mendes Jr., que negava uma fraude no governo Quércia aqui revelada, o jornalista Leão Serva me relembrou a revelação que se seguiu. Uma demonstração que ninguém teve números ou argumento com que contestar. E que nem por isso foi capaz de tirar da sua comprometida ou comprometedora imobilidade o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e o Ministério Público estadual.
Comparadas as duas obras, o custo de um quilômetro do metrô paulistano era três vezes o custo de um quilômetro do túnel sob o Canal da Mancha, ligando o continente europeu à Inglaterra -a chamada “Obra do Século”.
O custo. Não há mais fácil indicador. O fornecedor de vagões, por exemplo, não fornece só para o Brasil. E não há dificuldade em levantar os preços que pratica com outros clientes. O mesmo para os serviços e fornecimentos em geral. Para obras existem até os departamentos estaduais e municipais acompanhadores de todos os preços de materiais e de engenharia, desde o metro cúbico de areia aos serviços mais especializados. A comparação entre os valores levantados e os valores contratados diz tudo.
O que foi exposto nestes dias, sobre algumas das licitações do Metrô e da CPTM, é bastante lógico e verossímil. Nem seria liberado por empresa envolvida se não o fosse, por deixá-la mal. Mas só fará pleno sentido quando ou se entrar no que representou para os cofres públicos. Fosse o destinado a empresas, fosse o repassado por elas a outro destino.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/2013/08/1324800-o-custo-diz-tudo.shtml

Responder

João

11 de agosto de 2013 às 08h56

ACREDITE SE QUISER

http://www.jb.com.br/opiniao/noticias/2013/08/11/cenario-politico-aponta-para-chapa-fhc-aecio-neves/

Cenário político aponta para chapa FHC – Aécio Neves
Uma chapa que seria puro sangue, mas não é

Jornal do Brasil

Lideranças de São Paulo vêm enfrentando escândalos no campo político, indignação da sociedade e até insatisfação na área econômica, com indústria e comércio descontentes. Este poderia ser um campo fértil para que seus inimigos políticos crescessem. Contudo, contrariando a lógica, não é isso o que vem acontecendo.

E enquanto esta balança não se move, outros cenários se constroem, sobretudo quando analisamos possibilidades numa abrangência nacional. O que se desenha é que segmentos brasileiros da intelectualidade, do empresariado e até da classe média passem a apontar suas preferências para alguém que, nos últimos 12 anos, não sofreu qualquer ataque pessoal ou contra sua administração: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) . E o possível futuro vice Aécio Neves (PSDB) seria o parceiro ideal nesta empreitada.

Uma chapa que seria puro sangue, mas não é.

Responder

pierre

11 de agosto de 2013 às 03h10

O PT já ganhou 3 eleições presidências mas não levou nenhuma. A globo dispõe de um arma contra o PT que impede a tomada de posse. O PT não é constituído de ingênuos, portanto, indicações de opositores para cargos relevantes só podem ser forçadas. O PT se comporta como um lutador nocauteado que permanece de pé a espera do toque do gongo. A globo pinta e borda com o PT, faz o que quer e quando quer. Chega até a escancarar a guarda ao PT, como no recente caso da sonegação de impostos, negociatas em paraísos fiscais, roubo de processo na Receita Federal, etc. etc. e o PT nada. Infelizmente, o PT está doidinho para devolver o Brasil a globo, com pedido de desculpas pelos estragos causados nesses 12 anos que passou costeando as cordas do ringue. É duro, mas é a mais pura realidade.

Responder

Zé Brasil

10 de agosto de 2013 às 23h05

Ora bolas, meu!

Ficam falando que os Tucanos foram pegos com o bico na botija. Que levaram um trem cheio de dinheiro das multis!

Que coisa, sô!

Só pode ser coisa de PT, isto é, de Patifaria Tucana, a de sempre, há 20 anos em Sumpa!

Responder

Gilson Oliveira Cerqueira

10 de agosto de 2013 às 22h30

A Direita sempre roubou e vai continuar roubando.

Responder

FrancoAtirador

10 de agosto de 2013 às 19h44

.
.
O PT FAZ O TREM-BALA,

O PSDB, O TREM-BOLA…

(http://www.tijolaco.com.br/index.php/o-trem-bola-atropelou-a-tucanada)
.
.

Responder

Valcir Barsanulfo

10 de agosto de 2013 às 18h05

Os tucanalhas/demos/pps serão julgados pelo tremsalão?
Serão julgados também pelo MENSALÃO Mineiro do Azeredo e Aécio?
O Gilmar e o Barbosão terão coragem de enfrentar essa súcia?
É isso que dá, nomear juizes de tribunais de pequenas causas para a Suprema Corte!!

Responder

Regina Braga

10 de agosto de 2013 às 17h59

A corrupção em Sampa é ampla,geral e irrestrita.Em qq lugar que procurar vai achar.Quanta sangria para os paulistanos!

Responder

    anac

    11 de agosto de 2013 às 09h59

    Não é por acaso que há uma crise na policia militar e civil de SP que segue a logica criminosa de seus lideres políticos tucanos. E o povo no meio do caos.

Francisco Xavier de Carvalho

10 de agosto de 2013 às 15h02

Os tucanos são corruptos por que são incompetentes ou são incompetentes por que são corruptos?

Responder

    assalariado.

    10 de agosto de 2013 às 17h01

    Francisco e internautas, o problema da corrupção não é o corrupto. É, sim, o (CORRUPTOR) vocês não percebem? Eles nunca aparecem em cena, digo na mídia devido que, o corrupto mor, mais conhecido como PIG é seu padrinho de batismo e de fé. Estamos perdendo tempo e saliva, nessa coisa de criticar o corrupto. O buraco é mais embaixo, digo, é mais em cima. Ou seja, quem corrompe o Estado e a sociedade são os ricos ou os pobres?

    Abraços.

    francisco niterói

    10 de agosto de 2013 às 21h35

    Concordo plenamente.

    A sociedade fica atras do corrupto e esquece do corruptor. E esta situacao é incentivada pela midia pois assim os corruptores ficam livres para imoor seus interesses.

    Incentiva-se trocar o politico mas a manutencao do corruptor que amanha vai corromper o sucessor.

    Nao devemos esquecer a SONEGACAO pois esta éa fonte principal da grana para financiar campanhas, etc.

    anac

    11 de agosto de 2013 às 10h06

    O problema da corrupção é do Judiciario e MP que não funcionam quando é para punir os 1% ou seja os corruptores. Prisões cheias de ladrões de galinha enquanto os delinquentes de milhões, os 1% ficam livres, leves e soltos para praticar crimes.

Celso L Bueno

10 de agosto de 2013 às 14h48

Falta investigar a emtu também. Eles não retornaram a tarifa dos ônibus intermunicipais ao patamar anterior a 1º de junho último. E a Presidenta Dilma decretou isenção de alguns tributos para empresas de transporte coletivo. São as tarifas mais caras e o serviço é um LIXO. Cada vez que roda a catraca é muito mais que os “vinte centavos” que vão para a campanha tucana. Cade o mpl?

Responder

Urbano

10 de agosto de 2013 às 14h25

Pelo menos, durante esse período as favelas terão um descanso… Além do mais, por enquanto estão pegando leve, pois é só papel. Daí se apercebe que o bom mesmo é a tunganada não refratária se por em alerta, pois aquela coisa de abandonar companheiro pelo caminho passa a ser café pequeno.

Responder

Bernardino

10 de agosto de 2013 às 12h31

SILMARA,os desmandos sao de todos os que voce citou Vamos colocar o PT no governo do estado e eles vao tranferir o KNO HOW de Brasilia para o estado de Sao Paulo e vao aparelhar os tribunais,a Midia e os \pelegoa sindicais alem claro do PURISSIMO E HONESTO PMDB que levara a Vice governança!!Como soy acontecer esta tudo Dominado.

A CULPA minha cara é da velha e surrada CULTURA PORTUGUESA:CORRUPTA,COVARDE e antipatriota.Aqui nesta terra tupiniquim nao da CERTO DITADURA,nem DEMOCRACIA cuja causa de tudo é a MADEIRA estragada
No IMPERIO ERAMOS CAVALGADOS PELA Iglaterra e agora na REPUBLICA somo cavalgados pelos EUA desde o Inicio do seculo XX com ou sem esquerda no Poder que é tao CANALHA quanto a DIREITONA.So nos resta fazer Masturbaçao sociologica e Discussao de FUMAÇA
Lembrei o CHAVAO DA Ditadura: BRAsil,AMEO-O ou DEIXE-O.Hoje ninguem nem ama,nem DEIXA!!

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marcosomag

10 de agosto de 2013 às 11h44

Por falar em DERSA: quando a Suzane Richtofen (aquela mesmo) vai ser ouvida sobre a incrível discrepância entre o patrimônio da família e o salário do papai na DERSA, um simples engenheiro…, mas, probabilíssimo CAIXA TUCANO na empresa?

Responder

    grilo

    10 de agosto de 2013 às 14h15

    Esse crime (da Susane)faltou apurar a sua motivação. Parou por aí.

Jose Mario HRP

10 de agosto de 2013 às 09h18

Arrebentando a boca do Cofrão!!!!!!!
Isto é PSDB!!

Responder

Julio Silveira

10 de agosto de 2013 às 09h11

O Marcolino pedir apoio ao FHC para alguma CPI em que possa estar envolvidos seus correligionários, só pode ser deboche.
Deixe-me lembrar ao distinto, que foi na fatídica época(mais para a nação e menos para os amigos e associados partidários) de sua trágica (mais para a nação e menos para os amigos e associados partidários) presidência da Republica, instituído, informalmente, o cargo de Engavetador Geral da Republica. E essa é uma obrigação de qualquer bom cidadão brasileiro jamais esquecer.

Responder

Jose Mario HRP

10 de agosto de 2013 às 08h35 Responder

Jose Mario HRP

10 de agosto de 2013 às 05h38

Do blog do Saraiva:
Trensalão tucano: Andrea Matarazzo arrecadou junto à Alstom para campanha de FHC
08/08/2013
Andrea_Matarazzo06_FHC
Matarazzo e FHC: Corrupção e reeleição.
Empresa francesa, dona de contratos com governos tucanos, foi punida em vários países onde foi investigada por corrupção. No Brasil, foi blindada pela Assembleia Legislativa e a imprensa.
Helena Sthephanowitz, via Rede Brasil Atual
Candidato à reeleição, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), parece não se sentir constrangido em aparecer na imprensa com o discurso de “eu não sabia”. Se houve cartel, diz ele, o estado é “vítima” e buscará o ressarcimento.
As investigações sobre a existência de propina denunciada pela Siemens apontaram que já existiam indícios de esquemas ilegais nos processos de fornecimento de equipamentos em 1998, na gestão do governador Mário Covas, também do PSDB.
Em 2008, o jornal norte-americano Wall Street Journal revelou que a Alstom estava sendo investigada na França e na Suíça por ter pagado propinas em vários países. Posteriormente, a empresa foi investigada e punida em quase todos os países. Menos no Brasil, graças à blindagem da Assembleia Legislativa e da imprensa.
Serra, Alckmin, Mario Covas… E se mexer mais um pouquinho o cordão de tucanos aumenta mais. Ontem (6), a Polícia Federal indiciou o vereador paulista Andrea Matarazzo (PSDB) por considerar que ele recebeu propina da Alstom quando foi secretário estadual de Energia, em 1998. A PF investigou negócios do grupo francês com o governo de São Paulo entre 1995 e 2003 – governos Covas e Alckmin.
Duas empresas do grupo Alstom foram citadas nas planilhas eletrônicas do comitê financeiro do PSDB que teriam abastecido o caixa 2 da campanha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à reeleição, em 1998. As empresas são a Cegelec e a ABB. As planilhas atribuíam a Matarazzo, então secretário de Energia, a missão de buscar recursos junto a empresas.
As estatais de energia eram os principais clientes da Alstom no governo paulista. Em 1998, Matarazzo acumulou o cargo de secretário com o de presidente da Cesp. O vereador nega.
Memorandos internos trocados em 1997 entre diretores da Alstom, na França, apreendidos por promotores da Suíça que investigam operações do grupo, diziam que seriam pagas “comissões” sobre contratos negociados com o governo paulista.
Num desses memorandos, um diretor da Cegelec em Paris se disse disposto a pagar 7,5% para obter um contrato de R$110 milhões da Eletropaulo. A Alstom comprou a Cegelec naquele ano. Os papéis citam que a comissão seria dividida entre “as finanças do partido”, “o Tribunal de Contas” e “a Secretaria de Energia”. A Eletropaulo era subordinada até abril de 1998 à pasta dirigida por Matarazzo.
O ano de 1998 foi marcado por eventos relacionados às investigações iniciadas na Suíça:
1) O contrato em que a Cegelec dizia estar disposta a pagar uma comissão de 7,5% foi firmado naquele ano;
2) Foram feitas duas transferências de dólares ordenadas pela Alstom francesa, que foram parar na conta da offshore MCA Uruguay Ltd., nas Ilhas Virgens Britânicas, controlada pelo brasileiro Romeu Pinto Júnior, no valor de US$505 mil, que seriam usados na propina.
Com a privatização da Eletropaulo, o contrato de R$110 milhões foi herdado pela Empresa Paulista de Transmissão de Energia (EPTE), outra estatal paulista. Com a reeleição de Fernando Henrique Cardoso em 1998, Matarazzo assumiu no ano seguinte o cargo de ministro-chefe de Comunicação da Presidência.
Com Fernando Henrique na presidência, a Alstom, um dos maiores grupos do mundo na área de energia e transportes, tinha contratos à época também com estatais da União, como Petrobras, Eletrobrás e Itaipu. Reportagem do jornal Folha de S.Paulo de dezembro de 2000 mostrou que Matarazzo arrecadou ao menos R$3 milhões para o caixa 2 tucano. Na planilha com as metas de arrecadação, aparece o nome “Andrea Matarazzo – MM”. Além da relação das empresas, a planilha menciona nomes de diretores ou contatos a serem procurados pelos arrecadadores de campanha.
Rombos e desvios praticados pelo PSDB e publicados pela mídia, ainda que sem citar os nomes dos políticos tucanos ou partido, são apenas a ponta de um icerberg. Se a Justiça aprofundar as investigações, provavelmente encontrará evidências de negociações também no Rodoanel, apelidado de “Rouboanel” nos bastidores.
E no meio da série de denúncias envolvendo o alto tucanato paulista, cabe a pergunta: por onde anda o senador Álvaro Dias (PSDB/PR), o rei das CPIs contra os adversários políticos. Sumiu? Tirou férias?
***

Responder

Maria Lúcia

10 de agosto de 2013 às 01h20

A história toda é de arrepiar, se indignar, ficar P da vida.
Mas a história do INCÊNDIO é muito ESCANDALOSA!CÉUS!
O ESTADO VIROU FEUDO do PSDB NESSES QUASE VINTE ANOS!
Tá tudo BLINDADO!
Maria Lúcia

Responder

Fátima

10 de agosto de 2013 às 00h11

E por falar em tucanos, quando vão abrir também a caixa-preta dos pedágios???? Ahhh…. e cadê o Marconi Perillo e seu sócio Cachoeira???????? Cadê a Lista de Furnas?????? Cadê o mensalão mineiro-tucano???????????

Responder

Antonio

09 de agosto de 2013 às 23h20

O Matarazzo não está metido só na maracutaia do Metrô.
Quando secretário de energia aplicou no balanço da CPFL coeficientes de depreciação usados para mobiliário de escritório com a finalidade de depreciar o valor das usinas antes do leilão de privatização.
Está metido também com imobiliárias no projeto que “revitalizaria” a região da Sta. Efigênia em São Paulo.
A família Covas se locupleta até hoje da privatização das rodovias através da Fundação Mário Covas. É só verificar e rastrear o dinheiro que “sustenta” a fundação…….ou sustenta a família?

Responder

Rodrigo

09 de agosto de 2013 às 22h55

É por isso que a rede de Metrô não se expande, porque gastam todo o tempo expandindo a Rede do Propinoduto…

Reforma bilionária sob investigação pode estar na origem de incidentes no Metrô de SP

Composição que descarrilou na segunda-feira é uma das reformadas em contrato investigado pelo MP; em 2012, 215 ocorrências provocaram paralisações das linhas ou lentidão do sistema

09/08/2013

Eduardo Maretti,

da Rede Brasil Atual

Uma reforma bilionária em trens do Metrô de São Paulo – cujos contratos também estão sob investigação do Ministério Público – pode estar da origem das centenas de incidentes ocorridos no sistema nos últimos anos, cujo episódio mais grave foi o descarrilamento de uma composição na Linha 3-Vermelha, entre as estações Marechal Deodoro e Barra Funda, na última segunda-feira (5).

A composição que descarrilou é denominada K07 e faz parte da frota K, que está sendo reformada pelo consórcio MTTrens, composto pela MPE, Tejofran e Temoinsa.

O contrato da MTTrens com o governo de São Paulo é um dos quatro, assinados em 2009, de um pacote de modernização dos trens das linhas 1-Azul e 3-Vermelha, cujo valor no total é de R$ 1,8 bilhão. O pacote abrange 98 composições dos ramais norte-sul e leste-oeste.

A falha que ocasionou o descarrilamento se deu no chamado “truque”, termo que designa o sistema composto por rodas, tração, frenagem e rolamentos do trem. Ocorrências como essa, que provocam transtornos ao usuário, com paralisação das linhas ou redução de velocidade, são chamadas de “Incidentes Notáveis”.

No ano passado, segundo o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, foram 215 desses incidentes. Em 2013, até agora, 65.

Um dos inquéritos que correm no Ministério Público de São Paulo referentes ao esquema de pagamento de propinas a sucessivos governos tucanos no estado (Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra), nos contratos envolvendo o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), diz respeito justamente a dano ao patrimônio público e improbidade administrativa causado por esses projetos de modernização.

Para o sindicato, o custo das reformas é inexplicável. Pelo contrato, uma composição é reformada por valores que chegam a 83% do preço de um trem novo. Mais do que isso, a garantia de um carro novo é de 10 anos, enquanto a do usado (reformado) é de apenas dois.

Na terça-feira (6), o procurador Marcelo Milani disse que o preço de uma composição reformada pode indicar relação com o cartel denunciado pela Simens ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A composição K07, que se acidentou na segunda-feira, foi entregue reformada juntamente com a K01 em meados de 2011. Ambas foram as primeiras a passar por reformas, nas oficinas da empresa MPE no Rio de Janeiro.

“Um truque ter um problema como esse nunca aconteceu na operação comercial do metrô”, diz Paulo Pasin, secretário-geral do Sindicato dos Metroviários. “O problema que ocorreu vem da reforma, não da manutenção. O truque que foi fornecido não tinha a qualidade que sempre teve na história do metrô”.

A possibilidade de ocorrerem novos incidentes como o de segunda-feira, com sérios riscos aos usuários, é “evidente”, na opinião de Paulo Pasin. “Tanto que a frota K foi retirada de circulação após o problema, para vistoria”. A Linha 3-Vermelha é a mais superlotada e recebe 1,2 milhão de passageiros a cada dia útil.

Os quatro contratos de reformas são os seguintes: a frota I é do consórcio da Siemens com a Iesa; frota J, da Bombardier; frota K, do consórcio MTTrens, composto pela MPE, Tejofran e Temoinsa; e frota L, da Alstom e Siemens.

Os contratos que regem as reformas das composições da Linha 3-Vermelha preveem, entre outros itens, “inovações nos sistemas de ar refrigerado, portas, tração e frenagem elétrica”.

Os problemas não terminam após a entrega dos trens reformados, de acordo com o sindicato.

“Acontece que muitas vezes é preciso um ‘retrabalho’ da equipe do Metrô por causa da qualidade do serviço feito”, diz Pasin. “Por exemplo: dos trens que estão sendo reformados, vários vieram com o sistema de controle de trem chamado CBTC, que, fazendo uma analogia, seria como o computador de bordo de um avião. O problema é que esse sistema, que já deveria ter sido implantado no metrô, não foi aprovado por problemas técnicos”.

Em consequência disso, como o sistema CBTC não consegue “conversar” com o sistema que opera o metrô, mais antigo, é preciso fazer esse “retrabalho”, conta Pasin. “Porque, senão, o trem fica parado sem entrar na operação comercial. Isso inclui todas essas frotas dos quatro contratos, incluindo aí a Linha 2-Verde”.

Procurados por meio das assessorias de comunicação, o Metrô e a empresa MPE não se manifestaram.

Responder

    marcosomag

    10 de agosto de 2013 às 11h51

    Segundo o Luiz Antonio Medeiros em 94, quando ele foi candidato a governador contra Covas, este “despachava em escritório da Tejofran”. Esta empresa, na época uma pequena terceirizadora de limpeza e segurança patrimonial, cresceu exponencialmente em SP depois que o tucanato chegou ao Bandeirantes. É hoje um conglomerado! Algumas outras pequenas empresas tiveram o “toque de Midas” de verba$ publica$ nos (des)governos do PSDB em SP, como as concessionárias de pedágio$. Os escândalos foram TODOS abafados pela mídia e pela “tropa de choque” tucana na ALESP.

    abrantes

    11 de agosto de 2013 às 00h42

    Antes dos TUCANOS entrarem no governo do estado de SP a TEJOFRAN era apenas uma empresa de terceirização de mão de obra para serviços de limpeza.

pierre

09 de agosto de 2013 às 22h45

Juntos com o TUNGANOS vamos mandar também para o saco a GLOBO. Não podemos esquecer que a GLOBO faz parte, também, desta confraria.

Responder

anac

09 de agosto de 2013 às 22h24

FHC apoiando a CPI que investigará a roubalheira promovida por tucanos em SP.
Pausa para rir.
Assim não pode, assim não dá.

Responder

Seabra

09 de agosto de 2013 às 22h02

Pedir apoio logo do líder máximo da gangue (inter)nacional de salafrários de bicos graúdos!?

Responder

    Scan

    10 de agosto de 2013 às 13h09

    Nem sei se seria possível: legalmente o cidadão pode produzir provas contra si mesmo?

leonardo brito

09 de agosto de 2013 às 21h59

Tá fácil FHC apoiar CPI para apurar corrupção dos tucanos no metrô de SP !!Tá muito fácil mesmo !!

Responder

Terezinha

09 de agosto de 2013 às 20h49

Nem nisso conseguiram ser criativos. Copiaram o incêndio do prédio da Paulista? Não tem umas fotos do incêndio pra colocar na internet???

Responder

Francisco

09 de agosto de 2013 às 20h28

Pra fazer o mensalão (do PT…) foi preciso o STF dar nó em pingo de éter evaporado.

Com tantas provas, como fica a tucanada?

Responder

    anac

    09 de agosto de 2013 às 22h21

    Impune, para continuar delinquindo. O andar de cima, os 1% sempre saem impunes. Poder Judiciario, TCE e MP está TUDO dominado. E ainda tem o PiG para esconder o mal feito dos tucanos. Se não deu no PiG então não existe. E assim tudo fica como antes no quartel de Abrantes. Apenas os três ps ladrões de galinha enchendo as prisões.

Silmara

09 de agosto de 2013 às 20h26

Os desmandos do PSDB em SP somente não aparecem pq o partido aparelhou as instâncias de investigação, calou o Legislativo por ter maioria e injeta milhões de reais na mídia. A corupção é tucana mas é TB d Judiciário, do MP e da mídia.

Responder

    PEDRO SANCHES

    10 de agosto de 2013 às 11h21

    CONCORDO EM GÊNERO NÚMERO E GRAU, POIS É O MODO OPERANDIS DELES, INJETAM DINHEIRO COM PRESSÃO NA MÍDIA PARA QUE TUDO QUE FAZEM TER A ACEITAÇÃO DELAS COMO SE FOSSE UM APOIO POPULAR, E DEPOIS O JUDICIÁRIO DE MODO GERAL, POIS ELES DÃO COMO LEGAIS AS TRAMOIAS QUE COMETEM. FOI ASSIM QUE CONSEGUIRAM NOS 8 ANOS DE DESGOVERNOS NO BRASIL CONSEGUIRAM A FAÇANHA DE TIRAR O BRASIL DA 8ª POSIÇÃO NA ECONOMIA MUNDIAL E O JOGOU LADEIRA A BAIXO PARA 14ª ECONOMIA MUNDIAL, E AS IMPRENSAS CONSEGUIRAM ESCONDER ATÉ ISSO E AINDA SEGURAREM O NOME DESTA QUADRILHA DO PSDB NAS ALTURAS TOTALMENTE BLINDADOS.

    Conceição Lemes

    10 de agosto de 2013 às 13h46

    Pedro, letras minúsculas nos próximos comentários, por favor. abs

Aline C Pavia

09 de agosto de 2013 às 20h12

Este post vai para o Rodrigo Leme, com um especial abraço, vindo de uma “fonte do PT”. Boa noite.

Responder

Marcolino: Incêndio em Itu foi criminoso;...

09 de agosto de 2013 às 19h52

[…]   […]

Responder

Geysa Guimarães

09 de agosto de 2013 às 19h46

O tópico final do título (FHC deve apoiar CPI) não bate com o que diz o texto.
O ociólogo inclusive declara que “PSDB e PT não são farinha do mesmo saco”. Que apoio é esse?

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    09 de agosto de 2013 às 20h25

    Desculpe, Geysa. Nos expressamos mal. Na verdade o Marcolino pede o apoio de FHC à CPI. Já corrigimos o título. abs.

    Geysa Guimarães

    10 de agosto de 2013 às 02h12

    Vocês sempre atenciosos. Isso é o que diferencia o Viomundo.
    Mas nem precisava publicar, bastaria corrigir, como fizeram.
    Não adianta. Vcs têm mania de transparência (por isso que eu gosto!).
    Obrigada, Azenha!

    Mameladov

    13 de agosto de 2013 às 09h10

    Ora, Geysa. Não seja por isso. Afinal, vocês estão pagando.


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