VIOMUNDO

Diário da Resistência


Denúncias

Luis Nassif: Esqueçam Policarpo, o chefe é Roberto Civita


01/04/2012 - 10h28

Veja se antecipou aos críticos e divulgou um dos grampos da Polícia Federal em que o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o araponga Jairo falam sobre Policarpo. Pinça uma frase – “o Policarpo nunca vai ser nosso” – para mostrar a suposta isenção do diretor da Veja em relação ao grupo.

É uma obviedade que em nada refresca a situação da Veja. Policarpo realmente não era de Carlinhos Cachoeira. Ele respondia ao comando de Roberto Civita. E, nessa condição, estabeleceu o elo de uma associação criminosa entre Cachoeira e a Veja.

Não haverá como fugir da imputação de associação criminosa. E nem se tente crucificar Policarpo ou o araponga Jairo ou esse tal de Dadá. O pacto se dá entre chefias – no caso, Roberto Civita, pela Abril, Cachoeira, por seu grupo.

Como diz Cachoeira, “quando eu falo pra você é porque tem que trabalhar em grupo. Tudo o que for, se ele pedir alguma informação, você tem que passar pra mim as informações, uai”.

O diálogo abaixo mostra apenas arrufos entre subordinados – Jairo e Policarpo.

Os seguintes elementos comprovam a associação criminosa:

1. Havia um modus operandi claro. Cachoeira elegeu Demóstenes. Veja o alçou à condição de grande líder politico. E Demóstenes se valeu dessa condição – proporcionada pela revista – para atuar em favor dos dois grupos.

2. Para Cachoeira fazia trabalho de lobby, conforme amplamente demonstrado pelas gravações até agora divulgadas.

3.Para a Veja fazia o trabalho de avalizar as denúncias levantadas por Cachoeira.

Havia um ganho objetivo para todos os lados:

1. Cachoeira conseguia afastar adversários, blindar-se contra denúncias e intimidar o setor público, graças ao poder de que dispunha de escandalizar qualquer fato através da Veja.

2. A revista ganhava tiragem, impunha temor e montava jogadas políticas. O ritmo frenético de denúncias – falsas, semi-falsas ou verdadeiras – conferiu-lhe a liderança do modelo de cartelização da mídia nos últimos anos. Esse poder traz ganhos diretos e indiretos. Intimida todos, anunciantes, intimida órgãos do governo com os quais trabalha.

2. O maior exemplo do uso criminoso desse poder está na Satiagraha, nos ataques e dossiês produzidos pela revista para atacar Ministro do STJ que votou contra Daniel Dantas e jornalistas que ousaram denunciar suas manobras.

Em “O caso de Veja”, no capítulo “O repórter e o araponga narro detalhadamente –  com base em documentos oficiais – como a cumplicidade entre as duas organizações permitiu a Cachoeira expulsar um esquema rival dos Correios e se apossar da estrutura de corrupção, até ser desmantelado pela Polícia Federal. E mostra como a Veja o poupou, quando a PF explodiu com o esquema.

Civita nem poderá alegar desconhecimento desse ganho de Cachoeira porque a série me rende cinco ações judiciais por parte da Abril – sinal de que leu a série detalhamente.

Os próprios diálogos divulgados agora pela Veja mostram como se dava o acordo:

Cachoeira: Esse cara aí não vai fazer favor pra você nunca isoladamente, sabe? A gente tem que trabalhar com ele em grupo. Porque os grande furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz. Todos eles fomos nós que demos. Então é o seguinte: se não tiver um líder e a gente trabalhar em conjunto… Ele pediu uma coisa? Você pega uma fita dessa aí e ao invés de entregar pra ele fala: “Tá aqui, ó, ele tá pedindo, como é que a gente faz?”. Entendeu?

Desde 2008 – quando escrevi o capítulo – sabia-se dessa trama criminosa entre a revista e o bicheiro. Ao defender Policarpo, a revista, no fundo, está transformando-o em boi de piranha: o avalista do acordo não é ele, é Roberto Civita.

Em Londres, a justiça processou o jornal de Rupert Murdoch por associação indevida com fontes policiais para a obtenção de matérias sensacionalistas. Aqui, Civita se associou ao crime organizado.

Se a Justiça e o Ministério Público não tiverem coragem de ir a fundo nessa investigação, sugiro que tranquem o Brasil e entreguem a chave a Civita e a Cachoeira.

Da Veja

Cachoeira, em gravação: ‘O Policarpo nunca vai ser nosso’

Conversa telefônica mostra Cachoeira reclamando a ex-agente da Abin Jairo Martins porque ele havia passado informações ao jornalista, um dos redatores-chefes de VEJA e diretor da sucursal da revista em Brasília

Poleto desmascarado em 2005: ele mentiu sobre Policarpo e quase saiu preso do Senado

Convocado em 2005 por uma comissão do Senado a explicar sua participação no transporte de mais de 1 milhão de dólares ilegais usados na campanha petista de 2002, o economista Vladimir Poleto disse que fora violentamente constrangido pelo jornalista Policarpo Junior, que teria obtido a declaração gravando-o sem seu consentimento. O sistema de som do plenário, então, reproduziu a íntegra da entrevista. A conversa entre Policarpo e Poleto foi transmitida pela TV Senado para todo o Brasil. Diante da gravidade das denúncias feitas pelo economista, Policarpo pediu autorização para gravar a entrevista, registrando a hora, o local e o contexto em que ela estava ocorrendo. Poleto respondeu em voz clara: “Pode gravar”. Os senadores em plenário caí­ram na gargalhada. Desmascarado, Poleto tentou desajeitadamente se explicar, mas foi interrompido pelo então senador Tasso Jereissati: “É melhor se calar, senhor Poleto, pois o correto seria o senhor sair preso daqui por ter mentido sob juramento”.

Assim, com total transparência de propósitos, trabalha o jornalista Policarpo Junior, um dos redadores-chefes de VEJA e diretor da sucursal da revista em Brasília. Seu nome é citado algumas vezes nas gravações legais de conversas telefônicas entre Carlinhos Cachoeira e o ex-agente da Abin Jairo Martins, apontado pela Polícia Federal como um dos vários agentes públicos pagos pelo contraventor para fechar casas de jogos que não integravam sua “franquia” da jogatina. VEJA teve acesso ao diálogo, captado em 8 de julho do ano passado. Cachoeira – que foi fonte de informações de Policarpo e de muitos outros jornalistas – reclama com o policial porque soube que ele havia passado informações ao diretor da sucursal de VEJA em Brasília. A íntegra em texto e áudio da conversa interceptada se encontram a seguir:

Cachoeira: Fala, Jairo.

Jairo: Fala, doutor, tranquilo? Deixa eu te falar: o Dadá ontem me ligou, pô, me falando uma história aí que você ficou puto comigo, me xingou e o casseta, disse que eu tô trabalhando contra você e tal… Eu falei: pô, cara, de novo o homem lá fala um negócio desse, cara? Eu falei: porra, cara, se eu fiz um favor pro cara lá é justamente pra ficar próximo dele, pra saber o que ele anda me falando. Por quê? Eu pessoalmente uso da minha atividade, eu não preciso dele… Nem… E ele pra mim não influencia em nada, entendeu? Mas se ele me pediu um favor e eu fiz é pra ficar próximo dele e ouvir o que ele anda me falando, entendeu? Como me falou ontem à noite umas coisas. Como me falou anteriormente que eu contei pro Dadá, entendeu? Eu falei: porra, não tô entendendo o homem, não.

Cachoeira: Não, Jairo, foi isso não. Deixa eu falar pra você. Se Dadá estiver aí pode pôr até no viva-voz. Olha, é o seguinte: a gente tem que trabalhar em grupo e tem que ter um líder, sabe? O Policarpo, você conhece muito bem ele. Ele não faz favor pra ninguém e muito menos pra você. Não se iluda, não. E fui eu que te apresentei ele, apresentei pro Dadá também. Então é o seguinte: por exemplo, agora eu dei todas as informações que ele precisava nesse caso aí. Por que? É uma troca. Com ele tem q ser uma troca. Não pode dar as coisas pra ele, igual você sai correndo pra fazer um favor pra ele, pega e dá de graça, enquanto isso ele mete o pau no Dadá pra mim, e deve meter o pau no Dadá pra você também. Então você não deve aceitar ele falar mal do Dadá porque você não trabalha pra ele. E eu também não trabalho pro Policarpo. Eu já ajudei ele demais da conta. Entendeu? Demais da conta! Então, quando eu falo pra você é porque tem que trabalhar em grupo. Tudo o que for, se ele pedir alguma informação, você tem que passar pra mim as informações, uai.

Jairo: Não, beleza. Eu te peço até desculpa disso ai. Mas eu não tô sabendo que você tá. Ultimamente eu não tô sabendo quando você vem aqui, às vezes a gente não se fala. Muito difícil a gente se falar, e eu não ter ido aí, às vezes quem vai é o Dadá. Então de repente eu não tô sabendo que você tá trocando alguma informação com ele. E também não admito ele falar mal do Dadá pra mim. Não admito, corto logo, falo: “O cara é meu amigo, é meu parceiro”. Entendeu? Esses dias ele veio falar uma historia que tava rolando aqui na cidade, de um negócio aí, entendeu, de um dinheiro, de uma gravação. Eu chamei o Dadá, falei: Dadá, liga pra ele, fala porque tem uma história assim, assim, eu já falei pra ele. Isso não existe, não é ele, não sou eu, isso não é a empresa, entendeu? Aí o Dadá ligou pra ele, tal, tal tal. Mas, então, cara, eu te peço desculpas. E não é trabalhar nunca contra você. Pelo contrário, pô. Eu não sou louco, né, Carlinhos!? Eu não posso ser burro.

Cachoeira: Jairo, põe um trem na sua cabeça. Esse cara aí não vai fazer favor pra você nunca isoladamente, sabe? A gente tem que trabalhar com ele em grupo. Porque os grande furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz. Todos eles fomos nós que demos. Então é o seguinte: se não tiver um líder e a gente trabalhar em conjunto… Ele pediu uma coisa? Você pega uma fita dessa aí e ao invés de entregar pra ele fala: “Tá aqui, ó, ele tá pedindo, como é que a gente faz?”. Entendeu? Até pra fortalecer o Dadá. Por que Dadá… Ele tá puto. E ele vai pegar o Dadá na revista ainda, você pode ter certeza. Ele vai pegar o Dadá na revista. Ele não gosta do Dadá. Falou ontem pro Cláudio. Porra, tá arrumando tudo pra ele… Eu fiquei puto porque ontem ele xingou o Dadá tudo pro Cláudio, entendeu? E você dando fita pra ele, entendeu? Então, o seguinte: você não fala mais do Dadá, porque a gente trabalha em conjunto. Entendeu? Então chega. [Diz a ele:] Então qualquer coisa agora você conversa com o Carlinhos. Fala assim, porra.

Jairo: Não, beleza, porra. Agora eu tô orientado dessa maneira. Eu não to sabendo q vocês tão tratando de outro assunto com ele, entendeu? Até ele me falou realmente que falou com o Cláudio uma época aí. Ele me falou: “Ah, falei com o Cláudio, o cara parece que é gente boa”. Eu falei: “Não, o cara é gente boa, tal, tal, tal, é um cara sério. Mas outras coisas eu não tô sabendo. Não tá chegando até a mim. Por exemplo, não tão falando comigo. Aí eu te digo o seguinte: eu te peço desculpa porque realmente eu errei, porque ele quando me pediu esse favor eu poderia realmente ter falado contigo, mas tem tanto tempo que a gente não senta e não conversa que pra mim você não tava nem falando com ele. Eu não tô sabendo dessa articulação.

Cachoeira: Olha, Jairo. É porque, assim mesmo, você tem que chegar perto de mim qualquer pedido dele. Cara, ele não vai fazer nada isolado. E outra coisa: com ele, daqui pra frente tem que ser na base da troca. Porque dessa forma tá te fortalecendo, fortalecendo o Dadá, fortalecendo eu, o Cláudio. Entendeu? Porque com ele, você sabe, ele não vai fazer nada procê. Ainda mais meter o pau no Dadá? Ah, vai pra puta que pariu, uai.

Jairo: Pô, eu não tava sabendo, cara. Eu não tava sabendo. Mesmo. Eu peço desculpa pra você, pro Cláudio. Não admito. Sempre quando ele vem falar do dadá eu não admito.. nunca admiti dele falar de Dadá ou de você. Nunca admiti. Não admito. Quando ele veio falar do Claudio eu só rasguei de elogio. Então aí realmente eu te peço desculpa, realmente eu errei. Eui deveria ter dfalado contigo realmente. Mas passei assim batido, sabe? Quando ele me chegou me abordou, me pediu, porra você travbalha aqui na ´parea você me conhece. conheço, tal. Não eu falei com eles, tal. Então tem como você ver isso pra mim? Eu falei: tem. Aí eu peguei esse negócio tão rápido. Ainda comentei com Dadá: pô o cara me peiu um negócio assim, assim, eu vou ajudar esse filho da puta porque tem q ficar perto dele, pra saber algumas coisas que ele anda me falando ai sobre o que interessa à gente. Mas passei assim batido, entendeu?

Cachoeira: Pois é. Mas ele não vai soltar nunca nada pra você, o Jairo. Eu conheço o Policarpo, você conhece também. O Policarpo é o seguinte, ele pensa que todo mundo é malandro. E o seguinte, ele pensa que você e o Dadá trabalham pra ele, rapaz. Você sabe disso. Eu já cansei de falar isso pro Policarpo: ‘Policarpo, põe um negócio na sua cabeça, o Jairo e o Dadá não trabalham pra você. A gente trabalha no grupo. Então se tiver algum problema, você tem que falar comigo´. Já discuti com ele, você sabe disso, já presenciou eu falando com ele. Ele pensa que o Dadá, devido àqueles problemas que o Dadá teve, tinha de passar por ele sempre. Vai tomar no rabo. Nunca fez nada pra gente, rapaz. Que que esse cara já fez?

Jairo: É, não, isso é verdade aí. Aí eu te peço desculpa cara, mas nunca foi negócio de trabalhar contra vocês, trabalhar contra o grupo, estar passando a perna em vocês e admitir que ele fale mal do Dadá. Isso aí nunca, nunca. Falo na frente dele. Nunca. Sempre falei, ´O, lá é meu parceiro, tal´ Os caras, sempre… Em lugar nenhum eu menti que sou amigo do Dadá, em lugar nenhum eu menti que sou teu amigo, entendeu? Não é falando não, mas porra hoje eu tenho até restrição na minha ficha devido a reportagem de Globo lá, que consta na minha ficha que eu disse que sou seu amigo. E quem me pergunta, eu falo. Então às vezes a gente erra aí, mas não é errando querendo sacanear não, é errando às vezes sendo burro realmente como você falou. Sendo burro.

Cachoeira: Não. Tá tudo tranquilo. Agora, vamos trabalhar em conjunto porque só entre nós, esse estouro aí que aconteceu foi a gente. Foi a gente. Quer dizer: mais um. O Jairo, conta quantos foram. Limpando esse Brasil, rapaz, fazendo um bem do caralho pro Brasil, essa corrupção aí. Quantos já foram, rapaz. E tudo via Policarpo. Agora, o cara vai pensar que o Dadá trabalha para ele? Porque o Dadá não fez o que ele queria ele tem o direito de ficar chateado com o Dadá, rapaz? Um dia ele chegou perto de mim e falou assim: ‘Não, o Jairo eu gosto, mas aquele rapaz eu não gosto dele não. Aquilo é um malandro’. Vai tomar no cu. Ninguém trabalha para ele não, rapaz.

Jairo: E nós não estamos aqui para ele gostar da gente ou desgostar. A gente tem uns objetivos que às vezes infelizmente tem que passar por ele. Mas não tem nada de ele gostar ou deixar de gostar. Mas realmente eu nunca admiti que ele falasse mal do Dadá na minha frente não, nunca aceitei. E eu não tava sabendo dessa situação toda que você me colocou agora, entendeu, de ele ter metido o pau no Dadá pro Claudio. Aí é sacanagem dele, entendeu? Aí mais uma vez eu peço desculpa aí, Carlinhos. Desculpa mesmo. Jamais eu tive a intenção de sacanear nada, de sacanear ninguém. Pelo contrário, entendeu?

Cláudio: Não, porque se fosse com você, ô Jairo, eu tomaria as mesmas dores. Agora, não é bom você falar isso com o Policarpo não, sabe. É só afastar dele, sabe? Você tem que afastar dele e a barriga dele doer, sabe? É isso que nós temos de fazer. Tem que ter a troca, ô Jairo. Nunca cobramos a troca.

Jairo: Isso é verdade. De antemão ele está atrás de uma outra situação aí que veio me perguntar. Ou eu afasto dele ou se eu conseguir, aí eu te passo aí, tá? Mas, de antemão eu vou me afastar.

Cachoeira: E fala pra ele, Jairo, na hora que ele falar com você: ´O Policarpo, não vou ajudar mais não, sabe por que? Eu fiquei chateado aí, o Dadá está chateado com você porque você anda falando mal dele. O problema é que eu não trabalho para você, cara, eu não fico indo atrás das coisas para trabalhar pra você. Eu ganho algum centavo seu, Policarpo? Não ganho. Então o seguinte, na hora que eu pedi alguma coisa pra você, você nunca pode fazer. Você nunca faz, você corre. Então você tem que pôr isso na sua cabeça. Quantas matérias nós já te demos, o grupo já te deu? Quantas? E você nunca fez nada em troca, cara.

Jairo: Não. Beleza, beleza. A partir de agora eu vou me afastar dele. Apesar de ele ter um negócio aí de um retorno aí já antes dessa situação que você tá me colocando. Mas se eu colocar a mão nesse negócio, aí eu vou te entregar aí e tu decide o que faz aí.

Cachoeira: Certamente, rapaz. Nós temos de ter jornalista na mão, ô Jairo. Nós temos que ter jornalista. O Policarpo nunca vai ser nosso. A gente vai estar sempre trabalhando para ele e ele nunca traz um negócio. Entendeu? Por exemplo, eu quero que ele faça uma reportagem de um cara que está matando a pau aqui, eu quero que eles façam uma reportagem da educação, sabe, um puta de um projeto de educação aqui. Pra você ver: ontem ele falou para mim que vai fazer a reportagem, mas acabando esse trem ai, ele pega e esquece de novo. Quer dizer, não tem o troco sabe.

Jairo: É, não tem não, não tem não. Ele não tem mesmo não. Ele é f…

Cachoeira: Não, não (Glória a Deus – ?) Então tá, um abraço, Jairo.

Jairo: Falou, meu irmão, Desculpa aí, tá?

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42 comentários

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“Veja” perde até eleição pra DCE da USP – Escrevinhador

02 de abril de 2012 às 15h31

[…] O Rovai resumiu bem a história: o blogueiro da “Veja” ainda é jovem (deve estar só com uns 50 anos, portanto na idade ideal pra envolver-se em campanhas estudantis!), tem tempo ainda para aprender com a derrota. E o Rovai concluiu: não sei o que é pior pra “Veja” – perder a eleição para o DCE da USP ou ver o que está acontecendo com a dupla Demóstenes Torres e Policarpo Jr.  […]

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Renato M

01 de abril de 2012 às 22h22

Infelizmente o Fábio tem razão. "Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão…". Talvez fique um ou outro, mas com certeza, poucos… pouquíssimos. Infelizmente, está cheio de políticos que se dizem de esquerda praticando o nepotismo e se locupletando do dinheiro público. É desanimador. Pobre Dilma em meio a esta legião de canalhas, inclusive, muitos do seu partido.

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Julio Silveira

01 de abril de 2012 às 21h17

Esse é mais um momento histórico para o Brasil. Outros já passaram, com a arquitetura social criminosa da alta esfera prevalecendo. Espero que as pessoas que foram honradas pelos cidadãos com a distinção para governarem o País não permitam-se covardes diante dos artificios que possam ser criados no encaminhamento de uma justiça isonomica e exemplar.

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Fabio_Passos

01 de abril de 2012 às 21h03

Não me surpreende a sociedade entre civita e cachoeira.
O que surpreende é saber que ainda há imbecis que leem a revista veja.

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pperez

01 de abril de 2012 às 20h05

Caraca!
Um senador,Uma revista semanal e um bicheiro vem fazendo uma tremenda ( e asquerosa) conspiração republicana que atinge o executivo,legislativo e judiciario e o governo vai continuar na pose de cachorro que caiu do caminhão de mudança?
É de doer!

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    Marat

    01 de abril de 2012 às 20h39

    Realmente, amigo, tivéssemos uma Cristina por aqui, os animais da veja e de outros animais do PIG não ladrariam tão alto!

Marat

01 de abril de 2012 às 19h17

Parafraseando o ilustrissimo Horridus Bendegó: Infeliz do povo que acredita numa impren$a financiada pelos EEUU e por poderosos bandidos locais, travestidos de ministros do STF, senadores, deputados, governadores, prefeitos etc…

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FrancoAtirador

01 de abril de 2012 às 18h50

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VEJA E O MISTÉRIO RENOVADO DO SANTO SUDÁRIO

<img src="http://2.bp.blogspot.com/-vZxa24Hl_eY/T3cbHAxTIRI/AAAAAAAAG60/bv29gNd192U/s400/carta_capital_epoca_veja_demostenes.jpg"&gt;

Reinaldo Azevedo e a capa da Veja 'entregam' Policarpo

Por Zé Augusto, em Os Amigos do Presidente Lula

Na semana em que a revista Carta Capital aprofunda na reportagem investigativa indo muito além do senador Demóstenes Torres e entranhando no governo de Marconi Perillo, e quando até a revista Época, da Globo, colocou o Demóstenes na capa, a Veja foge da reportagem da semana e apela para o manto sagrado de Cristo …

Mas o pior é o blogueiro Reinaldo Azevedo tentando defender o colega Policarpo Júnior e complicando mais ainda a situação.

Em vez de revelar um único diálogo, entre os cerca de 200 entre Policarpo e Cachoeira, Azevedo pinçou uma edição do diálogo onde o bicheiro manda o araponga subalterno Jairo Martins parar de "aceitar trabalhos encomendados" diretamente por Policarpo, sem passar por Cachoeira, inclusive dizendo "… o Policarpo nunca vai ser nosso… afaste-se dele…".

Ora, o diálogo indica que Policarpo ocuparia uma posição hierárquica superior dentro da pirâmide de relacionamentos de Cachoeira, e o bicheiro estaria "proibindo" Jairo, seu subordinado, de agir como se fosse subordinado de Policarpo, porque senão quebra a cadeia de comando de Cachoeira, e ele não poderia fazer o toma-lá-dá-cá com Policarpo.

E desde quando elogio "eloquente" (que não existe de fato no diálogo) de Carlinhos Cachoeira é atestado de idoneidade, como sugere Azevedo? Cachoeira também elogiava Demóstenes, e como elogiava!

Outra curiosidade… Quando se diz que um médico não faz favor pra ninguém, entende-se que o médico cobra por tudo o que faz! Então quando Cachoeira diz que um jornalista não faz favor para ninguém… logo… e Azevedo ainda acha que isso é uma boa peça de defesa.

E quem acredita que seja uma coisa positiva Carlinhos Cachoeira dizer que "os grandes furos do Policarpo fomos nós que demos", quando o bicheiro está sendo acusado de espionar para supostamente chantagear (inclusive publicando seletivamente denúncias através da imprensa), para obter vantagens financeiras nos negócios e proteção política?

E o escárnio de Cachoeira falar em estar "limpando o Brasil da corrupção" (ao passar arapongagens para Policarpo)? Logo quem! Aquele que aparece nos autos corrompendo senadores, policiais, deputados, altas autoridades do governo de Goiás, e, ao que tudo indica, jornalistas.

O diálogo completo está publicado aqui no Nassif, onde o contexto de chamar Policarpo de "foda" não é bem um elogio, e a íntegra do diálogo confirma o jogo do toma-lá-dá-cá entre a revista e a organização criminosa.

Só o desespero explica essa "defesa" forçada de Reinaldo Azevedo.

Nem precisa desenhar para entender que se Policarpo fosse "foda" como Reinaldo Azevedo tenta engambelar seus leitores, Carlinhos Cachoeira seria a reportagem da capa, daquelas de ganhar prêmio Esso, tamanha a intimidade e confidências do editor-chefe com a organização criminosa. Bastava abrir o bico sobre o que sabe e está escondendo do leitor, mas… todo mundo tem o direito de ficar em silêncio para não se incriminar.

Não custa lembrar também a nota do portal 247: Veja defende "empresário" Cachoeira desde 2004
(http://www.brasil247.com/pt/247/poder/50984/Veja-defende-empres%C3%A1rio-Cachoeira-desde-2004.htm)

Responder

angelo

01 de abril de 2012 às 18h07

http://www.cartacapital.com.br/politica/o-estranh

"Pelo Twitter, diversos usuários relataram que a edição da revista teria sido comprada em grandes lotes por indivíduos em carros sem placas…"

Parece piada.

Responder

    Marat

    01 de abril de 2012 às 21h04

    Rsrsrsrsrssrsrsrsrsrsrsrsrs – em pleno século XXI. Sensacional! Ainda dão dinheiro à Carta – rsrsrsrsrsrsrs, e eles nem imaginam que existem blogs, e-mails, páginas na internet etc – rsrsrsrsrrsrsrsrs – Cômico!!!!!

FrancoAtirador

01 de abril de 2012 às 18h02

Parte1
.
A PRODUTORA DE VÍDEOS CACHOEIRA/DEMÓSTENES/VEJA & CIA
.
.
Entrevista: ERNANI DE PAULA, EX-PREFEITO DE ANÁPOLIS

Por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada

As imagens em que um diretor dos Correios, Mauricio Marinho, guarda uma propina de R$ 3 mil – divulgadas na Veja e reproduzidas no jornal nacional – foram o início da crise política que resultou na queda do Chefe da Casa Civil do Governo Lula, José Dirceu.

O então presidente do PTB, Roberto Jefferson, que controlava os Correios, considerou que o Governo não o protegeu e ao partido de forma adequada, e deu uma entrevista à Folha (*) em que, pela primeira vez, usou a palavra “mensalão”, associada a Dirceu.

Quem mandou fazer a fita foi Carlinhos Cachoeira, para vingar [ou a pedido de] Demóstenes Torres.

Quem faz essa acusação é Ernani de Paula, ex-prefeito de Anápolis, que foi derrubado da Prefeitura numa operação de grampos desaparecidos, como os que parecem ter a marca de Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres.

Cachoeira foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

Ernani de Paula foi casado com uma suplente de Demóstenes.

Ela assumiria o lugar dele no Senado, se Demostenes saísse do PFL, entrasse no PMDB, e assumisse, como combinado, o cargo de Secretário Nacional de Justiça, uma espécie de vice-Ministro da Justiça.

Demóstenes não foi nomeado e acredita que Dirceu foi quem vetou o nome dele.

Este ansioso blogueiro entrevistou Ernani de Paula esta semana.

Ele fala deste vídeo e do outro, que deu início ao enfraquecimento de Dirceu:

aquele em que Valdomiro Diniz, então funcionário da Loteria do Rio, pede dinheiro a Cachoeira.

O vídeo [produzido em 2002] foi exibido dois anos depois [em 2004], quando Diniz trabalhava com Dirceu.

Ernani de Paula fala também de seu amigo de infância em Mogi das Cruzes, São Paulo, Valdemar da Costa Neto.

Valdemar era do PR, partido de José Alencar, candidato a vice de Lula.

Atingir Valdemar passou a ser um dos objetivos – segundo Ernani –, porque era uma forma de atingir Alencar, Lula e Dirceu, que particiou de reuniões com Valdemar, durante a campanha.

Eis os trechos principais dessa conversa do ansioso blogueiro com Ernani:

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/04/0

Responder

jose antonio batata

01 de abril de 2012 às 17h32

O escritor Theófilo Silva foi censurado pelo Blog dO Moreno da globo . com só porque citou o nome do Jornalista Policarpo Junior . Nos blog da GLOBO é proibido flar do Criiminoso e Jornalista Policarpo junior. A Globo esta defendendo os crimes da VEJA. Depois tem idiota que não acredita que o PIG exista.

Responder

    FrancoAtirador

    01 de abril de 2012 às 18h24

    .
    .
    É verdade !!!

    A auto-censura da mídia no caso Cachoeira

    Enviado por luisnassif, sex, 30/03/2012 – 21:16

    Por AlexRio

    Apenas como informação.

    A nota escrita pelo jornalista Théofilo Silva no blog da "Rádio do Moreno", constante no jornal O Globo de hoje, edição digital, foi retirada e censurada pelo próprio Moreno, a pedidos (ordem) do chefe de redação da publicação, "jornalista" Ascânio Seleme.

    Há ainda um lamentável e pernicioso pedido de desculpas pela nota – que relata a ligação do Policarpo com o bicheiro – feito pelo próprio Moreno, que dá toda a razão ao tal Ascânio, seu chefe e dono de seu emprego.

    Diz Moreno, na 'nota de desculpas', que jornalista não deve falar mal de jornalista. Acreditem se quiser.

    Por frederico-rio de janeiro

    Do blog do Moreno:

    THEÓFILO SILVA A Cachoeira do Carlinhos Corre um boato em Brasília que tem gente que "caiu na cachaça", na cidade, que está tomando porres – de Scotch Blue Label, claro – fazendo festa, comemorando.

    O motivo seria a desgraça do Catão de Goiás, o implacável caçador de corruptos, senador Demóstenes Torres. Eles estariam eufóricos, porque o homem que os apontou, quando da operação Caixa de Pandora, aquela que afastou todo o governo do Distrito Federal, está provando do mesmo remédio que lhes ministrou, e é agora vítima da Operação Monte Carlo da polícia federal.

    Os exultantes farristas seriam, entre muitos outros, o ex-governador de Brasília José Roberto Arruda e sua quadrilha. Desculpem, turma, aquela mesma que perdeu os cargos públicos e passou boas semanas no Presídio da Papuda – belo nome para um presídio. Dizem que tem corrupto chorando de emoção, abraçando a família, mandando rezar missas, pagando promessas, até soltando fogos, por se sentir vingado, vendo o colega de partido, que não teve condescendência com eles, ser acusado de crimes mais graves do que o deles.

    "Nada como um dia atrás do outro", estão dizendo os ex-deputados expulsos do DEM pela pronta ação de Demóstenes na executiva do Partido. Vemos que nem toda desgraça produz somente dor. A euforia das vítimas do Savonarola do Senado é uma prova de que a vingança é mesmo um prato servido frio!

    Em sua cruzada ética pelo país, qualquer homem público acusado pela imprensa, polícia, promotoria, tinha em Demóstenes, o senador promotor, um rápido julgamento. Vamos esquecer Demóstenes um pouco, e falar do seu querido amigo e professor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Shakespeare diz em uma de suas peças que: "O dinheiro é o melhor soldado, quando ele vai à frente todas as portas se abrem!". Cachoeira seguia essa premissa, pois saiu derramando dinheiro pra tudo quanto é lado.

    Será que o apelido Cachoeira é porque ele faz o dinheiro jorrar facilmente para as mãos de seus amigos: Demóstenes, Valdomiro, Leréia e outros? O Jornal Nacional mostrou um vídeo em que Cachoeira comenta que despejou três milhões de reais nos baldes do senador. E é só o começo, a polícia federal calcula que o montante chega a cinquenta milhões de reais!

    Cachoeira conseguiu derramar seu dinheiro na Secretaria de Segurança Pública de Goiás, onde teria mais de 250 pessoas nomeadas, e outros servidores públicos trabalhando para ele, dentro da polícia federal, ministério público, poder judiciário, e por aí vai. Vários deles estão presos. Como água, que entra em todo canto, Cachoeira espalhou-se por dentro do Estado, minando as instituições públicas. Para acumular esse dinheiro, e comprar essas autoridades todas, Cachoeira explorava os jogos caça-níqueis por todo o estado de Goiás e entorno de Brasília. Para isso, contava com apoio do senador mais respeitado da República, o procurador de justiça Demóstenes Torres.

    O fato é que, a Cachoeira do Carlinhos inundou o Estado, derramando dinheiro sobre todos aqueles que facilitavam seus crimes. Sem concorrentes, controlando um negócio ilícito, de lucro fácil, o contraventor podia comprar qualquer um. Um dos outros envolvidos por Cachoeira estaria o poderoso editor da revista Veja, Policarpo Júnior, que falou com Cachoeira mais de duzentas vezes por telefone.

    Se você compra a imprensa e as autoridades públicas, o que mais falta para ser o dono do Estado? O grande problema do Cachoeira é que, numa Cachoeira quanto mais água ela jorra, mais incontrolável ela fica, então, do mesmo jeito que ela pode banhar os seres que vivem em torno dela, também pode afogá-los. De certa forma, foi isso que aconteceu com essa turma toda, a Cachoeira que os engordou, acabou por afogá-los!

    Tem tanta gente afogada nessa história, que ainda não deu tempo de ver os corpos! Eles vão começar a aparecer agora! Demóstenes é o primeiro deles.

    Theófilo Silva é articulista colaborador da Rádio do Moreno.

    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-auto-c

    Marat

    01 de abril de 2012 às 21h02

    A auto-censura do PIG é quase tão natural quanto o nascer do sol. Todo mundo sabe que os pigueanos adoram uma pilantragem!

    H. Back™

    06 de abril de 2012 às 17h43

    " (…) controlando um negócio ilícito, de lucro fácil, o contraventor podia comprar qualquer um.(…)"
    Contraventor??? Será que já mudaram o significado de MAFIOSO???

FrancoAtirador

01 de abril de 2012 às 17h23

.
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"Porque os grande furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz."

(EuNãoSabia)
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Responder

    Marat

    01 de abril de 2012 às 21h05

    Eunãosabia – rsrsrsrsrsrsrsrsrs – essa é a veja (veja?), mas como veja, se eles estão de olhos vendados e odeiam a verdade?

Santiago

01 de abril de 2012 às 17h14

Então, o Cachoeira estava dando um aviso pro Jairo, nada de tratar direto com o Policarpo, porque quem manda no esquema é ele, Cachoeira. E é óbvio que o Policarpo não faz favor pra ninguém, é toma lá dá cá. E quem toma e dá é o Cachoeira, que fique bem claro pro Jairo, pro Dadá ou quem quer que seja.
E para deixar claro como funciona o esquema sem levantar suspeitas:

"Cachoeira: Certamente, rapaz. Nós temos de ter jornalista na mão, ô Jairo. Nós temos que ter jornalista. O Policarpo nunca vai ser nosso. A gente vai estar sempre trabalhando para ele e ele nunca traz um negócio. Entendeu? Por exemplo, eu quero que ele faça uma reportagem de um cara que está matando a pau aqui, eu quero que eles façam uma reportagem da educação, sabe, um puta de um projeto de educação aqui. Pra você ver: ontem ele falou para mim que vai fazer a reportagem, mas acabando esse trem ai, ele pega e esquece de novo. Quer dizer, não tem o troco sabe".

Afinal, não chamam de crime organizado por acaso.

Responder

    juniormorini

    13 de abril de 2012 às 14h54

    Pois é o Jairo quis ser experto e não resistiu a tentação (propina) do policarpo para entregar o "colega" Dadá, ou a ganância não deixou ver que entregar o Dadá ia dar uma baita encrenca.
    Daí o o "Dr." não gostou nada, afinal o jornalista é confiante que a cortina de fumaça dos Civita o protege de qualquer respingo, podendo entregar os próprios "colegas do submundo".
    O "Dr." também tem ciência que o Policarpo sabendo demais poderia deixá-lo atado, tendo que se sujeitar aos caprichos dos Civita. Isso leva a um pensamento, será mesmo que podemos creditar todo o comando e a responsabilidade ao Cachoeira?

Gustavo Pamplona

01 de abril de 2012 às 16h56

Ok… vou abrir os olhos do pessoal novamente… já que digamos… eu sempre exponho a realidade… pena que alguns de vocês aqui infelizmente não conseguem enxergá-la muito bem.

Vocês estão perdendo tempo com isto.. bom… eu tinha contado outro dia que o PORCO agora está jogando o Mr. Demosthenes Towers aos leões para salvar o Serra e também os negócios excusos da ultra-odiada revista Veja

Ou em outras palavras… vocês estão já chutando um "cachorro morto" faz tempo… eu explico:

Daqui a umas duas semanas no máximo o Mr. Demosthenes estará totalmente fora da vida pública… afinal de contas… quando o PORCO denuncia um deles para supostamente mostrar "isenção" significa que querem extirpá-lo o mais rapidamente possível.

Ainal… o mais impotante de tudo é primeiramente salvar os negócios e em seguida salvar os aliados notoriamente o queridinho e ultra-protegido José Serra. Mas vamos ao que realmente interessa?

Eu pergunto: Vocês estão preparados para serem derrotados em São Paulo novamente?

Afinal… vocês estão perdendo tempo com um cachorro morto… e eu pergunto novamente: Vocês acham que o Lula consegue eleger o poste dele (o tal do Fernando Haddad) para prefeito de São Paulo?

Queridos… o PORCO fará o possível para evitar isto… é a realidade!

E mais uma: E a CPI da Privataria? Sai ou não sai?

—-
Desde Jun/2007 expondo a realidade e chutando senadores 'cachorros mortos' no "Vi o Mundo"! ;-)
Fundador do PORCO – Partido de Oligarcas Representantes de Capitalistas Opressores (PIG)

Nota: Me recuso a usar o termo PIG em meus comentários.. é americanizado demais… prefiro meu abrasileirado PORCO! =D

Responder

    Rafael

    01 de abril de 2012 às 19h26

    Primeira vez que leio um comentário bom desse Gustavo.

    Marat

    01 de abril de 2012 às 21h01

    Rafael, o Gustavo muitas vezes escreve coisas boas. Ele é boa gente, apesar de quase sempre indicar pensar diferente de nós!

    Amanda Martins

    02 de abril de 2012 às 22h47

    Caro Pamplona, concordo inteiramente contigo no que diz respeito ao "cachorro morto"; por outro lado, parece-me que o debate tomou outro rumo – o foco do artigo parece ser, a meus olhos, desvendar as relações da Abril com esta máfia. Abre-se, assim, uma possibilidade de descredibilizar a própria Veja. Caso avancemos neste aspecto, poder-se-ia fragilizar um dos principais veículos de propaganda de Serra nas eleições paulistas. A Abril nao é um cachorro morto (ainda). Parece-me, entretanto, que estas relações ainda nao estão claras, e Roberto Civita não foi citado neste trecho da gravação da conversa entre Cachoeira e Jairo. Abraços!

Horridus Bendegó

01 de abril de 2012 às 14h58

Resta provado o conluio da imprensa opositora com o crime organizado para ter sua parte no butim do espoliado estado brasileiro.

Infeliz do povo que não se resolve com uma Revolução de verdade!

Responder

Eduardo Guimarães

01 de abril de 2012 às 14h52

Para explicar as 200 ligações de Policarpo para Cachoeira, Esgoto da Veja diz que "todo jornalista" falava com o bicheiro. E o Azenha e a Conceição, hein, nem me contaram que tinham linha direta com o cara. Sacanagem.

Responder

    Conceição Lemes

    01 de abril de 2012 às 15h00

    Edu, vc descobriu tudo?! E agora, o que Azenha e eu faremos, rsrsr? Esse pessoal é muito cara de pau. Não têm limites para sofismar, mentir. abs

    Eduardo Guimarães

    01 de abril de 2012 às 15h24

    Conceição, você e o Azenha também têm celulares Nextel? hehehe

Marat

01 de abril de 2012 às 14h18

Por que será que a Veja se botrrou todinha e colocou a Dilma, em cores, em sua capa?

Responder

Luis Fernando

01 de abril de 2012 às 14h13

Os mesmos jovens que picharam as casas dos toruradores do regime militar, deveriam se organizar e e iniciar uma manifestação em frente à veja, pichar seus muros de Corruptos e conscientizar a sociedade sobre o mal que essa revista faz para a democracia em nosso país.
Se o governo tem medo desses pseudo-jornalistas, pilantras e bandidos do jornalismo, que a sociedade civil se una e faça alguma coisa.

Responder

    Marat

    01 de abril de 2012 às 20h37

    Na verdade, Luís, não precisa ser jovem não. Todos temos o dever moral de fazermos isso na fachada da nefanda e infame "revista" do Tio Sam!

Emília

01 de abril de 2012 às 13h50

Infelizmente, as instituições brasileiras, em geral, são de fachada, todas elas. Servem apenas pra tentar enganar o povo com conversa mole. A mídia, OAB, MP, TJ STJ,STF, Executivo, Legislativo, Procuradorias, SIndicatos, Associações, ONGs, Conselhos, Corporações e tantas outras entidades que visam apenas seus próprios interesses, e não da sociedade como um todo. Assim também agem as organizações criminosas.
Então, a quem devemos culpar pela pouca vergonha no cenário político brasileiro? Talvez sejamos nós, o povo que passamos os dias e as noites ligados numa telinha que nos deixam alienados.

Responder

Fabio

01 de abril de 2012 às 12h23

Vai acabar tudo em Pizza, cade a Privataria, cade a CPI, cade a reforma do Judiciario, cade o Procurador da Republica, cade o PT,cade o Paulo Lacerda o Demóstenes (que só foi eleito por causa do Tiririca) estão todos de mãos dadas, esperando as coisas se acalmarem para continuar roubando.
Brasil o pais de faz de conta.

Responder

Ivonete

01 de abril de 2012 às 12h18

É preciso que as instituição punan esses bandidos antes que sua polititica transforme o Brasil numa replublicaca.

Responder

FrancoAtirador

01 de abril de 2012 às 11h59

.
.
Por que a Veja não publica os 200 grampos telefônicos

dos nobres diálogos do Policarpo Jr. com o Cachoeira ?
.
.

Responder

    Marat

    01 de abril de 2012 às 19h20

    Franco, os caras são mentirosos, pilantras, malandros, embusteiros, falsificadores, venais etc… burros não são!

Eduardo Guimarães

01 de abril de 2012 às 11h48

Pessoal, o Civita tem que demitir quem fez essa matéria. É suicida. http://www.blogcidadania.com.br/2012/04/veja-aleg

Responder

    Marat

    01 de abril de 2012 às 19h19

    Incrível como a veja mata suas próprias capas – rsrsrsrsrs – Grande Edu!

Leider_Lincoln

01 de abril de 2012 às 11h37

Já deu aquela saudadezinha dos trolls… Queria tanto discutir com eles a "liberdade de imprensa"!

Responder

    Marat

    01 de abril de 2012 às 19h18

    rsrsrsrsrsrs – Graaaaaaaaaaaaaaaaaaande Leider!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Arlene

01 de abril de 2012 às 11h30

É por essa e outras que somos uma eterna republiqueta! Estou cheia de tanta covardia, conivência e na sua essência nada muda nesse paísito de 10ª. Por que para a “massa cheirosa” o POVO só serve para votar e para se FFFF……!!!!!

Responder

    Emília

    01 de abril de 2012 às 17h21

    Então, Arlene, está mais do que na hora do povo para de tomar ,, ,,


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