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IstoÉ: 20 milhões de euros na conta master do propinoduto tucano
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IstoÉ: 20 milhões de euros na conta master do propinoduto tucano


24/08/2013 - 11h35

Robson Marinho: tudo começou com ele?

A conta secreta do propinoduto

Documentos vindos da Suíça revelam que conta conhecida como “Marília”, aberta no Multi Commercial Bank, em Genebra, movimentou somas milionárias para subornar homens públicos e conseguir vantagens para as empresas Siemens e Alstom nos governos do PS

Claudio Dantas Sequeira e Pedro Marcondes de Moura, na IstoÉ

Na edição da semana passada, ISTOÉ revelou quem eram as autoridades e os servidores públicos que participaram do esquema de cartel do Metrô em São Paulo, distribuíram a propina e desviaram recursos para campanhas tucanas, como operavam e quais eram suas relações com os políticos do PSDB paulista.

Agora, com base numa pilha de documentos que o Ministério da Justiça recebeu das autoridades suíças com informações financeiras e quebras de sigilo bancário, já é possível saber detalhes do que os investigadores avaliam ser uma das principais contas usadas para abastecer o propinoduto tucano.

De acordo com a documentação obtida com exclusividade por ISTOÉ, a até agora desconhecida “conta Marília”, aberta no Multi Commercial Bank, hoje Leumi Private Bank AG, sob o número 18.626, movimentou apenas entre 1998 e 2002 mais de 20 milhões de euros, o equivalente a R$ 64 milhões. O dinheiro é originário de um complexo circuito financeiro que envolve offshores, gestores de investimento e lobistas.

Uma análise preliminar da movimentação da “conta Marília” indica que Alstom e Siemens partilharam do mesmo esquema de suborno para conseguir contratos bilionários com sucessivos governos tucanos em São Paulo. Segundo fontes do Ministério Público, entre os beneficiários do dinheiro da conta secreta está Robson Marinho, o conselheiro do Tribunal de Contas que foi homem da estrita confiança e coordenador de campanha do ex-governador tucano Mário Covas.

Da “Marília” também saíram recursos para contas das empresas de Arthur Teixeira e José Geraldo Villas Boas, lobistas que serviam de intermediários para a propina paga aos tucanos pelas multinacionais francesa e alemã.

O lobista Arthur Teixeira personifica o elo entre os esquemas Alstom e Siemens. Como ISTOÉ já revelou numa série de reportagens recentes, com base nas investigações em curso, Teixeira e seu irmão Sérgio (já falecido) foram responsáveis por abrir as empresas Procint e Constech, além das offshores Leraway Consulting e Gantown Consulting, no Uruguai, com o único objetivo de servir de ponte ao pagamento de comissões a servidores públicos e a políticos do PSDB.

Teixeira tinha acesso privilegiado ao secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e ao diretor de Operação e Manutenção da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), José Luiz Lavorente, o encarregado da distribuição em mãos da propina.

Até 2003 conhecido como Multi Commercial Bank, depois Safdié e, a partir de 2012, Leumi Private Bank AG, a instituição bancária tem um histórico de parcerias com governos tucanos.

Em investigações anteriores, o MP já havia descoberto uma outra conta bancária nesse banco em nome de Villas Boas e de Jorge Fagali Neto, ex-secretário de Transportes Metropolitanos de SP (1994, gestão de Luiz Antônio Fleury Filho) e ex-diretor dos Correios (1997) e de projetos de ensino superior do Ministério da Educação (2000 a 2003) na gestão Fernando Henrique Cardoso.

Apesar de estar fora da administração paulista numa das épocas do pagamento de propina, Fagali manteria, segundo a Polícia Federal, ascendência e contatos no governo paulista.

Por isso, foi indiciado pela PF sob acusação de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Fagali Neto também é irmão de José Jorge Fagali, que presidiu o Metrô na gestão de José Serra. José Jorge é acusado pelo MP e pelo Tribunal de Contas Estadual de fraudar licitações e assinar contratos superfaturados à frente do Metrô.

Para os investigadores, a “conta Marília” funcionaria como uma espécie de “conta master”, usada para gerenciar recursos de outras que, por sua vez, abasteceram empresas e fundações de fachada, como Hexagon Technical Company, Woler Consultants, Andros Management, Janus, Taltos, Splendore Associados, além da já conhecida MCA Uruguay e das fundações Lenobrig, Nilton e Andros.

O MP chegou a pedir, sem sucesso, às autoridades suíças e francesas o arresto de bens e o bloqueio das contas das pessoas físicas e jurídicas citadas. Os pedidos de bloqueio foram reiterados pelo DRCI, mas não foram atendidos. Os investigados recorreram ao STJ para evitar ações similares no Brasil.

O MP já havia revelado a existência das contas Orange (Laranja) Internacional, operada pelo MTB Bank de Nova York, e Kisser (Beijoqueiro) Investment, no banco Audi de Luxemburgo. Ou seja, “Marília” é mais um nome próprio no dicionário da corrupção tucana. Sabe-se ainda que o cartel operado pelas empresas Siemens e Alstom, em companhia de empreiteiras e consultorias, usava e-mails cifrados (leia quadro).

Os novos dados obtidos pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI) do Ministério da Justiça dão combustível para o aprofundamento das investigações no Brasil.

Além do processo administrativo aberto pelo Cade sobre denúncia de formação de cartel nas licitações de São Paulo e do Distrito Federal, outras duas ações sigilosas, uma na 6ª Vara Federal Criminal e outra na 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, apuram crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa.

Além de altos funcionários do Metrô, como os já citados Lavorente e Fagali, as investigações apuram a participação do ex-secretário de Energia e vereador Andrea Matarazzo, em razão de contratos celebrados entre a Companhia de Energia de São Paulo (CESPE) e a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica S.A. (EPTE).

Na documentação encaminhada pelo DRCI ao MP de São Paulo, a pedido do promotor Silvio Marques, também constam novos dados bancários de vários executivos franceses, alemães e brasileiros que tiveram algum tipo de participação no esquema de propinas.

São eles os franceses Michel Louis Mignot, Yves Barbier de La Serre, André Raymond Louis Botto, Patrick Ernest Morancy, Jean Pierre Antoine Courtadon e Jean Marcel Jackie Lannelongue e os brasileiros José Amaro Pinto Ramos, Sabino Indelicato e Luci Lopes Indelicato, além do alemão Oskar Holenwger, que operou em toda a América Latina.

Na Venezuela, Holenwger é citado junto a Mignot, La Serre, Morancy e Botto em investigação sobre lavagem de dinheiro, apropriação indébita qualificada, falsificação de documentos e suposta corrupção de funcionários públicos do setor de energia.

O apoio das autoridades de França e Suíça às investigações brasileiras não tem sido tão fácil, e a cooperação é mais recente do que se pensava. O Ministério da Justiça chegou a pedir o compartilhamento de informações ainda em 2008 – auge da investigação da Siemens e da Alstom. Mas não foi atendido.

Os franceses lembraram que, nos termos do acordo bilateral, a cooperação só pode se desenrolar por via judicial. Dessa forma, foi necessário notificar o Ministério Público Federal para que oficiasse junto à 6ª Vara Criminal Federal e à 13ª Vara da Fazenda Pública. O compartilhamento só foi efetivado em dezembro de 2010.

A Suíça, ainda em março de 2010, solicitou a cooperação brasileira na apuração das denúncias lá, uma vez que parte do dinheiro envolvido nas transações criminosas teria sido depositada em bancos suíços.

Os primeiros dados, relativos à empresa MCA e ao Banco Audi de Luxemburgo, chegaram ao Brasil em julho de 2011. Foram solicitadas ainda oitivas com determinadas testemunhas, o que foi encaminhado ao MPF em São Paulo e à Procuradoria Geral da República (PGR).

Paralelamente, a Polícia Federal abriu o inquérito nº 0006881-06.2010.403.6181, mas só no último dia 25 de julho o procurador suíço enviou às autoridades os dados bancários solicitados, por meio de uma decisão denominada “conclusive decrees”, proferida em 14 e 24 de junho.

Foi com base nisso que a Suíça já bloqueou cerca de 7,5 milhões de euros que estavam na conta conjunta de Fagali e Villas Boas, no Safdié. Tratou-se de uma decisão unilateral suíça e a cifra não é oficial – foi fornecida ao Ministério da Justiça por fonte informal. A Suíça só permite o uso dos dados enviados em procedimentos criminais.

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34 comentários

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26 de agosto de 2013 às 10h51

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NY

26 de agosto de 2013 às 10h07

Precisamos também abrir o CADE, POIS ESSE ÓRGÃO DEVE TER ALGUM TUCANO INFILTRADO.

Responder

NY

26 de agosto de 2013 às 10h06

Isso se sabe desde o caso Banestado. E há muito foi denunciado aos jornais do PIG. Mas não deram bola.

E a Interpol, só encontra inimilgos.

Responder

Eduardo

25 de agosto de 2013 às 17h20

Essa é boa: Nem toda Marília é do Dirceu! rsrsrsrsrsrsrsr

Responder

francisco niterói

25 de agosto de 2013 às 14h47 Responder

carlos

25 de agosto de 2013 às 11h53

Olha que quando se falava de a privataria tucana todo mundo achava que seu autor ou seja ; Amaury R, Jr. estaria blefando, aliás acho que está sendo processado pelas verdades que mostrou, eu fico me questionando agora, com esse porrilhão de documentos, o que é que o presidente do STF, qual a decisão que ele vai tomar, segundo ele, age em nome da sociedade brasileira, agora eu quero confirmar de que lado ele está se é do lado da sociedade, ou do lado da mafia napolitana no Brasil.

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Luís CPPrudente

25 de agosto de 2013 às 11h11

Esse pessoal do PSDB criou um reino encantado em São Paulo, onde o dinheiro público some misteriosamente e reaparece limpinho, limpinho através da ações entre amigos do PSDB.

Um dos trabalhadores da lavanderia PSDB é esse Robson Marinho.

Mas o reino encantado do PSDB vai ruir.

Responder

Eme Gomez

24 de agosto de 2013 às 23h53

Olha a cara daquele vaqabundo da esquerda olhando pro corrupto do picareta que esta falando… tudo do mesmo partido e o bandido do governador no meio… esse canalha com cara de “ernesto”… vai tomar no cúúúúú

Responder

Eme Gomez

24 de agosto de 2013 às 23h49

Bandidos, vagabundos, larápios… o maior safo está no meio da fato: pilantra!!!

Responder

anac

24 de agosto de 2013 às 21h39

No Brasil uns continuam sendo mais iguais que outros. Punição apenas para os quatro ps: p…, pobre, preto e petista. Nada mudou. E não se engane o coxinha, ele não esta incólume a injustiça que aprisiona ladrão de galinha. Apenas os 1% têm garantia de impunidade.

Responder

anderson

24 de agosto de 2013 às 21h20

minas gerais e a farsa dos tucanos:
http://www.novojornal.com/politica/noticia/choque-de-gestao-a-caminho-da-indigestao-23-08-2013.html
Choque de gestão a caminho da indigestão
“O Estado de S. Paulo”: Governo de Minas distorce estatísticas ao promover “choque de gestão” tucano
De acordo com jornal “Estado de S. Paulo”, em sua edição de 10 de junho, “o governo de Minas Gerais distorce estatísticas de segurança pública, mortalidade infantil e educação ao fazer propaganda do chamado “choque de gestão”, a reforma administrativa promovida na última década pelo ex-governador Aécio Neves e por seu sucessor, Antonio Anastasia, ambos do PSDB.

Implantado em 2003, o choque de gestão é, segundo o governo mineiro, “uma metodologia de administração pública para reduzir custos e ampliar resultados”. Seus pontos centrais são o enxugamento da estrutura administrativa, a adoção de metas pelas secretarias e a bonificação de servidores segundo os resultados alcançados”, afirma.

Revela a reportagem de “O Estadão” que “Anastasia criou um site para promover a principal vitrine do PSDB de Minas (choquedegestao.mg.gov.br), no qual fica evidente a preocupação de mostrar que seus efeitos não são meramente burocráticos, mas se refletem no cotidiano dos eleitores, em áreas como educação, saúde e até desemprego. Há quatro gráficos sobre os supostos efeitos do choque – em dois deles, os resultados estão artificialmente ampliados.

A maior distorção ocorre nos dados sobre segurança pública. Um gráfico com a taxa de homicídios por 100 mil habitantes mostra que, de 2004 a 2010, houve aumento de 1,4% nas mortes no Brasil e redução de 18% em Minas. Mas o governo tucano não começou em 2004, o ponto inicial da série histórica do gráfico. O choque de gestão foi aplicado em 2003 e, portanto, seus efeitos tem de ser medidos em relação ao ano anterior – o último do mandato de Itamar Franco, antecessor de Aécio”.

Acrescenta “O Estadão” que “ao tomar-se 2002 como ponto de início da série histórica, o quadro que se revela é o oposto do que o governo estadual tenta propagandear: durante a gestão tucana, houve aumento de 14,1% nos homicídios em Minas e redução de 3,1% no País todo.

Nos dois primeiros anos do governo Aécio foram registrados 8 mil assassinatos em Minas, 2,7 mil (ou 34%) a mais do que nos dois anos anteriores. Somente então as ocorrências começaram a baixar – mas o gráfico publicado pelo governo, ao omitir a explosão inicial, sugere uma queda contínua.

A fonte dos dados é o Datasus, sistema de estatísticas do Ministério da Saúde, cujos números mais recentes são de 2010. Se tivesse publicado seus próprios levantamentos, o governo mineiro teria um resultado ainda pior a mostrar: em 2011, segundo a Secretaria de Defesa Social (responsável pela segurança), o número de homicídios no Estado subiu 16% em relação ao ano anterior. Dados parciais indicam que as ocorrências se mantiveram no mesmo patamar em 2012”.

Acrescenta o veículo de comunicação: “o governo Anastasia fez outra escolha heterodoxa de datas em um gráfico sobre mortalidade infantil. O ano inicial da série histórica apresentada no site oficial do choque de gestão é 2001, e um texto destaca que, desde então, a taxa caiu 30% no Estado. Mas o choque só ocorreu em 2003 – ou seja, o governo usou dados anteriores a ele para inflar seu resultado.

Tomando-se novamente como base o ano imediatamente anterior à tomada das medidas (2002), o que se observa é que, desde o início da administração do PSDB, a mortalidade infantil caiu menos em Minas que no resto do País (27% contra 28%, respectivamente). É uma diferença pequena, mas evidencia que o fenômeno da melhora da saúde dos recém-nascidos é nacional, e não necessariamente se deve a medidas excepcionais adotadas no âmbito estadual.

Um terceiro gráfico explora os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na rede pública para os anos iniciais do ensino fundamental. Trata-se de um indicador de desempenho escolar que segue parâmetros nacionais. Mas ele só passou a ser divulgado em 2005 – ou seja, não é possível avaliar a qualidade da educação nas escolas mineiras antes e depois da implantação do choque de gestão, ocorrida dois anos antes.

O que se sabe é que a nota média de Minas Gerais ficou estagnada entre 2005 e 2007 e subiu desde então até 2011. No mesmo período, porém, também houve melhora na média nacional – e em ritmo mais rápido. O Ideb do Brasil, na faixa de ensino avaliada, aumentou 30,8%, e o de Minas, 22,5%”.

Avanços foram maiores em outros Estados

O “Estado de S. Paulo” conclui a sua matéria afirmando que “o chamado choque de gestão tirou Minas Gerais de um déficit de mais de R$ 2 bilhões em 2002 para um superávit de R$ 90 milhões em 2004. Não há dúvidas de que houve melhora na situação das contas do Estado durante o governo do tucano Aécio Neves (2003-2010).

Mas os feitos da gestão do provável candidato do PSDB à Presidência perdem brilho quando se comparam os resultados alcançados com os de outros Estados. A receita total de Minas, por exemplo, subiu 78% em termos reais (acima da inflação) entre 2002 e 2010, segundo valores compilados pela Secretaria do Tesouro Nacional. Mas Mato Grosso, Acre, Piauí, Espírito Santo e outros sete Estados colheram resultados melhores nesse quesito.

O item receita própria – que exclui transferências da União – é outro exemplo. Nesse caso, Minas teve apenas o 18º melhor desempenho nos oito anos terminados em 2010. O volume de investimentos do governo mineiro deu um salto no período: aumento real de 222%. Ainda assim, o Estado perde na comparação com Espírito Santo, Piauí, São Paulo e Rio Grande do Sul”. As informações são da Revista Mercado Comum.

Responder

Luís Carlos

24 de agosto de 2013 às 19h14

MPF, MPE, STJ, STF, Veja, Globo, Folha, Estadão… …ninguém viu? Ninguém fala! Ninguém toma iniciativa alguma? Quanta imoralidade e conivência com a impunidade. Ou será coisa pior?

Responder

    rui

    24 de agosto de 2013 às 20h29

    Vale uma ressalva, porque é do PSDB, já o mensalão, procedimento que existe no congresso desde 1889, quer distruibuindo verbas para as empreiteiras dos seus municípios, quer ajudando no caixa 2 da campanha, este é o maior escândalo de corrupção do país, hoje relegado a reles R$ 55 milhões frente a R$ 3 bilhões, quiçá muito mais, estão só no começo das investigações.

robson

24 de agosto de 2013 às 15h00

Quero ver se o trensalão chegará ao STF ou será engavetado por “Brindeiros” de agora.

Cadê o senhor Joaquim “moralista” barbosa para falar algo a respeito desses fatos?

Onde está a ciosa e guardiã revista VEJA (FASCISTA) dos princípios Republicanos (kkkk…só em marte.) e do livre mercado?

MÍDIA GOLPISTA E FASCISTA!!!

Responder

    Arceu Cesario da Silva

    24 de agosto de 2013 às 20h17

    Robson, o Min. Joaquim Barbosa, como juiz, não pode fazer comentários sobre o assunto porque se o processo chegar nas mãos dele, ele fica impedido de julgar. Esse processo, se houver, não irá para o STF e sim para Tribunais Federais.

robson

24 de agosto de 2013 às 14h53

Coitado do Cláudio Lembo ali atrás…

Responder

francisco niterói

24 de agosto de 2013 às 14h21

Esta MARILIA NAO É DE DIRCEU.

Alias, se esta marilia tivesse 1000 reais e fosse do Dirceu ai teriamos fanfarras e tudo o mais. Do contrario, cairá no esquecimento em breve e o EMPODERADO MP nao vera indicios.

E assim a vida neste bananal segue em frente. Bananas e Coxinhas.

Responder

Marat

24 de agosto de 2013 às 14h02

Somando-se isso a uma Assembleia recheada de apoiadores, que nunca permitem uma só CPI, e a omissão crimino$$$a do PIG, temos um quadro grave, porém, tudo pode piorar… temos o MPE, o MPF e o STF, verdadeiros ninhos das aves que têm bico (e bolso) grande e cabeça pequena!

Responder

Altemar

24 de agosto de 2013 às 13h12

Olha os cravinho ai gente…

Responder

Urbano

24 de agosto de 2013 às 13h07

Sei lá, quarenta milhões de reais ou menos?… Merreca… Nos afazeres tunganos isso é troco.

Responder

    Urbano

    25 de agosto de 2013 às 20h58

    Quase sessenta milhões, mas mesmo assim merreca. São muitos bicos no ninho para serem alimentados, e se forem abandonados eles piam. Hoje as coisas estão mais difíceis no tunganato, principalmente pela lonjura que dista até a mina federal. Pra se ter uma ideia, até o demo abandonou o ninho tungano e foi pro ninho da pomba, que se encontra toda apavonada pra 2014. Coitada, nem sabe que vai ganhar uma réplica dela.

    NY

    26 de agosto de 2013 às 13h40

    Mesmo assim, a Receita federal deve fazer um trabalho mais apurado sobre a evolução patrimonial e gastos.

    Espero vive o suficiente para ver esses caras na cadeia. Todos.

Messias Franca de Macedo

24 de agosto de 2013 às 12h45

A “carniça” da ‘veja’ da MARGINAL é rápida no gatilho! ENTENDA o antídoto!

#######################

Deputado do PT oferece “honorários” a conselheiro da Anatel para atuar a favor da Oi

Autor da proposta indecente, Vicente Cândido é considerado “petista orgânico” e tem, entre seus amigos, sócios da empresa de telefonia, que tem interesse em resolver a situação de multas superiores a 10 bilhões de reais
(…)

Edição 2336
28 de agosto de 2013

#####################

E, aí, o deputado do PT irá processar o folhetim?!…

(… Quem “vazou” a reportagem da IstoÉ para a ‘veja’ ter tempo para produzir o factóide antídoto?!…)

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Alberto Menezes

24 de agosto de 2013 às 12h33

Se foi para a pgr, era gurgel, este procurador vagabundo, cometeu o domínio dos fatos, pois sabia, deveria ser preso.

Responder

Messias Franca de Macedo

24 de agosto de 2013 às 12h22

… Mário Covas não morreu!…

República de ‘Nois’ Bananas
Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Vieira- Recife

24 de agosto de 2013 às 12h22

São farinha do saco deles. Bandos de ladrões, se fosse do PT, fazia até globo repórter. Canalhas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Responder

Messias Franca de Macedo

24 de agosto de 2013 às 12h20

“… O que a matéria investigativa e documental publicada pela revista IstoÉ revela são, apenas, dados ‘tênues’! [Portanto] Não há nenhum plausível(!) ‘domínio do fato’ que mereça uma mísera publicização e/ou análise judicial!…”
Trecho do discurso a ser proferido – em uníssono – pelo conluio PIG/MP do ex(!) Robert(o) Gurgel/cardeais tucanos/*”supremos do supremoTF”!…
*à exceção do egrégio, catedrático e intrépido doutor Ricardo Lewandovski

E que país é esse? “É o ‘brazil’ radicalmente (sic) mudado por um menino paupérrimo – e muito humilde (idem sic) – chamado Joaquim!” Coitado do Ruy Barbosa!…

Bahia, Feira de Santana
Messias Franca de Macedo

Responder

Gerson Carneiro

24 de agosto de 2013 às 12h06

“Não somos farinha do mesmo saco”.

Não são mesmo.

Responder

    renato

    24 de agosto de 2013 às 12h52

    Disse-o bem.
    Podemos ser até o saco, mas a farinha nunca..

    FrancoAtirador

    25 de agosto de 2013 às 13h59

    .
    .
    Eles estão mais para ‘rolão’…
    .
    .


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