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Diário da Resistência


Guardian/BBC: EUA exportaram “guerra suja” na AL para o Iraque
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Guardian/BBC: EUA exportaram “guerra suja” na AL para o Iraque


10/03/2013 - 15h28

 Os quatros estão envolvidos na “guerra suja” que os EUA exportaram para o Iraque: os coronéis James Steele e James  H. Coffman, na parte superior; abaixo, Donald Rumsfeld e o general David Patraeus, respectivamente

Guardian/BBC: Pentágono teve ligação com centros de tortura no Iraque

Mona Mahmood, Maggie O’Kane, Chavala Madlena and Teresa Smith, The Guardian

O Pentágono enviou um veterano da “guerra suja” na América Central para o Iraque, a fim de supervisionar o comando das unidades da polícia especial, que estabeleceu centros secretos de detenção e tortura para obter informações dos insurgentes. Essas unidades conduziram alguns dos piores atos de tortura durante a ocupação dos Estados Unidos e aceleraram o mergulho do país em uma guerra civil.

O coronel James Steele era um veterano das forças especiais de  58 anos quando foi indicado por Donald Rumsfeld (ex-secretário de Defesa)  para ajudar a organizar os paramilitares,  na tentativa de sufocar a insurreição sunita, como mostra uma investigação do Guardian e da BBC Árabe.

Depois que o Pentágono deixou de proibir o ingresso de milícias xiitas nas forças de segurança, aumentou muito,  entre grupos xiitas violentos, como as Brigadas Badr, o recrutamento para o comando da polícia especial.

Um segundo consultor especial, o coronel reformado James H Coffman, trabalhou lado a lado com Steele nos centros de detenção  montados com milhões de dólares de fundos dos Estados Unidos.

Coffman se reportava diretamente ao general David Patraeus, enviado ao Iraque em junho de 2004 para organizar e treinar as novas forças de segurança do país. Steele (ficou no Iraque de 2003 a 2005 e voltou em 2006), se reportava diretamente a Rumsfeld.

Pela primeira vez,  alegações de testemunhas dos Estados Unidos e do Iraque, presentes no documentário do Guardian/BBC, implicam os consultores americanos em abusos de direitos humanos cometidos pelos comandos. Também é a primeira vez que Patraeus —  forçado a entregar o cargo em novembro como diretor da CIA após um escândalo sexual — é relacionado a esses abusos por um consultor.

Coffman respondia a Petraeus e se descreveu em entrevista ao Stars and Stripes, jornal do exército americano,  como “os olhos e os ouvidos” de Patraeus no Iraque.

“Eles atuavam lado a lado”, disse o general Muntadher al-Samari, que trabalhou durante um ano com Steele e Coffman, enquanto os comandos eram montados. “Eu nunca os vi separados nas 40 ou 50 vezes que os vi dentro dos centros de detenção. Eles sabiam tudo o que se passava ali… a tortura, os tipos mais horríveis de tortura.”

Outras reportagens do Guardian confirmaram, em maiores detalhes, como o sistema de interrogação funcionava.

“Todos os centros de detenção tinham seus próprios comitês de interrogação”, disse Samari, falando pela primeira vez, detalhadamente, sobre o papel dos Estados Unidos nas unidades interrogatórias.

“Cada  unidade  era formada por um oficial de inteligência e oito interrogadores. Esse comitê usaria qualquer forma de tortura para arrancar confissões dos detentos, como choques elétricos,  pendurá-los de cabeça para baixo, arrancar as unhas e espancá-los nas partes mais sensíveis do corpo”.

Não existe prova de que Steele e Coffman torturaram pessoalmente os prisioneiros, apenas que estavam presentes em centros de detenção onde a tortura acontecia, além de envolvidos com o processamento de milhares de detentos.

A investigação do Guardian/BBC começou com a divulgação de documentos secretos do exército americano pelo WikiLeaks, que detalharam centenas de incidentes nos quais soldados americanos encontraram detentos torturados e centros de detenção administrados pelos comandos da polícia no Iraque. O soldado Bradley Manning, de 25 anos, pode ser condenado a até 20 anos de cadeia depois que confessou ter vazado os documentos.

Samari diz que a tortura era rotina nos centros de detenção controlados pelos comandos especiais: “Eu me lembro de um rapaz de 14 anos amarrado a uma pilastra da biblioteca; ele estava amarrado com as pernas acima da cabeça. O corpo dele estava azul por conta do impacto dos cabos usados para espancá-lo”.

Gilles Peress, um fotógrafo, cruzou com Steele quando fazia uma reportagem para o New York times, em Samara: “Nós estávamos em uma sala da biblioteca entrevistando Steele, eu olhava à volta,  via sangue por toda parte”.

O repórter Peter Maass também esteve lá, fazendo reportagem com o Peress: “E enquanto essa entrevista com o jihadi saudita e  Jim Steele  transcorria na sala, havia  gritos terríveis, alguém berrando: “Alá, Alá, Alá!” Mas não era como um êxtase religioso ou algo assim, aqueles eram gritos de dor e de terror”.

O padrão no Iraque fornece um paralelo sinistro com os bem documentados abusos de direitos humanos cometidos por esquadrões paramilitares financiados e treinados pelos Estados Unidos na América Central nos anos 80. Steele foi o chefe de uma equipe de especialistas dos Estados Unidos que deu consultoria e treinou as unidades das forças de segurança de El Salvador em táticas anti-guerrilha. Petraeus visitou El Salvador em 1986, enquanto Steele estava lá, e se tornou o principal defensor dos métodos de contra insurgência.

Steele não respondeu as perguntas do Guardian e da BBC Árabe sobre o papel dele em El Salvador ou no Iraque. No passado, ele negou qualquer envolvimento com a tortura e disse publicamente que é “contra abusos de direitos humanos”. Coffman não quis comentar.

Um oficial falando em nome de Petraeus disse: “Durante os anos em que esteve no Iraque, o general Petraeus foi informado a respeito das alegações de que forças iraquianas torturavam detentos. A cada incidente, ele passava imediatamente a informação para o comando militar dos Estados Unidos, para o embaixador americano em Bagdá… e para os líderes relevantes do Iraque”.

O Guardian descobriu que o envolvimento das unidades dos comandos especiais com a tortura entrou na consciência coletiva do Iraque quando algumas das vítimas foram exibidas a telespectadores do programa de TV chamado Terrorismo nas mãos da Justiça.

Os centros de detenção dos comandos especiais compraram câmeras de vídeo, financiadas pelos militares americanos, que foram usadas para filmar os detentos para o programa.  Samara lembra-se  de estar na casa do general Adnan Thabit – chefe dos comandos especiais – quando ele recebeu uma ligação do escritório do Petraeus, exigindo que parassem de mostrar homens torturados na TV.

“O tradutor especial do general Petraeus, Sadi Othman, ligou para passar uma mensagem do general Petraeus nos dizendo para não mostrar mais os presos na TV depois de terem sido torturados”, disse Samari. “Vinte minutos depois,  recebemos uma chamada do Ministro do Interior do Iraque dizendo a mesma coisa: o general Petraeus não queria as vítimas da tortura no programa de TV.”

Othman, que agora vive em Nova York, confirmou que fez a chamada, em nome de Petraeus, para o chefe dos comandos especiais para pedir-lhe que parasse de mostrar os presos torturados. “Mas o general Petraeus não concorda com a tortura”, acrescentou. “Sugerir que ele apoia a tortura é besteira”.

Thabit descarta a ideia de que os americanos com os quais lidou não soubessem o que os comandos estavam fazendo.

“Até o momento em que fui embora, os americanos sabiam tudo o que eu fazia, o que se passava nos interrogatórios e conheciam os detentos. Até mesmo algumas informações secretas sobre os detentos vieram deles para nós. Portanto,  eles estão mentindo”.

Pouco antes de Petraeus e Steele deixarem o Iraque, em setembro de 2005, Jabr al-Solagh foi indicado como novo Ministro do Interior. Sob Solagh, que era muito próximo da violenta milícia Brigadas Badr, as alegações de tortura e brutalidades cometidas pelos comandos dispararam. Também se acreditava amplamente que as unidades tinham envolvimento com os esquadrões da morte.

O Guardian descobriu que homens graúdos do Iraque, que trabalhavam com os Estados Unidos depois da invasão, alertaram Petraeus das consequências de indicar Solagh, mas as súplicas deles foram ignoradas.

O impacto de longo prazo de financiar e armar as forças paramilitares foi liberar uma milícia sectária mortal que aterrorizou a comunidade sunita e ajudou a germinar a guerra civil que matou dezenas de milhares de pessoas. No auge do conflito sectário, três mil corpos eram jogados nas ruas do Iraque todo mês.

Vietnã

A primeira experiência de guerra de Jim Steele aconteceu no Vietnã, onde unidades de combate dos Estados Unidos foram enviadas para combater o governo comunista do Vietnã do Norte e os vietcongs, entre 1965 e 1975. Nessa guerra, 58.000 americanos foram mortos. Um soco para a autoestima da nação, que levou a uma mudança no pensamento militar para os conflitos subsequentes.

El Salvador

Um golpe militar em 1979 mergulhou o menor país da América Central em uma guerra civil; os Estados Unidos financiaram e treinaram o governo de direita. De 1984 a 1986, Steele – um “especialista em contra insurgência” – foi chefe do US MilGroup das forças especiais americanas. Ele era consultor da frente de batalha do exército salvadorenho e ganhou reputação internacional por suas atividades de esquadrões da morte.

O professor Terry Karl, da Universidade Stanford, especialista na guerra civil de El Salvador, disse que o principal objetivo de Steele era transformar a chamada guerra total, o que significava a matança indiscriminada de milhares de civis, em uma abordagem mais “discriminada”. Uma de suas tarefas era dar mais ênfase à “inteligência humana” e ao interrogatório.

Nicarágua

Ele esteve envolvido no caso Irã-Contras, que transferiu o lucro da venda secreta de armas de oficiais superiores dos Estados Unidos aos Contras do Irã. Os Contras eram guerrilhas de direita que lutavam contra o governo esquerdista do sandinista Daniel Ortega, na Nicarágua. Steele coordenou as operações no aeroporto Llopango, em El Salvador, de onde o coronel Oliver North entregou, ilegalmente, armas e suprimentos aos Contras.

Iraque

Logo após a invasão americana do Iraque, em 2003, o agora reformado coronel James Seetle estava em Bagdá como um dos agentes mais importantes da Casa Branca. Encaminhava relatórios a Donald Rumsfeld e atuava como enviado especial do Secretário de Defesa dos Estados Unidos para o Comando Especial da Polícia do Iraque, onde supervisionava a coleta de informações. Selecionados majoritariamente das violentas milícias xiitas, os comandos ganharam reputação pela tortura e, mais tarde, por suas atividades de esquadrões da morte dirigidas à comunidade sunita.





19 comentários

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Mauro Santayana: Espionagem e o cinismo de Barack Obama - Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de junho de 2013 às 17h10

[…] Guardian/BBC: EUA exportaram “guerra suja” na AL para o Iraque […]

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roberto

11 de março de 2013 às 13h16

Eles invadem um país em busca de suas riquezas. O regime que aí é implantado não pode ter estabilidade porque senão o povo invadido vai perceber o assalto que está sofrendo pelo país invasor. Essa é a lógica americana. O maior exemplo é a diferença de tratamento entre a Líbia e a Síria. O primeiro tem petróleo, então era preciso antecipar-se ao povo e garantir essa riqueza; o segundo não tem, então espera para ver o vai acontecer. O pior é aguentar essa mídia idiota tentando, todos os dias, fazer a cabeça do povo.

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Mauricio Benedito

11 de março de 2013 às 09h09

Há cada um o “seu yanque”.Como disseram na Resistência Francesa : Há cada um o “seu Bosh”.

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Mardones

11 de março de 2013 às 08h58

Essa dupla Guardian – BBC deve ser comunista. k k k k

Onde estão os adoradores dos EUA?! k k k k k

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Santi

10 de março de 2013 às 22h47

Eles criaram a crise e exportaram para o mundo pagar a conta.

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mucio

10 de março de 2013 às 19h53

E o Brasil ainda sem as bombas atômicas brasileiras.

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Marat

10 de março de 2013 às 19h15

E eu pergunto: Qual é a novidade? Os Estados Unidos, nação terrorista, tortura, assassina, sequestra, rouba, mente… só quem é imbecil, inocente útil ou envolvido com eles (como a impren$$$a mundial) não sabem, ou fingem não saber!

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    Marcio H Silva

    10 de março de 2013 às 21h23

    E chaves que era ditador…….

FrancoAtirador

10 de março de 2013 às 19h14

.
.
“A mídia internacional [bandida, porque impatriótica]
e os organismos financeiros internacionais [apátridas]
repetem em coro que é preciso fazer um ajuste,
controlar a inflação ou então virá uma catástrofe.
Tudo isso é falso.
Basta olhar para os EUA onde nunca se fala disso
e onde há déficits comerciais e fiscais absurdos.
Lá não se pede isso, aqui sim.
É UMA RELIGIÃO [dos ‘Mercados do Capital’]
DISFARÇADA DE DISCURSO ECONÔMICO GLOBAL
ONDE TODA A POLÍTICA SOCIAL É CHAMADA DE POPULISMO.
No Brasil, falam do lulopetismo.”

Samuel Pinheiro Guimarães,
Embaixador do Brasil
Patriota Legítimo
.
.
Governos sem base política consistente
sempre estarão “pendurados por um fio”.

E mesmo os que têm amplo apoio popular
correm risco de serem presas da rapina.

Enquanto a águia norte-americana voar
o Planeta estará sob ameaça constante.

(http://resistir.info/varios/imperios.html)

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Luís Carlos

10 de março de 2013 às 18h23

Eis a “democracia” defendida pela grande mídia nativa. Terror e tortura! Tudo de “bom” que o Grande Irmão pode oferecer aos países invadidos e pilhados pelo “exército libertador” do “país da liberdade” contra o “eixo do mal”. Tudo que os EUA e seus ideólogos defendem, “liberdade”. Quem bate não se lembra, quem apanha nunca esquece. O ódio mundial só cresce contra os EUA por esses e outros motivos.

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Julio Faioro

10 de março de 2013 às 17h29

Sempre que escuto essas denúncias de torturas fico pensando como seria se houvesse tortura em Cuba, União Soviética e países do leste europeu. Como seria fácil justificá-las – se tivessem existido – em presença dos horrores cometidos pela CIA, em todo mundo, ao longo do tempo.

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    lulipe

    11 de março de 2013 às 12h09

    Se houvesse???? Se tivessem existido???Você só pode estar de brincadeira, caro Julio!!!Qualquer presidente americano, no que se refere a tortura, perto de Fidel ou Stálin não passa de um coroinha de cidade de interior.

Nelson

10 de março de 2013 às 17h03

Três perguntas básicas:

Como podemos qualificar um regime que pratica a tortura e que, mais que isso, educa e treina outros para a tortura (Escola das Américas)?

Como podemos qualificar um regime que planejou e executou e segue planejando e executando atentados terroristas para atender aos interesses expansionistas de seus grandes capitalistas?

Poderíamos afirmar que este regime é uma democracia ou uma ditadura?

E ainda temos que ouvir nossa mídia hegemônica e seus comentaristas a afirmarem que Hugo Chávez impunha uma ditadura aos venezuelanos.

É como afirma o escritor Georges Bourdoukan em seu blog, http://blogdobourdoukan.blogspot.com.br/, em post do dia 05/03/13:

[Chávez] foi “eleito democraticamente e o denominavam de ditador”.
“Não invadiu, ocupou ou saqueou países soberanos”.
“E aos governantes invasores de nações soberanas e assassinos de milhões de seres humanos a mídia denomina de presidentes”.

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renato

10 de março de 2013 às 16h59

Um dia os EUA mostraram aos CIVIS alemães, em fila indiana, as atrocidades
que ocorriam num campo de concentração próximo a cidade, onde os cidadãos diziam não saber de nada.Foram obrigados a ver.
ALÁ…ALÁ…ALÁ…
Será que ALÁ não ouviu os gritos de seu fiel?
O nosso mundo não comporta reunião de psicopatas, é o que é,
reunião de psicopatas, poderosos homens que fazem o pensamento
e a mente de outros, e acharam um lugar comum. O PODER.
Tortura os excita,vivem de mais e mais adrenalina, reúnem todos
os homens do mundo que sintam isto, todos os loucos.
Os que não são transformam-se, e depois atiram, matam, sequestram,
roubam, assaltam, para dar um pouco de adrenalina ao corpo já
deformado.
Aqueles que não encontram suas guerras, matam todos a qualquer
momento, como se o bulling que sofressem fosse um atentado a soberania.
EUA, não é um país, e um estado de guerra, são vendilhões da Mentira.
ALÁ vai ouvir as preces do povo oprimido?
Seu povo passou o poder aos maiores psicopatas da História, Hitler é
fichinha perto deles,

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    Mário SF Alves

    10 de março de 2013 às 23h00

    E agora o PARADOXO: todos eles são terminantemente contra o aborto! E não estão sós. Têm o apoio incondicional do papa [dos bentos e outros]. Só se atrapalham quando a coisa, a ideologia pimenta do útero do outro é refresco, dá de cara com certa situação ocorrida no Chile.

Fabio Passos

10 de março de 2013 às 16h24

Os carniceiros ianques continuam promovendo o terror ea tortura pelo mundo… para roubar riquezas!
Nao ha quem esteja livre da cobica ilimitada destes assassinos. Esamos na mira.

Responder

Julio Silveira

10 de março de 2013 às 15h49

Caras como esses que envenenam o mundo, como não poderiam envenenar um unico Chaves?

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lulipe

10 de março de 2013 às 15h44

Ainda bem que os ingleses não comungam destas práticas, não é Guardian/BBC???

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    Marcos C. Campos

    11 de março de 2013 às 00h19

    A velha tática do ladrão: “Pega ladrão pega ladrão”.
    Parem de se esconder atrás dos erros dos outros.
    Se os ingleses, brasileiros, russos, alemães, franceses, israelenses e todas as nações fazem ou fizeram bobagens e atrocidades:

    NÃO justifica o que os americanos fazem.

    e vice-versa logicamente.


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