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Diário da Resistência


Florentino Cardoso, sobre os médicos cubanos: “Escória”
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Florentino Cardoso, sobre os médicos cubanos: “Escória”


17/05/2013 - 10h04

SAÚDE

15/05/2013 – 16h40

Associação médica diz que Brasil quer trazer a “escória”

do site da Câmara Federal

O presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso, criticou as informações que levam as pessoas a acreditar que o “caos instalado na saúde pública brasileira é causado pelos médicos”. Cardoso participa de audiência pública na Câmara que debate a contratação e a entrada de médicos estrangeiros no Brasil.

“Isso é uma inverdade. O que acontece e o subfinanciamento do setor. A cada ano, o governo coloca menos recursos para a área de Saúde. Além disso, existem vários municípios no País que não teriam condições de se manter” disse.

Ao referir-se aos médicos formados em Cuba, Cardoso afirmou que “o Brasil quer trazer a escória”. “Desafio a quem quer que seja mostrar a excelência da medicina cubana. Os médicos formados lá estudam quatro anos, mas, para poderem exercer a profissão naquele próprio país, têm que estudar mais dois anos em outra faculdade.”

Ele afirmou ainda que a associação não é contra a vinda de médicos do exterior, desde que passem por um crivo adequado. “Dizem que o Reino Unido tem 40% dos médicos estrangeiros. Perguntem quais as condições de trabalho que encontraram lá, e se não foram avaliados antes de começarem a atuar. Perguntem também qual a remuneração que recebem”, destacou.

PS do Viomundo: Comentário do leitor Rafael Silva, via Facebook, diz que “o desrespeito aos médicos cubanos é de uma empáfia e xenofobia inaceitáveis. Protestem mesmo! Exijam respeito aos médicos. Peçam para o senhor Florentino Cardoso se retratar publicamente!”.

Leia também:

Pedro Porfírio: Por que os médicos cubanos assustam

Pedro Saraiva: Sobre a vinda dos 6.000 médicos cubanos

A mídia descontrolada: Episódios da luta contra o pensamento único
A mídia descontrolada

O livro analisa atuação dos meios de comunicação.

A publicação traz uma coletânea de artigos produzidos por um dos maiores especialistas do Brasil no tema da democratização da comunicação.

Por Laurindo Lalo Leal Filho



111 comentários

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Mílton de Arruda Martins: Expansão dos cursos de medicina, com "elitização brutal", pode ter ajudado a concentrar médicos - Viomundo - O que você não vê na mídia

22 de julho de 2013 às 19h02

[…] Florentino Cardoso, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), “destacou-se”: “O Brasil quer trazer a escória”. […]

Responder

osvaldo

29 de junho de 2013 às 06h21

ola gente esse cara e muito parvo sem preparaçao e uma vergonha para o povo brasileiro ter um presidente da associaçao medica sem cultura pios o medico cubano e formado 6 anos na carreira e(presidente dos medicos o dos burros).

Responder

marco aurélio cozzi

31 de maio de 2013 às 00h44

Deu no Orkut
Cuba: Novos “médicos de pés descalços”
Um olhar sobre a ação internacional da medicina cubana. Ao oferecer tratamento gratuito de excelência a milhares de pacientes em todo o mundo, ela demonstra que é viável garantir a todos o direito aos bens e serviços necessários a uma vida digna.

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65058445&tid=5400758269053242658
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65058445&tid=5634862964829588770
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=65058445&tid=5232882102125202722

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nigro

18 de maio de 2013 às 20h56

Médicos são profissionais. Não são melhores nem piores.
Os juizes vão para os rincÕes pois são bem pagos, após duros concursos.
Que seja assim também para o médico. O médico não é missionário. Não faz caridade. Tem que trabalhar duro, e PRONTO!
Eu, como médico, já vivenciei grandes enrascadas por aí. Grandes!! Hoje, por sorte, tenho família em ótimas condições. Por que deveria abdicar dos meus interesses por caridade? Algum professor o faz? Algum juiz o faz?
Esse governo quer mesmo é NÃO INVERSTIR NA SAÚDE. Bons médicos, enfermeiros, psicólogos e fisioterapeutas tem que ser contratados via concurso, BEM PAGOS, e colocados em boas condições.
Quantos jovens em Roraima não gostariam de ser médicos e ficar em em seu Estado???
Ah, mas é mais fácil importar médicos que aceitam ganhar merreca. Mais ainda, por tabela ajudam/prestigiam a ditadura cubana, que sempre admiraram, quando eram jovens idealistas ingênuos, ou pior, quando eram terroristas.

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    xacal

    20 de maio de 2013 às 08h44

    Ué, mas se o sistema cubano, ditatorial e anti-mercado, é tão nefasto, por que a grita dos médicos liberais e pró-mercado, pró-escolhas, quando o governo pretende aumentar a “concorrência”?

    É verdade que nossos sistema de saúde pública é subfinanciado e serve para aumentar a disparidade entre a suposta excelência privada (

    xacal

    20 de maio de 2013 às 08h49

    enviei por engano, segue:

    (…)suposta excelência privada (que não existe) e o setor público, como também é fato que houve a proletarização da medicina.

    Mas o que a classe médica ofereceu a sociedade como resposta?

    Uma luta e um debate amplo sobre os problemas no exercício da medicina e o seu financiamento público?

    Qual nada, fizeram como o “dôto” aí de cima, cuidou de si e dos seus, e pronto! Danem-se o resto enquanto espero algum ato do governo!

    O que deseja o “dôto” que o orçamento de um município de Rondônia pague 30 mil reais a um médico?

    Deve ser este o pânico deste pessoal: 6000 médicos de bom nível, que levariam 10 anos para ganhar o que eles pretendem em um mês!

Rui

18 de maio de 2013 às 16h01

Sobre essa polêmica tenho pouco a dizer, muito do que penso já foi expresso acima. Gostaria, porém, de relatar duas historinhas aqui. Uma tem como protagonista uma amiga minha alemã. Ela trabalha em um instituto de aconselhamento ambiental para governos e empresas, é formada em biologia, psicologia e filosofia, fora o extenso currículo de pós-graduação e trabalhos na área sócio-ambiental e no ãmbito dos impactos químico-ambientais. Digo isso para deixar claro que ela tem estofo para julgar a atuação clínica de um médico. Tendo ido várias vezes à Cuba, devidos à parcerias de pesquisas teuto-cubanas, teve, em algumas das vezes, ela mesma que usar os serviços médicos cubanos. Por curiosodade, perguntei-lhe sobre as condições do atendimento. Corretas, higiênicas, eficientes, apesar da infraestrutura limitada, mas não debilitada, disse ela. E os médicos? Perfeitos, melhores do que os da Alemanha, respondeu. Melhores? Como assim? Ela explicou: Mesmo não sendo médica, tenho formação em área afim. A formação do médico, sua preparação e seu estudo está todo presente em suas perguntas, em seu diagnóstico. Nisso eles foram perfeitos. Penso agora em um bom médico que consultei aqui, após uma possível crise de estafa, e que colocava todas minhas respostas em um programa de computador. Ao fim soube que podia ter zilhões de coisas, mas nunca soube ao certo o que tive.
Outra historinha tem a ver com um médico da Dominica. Ele formou-se em Cuba, que abre vagas em suas universidades para os vizinhos. Aprendeu o espanhol e lá viveu o tempo de sua formação, em que conheceu uma jovem brasileira, do Paraná. Ela, filha de agricultores, cursava medicina em Cuba graças a um programa ligado aos movimentos sociais campesinos. Apaixonados os doi resolveram se casar e hoje moram numa capital nordestina. O conheci quando de sua preparação para a prova de proficiência em língua portuguesa, exigência para ele validar seu diploma no país. Fiz muitas perguntas sobre Cuba e sobre os estudos lá. Ele, não tendo ido por razões ideológicas para lá, pareceu-me a pessoa mais indicada para desfazer as imprecisões negativas ou positivas sobre a vida na ilha caribenha. De novo ouvi o mesmo diagnóstico sobre a formação dos profissionais da saúde. Mas desta vez de alguém com a autoridade de conhecimento da área. Na sua opinião o sucesso da saúde cubana está na formação humanizada e criteriosa do peofissional e no viés preventivo, já que Cuba não dispõe de muito dinheiro para tratamentos generalizados. Não deixar adoecer (o que inclui educação sanitária e medicina popular). E os que adoecerem tratar de forma eficiente e humanizada. Foram dois testemunhos de pessoas com realidades e histórias de vida bem diferentes e sem nenhum interessse ideológico em Cuba.

Responder

    Rui

    18 de maio de 2013 às 16h19

    Sobre essa polêmica tenho pouco a dizer, muito do que penso já foi expresso acima. Gostaria, porém, de relatar duas historinhas aqui. Uma tem como protagonista uma amiga minha alemã. Ela trabalha em um instituto de aconselhamento ambiental para governos e empresas, é formada em biologia, psicologia e filosofia, fora o extenso currículo de pós-graduaçõe e trabalhos na área sócio-ambiental e no âmbito dos impactos químico-ambientais. Digo isso para deixar claro que ela tem estofo para julgar a atuação clínica de um médico. Tendo ido várias vezes à Cuba, devidos a parcerias das pesquisas teuto-cubanas, teve, em algumas das vezes, ela mesma, que usar os serviços médicos cubanos. Por curiosidade, perguntei-lhe sobre as condições do atendimento. Corretas, higiênicas, eficientes, apesar da infraestrutura limitada, mas não debilitada, disse ela. E os médicos? Perfeitos, melhores do que os da Alemanha, respondeu. Melhores? Como assim? Ela explicou: Mesmo não sendo médica, tenho formação em área afim. A formação do médico, sua preparação e seu estudo está todo presente em suas perguntas, em seu diagnóstico. Nisso eles foram perfeitos. Penso agora em um bom médico com que me consultei aqui, após uma possível crise de estafa, e que colocava todas minhas respostas em um programa de computador. Ao fim, soube que podia ter zilhões de coisas, mas nunca soube ao certo o que tive.
    Outra historinha tem a ver com um médico da Dominica. Ele formou-se em Cuba, que abre vagas em suas universidades para os vizinhos caribenhos. Aprendeu o espanhol e lá viveu o tempo de sua formação, em que conheceu uma jovem brasileira, do Paraná. Ela, filha de agricultores, cursava medicina em Cuba graças a um programa ligado aos movimentos sociais campesinos. Apaixonados os dois resolveram se casar e hoje moram numa capital nordestina. Conheci-o quando de sua preparação para a prova de proficiência em língua portuguesa, exigência para ele validar seu diploma no país. Fiz muitas perguntas sobre Cuba e sobre os estudos lá. Ele, não tendo ido para lá por razões ideológicas, pareceu-me a pessoa mais indicada para desfazer as imprecisões negativas ou positivas sobre a vida na ilha caribenha. De novo ouvi o mesmo diagnóstico sobre a formação dos profissionais da saúde. Mas, desta vez, de alguém com a autoridade do conhecimento da área. Na sua opinião, o sucesso da saúde cubana está na formação humanizada e criteriosa do profissional e no viés preventivo, já que Cuba não dispõe de muito dinheiro para tratamentos muito caros e generalizados. Não deixar adoecer (o que inclui educação sanitária e medicina popular). E, os que adoecerem. tratar de forma eficiente e humanizada.
    Foram dois testemunhos de pessoas com realidades e histórias de vida bem diferentes e sem nenhum interessse ideológico em Cuba.

xacal

18 de maio de 2013 às 14h51

Médicos cubanos, simplesmente uma questão de reserva de mercado!
Como em quase tudo o que o governo federal propõe, a mídia presta um desserviço, manipulando ao invés de informar.

Neste caso, associam-se corporações médicas, que desejam nada mais que manter os interesses da categoria acima dos da população, utilizando para isto uma série de simplificações rasas.

Ninguém discute a precariedade do sistema público de saúde, inclusive por subfinanciamento e pela proletarização da medicina.

Mas esta é uma questão que não se conecta, ao menos não diretamente, a necessidade de aumentar, de forma urgente, a oferta de mão-de-obra especializada, e não só no campo médico, mas em todas áreas, como a engenharia.

E por que não se vê passeatas ou exigências do CREA para permitir vistos de trabalho de estrangeiros em grandes empreendimentos brasileiros?

Ao contrário, sabemos que uma das vantagens de um economia convidativa como a nossa é poder atrair especialistas já formados.

Há países que chegam até a isentar, por vários anos, profissionais especializados do imposto de renda.

Na outra mão, cada vez mais aproveitamos para formar mão-de-obra no exterior.

No quesito saúde pública, guardadas as enormes diferenças de condições entre Brasil e Cuba, haja vista que não estamos sob um bloqueio de mais de 50 anos, a excelência cubana nos envergonha.

Quando assistimos o Conselho Federal de Medicina se debatendo por critérios rígidos de avaliação, cabe perguntar:
Tais critérios valem para as fábricas de diplomas espalhadas pelo país, que formam “médicos” incapazes de diferenciar os mais simples sintomas, haja vista a enorme taxa de reclamações de erro médico. que esbarram nos ouvidos moucos e corporativistas dos conselhos médicos?

Enfim, perguntamos ainda:
Se um destes médicos, em viagem de turismo à Cuba, sofresse um incidente, ou tivesse um infarto, e fosse encaminhado a um hospital cubano, exigiria ser atendido por um colega brasileiro?

Do blog planicielamacenta.blogspot.com

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Luís Carlos

18 de maio de 2013 às 14h48

As entidades médicas brasileiras estão desesperadas pois suas práticas nocivas à saúde brasileira estão pautadas e serão desmascaradas. O cinismo e falso moralismo das entidades médicas está sendo enfrentado pelo Ministério da Saúde do governo Dilma. Entidades médicas querem o apoio da população brasileira a quem sempre trataram com desprezo. É a hora da volta do bumerangue. A hora da população dar o troco e exigir o que é seu de direito e sempre lhe foi negado pela prática medica hegemônica no país. E hora dos médicos que lutam por uma saúde pública acessível à população, organizada e resolutiva se libertarem do jugo opressivo das entidades medicas elitistas, preconceituosas e autoritárias. Queremos não somente 6 mil, mas 30 mil médicos de Cuba e outros países, junto aos médicos brasileiros que resistem ao hegemonismo da prática medica mercantil e sem compromisso social.

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Olavo

18 de maio de 2013 às 13h14

Ele deve tá apavorado porque em Cuba tem muitos médicos negros. Ele não tá acostumado com isso.

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ricardo silveira

18 de maio de 2013 às 12h35

“Perguntem também qual a remuneração que recebem”. Esse é o problema, é grana. Não conheço médico pobre. Eles não admitem ser profissionais como qualquer outro. É preciso que a profissão de médico deixe de ser de elite. Por isso as matrículas por meio das cotas tem que ser maioria nos cursos de medicina. Sem querer misturar o assunto, o que aconteceu aos médicos da UTI do Hospital Evangélico de Curitiba?

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Zanchetta

18 de maio de 2013 às 11h23

Não vou entrar na qualidade dos médicos cubanos ou brasileiros. Só defendo que, assim como os bolivianos, os mesmos serão “importados” para um trabalho semi-escravo, só que o “feitor” dos cubanos é o próprio Estado cubano…

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Jayme Vasconcellos Soares

18 de maio de 2013 às 11h10

Como está mal representada a classe médica deste País, tendo como presidente da Associação Médica Brasileira, este senhor florentino cardos! Mas temos certeza que a maioria dos médicos brasileiros não concordam com as opiniões deste senhor, preconceituoso, arrogante e anti-ético; certamente que este pronunciamento deverá receber uma forte manifestação de repúdio de nossos médicos, que têm um compromisso ético com o o exercício da profissão, declarado no ato de recebimento de seus diplomas.

Responder

    Vlad

    18 de maio de 2013 às 12h33

    Exatamente.
    Com a OAB é a mesma coisa há muito tempo.
    Pessoas de bem não conseguem romper o círculo vicioso das quadrilhas; não adianta vc, pessoa de bem, querer se candidatar a nada (a não ser por partido anão nanico insignificante)que não deixam. Não te deixam nem falar, como em assembléia da CUT. Há interesses de poder e finanças que vão além do imaginável.
    As quadrilhas e máfias dominam tudo.
    É uma espécie de corporativismo-racismo-proteção ao melhor estilo da maçonaria…em TUDO.

Getulio

18 de maio de 2013 às 10h45

…SAÚDE É MERCADORIA
TRANSFORMARAM-NOS EM COBAIA FRIA
DA INDÚSTRIA DA MEDICAÇÃO.A SAÚDE NO BRASIL É UM PROBLEMA SÉRIO, MESMO COM OS COBIÇADOS PLANOS DE SAÚDE, EU QUIZ DIZER: PLANO DE DOENÇA.

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Roberto Locatelli

18 de maio de 2013 às 10h17

Lembrei-me do tal movimento “Cansei” e de uma suposta participação – depois desmentida – do CRM de SP. O link é este: https://www.viomundo.com.br/arquivo/bau-do-azenha/o-golpe-durso/

Agora ficou a dúvida se realmente o CRM foi “enganado” pelo Dr. D’Urso ou se realmente estava ideologicamente sintonizado com o atraso.

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Wandson

18 de maio de 2013 às 09h39

…É isso mesmo que venham os Cubanos, nós aqui na amazônia precisamos de médicos de Verdade, pois os filinhos de papai formados nos grandes centros jamais vem pra lugares “remotos” como o Amapá,..os mercenários covardes e preconceituosos que fiquem com sua elite podre e hipócritas!!! Sejam Bem Vindos todos aqueles que vem fazer o bem a nossa gente!

Responder

Evaldo

18 de maio de 2013 às 09h04

Corporativismo infeliz desse tal Florentino.
A classe médica brasileira na sua grande maioria é formada por pessoas de classe média alta, que buscaram ser médicos por dinheiro e/ou status. Sua grande maioria não tem vocação e nem princípios humanitários, que acredito ser primordial para um médico.
Com raras exceções, não querem ir para o interior do país ocupar vagas que: sem nenhum preconceito esses estrangeiros vão fazer. Mas estão se borrando de medo que esses mesmos estrangeiros ocupem as vagas em capitais, na qual eles (brasileiros) fingem que ocupam nos hospitais e postos médicos.

Agora: Se a prova de habilitação for estendida também aos médicos brasileiros, vamos ver um show de horrores nacional.

Responder

Cesar

18 de maio de 2013 às 08h12

Vide matéria de Frei Beto no Correio Braziliense de 17.05.2013 “Médicos cubanos no Brasil?”, complementa tais informações.

Responder

Zé Brasil

18 de maio de 2013 às 02h32

A moçada das consultas, dos com ou sem recibo, a R$750,00 cada, aqui no Sudeste está muito preocupada, né Dr. Florentino?
Eram de R$ 250,00 em 2011, foram a R$ 500,00 em 2012 e já chegam a R$ 750,00 em 2013.
Sei não, esta história de medicos cubanos está parecendo mais a realidade imitando a ficção, pois parece que saiu do roteiro de No way out(O odio é cego),dirigido por Joseph L. Mankiewicz, 1950, com Richard Widmark e Sidney Poitier. Vale a pena conferir a cena onde o médico negro (Poitier) vai prestar socorro a um paciente ferido numa pancadaria de rua e a reação da mãe do ferido quando ele o examina.

Responder

Rose

18 de maio de 2013 às 02h10

Que venham os medicos estrangeiros, e que mostrem aos medicos brasileiros que nqao passam de pobres mortais.E na maioria das vezes incompetentes.

Responder

Leumar da S.

18 de maio de 2013 às 01h00

Quando os médicos cubanos chegarem, vai ficar escancarado quantos médicos brasileiros adotam a ‘medicina $ocial’

Responder

    Roberto Locatelli

    18 de maio de 2013 às 08h13

    Assino embaixo. Vamos ver quem é quem na classe médica.

JOTACE

18 de maio de 2013 às 00h47

OS GUINCHOS DE FLORENTINO

Simplesmente vergonhoso, xenófobo, cheirando a racismo, o pronunciamento do Presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso. Lamentável. Com o seu guinchar, Florentino exibe não só o despreparo como líder, mas a linha mercantilista que defende: conduta profissional – e de vida – sobremodo aética, e que despreza os valores morais e a grandeza que devem revestir a categoria que representa tão mal. Ademais, com seus qualificativos ofende a valorosa classe de profissionais de um país que tem se destacado pela eficiência e dedicação extremada aos pacientes em todo o mundo. Aos médicos de Cuba e ao seu espetacular governo, minhas desculpas de brasileiro pela vil atitude de Florentino, cujo guincho de rato aterrorizado é reflexo de sua incapacidade como médico e líder de sua classe.

Responder

Alexandro Rodrigues

18 de maio de 2013 às 00h09

O Brasil está indo para um caminho perigoso! Os possíveis 16 anos fora do poder para elite vagabunda brasileira está chegando a um nível radical de inquietação. Mesmo com o Bolsa BNDES, a ausência de uma lei para tributar grandes fortunas, Dilma entregando o petróleo para os magnatas de sempre, a não regulação da mídia, a farra das empreiteiras coma Copa e a Olimíada… Tudo isso ainda é pouco!

A extrema direita está se reorganizando por três eixos: mídia, religião e judiciário!

O PT vai pagar caro pela tese do Controle Remoto!

Responder

Marat

18 de maio de 2013 às 00h01

Foi Florentino ou Fernandinho Cardoso que proferiu tamanha boçalidade?

Responder

Marat

18 de maio de 2013 às 00h01

Florentino Cardoso? yo prefiero Florentino Ariza!

Responder

Fabio Passos

17 de maio de 2013 às 21h54

Que nos desculpe o povo cubano e principalmente os medicos ofendidos.

Este imbecil que os ofendeu faz parte de uma minoria rancorosa, preconceituosa e infeliz que despreza o proprio povo.

Viva Cuba!
Bem vindos os medicos cubanos!

Responder

Francisco

17 de maio de 2013 às 21h50

É o mesmo teste para Tiririca.

Só mudou o endereço…

Responder

Fabio Passos

17 de maio de 2013 às 21h47

E nao aparece sequer um medico psiquiatra da AMB para acudir o florentino cardoso?

Responder

Francisco

17 de maio de 2013 às 21h43

Provavelmente virão também médicos portugueses e espanhóis.

Como os médicos ibéricos serão provavelmente brancos e europeus, essa associação ai, provavelmente vai chiar menos.

Sabe como é: latino-americanos e afrodescendentes sempre dão margem a dúvidas…

Esqueçamo-nos que essa tal associação é de médicos LATINOS-AMERICANOS.

(Minha mãe me dizia, que quem não se dá ao respeito…).

Sou usuário do SUS, quem escolhe o médico sou eu.

E eu (que pago esta bagaça) exijo um médico que apareça no serviço e de preferencia, na hora estipulada.

De qualquer nacionalidade, cor de pele ou credo politico.

Quanto ao salário, eu tenho mestrado e 4 Especializações, entre meus alunos, formo profissionais da área de saúde.

Não ganho nem 4, nem 5, nem 7, nem 8 mil: mas cumpro meu dever.

Eu e milhares de rezadeiras, parteiras e pajés Brasil afora.

Quanto às condições: ok, já tentou a Inglaterra? Médicos brasileiros devem ser aceitos lá, fácil, fácil…

Vá!

Responder

    Preto Velho

    18 de maio de 2013 às 08h33

    Quando os médicos ibero-europeus aparecerem, estaremos de olho na manifestação dos bolsonaróides.

Vlad

17 de maio de 2013 às 21h35

A classe médica não vai exigir a destituição do enfermo após essa declaração????
Escória?
Pra mim isso foi racismo em último grau, pois por falta de qualificação é que não é, visto ser mundialmente reconhecida a proficiência cubana nessa área.

Responder

Mauro da Silva Noffs

17 de maio de 2013 às 21h18

Basta dizer a esse senhor doutor, que se não fosse tão ignorante saberia, que a excelência da medicina cubana provam as estatísticas da ONU. Ele que faça uma simples comparação entre Cuba e o Brasil e com certeza aprenderá a moderar suas falas, ou pelo menos ter um pouco mais de pudor ao “expor” a própria ignorância.

Responder

Marat

17 de maio de 2013 às 21h04

Só por externar este tipo de comentário, o Sr. Florentino Cardoso expõe o quão estúpida e ignorante é grande parte da elite brasileira. Tal senhor, após tratar médicos de renome internacional, provavelmente adora gastar seu dinheiro na sede do Império do IV Reich, umas comprinhas em Miami… Ele que tenha um pouquinho mais de elegância e juízo, e reconheça que grande parte de seus pares não passam de mercenários e mauricinhos!

Responder

    Fabio Passos

    17 de maio de 2013 às 21h57

    Creio que florentino cardoso e… leitor de veja.

souza

17 de maio de 2013 às 20h49

alguns humanos se acham superiores a outros.
este erro será reparado.

Responder

Carlos Lopes

17 de maio de 2013 às 20h40

Vou deixar a seguinte pergunta: “Se esses médicos cubanos vierem ao Brasil, Lula e Dilma vão se tratar com eles ou vão continuar se tratando como médicos brasileiros do Sírio Libanês?”

Responder

    Alexei

    18 de maio de 2013 às 03h02

    É… a falta de argumentos está ficando constrangedora.
    A pergunta que tem que ser feita é:
    Se você, Carlos, estiver doente numa cidadezinha nos cafundós do Pará ou de tocantins, e não tiver nenhum médico por perto, você preferiria ser atendido por um médicos cubanos ou preferiria ficar sem atendimento nenhum?

    Preto Velho

    18 de maio de 2013 às 08h35

    Já eu, fico na dúvida se você se trataria com os cubanos.

    Luís Carlos

    18 de maio de 2013 às 14h10

    Eu não tenho dúvida que FHC, Serra e Aécio continuarão no Sírio Libanês. Mesmo porque só governo que tem compromisso social toma iniciativas como essa, e é o Governo de Dilma que está bancando essa proposta. Aécio continuaria com o desprezo do CFM pela população brasileira.

Regina Braga

17 de maio de 2013 às 20h33

Médicos Cubanos…ufa!Vou ter tratamento digno,demais!!!

Responder

Cleverson

17 de maio de 2013 às 20h24

Argumento falacioso dizer que “… [há] subfinanciamento do setor. A cada ano, o governo coloca menos recursos para a área de Saúde”. Essa afirmativa não resiste a uma simples busca no portal e clicar na área da saúde.

Responder

jacó

17 de maio de 2013 às 19h22

A medicina cubana é de alta qualidade e escória é esse profissional desqualificado que ataca o governo quando o culpado pela medicina mediocre praticada no Brasil ser por causa do corporativismo de entidades dirigidas por profissionais como ele, os médicos cubanos são bem vindos, sim principalmente para o interior do Brasil.

Responder

Edmorc

17 de maio de 2013 às 19h06

O Dr. Florentino está estressado. É claro que o buraco é mais embaixo, o problema seríssimo do atendimento médico para o público de baixa renda não é restrito somente aos médicos. Mas eles são realmente parte do problema e muitos não estão nem aí. Só para refrescar a memória dele, lembremos daquela médica que usava dedos de silicone com as impressões digitais dos colegas, para bater ponto para eles, enquanto o povão esperava na fila e eles cabulavam o serviço.

Responder

Pedro

17 de maio de 2013 às 18h36

Não vamos esquecer que o nosso mundo é constituído de classes sociais e que é a partir daí que os profissionais falam em competência.

Responder

Malvina Cruela

17 de maio de 2013 às 18h06

No excelente documentário sueco chamado A Arquitetura da Destruição, sobre o nazismo, aprendemos entre outras coisas que, dentre todas as profissões existente na Alemanha na época a que mais forneceu, proporcionalmente, membros ao partido nacional socialista dos trabalhadores alemães – NAZI, foi a dos médicos..quer dizer: se vc entrar num consultório e vir um retrato do Dr Josef Mengele na parede não deve estranhar nada.

Responder

Carlos Elísio

17 de maio de 2013 às 18h06

Este sr não está bem e não usa da verdade.Sabemos de subfinanciamento, e que também correto que qualquer profissional, de qualquer área, seja avaliado, porém a verdade é que não podemos fechar os olhos para a má qualidade do nosso ensino e também para atitudes costumazes de médicos que apenas batem cartão em hospitais públicos(quando outros não batam por eles)e vão clinicar em aconchegantes consultórios, onde cobram muito para diagnosticar “virose”.
Sim sr Florentino, grande parte de nossos médicos usa o artifício acima e não é por falta de salário digno não, é por falta de vergonha mesmo.

Responder

wagner paulista de souza

17 de maio de 2013 às 17h58

” Florentino, Florentino, Florentino de Jesus…
Não sei se tu me amas…”

Responder

Gersier

17 de maio de 2013 às 17h33

Na cidade de Montes Claros,onde o atual prefeito que é formado em medicina,esse iniciou uma “guerra” com alguns hospitais da cidade.Um dos motivos:nos plantões,médicos que deveriam estar trabalhando mas estão ausentes,tem o dia de trabalho cortado.Houveram finais de semana que ele deu as chamadas “incertas” para ver como está sendo feito o atendimento ao público,por hospitais que recebem dinheiro repassado pelo SUS,mas que deixam a desejar.Quem dera o exemplo fosse seguido por outras administrações Brasil afora.

Responder

Raimundo

17 de maio de 2013 às 17h32

Gostaria de ver aplicada essa mesma avaliação em que são submetidos médicos estrangeiros, aos médicos brasileiros, em especial os recém-saídos das universidades, para sabermos quantos deles serão aprovados. Os advogados são avaliados pela OAB. porquê não fazer o mesmo com os médicos?

Responder

Raimundo

17 de maio de 2013 às 17h30

Gostaria de ver aplicada essa mesma avaliação em que são submetidos médicos estrangeiros, aos médicos brasileiros, em especial os recém-saídos das universidades, para que sabermos quantos deles serão aprovados. Os advogados são avaliados pela OAB. porquê não fazer o mesmo com os médicos?

Responder

renato

17 de maio de 2013 às 16h24

Não conheço este Senhor, mas as Comunidades do Brasil
não estranhariam em nada, em nada, a presença de um Médico
Cubano.
Mas temo por eles…
Primeiro que se fossem Pediatras, apareceria uma criança
branca estuprada, e lá estaria o Cubano preso.
Morreria uma mulher branca, e pronto, lá estaria preso o
médico Cubano.
Haveria uma greve, e o Médico Cubano atenderia os doentes, e
pronto linchado pelos colegas de profissão.
Sairia do Serviço com o jaleco branco e pronto, levaria uma
bala perdida, traficante se disfarçando de médico.
Todo dia teríamos o Exercito nas ruas, fazendo revistas nos
médicos Cubanos.
TEM SAÍDA….CLARO QUE TEM.
Mandamos os nossos médicos para Cuba fazer treinamento, lá
com certeza, não sofrerão abusos, serão respeitados, endeusados,
terão suas vestes lavadas gratuitamente, receberão humanização,
MAS surge um outro Problema….Quem sabe não voltem mais, e só
queiram servir ao Grupo Médicos Sem Fronteiras.
Estou meio que cansado de ver médicos brancos e Japoneses e chineses, aqui no Brasil. Há alguns que nem em sua mão pegam.Não olham em seus olhos, mandam abrir a boca lá de longe,e o que você fala que esta sentindo…não interessa.
Você tem contato com nossos médicos por uns tres minutos, o tempo de uma musica, e ele lhe faz ficar mais de uma semana correndo atrás de exames,
ao retornar, em dois MICROS segundos ele tira seus exames do pacote e coloca de novo, e diz…Você vai morrer. Próximo…

Responder

    renato

    17 de maio de 2013 às 16h34

    Quanto ao seu Florentino,
    Ele está defendendo o interesse dos médicos.
    Mesmo que eles não pensem assim, em sua minoria.
    Ao fato de ele se declarar assim quanto
    aos Médicos Cubanos,ele também defende o direito
    das pessoas de direita, é um lado temos que respeitar.
    As pessoas de direita pensam assim. O interessante que
    quando novas possibilidades surgem em nosso país, você
    começa a descobrir o que estava debaixo do tapete.Você
    tem que encarar teu empregado doméstico como um igual!
    Aí o bicho pega.
    Médico – é de direita ou de Esquerda?
    Metalurgico é de esquerda?
    Policia é de esquerda?

maria de sobral

17 de maio de 2013 às 16h15

Os medicos brasileiros se acham deuses, intocaveis, o supra sumo.Sao uns mercenarios, quem der mais leva. Sem contar com a industria farmaceutica que esta por trás desta classe premiando com toda sorte de benesses quem mais vender seus produtos. Há muitas decadas deixaram de cumprir o juramento que fizeram. Agora que estamos vendo como agem, sao conservadores, elitistas, e ainda querem se unir pra desestruturar a saude no pais, porque um operario olhou por quem esta sendo vitima dos descasos deles. Podem gritar a vontade, pra este governo o que conta é a soluçao para os problemas criados por eles, ao nao querer se igualar aos mortais. Querem status, querem fama, querem enricar, o resto é detalhe. Quantos municipios, povoados, vilas, estao sem medico e algumas cidades os veem uma vez na vida e outra na morte. Os medicos sempre estao onde pagam mais e onde tem mordomia. Sao poucos os que, por vocaçao,talento e humanidade estao ajudando a melhorar a saude no pais. Parabens a todos estes que, por serem mortais, se lembram do juramento que fizeram e o cumpre.

Responder

Francisco do CE

17 de maio de 2013 às 15h25

Para quem ainda assistiu, anexo o documentário SICKO – SOS Saúde (replicado do Youtube) do cineasta americano Michael Moore, que trata do “sistema de saúde americano”. Vale destacar que os últimos vinte minutos desse filme, o renomado documentarista destaca como funciona a medicina em Cuba. Não dá para desgrudar os olhos da tela. Emocionante e chocante, por vezes!
http://www.youtube.com/watch?v=VoBleMNAwUg

Responder

antonio carlos ciccone

17 de maio de 2013 às 15h04

Eu sou médico, acho que médicos formados no exterior, sejam cubanos ou europeus, tem que se sebmeter ao exame de revalidação do diploma aqui no País. Se forem aprovados, trabalham.
Agora, não é preciso o Pres. da AMB ofender quem quer que seja , chamando de escória, pois aqui no Brasil formam-se centenas de médicos por ano , em faculdades de baixo nível ,que não tem condições de atender ninguem.

Responder

jaime

17 de maio de 2013 às 14h46

A preocupação desse senhor com a qualidade dos médicos que atuam no Brasil deve ter nascido ontem, porque há dúzias de formados absolutamente incompetentes clinicando por aí impunemente. Os próprios colegas reconhecem isso.
Além disso, erros médicos tem que ser tratados sempre pelo Judiciário, porque se sabe que o CFM é completamente conivente.
Fala sério!

Responder

augusto2

17 de maio de 2013 às 14h36

quem sabe fazendo um teste.
Alguns medicos comunistas da escoria q estiveram ali no estado de TO um tempo.
perguntem aos usuarios e pacientes a diferença entre eles e aqueles outros que, conforme diz o povo todos os dias, me atendeu e “nem olhou na minha cara”

Responder

IZA

17 de maio de 2013 às 14h32

Pergunte a esse corporativista se aceita a lei que obriga os estudantes das universidades públicas (pagas com o dinheiro do povo) para que prestem serviços gratuitos (só recebendo um bolsa) por dois anos, onde o Brasil mais necessita?

Responder

    Médico de interior

    18 de maio de 2013 às 11h01

    Perguntinha : Os cubanos virão por amor aos pobres ? Lá santa ilha não há pobres ? Não há gente precisando de atendimento ? Ou vêm porque lá eles recebem 25 reais por mês e querem fugir disso ? O dia dos cubanos tem mais de 24 ? Esta última pergunta se deve a seguinte conta : O SUS empurra 100-150 pacientes para um médico em 12 horas de trabalho. 12 x 60=720 minutos. 720 minutos (sem considerar que médico é gente e portando come e urina) dividido por 150 pacientes = 5 minutos por consulta. Para um cubano atender 150 pessoas com consultas de 30 minutos (já que a queixa dos doentes brasileiros é o tempo da consulta) precisariam de 75 horas atendendo feito escravos sem parar sequer para comer (lembrando que a CLT -coisa que a maioria dos médicos brasileiros não tem- proíbe esse tipo de prática). Pergunto : Vão empurrar 150 pacientes aos cubanos, como fazem com os médicos brasileiros ? Ou vão criar um sistema paralelo para que eles atendam ? Sou médico de emergência e já fiz a seguinte experiencia em meu plantão : Atender cada paciente em , no mínimo, 20 minutos. Em 2h de plantão já tinham 30 pessoas na fila dando escândalo pela demora.Se eu continuasse atendendo assim, atenderia no máximo 36 pessoas em 12 horas. Lembrando que eu trabalho sozinho no plantão. Mas nesse dia houve 90 atendimentos. Pergunto : As 54 pessoas que sobrassem iriam pra onde ? Se tratar com o prefeito ? Para casa de quem generaliza sobre a classe médica e critica só por criticar ? Trabalho no interior. Aqui falta, as vezes, até papel higiênico. As filas são imensas. A culpa da fila ser imensa é minha ou do sistema ? Se eu atender lentamente, pacientes sobrarão. Se atender mais rápido mas pelo menos triar quem merece maior atenção , também sou criticado. E aí ? Qual a solução ?

    Luís Carlos

    18 de maio de 2013 às 14h32

    Os reponsáveis pelo que você descreve não são médicos cubanos. Pergunto se as entidades medicas permitem ampliar vagas em residências aqui no Brasil? Respondo: não. As entidades médicas dizem que não faltam médicos no Brasil. Então pergunto: porque médicos brasileiros, em maioria, têm 3, 4, 5 ou mais empregos? Respondo: porque as entidades médicas impedem ampliar formação médica na graduação e residências, exatamente para que sejam necessários e possíveis esses mùltiplos empregos. Para além do aspecto quantitativo, também cabe observar que a formação dirigida pelas entidades médicas, em franca simbiose com as instituições de ensino médico, direcionam a formação medica para atenção de alta complexidade, esvaziando formação para atenção básica, comunitária, sanitarista. A formação é meramente mercadológica e pouco resolutiva quanto às maiores demandas sociais. A formação médica brasileira está em franco descompasso com a epidemiologia brasileira.
    Por isso, entidades médicas recorrem ao xenofobismo, preconceito, ataques aos médicos cubanos, recorrem ainda a argumentos tìpicos da guerra fria, absolutamente desqualificados e cínicos, tentando despertar o medo popular quanto a segurança dos pacientes, exatamente porque querem esconder suas reais motivações:manter o status quo da medicina brasileira, não resolutiva, descolada da epidemilogia brasileira e sem compromisso social, apenas praticando cada vez mais o comércio na área da saúde em parceria espúria com a indústria farmacêutica. Os médicos cubanos podem começar a mudar o modelo de atenção à saúde no Brasil em parceria com médicos brasileiros que já lutam por essa mudança mas ainda são minoria,, e isso desespera as entidades médicas brasileira que detém a hegemonia da prática médica nacional. Eis a ameaça. Para a população é o começo da solução. Mas 6 mil ainda serão insuficientes. Precisaremos de ao menos 30 mil. Mas precisamos começar.

Antonio Abreu

17 de maio de 2013 às 14h13

Opinião preconceituosa e corporativista. A AMB aceita de bom grado que os nossos médicos prefiram as grandes cidades e não queiram, mesmo com excelente remuneração,ir para os rincões do Brasil, afinal ninguém quer se afastar dos GRANDES MERCADOS. Falar mal da medicina cubana, é ir de encontro a opinião de organismos internacionais que fazem justiça aos excelentes indicadores obtidos pela medicina cubana. A raiva cega as mais brilhantes mentes.

Responder

Malvina Cruela

17 de maio de 2013 às 14h01

como dizia o (não tão) saudoso Magalhães Pinto: o melhor hospital do Brasil é o Galeão onde se pega um voo da Pan Am..naquela época..

Responder

camilo

17 de maio de 2013 às 13h57

Todo mundo sabe o perfil economico dos medicos formados no Brasil , em sua maioria classe A+++ ,c om rarissimas exceçoes não querem saber de pobre , isso demora geraçoes para ser corrigido e não existe opcoes a curto prazo , que venham os Cubanos , dos Bolivianos que aumentam os lucros dos Hospitais particulares ninguem reclama né..

Responder

Taques

17 de maio de 2013 às 13h46

A única coisa que me deixaria encabulado seria a seguinte:

Por quê cubanos???

Não poderiam ser estrangeiros de qualquer nacionalidade tais como; chilenos, espanhóis, chineses, portugueses (estes nem teriam a dificuldade de comunicação), colombianos, mexicanos…

A resposta, óbvia para mim, é que este “intercâmbio” é mais para ajudar os cubanos que hoje vivem em estado de miséria do que os brasileiros propriamente dito.

Afinal, todos os progressistas são irmãos em Castro, digo, Cristo.

Responder

Murdok

17 de maio de 2013 às 13h36

Se o cidadão está doente e precisa de um médico, que venham esses médicos o mais rápido possível.

Responder

Leandro

17 de maio de 2013 às 13h27

Caso engenheiro eletricista agisse de modo tão fechado e corporativista, quando queimasse uma lâmpada no seu apartamento, você teria que marcar uma consulta com algum engenheiro, talvez para daqui um mês ou dois – teria que ver a “agenda”, teria que pagar uns R$ 150 ou R$ 200, se fosse particular e não por convênio, você relataria seu problema “a lâmpada queimou” – mesmo porque pode nem ser a lâmpada – o engenheiro lhe faria uma prescrição para comprar outra e daí você só poderia comprar nas lojas autorizadas e com a prescrição assinada pelo engenheiro. “Deus-o-livre” se você comprasse uma lâmpada de outra “voltagem” ou potência, imagine, poderia colocar em risco todo o prédio, incendiar o prédio inteiro, vidas estariam correndo risco!

Exagero?? Questão de ponto de vista. Já fui em médicos que me perguntaram “quem te mandou aqui”, já fui em médicos que me fizeram diagnósticos totalmente errados e outros que não ajudaram em nada, bem como já fui em outros que vi um nível técnico muito bom e atendimento adequado. Claro que existem médicos comprometidos com a ética, com a profissão e com o paciente, mas também há muitos que não merecem o respeito que tem a classe de médicos.

Responder

francisco pereira neto

17 de maio de 2013 às 12h57

A AMB está com razão total.
Os médicos cubanos são escória.
Notável é o Roger Abdelmassih que estuprou dezenas de clientes e a AMB e nem o CRF fizeram nada.
Com um HC do craque nessa arte, Gilmar Mendes, o médico estuprador fugiu do país.
Qual a moral dessas instituições?
E os médicos daqui do país que conbram “por fora” dos pacientes do SUS? Fazem cirurgias e consultas com pacientes já falecidos.
Esses não são escória?

Responder

    Gersier

    17 de maio de 2013 às 17h41

    Voce esqueceu de citar o assaltante,falsificador e esquartejador Hosmany Ramos.

Luís Carlos

17 de maio de 2013 às 12h46

De fato, lamentável a manifestação do presidente da Associação Médica Brasileira. Desrespeitosa e de profunda intolerância.
As entidades médicas brasielrias são realmente despreparadas para lidar com a realidade da saúde pública brasileira e com a demanda social em saúde. Por outro lado, sabem bem como atender suas próprias necessidades e as demadnas de seus parceiros, a indústria farmacêutica, com relações obscuras mantidas com entidades que financiam benécies para médicos afinados com as mesmas. Ganhariam os médicos brasileiros vantagens por prescrever produtos mesmo que não tendo maior eficácia do que outros já existentes e menos onerosos?

Responder

Panino Manino

17 de maio de 2013 às 12h21

A palavra da Organização Mundial da Saúde não conta?
Mas, está se estressando atoa, afinal, esses médicos não vão cuidar de medicina familiar e preventiva, coisas simples, em fins de mundo que nenhum médico brasileiro quer ir? Então, continuem nos seus particulares e deixem quem quer trabalhar e cumprir seu juramento.

Responder

Julio Silveira

17 de maio de 2013 às 12h05

Se um sujeito chama de escória um médico cubano imagino como deve se referir aos milhões de cidadãos brasileiros que sequer tem escolaridade média, os mais necessitados de médicos estrangeiros. Deve ser referir como o limbo do lixo.

Responder

    Julio Silveira

    17 de maio de 2013 às 12h06

    Quis dizer o Limo do Lixo.

    Ted Tarantula

    17 de maio de 2013 às 18h14

    cuma????

    Julio Silveira

    18 de maio de 2013 às 09h48

    Ted, voce ja visitou um Lixão? se um dia visitar ira verificar que lixo acumulado gera alem do tradicional e conhecido chorume, também um limo pegajoso e mau cheiroso. E isso que eu tentei fazê-lo entender, sei que é dificil para quem só conhece realidade de escritório.

raquel

17 de maio de 2013 às 12h04

Escória são os médicos brasileiros que no horário de plantão estão dando consultas em suas clínicas particulares; escória são os médicos brasileiros que fazem uma consulta de 15 minutos sem nem tocar no paciente, escória são esses médicos que clamam por tecnologia e acham que medicina avançada é ter vários aparelhos de última geração mas não sabem distinguir entre um paciente com crise de apendicite e um infartando.

Responder

Gerson Carneiro

17 de maio de 2013 às 11h55

Escória é quem prestava serviço para os torturadores assinando atestado de óbito falso. Eu sonhei que o médico Florentino Cardoso seria capaz de assinar.

Responder

Luiz Moreira

17 de maio de 2013 às 11h51

Esta corja de canalhas que cursam medicina para enriquecer, deveriam pagar seu curso nas universidades federais. Cobrem dos pulhas da saúde seus estudos sob mordomia federal.É um curso caro, e todos os que tem condições (a maioria), ou iam prestar serviços no interior por dez anos (com salários baixos do SUS), ou iam pagar uma boa grana para dar bolsas para outros estudantes nas particulares. Burgues gosta de receber, mas na hora de pagar, cai fora.

Responder

Sr.Indignado

17 de maio de 2013 às 11h46

O medo não é só da concorrência profissional, é da concorrência ideológica, pois, o que vale mais para os médicos hoje no Brasil, um grande, rápido e fácil salário ou o ser humano que ele deve curar.
Basta ver as propagandas dos cursos de medicina, o foco, a muito tempo, já não é mais o paciente.

Responder

Willian

17 de maio de 2013 às 11h42

Toda a associação ou sindicato tem como meta defender seus associados. Acho que os médicos cubanos devem vir e passar pelo exame que qualquer profissional de outro país passaria para exercer sua profissão por aqui.

Tudo que envolve Cuba ganha uma dimensão muito grande na blogosfera. Fossem médicos israelenses ou espanhóis acho que não seriam muito bem aceitos por aqui.

Responder

LEANDRO

17 de maio de 2013 às 11h33

“los medicos cubanos son los mejores” Hugo Chavez

Responder

    Malvina Cruela

    17 de maio de 2013 às 14h49

    isso é que está escrito no epitáfio do grande Chavez???

    LEANDRO

    17 de maio de 2013 às 18h36

    Deve ser..rsrsrs

FrancoAtirador

17 de maio de 2013 às 11h26

.
.
Sou totalmente favorável a que se aplique uma prova de seleção,

eliminatória e restritiva ao exercício regular da profissão,

aos médicos braZileiros mercenários que pertencem a uma corporação

ligada à indústria de medicamentos, aos planos privados de saúde,

aos hospitais particulares e aos laboratórios de análises clínicas,

e que jamais honraram a promessa que fizeram no ato de formatura:

“Prometo que, ao exercer a arte de curar, mostrar-me-ei sempre fiel aos preceitos da honestidade, da caridade e da ciência.
Penetrando no interior dos lares, meus olhos serão cegos, minha língua calará os segredos que me forem revelados, o que terei como preceito de honra.
Nunca me servirei da profissão para corromper os costumes ou favorecer o crime.
Se eu cumprir este juramento com fidelidade, goze eu, para sempre, a minha vida e a minha arte, com boa reputação entre os homens.
Se o infringir ou dele afastar-me, suceda-me o contrário.”

Com o exame eliminatório se fará cumprir o último parágrafo acima.
.
.

Responder

    Raimundo

    17 de maio de 2013 às 17h41

    Deveria ser extinto esse juramento aqui no Brasil, Pois, com raríssimas exceções, a maioria não respeita.

Zanchetta

17 de maio de 2013 às 11h19

Além de sub-médicos, são escravos estatais…

Responder

    Nelson

    17 de maio de 2013 às 17h18

    Pelo que vive a repetir em seus comentários, podemos constatar que o Zanchetta aprendeu à risca a lição que seu amo do norte lhe inculcou.

    Luís Carlos

    17 de maio de 2013 às 17h47

    E os médicos do Brazil são que? Subhumanos? Escravos da insdústria farmacêutica? Lacaios do mercado? Corruptos que ganham dinheiro público para não cumprir carga horária? Ladrões que cobram de usuários do SUS? Traficantes de influência que atendem em seus consultórios privados, cobram a consulta e mandam o paciente para se internar no SUS, furando a fila do sistema único de saúde? Terroristas que forçam gestantes a fazer cesárea para ser mais rápido para eles cobrarem mais gestantes? Ególatras que não sabem trabalhar em equipe multiprofissional? Preguiçosos que não fazem encaminhamentos para especialidades fundamentando o encaminhamento devidamente praticando a conhecida medicina “ao ao”. Realmente, são múltiplas opções.

Ricardo Lima

17 de maio de 2013 às 11h08

Que deselegante este Florentino. Além de ser, no mínimo, absolutamente contestável esta afirmativa destemperada. Ou a Europa está tão desesperada assim, a ponto de pegar profissionais médicos despreparados? Sabemos que não. Sabemos bem a ideologia (ou falta dela) deste cidadão.
E para que conste nos autos, na década de 80 o meu pai foi diagnósticado com esclerose múltipla. Em Havana, pois no Brasil era tido como epilético e ponto final. Quem são os incompetentes da história?

Responder

Marci

17 de maio de 2013 às 11h07

Escória é isso:
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/agenciadores-clandestinos-atuam-em-hospitais-e-pensoes-de-teresina.html
E que eu saiba, nem o CFM, nem o CRM-PI, nem o MP, nem a PF fizeram nada contra isso!
Ah, e isso é so a pontinha do iceberg!
É um negocio milionario(e mafioso) que certamente seria muito prejudicado se houvesse uma boa medicina preventiva nas cidades do interior!

Responder

Ivan Ilitch

17 de maio de 2013 às 11h06

Xenofobia e crise histérica à parte, este senhor demonstra incoerência ao exigir que os médicos cubanos passem pela prova de avaliação enquanto entidades classistas dos médicos nacionais resistem em aplicar uma prova de conhecimentos inerentes à atividade, nos moldes do teste da OAB.

Responder

Lafaiete de Souza Spínola

17 de maio de 2013 às 11h05

Não é por acaso que esse senhor é Presidente Da AMB!

Deve ser um proeminente defensor das operadoras dos planos de saúde e do ensino privado. Muitas dessas faculdades privadas preparam médicos que nem poderiam ser equiparados a enfermeiros em Cuba.

A medicina, para esse senhor, é mercadoria!

Cuba tem uma medicina de primeira linha, inclusive na área de pesquisa, apesar do infame bloqueio que sofreu e ainda sofre.

Perguntem a esse senhor, qual o índice de mortalidade infantil em Cuba!

Tudo isso leva-me a protestar, também:

Pelo baixo investimento na educação básica, em nosso país.

Pela proliferação de faculdades privadas, muitas com péssima qualidade, formando médicos que só possuem um diploma. Isso facilita o caminho para esse senhor chegar à AMB.

O QUE PRECISAMOS, COMO PRIORIDADE:

O caminho para resolver os problemas estruturais e amenizar as injustiças sociais do Brasil está, basicamente, atrelado à EDUCAÇÃO. Precisamos, com urgência, investir, pelo menos 15% do PIB no orçamento da educação. Deve ser disponibilizada escola com tempo integral às nossas crianças, oferecendo, com qualidade: o café da manhã, o almoço, a janta, esporte e transporte, nas cidades e no campo. Como é uma medida prioritária, inicialmente, faz-se necessária uma mobilização nacional. Podemos, por certo tempo, solicitar o engajamento laico das Igrejas, associações, sindicatos e das nossas Forças Armadas (guerra contra o analfabetismo e o atraso) para essa grande empreitada inicial.

Outros investimentos de grande porte, concomitantemente, devem ser realizados, ajudando, inclusive, a movimentar a economia de todo país: a construção civil seria acionada para a construção de escolas de alta qualidade, com quadras esportivas, espaços culturais, áreas de refeição e cozinhas bem equipadas etc. Tudo isso exigindo qualidade, porém sem luxo. Durante o período de mobilização, concomitantemente, o governo deve investir na preparação de professores para atender à grande demanda. Como esse projeto é de prioridade nacional, os recursos deverão vir, entre outros: de uma nova redistribuição da nossa arrecadação; de uma renegociação da dívida pública, com a inclusão do bolsa família etc.

Não temos tempo para ficar aguardando a época do pré-sal.

POR UMA EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE!

Responder

baader

17 de maio de 2013 às 10h58

claro, como poderao manter os altos salários (leia agora qualquer edital de concurso público de prefeitura quem acha que exageramos) se vierem mais médicos, pergunta-se. é simples: corporativismo, fenômeno que não ajuda em nada ou ninguém que esteja fora do ‘corpo’. SUS não pode ficar refém de uma categoria profissional em detrimento de um país. e os formados em universidades públicas, pergunta-se.

Responder

Ricardo Lima

17 de maio de 2013 às 10h51

Nos anos 80 o meu pai sofria de ataques epiléticos (ou algo parecido com epilepsia). Rodou por Brasília e por São Paulo, buscando o diagnóstico do que ocorria com ele, sem sucesso. Felizmente, por ser um jornalista simpatizante das causas socialistas cubanas, foi convidado por aquele governo cubano para passar por uma bateria de testes em Havana. Foi, então, diagnosticado com esclerose múltipla. Algo que os médicos brasileiros, à époce, mal conheciam.
Agora vem este senhor chamar os cubanos de escória. Que deselegância!

Responder

LUIZ EUGÊNIO

17 de maio de 2013 às 10h48

“Escória” é uma qualificativo que acho mais adequado àqueles que fazem da saúde uma mercadoria e traem seus votos profissionais negando auxílio a quem realmente precisa.

Responder

    Nelson

    17 de maio de 2013 às 17h21

    Muito boa, Eugênio.

euclides

17 de maio de 2013 às 10h47

Escória….esta é a opiniao deste Sr. a respeito de pessoas pobres e desassistidas do Brasil. Porém, escória é a medicina que ele pratica e representa através da AMB. Escória são as entidades representativas destes mercenários que se dizem médicos e só querem atender pessoas que moram na zonal paulistana e viera souto no carioca. Escória são esses médicos que se formam em universidades públicas a custas do povo brasileiro e se negam a prestar um serviço social, mínimo que seja, atendendo pessoas que moram em zonas de riscos de doenças contagiaosas, zonas carentes e pobres. Sem dizer que este Sr. representa o há de pior nas pessoas: o preconceito segregacionista…….Este Sr., de nome Florentino, sim é uma escória do mundo e devia ser ejetado dele.

Responder

    José Evaristo

    17 de maio de 2013 às 16h29

    Parabéns Euclides você disse tudo .

Jose Mario HRP

17 de maio de 2013 às 10h45

Escória é esse bando de médicos sem vocação e “tudo por dinheiro” aqui do Brasil!
Que venham os cubanos!

Responder

Cristina Briani

17 de maio de 2013 às 10h44

A quem esse senhor representa? Quanto despreparo!

Responder

    Liz Almeida

    17 de maio de 2013 às 22h33

    Ele representa a uma parte considerável da sua categoria profissional… que pensam a mesma coisa que Florentino Cardoso falou, ou pior.

Jayme Vasconcellos Soares

17 de maio de 2013 às 10h42

Os médicos brasileiros foram formados graças ao sacrifício do nosso povo; mas eles constituem uma elite e se consideram infalíveis, e não pretendem retribuir o que o País gastou com a formação profissional deles; não gostam de trabalhar fora dos maiores centros urbanos, onde o médico tem que ser criativo, com olho médico clínico, capacidade para, emergencialmente, identificar prevenir e promover a cura de doenças menos complexas e que exigem rápido e eficiente atendimento, com poucos recursos. Eles só sabem trabalhar com equipamentos sofisticados, inacessíveis a determinadas regiões mais longínquas e mais pobres do País, como é o caso do norte e nordeste. Será que eles têm medo da maior eficiência dos médicos cubanos!?

Responder

Leonardo M. G.

17 de maio de 2013 às 10h36

É escória mesmo! Escória de alto-forno, que depois vai virar cimento e construir belíssimas obras.

Responder

    renato

    17 de maio de 2013 às 16h10

    Grande Leonardo!

paulo roberto

17 de maio de 2013 às 10h32

Esse mala deveria se preocupar, antes, com a qualidade de nossos médicos, os quais, salvo raras exceções, são mal formados e só cursaram medicina com a intenção de ficarem ricos.

Responder

Reinaldo César Zanardi

17 de maio de 2013 às 10h18

As entidades médicas não são as mais adequadas para defender o sistema público de saúde por serem exatamente o que são: entidades corporativas. O sistema brasileiro de saúde realmente é subfinanciado e a infraestrutura precisa melhorar. Esse investimento passa por muita coisa e não apenas pelo aumento do salário dos médicos ou dos procedimentos que esses realizam.

Responder

Luiz Hespanha

17 de maio de 2013 às 10h11

É um absurdo! O Brasil não precisa de médico cubano para atender na periferia, sertão ou Amazônia. Formado pela Medical High School of Hygienopolys, ele repetia o mantra às clientes de sua clínica de estética. A cada volta à cozinha, Raimunda, responsável pelos juices and teas diets, murmurava irônica: o negócio desse aí é esticar cara de madame: ele não sabe onde é Parelheiros, onde moro; ou Anapu, no Pará, onde nasci!

Responder

    Miriam

    17 de maio de 2013 às 10h46

    Gostava quando tinha o ícone “positivinho” pra clicar. Luiz, adorei.

    Luiz Hespanha

    17 de maio de 2013 às 17h19

    Valeu Miriam. Posto coisas assim nos blogs que considero necessários como o o do Azenha, do Edu Guimarães, Rodrigo Viana, Diário do Centro do Mundo e outros, e também no facebook. Abraço!


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