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Diana Assunção: USP sobe no ranking baseada em trabalho semi-escravo
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Diana Assunção: USP sobe no ranking baseada em trabalho semi-escravo


25/03/2013 - 10h52

por Luiz Carlos Azenha

Diana Assunção me chamou a atenção, via Facebook, para seu livro A Precarização tem Rosto de Mulher, sobre a luta das trabalhadoras da Universidade de São Paulo por melhores condições de trabalho. A abordagem é inovadora, pois destaca o protagonismo das próprias mulheres ao longo da luta social. Mulheres, majoritariamente negras, terceirizadas, que ganham de salário o que outros funcionários ganham de Vale Refeição.

É um tema atualíssimo: Márcio Pochmann trata disso em Nova Classe Média?, no qual argumenta:

Seja pelo nível de rendimento, seja pelo tipo de ocupação, seja pelo perfil e atributos pessoais, o grosso da população emergente não se encaixa em critérios sérios e objetivos que possam ser claramente identificados como classe média. Associam-se, sim, às características gerais das classes populares, que, por elevar o rendimento, ampliam imediatamente o padrão de consumo. Não há, nesse sentido, qualquer novidade, pois se trata de um fenômeno comum, uma vez que trabalhador não poupa, e sim gasta tudo o que ganha. Em grande medida, o segmento das classes populares em emergência apresenta-se despolitizado, individualista e aparentemente racional à medida que busca estabelecer a sociabilidade capitalista. (…) Percebe-se sinteticamente que a despolitizadora emergência de segmentos novos na base da pirâmide social resulta do despreparo de instituições democráticas atualmente existentes para envolver e canalizar ações de interesses para a classe trabalhadora ampliada. Isto é, o escasso papel estratégico e renovado do sindicalismo, das associações estudantis e de bairros, das comunidades e base, dos partidos políticos, entre outros.”

[Ouça aqui uma entrevista do Márcio sobre o assunto]

Ruy Braga, em A Política do Precariado, trata de um tema relacionado de forma mais ampla e corrosiva.

Clique abaixo para ouvir o debate que ele travou sobre o assunto na USP, com o André Singer (no qual Ruy faz uma releitura do sindicalismo lulista dos anos 80).

Não podemos nos esquecer de Infoproletários, da Boitempo, escrito em parceria por Ricardo Antunes e Ruy Braga, que trata da degradação real do trabalho virtual.

E nem mesmo das denúncias da presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira, sobre o papel do próprio Banco Central no enfraquimento da categoria.

Paulo Kliass nos fala dos riscos para a atual legislação trabalhista o mesmo alerta do senador Paulo Paim.

Ana Tércia Sanches, por sua vez, denunciou a lei da terceirização generalizada e o Brasil de Fato elencou a ofensiva contra os direitos trabalhistas em 2013.

Temos, portanto, um quadro generalizado de precarização das condições de trabalho, do uso das novas tecnologias de informação para sobrecarregar os trabalhadores, da terceirização e de outros golpes para reduzir direitos sociais. Enquanto isso, a coalizão dirigida pelo Partido dos Trabalhadores assiste a quase tudo, protestando aqui, atuando ali, às vezes inerte e às vezes, de forma dissimulada, colaborando com a lucratividade dos que financiam as campanhas do partido em detrimento dos trabalhadores que diz representar.

Fiquem com a boa entrevista da Diana, que é funcionária da Faculdade de Educação da USP e descreve uma aliança improvisada entre trabalhadoras de limpeza e estudantes para fortalecer a luta social delas. A USP tem subido no ranking das melhores do mundo, mas o que há escondido sob o tapete?

Clique na setinha cinza abaixo para ouvir a entrevista:

Mac Audio_recording

Leia também:

Mike Whitney: Uma campanha clandestina contra os direitos sociais na Europa 

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17 comentários

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Moacir Moreira

28 de março de 2013 às 11h13

As mulheres da classe média perderam a liberdade sexual para que os homens seus “maridos”tivessem certeza de que eram pais das crianças a quem iriam deixar sua herança (não apenas genética) nesta terra.

Em troca da liberdade sexual ganharam o direito de seren sustentadas sem ter que trabalhar e viver sem preocupações com a limpeza da casa.

Não é por outro motivo que foi um homem quem psicografou a Bíblia – nosso principal Livro das Leis –

Por essa lógica, até mesmo o Todo-Poderoso Deus foi um homem.

Sem “colaboradoras” domésticas as dondocas vão ter que lavar a louça e limpar a privada.

Será que elas aguentam o fedor?

http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/comdim/usu_doc/monogamia_e_heterossexualidade.pdf

Responder

Fabio Passos

26 de março de 2013 às 20h16

Injustificavel uma universidade permitir que trabalhadoras sejam exploradas de forma tao aviltante.
Pessimo exemplo fruto da idiotia neoliberal que contaminou toda a sociedade ate o fim da decada passada.

Responder

FrancoAtirador

26 de março de 2013 às 19h14

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Ir contra as conquistas trabalhistas das empregadas domésticas
desafia qualquer lógica.

Por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

Trabalharíamos 18 horas por dia de segunda a segunda
se dependesse de Danuza Leão

Danuza mais uma vez vacilou.

Não havia um editor na Folha para conversar com ela antes que o texto das empregadas domésticas fosse publicado?

(http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danuzaleao/1251556-a-pec-das-empregadas.shtml)

Em certo momento, ela fala que não existe país com direitos trabalhistas iguais aos do Brasil.
Ora, onde ela foi arrumar uma informação tão descabida?

Os direitos trabalhistas brasileiros, comparados aos da Escandinávia, por exemplo, são primitivos.

Na Noruega, as mulheres têm um ano de licença maternidade, e os pais têm dez semanas de folga remunerada para ajudar a cuidar dos bebês.

Na Suécia, creches governamentais que parecem hotéis cuidam durante a noite de crianças cujas mãe tenham trabalho noturno.

E a economia escandinava é florescente.

Mídia nenhuma se atreve lá a fazer campanhas contra o “Custo Escandinávia”.

Mas o pior do artigo de Danuza não está na informação errada, e sim na lógica tortuosa.

Se a seguíssemos, os trabalhadores teriam jornadas de sete dias por semanas e de 16 horas, como foi nos primórdios da era industrial.

Não haveria férias, não haveria aposentadoria, e as crianças de famílias pobres iriam direto não para a escola mas para o trabalho.

Foi a Alemanha de Bismarck, na segunda metade do século 19, que criou proteção aos trabalhadores. Não por espírito filantrópico, mas porque havia uma intensa pressão dos sindicatos dos trabalhadores, e também porque o governo temia uma revolução de esquerda.

Mais direitos para as empregadas domésticas é uma excelente notícia para elas e para a sociedade.

Quem não puder pagar vai aprender a cuidar das próprias coisas, e encontrará saídas alternativas. Em Londres, o recurso às cleaners, diaristas, é um fato da vida da classe média.

Você acerta com uma cleaner uma ou duas visitas por semana de duas ou três horas cada, e paga cerca de 35 reais a hora.

Fora disso, você mesmo lava a roupa, passa o aspirador e faz a louça. Há máquinas boas e baratas.

As inglesas que no passado já remoto trabalhavam como domésticas têm hoje ocupações mais sofisticadas e mais bem pagas. Ninguém ficou ao relento, como parece temer Danuza.

Assim como, na Alemanha bismarquiana, a indústria não se destruiu – longe disso, como se vê hoje – porque os trabalhadores conquistaram direitos.

Já é mais que hora de a classe média brasileira lavar a própria roupa suja.
É fácil, como aprendi em Londres.

(http://diariodocentrodomundo.com.br/trabalhariamos-18-horas-por-dia-de-segunda-a-segunda-se-dependesse-de-danuza)


Estaríamos assim se dependesse de Danuza

Responder

lulipe

26 de março de 2013 às 15h12

A USP é a única universidade da América Latina entre as 100 melhores do mundo.A crítica e publicização dela se dá apenas por um único motivo:É uma universidade de São Paulo, estado governado pelo PSDB.

Responder

FrancoAtirador

26 de março de 2013 às 11h13

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A TERCEIRIZAÇÃO NO PODER JUDICIÁRIO

Um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2010 mostrou que há um excesso de terceirizados no Poder Judiciário.

Em muitos casos, as nomeações são ilegais.

Um total de 11.134 vagas dos Judiciários estaduais são ocupadas por pessoas que não têm vínculo com a administração pública.

À época do levantamento, 13 Tribunais de Justiça tinham percentuais de servidores de fora da carreira acima dos 50% do total efetivo.

Fonte: SINDJUS RS
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Judiciário conta com batalhão de terceirizados

A elite da Justiça brasileira tem 1.211 seguranças,
número maior do que o de agentes da Polícia Federal na fronteira do país

A mais alta esfera do Poder Judiciário, representada por cinco tribunais superiores, tem em Brasília mais seguranças e vigilantes do que agentes da Polícia Federal nas fronteiras do país.

Nos 15,7 mil quilômetros limítrofes, a PF tenta combater a passagem de armas e drogas, além de frear o contrabando, com um grupo que varia entre 900 e mil agentes.

Nos tribunais, um batalhão de 1.211 vigilantes e seguranças cumpre uma missão bem menos engenhosa: garantir a proteção de 93 ministros e o controle do entra e sai nos prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior Eleito­ral (TSE), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tri­­bunal Militar (STM).

São 13,2 guardas para cada pessoa que alcançou o topo da pirâmide da magistratura.
Quadro avesso ao do Fórum de São Gonçalo, onde trabalhava a juíza Patrícia Aciolly, executada com 21 tiros sem que ao menos um guarda estivesse ao seu lado.
Número que supera até mesmo a tropa de 969 vigilantes contratados para cuidar do cofre do Te­­souro: as nove diretorias e a sede do Banco Central na capital federal.

A elite do Judiciário ainda conta com um batalhão de 386 recepcionistas, 287 motoristas e 271 copeiros e garçons. Há também casos pe­­culiares, como os 14 lavadores de carros do STJ e os 5 contratados para limpar as áreas envidraçadas do TST.

Em quase 100% dos casos, são contratos de terceirização firmados com empresas especializadas em destinar pessoal à administração pública no Distrito Federal.
Grupos que acumulam lucros pa­­ra cada funcionário cedido.
E, de acordo com um alto servidor do Ju­­diciário, servem de catapulta pa­­ra que parentes de servidores ou amigos de operadores do Direito abocanhem uma vaga junto ao poder.

O STF, com seus 11 ministros, tem 244 recepcionistas, 183% acima do STJ, uma superestrutura de concreto com 33 ministros e 140 mil metros quadrados de área. Excluindo o quadro próprio, o STF ainda conta com 58 motoristas e 49 garçons e copeiros que abastecem as sessões no plenário e os gabinetes.

Vidros

No TST, o pessoal da limpeza sofre para cuidar da estrutura envidraçada. Por isso, foi convocada uma equipe de funcionários especializada na limpeza de vidros.
Mas, apesar de contar com 27 ministros, o número de seguranças é menor do que no STJ ou no STF: 209.

O TSE, de­­dicado aos processos eleitorais, tem 180 vigilantes e 41 motoristas. Mas a corte vai para uma no­­va sede e os números vão mudar (SIC).

Apesar de o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinar a todos tribunais que divulguem a lista de pessoal do quadro e de terceirizados, o STM ainda não o fez.
Por meio da assessoria, a corte informa que conta apenas com 5 vigias, 5 motoristas e 28 copeiros e garçons.

Blindado

O STJ é o prédio mais blindado do Judiciário brasileiro, com 425 vigias e seguranças, além de 168 câmeras de vídeo monitorando quase todos os cantos do quarteirão e do estacionamento externo.

Mas o STJ também é o tribunal da água e do sabão.
São 14 pessoas para deixar a frota impecável.
Trabalham na limpeza de 160 veículos, dos quais 75 são luxuosos Ômega, da GM.

Fonte: Agência O Globo, via iG
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Leia também:

Servidor público, neoliberalismo e analogias

A extinção do cargo de auxiliar e a terceirização no judiciário

Locação de mão-de-obra no judiciário: o fantasma da terceirização

No Judiciário, gastos com locação e terceirização
seriam suficientes para contratar mais de 7 mil servidores

O lucro das empresas privadas com a terceirização no judiciário

(http://www.sintrajufe.org.br/noticias/DeA/dea-13.htm)

Responder

Complinello

26 de março de 2013 às 09h40

A usp não é mais pública. Quem manda lá dentro são as fundaçõe$, com o aval de digníssimos e nobilíssimos manda-chuvas.

Se alguém investigar, vai descobrir que a terceirização é a ponta do iceberg.

O modelo de administração exercido atualmente na usp é retrógrado e arcaico. Privilegia o QI (quem indica), fraudes em licitações e concursos e exclusão social. Tudo o que o psdb adora.

Responder

kalifa

25 de março de 2013 às 18h15

A opus dei do alkimin tem a escravidão como uma forma de trabalho!

Responder

Sávio Mendes

25 de março de 2013 às 17h37

Azenha, acho necessário tomar cuidado com quem nós cedemos espaço aqui nesse site tão importante para a democracia brasileira. A autora deste livro é uma troglodita da LER-QI, uma pequena seita sectária estalinista vindo de um racha do PSTU que trata o ex-presidente Lula como trata o Sarney. Experimente conversar com funcionários da USP para verificar os métodos questionáveis dessa liderança. Tome cuidado, por melhor que seja a intenção do material essa gente não merece voz.

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    25 de março de 2013 às 18h04

    Feito o alerta, digo: a extrema esquerda também deve ter sua voz. Se não tiver voz institucional, o fará por meios que considero menos democráticos.

    abolicionista

    25 de março de 2013 às 20h39

    Caro Sávio, desculpe, mas uma frase como “Essa gente não merece voz”, me parece bastante problemática, principalmente se proferida em favor da democracia. Sei do radicalismo, da intransigência e da cegueira política de grupos como o que você citou, mas não concordo com a sua frase, ela praticamente o iguala a eles. Há, sim, coisas que não podem ser ditas numa democracia, tais como ameaças de morte, incitações à violência, etc. Mas, vale notar, são enunciados e não as pessoas que precisam ser calados. Todos merecem voz. Além disso, o livro denuncia um problema grave que ocorre justamente na esclarecida Universidade de São Paulo (atualmente transformada na maior sede de caixa dois do PSDB no estado), problema que merece ser discutido e divulgado. De todo modo, vamos combater ideias com ideias.

Gabriel

25 de março de 2013 às 17h11

Assim que é a situação precária dos mais fracos justamente na USP, universidade de renome com receita/investimento da cidade de Campinas. Fui monitor-bolsista e trabalhei por algum tempo dentro da secretaria de um departamento da USP. Descobri que os funcionários, assim como os professores, estão altamente preocupados com o bônus recebido no final do ano em razão do avanço que a universidade dá nos rankins internacionais. Esses monitores com bolsa se tornam funcionários sem registro e quando deveriam exercer atividades acadêmicas são colocados para atendimento administrativo. Fiz parte desse programa pois faço mestrado sem bolsa e logo quis sair. Fui pressionado pela professora responsável a continuar. Por sorte ela não era minha orientadora, ao contrário de uma monitora que teve que transferir seu mestrado para a educação. Por sorte seu projeto de pesquisa pode ser reaproveitado. É vergonhoso o que é permitido fazer na USP. Como essa professora da USP me disse, a USP é (como) uma máfia.

Responder

Mardones

25 de março de 2013 às 16h39

“Temos, portanto, um quadro generalizado de precarização das condições de trabalho, do uso das novas tecnologias de informação para sobrecarregar os trabalhadores, da terceirização e de outros golpes para reduzir direitos sociais. Enquanto isso, a coalizão dirigida pelo Partido dos Trabalhadores assiste a quase tudo, protestando aqui, atuando ali, às vezes inerte e às vezes, de forma dissimulada, colaborando com a lucratividade dos que financiam as campanhas do partido em detrimento dos trabalhadores que diz representar.”

A coalizão dirigida pelo PT vai fazer muito estrago no Brasil sob a sacrossanta missa do ”já fizemos muito e há ainda muito por fazer”.

E quem ousar criticar o PT vai ser taxado de radical ou tucano.

Responder

Gerson Carneiro

25 de março de 2013 às 16h11

E nem é fornecido gravatinhas e lencinhos como é fornecido aos escra… ops! aos funcionários do Poupa Tempo. Eles ficam tão felizes dentro daqueles uniformes.

Responder

Urbano

25 de março de 2013 às 14h13

Sempre me debati contra a terceirização, pelo menos na forma como acontece no Brasil. A tenho como uma forma de burlar terceiros, pois um contrato se maquia melhor do que uma folha de pagamento. No caso da USP, nem precisa se dizer o que deve acontecer por ali, sob a tutela dos tunganos. Sinto pena de um ex-comunista de fancaria (deu uma cambalhota e caiu na direita) que é fã incondicional da USP, vindo mesmo a idolatrar. Até chega a sibilar quando pronuncia o nome.

Responder

Leo V

25 de março de 2013 às 11h26

Onde está o link com a entrevista da Adriana?

Responder

    Luiz Carlos Azenha

    25 de março de 2013 às 11h28

    Clica lá, né. No pé da página, na setinha.

    Leo V

    25 de março de 2013 às 15h00

    Deve ser algum problema de configuração no computador aqui. Não está aparecendo a seta… não está aparecendo aquele ícone que normalmente vejo quando há entrevista com áudio.


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