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Deputados querem CPI para investigar violência em SP


16/11/2012 - 10h51

por Conceição Lemes

Por que, apesar alertadas há três meses pela Polícia Federal e pelo Ministério Público de que o PCC desencadearia nova onda de ataques a PMs, as autoridades paulistas não tomaram nenhuma medida proteger os policiais e familiares?

Quem foram os responsáveis pela negligência? Os agentes públicos ou os políticos da área da segurança pública do governo paulista?

Por que, já com a crise  em andamento, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) cortou do pagamento dos PMs um benefício que significava 500 reais a mais no salário? Alckmin, aproveitando-se do barulho em torno do julgamento do mensalão, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, apresentar liminar para derrubar decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que autorizava o recálculo de diferenças salariais da categoria. E conseguiu.

Por que é a ROTA que dita a política de segurança pública do Estado de São Paulo?

Essas são apenas algumas das questões que a CPI da Violência na Assembleia Legislativa de São Paulo pretende esclarecer. Está sendo proposta pela bancada do PT e já conta com 28 assinaturas: 24 petistas, duas do PCdoB, uma do PSOL e uma do PDT. Para um pedido de CPI ser protocolado são necessárias 32 assinaturas. A coleta prossegue.

“A omissão das autoridades públicas paulistas redundou em dezenas de mortes de policiais e de civis, que poderiam ter sido evitadas”, condena o deputado Alencar Santana Braga, líder da bancada na Assembleia. “Essas mortes não podem ficar impunes.”

Conversamos um pouco mais com o deputado sobre a proposta, já que os sucessivos governos tucanos têm barrado sistematicamente a criação de CPIs na Alesp. Quando não conseguem, inviabilizam, na prática, a sua realização.

Viomundo – Com esse retrospecto sombrio, acredita mesmo que essa CPI sairá ?

Alencar Santana — O governo possui a grande maioria na Assembleia que normalmente impede o trabalho da oposição, em especial a criação de CPIs para se apurar irregularidades e responsabilidades que envolvam os órgãos e autoridades estaduais. Neste caso, por tratar de crise na segurança que está afetando a sociedade como um todo, esperamos que os deputados da base governista colaborem na apuração de eventual omissão por parte do secretário de Segurança Pública.

Nos últimos dias, a imprensa divulgou relatórios da Polícia Federal e do Ministério Público Federal que registram conversas telefônicas entre bandidos. Nessas conversas, são dadas ordens de morte a PMs. Por esses relatórios, há, pelo menos, três meses  era do conhecimento de autoridades do Estado essa onda de violência que estamos vivendo.

Viomundo — E se a CPI sair, não acabará em mais uma pizza “em nome da governabilidade”?

Alencar Santana — Se sair, trabalharemos para que não vire pizza.

Viomundo — O que espera dessa CPI?

Alencar Santana — O importante é a apurar as razões desta onda de violência, as responsabilidades das autoridades de segurança, as omissões diante das informações prévias dos ataques, eventuais excessos cometidos pelas autoridades e também colaborar no debate em busca de soluções.

Viomundo – No momento, esse é o papel do poder legislativo no combate à violência?

Alencar Santana – Com certeza. Assim como participar ativamente no debate de políticas publicas para essa área, exigir mais investimentos em recursos humanos, formação, inteligência e melhores e mais equipamentos de trabalho.

Viomundo – As autoridades do Estado sabiam há, pelo menos, três meses do risco de policiais serem atacados por integrantes do PCC. O que levou o governo paulista a se omitir? Seria para não ter impacto nas eleições municipais?

Alencar Santana — Muito estranha a omissão do governo paulista. Acredito que, além do temor do impacto eleitoral, agiram assim por dois outros motivos: em 2006,  fizeram acordo com o crime organizado e não acreditavam no rompimento; e também porque não possuem um serviço de inteligência qualificado a ponto de prever isso.

Viomundo — Há denúncias de que os números da violência em São Paulo são maquiados. Os números de mortos (policiais e civis ) que estão sendo divulgados atualmente são reais?

Alencar Santana — Não dá para informar se estão sendo ou não maquiados neste momento, mas é algo que poderíamos esclarecer com a CPI.

Viomundo —  A situação atual é igual ou pior do que a de 2006?

Alencar Santana — Estamos reféns do crime organizado, como ficamos em 2006. Só que a tática mudou.  Agora, estão utilizando tática de guerrilha, com ataques pontuais e dispersos, inclusive contra soldados à paisana. Eles sabem exatamente quem estão atacando.

Para piorar, há a sensação de impotência que o governo de São Paulo está passando diante da insegurança que as pessoas estão vivendo.  O crime organizado mudou sua tática e o governo de São Paulo, o maior estado de país, provou que está despreparado para enfrentá-lo.

Quer um exemplo simples de como estamos despreparados?  Os policiais estão sendo obrigados a fazer rodízio de coletes à prova de bala, porque não há coletes em número suficiente para todos. Uma vergonha! Isto é São Paulo, onde o PSDB governo há anos. O duro é que ainda hesita em receber ajuda do governo federal…

Viomundo – Em São Paulo, a política de segurança pública está sendo determinada pela ROTA. O que acha disso?

Alencar Santana — Parece que o governo adotou a política do confronto, da vingança privada, como se vivêssemos numa sociedade sem lei. Isto não resolve o problema da segurança, não elimina o crime organizado, só gera mais violência.

Viomundo – Quem mora na periferia conhece o drama de jovens mortos pela própria polícia.  Frequentemente são pobres e/pretos. Como avalia essas mortes?

Alencar Santana — Lastimável. Demonstra o preconceito da polícia de São Paulo contra as populações vulneráveis. O jovem já não tem opção de lazer na periferia. Agora,  está sendo obrigado a ficar confinado dentro de casa com medo da polícia e do crime organizado.

Viomundo — E se CPI não sair?

Alencar Santana — A solução do problema está nas mãos do governo estadual, que tem de agir com inteligência, de forma eficaz e integrada, tanto com os seus órgãos de segurança e policiais quanto com o governo federal.

À Assembleia cabe apurar eventuais responsabilidades pelos excessos ou omissões, assim como participar do debate cobrando providências. Se não tivermos êxito na CPI, estudaremos a possibilidade de uma representação contra o secretário da Segurança  pela omissão em adotar medidas preventivas diante das informações que os ataques ocorreriam.

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29 comentários

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Dedetizadora

26 de novembro de 2012 às 12h17

O que precisa de CPI para investigar a violência em São Paulo?

Não é isso que precisamos a violência está ai pra todo mundo ver, o que estamos precisando é de atitude no combate ao crime, tratar o crime como deve ser de fato com firmeza, chega de sermos escravos do crime…

O papel do cidadão e do bandido se inverteram, nós cidadãos ficamos preso dentro de nossas casas e os bandidos ficam livres com toda a liberdade do mundo.

Até quando vamos conviver com isto?

Abraços
Dedetizadora

Responder

Marcos Coimbra: Misturar para confundir « Viomundo – O que você não vê na mídia

18 de novembro de 2012 às 11h25

[…] Deputados querem CPI para investigar onda de violência em SP […]

Responder

Josué

17 de novembro de 2012 às 16h05

Até mesmo Alckmin, que conta com a colaboração da mídia fascista paulistana, vai ter dificuldade em esconder uma realidade tão trágica.

Na Folha online de hoje:

“Ataques em 3 horas em SP deixam 8 mortos, 5 em uma chacina”.

Está tudo sob total descontrole.

Responder

Mário

17 de novembro de 2012 às 12h21

A Folha acordou hoje meia sonolenta mas acordou. Veja a notícia:

Em 3 horas SP registra 7 mortes, quatro delas em uma chacina

DEH OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

Atualizado às 12h12.

A onda de violência não deu trégua entre a noite de sexta-feira e madrugada deste sábado na Grande São Paulo. Em um período de aproximadamente três horas ocorreram pelo menos sete mortes, sendo quatro delas em uma chacina, e três pessoas ficaram feridas por tiros.

Bando faz arrastão em restaurante a 50m de base da PM

A maior parte das mortes ocorreu na zona sul da capital, onde quatro jovens foram assassinados por volta das 23h30 de sexta. Familiares e amigos das vítimas disseram que os criminosos chegaram em motocicletas e começaram a disparar contra o grupo que estava reunido em frente a uma casa. As vítimas foram socorridas ao pronto-socorro do hospital Saboia”.

Com estas notícias a Folha se credencia para falar das mortes em Santa Catarina.

Responder

Rose PE

17 de novembro de 2012 às 10h39

Acho difícil sair essa CPI, não é de hoje que vemos CPIs neste estado não dá em nada.

Responder

Mailson

17 de novembro de 2012 às 09h58

A Folha silencia, mas o JB (Jornal do Brasil) desmente o silêncio da Folha:

Ao menos 4 morrem e 3 ficam feridos em chacina na zona sul de SP
Portal Terra

“Quatro pessoas morreram e outras três foram feridas a tiros em uma chacina na rua Sebastião Afonso, em Cidade Ademar, na zona sul de São Paulo, no fim da noite desta sexta-feira. As informações são da Rádio CBN.

Segundo testemunhas, os atiradores estavam em motos. Todos estão foragidos e o caso será investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa).

Onda de violência

Desde o início do ano, ao menos 92 policiais foram assassinados no Estado. Desse total, 18 eram aposentados e três estavam em serviço. Além disso, o Estado continua a enfrentar um grande índice de violência. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, só na capital houve um crescimento de 102,82% no número de pessoas vítimas de homicídio no mês de setembro, em comparação ao mesmo período do ano passado. Em todo o Estado, a alta foi de 26,71% no mesmo período”.

Obs: Os dois atiradores que atacam sempre de moto estão sendo chamados população de São Paulo de motoqueiros fantasmas. São sempre os mesmos, mas a polícia nunca os identifica.

Responder

Mailson

17 de novembro de 2012 às 09h42

EXTRA! EXTRA!
MARCOLA MUDOU-SE PARA SANTA CATARINA

Examinando a Folha online de hoje eu constatei que o PCC havia se mudado para Santa Catarina. Nenhuma notícia sobre a violência em São Paulo que, por falta de notícia sobre ela, deve ter “acabado”.

Notícias não confirmadas dão conta de que o Marcola adquiriu uma mansão em Itajai e se mudou de mala e cuia para aquela praia maravilhosa.

Segundo a Folha, a guerra civil em Santa Catarina já é notícia até mesmo no jornal argentino o Clarín, aquele que anda às turras com a Cristina Kirchner por não querer se ajustar à Lei dos Medios.

Quer dizer, a “paz” voltou a reinar em São Paulo. Sob o túmulo e o silêncio dos inocentes.

Responder

Gil Rocha

17 de novembro de 2012 às 00h14

Sim, CPI é uma boa ferramenta para
fazer um belo carnaval e não se apurar
nada a fundo.
A do Cachoeira é um bom exemplo, os políticos
vão ficar tudo de fora.
Como sempre.

Responder

FrancoAtirador

16 de novembro de 2012 às 20h22

.
.
Qual a posição do PSB e do PV de São Paulo ?
.
.

Responder

Ted Tarantula

16 de novembro de 2012 às 20h02

sou mais o lance de vestir umas roupas de pai de santo ou pipoqueiro (branco) dar as mãos em volta de umas igrejas, mandar rezar umas missas…
fazer um bonecos de vodu, coisas assim…
no rol de medidas das nossas autoridades essas tem mais chance de eficacia..

Responder

Fabio

16 de novembro de 2012 às 18h18

Não espere nada da ALESP, estão lá apenas para ganhar dinheiro facil e aprovar tudo que os tucanos mandam para la para destruir o Estado de São Paulo.
Ou o povo paulista muda tudo isso nas urnas, ou seremos eternamente refens do crime.

Responder

Santayana: Julgamento da AP 470 corre o risco de ser um dos erros judiciários mais pesados da História « Viomundo – O que você não vê na mídia

16 de novembro de 2012 às 16h35

[…] Deputados querem CPI para investigar onda de violência em SP […]

Responder

smilinguido

16 de novembro de 2012 às 15h26

CPI????????????? pronto..ta tudo resolvido…

Responder

maria olimpia

16 de novembro de 2012 às 15h06

Essa CPI NUNCA sairá, infelizmente. A base aliada e alienada NÃO deixará. Enquanto a ALESP estiver sob o domínio do governador e a o oposição for minoria, nada que for do interesse da população sairá, infelizmente! MPE? Existe em SP, mas NÃO FUNCIONA!

Responder

Belmiro Machado Filho

16 de novembro de 2012 às 15h00

Essa CPI não sairá nunca. Os argumentos do deputado Alencar Santana são do tipo diz-que-me-diz, conversa fiada. Da ALESP não podemos esperar nada que se aproveite. A ALESP é um palco para promoção pessoal e só.

Responder

assalariado.

16 de novembro de 2012 às 14h38

Sr. deputado Alencar e internautas, será que se pegarmos esta entrevista fazermos uns milhares de panfletos e começarmos a distribui -los para o povo. Será que este partido ainda se lembra dessa pratica junto as massas?

Pois é, vamos fazer uma (CONTA MATEMÁTICA), para ver seu o deputado e seus pares com viés de esquerda estão dispostos a, pelo menos avisar o povo.

1) Numero de deputados na camara estadual de SP, de um total de 94, com viés de esquerda, somos 36.

2) Numero de assessores permitido para cada deputado: (32 ou é 16). Me ajudem atualiza -lo, por favor!

3) 36 x 16 = 576

4) Em todo o caso para não me chamarem de radical, vou considerar que cada deputado paulista tem 16 assessores. Sendo assim, este panfletos que proponho, para avisar o povo, poderiam e podem ser distribuidos pelos assessessores que dariam um total de: 576 assessores.

5) E então deputado, imaginem os setores progressistas da sociedade sendo consagrados com essa pratica obrigatória de legisladores e seus assessores que se dizem de esquerda avisassem povo de fato e direito.

6) Com a palavra os 36 deputados estaduais de SP, que se dizem de esquerda, e agora?

7) Em favor do povo. Será que essa matemática politica fecha?

8) Abraços panfletários.

Responder

Henrique

16 de novembro de 2012 às 14h13

CPI em SP!?

É mais fácil o alckmin sair da ‘opus dei’!

Responder

Jose Mario HRP

16 de novembro de 2012 às 14h10

CPI para São Paulo só na Câmara ou no Senado, pois a assembléia legislativa daqui é acabrestada pelo PSDB.
O Alck deita e rola em negação!
Haja Opus Dei!

Responder

FrancoAtirador

16 de novembro de 2012 às 13h22

.
.
CPI ENVOLVENDO O GOVERNO DO PSDB DE SÃO PAULO ?!?

DU-VI-DÊ-Ó-DÓ !

SERÁ INÉDITA.
.
.

Responder

    Willian

    16 de novembro de 2012 às 23h14

    O PSDB não gosta de CPI em SP; o PT, em Brasília.

    Bingo!

pedro - bahia

16 de novembro de 2012 às 12h48

Não sai. a exemplo de outras tentativas no governo tucano de FHC, não se dará seguimento. Lembram da tentativa da CPI para apurar compra de votos para o projeto da reeleição?
O PSDB, creio eu, tem maioria da assembleia do estado (se não tiver compra-se os deputados necessários para que isso aconteça) e o assunto será abafado.
Ainda mais agora que, se utilizada a teoria “domínio do fato” o Governador do Estado poderia ser condenado pelos crimes cometidos pela polícia.

Responder

francisco pereira neto

16 de novembro de 2012 às 12h46

Nossa! Isso que é estratégia da bancada oposicionista da Assembléia paulista.
A entrevista do deputado Alencar Santana é de uma contundência que deve estar estremecendo as bases governistas.
Com essa vontade de um morto-vivo vai acabar se juntando aos zumbis.
Quantas idéias, quais são os elementos provados com documentos para encurralar o governo? Só o aviso da PF? Faça-me o favor né?
Eles poderiam pelo menos ir atrás de informações do porquê só no governo Alckmin o PCC faz essa baderna?
Um dado já é do nosso conhecimento. O acordo do governo com o PCC em 2006.
Alguém sabe, tem idéia de como foi esse acordo?. No governo Serra não houve nenhuma exacerbação do PCC. Só foi Alckmin assumir, o terror voltou.
Foi divulgado pela própria policia o esquema de arrecadação de recursos do crime organizado. São milhões de reais.
Eles (oposição) não poderiam dar uma olhadinha nos recursos de campanha da eleição do governador? Só para começar.
Se a oposição não tem condições de aprovar uma CPI, por que o MPE não toma providências nesse sentido, para averiguar o que se passa. Eles são funcionários públicos para defender a sociedade e não para defender o governo.
Será que é preciso autoridades serem atacadas e mortas para eles começarem a se mexer?

Responder

LEANDRO

16 de novembro de 2012 às 12h31

Apoiado. Mas tem que ir até o fim, nada de na hora da onça beber água a base governista dar pra trás como na cpi do cachoeira.

Responder

Antonio

16 de novembro de 2012 às 11h36

Uma perguntinha despretenciosa:

O Alckmin vai deixar?

Responder

Hélio Pereira

16 de novembro de 2012 às 11h29

Se não sair a nível Estadual,poderia ser criada uma a nível Federal,uma vêz que é evidente que a “Base” de Alckmim vai barrar esta CPI e o Ministério Público de SP atua mais como Palanque do PSDB do que como entidade responsável pela Justiça em SP.

Responder

João Ferreira Bastos

16 de novembro de 2012 às 11h00

Tem a CPI do cachoeira e o pt colocou o rabo entre as pernas. Se os deputados do pt tivessem vergonha na cara desnudavam as relações dos demotucanos com o crime organizado e a imprensa na cpi do cachoeira.

para com essa palhaçada de mais uma cpi.

Responder

Eunãosabia

16 de novembro de 2012 às 10h58

Por que enterraram a CPI da Delta?? hum já sei, iria chegar em Cabral e na campamha de Dilma.

Responder

    francisco pereira neto

    16 de novembro de 2012 às 12h53

    Olha só!
    Ele voltou o Eunãosabia voltou novamente…
    Boemia, aqui me tens de regresso…
    Seja bem-vindo!

    abolicionista

    18 de novembro de 2012 às 17h04

    Ele ficou queimado depois que apoiou o Pinochet. Esperou a poeira baixar e voltou com o rabicó entre as pernas!rs


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