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“Os anos recentes têm sido generosos com os acionistas da Sabesp”


29/10/2014 - 15h22

Chico-Alencar (1)

Do Deputado Chico Alencar, PSOL/RJ

A grave crise de abastecimento hídrico atravessada atualmente pelo estado de São Paulo merece atenção de todo o país, bem como esforço amplo para a superação do problema.

O baixo nível dos reservatórios do sistema Cantareira ameaça o fornecimento de água para cerca de 14 milhões de pessoas da região metropolitana da capital e de outros 12 municípios, como Campinas, Piracicaba e Itu.

Por mais que devamos nos preocupar com o aquecimento global e adotar políticas ousadas para seu enfrentamento, não é essa – nem meramente a falta de chuvas – a principal razão para a pane no sistema de abastecimento de água.

A Relatora das Nações Unidas para a questão da água, Catarina de Albuquerque, é categórica: a crise hídrica em São Paulo é de responsabilidade direta do governo estadual.

A avaliação do Ministério Público é semelhante. A promotora Alexandra Facciolio afirma: “Estamos passando por esta situação porque o planejamento falhou. Não foi feito o que era necessário”.

Segundo diversos especialistas, os vinte anos de gestão estadual do PSDB não providenciaram os investimentos necessários para garantir o equilíbrio do sistema de abastecimento de água, com capacidade de suportar períodos de estiagem.

A privatização da gestão, controle e distribuição da água, transformada em ativo financeiro e objeto de especulação nas bolsas de valores, é uma das maiores razões para isso.

Para a Relatora da ONU, “os recursos deveriam estar sendo investidos para garantir a sustentabilidade do sistema e o acesso de todos a esse direito”, ao invés de remunerarem lucros de acionistas da Sabesp, empresa mista responsável pela gestão do sistema, e que tem quase 50% de suas ações distribuídas entre bolsas de SP e de Nova Iorque.

Segundo o economista Bruno Peregrina Puga, “os anos recentes têm sido generosos com os acionistas da Sabesp, sempre pagando um payout elevado, ao passo que o investimento não tem acompanhado a mesma intensidade crescente do lucro”.

Além disso, estudo da Fundação SOS Mata Atlântica mostra que o desmatamento intenso de quase 80% da vegetação nativa da bacia hidrográfica da Cantareira é um dos responsáveis diretos pela crise de abastecimento.

Com pouca vegetação, a floresta não consegue desempenhar o seu papel, de reabastecer os lençóis freáticos e impedir a erosão do solo e o assoreamento de rios, protegendo as nascentes e todo o fluxo hídrico. Mais uma grave omissão do poder público – inclusive deste Congresso Nacional, que produziu grave retrocesso ambiental nesta Legislatura, ao aprovar, em 2012 (com a nossa oposição), o novo Código Florestal, que criou condições mais favoráveis ao desmatamento e assoreamento de rios.

Além da instrumentalização mercantil e financeira, há evidência de grave e ilegal ingerência política eleitoreira sobre a Sabesp, em prejuízo da transparência da gestão pública.

Diante dos áudios em que a diretora-presidente da SABESP, Dilma Pena, declara ter recebido ordens do governo do estado para esconder a grave crise de abastecimento de água em São Paulo, fica claro que o governo do PSDB colocou seus interesses eleitorais acima do interesse público.

Com esse fundamento, o Deputado Carlos Giannazi, líder da bancada do PSOL na Assembleia Legislativa do Estado de SP, protocolou, no dia 24, pedido de cassação do mandato do governador Geraldo Alckmin por crime de responsabilidade, com base na legislação federal e estadual, além de Representação no Ministério Público Estadual, pedindo que o órgão responsabilize criminalmente, e por prevaricação, a presidente da SABESP e o próprio governador.

Por mais que o governo tucano tenha tentado esconder, a falta de água já era sentida há tempos, em especial na periferia, em bairros como Itaquera, Carapicuíba e Campo Limpo, conforme denuncia Guilherme Boulos, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).

A população de Itu, no interior, foi a primeira a sofrer com o problema, desde setembro do ano passado, enfrentando racionamentos prolongados e imprevisíveis, que afetam da merenda escolar à ida de estudantes ao banheiro nas escolas, da dificuldade de lavar roupas e tomar banho às filas enormes e ininterruptas na bica de água da cidade.

Na raiz da escassez, a falta de transparência e de investimentos do poder público e da empresa privada que é concessionária do serviço de abastecimento de águas na cidade desde 2007.

Como infelizmente tem sido praxe, os governantes têm respondido com violência, e não com políticas públicas adequadas, à revolta popular que ocorre em Itu pelo direito à água.

Várias pessoas foram presas nos protestos, e há casos de ativistas que têm sofrido ameaças e agressões físicas e psicológicas da polícia militar e da guarda municipal de Itu. Foi o caso de Everson Guarnieri Júnior, 20 anos de idade, membro do movimento “Itu Vai Parar”, vítima de golpes de cacetete por parte da PM e que teve seus piercings arrancados com alicate no centro de detenção provisória de Sorocaba, do qual saiu com diversos ferimentos.

Nesse cenário, manifesto todo apoio à representação do Deputado Carlos Giannazi contra a cúpula do governo de SP e da Sabesp, e toda solidariedade ao movimento “Itu vai parar”, que apresenta demandas cobertas de justiça e urgência:

i. O decreto do estado de calamidade pública em Itu;

ii. O rompimento do contrato com a empresa concessionária e o fim da concessão;

iii. O fim da exploração da água para o lucro;

e iv. A participação popular no Comitê de Crise formado pela prefeitura e Estado de São Paulo para a gestão da água em Itu.

Água é direito humano, essencial à vida, não pode ser mercadoria!

Agradeço a atenção,

Sala das Sessões, 28 de outubro de 2014.

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23 comentários

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MAureli

30 de outubro de 2014 às 18h53

Uma questão que não tem sido considerada é que a situação já não é local, paulistana, mas, sim, nacional e vai trazer sérias consequências para a economia do país, a partir da diminuição e até, paralisação, do ritmo da economia paulista.
Temos que iniciar uma séria discussão a respeito do assunto, no congresso, no judiciário, em toda sociedade, pois é de interesse de todos, não podendo ficar em âmbito local.

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Urbano

30 de outubro de 2014 às 13h03

Agora vejam a aberração de milhões de cretinos, que mesmo sabendo dessa grotesca irresponsabilidade perpetrada por verdadeiros criminosos, mas mesmo assim votaram nestes.

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Donana

30 de outubro de 2014 às 10h26

Agora o seu Alckimista recorre ao além, implorando chuva:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:3a5wK7jZbscJ:vejasp.abril.com.br/materia/alckmin-governo-cacique-cobra-coral-chuvas+&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

http://ceticismo.net/2014/10/29/geraldo-alckmin-contrata-fundacao-cacique-cobra-coral-pra-fazer-chover/

Seria espetacularmente ridículo se não fosse trágico!!! O PSDBosta-privateiro usa e abusa do suado dinheiro do povo como lhe convém, sem que o Judiciário e a mídia podre lhes cutuquem!!!

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Cristiane Carvalho

30 de outubro de 2014 às 10h20

Falei ontem pra minha filha de 11 anos que vamos ficar sem água aqui em SP e ela me perguntou: “e nós vamos pra onde?” E eu: “Vamos ficar aqui ué…”
Nem todo paulista votou no PSDB… por isso nem todos merecem o que já estão passando. Mas, quem votou merece sim!

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Fabio Passos

30 de outubro de 2014 às 07h57

O PiG-psdb quer que o povo se exploda!

Tudo o que interessa a “elite” branca e rica são negociatas privatas, especulação financeira e lucros, lucros e lucros. O povo que beba lodo.

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enganado

30 de outubro de 2014 às 00h33

Chico Alencar acorda! Impeachment?!?! Como? Reelegeram o Picolé graças as maracutaias do GAFE+rede bunderantes. Olha aqui, até o Ricardo Eugênio BoechatO se calou, ficou mudo! Meu caro, Impeachment para um governador do PSDB=DEM=Direita=Aébrio=FHC=Bancos=FIESP=Clube Miliatr=Polícia FederaX=GAFE…?! Você só consegue derrubar essa gente? Pode desistir. Desde qdo se aplica a Constituição para o PSDB? Já fizeram misérias com o dinheiro público e estão TODOS livres e soltos rindo da nossa cara. Quer ver: Imagina se a DILMA e/ou o LULA fizessem um aeroporto particular? Imagina se a DILMA e/ou o LULA voassem em um jatinho escabroso como aquele do Eduardo Campos? Meu amigo a tv gRobo e seus jagunços fariam justiça com sua mãos. E vai por aí. Agora se queres aparecer amarre uma jaca no pescoço e saia na rua. O BRASIL tem DONO!

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Marat

29 de outubro de 2014 às 22h47

PSDB está acima do bem e do mal para o PIG, para a justiça e para o povo ignorante, que obedece ao voto de cabresto imposto pela classe média.

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Mauro Chazanas

29 de outubro de 2014 às 20h43

Um grande enigma, quase um paradoxo: o eleitorado paulista é Alckmin até debaixo d’água, mesmo faltando água.

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Roberto

29 de outubro de 2014 às 19h18

Em homenagem ao grande jornalista Boechat, da Band, o qual disse que no dia seguinte às eleições de segundo turno para presidente do Brasil, tudo ficaria igual para o povo, nada mudaria, ganhando este ou aquele candidato.

Boechat em sua fala no Café com Jornal, vergonhosamente encobriu – a três dias da eleição – a ideologia de cada partido. Assim, em homenagem a essa triste figura do jornalismo brasileiro, quero contar uma triste história da periferia de São Paulo, que vai abaixo.

Uma senhora com mais de 80 anos – deve ter 85 se não me engano -, moradora do Parque Bristol, contou-me sua história. A velhinha deverá pagar uma multa de R$ 6 mil à Sabesp – ela ganha salário mínimo -, pois alguém denunciou sua filha por estar lavando a calçada de casa. E quem arcará com o pagamento, é a senhora de 85 anos. Ninguém mais tem renda na casa. E como sempre, o povo pobre pagará pela sacanagem da privatização do serviço público de fornecimento de água e pela falta de planejamento, devido à distribuição dos lucro aos acionistas.
Eu gostaria de saber se em Higienópolis, em Pinheiros, no Morumbi, algum rico também pagará essa multa. Dificilmente. Geralmente o chicote do PSDB estala nas costas dos mais pobres. Os ricos que apostam no PSDB via de regra riem à toa.
Viva Boechat, jornalista velho de estrada para o qual não existe ideologia nem sacanagem. Parabéns Boechat, parabéns Alckmin, por sua vitória e por seu chicote sabiamente direcionado. Dá certo, rende votos.

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    enganado

    30 de outubro de 2014 às 20h38

    Meu caro Roberto

    Para não ser cansativo: O PSDB/DEM/GAFE-gRobo-falha de S.P.-abril=veja=esgoto-estadão estão acima da lei, NUNCA serão punido por NADA, está é a DIREITA sórdida que habita aqui no BRASIL. Pior, quem tem o dedo no gatilho com força para por ordem na casa os defendem. Então fica com máxima: “JUSTIÇA/LEI/CONSTITUIÇÃO no BRASIL SÓ É APLICADA NOS 4 P’s: Pretos – Pobres – Prostitutas – Pestistas”. E por caso se souber de algum rico do Morumbi for preso nos avise, tá!

Regina Braga

29 de outubro de 2014 às 18h12

Cansativo tantos desmandos,né! E justiça nenhuma,como pode ser assim?Àgua é vida e não capital para privatização.Muito trista!

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Beto

29 de outubro de 2014 às 17h56

Todos estão acreditando que NÃO VAI FALTAR ÁGUA e que isto é uma coisa pontual e basta chover que esta tudo resolvido; só esqueceram de combinar com São Pedro. Pelo meus cálculos, apesar de ser um leigo no assunto, hoje o Sistema Cantareira está com 12,7%, e o Alto Tietê com 7,00% segundo a SABESP; dados estes não muito confiáveis. Considerando a gigantesca perda de 35%, sobra só 8,2%,para consumo humano, se todos os dias temos uma queda nos níveis de 0,2% ao dia, mesmo com chuva; chego a terrível conclusão que esta água deva durar +/- 50 dias. Neste momento,infelizmente, veremos quem não soube votar nessas eleições. Alckmin e todo o PSDB, sempre foram um produto da MÍDIA e usando toda essa “máquina” Eles “venceram”. Agora vamos aguardar, como o Povo vai se portar, quando a água acabar e souberem que foram enganados pelo governador e por toda essa mídia sórdida. Será que eles vão continuar acreditando no PIG e na GLOBO? E que a CRISE DA ÁGUA É VIRTUAL!

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    Antonio

    29 de outubro de 2014 às 20h31

    Vc tem razão! O problema nem começõu.
    Uma conta simples mostra que o Cantareira para voltar ao que tinha em março deste ano, considerando a cota do primeiro volume morto, praticamente todo utilizado deveria terminar o período chuvoso com 56% da sua capacidade em considerar o volume para saturar o solo, pois as primeiras águas vão se infiltrar e preencher os reservatórios no subsolo.
    Só depois que toda área da represa estiver saturada haverá acúmulo na superfície.
    Fora a terra que vai formar lama e entupir ou danificar as bombas tornando mais demorado o tempo de tratamento.
    O problema nem começou.

Marcelo

29 de outubro de 2014 às 17h21

USP, pinheirinho, Itu, guerra da água… É impressionante como o psdb gosta do povo brasileiro…

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Edgar Rocha

29 de outubro de 2014 às 16h44

E um parlamentar do Rio toma a iniciativa que os daqui não se atrevem a tomar. Claro, é importante pra criar um fato político, mas nós sabemos que a iniciativa será abafada, ridicularizada, engavetada, etc. O povo de nosso querido Estado vai é ficar quietinho, tentando se virar puxando gato, roubando a água do vizinho, ou na certeza de que seu bairro será o último a ser atingido se for obviamente um bairro “nobre”. Típico de quem se identifica com o tucanato. Mas, não nos desesperemos. Ainda há a juventude (cof, cof) nas ruas, os black blocs, os alunos da FFLCH-USP. Estes sairão em nome da democracia contratudoquetaí (vulgo Dilma), pra evitar que o picolé de chuchu derreta de vez na seca. Afinal de contas, nosso povo, que tanto recebeu verba do Governo Federal, adora lamber esse cara.

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Rubens

29 de outubro de 2014 às 16h33

Precisamos lutar contra a superstição. Como bem demonstrou o Padre Quevedo, “água, em São Paulo, é coisa que non ecziste”.

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Julio Silveira

29 de outubro de 2014 às 16h16

Sou completamente contra esse papo de impeachment do Picole de xuxu. O povo paulista escolheu seu governador sabendo que a seca estava chegando em suas gargantas, foram avisados e reagiram como irracionais do tipo que querem mordem a mão que os alimentam. É capaz de reagirem a isso ainda como um golpismo da esquerda. Para mim devem aprender vivendo como os nordestinos viviam a um tempo atrás quando dominados pelos coroneis, que conseguiram chegar até a presidencia mas nunca tentaram fazer com que seus irmãos fossem realmente independentes. Teve que vir o Lula levando um futuro desenvolvido e revolucionando as mebtes tacanhas. Quem sabe as coisas não tenham que ser assim e no futuro não seja o nordestinos a reclamar dos tacanhos paulistas e seus coroneis.

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    Rosa

    29 de outubro de 2014 às 16h45

    Concordo com você, vão dizer que é golpe da esquerda. Melhor deixar o cara tentar resolver o problema. Deixem o cara governar e a máscara cair por si só. SE os paulistas acordarem irão perceber quem é o cara e ai poderá ser o fim de carreira para ele. O problema é que é SP. Eles continuam votando no Maluf (não votaram agora por causa da lie da ficha limpa)

    Antonio

    29 de outubro de 2014 às 19h52

    Discordo, o governador, embora reeleito obteve sua reeleição ajudado pela Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Redes Globo e Bandeirantes que em nenhum momento deram o destaque necessário ao problema da falta d’água.
    No caso específico da água, ou melhor da falta de água, caberia sim um pedido de impeachment ao governador pela forma irresponsável que trata o problema há quatro anos. Ainda mais porque dois anos atrás, comunicou aos acionistas estrangeiros que haveria problemas em futuro próximo com a consequente redução nos lucro da SABESP, tida até pouco tempo atrás como campeã na distribuição de dividendos em relação ao capital aplicado.
    A irresponsabilidade está escancarada!
    Visava sua reeleição para sair candidato à presidente com o que sobrasse do PSDB que vai controlar com mão de ferro.
    A irresponsabilidade é ainda maior pelo risco sanitário que toda população dependente da SABESP está agora exposta em função da ambição do governador que queria ser reeleito com votação estrondosa para controlar com mão de ferro seu partido. É o que vai acontecer nos próximos dias/meses.
    O problema da falta d’água mal começou!
    Uma simples conta de aritmética nos mostra que para recuperarmos a condição que havia em março deste ano, considerando apenas a primeira cota do volume morto, mostra que será necessário um índice pluviométrico que encha o Cantareira a 56% da sua capacidade, sem contar que as primeiras águas vão se infiltrar no solo exposto à meses e só se acumularão na superfície depois que a área da represa estiver saturada.

    Julio Silveira

    30 de outubro de 2014 às 18h10

    Meu caro, ainda que essa pratica, comum na politica das oligarquias nacionais, seja imoral ela não é ilegal nem pode ser criminalizada. A fraude foi dada por grupos privados, que podem ter sim suas preferencias politicas. Compete é a todo povo inteligente saber que existem no atual sistema politico vigente no país interesses economicos que fazem companhia as expectativas politicas em cada candidato. Acreditar que em nossa cultura pouco mais desenvolvida que escravocrata os do topo da cadeia social aceitarão dividir as possibilidades de poder que o dominio de um estado dá, é de uma ingenuidade no minimo. Não temos uma elite assim tão desprendida e desenvolvida, com todos os antecedentes que apresentam, e como olhar a ficha policial de um bandido facinora e acreditar que ele será um sujeito pacato depois de passar por alguns anos dentro de nossas cadeias, é pura ilusão.
    Acredito que os cidadão devem aprender com seus erros e evoluir, e neste caso os cidadãos paulistas que dão mandatos consecutivos avessa turma, que já demonstraram a que vieram, e não acreditam, e não querem sair desse transe, precisam sim, por si só, sem interferencias, acordarem de sua hipnose doentia. Eu penso assim. Sds

[email protected]!r [email protected]+e5

29 de outubro de 2014 às 16h04

O pedido do impeachment vai ser assinado pelo Papai Noel.

Com essa mídia, a chance de isso acontecer é ZERO!!!

ZERO!!!

É muito mais fácil a Dilma receber impeachment por grampo sem áudio!

A propósito, cadê o processo da Dilma contra a Veja?

Responder

O Mar da Silva

29 de outubro de 2014 às 15h48

Onde estão os jovens de São Paulo que não vão às ruas para protestar? E o pessoal que deseja mudar para Miami, que tanto inundou as redes sociais nos últimos dias para pedir mudanças?

São Paulo precisa de um movimento para pedir água e o impeachment de Alckmin.

Responder

Léo

29 de outubro de 2014 às 15h25

Desses desmandos do PSDB ninguém da mídia fala e quando fala em “roda pé”

Responder

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