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Fator previdenciário: Centrais sindicais repudiam governo


30/11/2012 - 13h30

Centrais Sindicais exigem aprovação do Acordo sobre Fator Previdenciário

As Centrais Sindicais abaixo assinadas vêm a público denunciar e repudiar a não votação do Fator Previdenciário na sessão de 28/11/2012 na Câmara dos Deputados.

O acordo é umas das principais prioridades da pauta dos trabalhadores que vem sendo defendida e negociada pelas Centrais com o Governo nos últimos anos, em função do caráter perverso do fator atual, que penaliza a classe trabalhadora após anos e anos de contribuição e trabalho.

Queremos lembrar que a discussão e negociação sobre o fator previdenciário se arrasta desde meados de 2007. E apesar de termos proposto diversas alternativas para solucionar os impasses surgidos e chegado ao acordo da fórmula 85/95, o governo vem sistematicamente bloqueando a votação dessa matéria no âmbito da Câmara Federal.

Conscientes de nosso papel de defender a classe trabalhadora e também da nossa responsabilidade para com o sistema previdenciário brasileiro, a nossa proposta leva em consideração a necessidade da sustentabilidade do sistema e não apenas o fim, pura e simplesmente, da fórmula de cálculo.

Neste sentido, não entendemos o porquê da insistência em manter o bloqueio à votação dessa reivindicação tão importante para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros/as que têm sido vítimas desse mecanismo injusto, que contribui para exclusão — a previdência social brasileira é um dos maiores instrumentos de distribuição de renda e de combate à desigualdade. A atitude do governo não faz jus ao slogan de que “País Rico é País Sem Miséria”.

Por isso, as Centrais reivindicam que o governo se disponha a sentar novamente à mesa de negociação para desbloquear a votação no Congresso Nacional até o final deste ano, tendo em vista que o tema já foi acordado anteriormente. Da nossa parte vamos manter nossa mobilização e pressão para que os deputados votem o quanto antes o fim dessa injustiça contra os trabalhadores de trabalhadoras do Brasil, referendando o acordo.

São Paulo, 30 de novembro de 2012.

CUT – Central Única dos Trabalhadores

CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

Força Sindical

UGT – União Geral dos Trabalhadores

NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores

PS do Viomundo: A Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) consta da nota oficial. Porém, a sua assessoria de imprensa informou nos comentários que a CGTB não é signatária. Por isso, excluímos o seu nome.

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31 comentários

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Mardones Ferreira

04 de dezembro de 2012 às 09h33

De comunicado em comunicado, de repúdio em repúdio, as centrais continuam apoiando o governo que segue bloqueando a votação do substituto ao fator previdenciário.

E assim será até que a maioria das centrais deixe de apoiar um governo que retira dinheiro da assistência social para assistir aos credores da dívida pública não auditada.

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Marcos de Almeida

03 de dezembro de 2012 às 23h32

De 1998 a 2010 eu votei no pt,do presidente a distrital.Eu nunca mais quero saber desse partido mentiroso.Aqui em Brasília o incompetente do Agnulo prometeu muito e não fez não.Ainda bem que 2014 ta proximo.Espero que o pt aqui nunca mais ganhe,pois de partido dos trabalhadores não tem não.Pra eh o partido mais corrupto da republica.Segundo uma pesquisa o agnulo está em ultimo lugar na avaliação da população.se depender de nós servidores o pt não ganha mais aqui.E um governador corrupto e mentiroso.

Responder

Coelho

03 de dezembro de 2012 às 17h49

A aposentadoria dos “cumpanhero petista” está garantida. Seja presidente, governador, senador, deputado ou até mesmo um sindicalista, tá garantida.
Eles devem conhecer bem as falhas na lei para conseguir tal benefício. Afinal, por um dedo, eles conseguem aposentadoria integral.
O dinheiro não trás felicidade, se beber não dirija, vou por só a cabecinha, eu prometo cumprir…, e, principalmente, “o trabalho dignifica o homem”, são as maiores mentiras do mundo.
PT – Partido dos Traidores. De FHC e sua tropa eu esperava qualquer coisa, mas de um companheiro, jamais.
E a tabela do IR ?
E as fusões que fazem as empresas brasileiras sumirem ? Além de diminuir nossa opção de compra. O preço é pelo teto. Veja o caso Sadia-Perdigão.
E as desonerações para as multinacionais ? IPI, INSS, etc… O preço do produto baixou ou o lucro absurdo foi remetido para a matriz ?
O Brasil tem um futuro… Será a Europa de amanhã. Poucos ganhando muito e muitos ganhando miséria. E ainda falam em distribuição de renda.

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José Soboleski

03 de dezembro de 2012 às 11h16

A falta de vontade e por que não dizer de “palavra”, para com os trabalhadores do Brasil, enfraqueçe sobremaneira o PT para as próximas eleições, e transforma a legenda histórica quer aprendi a admirar, em mais um partidinho “Odoriquista”, que tanto foi combatido pelos mesmos no passado.

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Vanilton Alves

01 de dezembro de 2012 às 21h09

Os trabalhadores brasileiros não podem continuar sofrendo tanto para se aposentar. Essa estória de aumento de perpectiva de vida dos brasileiro é uma balela. Ao final de 35 anos de trabalho muitos trabalhadores estarão abatidos, cansados e doentes, gastando o que não tem para comprar medicamento. Nas próximas eleições vamos renovar a Câmara e o Senador, elegendo congressistas que paute também a preocupação da aposentaria do trabalhador. Dinheiro não nos falta. Afinal de contas, ele não apareceu para manter os programas sociais? E parte dos recursos do pré-sal, também não poderia ser destinado para previdência? Vamos à luta, companheiros.

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Jose Mario HRP

01 de dezembro de 2012 às 09h32

Colegas frequentadores do blog, mesmo off topic, esse post do grande e decano jornalista Mauro Santayana é pertinente quando falamos de trabalho, previdencia, nacionalismo e aposentadoria tranquila:
http://www.maurosantayana.com/2012/11/o-brasil-e-pec-da-industria-nacional.html

Responder

Jose Mario HRP

01 de dezembro de 2012 às 06h33

Dona Dilma em mais uma enrolação pra cima do trabalhador!
Bom, agora que o filme do Adams está queimado(amiguinho do Gilmar Mendes!+ Porto Seguro é demais!) a sacanagem nos portos tirando direitos dos trabalhadores portuários avulsos parece ter ficado para as calendas!
Mas Esse tal Adams e Gleise Hoffman tramavam a mando de Dilma suprimir os direitos dos portuários para agradar os mesmos que estão entre outras coisas usando o Paulo Sérgio para construir o altamente não ecologico terminal Barnabé Bagres em Santos!
Cuidado Dona Dilma por que o trabalhador não esquece!

Responder

Artur

30 de novembro de 2012 às 23h55

Eu aceitaria até voltar a contribuir como aposentado, mas desde que de devolvam o que estão me surrupiando mensalmente (40% que faz uma falta enorme para eu dar mais dignidade a minha família).
O mundo todo perece odiar os mais velhos. Na Europa corta-se também dos mais velhos.
Por que não se cobra destes novatos que fizeram o barco afundar ? E seus salários são bem generosos.

Responder

Thomas Nok

30 de novembro de 2012 às 23h42

O PT traiu todos os trabalhadores da iniciativa privada.
Por parte de FHC foi normal a traição. Agora, daquele que dizia que os aposentados e trabalhadores eram prejudicados pelos governos anteriores e que os bancos e os milionários (ruralistas, empreiteiros, etc) eram o que sugavam, este País… não dá para aceitar. Lula e o PT nos traíram. E não será diferente com Dilma. Eles precisam comprar as pessoas com suas várias bolsas.
Lí outro dia que a economia com o Fator é de 56 bilhões. Assim fica fácil fazer cortesia com o chapéu alheio…
Hoje ela não mudou os Royalties do Petróleo porque há quebra de contrato. Há direitos adquiridos.
E nós trabalhadores que trabalhamos 35 anos ? Que não nos encostamos ou coisa parecida ?
Durante minha vida tive que arcar com aumentos de alíquotas para suprir ‘déficits’ anteriores. Agora sou penalizado com redução de 40%. O meu crime foi trabalhar e confiar em Lula, no PT.

Responder

Raul Bando People

30 de novembro de 2012 às 23h30

Esperar o quê de um partido de traidores, o PT.

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Todos os royalties de novos contratos de petróleo irão para a educação « Viomundo – O que você não vê na mídia

30 de novembro de 2012 às 22h56

[…] Centrais sindicais repudiam ação do governo Dilma sobre o fator previdenciário […]

Responder

Leandro Fortes: Cardozo fica de fora da Operação da PF, constrangendo governo e PT « Viomundo – O que você não vê na mídia

30 de novembro de 2012 às 20h49

[…] Centrais sindicais repudiam ação do governo Dilma sobre o fator previdenciário […]

Responder

Nelson

30 de novembro de 2012 às 18h59

O Sr Lula tinha dever histórico, e moral, de acabar com o fator previdenciário quando teve a chance, em 2010. Essa recusa de Lula agregou-se à longa lista de “barbeiragens”, de desvios de rumo, dos governos Lula/Dilma: transgênicos, privatizações, etc. Governos que ajudamos a serem eleitos para fazerem coisa bem diferente, para mudar realmente as coisas e… “nos deram nos dedos”.

Responder

    Thomas Nok

    30 de novembro de 2012 às 23h42

    Gostei…. É isso aí…

Roberto Locatelli

30 de novembro de 2012 às 18h06

Quanto mais se tirar direitos dos trabalhadores e dos aposentados, mais a crise econômica mundial entrará no Brasil.

__________
PS.: O VioMundo trocou as fontes das manchetes. Ficou muito bom, muito agradável aos olhos!

Responder

trombeta

30 de novembro de 2012 às 18h05

Vamos falar um português claro, o governo Dilma até agora é uma tragédia, não enfrenta absolutamente nada, se pauta e, se borra de medo da mídia que nunca esteve tão decadente na história do país mas bota um medo esquisito na companheira.

Dilma “pedetizou” o PT que hoje é uma caricatura de partido, totalmente perdido, sem liderança, sem estratégia, um verdadeiro “bando” vagando a esmo ao sabor do vento.

Não a toa o golpismo avança dia-a-dia nas nossas barbas e todo mundo faz de conta que não vê, os verdadeiros petistas que fundaram esse grande partido e entregaram para quem não sabe cuidar precisam se reunir e botar ordem na casa.

Responder

Laurindo

30 de novembro de 2012 às 17h49

É compreensível a atuação dos sindicatos nessa pedida, no entanto, é preciso considerar, também, que a presidenta Dilma, além de ser insuspeita quanto às reivindicações dos trabalhadores, está, nessa questão, agindo com responsabilidade e preocupada com a inviabilidade futura da Previdência. Uma boa saída seria acabar com o fator previdenciário, mas cortar, imediatamente, as aposentadorias integrais dos servidores públicos. Esse sim, fator pra lá de injusto.

Responder

    Nelson

    30 de novembro de 2012 às 18h55

    “O cano do fuzil está torto”, como escreveu Eduardo Galeano,meu caro Laurindo.
    Você acerta ao afirmar que o fator previdenciário tem que ser extinto, mas, erra ao colocar os funcionários públicos no meio da coisa toda. Os “barnabés” contribuem com uma percentagem bem maior sobre seus salários do que a grande maioria dos demais trabalhadores. Portanto, ao propor que simplesmente se saia caçando os direitos de um determinado grupo, você quer que corrijamos uma tremenda injustiça estabelecendo outra em seu lugar.
    A Previdência, sabe-se, é superavitária; o tal déficit é mentiroso. Ele só passa a existir quando o governo, obedecendo regiamento ao FMI, é preciso afirmar, retira recursos da seguridade social para engordar o malfadado superávit primário.
    Para terminar, se a Dona Dilma estivesse realmente preocupada com a viabilidade futura da Previdência, não estaria concedendo desonerações a rodo às empresas. Desonerações que vão reduzir drasticamente a arrecadação destinada à Previdência pública.

    Ricardo Mendes Jr

    01 de dezembro de 2012 às 13h31

    Os servidores públicos federais contribuem com 11% sobre o salário integral (não há teto na contribuição) e não têm FGTS, pois só podem ser demitidos por justa causa (inquérito administrativo).
    Mais um falando do que não sabe, igual ao Felipão!!!!!

CGTB

30 de novembro de 2012 às 17h09

Posição da CGTB sobre o fator previdenciário

Informamos ao companheiro que não somos signatários da nota publicada em seu site “Centrais sindicais repudiam ação do governo Dilma sobre o fator previdenciário”.

Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

Responder

    Conceição Lemes

    30 de novembro de 2012 às 17h43

    Obrigada pelo esclarecimento. abs.

J Souza

30 de novembro de 2012 às 16h45

Receber o que trabalhador e empresa pagaram ao INSS não é viver à custa da “conta pública”, é receber o que é de direito.
Quem não poderia, e não DEVERIA viver à custa da “conta pública” são os banqueiros e especuladores que recebem BILHÕES e BILHÕES da “conta pública” na forma de JUROS!

Responder

Safatle: O segundo mandato de Obama será brutalmente igual ao primeiro « Viomundo – O que você não vê na mídia

30 de novembro de 2012 às 16h05

[…] Centrais sindicais repudiam ação do governo Dilma sobre o fator previdenciário […]

Responder

Fabio SP

30 de novembro de 2012 às 15h25

Mas isso qualquer “baixaréu” da Rose resolve…

Responder

Teco

30 de novembro de 2012 às 14h23

O governo vai ficar rebolando sobre este tema, até que a oposição consiga travar tudo que é pauta,
fazendo votar o tal fator previdenciário, e ficarem com os méritos. O PT neste momento não precisa de oposição para se melar todo.
É de uma pobreza de ação e idéias de dar dó.

Responder

LEANDRO

30 de novembro de 2012 às 14h21

Bem antes de Cristo já se sabia fórmula…

“O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.” Marcus Tullius Cícero – Roma, 55 A.C.”

Responder

    Jair Orichio Junior

    30 de novembro de 2012 às 16h09

    Sensacional…..

    Vlad

    30 de novembro de 2012 às 16h42

    “Se os recursos são escassos em tua casa, esforça-te para abastecê-la e reduz o supérfluo dos filhos gordos e opulentos e não dos pequenos que já estão à míngua”. ET Ezvrael Ab’Hojdi — Planeta Gliesi 581c, 8.653.936 A.C.

    “Ai de vós que insistires na falácia do déficit para justificar o arrocho, desvirtuando as contas, omitindo a COFINS, a CSLL e a DRU”. Carta de São João aos Petecanos. Capítulo 15, versículo 8.

    tiago carneiro

    30 de novembro de 2012 às 16h51

    Pois o que nossa amada FHC de saias mais gosta e dar alguns bilhões aos estrangeiros…

    renato

    30 de novembro de 2012 às 19h03

    Vou ser curto e grosso Leandro!
    #@6#4*[email protected]@#33fg##4,,,[email protected]@.iu,%¨43%6%45uta..
    Você é de Direita, e é rico, possivelmente filho
    de treinador de futebol!! Sobrinho de Juiz de Futebol!
    Não sabe o que é trabalhar! Vive empuleirado nas
    arquibancadas!
    @$&*¨)(__++#[email protected]!%¨¨¨____ ( fui mais leve agora!

    assalariado.

    30 de novembro de 2012 às 20h55

    Caro Leandro, este seu discurso é pega desavisados. Eu voce não engana.

    Explico o porque. Voce citou: Marcus Tullius Cícero – Roma, 55 A.C. que disse:

    “O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.”

    É bom não esquecermos que estamos a mais de 2 mil anos à frente no tempo de Marcus T. Cicero. Por este motivo a situação economico e social está muito diferente. A semelhança é que lá ,como cá, vivemos sob as ordens dos donos dos meios de produção. Os parasitas endinheirados.

    1) Sobre o orçamento, as dividas publicas e os pagamentos, devo lhe dizer que: o atual orçamento nacional brasileiro esta por volta de 40% voltados para pagar os titulos da divida publica. Advinhe nas mãos de quem estão estes papeis/ titulos?

    2) Sobre a arrogancia das autoridades devo lhe dizer que: naquele tempo não havia Estado, como nos dia de hoje. Aliás, como disse um certo rei, à época, para o seu povo “O estado sou eu”. Logo em seguida, a nascente burguesia cortou -lhe o pescoço e assumiu o poder. Então, o estado surgiu com o surgimento da classe capitalista no século 18. Portanto, e na verdade, quem governa, nos dias de hoje, não são os governo da vez, é sim, o Estado capitalista, burgues e sua letras mortas da carta magna.

    3)Quanto ao povo (os debaixo), falta de trabalhar que não é. A sociedade que vivemos é baseada no modo de produção capitalista, e os donos do capital estão encastelados e camuflados, lá dentro do Estado, para surrupiar, legitimamente, os cofres publicos a qualquer hora e momento. Sim, estou afirmando que, o “Estado de Direito” tem dono politico, economico, juridico e militar. Embora nunca apareça nos telejornais e muito menos nas novelas da vida.

    Abraços.


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