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Diário da Resistência


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CartaCapital: O confronto entre o papel e a rede


20/05/2012 - 18h01

Papel vs. Online

19.05.2012 07:14

O efeito Skuromatic

 Por Philip Asimov C. Clarke, na CartaCapital

Os editores de revista Veja andam assistindo a filmes de ação demais. No afã de se defenderem sem dar explicações plausíveis para a íntima relação de um jornalista da semanal com um contraventor preso – e diante da reação a essa promiscuidade na internet –, construíram um roteiro de terror B que até Zé do Caixão se recusaria a filmar.

A tese era a seguinte: robôs controlados por uma militância esquerdista raivosa teriam inundado a internet com mensagens de ódio para atacar a imprensa livre. Esses robôs (em forma de aranhas? Ou de formigas?) seriam guiados por maléficos seres que tiveram seu cérebro derretido por excessiva leitura de terroristas do calibre de Antonio Gramsci, defensor da eliminação física, mental, espiritual e literária de seus adversários. E o futuro da humanidade estaria sob risco, caso esse exército de seres inanimados e vampirescos vencesse. É uma mistura de O Ataque das Aranhas Gigantes, Exterminador do Futuro e Plano 9 do Espaço Sideral (título em português de um dos clássicos do rei do cinema trash, Ed Wood).

Ainda no sábado 12, mal a revista aportara nas bancas de todo o País, a tese dos robôs virou piada na internet. Uma das supostas máquinas, a usuária do Twitter @Lucy_in_Sky se identificou em entrevistas a blogs. Foi seguida por centenas de outros internautas que postaram mensagens na linha “eu sou um robô”. Prova de que na rede mundial a desmoralização vem a jato supersônico.

Ao longo das tantas páginas de autodefesa, Veja comete vários erros factuais. A revista, uma das primeiras publicações a apoiar com entusiasmo o então candidato Fernando Collor de Mello, se diz responsável por sua queda. A respeito do apoio a Collor, vale lembrar uma entrevista de Roberto Civita, publisher da semanal, sobre seu primeiro encontro com o ex-presidente: ao conhecer o alagoano ele teria se sentido como uma adolescente de 16 anos. A citação é literal.

Sobre a queda de Collor é preciso lembrar. A entrevista de Pedro, irmão já falecido do ex-presidente, afora alguns detalhes sórdidos, não iria produzir nenhum efeito no processo de impeachment. O que mudou a situação do chefe do Estado foram as declarações do motorista Eriberto França, descoberto pela IstoÉ. Após as denúncias do motorista, a situação de Collor ficou insustentável e o presidente foi obrigado a renunciar para não ser cassado.

As referências a Gramsci são patéticas, apostam na ignorância dos leitores. O mais grave, porém, foi a defesa mal disfarçada da censura na internet. Um contrassenso para quem diz defender com denodo e coragem a liberdade de expressão. Em poucas linhas, Veja lamentou a falta de uma “governança” na rede mundial de computadores, seja lá o que isso signifique. É preciso perguntar, a essa altura, quem tem arroubos totalitários.

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Veja quer censurar a internet

Espaço de compartilhamento de ideias e informações, a internet é de fato um terreno usado por militâncias organizadas de todas as correntes de pensamento desinteressadas em debater ideias. Protegidos pelo anonimato, cometem as maiores covardias. Mas uma coisa é inegável: são os internautas autoassumidos como “conservadores” (em temas como aborto, sexualidade, liberdades individuais, armamento e religião), aqueles que produzem os ataques mais virulentos da rede.

O Brasil tem cerca de 300 células neo-nazistas. Em entrevista recente concedida ao site deCartaCapital, a antropológa Adriana Dias, mestre pela Unicamp e estudiosa do tema há dez anos, lista cerca de 150 mil brasileiros que baixam mensalmente mais de cem páginas com conteúdos nazistas. Desse total, 15 mil são líderes e coordenam as incitações de ódio na internet.

O número de sites, segundo a antropóloga, passou de 8 mil a 32 mil. Segundo a pesquisa, esses militantes são brancos, homens, jovens, com ensino superior (completo e incompleto), ligados à religião e demonstram ressentimento pela suposta perda de poder – o que explica os ataques a grupos de esquerda, nordestinos e integrantes da nova classe média. Cerca de 90% dos grupos atuam em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Na esteira desse movimento, a atuação cada vez mais intensa de quadrilhas neonazistas foi alvo, em dezembro de 2011, do maior pico de denúncias dos relatórios da Safernet, organização que monitora crimes de ódio na rede.

Segundo a associação, toda vez que figuras como o ex-militar Jair Bolsonaro, deputado federal pelo PP do Rio de Janeiro, faz declarações racistas/homofóbicas em público, uma avalanche de manifestações dessa natureza é despejada na internet.

Segundo Thiago Tavares, presidente da Safernet, é como se a atitude encorajasse os grupos de ódio a sair da toca e transformassem ferramentas como o Twitter em campo de batalha.

Uma militância virtual que começa a ameaçar o mundo real: em 22 de março deste ano, a Polícia Federal prendeu dois homens acusados de planejar, a partir da rede, um ataque em massa contra estudantes de Ciências Sociais na Universidade de Brasília. Para a dupla, a faculdade era um antro de comunistas e gays.

De acordo com os relatórios, uma simples partida de futebol é suficiente para despertar os crimes de ódio pela internet: logo após o Ceará eliminar o Flamengo pela Copa do Brasil, em maio de 2011, a ONG recebeu mais de 5 mil denúncias sobre perfis do Twitter que incitavam a violência contra nordestinos.

Fenômeno similar foi observado pouco antes, em novembro de 2010, na eleição de Dilma Rousseff – que teve maior votação proporcional no Nordeste. Foram quase 3 mil denúncias de manifestações preconceituosas na rede social no dia seguinte à sua eleição.

O caso mais emblemático foi a da estudante de Direito Mayara Petruso, que, inconformada com o resultado da eleição, escreveu no Twitter: “Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a Sp: mate um nordestino afogado!”

Na quarta-feira 16, a Justiça Federal de São Paulo a condenou por crime de discriminação e preconceito. Ela deverá pagar multa, que será destinada a uma ONG que combate crimes cibernéticos, e prestar serviço comunitário. O Ministério Público Federal achou pouco, e promete recorrer.

Assim como ela, eleitores adeptos do “nós contra eles” se manifestaram em peso, após uma campanha eleitoral marcada pela intensa troca de farpas virtuais. Basta lembrar os dias que antecederam a votação, quando pipocavam lendas urbanas sobre possíveis surtos abortistas num futuro governo Dilma Rousseff – contra quem corriam boatos também de homossexualidade, ações terroristas e falsas declarações como a de que “nem Jesus Cristo” tiraria dela a vitória. Piadas de mau gosto sobre beneficiários do Bolsa Família, apontados como vassalos do governo, também circulavam em timelines e caixas de e-mail.

Nem por isso pediu-se censura à rede. Até porque os boatos não caíam do céu: na eleição, os partidos escalaram militantes para monitorar permanentemente o humor das redes sociais.

O QG tucano, por exemplo, era comandado por Eduardo Graeff, ex-secretário-geral da Presidência no governo FHC. À sua disposição havia uma equipe de ao menos 50 militantes, dividida em turnos, para alimentar as redes sociais, sobretudo o Orkut e o Twitter.

Excessos à parte, é preciso lembrar de que a rede, em si, não é culpada dos exageros de seus usuários. Mesmo assim, muitos se apoiam na existência dos crimes cibernéticos para defender limites aos internautas, caso da última edição de Veja.

A semanal não precisa, ou não deveria, se preocupar. No Congresso tramitam há anos projetos de controle contra crimes cibernéticos – o último, aprovado nesta semana. Parte dos projetos – o principal deles conhecido como AI-5 Digital, de autoria do deputado tucano Eduardo Azeredo – recebe críticas justamente por estipular punições aos usuários sem deixar claro quais são os seus direitos ao trocar informações ou manifestar opiniões.

Na Justiça, o que não faltam são processos contra as livres manifestações pela rede. Um exemplo são as ações movidas pelo banqueiro Daniel Dantas contra o jornalista Paulo Henrique Amorim. Dantas exigia que Amorim identificasse os usuários que acessavam o site Conversa Afiada para criticá-lo. A Justiça rejeitou os pedidos.

“Eu tive de contratar pareceristas para mostrar, primeiro, que eu não conseguiria identificar o IP (espécie de RG do computador) e, segundo, que era contra a lei. Se o Daniel Dantas identifica meus internautas, o que ele vai fazer? Vender cópia do fundo dele em Cayman?”, brinca o jornalista.

A “governança” sugerida pela revista causa arrepio aos defensores da liberdade na internet. Para Sergio Amadeu, pesquisador de cibercultura e integrante da comunidade do software livre, “esse tipo de rede controlada foi derrotado há muito tempo”.

“Antes havia o Minitel, com um centro obrigatório do fluxo de dados, e era controlado. A vantagem da internet é assegurar a comunicação livre, distribuída. A inteligência da internet está na máquina de cada usuário. Um exemplo é a invenção do Google.”

Segundo o especialista, o problema da rede é justamente outro: o “vigilantismo” de quem tenta controlá-la para supostamente punir crimes que hoje são facilmente identificados a partir de rastros digitais, vide o caso da atriz Carolina Dieckmann, que teve fotos íntimas divulgadas na rede.

Ou seja: quem se sente injuriado ou ofendido, como no caso da atriz, tem direito de pedir providências à Justiça sem necessariamente ferir o direito individual de outros usuários.

Foi o que fez o jornalista Luis Nassif após uma série de ofensas escritas pelo braço armado da revista Veja (ironia) na blogosfera. Nassif atribui a esses soldados virtuais (seriam robôs-aranhas? ou formigas?) a origem de parte dos preconceitos manifestados pela rede. “Eu também sofri com as baixarias publicadas por Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo. Esse clima quem implantou foram eles.”

A contradição parece de fato um patrimônio para quem agora defende a proximidade de seu principal jornalista em Brasília com um contraventor. O mesmo juízo não impediu a revista de denunciar, em reportagem de 2001, o jornalista Ricardo Boechat por considerar impróprias suas relações com uma fonte.

Na época, Boechat editava no jornal O Globo uma prestigiosa coluna de notas políticas e econômicas e fazia comentários na tevê do grupo. Grampos atribuídos a Daniel Dantas, que disputava o controle de duas operadoras de telefonia com os canadenses da TIW, foram publicados por Veja. Em alguns deles, Boechat conversa com Paulo Marinho, assessor do empresário Nelson Tanure, representante dos canadenses na disputa contra Dantas e dono do Jornal do Brasil.

Foi o suficiente para Veja acusar uma trama para favorecer um dos lados de uma disputa empresarial. A família Marinho, que agora defende a Veja, demitiu Boechat. Vale lembrar: sua fonte era um empresário, de métodos controversos, mas não um contraventor.

Para Nassif, as últimas edições de Veja revelam o baque de uma publicação que, segundo ele, desde a Operação Satiagraha tem perdido legitimidade. Segundo o jornalista, a revista dá sinais de não ter “estratégia de enfretamento de crise” a cada edição.

Ao declarar guerra às redes sociais, afirma, a semanal passou “um baita recibo”: na base de textos “infantilizados”, só despertou a atenção de seus leitores ainda não conectados à internet sobre o que acontece nas redes. Isso num momento em que, segundo ele, cada vez mais leitores correm para a internet em busca de informação diversificada.

Amadeu acredita que a revista reage às novas formas de comunicação porque percebeu não ter o controle do canal de interlocução. Pior: disputa agora com centenas de pessoas a influenciar outros milhares. “É uma reação típica de quem não é acostumado a conviver com o debate amplo na sociedade. Esses debates que antes eram feitos no boteco, hoje são feitos nas redes. E a Veja não queria conversar com ninguém.” E completa: “Não me lembro de ver nem o Berlusconi reagir dessa forma, depois de ser criticado como foi na internet. Nem o Rupert Murdoch”.





33 comentários

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Wladimir Crippa: Contra o vigilantismo na internet, o Partido Pirata - Viomundo - O que você não vê na mídia

15 de abril de 2013 às 23h57

[…] CartaCapital: O confronto entre o papel e a rede […]

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Venício Lima: Jornalistas na CPI, por que não? « Viomundo – O que você não vê na mídia

23 de maio de 2012 às 12h08

[…] CartaCapital: O confronto entre o papel e a rede […]

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Rodrigo

21 de maio de 2012 às 15h23

Não se iludam achando que só esse pessoalzinho da direita é a favor da censura na internet. Tem muito petista graúdo louquinho para ver essa Lei Azeredo aprovada e ter em mãos artificios legais para transformar nossa internet em algo semelhante ao que vemos na China.

Sorte nossa(tratando-se do uso da internet, obviamente) que esse pessoal da politica se preocupa mais em receber mensalão ou grana do Cachoeira(depende do partido, mas tem para todos os gostos) do que em estudar informática.

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TARCÍSIO

21 de maio de 2012 às 14h45

Com toda certeza a veja vai fechar primeiro. Simplesmente porque cachoeira está preso e a veja não tem o que denunciar…

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Maria Izabel L Silva

21 de maio de 2012 às 11h38

Excelente matéria. Arrasou! Estou tentando enviar para alguns amigos mas só fica acusando “erro”. Esquisito. Quero divulgar a materia e não consigo. Algum problema???

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    Nádia

    22 de maio de 2012 às 12h22

    Maria Izabel, faça como eu, use copy/paste para um e-mail e envie para os amigos…rsrsrs.

J Fernando

21 de maio de 2012 às 11h16

Essa informação (tiragem de 1.200.000 exemplares) consta na capa da revista. O IVC (Instituto Verificador de Circulação) NÃO verifica quantos exemplares são devolvidos.
Também NÃO verifica quantos exemplares são distribuidos gratuitamente (eu, vizinhos, amigos, colegas de trabalho, recebemos veja gratuita de vez em quando).
Também NÃO contabiliza a quantidade de exemplares contratados por órgãos públicos. Só o governo de São Paulo tem MILHARES de assinaturas desta revista (não é um exemplar para cada escola; é um exemplar para cada professor).
Então, antes de encher a boca para falar destes 1 mi e tantos exemplares, atenha-se a alguns pormenores.

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    Nádia

    22 de maio de 2012 às 12h27

    J Fernando, mão é somente Veja nas escolas, tem Época, Folha de São Paulo e Estadão, agora tem outra revista bem chula, que tem a mesma linha da revista Cara, só dá quatrocentões, tucanos, dondocas dos jardins, é um nojo só. Não entendo o que essas revistas traz de benefícios aos alunos. No site http://www.transparenciasaopaulo.blogspot.com.br/ tem um link com os contratos do governo estadual com a Abril, Globo, Folha e Estadão. É muitaaaaaaaaaaa grana jorrada nessas mídias em troca de tiragens que estão lá nas escolas, jogadas ao lixo, sem serventia alguma. Estão torrando NOSSO dinheiro com essas imprensas golpistas, e ainda estão prejudicando o meio ambiente com tantos papéis.

Sérgio Ruiz

21 de maio de 2012 às 10h51

A veja e o pig em geral com seus golpes sujos, tá na hora disso acabar.
CPI NELES.

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Gilberto Silva

21 de maio de 2012 às 07h43

A veja já esta sendo oferecida a pague uma e leve duas.
Logo sera pague 1 e leve 3 , isso é promoção pra não morrer, mas não vai adiantar.

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    ricardo

    21 de maio de 2012 às 09h12

    A veja tem uma tiragem de 1.200.000, a CartaCapital de 75.000. Quem morrerá primeiro?

    priscila maria presotto

    21 de maio de 2012 às 11h02

    Nenhuma das duas!!!

    RicardãoCarioca

    21 de maio de 2012 às 11h06

    Quanto maior a altura, maior será a queda.

    Nádia

    22 de maio de 2012 às 12h32

    Ricardo, dessas tiragens da Veja, bota 800.000 para as escolas, 300.000 dadas e 150.000 em compre uma e leve duas. Então chegando ao final da planilha temos um prejuízo 50.000. Já já a Editora Abril vai fechar as portas, é só os tucanos perderem as eleições de São Paulo, que a fonte $$$ vai secar e a veja vai fechar. Bem Feito!

    Mário SF Alves

    21 de maio de 2012 às 14h03

    Êpa! O esteio-mor dessa bagaça chamada Casa-Grande tá balançando. Ontem, dia 20/05, vi trechos de um programa na Band, denominado Canal Livre. O tema foi relacionado a crimes na rede. Rolou coisas de tipo fotos íntimas da Carolina; sms do Vaccarezza; Cabral e a roda de macaquitos em Paris; o eterno equívoco ao comparar hackers e crackers e a Lei AI-5 Digital, de autoria do mineiro Eduardo Azeredo. Único detalhe importante. Nem um “a” sobre o twitaço #vejabandida. Falta de tempo, claro. Mas, adivinhem quem se salvou como realmente capacitado em relação ao tema? O mais democrata? O mais realista? A resposta tá no link a seguir:
    http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp?v=ccc2a0116f6fe39fd376a37f52bf64cc&pg=1

    Gil Rocha

    22 de maio de 2012 às 01h18

    Talvez porque por ser uma
    bobagem, não tenha sido mencionado.

    Mário SF Alves

    23 de maio de 2012 às 23h24

    Ô, Gil. Meu caro Gil. Primeiro você tem que se decidir quanto à sua formação escolar. Afinal, é primeiro grau ou é segundo grau incompleto?

abolicionista

21 de maio de 2012 às 06h18

Hoje Gregor Samsa acordou transformado num exemplar da Revista Veja.rs

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    Mário SF Alves

    24 de maio de 2012 às 00h07

    Kkkkkkkkkkkkkkkk…
    F. Kafka que o diga!

Cláudio

21 de maio de 2012 às 01h39

Excelente artigo. Muito bom e bem construído, numa análise percuciente e positivamente bem qualificada.

“Se você não for cuidadoso, os jornais farão você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas, e amar as pessoas que estão oprimindo” – Malcolm X (1925-1965).

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma.” – Joseph Pulitzer (1847-1911).

Ley de Medios, já ! ! ! Comissão da Verdade, já ! ! !

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Rose SP

21 de maio de 2012 às 00h24

Isso mostra o desespero de uma revistinha sem nenhuma credibilidade nacional. Só faltava esssa a Veja mandar na internet.

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Gil Rocha

20 de maio de 2012 às 22h37

Eu já comentei sobre esta
demissão do Boechat em outro
post.
Não dá para comparar com o Cachoeira
como querem.
Boechat deu detalhes por telefone, sobre
uma matéria que sairia no dia seguinte, e
não só fez isto mas também discutiu com Marinho.
procedimentos internos do jornal O Globo.
E quem era Paulo Marinho?
Era assessor de Nelson Tanure, que dentre outras
coisas era acionista majoritário do Jornal do Brasil.
Eu posso estar muito errado, mas acho que qualquer empresa
que tomasse conhecimento que seu funcionário estava passando
informações privilegiadas a um assessor do concorrente, teria
o mesmo destino, a demissão.
Não é por isso que acho Boechat um monstro.
Ele foi antiético talvez sem maldade, mas a verdade é esta aí.
Luis Nassif e PHA nem vou comentar, estes mudam conforme os ventos.
É eu não concordo que, não importa o que fizeram no passado, agora
está do meu lado e é isso que interessa.
E essa briguinha com a Veja já tá ficando chata.

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gonçalves

20 de maio de 2012 às 22h02

Bingoooo (lembra alguma coisa ? ) ta explicado porque a DILMA defenestrou VACAREZZA da liderança

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Rudá

20 de maio de 2012 às 21h29

Eu também já estou virando Robot!
Estou tuitando tudo quando for Maracutaia dos DEMO-TUCANOS :)

Abs
Rudá o Robot
Blog Observatório 74

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    Nádia

    22 de maio de 2012 às 12h38

    Será que também sou robô? Também fico tuitando CONTRA a mídia golpista, bandida e sem vergonha e os tucanos corruptos e DEM bandoleiros.rsrsrs Gente não sou gente, sou robô…ahahahahahah

FrancoAtirador

20 de maio de 2012 às 21h29

.
.
É o estertor das bestas máfio-midiáticas.

A Operação Monte Carlo da Polícia Federal

decepou as cabeças da Hidra do Pântano.

Só restou o sangue venenoso do Centauro,

Mas, desta vez, o antídoto está na Rede.
.
.

Responder

Mari

20 de maio de 2012 às 21h19

Um desejo muito covarde.

Responder

H. Back™

20 de maio de 2012 às 20h57

Fábio, o meu medo é que esses inconformados midiáticos, só prá despistar, mudem de nome.

Responder

italo

20 de maio de 2012 às 19h35

Ninguém mais acredita que o PIG não sabia que bicheiro-empreiteiro ou banqueiro, ao desviar dinheiro público ou tentar interferir em decisão de governo, nomeações de Ministros, estariam cometendo crime, mesmo porque uma revista com DNA do PIG acaba de dançar em operação da PF, exatamente auxiliando o cachoeira aparelhar o Estado. Em vão será cobrado do PIG que não deixe de informar, eles figuram como Imprensa, tem gente boa e séria que trabalha, mas atuam com prerrogativas de partido político.

Responder

Joá

20 de maio de 2012 às 19h05 Responder

Emanuel Pacheco

20 de maio de 2012 às 18h49

Pra botar a pá de cal temos que derrotar os psdbestas em sampa, pq eles sustentam esse panfleto com milhares de assinaturas inúteis, pois nem pra reciclagem serve (lixo tóxico)

Responder

    Nádia

    22 de maio de 2012 às 12h42

    Emanuel, é verdade o que disse, para ACABAR com a QUADRILHA que sugou o povo brasileiro há décadas, tem que fazer como faz com baratas, MATAR O NINHO, e sabemos muito bem que o ninho está aqui em São Paulo, a mídia golpista, bandida e sem vergonha tem o poder que ainda lhe resta enquanto os DEMOTUCANOS estiverem no poder em São Paulo. Então nos resta acabar com o ninho, para que essa mídia perca totalmente o poder. VAMOS TIRAR OS DEMOTUCANOS DE SÃO PAULO NO VOTO.

Fabio Passos

20 de maio de 2012 às 18h13

A derrocada da veja é completa.
Agora a gangue de rupert civita declarou guerra a internet.
Será que eles vão derrotar a rede? rsrs

E globo, fsp e estadão, em plena decadência, decidiram apoiar o suicídio da veja… com um agarrado no rabo do outro, o PIG cai no abismo.

O PIG considera seus leitores imbecis.

Responder

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