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“Nas negociações intermediadas pelo Paquistão, os EUA puseram à mesa uma proposta que não pretendiam levar a cabo — uma trégua mútua de duas semanas — na contrapartida de concessões humilhantes e, portanto, inaceitáveis, e só apresentadas na suposição de que seriam rejeitadas.
Mesmo assim, leonina, a proposta era uma farsa, porque, enquanto falava em cessar-fogo, a Casa Branca instruía Israel — seu associado nessa sequência de arrogância militar e crimes de guerra impunes — a invadir o Líbano.
As falanges sionistas, lembrando as Blitzkriegs de Hitler, realizaram, na última quarta-feira (08/04), 100 ataques em dez minutos, deixando o rastro de sangue de centenas de civis assassinados, algo como 300 seres humanos, mais de 130 crianças.
Os bombardeios — o alvo é um país [o Líbano] sem qualquer sorte de defesa — visam a destruir sua infraestrutura civil (compreendendo hospitais e escolas, estradas e indústrias) e, mais uma vez, rapinar o território, agora na fronteira sul.
Segundo o The Economist, o criminoso regime sionista é apoiado por algo variante entre 70 e 75% da população.
.
“A promessa de paz, ainda que a tempo medido,
um pequeno armistício, uma curta suspensão
das hostilidades por breves duas semanas
para ensejar um mínimo de diálogo, consumou-se
em poucas horas como se tudo não passasse de
uma ‘trampa’.
E não poderia ser diferente, pois um dos principais
agentes da guerra e do cessar-fogo, o mais belicoso
e o mais poderoso — os Estados Unidos da América
do Norte — são um negociador de má-fé, e Israel,
seu principal associado nesta guerra suja, é comandado
por um criminoso de guerra com mandado de prisão
emitido pelo Tribunal Penal Internacional [TPI], o que
ameaça fazer da negociação a ser retomada uma
não-negociação, um ilusionismo para acalmar o
mercado global em crise e dar fôlego ao complexo
industrial dos EUA, metido numa guerra muito mais
custosa do que calculara a princípio (se é que houve
cálculo), e as forças da ocupação israelense, que
um alto comandante chegou a anunciar que ‘estavam
próximas da exaustão’.”
Comentários
Zé Maria
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“Nas negociações intermediadas pelo Paquistão, os EUA puseram à mesa uma proposta que não pretendiam levar a cabo — uma trégua mútua de duas semanas — na contrapartida de concessões humilhantes e, portanto, inaceitáveis, e só apresentadas na suposição de que seriam rejeitadas.
Mesmo assim, leonina, a proposta era uma farsa, porque, enquanto falava em cessar-fogo, a Casa Branca instruía Israel — seu associado nessa sequência de arrogância militar e crimes de guerra impunes — a invadir o Líbano.
As falanges sionistas, lembrando as Blitzkriegs de Hitler, realizaram, na última quarta-feira (08/04), 100 ataques em dez minutos, deixando o rastro de sangue de centenas de civis assassinados, algo como 300 seres humanos, mais de 130 crianças.
Os bombardeios — o alvo é um país [o Líbano] sem qualquer sorte de defesa — visam a destruir sua infraestrutura civil (compreendendo hospitais e escolas, estradas e indústrias) e, mais uma vez, rapinar o território, agora na fronteira sul.
Segundo o The Economist, o criminoso regime sionista é apoiado por algo variante entre 70 e 75% da população.
Eis a base da infâmia.”
https://t.co/WSYt0HfJXF
ROBERTO AMARAL
https://x.com/VIOMUNDO/status/2042967448526233619
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Zé Maria
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“A promessa de paz, ainda que a tempo medido,
um pequeno armistício, uma curta suspensão
das hostilidades por breves duas semanas
para ensejar um mínimo de diálogo, consumou-se
em poucas horas como se tudo não passasse de
uma ‘trampa’.
E não poderia ser diferente, pois um dos principais
agentes da guerra e do cessar-fogo, o mais belicoso
e o mais poderoso — os Estados Unidos da América
do Norte — são um negociador de má-fé, e Israel,
seu principal associado nesta guerra suja, é comandado
por um criminoso de guerra com mandado de prisão
emitido pelo Tribunal Penal Internacional [TPI], o que
ameaça fazer da negociação a ser retomada uma
não-negociação, um ilusionismo para acalmar o
mercado global em crise e dar fôlego ao complexo
industrial dos EUA, metido numa guerra muito mais
custosa do que calculara a princípio (se é que houve
cálculo), e as forças da ocupação israelense, que
um alto comandante chegou a anunciar que ‘estavam
próximas da exaustão’.”
https://t.co/WSYt0HfJXF
ROBERTO AMARAL
https://x.com/VIOMUNDO/status/2042967448526233619
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